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TEOLOGIA DA UNÇÃO - Ser ungido, ou não ungido? Um pode ser mais ungido que outro? Existe Unção eficaz e ineficaz?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 28 de janeiro de 2018 | 13:40




É perfeitamente compreensivo a incompreensão de alguns termos próprios, e usados por alguns grupos dentro da Igreja, que são perfeitamente compreendidos internamente, mas às vezes mal compreendidos e mal interpretados externamente, seja os termos usados especificamente por progressistas, tradicionalistas, pentecostais, moderados e membros da RCC. Um deles é o termo UNGIDO.



Ora, para os pentecostais e membros da RCC, o termo "Ungido de Deus",  é simplesmente alguém que tem uma missão específica para realizar , uma via de santidade própria,(como Santa Teresinha que dizia como Carmelita: No coração da Igreja, eu serei o amor), ou ministério em nome de Deus. Cristo ou Messias significa "ungido." Por isso os judeus os denominam como Jesus Cristo,(Cristo não é sobrenome como Francisco José, mas missão, conf.  Lucas 4,17-22),


Ungido, literalmente significa derramamento de óleo, de caráter material. Os lutadores se ungiam antes da lutas para ficarem mais difíceis de serem dominados pelos adversários. Na dimensão espiritual quer dizer Homem cheio do poder (proteção, capacitação  e ousadia) de DEUS, nas palavras,  e principalmente nas obras. Na mitologia, os deuses escolherem homens para cumprir seus propósitos, tais escolhidos na maioria das vezes foram capacitados, para cumprir suas missões. Líderes de destaque no mundo antigo, como foi o rei Sargão II, Tutancâmon, Ciro e Alexandre, líderes escolhidos por um desígnio divino, são chamados também de Messias, ou seja, UNGIDO. Entre os judeus todo rei e sumo Sacerdote, era ungido. O rei Herodes e seus antecessores eram ungidos legitimamente.







A palavra "ungido" significa também, "consagrado". No Velho Testamento significava que a pessoa que fosse ungida era separada do restante do povo, passando a exercer uma função designada pelo próprio Deus. E tinha esse reconhecimento porque Israel era o povo escolhido, povo separado por Deus, e portanto também, "ungido", se comparado aos demais povos. Desta maneira, ao ungir uma pessoa, derramando azeite sobre a sua cabeça, estava se materializando e tornando visível a todo o povo a escolha daquela pessoa para exercer determinado ofício, fosse rei ou sacerdote. E como a relação do povo hebreu com Deus era especial, num regime teocrático, o ato de ungir possuía significado especial, demonstrando que tal pessoa havia sido escolhida e separada pelo próprio Deus. O "ungido" passava a ser o representante de Deus na terra. O rei sendo o representante do poder político e militar, e o sacerdote o mediador entre o povo e Deus.



Contudo, temos que atentar para o fato de que Deus escolheu a alguns, mas a outros não


E isso é claramente visível nos reinados que sucederam a Salomão. Ou seja, o povo pediu um rei, assim como tinham os demais povos. Deus escolheu a Saul, mas depois o rejeitou.


Portanto Saul não permaneceu um "escolhido" e um "ungido" até o final de seu reinado, não tendo, inclusive, descendente que assumisse o trono em seu lugar. Por ter Deus rejeitado a Saul (e consequentemente a sua descendência), tornou Deus a escolher outro rei, Davi, e isso quando Saul ainda ocupava o trono, numa prova cabal de que a "unção" estava sendo transferida para outro.





A Davi o próprio Deus escolheu a Salomão como rei (1Cr 22, 8-10). Com a morte de Salomão o reino foi dividido em dois: Israel e Judá. E a partir daí temos uma sequência de reinados por linhagem, como acontece em qualquer outra monarquia. Ou seja, os "ungidos" agora eram ungidos por consequência da linhagem e descendência real, e não por terem sido "escolhidos" e "consagrados" pelo próprio Deus. E isso é facilmente verificado em todos os reinados de Israel e em parte dos reinados de Judá, com seus reis apóstatas e idólatras. No entanto, eram reis "ungidos".


Afinal de contas, quem são os "ungidos de Deus", segundo o Novo Testamento?



Encontramos em 1João 2, 20- 27 a seguinte informação: "E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo. E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis".


Encontramos ainda, em 1Cor.1:21-22, o seguinte: "Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus, O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações".


Todo batizado é um UNGIDO. E o sacramento do batismo é o único sacramento, que independe das disposições interiores de quem o recebe, pois, ele é marca e selo indelével da vontade de Deus que nos escolheu gratuitamente (João 15,16).Porém, a partir destes pressupostos, podemos concluir que existem sim, sacramentos e unções que apesar de legitimamente válidas, são nulas e ineficazes. Existem sacramentos legitimamente celebrados, tais como: Matrimônio, confissão, unção dos enfermos e até Confirmação, que são nulos e ineficazes (sem frutos), por faltar as legítimas  e genuínas disposições e sinceridades interiores para sua eficácia frutuosa. Quanto a isto o CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA esclarece:


CIC §1128: “Este o sentido da afirmação da Igreja: os sacramentos atuam ex opere operato (literalmente: "pelo próprio fato de a ação ser realizada"), isto é, em virtude da obra salvífica de Cristo, realizada uma vez por todas. Daí segue-se que "o sacramento não é realizado pela justiça do homem que o confere ou o recebe, mas pelo poder de Deus". A partir de momento em que um sacramento é celebrado em conformidade com a intenção da Igreja, o poder de Cristo e de seu Espírito agem nele e por ele, independentemente da santidade pessoal do ministro. Contudo, os frutos dos sacramentos dependem também das disposições de quem os recebe.”




Quando a pessoa era ungida com óleo, este era derramado sobre a cabeça, de onde escorria pela barba e pelo colar da veste. (Sal 133,2) Nos tempos da história bíblica, tanto os hebreus como alguns dos não-hebreus ungiam cerimonialmente os governantes. Isto constituía a confirmação de sua nomeação oficial para o cargo. (Jz 9,8, 15; 1Sa 9,16; 2Sa 19,10). Samuel ungiu Saul como rei depois de Deus ter designado Saul como Sua escolha. (1Sa 10,1) Davi foi ungido como rei em três ocasiões diferentes: uma vez por Samuel, depois por homens de Judá e finalmente por todas as tribos. (1Sa 16,13; 2Sa 2,4; 5,3) Arão foi ungido depois de sua designação para o cargo de sumo sacerdote. (Lev 8,12). Depois disto, espargiu-se um pouco do óleo de unção junto com o sangue dos sacrifícios sobre as vestes de Arão e de seus filhos, mas Arão foi o único sobre cuja cabeça se derramou óleo. Lev 8,30. 




As coisas dedicadas como sagradas também eram ungidas. Jacó tomou a pedra sobre a qual descansara a cabeça quando teve um sonho inspirado, erigiu-a como coluna e ungiu-a, desta forma marcando aquele lugar como sagrado; e ele chamou o lugar de Betel, que significa “Casa de Deus”. (Gên 28,18-19) Pouco depois, Javé  reconheceu que essa pedra havia sido ungida. (Gên 31,13) No ermo de Sinai, às ordens de Javé, Moisés ungiu o tabernáculo e sua mobília, indicando que se tratava de coisas dedicadas, santas.  Ex 30,26-28. 




Há exemplos na bíblia também, em que uma pessoa foi considerada ungida por ter sido designada por Deus, embora não se tivesse derramado óleo sobre sua cabeça:



Este princípio foi demonstrado quando Javé mandou Elias ungir Hazael como rei da Síria, a Jeú como rei de Israel e a Eliseu como profeta em seu lugar. (1Rs 19,15-16). O registro bíblico prossegue mostrando que um dos filhos dos profetas associados com Eliseu realmente ungiu Jeú com óleo literal, para ser rei de Israel. (2Rs 9,1-6).


Mas não há registro algum de que alguém tenha ungido com óleo, quer a Hazael, quer a Eliseu. Moisés foi chamado de Cristo, ou Ungido, embora não tenha sido ungido com óleo, porque Moisés foi designado por Deus para ser seu profeta e representante, o líder e libertador de Israel. (He 11,24-26). Outro caso pertinente é o do rei persa Ciro, que Isaías predissera que Deus usaria como Seu ungido. (Is 45,1). Ciro não foi realmente ungido com óleo por um dos representantes de Deus, mas, por ter sido designado por Javé para determinada obra, ele podia ser chamado de ungido. 




Na Lei que Deus deu a Moisés, ele prescreveu uma fórmula para o óleo de unção. Era uma composição especial dos ingredientes mais seletos : mirra, canela fragrante, cálamo fragrante, cássia e azeite de oliveira. (Êx 30,22-25) Era pecado capital preparar essa mistura e usá-la para algum propósito comum ou não autorizado. (Êx 30,31-33) Isto demonstrava figurativamente a importância e a sacralidade de uma designação para um cargo que fora confirmada pela unção com óleo sagrado. 



Cumprindo muitas profecias das Escrituras Hebraicas, Jesus de Nazaré demonstrou ser o Ungido de Deus e pôde corretamente ser chamado de Messias, ou Cristo, títulos estes que transmitem essa idéia. (Mt 1,16; He 1,8-9). Em vez de ser ungido com óleo literal, ele foi ungido com o próprio Espírito de Javé. (Mt 3,16). Foi assim que Deus o designou Rei, Profeta e Sumo Sacerdote, de modo que ele foi chamado de Ungido de Deus. (Sal 2,2; At 3,20-26; 4,26-27; Heb 5,5- 6). Na cidade em que foi criado, Nazaré, Jesus admitiu essa unção ao aplicar a si mesmo a profecia de Isaías 61,1, onde aparece a frase: “Javé me ungiu.” (Lu 4,18).



Jesus Cristo é o único nas Escrituras que detém uma unção para os três cargos: profeta, sumo sacerdote e rei. Jesus foi ungido com “óleo de exultação mais do que a [seus] associados” (os outros reis da linhagem de Davi). Isto foi porque ele recebeu a unção diretamente do próprio Deus, não com óleo material, mas com o Espírito santo, não para um reinado terrestre, mas para um reinado celestial conjugado com o cargo de Sumo Sacerdote celestial.  Heb 1,9; Sal 45,7. 




Como no caso de Jesus, os seguidores de suas pisadas, que foram gerados pelo espírito e ungidos com espírito santo, podem ser chamados de ungidos. (2Cor 1,21) Assim como Arão foi diretamente ungido como cabeça do sacerdócio, mas não se derramou óleo na cabeça dos seus filhos, individualmente, da mesma forma Jesus foi ungido diretamente por Deus, e sua congregação de irmãos espirituais recebe a unção como corpo de pessoas por meio de Jesus Cristo. (At 2,1-4. 32, 33).O apóstolo João indicou que a unção pelo Espírito santo que os cristãos recebem lhes ensina. (1Jo 2,27) Ela os comissiona e qualifica para o ministério cristão do novo pacto.  2Cor 3,5-6.


 
O Sr Deus tem grande amor e interesse por seus ungidos e vigia sobre eles cuidadosamente. (1Cr 16,22; Sal 2,2-5; 20,6; 105,15; Luc 18,7) Davi reconheceu que Deus é aquele que escolhia e designava Seus ungidos e que Deus era quem os julgaria. Levantar a mão para prejudicar os ungidos de Jeová ou quem quer que ele designe resulta no desagrado de Deus:  1Sam 24,6; 26,11,- 23



Portanto, somos todos membros do corpo de Cristo, quer Judeus, ou gregos, e membros uns dos outros, se de fato o Espírito de Cristo habita em nós. E isso se torna visível não somente pelas palavras, mas também pelas atitudes e proceder. Por isso Tiago em Jerusalém, declara que a fé sem obras é morta. Porque, antes de se pregar o evangelho, devemos viver o evangelho. E nossas atitudes e proceder falarão por nós mesmos, o que a Igreja vai chamar de frutos eficazes 100 x 1.


Quanto ao "sucesso", quem quiser ser sábio segundo o mundo que o seja. Contudo, Jesus, o Sumo Pastor, em três anos e meio de ministério ganhou apenas doze, e no final ainda perdeu um. Mas n’Ele a história do mundo é dividida em antes e depois de Cristo (o messias, o ungido).



Agora verdade seja dita: Esta estória de não falar contra o "ungido" de Deus tem sido pregada exatamente por aqueles que não querem ter suas idéias examinadas, como nos instrui a Bíblia em 1 Tessalonicenses cap. 5. Comumente usam o pretexto da "autoridade espiritual", embasando-se nos textos bíblicos já comentados anteriormente, "autoridade" esta que, segundo eles, lhes torna infalíveis. Desta forma não admitem serem questionados, e caso sejam, quem o faz é considerado e tratado como "rebelde", sendo logo enquadrado no texto de 1 Samuel 15,23. Ou seja, quem porventura queira examinar e conversar sobre certas atitudes e proceder, ao ser "enquadrado" como rebelde, consequentemente também é "enquadrado" como pecador, e, portanto, caído da graça. E caso não se arrependa da suposta rebeldia, não raro são 
excluídos.


Podemos ver claramente que não é questão de fé em Jesus, ou MAGISTÉRIO DA IGREJA,mas de DOUTRINAS E PRECEITOS HUMANOS. E, baseados nestes preceitos e ACHOLOGIAS pessoais, considerando-se superiores e mais ORTODOXOS,e portanto, mais santos com relação aos demais, não receiam em apontar o dedo aos demais acusando-os de rebeldes, pois ao questionarem alguma coisa estão se levantando contra o "ungido do Senhor". O interessante nisto tudo é que muitos recorrem a história de Davi e Saul para defender sua "unção", sua "autoridade apostólica" e sua "autoridade espiritual". Mas uma pergunta precisa ser feita: PORQUE NINGUÉM CITA ELIAS E ACABE? Não seria Acabe também um "ungido"? Não foi Acabe rei sobre Israel? Não eram os reis "ungidos" com azeite? Ou seria o caso da Bíblia e PARTES DO MAGISTÉRIO estar sendo usada como um "self-service" onde algumas lideranças se servem de textos e ensinos isolados a seu bel prazer para tecer doutrinas que defendam seus interesses pessoais?





Hoje são dias de Elias e de Acabes, de Elias e de Jezabéis. Estamos vendo muitos Acabes e Jezabéis por aí. A grande apostasia profetizada na Bíblia para o tempo do fim, tempo que já estamos vivendo, nada mais é que mais um tempo de Acabe e Jezabel. Tempo em que Satanás tentará, inclusive, enganar os próprios eleitos. E como tem gente já, hoje, sendo enganada. Precisamos urgentemente de alguns Elias. E glória a Deus porque Ele tem levantado alguns. A palavra ainda vale para hoje: "Reservei alguns que não dobraram seus joelhos a Baal". Contextualizando, poderíamos dizer: "Reservei alguns que não dobraram seus joelhos a falsas doutrinas.”


Portanto, sejamos sóbrios e retenhamos o evangelho da graça, na simplicidade de Cristo. Porque o resto é tudo concupiscência. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre (1Jo 2,17).E pelos frutos conhecereis a árvore.

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21 de maio de 2019 09:45

Cheguei até aqui com uma duvida e li o artigo, o qual achei muito interessante, e ele quase respondeu minha duvida. Porém gostaria de perguntar aos escritores, o seguinte: o sistema religioso atual nos ensina que se formos "ungidos" (diaconos, presbiteros, pastores, e mais algumas unções), não temos autoridade no mundo espiritual, ou seja, seriamos incapazes por exemplo de expulsar um demônio. Por exemplo, estamos visitando uma pessoa e falando do amor de Deus, e começamos a orar, derrepente a pessoa manifesta o demônio, mas ninguém ali é diácono, ou presbítero ou, qualquer outra coisa (que necessita de unção), dai é preciso chamar um "ungido" para poder expulsar o demônio. Isso é verdade?

28 de junho de 2019 21:01

@odiloko : Lucas 9:1 Reunindo os Doze, Jesus deu-lhes poder e autoridade para expulsar todos os demônios e curar doenças,

A autoridade vem de Deus que nos unge com o seu Espirito Santo, os discipulos não foram ungidos com oleo, mas sim com o Espirito Santo na nova aliança.

16 de outubro de 2019 22:56

A paz do senhor a todos , li todo o artigo mas continuei com minha dúvida rsrsrsrs , quando uma pessoa já foi ungida ao diaconato ela pode fazer alguma renovação dessa unção ? Ou ser ungida novamente ?

8 de janeiro de 2020 01:19

A autoridade não está em você e sim no nome de Jesus. Este nome t autoridade e a partir do momento que você o aceita e declara Ele como seu salvador e Senhor (pelo batismo), está autoridade está sobre você.

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