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Quais as lições que a #mulher Cananéia pode nos dar?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 7 de julho de 2014 | 22:44






Poucas passagens dos Evangelhos são tão ricas em ensinamentos espirituais, doutrinários e pastorais quanto o encontro de Jesus com a mulher cananeia (Mt 15,21-28; cf. Mc 7,24-30). 


À primeira vista, esse episódio parece desconcertante. O mesmo Jesus que acolhia pecadores, tocava leprosos, conversava com samaritanos, perdoava adúlteras e demonstrava infinita compaixão para com todos os sofredores, agora parece ignorar o clamor de uma mãe aflita. Seu silêncio inicial, seguido da afirmação de que fora enviado "somente às ovelhas perdidas da casa de Israel" e da comparação entre os "filhos" e os "cachorrinhos", pode causar estranheza a quem lê o texto sem conhecer o contexto histórico, cultural e teológico em que ele foi escrito.



Seria possível imaginar que Jesus estivesse sendo indiferente ao sofrimento daquela mulher? Estaria Ele discriminando uma estrangeira por não pertencer ao povo judeu? Estaria contradizendo tudo aquilo que ensinou sobre o amor, a misericórdia e a compaixão? Evidentemente que não. 



Uma interpretação superficial pode levar a conclusões completamente equivocadas, mas uma leitura feita à luz de toda a Sagrada Escritura revela exatamente o contrário: trata-se de uma das mais belas demonstrações da pedagogia divina, por meio da qual Cristo conduz aquela mulher, seus discípulos e todos nós a compreender a universalidade da salvação.



Os Evangelhos nunca devem ser interpretados por frases isoladas, mas sempre à luz do conjunto da Revelação. A Igreja, desde os tempos apostólicos, ensina que a Escritura interpreta a própria Escritura. Quando observamos toda a vida pública de Jesus, encontramos um Mestre que jamais fez acepção de pessoas. 


Ele acolheu pobres e ricos, homens e mulheres, judeus e estrangeiros, publicanos e pecadores. Curou o servo de um centurião romano e declarou não ter encontrado tamanha fé nem mesmo em Israel (Mt 8,10). Conversou longamente com a mulher samaritana, rompendo preconceitos religiosos, culturais e sociais (Jo 4,1-42). 


Curou dez leprosos, sendo justamente um samaritano — considerado estrangeiro pelos judeus — o único que voltou para agradecer (Lc 17,11-19). Após sua Ressurreição, enviou seus apóstolos para anunciar o Evangelho "a todas as nações" (Mt 28,19), confirmando que sua missão jamais esteve limitada a um único povo.



É justamente por isso que o episódio da mulher cananeia precisa ser compreendido dentro da história da salvação. Deus escolheu Israel não para excluir os demais povos, mas para preparar, através dele, a vinda do Messias que salvaria toda a humanidade. Israel foi eleito como instrumento da promessa, jamais como destinatário exclusivo dela. Desde Abraão, Deus já havia prometido: "Em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gn 12,3). A eleição de Israel era um caminho para alcançar todas as nações, e não um privilégio permanente destinado a separar povos.



Nesse contexto aparece uma personagem surpreendente. São Marcos identifica-a como uma mulher "grega, siro-fenícia de origem" (Mc 7,26), enquanto São Mateus utiliza deliberadamente o antigo termo "cananeia". Essa escolha não é casual. Ao chamá-la de cananeia, Mateus faz o leitor recordar imediatamente os antigos habitantes da Terra Prometida, povos frequentemente associados à idolatria, ao culto a Baal e aos constantes conflitos com Israel durante o Antigo Testamento. Humanamente falando, aquela mulher carregava um passado histórico que despertava desconfiança entre os judeus. Ela representava um povo que, durante séculos, fora considerado inimigo da Aliança.Além disso, ela era mulher numa sociedade profundamente patriarcal, era estrangeira entre judeus e carregava a dor de ver sua filha cruelmente atormentada por um demônio. Não possuía títulos, prestígio religioso nem qualquer direito que pudesse reivindicar diante de Jesus. Tinha apenas uma arma: uma fé extraordinária, alimentada por uma esperança que se recusava a morrer.



É justamente essa fé que transforma completamente o episódio. Enquanto muitos membros do próprio povo escolhido rejeitavam Jesus, aquela pagã reconhece que somente Ele possui poder para libertar sua filha. Ela rompe todas as barreiras culturais, enfrenta o preconceito social, desafia o constrangimento público e continua clamando mesmo quando tudo parece indicar que será rejeitada. Seu sofrimento não destrói sua confiança; ao contrário, fortalece-a.



O silêncio inicial de Cristo não revela falta de misericórdia, mas faz parte de uma verdadeira catequese dirigida, sobretudo, aos discípulos. Eles ainda conservavam uma visão limitada da missão do Messias e pensavam segundo a mentalidade exclusivista de muitos judeus de sua época. Ao permitir que o diálogo se desenvolvesse, Jesus trouxe à tona esse modo de pensar para corrigi-lo diante de todos. No final, quem sai engrandecida não é Israel, mas justamente uma mulher estrangeira, cuja fé recebe um dos maiores elogios pronunciados por Cristo em todo o Novo Testamento.



Outro detalhe importantíssimo costuma passar despercebido. Jesus não utiliza o termo grego kuón, empregado para designar cães selvagens ou animais de rua, frequentemente usados como ofensa. O evangelista registra a palavra kynárion, diminutivo carinhoso que significa literalmente "cachorrinhos", referindo-se aos pequenos cães domésticos que viviam dentro da casa de seus donos e eram alimentados por eles. A imagem utilizada por Jesus não fala de exclusão definitiva, mas de uma ordem na distribuição do alimento: primeiro os filhos, depois os pequenos animais da casa. A resposta da mulher demonstra que ela compreendeu perfeitamente essa metáfora e, com admirável humildade, aceita esse lugar sem revolta, acrescentando uma frase que atravessou os séculos: "Mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus donos."



Nessa resposta encontramos uma das maiores profissões de fé de todo o Evangelho. Ela reconhece que uma simples migalha do poder de Cristo basta para vencer Satanás. Ela não reivindica igualdade nem privilégios; apenas confia ilimitadamente na bondade do Senhor. Sua humildade torna-se o caminho para a graça. Sua perseverança vence o aparente silêncio de Deus. Sua confiança supera todos os obstáculos humanos.



Então acontece o desfecho extraordinário. Jesus rompe definitivamente qualquer dúvida que pudesse existir sobre suas intenções e declara diante de todos: "Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como desejas." Pouquíssimas pessoas receberam um elogio tão explícito do próprio Cristo. A filha é imediatamente libertada, mas o verdadeiro milagre vai muito além da cura física: Jesus revela que a fé sincera vale mais do que qualquer privilégio de nascimento, raça ou nacionalidade. Deus não olha a origem das pessoas; olha o coração. Não mede a cor da pele, a posição social ou a descendência, mas a confiança depositada n'Ele.



Essa passagem também anuncia aquilo que mais tarde São Paulo explicará com profundidade: em Cristo caiu o muro de separação entre judeus e gentios (Ef 2,14-18). Aquela mulher tornou-se uma espécie de antecipação da Igreja, formada por homens e mulheres de todas as nações, povos e línguas. Ela representa todos aqueles que, sem pertencer inicialmente ao povo da Antiga Aliança, seriam incorporados ao novo Povo de Deus pela fé e pelo Batismo.



Mais do que um relato de um milagre, este episódio constitui uma verdadeira escola de espiritualidade. Nele aprendemos que Deus escuta a oração perseverante; que a humildade abre as portas da graça; que a fé supera as barreiras humanas; que o aparente silêncio de Deus nunca significa abandono; que Cristo veio para salvar toda a humanidade; e que ninguém está excluído da misericórdia divina quando se aproxima do Senhor com um coração sincero.



Diante de tudo isso, vale perguntar: se uma mulher pagã, considerada estrangeira e sem qualquer privilégio religioso, recebeu de Cristo tamanho elogio por causa de sua fé, o que impede nós, batizados e feitos filhos de Deus pela graça, de nos aproximarmos do Senhor com a mesma humildade, perseverança e confiança? Se ela se contentava com as migalhas que caíam da mesa do Senhor, quanto mais nós, convidados a participar do Banquete Eucarístico, podemos esperar da infinita generosidade daquele que continua repetindo: "Pedi e recebereis; buscai e encontrareis; batei e vos será aberto" (Mt 7,7).



Antes de examinarmos detalhadamente cada versículo desse extraordinário encontro entre Jesus e a mulher cananeia, é indispensável conhecer o contexto histórico, geográfico, religioso e cultural em que tudo aconteceu. Só assim compreenderemos por que esse episódio continua sendo, dois mil anos depois, uma das mais belas lições de fé, humildade, perseverança e confiança na misericórdia infinita de Deus.




Que lições podemos aprender com este texto Bíblico?




Vemos que Jesus não responde a mulher Cananéia com imediata ajuda, mas com silêncio. Nenhum motivo é apresentado, porém, aqueles fatores históricos, étnicos, culturais, religiosos, econômicos e políticos, passavam muitas razões para Jesus e os discípulos ignorá-la. 



Aquele silêncio foi como uma resposta mostrando toda aquela barreira psicológica que os separava. Era também como que Jesus estivesse dizendo que ainda não havia chegado a hora de atender aos gentios. Não estava nos planos de Deus naquele momento. "Jesus disse-lhe: Deixa primeiro saciar os filhos; porque não convém tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos." (Marcos 7,27).






O que faríamos se algum de nós tivesse recebido essa resposta de Deus?





-Será que deixaríamos o nosso orgulho falar mais alto? 



-Será que
ficaríamos aborrecidos com Deus por sermos comparados com cachorros e voltaríamos pra casa com o orgulho ferido?





1ª LIÇÃO: Esta mulher estava aflita e desesperada devido à enfermidade de sua filha. Ela desejava ardentemente que sua filha fosse liberta deste mal. Quando o problema bate à nossa porta, seja qual for a origem, ficamos ansiosos para que o mesmo seja resolvido. E esta mulher queria ver a sua filha brincando, saudável, alegre, e isto já não mais acontecia. 



Quando vemos um filho passando uma necessidade, nós pais, fazemos tudo o que está em nosso alcance para que o nosso filho possa desfrutar, do bem estar, da felicidade, da conquista, mas ao nosso tempo, não ao tempo de Deus.

 










2ª LIÇÃO: “Mas Jesus não lhe respondeu...” - Às vezes por estarmos com um problema, não conseguimos escutar a voz de Deus, e nos parece que Deus nos abandonou, e está muito distante de nós, de nossos problemas, das nossas dificuldades. Mas na verdade Deus permite os problemas para que venhamos a crescer, a nos aprimorar como pessoas, pois aprendemos muitas lições diante dos desafios que passamos na vida. 





Através destas situações adversas, aprendemos a confiar em Deus, a buscar a Deus, a nos entregar por completo. Esta mulher não se intimidou diante da aparente indiferença de Jesus, pois ela sabia que através Dele ela obteria a resposta e solução de que ela tanto precisava.







 

3ª LIÇÃO: Não devemos ter vergonha de expor os nossos problemas, e principalmente, de pedir ajuda, socorro quando as coisas fogem ao nosso controle. Esta mulher gritou, buscou, falou, foi atrás da solução, se expos ao extremo, tudo em prol da sua filha, para que a solução viesse, para que ela fosse curada, liberta. Ela gritava atrás de Jesus e seus discípulos, buscando aquilo que só o mestre poderia fazer para a sua filha. 



Muitas vezes temos vergonha de expor aquilo que nos está afligindo, e guardamos dentro do coração por meses e anos uma luta que deveríamos entregar para Deus, nos expondo diante Dele, clamando por socorro. Ficamos preocupados com o que os outros vão falar ou pensar, mas esta mulher não estava nem aí para o que os discípulos ou as pessoas à volta estavam falando ou pensando. Ela queira a solução para o problema da sua filha, apenas isto.


 

 

4ª LIÇÃO: Jesus diz para ela que Ele havia sido enviado para os Judeus e não para ela (e sua filha) que eram Finícias. Seremos provados. Tem dias que as coisas ficam ruins mesmo!  Nos desentendemos em casa, vamos para o trabalho e um colega fala algo que nos ofende, e pior, quando vamos na igreja, comunidade, ou pastoral onde congregamos, e ficamos sabendo que um irmão falou mal de nós, e então pensamos que tudo e todos estão contra nós, mas na verdade esta é a hora de nos voltarmos para Deus, pois estes momentos são passageiros, e tendemos a maximizar os problemas, que aos nossos olhos humanos, se parecem muito maiores do realmente são, e muitos destes desentendimentos de relacionamentos, não passam de mal entendidos. Esta mulher reagiu à aparente rejeição de Jesus com a rendição e humilhação, e não com a murmuração vazia e inútil.



 

 

5ª LIÇÃO:  “A mulher veio, adorou-o de joelhos e disse: “Senhor, ajuda-me”!” - Diante da provação esta mulher adorou de joelhos a Jesus, se humilhando diante do Mestre.




 

Salmo 51,17: “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus”.




 

Salmo 34,18: “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito”.

 

 



A nossa atitude deve ser de dependência total a Deus e ao Seu poder! 
Seremos provados, as lutas em consequência aos problemas irão se intensificar, mas devemos esperar em Deus, independentemente de como está a nossa vida, quanto atribulada se encontra. Esta mulher encarou a provação da maneira correta: adorando, dando graças ao Pai, louvando ao Senhor, numa atitude de ação de graças. Devemos reconhecer que sem Deus não somos nada, e que sem a sua graça e permissão nada podemos fazer ou dar frutos.




 

6ª LIÇÃO: Jesus fala que não é certo tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Jesus estava dizendo com esta frase que os Judeus deveriam se alimentar primeiro para depois poderem dar de comer aos estrangeiros, pois não podemos dar aquilo que não temos e que não é de nossa posse! Ela por ser fenícia, de outra nacionalidade que não judia, deveria esperar. Ela poderia xingar Jesus, desprezar Jesus, e ficar brava e irritada com esta frase que Ele lhe proferiu. Mas não, ela continuou na postura de reverência a Ele, sem se deixar abalar ou abater diante das palavras aparentemente contrárias a ela. E o resultado desta segunda provação produziu fé! (Rom 3,3-5).


 

 

-Tiago 1,3 “pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança”.

 

 

-Tiago 1,12 “Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”.

 

 



7ª LIÇÃO: SUA INSISTÊNCIA E PERSEVERANÇA PRODUZIU FÉ- Mateus 15,28: “Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã”. O problema, a luta e a tribulação, ou aflição, quando encarados como provação, como uma prova a ser transpassada, vencida em Cristo, resulta em conquista. 



Através da fé que esta prova originou, ela alcançou a graça, o favor de Deus, tendo naquele instante além da admiração de Jesus, também o que ela mais desejava, a cura e libertação da sua filha.

 























 

 

 

Quando nos encontramos com um problema, podemos simplesmente nos desesperar e achar que não há saída, não há solução, ou nos voltarmos intensamente à Deus, e olharmos para o problema como uma provação a ser passada para gerar uma lição, uma conquista, e um grande aprendizado. Com isso, poderemos nos tornar um canal de graças para as outras pessoas, onde podemos, através das nossas experiências, transmitir consolo e auxilio aos que se encontram nas mesmas condições ou em condições até muito mais adversas a que um dia nos encontramos. 



Precisamos suportar as aflições sabendo que as mesmas produzirão fé, e assim agradaremos a Deus e receberemos D’ele no tempo oportuno o seu auxílio.Se estava sendo humilhada por Deus, a mulher cananéia se humilhou a si mesmo ainda mais quando respondeu:"Sim, Senhor; mas também os cachorrinhos comem, debaixo da mesa, as migalhas dos filhos..."  (Marcos 7,28) - Uma resposta que vai além das barreiras morais, históricas, étnicas e etc. 



A sua autohumilhação e quebrantamento foi tamanho que o próprio Jesus, sendo senhor da fé, sendo a fé encarnada, admirou-se dela: "Oh mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã". Mateus 15,28 - Jesus não teve mais o que dizer. A fé da mulher cananéia atingiu o coração misericordioso em cheio: "A um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus." Salmos 51,17

 




Se há algo que Deus não resiste é a perseverança!




"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á." (Mateus 7,7-11) 


Deus é invencível mas, gosta de se deixar vencer pelos seus servos. Deus é imutável mas, gosta de alterar seus planos em favor do seu povo, Ele fez isto no passado e faz hoje no presente como fez em Fátima em Portugal, pois assim está escrito: 



"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (2 Crônicas 7,14) 


Deus é cheio de sabedoria mas, gosta de ser surpreendido pela sabedoria de um coração de quem ama, e que não pedia por si, mas por outra pessoa, a sua filha atormentada, a qual ela não desistiu dela.

 



AO LER ESTA HISTÓRIA DEVERÍAMOS SER ESTIMULADOS A INTERCEDER PELOS OUTROS E NÃO DESISTIR FACILMENTE DOS OUTROS!





Esta mulher Cananéia estava cansada de ver sua filha ser atormentada por um espírito imundo. Sua filha não tinha a mínima condição de entender alguma mensagem espiritual, ou de ser curada por algum médico. Sua condição era apenas um pouquinho menos pior do que a morte. Esta mulher pediu a Jesus que expulsasse o demônio de dentro de sua filha. Ela pediu por uma pessoa que não podia pedir por si mesma, e não se cansou de pedir enquanto seu pedido não foi atendido. 



Por meio da oração ela conseguiu algo que não era possível obter por simples meios humanos. Por meio da súplica da mãe, a filha foi curada. Essa filha não pronunciou uma só palavra em benefício de si mesma; sua mãe falou por ela ao Senhor, e não falou em vão. Embora o caso desta moça tivesse parecido angustiante aos olhos de todo mundo, ela tinha uma mãe que sabia pedir: 



Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites” (Tiago 4,3) 



Poucos deveres são recomendados com mais força pelos exemplos da Escritura, do que o dever de interceder em oração pelos outros. 



Temos na Bíblia vários exemplos que mostram os benefícios que podemos alcançar para os outros pela nossa intercessão. A cura do servo do centurião, a ressurreição da filha de Jairo, a ressurreição de Lázaro,a libertação de Pedro da prisão, os amigos que introduzem o enfermo pelo telhado,são apenas alguns exemplos notáveis do poder da intercessão em favor dos outros. 



Deus se compraz em atender a oração das pessoas que oram por amigos e parentes: Tiago 5,16 diz: “A oração eficaz do justo tem muito poder”.

 



UM Recado aos Pais e mães:



-Nós, pais "Cristãos" temos a obrigação especial de lembrarmo-nos  cotidianamente do caso desta mulher! Não podemos por nós mesmos dar aos nossos filhos(as) corações novos, ou um caráter irrepreensível! Mas podemos dar aos seus filhos o testemunho de fé e uma educação cristã, mostrando-lhes o caminho da vida! 



-Não podemos dar aos nossos filhos(as) a vontade e o desejo de servir a Cristo, e uma mente capaz de amar a Deus! (conforme Filip. 2,13) - Uma coisa porém, podemos fazer sempre por eles: INTERCEDER POR ELES EM ORAÇÃO! 



-Podemos rezar e nos sacrificar pela conversão de filhos rebeldes, que apenas pensam em satisfazer suas paixões pecaminosas.



 


 


Podemos interceder por aquelas filhas que põem seus interesses e afeições nas coisas deste mundo, e que amam mais os prazeres do que a Deus. Estas orações são ouvidas no céu e fazem descer de lá muitas e muitas graças! Nunca, nunca esqueçamos que raras vezes se perdem os filhos que tem sido objeto de muitas orações por parte de pais preocupados, porém confiantes em Deus, assim como foi a intercessão de Santa Mônica por seu filho Santo Agostinho! 



O que podia fazer esta mãe aflita se não rezar pela sua conversão? - Intercedamos mais e mais por nossos filhos, por nossos jovens. Mesmo que eles não queiram que lhes falemos de religião, eles não podem impedir-nos que falemos deles a Deus! “Senhor, disse a mulher: Eu não sou digna de Suas bênçãos, mas pelo ao menos trata-nos como os cachorrinhos que comem os restos de comida que caem debaixo da mesa...” 



Dessa maneira, queria dizer aquela mulher que: se Deus derramava tantas graças sobre Israel, será que não podia pelo menos dar algumas migalha desta graça para ela? Se ela era considerada como um cãozinho, não teria então o direito de um cãozinho? isto é, de migalhas das fartas graças do Céu?











CONCLUSÃO: A FÉ QUE VENCE O SILÊNCIO, O ORGULHO E AS BARREIRAS HUMANAS


Que fé extraordinária! Que humildade desconcertante! Que confiança inabalável demonstrou esta mulher cananeia!


Enquanto muitos dos que pertenciam ao povo da Aliança recusavam reconhecer Jesus como o Messias prometido, uma mulher estrangeira, pagã, desprezada pela sociedade religiosa de seu tempo, enxergou n'Ele aquilo que tantos escribas, fariseus e doutores da Lei foram incapazes de ver: o Senhor da vida, o Salvador de todos os homens.


Entre seus parentes, Jesus encontrou incredulidade (Mc 6,6). Entre muitos líderes religiosos, encontrou oposição, hipocrisia e planos para matá-Lo (Jo 11,53). Mas naquela mãe aflita encontrou um coração vazio de orgulho, sedento apenas da misericórdia de Deus. Ela não reivindicou privilégios, não exigiu direitos, não apresentou méritos pessoais. Aproximou-se como pobre diante do Rico, como enferma diante do Médico Divino, como pecadora diante da Fonte inesgotável da misericórdia.


Ela não se escandalizou com a aparente dureza da resposta de Jesus. Não transformou a provação em motivo de revolta. Não abandonou a oração porque Deus permaneceu, por um momento, em silêncio. Pelo contrário, compreendeu que até o silêncio de Deus pode ser um convite para uma fé mais profunda.



Sua resposta permanece uma das mais belas profissões de confiança de toda a Sagrada Escritura:"Sim, Senhor; mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus donos." (Mt 15,27)


Que extraordinária lição de humildade! Ela não discute com Deus. Não tenta ensinar a Deus como deve agir. Não exige um lugar à mesa. Basta-lhe uma migalha, porque sabe que uma única migalha da graça de Cristo possui mais poder do que todas as riquezas, forças e soluções deste mundo.



Essa mulher compreendeu algo que muitos cristãos ainda hoje têm dificuldade em aceitar: diante de Deus, ninguém possui direitos adquiridos. Tudo é graça. Tudo é dom. Tudo é misericórdia.



Infelizmente, o orgulho continua sendo uma das maiores barreiras entre o homem e Deus. O orgulho nacional, religioso, ideológico, intelectual e até espiritual continua levantando muros onde Cristo veio construir pontes. Ainda hoje existem pessoas que se julgam melhores que as outras por sua origem, posição social, formação, espiritualidade ou pertença religiosa, esquecendo-se de que todos somos mendigos da graça divina.A mulher cananeia nos recorda que Deus não olha a nacionalidade, a raça, a condição econômica ou o passado de ninguém. Ele olha o coração. Como diria mais tarde São Pedro:


"Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas." (At 10,34)


E São Paulo completa:


"Não há judeu nem grego... pois todos vós sois um só em Cristo Jesus." (Gl 3,28)







Infelizmente, muitas vezes nós, cristãos, repetimos o comportamento dos discípulos antes de aprenderem essa lição. Também nós, por preconceitos, preferências pessoais, divisões políticas, sociais ou religiosas, acabamos afastando justamente aqueles que mais necessitam experimentar a misericórdia de Deus.


Quantas pessoas se aproximam da Igreja carregando profundas feridas, famílias destruídas, vícios, traumas, depressão, solidão ou um passado marcado pelo pecado! Quantas procuram apenas uma palavra de esperança, um olhar de acolhimento, uma oração, um gesto de carinho... e encontram portas fechadas, julgamentos precipitados, indiferença ou frieza.


Sem perceber, corremos o risco de agir como se fôssemos administradores exclusivos da graça de Deus, distribuindo misericórdia apenas àqueles que julgamos merecedores. Esquecemo-nos de que a Igreja não é um clube de perfeitos, mas um hospital para pecadores; não é um tribunal de condenação, mas o lugar onde Cristo continua curando, libertando e reconciliando.


Não podemos permitir que nossos compromissos, nossos projetos pastorais, nossas atividades religiosas ou mesmo nossa rotina nos façam esquecer aqueles que esperam apenas uma pequena demonstração do amor de Deus. Muitas pessoas não pedem riquezas nem milagres extraordinários. Pedem apenas uma "migalha": um sorriso, uma visita, uma escuta paciente, uma palavra de consolo, uma oração sincera ou um testemunho autêntico de vida cristã.Nós, que fomos enriquecidos pelos sacramentos, alimentados pela Palavra de Deus e fortalecidos pelo Corpo e Sangue de Cristo, somos chamados a repartir esse tesouro com generosidade. Como ensina São Paulo:


"Temos este tesouro em vasos de barro." (2Cor 4,7)


Somos apenas vasos; o tesouro pertence a Deus. Não somos donos da graça; somos seus instrumentos.Façamos, portanto, com que todos aqueles que cruzarem nosso caminho possam voltar para casa levando consigo a certeza de que Deus continua sendo Pai, que Cristo continua acolhendo os pecadores e que nenhuma situação é capaz de colocá-los fora do alcance da misericórdia divina.


Afinal, como proclama o Apóstolo:


"Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?... Em todas essas coisas somos mais que vencedores, graças Àquele que nos amou." (Rm 8,35.37












A fé da mulher cananeia atravessou barreiras culturais, religiosas e sociais. Derrubou preconceitos. Venceu o aparente silêncio de Deus. Superou obstáculos que pareciam intransponíveis. Ela acreditou quando tudo parecia negar-lhe esperança. E justamente por isso ouviu dos lábios do próprio Cristo um dos maiores elogios registrados nos Evangelhos:


"Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como desejas." (Mt 15,28)


Essa é a fé que Cristo deseja encontrar também em nós: uma fé perseverante quando Deus parece calar; humilde quando somos provados; confiante quando tudo parece perdido; obediente quando não compreendemos seus desígnios; e perseverante até o fim.


Entretanto, há ainda uma última e belíssima lição escondida nesse Evangelho.Muitas vezes, é o próprio Cristo quem assume, por assim dizer, o lugar da mulher cananeia e bate discretamente à porta do nosso coração, pedindo não grandes obras, mas apenas as "migalhas" do nosso tempo, da nossa atenção e do nosso amor.


Ele continua dizendo, através dos pobres, dos doentes, dos idosos abandonados, das crianças necessitadas, dos aflitos, dos desanimados e dos que têm fome de Deus:


"Tenho sede..." (Jo 19,28).


E, não raras vezes, respondemos como se estivéssemos ocupados demais:


"Agora não posso... Tenho compromissos mais urgentes... Depois eu volto... Outros podem fazer isso..."


No entanto, o Senhor continua esperando.Porque é próprio do amor humilhar-se para elevar aqueles que ama.É próprio de Cristo pedir para poder dar infinitamente mais.É próprio do Bom Pastor buscar a ovelha perdida antes mesmo que ela O procure. Por isso, ainda hoje, Ele nos diz:



"Dai-me as vossas migalhas. Dai-me o pouco que tendes. Dai-me os vossos cinco pães e os vossos dois peixes, e Eu alimentarei multidões. Dai-me alguns minutos da vossa oração, e Eu transformarei o vosso coração. Dai-me a vossa pobreza, e Eu vos darei a riqueza da Minha graça. Dai-me a vossa fraqueza, e nela manifestarei a força do Meu poder. Dai-me a vossa vida, e Eu vos darei a Vida eterna."


Que a fé da mulher cananeia inspire a nossa. Que sua humildade cure o nosso orgulho. Que sua perseverança fortaleça nossas orações. E que, quando chegar o dia de nos encontrarmos face a face com Cristo, possamos ouvir dos seus lábios as palavras que todo discípulo deseja escutar:


"Grande é a tua fé! Vem, servo bom e fiel; entra na alegria do teu Senhor." (cf. Mt 15,28; 25,21).






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+ Comentário. Deixe o seu! + 43 Comentário. Deixe o seu!

29 de agosto de 2015 às 22:26

Maravilhosa reflexão desse evangelho tão rico de ensinamentos para nos!

9 de dezembro de 2015 às 17:27

Que exegese blibica profunda. Deus abençoe a tua vida

8 de fevereiro de 2016 às 16:42

Nossa maravilhoso, em tão poucas palavras entre Jesus e a mulher siro-fenícia, nos mostrou que tinha algo tão grande a ser ensinado.

20 de abril de 2016 às 13:50

Linda história de fé e perseverança, ficou muito bom a visão analítica do texo. Jesus Cristo abençoe a todos

29 de abril de 2016 às 05:29

Acabei de ler este estudo que Bênção que visão glórias a Deus pela.sua vida

27 de maio de 2016 às 17:44

Tiago 3:16. Sua escrita está diferente.

30 de maio de 2016 às 10:38

Prezado Estéfano Barcelos,

Obrigado pela correção.Caso os amados irmão vejam mais alguma falha nas cistações, por gentileza nos avisem ficaremos gratos.Na correria, não temos muito tempo de fazer as devidas revisões, e ficamos agradecidos caso o façam.

A citação correta é Tiago 5,16 - A qual já foi corrigida.

Shalom !!!

11 de junho de 2016 às 16:17

Maravilha de Deus! Me senti revigorado. Deus vos abençoe!

Shalom 🙏🏻

30 de junho de 2016 às 15:28

parabéns, estudo maravilhoso

22 de agosto de 2016 às 10:40

Excelente texto feito com muita sabedoria, me trouxe um grande conhecimento!

Anônimo
7 de setembro de 2016 às 14:44

Lindo estudo, que nos da forças para perseverar, Deus abençoe

9 de janeiro de 2017 às 18:36

Eu não entendia a resposta de Jesus para aquela mulher, mas nem precisei ler tudo para começar a entender .Mas o mais incrível foi a atitude e o amor que Jesus demostrou para ela , Ele esqueceu rótulos e títulos que a mulher cananéia levava e a julgou pela sua fé ( e de pensar que existem tantos "cristões" que julgam as pessoas pelo que são,em vez de ama-las e respeita-las ) .Triste.Mas uma menina de 14 anos não pode mudar isso ,apenas fazer o que meu Pai me ordenou (Amai a teu próximo como a ti mesmo ) valeu! <3

12 de janeiro de 2017 às 18:44

Maravilhoso texto!Finalmente compreendi essa passagem bíblica repleta de ensinamentos para nossa edificação espiritual.

30 de janeiro de 2017 às 12:18

Impressionante a fé daquela mulher!

http://www.rudecruz.com/a-mulher-cananeia.php

8 de fevereiro de 2017 às 05:48

Esse texto será que vale pra casamento? Tipo, me divorciei faz quase um ano... minha esposa ja tem outro (nao tinha na epoca, começou agorinha), eu errei muito, principalmente sendo crente, nao tenho vergonha nenhuma d dizer q era pior q o cão, so nao batia nela, nem bebia, nem fumava, nem traia de beijo nem de sexo, nem chegava tarde em casa, mas a maltrava em palavras, atitudes e conversas indevidas, durante 8 anos, até q ela cansou e terminou. Entao, esse texto vale? Ou devo eu buscar no Senhor que Ele me perdoe e me de uma nova esposa? Para que assim eu possa recomeçar, pois hoje eu sou um homem completamente diferente, mas ainda nao sei o que fazer quanto a meu casamento, ja q nao existe mais a tanto tempo. Paz de Deus!

8 de fevereiro de 2017 às 10:13

Prezado Eltin,

O texto é focado mais em dois pontos a fé e o serviço na vinha do Senhor ofertando o nosso pouco(migalhas, que Deus sempre multiplica. Não vejo como adaptar o texto a sua situação pessoal, a qual não da para aconselhar e a distância. Sugiro que vc procure o seu pastor e exponha toda esta situação que vc está vivendo e em oração tomar a decisão correta.

Shalom !!!

5 de março de 2017 às 16:47

muito bom mesmo gostei e que Deus continue abençoando as vidas daqueles que amam a sua palavra foi muito bem explicado mesmo! parabéns para quem compartilhou e que as muitas bençãos do Senhor estejam sobre a sua vida!

8 de março de 2017 às 07:43

Que lição de fé, adoração, intersseção nos ensina essa mulher. lição maravilhosa é de adoradora. E Nosso Pai, que procura adoradores que o adorem em Espírito e em verdade, se rende totalmente e a abençoa. LOuvado seja o Nome do Senhor!

26 de março de 2017 às 20:40

que visao abencoada sempre quis entender este texto, ficou muito claro Deus abencoe

22 de junho de 2017 às 16:56

Estudo fenomenal Deus abençoe.

30 de julho de 2017 às 17:43

Palavra maravilhosa. Obrigada por compartilhar.

15 de fevereiro de 2018 às 11:28

Na lição 4a, está escrito "olhas", acho que deveria ser "olhos". No mais, muito bom o seu estudo! Muito abençoado mesmo. Louvado seja o Senhor que te dotou de capacidade para tal.

27 de março de 2018 às 08:07

Aquela mulher conhecia a JESUS , ela sabia que JESUS ers da linhage de davi, eu entendo que ela maldava de JESUS e despresava por JESUS arrastar mutidões e ela varias vezes deve ter falado que não era cachorrinha pra andar atras de JESUS , mas quando ela ,se viu com a filha endemoniada porque a pessoas so fica agrciva ou endemoniada se for rebelde a DEUS com certeza ela tinha desprezado a JESUS por iso que JESUS, tratou ela daquela for mas ela se arrependeu é isso que DEUS quer um coração arrependido .

1 de abril de 2018 às 21:44

Maravilhoso
Deus falou profundo ao meu
Coração
Através desta palavra

21 de junho de 2018 às 16:47

Amei as explicaçoes, muito claras e compreensivas.

Anônimo
8 de julho de 2018 às 19:15

Nossa nao esqueseri dessa passagem

6 de novembro de 2018 às 21:52

Deus o abencoe , por nos fazer entender esta passagem biblica de uma maneira maravilhosa que possamos aplicar as nossas vida

7 de janeiro de 2019 às 05:16

Maravilhosa reflexão dessa passagem !
Moayrou nos que a fé é algo tealmerea poderoso e milagroso. Que também devemos inaisiin em nossas conquincon com oaciempac fé e jumildahu poiia o senhor e fiel para se compadecer e nos retribuie não segundo a nossa vinatav mas segundo a sua bondade e amor .

3 de fevereiro de 2019 às 15:52

estudo maravilhoso e edificante da parte de Deus para nossas vidas...

19 de fevereiro de 2019 às 12:25

mensagem maravilhosa ...DEUS OS ABENÇOE

23 de junho de 2019 às 20:18

Amém Deus seja louvado

8 de julho de 2019 às 15:47

Muito bom graças a Deus uma tão grande experiência dessa mulher para com Deus e uma tão grande humilhação e perseverança. 👏👏👏

27 de novembro de 2019 às 14:54

Gosto muito de ler mas as vezes não consigo interpretar mas e mensagem pra mim ficou bem esclarecido gostei fé acima de tudo amem

16 de abril de 2020 às 16:46

Um estudo muito importante gostei dimais parabéns

16 de abril de 2020 às 16:47

Um estudo maravilhoso aonde apredemos muito glória a Deus

26 de abril de 2020 às 11:02

Aprendizado maravilhiso

16 de agosto de 2020 às 14:38

Reflexão maravilhosa. Divina!...

6 de novembro de 2020 às 01:09

Muito bom esse estudo tirei minhas duvidas em alguns pontos que eu estava precisando Deus abençoe.

8 de agosto de 2021 às 12:24

Parabéns vejo que você é instruído pelo Espírito Santo de Deus sou da igreja Pentecostal dos Milagres em Rio Branco Acre pastor Rosenildo Marques e presidente eu sou o diácono Jailson gostei muito continue se dedicando aDeus porque ele é contigo

20 de agosto de 2021 às 01:50

Parabéns. Que Estudo Edificante. É muito bem Explicado. Aprendi muito com esta Explicação . Que o nosso Deus continue abençoando e usando a sua vida cada dia mais para Ajudar mais pessoas chegarem ao conhecimento da palavra de Deus e que elas possam Aceitar o Senhor Jesus como o seu Salvador .

9 de fevereiro de 2022 às 19:16

Amei.

11 de fevereiro de 2022 às 19:45

Prezado irmão em Cristo Israel,

Você está certo! Já fiz a devida correção. A palavra certa é “olhos” .
Muito grato pela correção! Aqueles(es) que virem algo errado, podem fazer a correção nos comentários, ficamos muito gratos!

Deus abençoe a todos(as)!

Shalom!!!!

28 de fevereiro de 2022 às 14:41

Parabéns, excelente desenvolvimento, há tempos procurava uma leitura assim e graças a Deus o encontrei. Que Deus posso continuar abençoando sua vida e a produzir mais textos como este. Uma complementação perfeita do texto bíblico.

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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