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ÚLTIMAS POSTAGENS

Conheçam o destemido #jovem cubano Tony Chao Flores que desafiou Che Guevara e foi covardemente executado

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 2 de março de 2023 | 08:52

 

(foto reprodução)

 



A brilhante e comovente história do destemido jovem CUBANO "cabra-macho": Tony Chao Flores

 

 

Após chegar a Havana em janeiro de 1959, Che Guevara imediatamente percebeu que o fosso ao redor da fortaleza La Cabaña era uma cova perfeita para jogar seus executados.  Em Babi-Yar, em Kiev, a SS de Hitler teve de cavar suas fossas.  Em La Cabaña, Che Guevara havia encontrado uma já pronta. Em 1961, um garoto de 20 anos chamado Tony Chao Flores, utilizando muletas e mancando pesadamente, chegou ao local onde seria executado.  Ele já havia tomado 17 tiros de metralhadoras tchecas quando os capangas de Fidel e Che o capturaram.  No caminho para esse seu local de execução, que ficava na velha fortaleza espanhola transformada em prisão e em centro de execução por Che Guevara, Tony foi forçado a descer mancando, sem quaisquer condições físicas e utilizando apenas muletas, uma longa escada feita de pedras esquadradas.  Tony tropeçou, caiu e foi rolando a longa escadaria, até finalmente chegar ao chão, debatendo-se e gritando de dor.  Uma das pernas de Tony, completamente baleada por metralhadoras, havia sido amputada, e a outra estava gangrenada e coberta de pus.  Os guardas fidelistas, gargalhando, foram na direção de Tony para amordaçá-lo para que ele parasse de gritar. Enquanto eles se aproximavam, Tony cerrou o punho de sua única mão que ainda estava boa.  Quando o primeiro vermelho se aproximou dele — BASH! — Tony deu-lhe um soco bem no olho."Nunca consegui entender como Tony conseguiu sobreviver àquela surra", disse Hiram Gonzalez, testemunha e ex-prisioneiro político, que observou toda a cena de sua cela na prisão de La Cabaña. O aleijado Tony quase foi morto no espancamento que se originou a seguir, que envolveu chutes, socos e golpes de arma.  Até que finalmente seus agressores se levantaram ofegantes, esfregando seus arranhões e machucados.  Eles haviam conseguido amordaçar a boca do garoto, mas Tony conseguiu empurrar os guardas antes que eles conseguissem amarrar suas mãos.  

#Movimentos e novas comunidades visto de forma Sinodal pela igreja universal e local no Brasil

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 1 de março de 2023 | 12:59

 





Como declarou São João Paulo II: “A partir do Concílio Vaticano II, o Espírito Santo suscitou uma primavera na igreja. As flores e os frutos dessa primavera podem ser vistos, sobretudo, nos Novos movimentos e nas Novas Comunidades de vida e Aliança, envolvendo especialmente os jovens que deixam tudo, os prazeres do mundo, a família, para servir a Deus unicamente.”Diante desta declaração, percebemos que o Papa João Paulo II, reconheceu e confiou às Novas Comunidades o anúncio e o testemunho do Evangelho no mundo secular, que hoje vive dominado pelo relativismo, e tantas outras ideologias inseridas no mundo social, profissional, cultural e político.As Novas Comunidades se destacam pelo impulso missionário, fato destacado pelos bispos, conforme Exortação Apostólica Pós Sinodal Verbum Domini, do Santo Padre Emérito Bento XVI: “O Sínodo reconhece, com gratidão, que os movimentos eclesiais e as novas comunidades constituem, na igreja, uma grande força para evangelização neste tempo, impelindo a desenvolver novas formas de anúncio do Evangelho.”Em 14 de maio de 2016, o Cardeal Gerhard Ludwig Muller assinou a carta da Congregação para a Doutrina da Fé, “Iuvenescit Ecclesia” a qual foi dirigida aos Bispos do mundo inteiro e trata os carismas como “dons de importância irrenunciável para a vida e a missão eclesial”, onde os frutos estão acima de qualquer dificuldade. Apesar de ainda não constar claramente nos documentos da igreja a inserção eclesiástica das Novas Comunidades, já podemos perceber a riqueza trazida por estas associações, e constatar que a igreja cada vez mais vem reconhecendo a importância dos fiéis leigos que doam sua vida pelo Reino de Deus, e sem dúvida contribuem para a missão evangelizadora da Igreja e no despertar da fé de muitas pessoas, com ardor missionário e alegria de ser um consagrado.

A parábola do #padre e o cachorro no altar

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 28 de fevereiro de 2023 | 10:24

 






Um padre tinha um cachorro de estimação, o qual não se conformava em ficar longe do dono e, com isso, atrapalhava bastante as homilias nas missas que ele celebrava. O padre resolveu então amarrar o cachorro no pé do altar de forma discreta, sempre que ia celebrar; dava certo, o cachorro ficava tranquilo e quietinho, não atrapalhava em nada, e o serviço religioso corria normalmente. Porém, o padre devido a problemas de saúde veio a falecer. Os paroquianos que muito amavam aquele santo padre, para guardar sua memória e seus bons exemplos, amarravam o seu fiel cachorro ao pé do altar em qualquer celebração, pois do contrário o cachorro ficava circulando dentro da igreja e tirando a atenção de todos, inclusive do celebrante. O novo padre substituto em respeito a comunidade, resolveu aceitar pacificamente aquela situação até que o velho e fiel cachorro viesse a falecer. O tempo passou, novos párocos e novos paroquianos vieram ao longo de vários anos, e muito dos novos paroquianos e párocos já nem se lembravam daquele primeiro pároco com seu fiel cachorro. Um dos últimos párocos ao chegar naquela comunidade e ver aquele estranho costume de durante as celebrações amarrar um cachorro qualquer no altar (pois o original já havia morrido a muito tempo),quis saber o por que daquilo? Muitos já nem sabiam da história original, e diziam resumindo aquela tradição: "aqui sempre foi assim padre!..." - E ai daquele(a) que achasse estranho e quisesse acabar com aquilo! Qualquer semelhança com algum fato "tradicional" na sua paróquia ou diocese, não é mera coincidência...

Ex comunista Aldo Rebelo: “a esquerda trocou as grandes causas nacionais pela defesa do politicamente correto”

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023 | 11:43

 


 

 

Por Camilla Costa e João Fellet - Da BBC Brasil em São Paulo

 



Após passar quatro décadas no Partido Comunista do Brasil (PCdoB), chefiar quatro ministérios nos governos do PT e passar seis meses no Partido Socialista Brasileiro (PSB), Aldo Rebelo não se sente mais à vontade no que define como a "esquerda moderna, do politicamente correto".Aos 62 anos, o jornalista nascido no interior de Alagoas encontrou guarida no Solidariedade (SDD), sigla presidida pelo sindicalista e deputado federal Paulinho da Força, e pela qual pretende disputar a Presidência - a última reviravolta numa carreira marcada por guinadas inusitadas.Eleito seis vezes para a Câmara dos Deputados - que presidiu entre 2005 e 2007 -, Aldo foi ministro das Relações Institucionais (2004-2005), dos Esportes (2011-2015), da Ciência e Tecnologia (2015) e da Defesa (2015-2016). Na última pasta, ganhou a confiança de comandantes das Forças Armadas, mesmo tendo integrado por quase meio século um partido arrasado pelo regime militar.

O funeral do imperador Alexandre o grande e seus três últimos pedidos

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 26 de fevereiro de 2023 | 18:37

 







Muitas pessoas não conseguem compreender que não levamos bens materiais, dinheiro, e títulos dessa vida. Precisamos entender que apenas a fé e nossas boas ou más obras é que nos acompanharão na outra vida.

A confusão de muitos cristãos: exegese, eisegese ou hermenêutica?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023 | 19:13



A confusão de muitos cristãos: exegese, eisegese ou hermenêutica?


Por *Francisco José Barros Araújo

 

Vivemos um tempo em que a Bíblia é amplamente citada, compartilhada e comentada, mas nem sempre corretamente compreendida. Nunca houve tantas pregações, vídeos, opiniões e interpretações circulando entre os cristãos — e, paradoxalmente, nunca foi tão comum ver o texto sagrado sendo usado para sustentar ideias já prontas, projetos pessoais ou agendas ideológicas. Nesse cenário surge uma confusão fundamental: estamos realmente interpretando a Palavra de Deus ou apenas projetando sobre ela aquilo que já pensamos? A diferença entre exegese, eisegese e hermenêutica não é apenas acadêmica; trata-se de uma questão espiritual decisiva, pois dela depende a fidelidade à Revelação divina.

 

 

 

A exegese é entendida como a análise, interpretação e explicação detalhada e sistemática de uma obra, texto, palavra ou expressão, com o objetivo de compreender seu significado original, suas intenções e seu contexto histórico e cultural. Etimologicamente, o termo provém do grego exégésis, que significa “interpretação”, “tradução” ou “explicação detalhada”, indicando o esforço de trazer à luz o sentido que já está contido no texto. Historicamente, a exegese foi aplicada em diversas áreas do conhecimento — literatura, direito, filosofia e artes —, mas alcança especial importância no campo religioso, particularmente na interpretação das Sagradas Escrituras.

 

 

 

No âmbito bíblico, a exegese busca compreender o texto a partir de critérios gramaticais, históricos, culturais e teológicos, evitando leituras superficiais ou distorcidas. O exegeta não pergunta primeiro “o que este texto significa para mim?”, mas sim “o que Deus quis comunicar por meio deste texto?”. Para isso, são necessárias competências multidisciplinares: domínio das línguas originais — hebraico, aramaico e grego —, conhecimento histórico, sensibilidade literária, formação teológica e capacidade crítica. Somente assim é possível identificar nuances linguísticas, gêneros literários, intenções do autor sagrado e o contexto em que a mensagem foi originalmente proclamada.

 

 

 

A exegese contrasta diretamente com a eisegese. Enquanto a primeira procura extrair do texto o seu significado, a eisegese consiste em inserir no texto ideias previamente concebidas. Nesse caso, o intérprete não escuta a Escritura; ele a utiliza. O texto deixa de ser Palavra que corrige, ilumina e converte para se tornar mero instrumento de confirmação pessoal. É quando alguém lê a Bíblia não para ser transformado por ela, mas para legitimar posições políticas, preferências morais ou opiniões individuais. Assim, a autoridade já não é mais a Palavra de Deus, mas o próprio intérprete.

 

 

 

Entre esses dois conceitos encontra-se a hermenêutica, que pode ser compreendida como a ciência ou teoria da interpretação. Se a exegese é o ato concreto de interpretar corretamente um texto, a hermenêutica fornece os princípios e critérios que orientam essa interpretação. No cristianismo, a hermenêutica não é puramente subjetiva: ela se desenvolve dentro da tradição viva da Igreja, da unidade das Escrituras, do Magistério e da fé recebida ao longo dos séculos. A Bíblia não nasceu isolada; ela surgiu no seio da comunidade crente e deve ser interpretada dentro dessa mesma comunidade de fé.

 

 

 

A interpretação de textos, portanto, vai muito além da simples leitura devocional. Exige mergulho no contexto histórico, análise cultural, investigação das fontes, compreensão das estruturas linguísticas e atenção ao gênero literário utilizado pelo autor sagrado. A exegese bíblica busca precisamente isso: compreender o sentido original das Escrituras para que sua aplicação espiritual seja verdadeira e não fruto de improviso ou emoção momentânea.

 

 

 

A grande crise atual entre muitos cristãos não é falta de acesso à Bíblia, mas falta de critérios para interpretá-la. Multiplicam-se leituras fragmentadas, versículos retirados do contexto, espiritualizações exageradas ou reduções ideológicas do Evangelho. Quando a exegese é abandonada, a fé corre o risco de se transformar em opinião pessoal religiosa. Cada um passa a possuir “sua própria verdade bíblica”, e a unidade da fé se dissolve em interpretações contraditórias.

 

 

Por isso, compreender a diferença entre exegese, eisegese e hermenêutica não é luxo acadêmico, mas necessidade pastoral e espiritual. A Palavra de Deus não foi entregue para ser manipulada, mas para nos converter. O cristão autêntico aproxima-se das Escrituras com humildade, reconhecendo que não é juiz do texto, mas discípulo diante dele.

Editorial do Estadão e ministro Nunes Marques do STF demonstram preocupação com os #presos políticos de 8 de janeiro

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023 | 08:30

 




Os atos antidemocráticos do 8 de Janeiro trazem especiais desafios para o sistema de Justiça penal. A gravidade dos ataques às sedes dos Três Poderes exige uma resposta efetiva, sem impunidades, e dentro da lei, sem atuações extralegais que, além de suscitarem nulidades, poderiam transformar os responsáveis por esses atos em vítimas do sistema penal. Nesse caso, em vez de prover uma solução, a Justiça estaria agravando o problema. Expor no papel essas duas exigências – efetividade e aderência à lei – não é difícil. Outra coisa, muito diferente, é conseguir implementá-las na prática, num caso que envolve milhares de pessoas, tipos penais novos e uma imensa pressão popular. A aumentar o desafio, os procedimentos relativos aos ataques estão sob jurisdição do Supremo Tribunal Federal (STF), que não está estruturado para processar esse tipo de caso. Trata-se de uma Corte constitucional, não de uma vara criminal. “Não há maneira de proteger o Estado Democrático de Direito que não seja por meio do Estado Democrático de Direito”, disse o professor Carlos Japiassú, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em recente evento acadêmico no Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) para debater qual deve ser a resposta do Estado aos atos antidemocráticos. Na apuração e punição das responsabilidades, disse Japiassú, o único caminho é respeitar as garantias constitucionais e o devido processo legal. “É preciso ter cautela, sob pena de haver soluções inadequadas que, mais adiante, (...) possam atingir todos os demais.” A respeito do crime de tentativa de golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal), o professor Japiassú observou que as duas únicas maneiras democráticas para retirar um governo legítimo é “pelo voto, nas eleições, ou pelo processo de impeachment”. Fora daí, disse ele, “qualquer tentativa dessa natureza, por intermédio da violência ou da grave ameaça, constitui crime”. Nessa verificação, é preciso cuidado ao discernir quais condutas constituem efetivamente uma tentativa de golpe de Estado, respeitando sempre o princípio da legalidade. Não há crime sem lei anterior que o defina, diz a Constituição. Outro assunto debatido foi o uso das medidas cautelares processuais – em concreto, das prisões preventivas – para fins de segurança pública. O professor Gustavo Badaró, da Universidade de São Paulo (USP), lembrou que essas medidas são delimitadas em lei. No entanto, está havendo um uso “de algo que é excepcional (...) de forma ampliativa, e não de forma restritiva”. Como defesa da liberdade, a legislação privilegia as medidas cautelares diferentes da prisão, como a proibição de ir a determinados lugares. Segundo a advogada Marina Coelho Araújo, elas têm se mostrado efetivas em muitos casos. “É preciso ter critérios para avaliar a proporcionalidade e a legitimidade dessas medidas”, disse a advogada. Flávia Rahal, outra advogada, defendeu a atuação do STF. “O Supremo tinha que agir com muita rapidez naquele momento. O fortalecimento da democracia também se mostra pelo respeito à lei e pelo respeito às instituições”, declarou. Ela ressaltou, no entanto, que isso não significa abandonar as garantias constitucionais e processuais. Comentou, por exemplo, o modo como as audiências de custódia foram realizadas. Houve uma divisão de funções, que excluiu uma das principais finalidades da audiência: avaliar, a partir das circunstâncias concretas da pessoa, a necessidade da prisão. Ao longo do evento, houve o reconhecimento de que as circunstâncias são excepcionais e que inexiste um caminho ideal, perfeito. Por isso, é preciso ser especialmente criterioso, respeitando os direitos fundamentais. Mencionando o Paradoxo da Tolerância, de Karl Popper, que trata dos efeitos e limites da tolerância com os intolerantes, o professor Gustavo Badaró comentou que até os intolerantes “têm o direito de serem considerados intolerantes somente depois do devido processo legal”.

Che Guevara e as controvérsias éticas: análise crítica de acusações de racismo e homofobia"

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023 | 23:31

 


Che Guevara: racista e homofóbico - mito ou verdade? 


A homossexualidade, aos olhos do regime autoritário de Cuba, era incompatível com a nova sociedade socialista. Sobre o tema, Fidel Castro expressamente afirmou em uma entrevista concedida em 1965 que “um desvio dessa natureza rompe com a ideia que temos sobre o que um militante comunista deve ser” (Ocasio, 2002:82). Porém, há divergências entre autores sobre a origem dessa contundente intolerância em Cuba, se anterior ou posterior ao castrismo. Para Arguelles e Rich (1984), considerando a forte herança patriarcal afroespanhola presente no meio rural, a solução para os homossexuais, antes da Revolução Cubana de 1959, era refugiar-se nas cidades, onde também viviam à margem ou abaixo da estrutura social. Numa época em que Cuba enfrentava altas taxas de desemprego e boa parte dos países desenvolvidos eram caracterizados por uma forte repressão sexual, a ilha capitalizava as experiências homoeróticas, quer para turistas estrangeiros, quer para nativos da pequena burguesia para quem a prática de sexo ocasional com outros homens não caracterizava homossexualidade.Segundo as autoras, para além do comércio sexual, havia ainda um grande fluxo de mão de obra para as demais atividades ligadas ao crime organizado, como bebidas e jogos de azar, o que chegou a formar uma pequena burguesia homossexual que, paradoxalmente, procurava parceiros entre heterossexuais de baixa renda. Porém, apesar dessa perceptível presença, a homossexualidade não teria gerado uma “cultura gay”, sendo tratada com violência ou reprovação nos ambientais familiares e tradicionais, levando a crer que a tolerância então existente não decorria de uma aceitação social, mas sim dos ganhos econômicos por ela gerados (Arguelles, Rich, 1984). Reagindo a tal postura, especialmente quanto à negação de existência de uma “cultura gay” presente e difusa na sociedade cubana pré-revolucionária, Ana Maria Simó e Reinaldo Ramos (1984) apontaram uma série de artistas que, antes de Castro, expressaram vivências homossexuais, aberta ou discretamente, tais como a poesia de Emilio Ballagas e de Rolando Escardó, o teatro e os contos de Virgilio Piñera, a narrativa de José Lezama Lima e a pintura de Víctor Manuel.Porém, independentemente dessa condição anterior, quer houvesse uma mescla social de visões de mundo, quer a cultura homossexual estivesse restrita ao campo das memórias subterrâneas, não há como identificar, em Cuba, a presença de sanção legal e de persecução oficial motivadas por orientação sexual antes de 1959. Com a Revolução Socialista, pelo contrário, ambas passaram a se manifestar. Já em 1961, ficou famosa a noite dos três “P”, quando uma unidade especial da polícia secreta, El Escuadrón de la Escoria, deteve numa operação noturna várias prostitutas, proxenetas e pájaros [pássaros] – gíria cubana para homossexuais afeminados (Ocasio, 2002; Guerra, 2010).Em 1973, após a criação e a extinção das UMAPs e a realização do Primeiro Congresso de Educação e Cultura, foi sancionada a Lei no1249, que tipificava os delitos contra os bons costumes e a ordem da família e punia a ostentação pública da homossexualidade. Em 1979, com o novo Código Penal Cubano, tal tipo penal foi revogado, dando lugar ao crime de escândalo público que punia com pena de três a nove meses aos que fizessem pública ostentação de sua condição homossexual, que praticassem atos homossexuais em lugar público ou mesmo em lugar privado caso pudessem ser involuntariamente vistos por outras pessoas, dentre outras condutas. Aliás, é justamente no ano de 1979 que se desenvolve a narrativa descrita no filme Fresa y chocolate. Diego, antes de fazer David entrar em seu apartamento, o alerta: havia sido detido em uma UMAP e ainda era continuamente vigiado por seus vizinhos, personificando o histórico de violações perpetradas pelo regime (Paz, 1991).

Prof. Felipe Aquino: "como é possível ser católico e espírita se o espiritismo nega 40 verdades da fé cristã?"




Por Prof.Felipe Aquino



É preciso ficar bem claro que, o espiritismo (bem como suas derivações) contradiz frontalmente a doutrina católica em muitos pontos, sendo portanto, impossível a um católico ser também espírita! Se alguem pensa assim, ou não conhece a fundo a doutrina espírita, ou nada da doutrina Católica. Em 1953, os Bispos do Brasil disseram que o espiritismo é o desvio doutrinário “mais perigoso” para o país, uma vez que “nega não apenas uma ou outra verdade da nossa fé, mas todas elas, tendo, no entanto, a cautela de dizer-se cristão, de modo a deixar, a católicos menos avisados, a impressão erradíssima de ser possível conciliar catolicismo com espiritismo” (Espiritismo, orientação para os católicos, D.Boaventura Kloppenburg, Ed. Loyola, 5ªed, 1995,pag.11).

Gramsci e o PT: a chave para compreender a ideologia que guia Lula e a esquerda

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 19 de fevereiro de 2023 | 14:11







Todo conceito é uma construção histórica e cultural, isto é, ele não pode ser fixado "ahistoricamente" nem se desprender do terreno em que ele é continuamente produzido e reproduzido. A melhor maneira de retornar ao conceito de hegemonia é perguntar qual a relação que temos hoje com ele? Na cultura do gramscianismo e nas várias leituras que se produziram da sua obra, há dois momentos marcantes no que diz respeito ao conceito de hegemonia.Um deles é a clássica polêmica de Perry Anderson em seu ensaio forte “As antinomias de Gramsci”. Aqui está em jogo a autonomia da reflexão de Gramsci em relação a Lenin e a coerência de sua teoria. O outro é a celebre intervenção de Norberto Bobbio em um Congresso Internacional de estudos gramscianos, no qual o filósofo italiano interpreta Gramsci contra Marx, gerando extensa controvérsia.O ponto de vista de Perry Anderson é o de que o termo hegemonia já era utilizado pelos bolcheviques e mencheviques para designar a necessária liderança da social-democracia russa na luta democrática contra o czarismo, estabelecendo uma unidade dos operários com os camponeses. Nas reflexões de Gramsci, tal conceito não teria chegado a uma definição estável já que o marxista italiano não consegue elaborar um posicionamento fixo da hegemonia na sociedade civil ou no Estado. A ambição de Anderson é, através da crítica a Gramsci, atingir as estratégias parlamentaristas e eleitorais típicas do euro-comunismo. As reflexões de Bobbio, valendo-se de leituras sobre o uso do conceito de sociedade civil na filosofia política, é acentuar a dimensão cultural do conceito de Gramsci em oposição ao economicismo de Marx que teria se fixado em uma definição econômica da sociedade civil. Gramsci, então, é conduzido pela intervenção de Bobbio à condição de teórico da super-estrutura, aliás como alguns marxistas acabaram por entendê-lo. Travada no plano cultural, dos valores, a luta pela hegemonia sem questionar os fundamentos econômicos e de poder do Estado capitalista, ganharia então uma projeção conciliável com um liberalismo social.Se é rico e útil para a cultura petista retornar ao conceito de hegemonia é exatamente porque ele foi construído com um estatuto categorial autônomo, isto é, em diálogo e ruptura com Lênin e, em outra medida, porque ele foi concebido exatamente como a necessidade do marxismo se tornar plenamente um princípio antagonista ao liberalismo. Isto é, Perry Anderson e Norberto Bobbio, em sentidos opostos, ao dissecar analiticamente Gramsci a partir de seus próprios pressupostos, acabam por fechar as portas ao entendimento do conceito de hegemonia segundo o próprio campo teórico de Gramsci. Ora, em Gramsci, o conceito de hegemonia centraliza todo um campo conceitual e, nesta condição, é enriquecido pelas várias reflexões deste campo teórico. 

Qual a primeira missão do Cristão? "#Evangelizar, ou ser militante do anticapitalismo ou anticomunismo?"

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 18 de fevereiro de 2023 | 12:17


 


 

 


QUAL O MAIOR DESAFIO DA IGREJA HOJE ?

 



“Certamente, a Igreja já fez, está fazendo muito no campo social, e precisará fazer mais ainda. Mas, é preciso que fique claro: não é essa a missão originária, "própria” da Igreja, como repete expressamente o Vaticano II (cf. GS 42,2; e ainda 40,2-3 e 45,1). A missão social é, antes, uma missão segunda, embora derivada, necessariamente, da primeira, que é de natureza "religiosa”. Essa lição nunca foi bem compreendida pelo pensamento laico. Foram os Iluministas que queriam reduzir a missão da Igreja à mera função social. Daí terem cometido o crime, inclusive cultural, de destruírem celebres mosteiros e proibido a existência de ordens religiosas, por acharem tudo isso coisa completamente inútil, mentalidade essa ainda forte na sociedade e até mesmo dentro da Igreja. Agora, se perguntamos: Qual é o maior desafio da Igreja?, Devemos responder: É o maior desafio do homem: o sentido de sua vida. Essa é uma questão que transcende tanto as sociedades como os tempos. É uma questão eterna, que, porém, hoje, nos pós-moderno, tornou-se, particularmente angustiante e generalizada. É, em primeiríssimo lugar, a essa questão, profundamente existencial e hoje caracterizadamente cultural, que a Igreja precisa responder, como, aliás, todas as religiões, pois são elas, a partir de sua essência, as "especialistas do sentido”. Quem não viu a gravidade desse desafio, ao mesmo tempo existencial e histórico, e insiste em ver na questão social "a grande questão”, está "desantenado” não só da teologia, mas também da história.”- (Frei Clodovis M. Boff).

Luciana: #do progressismo ao Conservadorismo até a normalidade experiencial e não teórica com Cristo!

 

 

(foto reprodução de Luciana)




Tenho poucas fotos do meu namoro antes da minha mudança de fase. A gente até tirava muitas fotos, mas as mudanças de redes sociais naquela época eram muitas. Fotolog, Orkut...Até Flogão eu tive! Ainda bem que acabei revelando algumas fotos e as tenho guardadas comigo. Boa parte se perdeu mesmo nos meus antigos computadores, que sempre pifavam antes que eu pudesse fazer alguma coisa: a rede elétrica da casa simples onde eu morava era péssima; além dos vírus, o fato de que quase nunca podíamos pagar o conserto...Namoramos por pouco mais de 1 ano assim, bem normais – talvez não tão normais aos olhos do mundo porque não tinha sexo. Encontrar Vladimir foi como encontrar a mim mesma (como aquela famosa frase de Morro dos Ventos Uivantes, “Eu sou Heathcliff“), nós fazíamos tudo juntos, e durante o namoro todo (que durou 3 anos e 5 meses), não nos vimos apenas por pouco mais de 10 dias. Às vezes ele ia à minha casa apenas para lermos o dia todo, trocando impressões nos intervalos. Passear pela cidade e bater perna era outra coisa favorita e estávamos em livrarias pelo menos a cada 3 dias. As pessoas, especialmente a família dele (já que eu não tinha basicamente ninguém da minha família por perto), acham que fui eu quem começou essa mudança. Mas não foi. Lembro de quando Vladimir começou a ir em centros da TFP, e do quanto eu não liguei muito, embora me parecesse um tanto obscuro. A gente encontrava esse membro do grupo numa reunião da faculdade, mas eu não tinha nenhuma opinião formada sobre ele, porque ele falava muito pouco e parecia sério, impenetrável. Depois, quando Vlad começou a ir em reuniões demais, sempre saindo com outra já marcada, eu disse a ele que não estava gostando. Pouco depois, eu já havia sido convidada para o centro e recebido recomendações de como aparecer vestida lá. O resto é história, e posso dizer que não recebi mais recomendações sobre nada. Seria injusto dizer que eles nos pediram qualquer coisa: eles não pedem para que você corresponda a eles, você faz se quiser, como quiser. Então, como aconteceu tudo isso? Aconteceu como acontece nesses casos: é uma conjunção de fatores. Primeiro, havia o começo de alguma coisa: alguma coisa que na época ninguém sabia o que era, mas que hoje está bem às claras. Bem, era o começo disso. Todo mundo lendo as mesmas coisas, nos mesmos sites, os mesmos filósofos e saindo com a mesma bibliografia política. E havia do outro lado, o mesmo movimento em favor do uso do véu, a mesma catequese no mesmo site do mesmo padre famoso, que havia mudado para a mesma linha política.Isso não ia levar todos os jovens e nem todas essas pessoas que estavam no entorno. Na verdade, comparado com o que foi depois, levou pouquíssima gente naquele momento. Ali, ainda, muita gente tinha uma fase tradicionalista que passava. Começava na Monfort, ou na Fraternidade, ou em grupos menos radicais – que eu não vou citar os nomes, mas vocês podem imaginar. Ali ainda havia uma ampla normalidade para voltar. E se eu comecei e continuei, foi com a certeza mais pela força desse movimento do que pela proximidade com o grupo tradicionalista em si. Nós gostamos do que vimos no grupo, eu me senti acolhida e encantada, eu quis fazer parte daquilo, mas tão logo percebemos que não era o nosso lugar, nos afastamos. Então, embora tenha começado ali, citar o grupo pode dar uma ideia errada para as pessoas que estão acompanhando a minha história. O que importa mais é o que veio depois! O que eu queria mesmo era nunca ter passado por essa porta. Tenho para mim que foi o caminho que Deus escolheu, um caminho para chamar a minha atenção, pois talvez de outra maneira eu não o tivesse escutado. Só que olhando para mim, a de antes, sinto falta do que eu poderia ter sido se eu simplesmente seguisse o meu caminho. Sim, eu sinto que fui desviada. De tal modo que mesmo hoje, depois de tanto tempo e sem dúvida me sentindo mais livre do que estive nos últimos 10 anos, eu me pergunto: e se a gente tivesse seguido os nossos planos iniciais? Quem eu seria?...A verdade é que eu era bem diferente. Mais ou menos como sou agora: sinto que voltei minha alma para o corpo, mas essa alma voltou depois de um bom tempo tateando por caminhos que não eram os dela. E hoje eu tenho uma vida feliz, uma vida pela qual eu sou grata, mas em alguns momentos eu ainda sinto que estou levando a vida de outra pessoa. Eu não digo isso porque queria estar fazendo agora algo diferente do que estou fazendo. Tem mais a ver com o fato de que eu não tenho certeza se sei o que estaria fazendo com base numa vida minha, autêntica, durante todo o tempo anterior. Porque embora eu tenha começado a deixar muitas dessas coisas para trás (voltei a usar calça já em 2013, ainda que timidamente naqueles meses) há bastante tempo, outras coisas continuaram a me influenciar e a me ocupar e a distrair a minha mente.Eu tenho um bom parâmetro para algumas dessas questões. É ver tantas pessoas que discutiam conosco naquela época, que não podiam sequer ver o padrão de modéstia que apontávamos (saia midi, por exemplo) que taxavam de “maria cafona”, e, no entanto, agora fazem vênia. Pessoas que antes se levantaram para defender o Papa de ataques, se juntam sorrateiramente às críticas desrespeitosas. É somente em momentos assim que é possível avaliar as tendências dominantes, as que no fundo fazem pressão sobre as outras pessoas, pois quem está na crista da onda dá o tom. E por causa dos benefícios que recebem por não discordarem de quem está no comando das tendências, muitas pessoas – impensáveis para este caminho – agora trilham por ele.Por essas coisas é possível não apenas avaliar a força de tais ideias, mas também a dificuldade para quem sai. Eu disse que as pessoas tinham fases desse tipo antes, mas que era fácil encontrar o caminho da normalidade. Você não encontrava, salvo com muitíssimo esforço, alguém que tivesse ao mesmo tempo um conjunto de ideias que incluísse casamento, filhos, política, educação, desconfiança do papa, e filmes até ontem considerados normais. Hoje o raro é encontrar alguém no meio católico que tenha menos do que 3 combinações disso. É o fato também de ver tudo isso e estes dilemas espelhados em outras pessoas. E que justamente por ter ido nessa direção, não podem aceitar quem não tenha ido, porque parte do esquema que sustenta essas ideias todas é a criminalização de quem não foi para o mesmo lado. Sim, porque não há paz nunca, o que parece guiar essas pessoas é o sentido da guerra, cada ação é tomada como meio de ataque (ou diriam, contra-ataque), e você percebe que à mínima amostra de críticas há um afastamento ou condenação explícita. Dizem que os discípulos de Jesus eram reconhecidos pelo tanto que se amavam. Nesses anos encontrei amigos valiosos. Foi um longo trabalho, como tudo na vida, com tentativas e erros. Nós sabemos do que tivemos de escapar, das coisas que não podem ser mencionadas, do que deve ser ignorado como forma de sobreviver nesse meio. Esses amigos(as) são sobreviventes lá também.Mas eu confesso que, do meio especificamente, eu esperava mais. Eu esperava a normalidade que não encontrei. E é nesse ponto em que eu me encontro agora, tentando saber quais são realmente os planos de Deus para a minha vida, onde Jesus deseja que eu esteja, e o que meus santos padroeiros me reservam.

 

Que São Tomás More rogue por mim!

#A fonte Q e os supostos ditos de Jesus

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 14 de fevereiro de 2023 | 12:21

 


 



A grande maioria daqueles que promovem o "conceito do evangelho Q" não acredita que a Bíblia seja inspirada (inspirada por Deus). A grande maioria dos proponentes de Q não acredita que os Evangelhos foram escritos pelos Apóstolos e seus associados próximos, ou que os Evangelhos foram escritos dentro da geração dos Apóstolos. Eles não acreditam que seja possível que dois ou três autores possam usar exatamente as mesmas palavras sem usar os escritos uns dos outros como fontes. Crucialmente, a maioria dos defensores do Q rejeita a inspiração do Espírito Santo ajudando os escritores dos Evangelhos a registrar com precisão as palavras e obras de Jesus Cristo. Novamente, o uso de uma fonte "Q" não é o problema. O problema é a razão pela qual a maioria dos defensores desse evangelho acredita que um "Q" foi usado, ou seja, uma negação da inspiração das Escrituras. 

Ana Paula Henkel: “Não tem como competir com um atleta trans masculino, mesmo se a aparência estiver feminina" (e vice-versa)

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 11 de fevereiro de 2023 | 21:08

 




 

Ana Paula Henkel vê exclusão das mulheres para inclusão de atletas trans no esporte

#Bispo católico D. Rolando Álvarez mais 4 padres e 2 seminaristas foram sentenciados e presos a 26 e 10 anos respectivamente, na Nicarágua

 





O Bispo Católico que foi preso pelo ditador socialista Daniel Ortega, foi condenado a 26 anos de prisão. A pergunta que não quer calar é: “o quê o Bispo fez de tão ruim?” – O bispo simplesmente fez críticas ao governo ditador, não pegou em armas nem propagou levante armado, não agrediu ninguém fisicamente, apenas só quis deixar claro seu desacordo com a ditadura que persegue adversários que pensam diferente! Esta é a famosa democracia socialista da Nicarágua, que Lula, e o PT, apoiam e aplaudem do seu amigo Daniel Ortega.

#Equacionamento Petros: origem do problema e propostas de soluções

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023 | 15:26




ENTENTENDO A ORIGEM E EXTENÇÃO DO PROBLEMA



O fundo de pensão privada da Petrobras, Petros, propôs um equacionamento que atinge ativos, aposentados e pensionistas com um desconto que chega a 30% do salário ou do benefício, para cobrir um deficit atuarial, sem que seja cobrado dívidas e responsabilidades das patrocinadoras e de gestores. 



A Petros se nega sistematicamente a rever o plano de equacionamento que atinge cerca de 170 mil pessoas, mesmo diante de decisões judiciais liminares que questionam sua legalidade. Essa postura não é apenas tecnicamente discutível; ela é eticamente indefensável e revela profundo desrespeito aos participantes e assistidos.  



A insistência em transferir unilateralmente aos trabalhadores aposentados da Petrobras o custo da negligência histórica, dos erros de gestão e dos desmandos praticados ao longo de décadas pelas patrocinadoras e por administradores nomeados politicamente é tratá-los como culpados, quando na verdade são vítimas. Não foram os aposentados da Petrobras que decidiram investimentos temerários, não foram eles que indicaram dirigentes, tampouco se beneficiaram dos bônus, cargos ou vantagens que acompanharam essas decisões malsucedidas.  O que se impõe aos aposentados é algo ainda mais perverso: como se fossem convocados a cobrir o déficit por meio de um “trabalho forçado de caridade”, obrigados a sustentar, com seus benefícios já reduzidos, um sistema no qual as demais patrocinadoras colhem os bônus e preservam seus interesses, enquanto o ônus recai quase exclusivamente sobre quem já cumpriu toda uma vida laboral. É a socialização das perdas para os mais frágeis e a privatização dos ganhos para os mais fortes.  



Esse modelo gera indignação não apenas pelo impacto financeiro devastador — que compromete a subsistência de milhares de idosos —, mas também pela falta de transparência, pelo silêncio institucional e pela ausência de responsabilização efetiva dos verdadeiros causadores do rombo. 



Quando se exige sacrifício apenas de um lado da mesa, não se trata de equacionamento, mas de imposição.  A proposta de Plano de Equacionamento do Plano Petros do Sistema Petrobras (PEP do PPSP), aprovada pelo Conselho Deliberativo da Petros, está longe de ser um consenso técnico ou moral. 



Ela envolve graves inconsistências atuariais, jurídicas e distributivas, que serão analisadas ao longo desta matéria. O que já se pode afirmar, desde agora, é que não há justiça possível em um plano que pune aposentados e pensionistas para preservar estruturas, privilégios e decisões que eles jamais controlaram.



A principal delas é a falta da cobrança prévia das possíveis dívidas que as patrocinadoras mantêm com o nosso plano e que não têm sido devidamente cobradas pela Petros ao longo de anos. 



(foto reprodução)



Fernando Siqueira, ex-presidente do Conselho Fiscal da Petros e vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET, afirma que o equacionamento do déficit do plano Petros, proposto pela Diretoria da Petros, inviabiliza o Plano! “E isso atende o interesse dos bancos: querem tomar conta dos bilhões em poder dos fundos de previdência fechados. Mas o principal objetivo é tirar o compromisso da Petrobrás com o Plano para privatizá-la, pois quem quer comprá-la não quer assumir riscos. 



E os participantes, sem ter tido chance de influir nas administrações danosas, são obrigados a pagar a conta”, ressaltou no texto. 



Na visão da Petros, o déficit do PPSP, que é um plano de benefício definido (e fechado, ou seja, não é mais aberto a novos contribuintes e beneficiários), teve entre as principais causas, ajustes estruturais de natureza atuarial, como atualização do perfil das famílias e melhoria da expectativa de vida dos participantes e assistidos. Além disso, sofreu influência de acordos e provisões judiciais e impactos da conjuntura econômica sobre os investimentos, “que se refletiram em rentabilidade abaixo da meta atuarial, como ocorreu com boa parte dos fundos de pensão”, disse em nota. 



No entanto, vale lembrar que a Petros é gerenciada por profissionais indicados pela direção da Petrobrás, os famosos “cargos de confiança", responsáveis pelas más decisões tomadas no fundo de pensão.


Além disso, Siqueira chama atenção para o fato de que o Conselho Fiscal esteja sendo impedido, indevidamente, pelo Conselho Deliberativo de contratar a revisão atuarial do passivo do plano PPSP em face desse equacionamento absurdo. 



“Este é um dos itens que leva à rejeição das contas da Petros há 14 anos, sendo que, nos últimos 4 anos, por unanimidade”, disse.

Estados brasileiros que se auto-sustentam e os que são sustentados por outros no Brasil

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023 | 13:07

 

 


Dá para se fazer uma boa reflexão em cima da situação econômica e social das regiões, bem como ver escancaradamente o uso pelo poder político desta situação. E ainda querem criar mais Estados e Municípios totalmente dependentes da União no Brasil? Na criação e desenvolvimento dos estados da Federação Norte-Americana, a regra básica foi: "para fazer parte dos benefícios da União, o Estado tem que produzir riquezas e ser alto-suficiente!" E, aqui, em terras Tupiniquins, quais os critérios? Existe alguma regra ou apenas o simples desejo de se criar novos estados e municípios que já nascem dependentes? Veja, a seguir, o saldo de cada estado, entre o quanto recebe e repassa ao Governo Federal, via arrecadação de Impostos. É impressionante, ver a imensa diferença entre o Brasil improdutivo, que é sustentado, e o produtivo, que sustenta e carrega o país nas costas.(fontes dos dados ao final da postagem):

Católicos podem ou não participar do Carnaval? Bom, depende, entenda...

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 | 10:39

 


 

 

Há festas de Carnaval que são protótipos do Inferno, e há outras que são decentes, familiares e que não impede a participação de um Cristão. Quando era padre, Bento XVI fez uma interessante reflexão em defesa do Carnaval:

A origem da inveja, seus exemplos na bíblia e como libertar-se desse pecado capital?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 7 de fevereiro de 2023 | 10:27






5 Piores Exemplos de Inveja na Bíblia

 



Por: devocionaldiariovidaplena



De todos os sentimentos ruins registrados na bíblia, a inveja é o que mais se destaca. Devidos os resultados gerados por aqueles que agiram por inveja.É muito importante aprendermos sobre este assunto nas Escrituras Sagradas, para não cairmos nas armadilhas geradas pela inveja.Dessa maneira, separamos abaixo os Casos de Inveja na Bíblia o Pior Exemplo de Sentimento, para sua meditação e reflexão:

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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