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A profecia de Ana Paula Valadão falhou: a Igreja Católica no Brasil e no mundo continua viva e cresce pela promessa de Cristo!

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 17 de julho de 2017 | 22:27

(Jovens lotando o "Espaço da Misericórdia" - Canção Nova - SP)


Ao longo da história da salvação, Deus jamais deixou seu povo sem advertências contra os falsos profetas. 



Desde o Antigo Testamento até o Novo Testamento, a Sagrada Escritura alerta repetidamente que surgiriam pessoas falando em nome de Deus sem terem sido enviadas por Ele. Algumas o fariam por vaidade, outras por interesse pessoal, outras por sincera ilusão, julgando que seus próprios pensamentos, sentimentos ou desejos fossem revelações divinas. 


Em todos os casos, porém, o critério estabelecido pelo próprio Deus permanece o mesmo: a verdadeira profecia jamais contradiz a Revelação e se confirma pelos fatos. Nos últimos tempos, infelizmente, tornou-se comum encontrarmos pessoas que afirmam receber revelações particulares, sonhos, visões e profecias acerca de acontecimentos futuros, do destino de igrejas, nações ou líderes religiosos. 


Entretanto, a Igreja sempre ensinou prudência diante dessas alegadas revelações. Mesmo quando uma revelação particular é reconhecida como digna de crédito, ela jamais pertence ao depósito da fé e nunca pode ser colocada no mesmo nível da Sagrada Escritura e da Tradição Apostólica. Muito menos podem ser aceitas como palavra de Deus profecias que se mostram claramente falsas quando confrontadas com a realidade.



É justamente nesse contexto que se insere a conhecida declaração feita pela cantora e líder evangélica Ana Paula Valadão, segundo a qual a Igreja Católica estaria caminhando para um desaparecimento ou perderia sua relevância de forma irreversível. Passados os anos, os fatos demonstram exatamente o contrário. 


Apesar das crises internas, dos escândalos, da secularização crescente e da intensa perseguição cultural sofrida em diversas partes do mundo, a Igreja Católica permanece sendo a maior comunidade cristã do planeta, presente em praticamente todos os países, evangelizando, celebrando os sacramentos, formando santos, promovendo obras de caridade, fundando escolas, universidades, hospitais e levando o Evangelho aos cinco continentes. A realidade histórica não confirmou a previsão; pelo contrário, desmentiu-a.



Isso não significa afirmar que a Igreja não enfrente dificuldades. O próprio Cristo jamais prometeu uma Igreja livre de perseguições, divisões ou provações. Pelo contrário, advertiu que seus discípulos seriam odiados pelo mundo (Jo 15,18-20) e que as portas do inferno combateriam a Igreja. O que Ele prometeu, porém, foi algo muito maior: "As portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18). Portanto, anunciar o desaparecimento da Igreja fundada por Cristo significa ignorar uma promessa feita pelo próprio Senhor, cuja Palavra jamais falha.



É importante distinguir entre uma opinião pessoal, uma interpretação dos acontecimentos e uma autêntica profecia. Quem afirma falar em nome de Deus assume uma enorme responsabilidade. Não basta dizer "Deus me revelou" ou "o Senhor me mostrou". Segundo a própria Escritura, é necessário que aquilo que foi anunciado se cumpra e esteja em plena conformidade com a verdade revelada. Caso contrário, trata-se de uma falsa profecia ou, no mínimo, de uma presunção humana apresentada indevidamente como inspiração divina.



A Bíblia é extremamente severa com aqueles que usam o nome de Deus para validar palavras que Ele nunca pronunciou. Um falso profeta não é apenas alguém que prevê acontecimentos incorretamente. É, sobretudo, alguém que atribui a Deus aquilo que procede de sua própria imaginação, de suas emoções, de interesses pessoais ou até da intenção de conquistar seguidores. Seus ensinamentos costumam produzir confusão, divisão, fanatismo e desprezo pela verdade revelada.



Nosso Senhor Jesus Cristo advertiu que, antes de sua segunda vinda, surgiriam numerosos falsos cristos e falsos profetas capazes até de realizar sinais extraordinários para enganar, se possível, os próprios eleitos (Mc 13,22-23). Por isso, o cristão não deve fundamentar sua fé em supostas revelações particulares, mas permanecer firme na Palavra de Deus, na Tradição Apostólica e no ensinamento autêntico da Igreja.



A própria Escritura estabelece um critério objetivo para discernir quem realmente fala em nome do Senhor. Em Deuteronômio, Deus declara que, se aquilo que o profeta anuncia em Seu nome não se cumprir, essa mensagem não veio do Senhor, mas foi pronunciada com presunção. Trata-se de um princípio de discernimento válido ainda hoje: a verdade não teme o exame dos fatos.



Antes de analisarmos especificamente essa declaração de Ana Paula Valadão e confrontá-la com a realidade histórica e com os ensinamentos da Sagrada Escritura, convém recordar o que a própria Palavra de Deus ensina acerca dos falsos profetas, dos falsos mestres e da responsabilidade de todo cristão em discernir cuidadosamente quem realmente fala em nome do Senhor.





Quantas seitas e igrejolas surgiram depois de Cristo e da morte dos apóstolos? Qual permanece imutável e de pé em sua doutrina  a mais de 2.000 anos?






A cantora protestante Ana Paula Valadão da denominação religiosa “igreja da Lagoinha”, em show, em Salvador, BA, profetizou o fim da Igreja Católica Apostólica Romana. Em determinado momento de sua apresentação a cantora  baseando-se em  passagem bíblica repete diversas vezes a palavra tambores como numa invocação, ao mesmo tempo em que a percussão da banda acelera a batucada. Momentos seguintes, a palavra de ordem de Valadão  é: “receba o tambor, receba o tambor…É a  ruína dos falsos deuses, é a ruína do povo idólatra”, disse. Adiante, pede ao conjunto que toquem os tambores em ritmo baiano, no que  as bailarinas dançam se debatendo, algumas pelo chão. Muitos internautas compararam a apresentação do grupo às manifestações da macumba. A cantora parecia fora de si e de um lado para o outro do palco soltou as palavras:



“Aqui em Salvador, Aonde a idolatria chegou, aonde chegou o culto aos deuses. Onde entrou a influência de toda mariolatria no nosso Brasil, desde as primeiras missas efetuadas em solo brasileiro, o senhor fará tocar novos tambores nesta nação..." proclamou a inerrante profetiza. 



Ana Paula Valadão é de uma corrente protestante proselitista que associa o culto dos católicos à Virgem Maria como idolatria e parece se ofender com a religião que novamente mostra toda sua potência na nação brasileira, isso está bem claro quando a artista se diz falar em nome de Deus e proclama a suposta profecia da queda da idolatria tendo como expoente a Igreja Católica. 



Tomar a palavra em nome do Criador é algo sério e nos recorda os falsos profetas citados na Bíblia que são como lobos em pele de cordeiro.O mandado evangélico de Jesus tem como primazia o amor, o que nos leva responder à cantora imbuídos dessa caridade e não de outros sentimentos. Portanto, desconsideramos o entendimento da protestante que nos vê como idólatras. Pela graça de Deus, não só nestes tempos, mas ao longo de toda a história da Igreja, uma onda de graça e de conversão invade a Igreja Católica desde seus inícios quando foi fundada por Jesus Cristo e confiada aos cuidados de Pedro e da sucessão apostólica. 


Diferente dos protestantes pregamos que precisamos de conversão continuamente e não ostentamos o título de salvos por vanglória e presunção, mas como um dom de Deus feito a nós por Cristo Jesus na Cruz, não é resultado de voluntarismos humano, e placa de Igrejolas. 


Como católicos não possuímos nenhum rancor contra nossos irmãos protestantes, apenas gostaríamos de sermos respeitados assim como respeitamos sua fé, seus cultos, seu apreço aos pastores que de certa forma, se identifica com nosso respeito às autoridades eclesiásticas. 


Confesso que nos é estranho sua admiração ao inseto preto o Smiliguido, que quem diria, ganhou o formato de escultura, coisa  reprovado por eles nos templos Cristãos.


CRESCIMENTO DA IGREJA CATÓLICA ENTRE O PÚBLICO JOVEM!



O PHN (Por Hoje Não) é um movimento de combate ao pecado criado para jovens, que prega a luta para fazer a vontade de Deus no dia após dia. Impulsionado pelo missionário da Comunidade Canção Nova, Dunga, o PHN, hoje, movimenta milhares de pessoas em todo o mundo. Para consagrado e ministro de música, o grande desafio desta proposta é o de não envelhecer: 


“Temos exemplos de pessoas que nunca envelheceram na vida, como o Papa João Paulo II, monsenhor Jonas Abib, e grandes santos da Igreja, como São Bento, Santo Antônio, São Francisco, Santa Clara, Santa Terezinha… Santos que morreram jovens e outros que morreram muito idosos, mas que não perderam a juventude. O grande desafio, para mim, de evangelizar os jovens é não envelhecer. E nós só ficamos velhos quando queremos. Para mim, hoje, ter uma cara jovial, mesmo com as primeiras rugas, com os primeiros fios de cabelos brancos, com as responsabilidades de homem, pai de família, casado, é ser eternamente jovem. Quem nunca envelhece continua brilhando como naquele primeiro chamado de seguir Jesus...”, explica.





Uma série de estatísticas atualizadas mostram muitas mudanças na Igreja Católica no Brasil. O dossiê, editado pelo Departamento Central de Estatísticas da Igreja, foi divulgado. Hoje é católico  84,5% da população: para ser exato 165 milhões de cidadãos brasileiros de 195 milhões.




A Igreja Católica no Brasil tem demonstrado um alto grau de vitalidade e de funcionalidade!

 



Ela mostra números animadores em constante crescimento. Com a mudança das próprias estruturas (dioceses, paróquias e agentes de pastoral) a Igreja soube adaptar-se às novas exigências. 



O número médio de sacerdotes por paróquia cresceu de 1,88 no 2001 para 1,92 atualmente. Em todo o Brasil existem 10.802 paróquias e mais de 20.000 sacerdotes no total.Ao longo da última década, também os resultados alcançados no campo das vocações e ordenações sacerdotais relataram mudanças. Com um crescimento de 1,41%, em 2011, havia 8.956 seminaristas. Esta evolução também se reflete nos 547 neossacerdotes diocesanos (eles são 28,7% a mais do que em 2001).Também na vida civil, social, educativa e administrativa do País, a Igreja Católica tem uma grande influência. 


Em 2011, 6.882 escolas católicas de todos os níveis e ordens trabalhavam juntas com cerca de dois milhões de alunos. No total, havia 1.940.299 de estudantes de todos os níveis de educação pertencentes ou administrados por eclesiásticos.





“Se essa obra não for de Deus, vai acabar; mas se ela for de Deus, ninguém vai poder impedi-la de continuar...” (At 5,34-39).






Tradução Thácio Siqueira - Zenit





CONCLUSÃO





A falsa profecia analisada neste artigo serve de importante alerta para todos os cristãos. Não basta alguém afirmar que fala em nome de Deus para que suas palavras sejam automaticamente aceitas como verdade. 



A Sagrada Escritura nunca nos manda acreditar ingenuamente em qualquer pregador, pastor, profeta ou líder religioso. Pelo contrário, ela nos ordena discernir, examinar e provar os espíritos para verificar se realmente procedem de Deus (cf. 1Jo 4,1). A fé cristã não se fundamenta em supostas revelações particulares, emoções ou experiências pessoais, mas na Revelação definitiva de Deus em Jesus Cristo, transmitida pelos Apóstolos e conservada fielmente pela Igreja.



Infelizmente, em nossos dias multiplicam-se os chamados "profetas", "apóstolos" e "ungidos" que anunciam sonhos, visões e revelações com uma facilidade impressionante. Muitos utilizam a expressão "Deus me disse" como argumento de autoridade para evitar qualquer questionamento. 


No entanto, quando suas previsões fracassam, raramente possuem a humildade de reconhecem o erro ou pedem perdão aos fiéis que induziram ao engano. Em vez disso, apresentam novas explicações, reinterpretam suas palavras ou simplesmente fazem outra profecia, como se nada tivesse acontecido.



Nosso Senhor Jesus Cristo advertiu que surgiriam falsos profetas capazes de enganar multidões (Mt 24,24). São Pedro também advertiu que apareceriam falsos mestres que introduziriam heresias e explorariam os fiéis com palavras enganosas (2Pd 2,1-3). 


São Paulo, por sua vez, alertou que chegaria o tempo em que muitos prefeririam mestres que lhes dissessem apenas aquilo que desejam ouvir, afastando-se da verdade (2Tm 4,3-4). Essas advertências não pertencem apenas ao passado; elas continuam extremamente atuais.



O caso aqui analisado demonstra precisamente isso: quando uma suposta profecia é desmentida pelos fatos, fica evidente que ela não procedia de Deus. A Igreja Católica, cuja extinção ou irrelevância foi anunciada por alguns, permanece viva, evangelizando, celebrando os sacramentos e cumprindo a missão que Cristo lhe confiou há dois mil anos. Isso não acontece por mérito humano, mas porque a Igreja está alicerçada na promessa infalível do próprio Senhor: 


"Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18).









O cristão prudente não deve seguir personalidades religiosas, mas o Bom Pastor, Jesus Cristo. Nenhum pregador, por mais famoso que seja, está acima da Palavra de Deus nem pode reivindicar para si uma autoridade profética que os fatos desmentem. A verdadeira profecia conduz à conversão, à humildade, à fidelidade ao Evangelho e à glorificação de Cristo; a falsa profecia, ao contrário, costuma alimentar o sensacionalismo, o personalismo, a divisão e a confusão entre os fiéis.



Por isso, é dever de todo cristão exercer o discernimento espiritual. Antes de acreditar em qualquer revelação, sonho ou profecia, é preciso confrontá-los com a Sagrada Escritura, com a Tradição Apostólica e com o ensinamento constante da Igreja. Deus nunca se contradiz, nunca confirma o erro e jamais abandona as promessas que Ele mesmo fez.



Que este episódio nos recorde uma verdade fundamental: nossa fé não deve estar apoiada em homens, por mais carismáticos que pareçam, mas unicamente em Jesus Cristo, "o Caminho, a Verdade e a Vida" (Jo 14,6). Os falsos profetas passam, suas previsões fracassam e suas palavras caem por terra; porém, a Palavra do Senhor permanece para sempre (Is 40,8; 1Pd 1,25). É nela que devemos firmar nossa esperança, pois somente a verdade revelada por Deus é capaz de conduzir os homens à salvação.



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