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Afinal, quem fiscaliza os FISCALIZADORES DE PLANTÃO de Fake News?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 24 de junho de 2020 | 14:44




Editorial:O jornalismo hoje em dia, não serve mais como meio de transmissão de informações, mas sim como construtor de narrativas militantes politicamente engajadas, ou fomentando o assassinato de reputações. Com relação a Flávio Bolsonaro, nem ao menos existe investigação contra ele. Tudo não passou de uma informação sobre um ex FUNCIONÁRIO que fez movimentações já explicadas de 600 mil em um período de tempo. Sendo que na "mesma informação”, FUNCIONÁRIOS de parlamentares do PT por exemplo, movimentaram, PASMEM !!!  mais de 14 milhões,  mas a "mídia imparcial" nada falou, mostrando a “seletividade” quando se quer difamar e desconstruir a reputação de alguém.





Subjetividade da informação e checagem de fake news: "Quem vigia os vigilantes?"


Larissa Castelo Branco questiona a credibilidade das benevolentes e seletivas “agências de checagem” de notícias falsas.



*(By Larissa Castelo Branco - 23 de junho de 2020)


A informação é um bem subjetivo, uma vez que parte de seu significado provém da percepção individual do receptor: a forma de receber, assimilar, interpretar e propagar a informação seria reflexo de aspectos do meio social e político. A analogia seria simples:


Pessoas bem instruídas e esclarecidas saberiam filtrar a informação, enquanto alguém desprovido de base intelectual apenas dispararia o que quer que fosse no grupo da família, sem se importar com a veracidade. Foi esta (questionável) premissa que deu origem às agências fiscalizadoras de fake news, prometendo, com um discurso heroico, erradicar a desinformação, esse “monstro sórdido que sabota o senso crítico pessoal”.



Desde que o mundo é mundo, é necessário caminhar no vale da mídia como num campo minado, considerando a frequência diária de:



1)-Boatos e assassinatos de reputações.

2)-Matérias pagas para tecer elogios (Mensalinho, quem lembra?)

3)-Matérias sensacionalistas e artigos que parecem ter sido escritos com o pior que o ser humano tem a oferecer: a desonestidade e a má fé.



A atitude cotidiana que impregna os grandes jornais nos remete aos pasquins e Canards, os jornais recheados de falsidades e maledicências que fizeram sucesso em Paris no século  XVII.




Em tempos de democracia digital – insiram aqui muitas aspas – há uma quantidade infinita de vozes gritando ao mesmo tempo, todas prometendo esclarecimento, verdade e bom senso.



Para prosseguir, é necessário entender em que consiste também a liberdade de informação:


Ora, ela nada mais é do que o direito básico de informar-se, de beber de fontes diversas e absorver para si aquilo que lhe soa coerente ou verdadeiro.


Conforme dito no início deste texto, trata-se de uma questão essencialmente de percepção individual. É aí que mora o perigo:



A casta intelectual e midiática não é simpática ao exercício da liberdade individual e cria expedientes obscuros para censurar veículos alternativos de informação, considerando-os propagadores de mentiras e fake news e gerando, assim, uma colisão entre a teoria e a realidade.



Se o cidadão tem direito à informação, qual o intuito das agências fiscalizadoras?



Estão elas realmente empenhadas em colaborar a um cenário informacional salubre, ou são meros subterfúgios para coibir a propagação de conteúdos considerados subversivos para a narrativa oficial? Em meu primeiro contato com a internet, época em que só era possível acessar a rede após a meia noite, um dos maiores atrativos dos portais eram notícias porcamente escritas de tom sensacionalista, como:


“Conheça a vida da mulher que possui duas cabeças”, ou “Foi Encontrado o Monstro do Lago Ness, confira fotos”. Eu sempre soube que havia pouca possibilidade desses conteúdos serem reais. Contudo, garantiam boa audiência. Até hoje, histórias assim ganham curiosos, ainda que em número menor.



O que aconteceu e acontece hoje é que as pessoas ainda podem escolher aquilo que consomem


Cada um assume para si a responsabilidade de suas preferências, ainda que lhes cause grande constrangimento como, por exemplo, falar dos supostos esqueletos de sereias encontrados na costa americana, enquanto sua roda de amigos discute os impactos econômicos diante da pandemia do coronavírus. O nome disso é liberdade individual.








É válido lembrar, caro leitor, que em sua qualidade de cidadão livre e pleno senhor de suas faculdades mentais e intelectuais, é dado a você o benefício do questionamento; seu pensamento se norteia por suas impressões e ninguém tem o direito de atentar contra isto. Bertold Brecht (vejam só!) nos alertava: “Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo, e examinai, sobretudo, o que parece habitual.”



Logo, urge a necessidade de questionar ferrenhamente o “discurso superprotetor das mentes” por trás da checagem de fatos!!!



Em suma, não é normal, tampouco aceitável, que a decisão sobre a veracidade ou falsidade dos fatos dependa de uma só entidade. Não é difícil, hoje em dia, ver pessoas e páginas ter postagens derrubadas, covardemente caladas, simplesmente por ostentar um pensamento divergente, o qual se torna, para o cenário histérico do politicamente correto, sinônimo de “discurso de ódio” a fachada perfeita para as tentativas de censura. Proteger a livre circulação de ideias permite aos indivíduos filtrar o bom e o abominável.


O mal, meus amigos, combate-se com boas ideias, boas palavras e bons pensamentos. Deixar o cidadão exercer sua liberdade e o poder por ela conferido é, atualmente, o maior grito de rebeldia contra o establishment, que intelectuais e privilegiados insistem em engiar-nos goela abaixo. Sufocar as “fake news” por discordar do autor ou da ideia demonstra, afinal, que os valores de quem tenta censurar foram sedimentados em areia movediça. Breve, se os seus princípios são tão sólidos, por que o medo de uma visão diferente?



* Larissa Castelo Branco - Bibliotecária em hiatus que se aventura na escrita, revisora textual, metida a cinéfila e apaixonada por Comunicação e Literatura. Em constante batalha contra a desinformação e a histeria coletiva, aprendeu com a esquerda como um ser humano não deve ser.

FONTE:https://revistaesmeril.com.br/subjetividade-da-informacao-e-checagem-de-fake-news-quem-vigia-os-vigilantes/








Fake News: Quem checa os checadores de notícias?



*Por William Robson Cordeiro - 16 de junho de 2020



Um dos maiores parceiros do empresário Assis Chateubriand, David Nasser, era conhecido por ser excelente repórter, mas também contador de histórias falsas. O próprio Chatô criava suas narrativas e repassava para seus editores publicarem como se verdade fosse. Um dos casos conhecidos envolve o arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, D. Antônio dos Santos Cabral, que queria montar um jornal para contra-atacar O Estado de Minas, pertencente ao conglomerado de Chatô. Encampou a briga pessoalmente, o que revoltou o empresário. Assim reagiu Chatô: “Se esse filho da puta continuar com essa conversa fiada, vou escrever um artigo nos jornais dizendo que sei a história dele. Vou dizer que ele estuprou a própria irmã”. Na realidade, o arcebispo não tinha irmã. Nem por isso, a estória deixou de ser publicada. O religioso que desse o seu próprio jeito de buscar a reparação.



A mesma onda de mentiras envolveu os presidentes Getúlio Vargas e João Goulart, por interesses políticos revestidos de verdade pela mídia. No dia que os militares tomaram o poder em 64, história que todos conhecemos bem, o editorial de O Globo vendia a narrativa que a democracia começara, efetivamente, a partir de então. “Ressurge a democracia”, foi o título do texto. Notícias falsas nunca deixaram de andar lado a lado com a imprensa brasileira. O protesto das Diretas, em que a Folha de S.Paulo noticiou como celebração ao aniversário de São Paulo, o caso da Escola-Base (talvez o mais emblemático de fake news em massa na mídia), a ficha falsa da ex-presidenta Dilma Roussseff pela ditadura militar e publicada pela mesma Folha (Dilma nunca foi torturada conforme afirmou sua colega de cela, a Jornalista Miriam Macedo), além da acusação lançada a ela de assassinato de um militar, as campanhas eleitorais manipuladas, por aí vai. 






Aqui também, não pretendo fazer um passeio diacrônico em episódios do tipo, porque poderíamos atracar no século 17 em referências já identificadas por Tobias Peucer na primeira tese de jornalismo. O jornalismo praticado pelas grandes corporações se confunde, em algum ponto, com as notícias falsas. O ex-ombudsman da Folha, Mario Vitor Santos, de quem particularmente sou fã, disse em entrevista que não sabe quem estabeleceu o corte e decidiu atribuir de fake news (considero o termo um oximoro, mas aí é outra história), os antigos boatos e mentiras que ainda hoje persistem.



“Onde se faz o corte de que a sociedade está atravessada por notícias falsas?”, pergunta. O corte pode passar a falsa sensação de que se trata de fenômeno recente por conta das redes sociais.




Em certa análise, pode até ser, mas não simplesmente por conta dos boatos. As fake news também passaram a ser disputa por espaço simbólico no ecossistema midiático. Os jornalões sistematicamente buscam ser os detentores da verdade, representantes da tal isenção, a ponto de criticarem toda prática de jornalismo que não esteja sob os domínios dos barões da mídia. Jornalistas que deixavam as redações eram, anteriormente,  rotulados de “ex-jornalistas demitidos da grande imprensa”, como assinalou o Leonardo Attuch, editor do Brasil 247, em seu livro. Para ser jornalista, teria que reproduzir o que os patrões determinavam.



Agora, estes mesmos grupos que estão se tornando instituições do mercado financeiro (aí é tema para outro artigo), recorrem à expressão “jornalismo profissional” para delimitar este espaço. O Globo, Folha, Estadão praticam o tal “jornalismo profissional”. Veículos independentes e com visões de mundo opostas não seriam profissionais.



Assim, eles têm trabalhado como pretensos legitimadores da verdade (qual a verdade?)




Monopolizadores do jornalismo, e agem como ungidos do que deve ser ou não considerado jornalismo.


E, em certo sentido, o jornalismo corporativo é o jornalismo das notícias falsas, como acentuou o ex-ombudsman da Folha.



O jornalista levanta a reflexão:



“Será que esta disputa não é atravessada pela concorrência dos veículos tradicionais e dos novos veículos que vêm disputar mercado?”.


E nesta disputa, os veículos tradicionais intentam manter o poder do discurso, de que promovem a verdade e que repassam os acontecimentos com a fidelidade da Teoria do Espelho. É um confronto discursivo e também político que incomoda a mídia tradicional.



Desta forma, o tema chega à CPMI das Fake News no Congresso, quando nota técnica afirma não existir uma metodologia comprovada para classificar um veículo como canal de notícias falsas. Quem poderia produzir algo do tipo? Quem estaria liberto de qualquer influência externa para apontar o dedo? As agências de checagem?



De acordo com o documento, segundo a Folha, os canais classificados como de “comportamento desinformativo” foram aqueles nos quais existem três ou mais matérias ou conteúdos classificados como falsos, deturpados ou incorretos pelos principais checadores de notícias.



Entre os “checadores” foram citados:


1)-A Agência Lupa.

2)-Estadão Verifica.

3)-Comprova.

4)-Aos Fatos.

5)-Fato ou Fake,

6)-E-farsas

7)-Boatos.org.


Das citadas:


1)-Agência Lupa, ligada à revista Piauí e ao banqueiro João Moreira Salles.

2)-Estadão Verifica (de quem será?...)

3)-Fato ou Fake (do grupo Globo).


Todas a serviço da “verdade”.  Elas classificam para você o que é verdade.  E denunciam quem, sob suas lógicas e sentenças, propaga mentiras.


Sabem quem foram listados?


Os sites e blogs independentes fora do eixo de domínio desta grande mídia. Nenhum veículo da mídia corporativa é classificado como de fake news. Os independentes, sim.

















Mas afinal, quem checa os checadores?


Como é a escolha da checagem? Qual o fator político que estimula este trabalho? São reflexões mais amplas que devem ser feitas para além da observação positivista. Neste mundo em que os boatos e as verdades estiveram sempre sob a circunscrição da chamada “grande imprensa”, os  veículos independentes começam a fazer barulho trazendo outras verdades. Verdades progressistas, de jornalistas livres, com visão comunitária. Jornalistas que quebram grilhões após anos de subserviência a patrões reacionários e antipovo.





Este barulho incomoda e a solução encontrada por esta mídia mainstream é atribuir a si o exercício do jornalismo profissional e à mídia alternativa a pecha de propagadores de notícias falsas.


*William Robson Cordeiro é jornalista, Doutor em Jornalismo (PPGJOR/UFSC) e integrante do grupo de pesquisa Hipermídia e Linguagem (Nephi-Jor/CNPq) Especial para o objETHOS.


FONTE:https://www.observatoriodaimprensa.com.br/objethos/fake-news-quem-checa-os-checadores-de-noticias/








TEMOS UM JORNALISMO “IDEOLOGIZADO” QUE É DIFERENTE DE POLITIZADO


(Por Murillo de Aragão)


Lamentavelmente, o Brasil não possui uma direita necessária, disse o cientista político Sergio Fausto. Acrescento que tampouco temos uma esquerda adequada e verdadeiramente democrática. A diferença é que o pensamento de esquerda predomina como “software de fábrica” das faculdades de Ciências Sociais. Assim, ser de direita é remar contra a maré.O jornalista Assis Chateaubriand dizia que, em seus tempos, não se fazia jornal sem comunistas. Indagado sobre os comunistas em sua equipe, o também jornalista Roberto Marinho teria dito: “General, cuide dos seus comunistas que eu cuido dos meus.”A participação de jornalistas ideologicamente comprometidos com posições de esquerda sempre foi relevante. A ponto de, algumas vezes produzirem mais militância do que jornalismo.Nos anos 1980, a redação da Folha de São Paulo parecia um comitê do PT, com fotos de Che Guevara, bottons e boinas. Em 2014, de acordo com Sérgio Dávila, editor executivo do periódico, um censo interno realizado pelo Datafolha atestou que 55% dos funcionários da redação se consideravam de esquerda e 23%, de centro. Não sabemos se alguém entre eles se identificou à direita.Hoje, o predomínio do pensamento de esquerda entre os jornalistas está abalado, mas permanece, mesmo com as decepções em relação ao PT e à Venezuela, entre outras desilusões. Paradoxalmente, o predomínio vem sendo alimentado por polêmicas criadas pelo momento político. Com isso, o esquerdismo das redações está se transformando em campo de resistência “democrática”, como se estivéssemos durante o regime militar.Em recente premiação do site Congresso em Foco, os dez deputados selecionados por jornalistas como os melhores da Câmara são ideologicamente de esquerda.Impressiona o fato de alguns dos escolhidos possuírem relevância periférica e outros se destacarem por uma atuação histriônica ou alegórica. Mas todos, sem dúvida, são ideologicamente afinados com as esquerdas. Foram escolhidos por serem de esquerda? Parece que sim.O que isso significa para o leitor? Fundamentalmente, que o jornalismo político demonstra, em grande parte, ter um lado. O que termina nublando com tintas ideológicas o quadro da realidade, já que muitos praticam o jornalismo de “resistência”. Falta equilíbrio em nosso noticiário. Não apenas por questões conjunturais, mas sobretudo, por razões históricas e culturais. Infelizmente,falta equilíbrio ao nosso noticiário. Alguns profissionais lamentavelmente, produzem mais militância do que jornalismo.



Fonte: https://istoe.com.br/a-canhota-irresistivel/




Vídeo: “Quem checa os checadores?  - 5 Perguntas sobre Fake News”



-O que legítima o trabalho das agências de fact-checking?


-Qual o impacto que as fake news podem ter na eleição?



Os fundadores da agência Filtro Fact - Checking: Tiago Lobo e Taís Seibt, respondem ao #5P... (Copie e cole o link abaixo):






CONCLUSÃO

 

 

 

Não preciso que o Google, jornalistas, pessoas querendo me doutrinar, ou qualquer agência de fact-cheking que me diga ou queira me obrigar onde deva procurar minhas informações, nem a decretar o que seja verdadeiro ou falso, simplesmente porquê:

 

 

1 - Não existe e não deve existir uma única fonte de informação, que para ser mais confiável precisa ser neutra e ocupada apenas em dar a informação e não interpretações dos fatos, pois será sempre reducionista.

 

 

2 - Como confiar em um grupo de pessoas que nem ao menos conheço, me digam o que é verdade ou o que é mentira?

 

 

3 - Confiar em uma proposta dessas significa atestar a própria incapacidade cognitiva de discernimento de fatos. Verdades e mentiras sempre fizeram parte da humanidade. Cabe portanto, a cada um de nós buscar o esclarecimento e não criar nem reproduzir Fake News.

 

 

Na dúvida da veracidade de uma informação, não publico e não compartilho, simples assim! Seria na minha reles opinião, contraproducente, uma notícia deixar as pessoas numa atitude de acomodação do tipo VACA-DE-PRESÉPIO, ou seja, apenas balançando afirmativamente a cabeça e dizendo Amém! Isso não contribui em nada para o desenvolvimento intelectual pessoal e comunitário, que passa por pesquisas, por avaliação das fontes e autores, tendo por fim a conclusão, que se dá no belo exercício do raciocínio. Prefiro ouvir um amigo honesto que se oponha a mim, à gosma coletiva, ou estas atuais mídias compradas e alugadas ao gosto de quem paga mais, ou para atender agendas ideológicas. Sem sombra de dúvidas, existem sim informações, comentários induzidos e indutores. Procuro ver sempre os TRÊS lados da moeda e formar minha própria opinião. Graças às novas tecnologias de informação, não existe uma única fonte de informação. Nem sempre teremos consenso, paciência, pois como encontrar consenso se somos diferentes? Informação é uma coisa, ideologia é outra. Filtro a primeira e respeito a segunda, mas não como ciência exata, pois não é, E JAMAIS SERÁ!

 


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Como Católicos, defendemos a verdade contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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