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“Um Jesus tão humano assim,só podia ser Deus” – São Leão Magno

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 20 de maio de 2014 | 23:05







por*Francisco José Barros de Araújo 




Como compreender, em toda a sua profundidade, afirmações paradoxais tão densas e provocativas como estas: “Jesus é humano, muito humano, tão humano como só Deus pode ser humano” (Papa Leão Magno) e “Ele veio nos mostrar o caminho para quem quer ser divino: antes de tudo, ser profundamente humano” (cf. Fl 2,6-11)? À primeira vista, tais frases podem soar paradoxais. Afinal, não seria a divindade algo oposto à humanidade? 



Não estaria a perfeição divina em contraste com a fragilidade humana? No entanto, o coração da fé cristã afirma exatamente o contrário: é na plena humanidade de Cristo que se revela, de modo definitivo, o rosto de Deus.  O Papa Leão Magno, ao afirmar que Jesus foi “tão humano que somente Deus poderia ser humano assim”, oferece uma das sínteses mais luminosas do mistério da Encarnação. O Salvador do mundo não começou sua existência entre palácios ou tronos, mas no cotidiano simples e silencioso de uma mulher da Galileia chamada Maria. Deus quis ser um de nós: “trabalhar com mãos de homem, pensar com inteligência de homem, agir com vontade de homem e amar com o coração de homem” (cf. Gaudium et Spes, 22). 



Não se trata de uma aparência de humanidade, nem de um disfarce pedagógico, mas da assunção real e total da condição humana, para que a humanidade pudesse reencontrar sua verdadeira vocação: viver a liberdade e a dignidade de ser filha amada de Deus.  Desde a revelação feita a Moisés no Sinai — “Eu vi a aflição do meu povo… ouvi o seu clamor” (Ex 3,7) — torna-se claro que, na proposta religiosa judaico-cristã, o movimento decisivo não é o do ser humano que se eleva até Deus, mas o de Deus que desce até o ser humano. 




Diferentemente das religiões baseadas na ascensão, no esforço ou na autossalvação, a fé bíblica nasce da iniciativa divina que se inclina sobre a miséria humana. Essa “descida” de Deus atinge seu ponto culminante na Encarnação de Jesus Cristo e é provocada não pelos méritos dos justos, mas pelo grito dos desesperados. Deus não veio libertar apenas uma classe social, um grupo moralmente exemplar ou uma elite espiritual, mas todos os pecadores, feridos e excluídos, independentemente de sua condição.  



A mais antiga reflexão teológica sobre esse mistério encontra-se no hino cristológico que o apóstolo Paulo transcreve na Carta aos Filipenses (Fl 2,6-11). Nele, Paulo contrasta dois movimentos opostos. O movimento natural do ser humano decaído é o da ascensão orgulhosa: querer subir, dominar, ocupar o topo, suplantar os outros. Cristo, porém, faz o caminho inverso. 



Embora estivesse no mais alto grau possível — “sendo de condição divina” — não se apega a essa posição. Pelo contrário, inicia um movimento radical de esvaziamento (kénosis), assumindo a condição de servo, tornando-se semelhante aos homens e descendo até o nível mais baixo de humilhação: a morte de cruz, símbolo máximo de vergonha e rejeição no mundo antigo. Mais baixo do que isso, não era possível descer.  







Paradoxalmente, é exatamente nesse ponto extremo de humilhação que se manifesta a glória de Deus. Quando Cristo chega ao fundo do abismo humano, o Pai o exalta soberanamente. A exaltação não anula a humilhação, mas nasce dela. 



A cruz não é um acidente no caminho de Jesus, mas o lugar onde a verdadeira grandeza se revela. O hino paulino proclama, então, que aquele que se abaixou por amor é agora reconhecido como Senhor de tudo, diante de quem todo joelho se dobra e toda língua confessa a glória de Deus Pai.  É a partir dessa lógica profundamente evangélica que se compreende a afirmação central da fé cristã: Jesus veio mostrar que todos nós podemos nos tornar participantes da vida divina. Contudo, o caminho da nossa divinização não passa pela fuga do humano, mas por sua plena realização. Tornar-se “divino”, à maneira de Cristo, exige antes de tudo uma profunda humanização: abrir-se à convivência, à responsabilidade pelo outro, à compaixão concreta. 



Para Jesus, o relacionamento com Deus nunca esteve separado do relacionamento com as pessoas. Amar a Deus e amar o próximo são inseparáveis. Por isso, a Primeira Carta de João afirma de modo radical e desconcertante: “Quem não ama seu irmão é assassino” (1Jo 3,15). A fé que não se traduz em humanidade concreta torna-se vazia; a espiritualidade que despreza o humano trai o próprio mistério da Encarnação.




A Encarnação como caminho de humanização e divinização



Segundo Santo Irineu de Lyon (séc. I–II), um dos mais antigos e sólidos teólogos da Igreja:



“O Verbo de Deus habitou no homem e fez-se Filho do Homem para acostumar o homem a apreender a Deus, e acostumar Deus a habitar no homem.”



Essa afirmação revela o coração da fé cristã. A Encarnação não é apenas um evento histórico ou um dogma abstrato, mas um processo pedagógico e salvífico. Deus se aproxima do homem para que o homem possa, pouco a pouco, tornar-se capaz de acolher Deus. Ao assumir plenamente a condição humana, o Verbo divino não diminui a divindade; ao contrário, eleva a humanidade, curando-a por dentro e conduzindo-a à sua finalidade última. Para Irineu, o ser humano só se realiza plenamente quando vive essa comunhão: Deus habitando no homem e o homem aprendendo a viver em Deus. Toda espiritualidade que despreza o humano, que nega a realidade concreta da vida, do corpo, das relações e da história, afasta-se do cristianismo autêntico.



Tudo o que desumaniza afasta de Deus



Se Deus se fez verdadeiramente homem, então tudo aquilo que desumaniza a pessoa humana não pode vir de Deus. Essa é uma das chaves fundamentais da pregação e da prática de Jesus. Por isso, Ele entra repetidamente em conflito com sistemas religiosos que colocavam a lei acima da vida, a norma acima da pessoa, o rito acima da misericórdia. Jesus é categórico ao afirmar:




“O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado” (Mc 2,27).




Aqui não há desprezo pela Lei, mas a sua correta hierarquia. A Lei existe para servir à vida, não para oprimi-la. Sempre que a religião se torna instrumento de exclusão, humilhação ou desumanização, ela trai sua finalidade e se afasta do Deus revelado em Jesus Cristo.Cristo recoloca o ser humano no centro, não como medida absoluta de todas as coisas, mas como criatura chamada à comunhão com Deus. Humanizar é um ato profundamente divino.



O título decisivo: o "Filho do Homem"



No momento mais dramático de sua vida terrena, diante do tribunal religioso, Jesus assume conscientemente o título que melhor expressa sua missão. Perguntado se era o Filho de Deus, Ele responde afirmando ser o Filho do Homem:




“Eu sou! E vereis o Filho do Homem sentado à direita do Todo-poderoso e vindo com as nuvens do céu” (Mc 14,62).



Essa declaração sela sua condenação. As autoridades compreendem que Jesus está reivindicando uma identidade messiânica e escatológica, associada à visão de Daniel. Ele não apenas se reconhece como Filho do Homem sofredor, mas como aquele que, após a humilhação, será exaltado e julgará a história.Jesus sabia exatamente o que isso significava. Por isso já havia ensinado aos discípulos:



“O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10,45).



A identidade de Jesus está inseparavelmente ligada ao serviço, à entrega e ao dom da própria vida. O Filho do Homem revela que a verdadeira grandeza passa pela cruz.



A pergunta decisiva: quem és tu?



Diante dessa revelação, surge uma pergunta inevitável e profundamente pessoal: quem és tu? Quando alguém te pergunta quem você é, qual é a primeira resposta que vem à tua mente? Muitos se definem por elementos externos:



-Torcedores de um clube ou time;

-Membros de uma família tradicional;

-Profissionais de determinada área;

-Naturais desta ou daquela cidade ou país;

-Portadores de títulos, cargos ou reconhecimentos.



Embora essas dimensões façam parte da nossa história, nenhuma delas toca o núcleo mais profundo da nossa identidade. Elas podem mudar, desaparecer ou perder sentido com o tempo.




Filhos de Deus: nossa identidade mais profunda




A Escritura é clara ao afirmar que nada nos define mais profundamente do que sermos filhos de Deus. Contudo, essa identidade não é apenas um dado estático; ela é uma promessa em processo de realização. São João expressa isso de forma admirável:




“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. (…) Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser. Sabemos, porém, que quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque O veremos como Ele é” (1Jo 3,1-3).




Já somos filhos, mas ainda estamos a caminho da plena manifestação dessa filiação. A vida cristã é um processo de conformação progressiva a Cristo, até que a semelhança se torne plena.









Assumir a identidade para iluminar o mundo




Vivemos em um mundo marcado por confusão, violência, relativismo e escuridão espiritual. Nesse contexto, não basta proclamar discursos religiosos: é necessário assumir a própria identidade. Somente os filhos da luz, as novas criaturas em Cristo, podem orientar a humanidade a:



-escolher melhor,

-viver melhor,

-e até morrer melhor.



Essa missão não se realiza pela imposição, mas pelo testemunho coerente de uma vida transformada.




Um povo separado (santo) para testemunhar




São Pedro descreve essa identidade e missão com clareza impressionante:




“Vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para anunciar as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pd 2,9).



Ser povo eleito não é privilégio elitista, mas responsabilidade missionária. A identidade cristã se manifesta:




-na vida moral reta,

-no respeito às autoridades,

-no amor fraterno,

-no temor de Deus,

-e na liberdade vivida como serviço.




A santidade cotidiana torna-se, assim, um anúncio silencioso que confunde a ignorância dos insensatos e glorifica a Deus.





Nossa verdadeira identidade está escondida em Cristo




Por fim, São Paulo revela o mistério último da vida cristã:




“Vós morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com Ele em glória” (Cl 3,1-4).




Nossa identidade mais profunda não é plenamente visível aos olhos do mundo — e muitas vezes nem aos nossos próprios olhos. Ela está oculta em Cristo, aguardando o dia de sua plena revelação. Enquanto isso, somos chamados a viver já segundo essa realidade futura: com o olhar voltado para o alto, os pés firmes na terra e o coração configurado ao de Cristo.





CONCLUSÃO — ASCESE OU KENOSIS? A KENOSIS CRISTÃ JÁ É ASCESE ... 





O cristianismo se distingue radicalmente de toda forma de moralismo ascendente presente em algumas religiões e filosofias ascèticas. Desde a revelação a Moisés no Sinai — “Eu vi a aflição do meu povo e ouvi o seu clamor” (Ex 3,7) — fica claro que, na fé bíblica, não é o homem que sobe até Deus por esforço próprio, mas é Deus quem desce até o homem por pura misericórdia. Essa lógica descendente encontra seu ápice absoluto no mistério da Encarnação.  




Como ensinou magistralmente São Leão Magno, “Cristo é tão humano quanto só Deus pode ser humano”. Deus não se limita a aproximar-se da condição humana: Ele a assume integralmente. 



O Redentor entra na história pelo ventre de uma mulher simples da Galileia, trabalha com mãos humanas, pensa com inteligência humana, age com vontade humana e ama com um coração humano (cf. Gaudium et Spes, 22). Não para humilhar a humanidade sob um ideal inalcançável, mas para elevá-la à sua verdadeira dignidade: a de filhos amados, não de servos aterrorizados.  Essa verdade conduz à afirmação decisiva: Cristo não nos ensina a ser divinos negando o humano, mas a sermos plenamente humanos para participarmos da vida divina. 



A mais antiga síntese desse mistério encontra-se no hino cristológico de Filipenses 2,6-11, onde São Paulo contrapõe dois movimentos opostos: o movimento humano natural, marcado pela ascensão, pela autoafirmação e pelo domínio; e o movimento de Cristo, caracterizado pela kenosis, o esvaziamento voluntário. Aquele que “existia em condição divina” não se apega a esse status, mas desce — desce até a condição de servo, até a humilhação, até a cruz. A descida atinge seu ponto mais baixo na execração pública do Crucificado. Mais fundo do que isso, não há. E é precisamente ali, no ponto mais desprezado aos olhos do mundo, que a glória de Deus se manifesta plenamente.  









Aqui se dissolve todo farisaísmo espiritual. Se Deus desceu até os pecadores, com que direito nos colocamos acima deles? Se Cristo não se escandalizou com a miséria humana, mas a assumiu para redimi-la, como ousamos tratar o outro com desprezo quando ele cai? Por isso São João Paulo II pôde afirmar que o século XXI seria evangelizado pela misericórdia — não por discursos altivos, nem por currículos morais apresentados a Deus, mas por homens e mulheres reconciliados com a própria fragilidade, capazes de reconhecer no outro não um adversário moral, mas um irmão ferido.  




Nesse sentido, a kenosis não é a negação da ascese: ela é a ascese cristã em sua forma mais pura. Não uma escalada orgulhosa rumo ao divino, mas o aprendizado humilde do amor que desce, serve, suporta e permanece. "Homo sum" (sou humano) deixa de ser apenas uma máxima filosófica (de Terêncio) para tornar-se uma confissão de fé: nada do que é humano nos é estranho — nem a queda, nem o pecado, nem a possibilidade da redenção.  




Quanto mais nos identificamos com Cristo, mais descobrimos nossa verdadeira identidade. Chegou o tempo de o povo de Deus sair de suas cavernas emocionais, abandonar espiritualidades defensivas e assumir sua vocação de filhos livres. Como lembra São Paulo, “a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus” (Rm 8,19). Quando esses filhos aparecem — humanos, reconciliados, misericordiosos — o mundo volta a crer.





*Francisco José Barros de Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme diploma Nº 31.636 do Processo Nº  003/17 - Perfil curricular no sistema Lattes do CNPq Nº 1912382878452130.




BIBLIOGRAFIA




1. IRINEU DE LIÃO. Contra as heresias. Tradução de Lourenço Costa. São Paulo: Paulus, 1995. Obra fundamental da patrística, onde se encontra a famosa síntese sobre a Encarnação como recapitulação e divinização do homem.

2. RATZINGER, Joseph (Bento XVI). Introdução ao Cristianismo. Tradução de Alfred J. Keller. São Paulo: Loyola, 2005. Reflexão teológica profunda sobre Cristo, a fé cristã e a verdadeira identidade do homem à luz da Encarnação.

3. RATZINGER, Joseph (Bento XVI). Jesus de Nazaré: do Batismo no Jordão à Transfiguração. Tradução de Paulo Valério. São Paulo: Planeta, 2007. Análise cristológica que destaca o título “Filho do Homem”, a kénosis e a missão salvífica de Jesus.

4. CONCÍLIO VATICANO II. Constituição pastoral Gaudium et Spes: sobre a Igreja no mundo de hoje. In: DOCUMENTOS DO CONCÍLIO VATICANO II. São Paulo: Paulus, 2007.Texto magisterial central sobre a dignidade da pessoa humana e a Encarnação de Cristo como revelação do homem ao próprio homem (GS 22).

5. BOFF, Clodovis. Cristologia. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.Obra sistemática em português que aborda a Encarnação, a kénosis e a dimensão antropológica da fé cristã.

6. SCHILLEBEECKX, Edward. Cristo e os cristãos. Tradução de João Rezende Costa. São Paulo: Paulus, 2008. Reflexão clássica sobre Jesus como revelação do humano verdadeiro e fundamento da identidade cristã.

7. KASPER, Walter. Jesus, o Cristo. Tradução de João Rezende Costa. São Paulo: Paulus, 2011. Uma das cristologias mais citadas no meio acadêmico, com forte ênfase na humanidade de Jesus e sua relevância para a vida cristã.



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Anônimo
16 de dezembro de 2023 às 10:08

Nunca tinha pensado dessa forma: "Desde a revelação de Deus a Moisés no Sinai (Ex 3,7) fica claro que na proposta religiosa judaico-cristã não é o ser humano que se eleva, mas é Deus que desce. E esta descida de Deus, que atinge seu ponto máximo na encarnação de Jesus, é provocada pelo grito dos desesperados, independente de sua condição social, pois Deus não veio libertar e salvar apenas uma Classe Social, mas todos os pecadores! A mais antiga reflexão que temos sobre a encarnação de Jesus é o hino que Paulo transcreve na carta aos filipenses. Paulo constata que o movimento natural dos seres humanos é querer ascender, atingir o topo, suplantando todos ao redor. Ao apresentar o hino, Paulo lembra que Jesus estava no topo. Era de condição divina. Mas não se apega a esta posição e começa a descer. E esta descida só acaba na execração pública da crucificação. Mas baixo do que isso, impossível...."

Saulo Santos - Canindé - CE

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