A mera veiculação, ou reprodução de matérias e entrevistas no todo ou em parte, não significa necessariamente, a adesão às ideias nelas contidas, nem a garantia da ortodoxia de seus conteúdos. Todas postagens e comentários são de inteira responsabilidade de seus autores primários, e não representam de maneira alguma, a posição do blog. Tal material deve ser considerado à luz do objetivo opinativo desta página.
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ÚLTIMAS POSTAGENS

Ariano Suassuna à Folha de São Paulo: “Nunca fui Comunista”

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 30 de novembro de 2020 | 12:49

 

(foto reprodução)

  



Comentários do Blog Berakash: Ariano Suassuna nunca foi comunista! Era tão-somente um democrata que por amizade com Miguel Arraes, líder dos socialistas, foi homenageado com a presidência de honra do Partido Socialista Brasileiro-PSB. Suassuna deixou claro sua posição político ideológica em artigo que escreveu em 10 de novembro de 1971, quando era membro do Conselho Nacional de Cultura, em pleno regime militar. Tal escrito foi republicado na Revista PERMANÊNCIA, por ocasião do 75º aniversário do filósofo católico Gustavo Corção (cf. http://permanencia.org.br/drupal/node/69). Ali, Suassuna escreveu sem meias palavras: “Em política eu sou monarquista (…) Não sou marxista, nem acho que possamos colaborar com os marxistas, porque os próprios marxistas são sectários, duros, impiedosos, e só fazem se aproveitar dos moços, dos ingênuos e idealistas, para depois traí-los e esmagá-los.”Eleito para a ABL (Academia Brasileira de Letras) desde 1989, Suassuna escreveu mais de 15 peças teatrais e seis romances ficcionais. Ele ficou conhecido nacionalmente por trabalhos como "O Auto da Compadecida", de 1955. A estória que virou minissérie da TV Globo em 1999 e foi adaptada para o cinema em 2000,  é uma comédia dramática na qual dois pobres sertanejos nordestinos, um mentiroso e o outro covarde, valem-se de pequenos golpes e biscates para conseguir tocar a vida.

 

Hedy Lamarr, a atriz hollywoodiana mais linda da Europa, inventou a base para o Wi-Fi

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 28 de novembro de 2020 | 20:18


(foto reprodução)

 



Quem consegue viver sem telefone celular e sem internet Wi-Fi nos dias de hoje, não é mesmo? A tecnologia que permite conectar-se à internet sem a necessidade de plugar o dispositivo (seja um smartphone, tablet ou computador) a um modem por meio de cabos de rede é um item indispensável para o bom funcionamento da sociedade atual, mas nem todo mundo sabe que sua criação teve como base a época da Segunda Guerra Mundial, quando uma atriz de Hollywood – que também era inventora – criou um sistema de comunicações para as Forças Armadas dos EUA que serviu como base para a invenção do Wi-Fi e também da atual telefonia celular. Se atualmente não desgrudamos de nossos smartphones devidamente conectados à internet via Wi-Fi, a grande responsável por isso é a belíssima Hedy Lamarr, atriz e inventora austríaca nascida em 1914. Lamarr ficou famosa no cinema e também deixou sua marca no universo da ciência e da tecnologia com suas invenções muito à frente de seu tempo.

Como os valores Judaico-Cristãos moldam sociedades equilibradas e resistentes

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 27 de novembro de 2020 | 16:21

 


 



INTRODUÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA

 


A falácia de alguns pseudo estudiosos em afirmar que a Cultura Judaico Cristã nunca existiu e que a justificativa para sua existência originou-se em meados do século XIX, ainda dizendo que sua implicação como sistema de valores e moral se deu a partir dos anos 1940, com seu ápice dado pelo presidente Eisenhower quando tornou o conceito um termo comum quando ele conectou-o com os “Pais Fundadores” em um discurso de 1952 ao dizer: “Todos os homens são dotados pelo seu Criador. Em outras palavras, nossa forma de governo não tem sentido a menos que ele seja fundamentado em uma fé religiosa profunda, e não me importo qual seja ela. Entre nós, é claro, é o conceito judaico-cristão, mas pode ser uma religião onde todos os homens sejam criados iguais”. Ora, isto é tão infantil quanto afirmar que Céu, inferno e Purgatório só passaram a existir depois que a Igreja Católica promulgou oficialmente estes dogmas. O ser humano é dotado de ideologias e cosmovisões que irão direcionar sua vida. A formação dessas ideologias se dá ainda na infância quando a noção de certo e errado é transmitida a essa criança pela família, pela escola e pelo grupo religioso. O conjunto de valores intrínsecos a pessoa, somados a cultura local reflete a formação de conceitos de moral e ética na vida humana. Os valores fixados em um sujeito estarão refletindo em sua forma de observar o mundo e de conviver em sociedade, a convivência e o respeito a pluralidade estarão sempre entrelaçadas aos valores morais de cada indivíduo e consequentemente daquele grupo social. Tanto a noção de certo e errado, como o conjunto de valores éticos e morais são restritos a grupos sócias e as influencias que estes recebem, podemos dizer que três pilares básicos, em alguns casos pode haver outras variáveis, sustentam a formação de valores: a religião, a cultura e econômica. Estes conceitos são passados de geração para geração e irão sofrer mudanças de acordo com a mudança de paradigma por qualquer um dos pilares que sustentam todo o sistema. O conceito judaico-cristão revela um indivíduo valorizado e que possui direitos subjetivos e de dignidade. O ser humano, no padrão filosófico estabelecido pela corrente judaico-cristã, foi criado a imagem e semelhança de Deus, e agora este é o centro social e as normas devem ser geradas e criadas na tentativa de atender à necessidade humana. Numa sociedade influenciada pelo modelo judaico-cristão é notável o papel desempenhado e a posição que a dignidade humana se encontra, destacando-se no núcleo central do estado democrático de direito.

 

Campanha correta: “Fique em casa, se puder, se sair use máscara e respeite as recomendações da Saúde”

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 26 de novembro de 2020 | 14:35

 



Um fundamento essencial para as políticas de contenção da expansão da COVID-19 está encorajando pessoas a seguir o apelo #StayAtHome ("Fique em casa", em português). Políticas de distanciamento social, confinamento e quarentena se tornaram instrumentos na luta para “achatar a curva” da doença. Entretanto, como um artigo recente mostrou, por meio de dados de localização de celulares de aproximadamente 15 milhões de usuários nos Estados Unidos, poder ficar em casa durante a pandemia do novo coronavírus pode ser um luxo que muitos não têm como bancar (imagine no Brasil). Os dados mostraram que nos Estados Unidos, enquanto pessoas de todos as faixas de renda se deslocavam menos do que antes, as mais ricas ficavam mais em casa e começaram a quarentena antes daquelas de menor renda. 

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 25 de novembro de 2020 | 12:00

 

(foto reprodução)

 


Faz mais de 50 anos que escrevo e canto a evangélica Teologia da Libertação, porque cresci como padre jovem lendo os documentos do Concílio Vaticano II. Por isto mesmo não sou nem socialista, nem comunista, nem capitalista, nem liberal. E não vivo em cima do muro como alguns me acusam de estar. Sou padre católico que canta as esperanças e as dores do povo e segue a Doutrina Social ensinada pelos Papas desde 1959. Eu estudo Bíblia e leio as Encíclicas dos Papas desde João XXIII, Paulo VI, ao Papa Francisco, e sigo uma Igreja "solidária" e não "partidária"! 



(a verdadeira TdL é a da DSI)


Não há nada de capitalismo ou comunismo selvagem e ditatorial nestas canções! Claramente são canções de Teologia da Libertação porque seguem a libertação cantada pelos salmos e os hinos da Bíblia! 








Não apoiamos nenhuma ditadura, mas também, não nos calamos diante de opressão política, financeira, comercial ou industrial de quem pratica o comunismo ou capitalismo selvagem!








LEIAM a “Populorum Progressio “, a “Pacem in Terris” , a “ Gaudium et Spes” e a “Fratelli Tutti”. Entenderão a posição da Igreja que não é partidária, mas de quem é “Mater et Magistra” (Mãe e Mestra”).

 



Pe Zezinho scj




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Os Seis Princípios de uma Política Conservadora

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 24 de novembro de 2020 | 11:42

 

 


 

Estes princípios não são regras a ser seguidas na política prática. São um conjunto de critérios de reconhecimento para você distinguir, quando ouve um político, se está diante de um conservador, de um revolucionário ou de um “liberal”, no sentido brasileiro do termo hoje em dia (que é uma indecisa mistura dos dois anteriores).

 

A parábola sobre a pintura do francês Jean-Léon Gérôme: #a Verdade saindo do poço

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 23 de novembro de 2020 | 18:58

 


 

A pintura “A Verdade saindo do Poço” (1896), mostrada na ilustração acima desta postagem, é de autoria de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, e está ligada a uma parábola muito popular do século XIX

Maioria silenciosa ou minoria barulhenta – Quem está vencendo?

 


(foto reprosução)


por *Franzé 



Martin Luther King Jr. costumava dizer que não se preocupava com os gritos dos maus — fossem eles maioria ou minoria —, mas com o silêncio dos bons. A força dessa afirmação atravessa o tempo porque toca no ponto mais sensível das transformações sociais: o mal raramente avança sozinho; ele prospera quando encontra omissão, apatia e medo entre aqueles que poderiam contê-lo.  



Durante anos, tivemos a impressão de que o debate público era dominado por vozes uníssonas, como se determinados consensos fossem inquestionáveis. Pequenos grupos altamente organizados, barulhentos e estrategicamente posicionados ocuparam espaços culturais, midiáticos e institucionais, criando a sensação de maioria. O volume substituiu o número. O ruído passou a parecer hegemonia.  Mas, para o espanto — e para a decepção de muitos — a maioria silenciosa resolveu falar.  E quando ela fala, muda o eixo da história.  



A pergunta central para entender esse fenômeno é simples e profunda: quem são seus inimigos? Esse é um bom ponto de partida para compreendermos o cerne do conservadorismoSamuel Huntington, ao revisar o movimento conservador ao longo da história em seu artigo “Robust Nationalism” (1999), demonstrou que essa corrente ganha força sempre que percebe uma ameaça concreta à ordem social, à cultura, às tradições e às instituições. O conservadorismo, nessa leitura, não nasce do nada nem cresce no vazio — ele emerge como reação.  



Foi assim no século XVI, quando pluralistas medievais se insurgiram contra monarquias absolutistas. Repetiu-se em diferentes épocas e países sempre que pilares civilizatórios foram percebidos como atacados de forma radical. Em outras palavras: movimentos conservadores costumam ser menos ofensivos e mais reativos — despertam quando algo é sentido como em risco.  Saindo da teoria para a realidade brasileira, a pergunta se torna inevitável:  


O que causou esse movimento pendular recente da chamada maioria silenciosa? O que levou parcelas expressivas da sociedade a migrarem — ou se manifestarem — mais à direita no espectro político?  Qual foi o fenômeno que fez conservadores e liberais, historicamente fragmentados, se unirem contra uma esquerda que vinha de vitórias consecutivas em quatro eleições presidenciais?  Se alguém pensou que foi simplesmente a internet, errou ao reduzir demais o fenômeno.  A internet foi ferramenta — não causa.  



O que catalisou esse despertar foi, para muitos analistas, o radicalismo crescente de setores da própria esquerda. Narrativas maximalistas, retóricas de confronto permanente, a insistência em classificar o impeachment como “golpe”, o lançamento reiterado de candidaturas juridicamente inviáveis, a presença intimidatória de movimentos de pressão como alas do MST e sindicatos radicalizados, além da defesa insistente de modelos econômicos já testados e considerados fracassados por amplas camadas da população.  



Somou-se a isso a percepção — correta ou não, dependendo do observador — de um projeto de perpetuação no poder, sustentado por estratégias políticas vistas como pouco transparentes ou excessivamente aparelhadas.  Nesse ambiente, o que antes era silêncio começou a se converter em reação.  Pessoas comuns, que não participavam de militância, que não frequentavam partidos, que não ocupavam ruas, começaram a se posicionar. Não necessariamente por ideologia estruturada, mas por sensação de limite ultrapassado.  



É o ponto descrito por Huntington: quando ordem, cultura e instituições parecem ameaçadas, forma-se um impulso de contenção.  E é aqui que a frase de Luther King volta com força total.  Porque o que estamos testemunhando não é apenas o barulho de uma minoria — mas o fim do silêncio de uma maioria.  


(foto reprodução)


Uma maioria que por anos evitou confronto, preferiu a vida privada, concentrou-se no trabalho e na família, mas que, diante de transformações aceleradas e percebidas como impostas, decidiu ocupar espaço público.  



A dinâmica então se inverte:  Antes, poucos falavam muito. Agora, muitos começam a falar — ainda que desorganizados, ainda que sem liderança única, ainda que de forma difusa.  Isso gera choque narrativo, polarização e sensação de ruptura histórica.  No fundo, a disputa nunca foi apenas entre direita e esquerda, mas entre presença e ausência, entre voz e silêncio.  Minorias barulhentas só parecem majoritárias quando a maioria está calada. 



Quando ela desperta, o tabuleiro muda, as forças se reequilibram e o debate se torna mais aberto — ainda que mais tenso.  Por isso, a pergunta inicial permanece provocativa:  Maioria silenciosa ou minoria barulhenta — quem está vencendo?  


A resposta talvez não esteja no tamanho dos grupos, mas na disposição de cada um em ocupar espaço, sustentar convicções e participar da construção cultural e política do seu tempo.  



Porque, como alertou Luther King, o futuro não será definido apenas pelos que gritam pelo que consideram errado — mas, sobretudo, pelo momento em que os que acreditam no que é certo decidem que já não podem mais permanecer em silêncio.

Não confunda a Doutrina Social da Igreja (DSI) com Teologia da Libertação! São doutrinas distintas e até contraditórias!

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 20 de novembro de 2020 | 12:41


(foto reprodução)



A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO VISTA POR SEUS IDEÓLOGOS

 


Sempre que se celebra um "Fórum Social Mundial", três dias antes, acontece também um Fórum Mundial da Teologia da Libertação. Participam mais de 2.000 pessoas de todos os continentes que praticam em seus trabalhos esse tipo de teologia. Ela implica ter um pé na realidade da pobreza e da miséria e outro na reflexão teológica e pastoral. Sem esse casamento não existe Teologia da Libertação que mereça esse nome.De tempos em tempos, fazemos nossas avaliações.A pergunta primeira é: como está o Reino de Deus aqui, em nossa realidade contraditória? Onde estão os sinais do Reino em nosso continente, mas também na China, na África, no meio dos pequenos de nossos países? Perguntar pelo Reino não é perguntar como está a Igreja, mas como vai o sonho de Jesus, feito de amor incondicional, solidariedade, compaixão, justiça social, abertura ao sagrado, e que centralidade confere aos oprimidos. Segundo os Pensadores da Teologia da Libertação, esses e outros valores constituem o conteúdo do Reino de Deus, a mensagem central de Jesus. O nome é religioso, mas seu conteúdo é humanístico e universal. Ele veio nos ensinar a viver esses valores, e não transmitir as doutrinas sobre eles.Igualmente, quando se pergunta como está a Teologia da Libertação, a resposta está contida nesta pergunta: “como estão sendo tratados os pobres e os oprimidos, as mulheres, os desempregados, os povos originários, os afrodescendentes e outros excluídos? Como entram na prática libertadora dos cristãos?”

Será que agora estamos começando a entender os males do socialismo?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 19 de novembro de 2020 | 23:24

 



Ainda bem que os erros permanentes e o radicalismo da esquerda dão fôlego e crescimento à direita. O mesmo discurso, as ideias antigas, as mentiras desmedidas e a linguagem planfetária não conseguem a conquista de novos adeptos. Só quem pensa corretamente é o esquerdista, todos estão errados. Só quem lê são os esquerdistas. O melhor cantor, o melhor poeta, o melhor compositor, o melhor escritor, o melhor tal e tal é esquerdista – e, simplesmente, a direita não pensa. E quem não pensa como o esquerdista é um alienado. Esse discurso não cola mais. Caiu em descrédito. É conversa fiada. Todavia, não queremos e não objetivamos aqui com esta reflexão justificar os abusos cometidos por ambos os lados da luta pelo bem comum, a democracia e a as liberdades sociais e individuais, mas entender o contexto. Desta forma, refletindo, objetivamos não cair no mesmo erro para evitar quando necessário em algumas circunstâncias peculiares, infelizmente, aplicar o mesmo remédio, pois se a doença é a mesma, o remédio tem que ser o mesmo.

Pela sua saúde mental e pelo bem do Brasil, saia da mídia tradicional

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 18 de novembro de 2020 | 14:09



 

 

Com a ascensão das redes sociais, a extrema mídia está perdendo, periodicamente, o espaço, a credibilidade e a referência dos cidadãos. Com as corriqueiras notícias falsas, em razão de um revanchismo cego contra o governo Bolsonaro, com as tentativas insistentes de destruir os valores da família brasileira, os pilares da civilização ocidental, as pessoas estão cada vez mais suscetíveis a mídias alternativas e veículos de comunicação independentes, sem vícios da cultura marxista. Na TV, no Rádio e impressos, os ataques a família tradicional vêm sendo rebatidos por sites e páginas em redes sociais, onde o alcance é extremamente enorme e crescente, com isso a esquerda tem perdido seu espaço. A exemplo disso, o Canal da Direita, idealizado por alunos do Professor Olavo de Carvalho, como Maxwell de Carvalho e Rafael Novais, se tornou uma das principais páginas conservadoras no Facebook, é uma página com quase meio milhão de seguidores e com alcance que ultrapasse 2 milhões de pessoas, semanalmente, em todo território brasileiro e no mundo, com informações devidamente checadas e reais, além de conduzir um enfrentamento claro ao marxismo cultural. Um dos editores do Canal, convidado pelo fundador Novais, é o analista político Manoel Carlos que também se tornou editor da Carta Capitalista, Operação Bolsonaro, Eu MORO no Brasil entre outras. Outra página que tem feito um brilhante trabalho é a República de Curitiba, sob o comando da jovem e ativista política Elisa Robson. A página República de Curitiba já ultrapassa 1,1 milhão seguidores.  Existem muitas páginas que defendem os valores familiares e o conservadorismo, com isso alguns sites alternativos e que ganharam o Brasil não ficam de fora, iremos citar alguns logo abaixo:

 

 

Padre José Eduardo: “A utopia Socialista e o Pesadelo dos Cristãos”

 

 


Sonhei que era chegado o dia em que todas as democracias eram fingidas e tudo não passava de um grande teatro em que todos eram apenas instrumentos de uma elite das sombras que queria impôr o seu credo anticristão, cujos dogmas fundamentais eram o eco-feminismo de gênero e o pluralismo multicultural absolutista.

 

 

A palavra de Deus precisa ser atualizada? A verdade muda?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 17 de novembro de 2020 | 14:46

 


Deus é imutável! Essa afirmação descansa o nosso coração, pois Deus é imutável em Sua essência, seu caráter, seus atributos, em propósitos e suas promessas. Deus não muda. O Ser de Deus não se altera, não passa por mudanças. Deus é  o mesmo ontem, hoje e será eternamente (Hebreus 13,8). Deus é o mesmo desde a eternidade. Sua essência permanece intacta. Deus é perfeito e não precisa de mudanças para melhorar em nenhum aspecto. A palavra de Deus e, Tiago 1,17 ensina sobre a imutabilidade de Deus:

 

As três maiores tentações de todo Cristão: ter, poder e o prazer

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 16 de novembro de 2020 | 23:25

 


por*Francisco José Barros de Araújo 



Desde as primeiras páginas da Sagrada Escritura até os dramas mais atuais da sociedade contemporânea, o coração humano revela-se campo de batalha. Não é a tecnologia, não são os sistemas políticos, nem as ideologias que determinam, em última instância, o rumo da história, mas as escolhas interiores de cada pessoa. 


A grande luta não acontece apenas nas estruturas externas, mas dentro de nós: na consciência, nos desejos, nas ambições e nas prioridades que elegemos como absolutas. O homem moderno, embora cercado de avanços científicos e recursos jamais imaginados por gerações passadas, continua enfrentando as mesmas seduções que acompanharam seus antepassados. Mudam-se os cenários, refinam-se os discursos, sofisticam-se os meios — mas as tentações permanecem essencialmente as mesmas.  



A própria experiência de Jesus no deserto narrada nos Evangelhos já sintetiza essa realidade: a tentação do pão (o ter), a tentação do poder e da glória (o dominar) e a tentação de colocar Deus a serviço dos próprios interesses (o prazer imediato e egoísta). São três forças que prometem realização rápida, autonomia absoluta e felicidade sem cruz, mas que, no fim, deixam um rastro de vazio e frustração. Elas se apresentam de forma sedutora, revestidas de normalidade cultural, muitas vezes até legitimadas por discursos modernos que exaltam o sucesso, a visibilidade e a satisfação pessoal como metas supremas da existência.  



Vivemos numa sociedade que transformou o consumo em identidade, a influência em valor e o prazer em direito absoluto. O “ter” passou a definir quem somos; o “poder” tornou-se medida de importância; e o “prazer” foi elevado à condição de sentido último da vida. Contudo, quando esses elementos deixam de ser meios e passam a ocupar o lugar de Deus, tornam-se ídolos. E todo ídolo, cedo ou tarde, cobra sacrifícios. A história humana mostra que os deuses falsos sempre exigem vítimas: relações destruídas, consciências corrompidas, famílias desestruturadas, vidas espirituais sufocadas.  



O drama não está em possuir bens, exercer autoridade ou experimentar alegrias legítimas, mas em absolutizar essas realidades, transformando-as no centro da existência. Quando o coração se fixa exclusivamente no acúmulo, na dominação ou na busca desenfreada de prazer, ele perde sua orientação para o transcendente. O ser humano foi criado para o infinito, para o Absoluto, para Deus — e nada menor do que isso é capaz de saciá-lo plenamente.  



É nesse contexto que se compreende por que, ao longo da história, a humanidade sempre buscou respostas religiosas às grandes perguntas da vida: de onde viemos, para onde vamos, qual o sentido do sofrimento, o que há além da morte? Mesmo quando tenta negar essa dimensão, o homem carrega dentro de si uma sede de eternidade. Porém, essa sede pode ser mal direcionada: em vez de conduzir ao Deus verdadeiro, pode ser desviada para os ídolos do mercado, da ideologia ou do hedonismo.  



Assim, antes de analisar cada uma dessas três grandes tentações — o ter, o poder e o prazer — é preciso reconhecer que elas não são apenas problemas sociais ou culturais, mas desafios espirituais profundos. Elas disputam silenciosamente o trono do coração humano. E somente quando Deus ocupa esse lugar central é que todas as demais realidades encontram sua justa medida.

VACINADOS CONTRA A DOUTRINA SOCIAL CATÓLICA ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 15 de novembro de 2020 | 12:14



 

(Pe Zezinho scj)

 

Saiba a "diferença entre globalização e globalismo"

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 14 de novembro de 2020 | 12:14

 


 

 

A Globalização é uma integração natural dos povos, Globalismo é um mecanismo centralizador de poder e manipulador dos povos em benefício de uma elite de megabilionaria que quer controlar o mundo por meio da mídia e das instituições aparelhadas. Globalização é a natural integração dos povos, obtida por um poder livre e descentralizado que emana dos Povos, respeitando-se as auto-determinações de Paises, Culturas, Economias e Cidadãos. Globalismo é a integração de lobbies apátridas especuladores elitistas, que consideram o Povo algo fora desse processo, uma massa a ser manipulada por um Poder Central, que acaba degenerando para um totalitarismo global. Para os globalistas, o Povo, os Comunistas e as ORCIM's são apenas objetos e ferramentas, para que concentrem Renda, Conhecimento e Poder (Dinastias). Comunas e ORCRIM's são instrumentos úteis, já o Povo, principalmente os Conservadores, são uma resistência a ser anulada e transformada numa massa passiva e "progressista", e eventualmente tornada "desnecessária".

"Com Deus não se zomba"! Se não o quer Deus como amigo, não o trate como seu inimigo!

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 13 de novembro de 2020 | 17:35

 




Não sou e não quero aqui me tornar juiz e nem muito menos condenar ninguém, muito longe disso, pois estou convencido de que a misericórdia de Deus quer alcançar a todos os seus filhos (I Tim 2,4). Porém, quero com esta reflexão chamar a atenção para as constantes e seguidas consequências negativas destas atitudes de Zombarias para com Deus que nos ama e só quer o nosso bem!

O verdadeiro Cristão agora é um “fora da lei”

 


 

Eu não nasci negro, e infelizmente quem não nasce com a cor negra já é considerado racista, mesmo não sendo. Nasci em uma família trabalhadora e ralei para subir na vida honestamente, então eu sou considerado burguês. Não voto para esquerda, o que me torna fascista. Sou heterossexual, o que me torna um homofóbico. Valorizo ​​minha identidade e minha cultura, o que me torna um xenófobo. Acredito que o macho e a fêmea da espécie Homo Sapiens foram, na maioria das vezes, grandes parceiros e mutuamente responsáveis pelo sucesso da espécie, o que me torna misógino. Eu gostaria de viver em segurança e ver criminosos na prisão, o que me torna um torturador. Quero que respeitem minha maneira de pensar e minhas crenças e não me façam pensar que o anormal é normalmente relativo, o que me transforma em um repressor.

 

O que todo CRISTÃO deve saber sobre Kamala Harris, a vice de Joe Biden?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 11 de novembro de 2020 | 17:48

 

(lobo em pele de cordeiro)

 


Recentemente, o nome do candidato à presidência dos Estados Unidos Joe Biden, está super em alta na internet. A mídia já anunciou que ele foi o vencedor da disputa mesmo sem o processo de apuração de votos ter sido encerrado oficialmente no país. Por estar mais nos holofotes, os católicos já têm uma ideia do que esperar de Joe Biden, mas poucos conhecem as propostas e a ideologia de sua vice, Kamara Harris.Ela foi Fiscal Geral da Califórnia entre 2013 e 2017 e atuou como senadora pelo estado de 2017 até o momento.Aqui apresentamos brevemente algumas de suas ideias que poderiam afetar temas como a vida, a família e a liberdade religiosa.

 

 

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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