Um brutal e covarde banho de sangue
promovido pelo cruel exército do Partido Comunista Chinês, que resultou na
morte de 2.700 jovens desarmados que se manifestavam pedindo liberdade na Praça
Tiananmen, em Pequim na China Comunista.
Desembarcar na China na véspera do 4 de junho é como entrar numa casa com um elefante sentado na sala, e que todos tentam ignorar. Trinta anos depois de um dos episódios mais marcantes da história da humanidade, quando o protesto de estudantes na Praça da Paz Celestial foi brutalmente esmagado pelo Exército do partido comunista Chinês.
Quem sofreu perdas e a violência direta, não
esquece a dor, mas a China seguiu em frente, e a maioria parece não ver sentido
em olhar para trás — ou está ocupada demais tentando
"enriquecer". Para as gerações mais jovens, o 4 de junho é um assunto
praticamente inexistente, pelo menos em público. Não está nos livros de
história, muitos nem sequer ouviram falar, e os que conhecem sabem que é melhor
não tocar num assunto severamente proibido pelo governo.
Foi uma passagem “infeliz” da História, mas ficou para trás, diz
com jeito descontraído o estudante de bioquímica Zhao, de 19 anos, no campus da
Universidade de Pequim, onde nasceram os protestos. A violência
usada pelo governo contra os estudantes que pediam mais liberdade é o embrião
do conformismo com a falta de liberdade política que persiste até hoje.
O que hoje se ver após a ainda recente ressaca da repressão que deixou “rios de sangue” na praça, são as palavras propostas por Deng Xiaoping, o pai da abertura econômica chinesa: "esqueçam os mortos, recebam prosperidade" (imaginem isso sendo dito pelos militares do Brasil durante o MILAGRE ECONÔMICO, principalmente entre 1968 e 1973, quando o PIB cresceu em média 11% ao ano, e jamais igualado até hoje). Sem muita escolha, os jovens chineses embarcaram no contrato social manchado de sangue, proposto por Deng.
Este assunto é proibido falar na China
No dia, 4/6, em 1989, o Partido
Comunista Chinês massacrou milhares de jovens que estavam protestando por mais
liberdade e democracia na Praça Tiananmen, em Pequim. Segundo dados oficiais do
partido comunista Chinês, apenas 300 jovens foram mortos pelo exército, mas
membros da Embaixada Suíça, que verificaram o local, estimaram em 2.700 o
número de mortos pelo Partido Comunista.
Na China, pela lei de regulação das redes sociais, é proibido falar sobre o que aconteceu naquele triste e fatídico dia
Qualquer referência ao Massacre nas redes sociais chinesas resulta em eliminação da publicação, bloqueio das redes do infrator e até mesmo prisão por disseminação de Fake News. Hoje (03 de Junho de 2025), presidente Lula reafirmou mais uma vez, que um representante do Partido Comunista Chinês visitará o Brasil para auxiliar o governo a elaborar leis para regulação das redes sociais, seguindo o que é feito na China...tirem suas conclusões.
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