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As duas Profecias de Bento XVI sobre o Radicalismo irracional e o Secularismo

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021 | 10:15

 

 

 


 

A PRIMEIRA PROFECIA DE BENTO XVI:

 

 

No dia 12 de setembro de 2006, durante uma Aula Magna na Universidade de Ratisbona, na Alemanha, o Papa emérito Bento XVI fazia um dos mais importantes discursos de todo o seu pontificado. Diante de representantes das ciências, ele convidava as diferentes culturas e religiões do mundo a um diálogo entre a fé e a razão, bem como à superação da violência e da coação em matéria religiosa.

 

 

"Deus não se compraz com o sangue", dizia o Santo Padre, na ocasião, citando um imperador da Idade Média. "Não agir segundo a razão é contrário à natureza de Deus."

 

 

 

Os eventos que vieram em seguida, no entanto, pareciam indicar um desastre. As palavras de Bento XVI foram mal interpretadas no mundo islâmico e, como consequência, extremistas atacaram igrejas na Palestina, uma religiosa italiana foi assassinada na Somália e um padre foi cruelmente decapitado no Iraque: o caos. Para alguns jornalistas e "especialistas" em religião, não restava dúvidas de que o Papa tinha cometido uma "gafe" – e, até agora, foi mais ou menos essa a imagem que ficou para o mundo. O Papa emérito tinha trocado os pés pelas mãos, causa finita.

 

 

Os eventos que se sucederam praticados por radicais muçulmanos à cidade de Paris com mais de 130 mortos –, foi impossível não lembrar de Ratisbona.Com a ascensão do chamado Estado Islâmico, o discurso de Bento XVI começou a ganhar uma atualidade fora do comum, quase profética. Cristãos cruelmente decapitados e crucificados – simplesmente por serem cristãos –, mulheres sequestradas e violentadas sexualmente várias vezes ao dia, crianças mortas sem nenhum sinal de piedade constituem apenas alguns dos itens desse "quadro de horrores" pintado (com sangue) pelos guerreiros do ISIS – um quadro que põs a humanidade em sobressalto e faz de Ratisbona uma mensagem absolutamente obrigatória para os dias de hoje. Em sua mensagem, o Papa Ratzinger chama o mundo das ciências e das religiões a uma reconciliação.

 

 

"Fé e razão", diz ele, não são contrárias entre si, mas devem andar juntas. Para provar o seu ponto, Bento cita o início do prólogo do Evangelho de São João, que diz: "No princípio, era o Verbo". Falando da contribuição da filosofia grega para o desenvolvimento do pensamento cristão, ele explica que a palavra "λόγος" ( logos), aqui utilizada pelo Evangelista, significa, literalmente, "razão". Assim, na fé cristã, Deus aparece como a própria Razão, um ente dotado de razoabilidade.

 

 

 

As conclusões desse pensamento, traçadas por um imperador bizantino medieval, Manuel II Paleólogo, são evidentes:

 

 

"Não agir segundo a razão ('σν λόγω') é contrário à natureza de Deus. A fé é fruto da alma, não do corpo. Por conseguinte, quem desejar conduzir alguém à fé tem necessidade da capacidade de falar bem e de raciocinar corretamente, e não da violência nem da ameaça... Para convencer uma alma racional não é necessário dispor do próprio braço, nem de instrumentos para ferir ou de qualquer outro meio com que se possa ameaçar de morte uma pessoa."

 

 

 

Nisso consiste a essência da fala de Bento XVI, a "afirmação decisiva" de toda a sua argumentação. Para ele e para Manuel II, assim como para todos os cristãos, está bem claro: a fé, separada da razão, conduz ao fundamentalismo e à violência. A pergunta a ser feita é:

 

Se isso está igualmente claro para os muçulmanos, ou se, ao contrário, a sua visão "absolutamente transcendente" de Deus o destaca de todas e quaisquer categorias humanas, incluindo a própria razoabilidade?

 

 

Hoje, com as ameaças dos radicais islâmicos tomando proporções mundiais, está mais do que evidente a urgência e a importância de questões como essa serem respondidas. Pessoas no mundo inteiro, intrigadas com o que aconteceu em Paris, estão se perguntando o mesmo:

 

 

Será o Islã capaz de converter as pessoas pelo simples uso da razão, sem recorrer à força bruta ou à agressão? Será capaz de pregar a sua religião sem "dispor do próprio braço" ou "ameaçar de morte uma pessoa"?

 

 

 

A SEGUNDA PROFECIA DE BENTO XVI:

 

 

 

No meio cristão, sempre se ouve o que já se tornou um mantra: “feliz a nação cujo Deus é o Senhor”. Sim, este é um anseio justo, porém isso não acontece por decreto. Polarização política, escândalos de corrupção, acirramento do debate ideológico combinados à alta conectividade, páginas sociais e fakenews formando a opinião pública. Essa ladainha já conhecemos. Permitam-me compartilhar um pensamento atribuído a Bento XVI:

 

 

 

"Em breve teremos padres reduzidos ao papel de assistentes sociais e a mensagem de fé reduzida a uma visão política. Tudo parecerá perdido, mas no momento certo, apenas na fase mais dramática da crise, a Igreja renascerá. Será menor, mais pobre, quase catacumbal, mas também mais santa. Porque não será mais a Igreja daqueles que procuram agradar o mundo, mas a Igreja dos fiéis a Deus e sua Lei Eterna. O renascimento será obra de um pequeno remanescente, aparentemente insignificante, mas indomável, passado por um processo de purificação. Porque é assim que Deus trabalha. Um pequeno rebanho resiste ao mal. " (Joseph Ratzinger)

 

 

 

Uma Igreja redimensionada, com menos seguidores, obrigada a abandonar também boa parte dos lugares de culto construídos nos séculos. Uma Igreja católica de minoria, pouco influente nas escolhas políticas, socialmente irrelevante, humilhada e obrigada a “recomeçar das origens”. Mas também uma Igreja que, através desta “enorme reviravolta”, reencontrará a si mesmo e renascerá “simplificada e mais espiritual”.

 

 


 

É a profecia sobre o futuro do cristianismo feita 40 anos atrás por um jovem teólogo bávaro, Joseph Ratzinger. Redescobri-la hoje ajuda a oferecer uma ulterior chave de leitura para estes nosso tempo que se chama hoje.A profecia encerrou uma série de programas no rádio que o então professor de teologia realizou em 1969, num momento decisivo de sua vida e da vida da Igreja. Eram os anos violentos da contestação estudantil, da chega do homem à Lua, mas também das batalhas sobre o Concílio Vaticano que acabava de se concluir. Ratzinger, um dos protagonistas do Concílio, tinha deixado a turbulenta Universidade de Tubingën e refugiara-se na mais tranquila Regesburg.

 

 

 

Como teólogo estava isolado porque não concordava com os amigos “progressistas” Küng, Schillebeeckx e Rahner sobre a interpretação do Concílio. É neste período que se consolidam para ele novas amizades com os teólogos Hans Urs von Balthasar e Henri de Lubac, com os quais iniciará a revista  “Communio”, que torna-se quase de imediato o trampolim para alguns jovens sacerdotes “ratzingeriani” hoje cardeais, todos apontados como possíveis sucessores de Bento XVI: Ângelo Scola, Christoph Schönborn e Marc Ouellet. Em cinco discursos radiofônicos pouco conhecidos – republicados algum tempo atrás pela Ignatius Press no volume “Faith and the Future” – o futuro Papa naquele complexo 1969 apresentava a própria visão sobre o futuro do homem e da Igreja. É sobretudo a última transmissão, que foi ao ar no dia de Natal pela “Hessian Rundfunk”, que se apresenta como uma profecia. Ratzinger afirmava estar convencido que a Igreja estivesse vivendo uma época quase semelhante à que se seguiu ao Iluminismo e à Revolução francesa:

 

 

“Estamos num enorme momento de mudança – explicava – na evolução do gênero humano. Um momento, em relação ao qual, a passagem da Idade Média aos tempos modernos parece quase insignificante”.

 

 

O professor Ratzinger comparava a era atual com aquela do papa Pio VI, sequestrado pelas tropas da República francesa  e falecido como prisioneiro em 1799. A Igreja encontrava-se na época sufocada pela força que queria aniquilá-la para sempre, tinha visto seus bens confiscados e as ordens religiosas extinguidas. Uma situação não muito diferente, explicava, poderia acontecer para a Igreja atual, ameaçada na concepção de Ratzinger:

 

 

“Pela tentação de reduzir os padres em “assistentes sociais” e sua obra em mera presença política. Da crise atual – afirmava – surgirá uma Igreja que terá perdido muito. Ficará pequena e terá que recomeçar mais ou menos das origens. Não será mais capaz de morar nos prédios que construiu nos tempos da prosperidade. Com a diminuição de seus fiéis, perderá também grande parte dos privilégios sociais. Recomeçará pelos pequenos grupos, pelos movimentos e por uma minoria que recolocará a fé no centro da experiência pessoal. Será uma Igreja mais espiritual, que não pleiteará um mandato político, namorando ora a Esquerda e ora a Direita. Será pobre e se tornará a Igreja dos indigentes”.

 

 

 

O que Ratzinger descrevia era “um processo longo, mas quando toda essa série de dificuldades passar, florescerá um grande poder de uma Igreja mais espiritual e simplificada”. Naquele momento os homens descobrirão estar morando num mundo de “indescritível solidão” e tendo se esquecido de Deus “perceberão o horror de sua pobreza”.Então, e só então, concluía Ratzinger, se darão conta “daquele pequeno rebanho de crentes como algo de totalmente novo: o descobrirão como uma esperança para si, a resposta que sempre tinham procurado em segredo”.

 

 

 

 

Quando o império romano estava completamente destinado ao fracasso, Constantino decretou que todos habitantes dos vastos territórios deveriam se declarar cristãos. Funcionou? Por um breve espaço de tempo sim, mas sempre sob o olhar justiceiro da pax romana, que de pacífica não tinha nada. Se coagia a conversão ao cristianismo. Cristãos sinceros e comprometidos concebem seres humanos como portadores de dignidade, mas acontece também, como seres moralmente corruptíveis, cristãos também concebem pessoas que multiplicam o pecado. Além disso é necessário perceber que pessoas cristãs tem um telos (propósito) escatológico. Esperam a “Nova Jerusalém que desce do céu”. Mas esta nova realidade concretizadora de justiça não é produzida por iniciativa humana, seja individualista ou coletivista, já nos ensina a Doutrina Social da Igreja. Sendo assim, toda tentativa de impor uma sociedade teocrática deve ser resistida por cristãos por causa da doutrina da queda e seu horizonte escatológico.

 

 

 

A CESAR O QUE É DE CESAR E A DEUS O QUE É DE DEUS

 

 

 

Governos não podem colocar a agenda da cristianização como pauta política, mesmo que isso soe bastante atrativo. Deve ser observada a clara distinção entre a esfera da igreja e a esfera do poder governamental. Deveríamos procurar nos aprofundar no tema dos dois reinos, ou das duas cidades de Santo Agostinho. Eles até se comunicam, mas cada um têm suas especificidades e objetivos. E, ter consciência de tais limites é fundamental para que cristãos se mantenham atentos a qualquer tentação triunfalista ou de domínio da esfera política a partir da igreja.

 

 

Há dioceses, paróquias e até comunidades cristãs viceralmente comprometidas com a luta social e política, mas há aquelas que preferem se afastar de qualquer discussão sobre este assunto. Hoje,dentro das fileiras de qualquer comunidade cristã, podemos ter grupos que se engajam e grupos que se afastam. Para estes últimos a renúncia aos deveres cívicos inspira-se em uma rejeição a qualquer poder temporal. Seguindo radicalmente uma tendência assim, comunidades cristãs praticamente deveriam voltar a viver em outro contexto histórico, porque é impossível se isentar — como sal e luz — de um mundo confuso e egoísta. 

 

 

Que não falte a esperança cristã. Nos associar às pessoas indiferentes seria deixar de ser diferente.

 

Uma sociedade sem religião é a vitória do secularismo. Sabemos que a secularização da sociedade tem suas raízes no iluminismo. Eis aí um campo fértil para o embate de conspiradores. O resultado da secularizaçào é a retração de quem tem fé; vida de fé se vive de forma particular e não interessa a outras pessoas, é assim que se diz.

 

 

Conceituando, um cristão secularizado é aquele que se nega – a partir da cosmovisão cristã ortodoxa – a se posicionar em questões da vida comum em sociedade.

 

 

Constatamos que emos duas vertentes na secularização do cristianismo. Enquanto alguns afirmam que Cristo é contra a cultura, outros defendem a ideia de que Cristo é a cultura. Assim ambos ressignificam o Evangelho de Cristo o diluindo e o tornando ineficaz neste “mundo que jaz em trevas”.

 

 

 

1)-Alguns reduzem Cristo Jesus a um bem elaborado “plano de salvação pessoal” — o que Ele de fato é, mas não somente isto, pois a escatologia nos aponta para Céus novos e Terra nova.

 

 

2)-outros fazem de Cristo uma “ideologia”, um ídolo de suas posições ideológicas. Assim reduzem o cristianismo a um ativismo político.

 

 


No secularismo que vivemos, a fé cristã (ou qualquer outra!) é resignificada à medida que cada pessoa faz o que quer da sua fé, e como quer. Por exemplo:

 

Jesus Cristo gay, negro, de cabelo oxigenado, com bandeira colorida na cruz,etc, enfim, é uma resignificação do Salvador. Cristo deixa de ser Eterno, Salvador, Redentor e Senhor, sem soberania e capacho de nossos cosmo visões reducionistas, tudo porque a cosmovisão secularizada não tem espaço para o milagre e para o transcendente, mas apenas para o ter, o poder e prazer a qualquer custo não importando os meios.

 

O que Jesus nos propõe vai totalmente contra este secularismo vigente:

 

 

“Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á...”  (Mateus 16,25)

 

 

“Porquanto, de que adianta ao ser humano ganhar o mundo inteiro, mas perder-se ou destruir a si mesmo? Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, o Filho do homem, igualmente, se envergonhará dele, quando voltar em sua glória e sob as honrarias do Pai e dos santos anjos...”(Lucas 9,25-26).

 

 

O apóstolo Paulo, iluminado pela revelação divina nos aponta para outro ponto de vista também completamente contrário a tudo isto:

 

 

Esta autêntica mensagem de Cristo é dirigida ao Corpo de Cristo. Não é dirigida a pessoas ausentes que se fazem passar por porta-vozes das comunidades sem ter vivência comunitária plena nelas. Com isso fica registrado nosso repúdio a pessoas que assinam cartas de posicionamentos políticos em nome da Igreja onde muitos, nem sequer, estão em plena comunhão com a Igreja a qual se dirigem, querendo substituir o evangelho de Jesus Cristo pelo seu próprio evangelho.

 

 

CONCLUSÃO:

 

 

Ter vida autenticamente cristã, como filhas e filhos de Deus com sua vida entregue a Jesus Cristo — evita correr estes “desvios” acima citados. Desvios que segregam ou induzem culturalmente a erros. Quem se mantêm enraizado a uma comunidade interpretativa e formativa como a Igreja Cristã, onde são formados e re-encantados com a marcha ascendente da revelação, estes percebem que as narrativas e as resignificações tem um parâmetro: a vida conforme a verdadeira liberdade que a Palavra de Deus nos dá (conhecereis a verdade e a verdade vos libertará). Como resultado desta comunhão e mútua-aprendizagem somos todos enviados em missão ao mundo, onde cumprimos nossos diversos papéis sociais como pai, mãe, profissional e cidadãos da polis, marcados por uma profunda identidade cristã, conscientes de seu sacerdócio e do chamado todas as pessoas batizadas a serem santos, conforme o mandamento de nos configurar a Cristo em nossa querida pátria brasileira, ou onde formos enviados em missão.

 

*Texto enriquecido e adaptado de Dom Total

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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