O livro "Obra Nova", de Emmir Nogueira, cofundadora da Comunidade Católica Shalom, inicia-se com uma das mais belas e significativas promessas proféticas das Sagradas Escrituras. Essa passagem bíblica não aparece apenas como uma epígrafe, mas como uma chave de leitura para compreender a identidade e a missão da Comunidade Shalom, em sintonia com a inspiração recebida por seu fundador, Moysés Azevedo, e aprofundada em seus Escritos Shalom.
"Eis que vou fazer uma obra nova: ela está a começar agora, e vós não a vedes? Abrirei um caminho no deserto, rios em lugar seco. Glorificar-Me-ão as feras, os chacais e as avestruzes, porque farei brotar água no deserto e rios na terra seca para matar a sede do meu povo, do meu escolhido, o povo que formei para Mim, para que proclame o meu louvor." (Isaías 43,19-21)
Na espiritualidade da Comunidade Católica Shalom, essa promessa de Isaías revela a iniciativa permanente de Deus de renovar todas as coisas em Cristo. A "Obra Nova" é, antes de tudo, ação do próprio Senhor na história, que chama homens e mulheres a cooperarem com seu plano de salvação, tornando-se instrumentos de paz, evangelização e santidade em um mundo sedento de Deus.
Essa compreensão encontra sólido fundamento nos Escritos Shalom, nos quais Moysés Azevedo apresenta a vocação Shalom como um chamado profético para a Igreja e para o mundo contemporâneo. Não se trata de anunciar novidades doutrinárias, mas de viver com radicalidade a perene novidade do Evangelho, permitindo que o Espírito Santo faça brotar "rios no deserto" dos corações humanos e conduza muitos ao encontro pessoal com Jesus Cristo, nossa única e verdadeira Paz.
A profecia sempre ocupou lugar central na história da salvação. Foi ela que distinguiu Israel das demais religiões da Antiguidade. Enquanto outros povos buscavam conhecer a vontade de seus deuses por meio de oráculos e adivinhos, Deus suscitava profetas, homens escolhidos para serem sua voz no meio do povo da Aliança. Eram os portadores da Palavra, chamados a denunciar o pecado, anunciar a conversão, consolar os aflitos e manter viva a esperança na fidelidade de Deus.
É nesse horizonte bíblico que a vocação Shalom compreende sua própria missão: ser um sinal profético da presença de Deus no mundo, testemunhando que Cristo continua transformando desertos em jardins, restaurando vidas e formando para si um povo que proclame o seu louvor até os confins da terra.
Os profetas não são adivinhos, não predizem o
futuro!
Com uma sensibilidade
refinada e um fogo de amor ardendo no peito, os profetas clamam para chamar a
atenção do povo, a fim de que volte à Aliança. Algumas linhas marcam o discurso
de todos os profetas:
1)- A defesa da
justiça e do direito em Israel;
2)- A atitude crítica diante de práticas religiosas
vazias que não têm correspondência com a vida; um particular interesse pela
história que se torna, graças à intervenção profética, uma palavra de Deus;
3)- A espera vigilante das ações divinas que revolucionarão
o destino do povo.
4)- Os profetas não
são chefes políticos revolucionários, nem ideólogos de partidos.
5)- Trazem, porém, a
grande novidade do espiritualismo liberto de toda rigidez cultual.
6)- Dirigem-se a um
povo para falar-lhe em nome de Deus. Não fazem teoria, nem enumeram atributos
da divindade, mas têm por objetivo essencial colocar o povo no reto caminho da
presença de Deus.
7)- Preparam o povo
para a epifania do Senhor, que se aproxima e se revelará no mundo, dentro da
história.
Assim foi e fez João
Batista, o maior entre os filhos de mulher, de acordo com o Evangelho. Viu que
Jesus de Nazaré era a própria presença de Deus no meio da história, na
fragilidade da carne. E anunciou, e apontou:
“Eis o cordeiro de Deus!”
E pela
força dessa notícia enfrentou poderes e reis, perdendo a vida por sua
fidelidade e coragem.Assim foi Jesus de Nazaré, o profeta por excelência, que
dá sentido a toda profecia antes e depois de sua vinda. Mostrou a presença de
Deus na humildade do amor que se aproxima dos últimos desse mundo, trazendo-lhes
paz e vida em abundância.Assim são os profetas de hoje, nossos contemporâneos,
que erguem sua voz sem medo para denunciar injustiças e anunciar o caminho da
verdadeira vida, que é próprio ressuscitado que passou pela Cruz.
Seria longo enumerar
os profetas de hoje!
São Protagonistas, estão na vanguarda, anunciam o novo da
parte de Deus. Todos os poderes constituídos os perseguiram sem piedade. Queriam desesperadamente calar
sua voz. No entanto, a voz e o ensinamento de todos e todas sobrevive,
inspirando gerações e iluminando os caminhos da humanidade.
Com o nosso fundador
Moisés Azevedo, no protagonismo deste Carisma, não foi diferente na sua
epifania profética, num tempo em que a palavra de ordem era:
-"Quem sabe
faz hora não espera acontecer", teologia criticada por Hans Urs Von
Balhtazar em sua obra: Teologia da História.
-Um tempo onde se falar de Oração
pessoal e experiência com Deus soava de forma herética na praxis dos círculos
eclesiáticos daquele período conflituoso da "Contra Revolução Comunista" no
Brasil.
Por isto foi incompreendido, perseguido, humilhado e caluniado,mas ele trazia a certeza profética da parte de
Deus e isto era sua motivação!
Uma profecia para ser
profecia precisa ser confirmada, a Igreja nos confirmou:
"Vós sois Igreja Missionária!" - Assim falou
Mosenhor Hilko, presidente do Concelho Pontifício para os leigos em Roma, durante a solenidade de nosso reconhecimento
como Carisma da Igreja e a serviço da Igreja.
Que a figura e radicalidade de
João Batista e todos os profetas de ontem e hoje, de ambos os sexos nos
acompanhem para termos a força de assumir o compromisso profético a nós dado
como graça pelo Batismo.
Não há que ter medo! Pois o próprio Evangelho diz que,
se calarem a voz dos profetas, as pedras gritarão!
Diz uma linda canção cantada
na Comunidade Shalom:
"Deus abrirá uma via onde não parece ter,
como Ele fará não sei, mas um
novo caminho eu verei.
Deus me guiará, me terá bem junto a Si,
todos os dias amor e força Ele me dará, nova via abrirá..."
E outra que cantamos assim:
"Terminará o que começou.
Ele fará um novo acontecer, fará mesmo que eu não possa compreender.
Nascerá novo amanhã, eu já posso ver,
sei que posso crer que nascerá novo viver,
Ele é fiel e suas promessas cumprirá..."
Concluindo esta reflexão, resta-nos apenas uma atitude: a gratidão!
Gratidão Àquele que, desde toda a eternidade, sonhou conosco, nos amou primeiro e nos chamou para participar de sua Obra Nova. Um chamado que, como ensina a Palavra de Deus, é irrevogável (cf. Rm 11,29). Deus não volta atrás em seus desígnios de amor. Ele permanece fiel, mesmo quando nós vacilamos, pois sua fidelidade é maior que nossas infidelidades.
Não fomos escolhidos por nossos méritos, talentos ou virtudes. Ao contrário, Deus frequentemente escolhe os pequenos, os pobres, os fracos e os vasos de argila para que resplandeça ainda mais a força de sua graça (cf. 2Cor 4,7). Assim, torna-se evidente que toda a glória pertence exclusivamente a Ele. A Obra Nova não é fruto da inteligência humana, da organização ou da capacidade de seus membros; é obra do Espírito Santo, realizada em corações que aceitaram colocar-se inteiramente à disposição de Deus.
A vocação Shalom é, portanto, uma resposta a uma iniciativa divina. Antes que fosse nosso projeto, ela já existia no coração do Pai. Antes que déssemos nosso "sim", Deus já havia preparado um caminho no deserto, feito brotar rios em terra seca e escolhido um povo para proclamar seu louvor. Somos apenas colaboradores dessa obra admirável; os verdadeiros protagonistas são Cristo Ressuscitado e o Espírito Santo, que continuam renovando a face da terra.
Por isso, nossa resposta não pode ser provisória, condicionada ou interesseira. Se o chamado de Deus é para sempre, também nosso amor, nossa fidelidade e nossa oferta de vida devem aspirar ao "para sempre". A cada dia somos convidados a renovar nosso primeiro amor, a perseverar na contemplação, na unidade, na evangelização e na oferta total de nossa existência, para que muitos encontrem em Cristo a verdadeira Paz — o verdadeiro Shalom.
Ao contemplarmos a profecia de Isaías e a história da Comunidade Shalom, percebemos que as promessas de Deus continuam vivas e se cumprem diante de nossos olhos. Aquilo que começou como uma inspiração no coração de Deus tornou-se uma realidade espalhada por tantos países, levando milhares de pessoas a experimentar o amor de Cristo. A Obra Nova continua acontecendo porque Deus continua fiel.
Que jamais percamos o assombro diante dessa eleição gratuita nem a alegria de pertencer a uma obra que não é nossa, mas do Senhor. E que, permanecendo fiéis até o fim, possamos cantar não apenas com os lábios, mas com toda a nossa vida, reconhecendo que somos fruto da misericórdia e da cruz redentora de Cristo:
"Somos nós este povo alcançado por tua luz, frutos da tua Obra da Cruz."
Que esta certeza renove diariamente nossa esperança, fortaleça nossa fidelidade e nos faça responder, com toda a Igreja e por toda a eternidade, ao amor daquele que primeiro nos amou:
"Eis-me aqui, Senhor! Faça-se em mim segundo a tua vontade."
Só assim a Obra Nova continuará florescendo no deserto deste mundo, até que Cristo seja tudo em todos e Deus receba, para sempre, toda honra, toda glória e todo louvor.
*Francisco José Barros de Araújo – Bacharel em
Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme diploma Nº 31.636 do Processo
Nº 003/17
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SOU O "UM CARA AÍ" DO YAHOO TA?!!!
(e quem diria, o primeiro coment´rio será de um espírita) rsrsrs, mas tudo bem, vamos la...
Por que essa revolta contra os Espíritas?
Será que eles sentem a mesma coisa por você meu Irmão?
Chico Xavier foi um enviado do "Demônio", na sua opinião?
O que dizer das obras de caridade que nós realizamos? (eu, por exemplo, arrecado alimento para pessoas carentes em 2 domingos do mês)
Se você fala que é Espírita para um Irmão
Evangélico ele diz: Espírita? Você? (uma colega de classe me disse isso)... mas tudo bem, em meio à tantas Religiões, se você pararmos pra pensar, todas chegam à um só objetivo... Deus!
Lhe garanto, meu irmão, que em nosso Centro de Fraternidade, não falamos mal de nenhuma Religião que não seja Espírita,sinceramente, não sei pq tanto ódio? (não estou sendo irônico)
Pare pra pensar nos julgamentos que você está fazendo, isso é muito triste...
(Domingo passado, bati na porta de um Evangélico, arrecadando alimentos, ele veio me atendeu e, até doou 1 kg de feijão á nossa à nossa obra, ele falou um pouco sobre sua religião que conheço bem e sobre trechos da Bíblia... Lhe dei toda a atenção merecida, tanto que até nossa caravana virou a avenida, mas eu fiquei ali, sem criticá-lo, conversando civilizadamente por uns 10 minutos, lhe digo que senti um pouco de ofensa e de más vibrações em suas palavras, mas continuei ali, escutando o que ele tinha pra me falar, no final apertei as mãos dele e saí correndo para alcançar meus colegas da campanha...)
...portanto, meu irmão, Não Julgues o que não te incomoda e nem o que não te faz mal algum, digo à você que não foi nenhu8m tempo gasto, escrevendo isso que lhe escrevi Hoje, parece que foi uma Missão que Deus me deu nesta manhã de Domingo... rsrs
CONCORDO COM SUAS PALAVRAS FINAIS: “LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”... Com toda a certeza do mundo.
OBS: Não precisa mostrar esse comentário á ninguém, apenas o guarde-o dentro do seu Coração e reflita.
Se vc quiser conversar mais sobre o assunto, estamos aí... vitorsoares1026@hotmail.com
Muito grato! Que a Paz do Nosso Mestre esteja com você!
Prezado Vitor Soares.
1. Se a alma humana se reencarna para pagar os pecados cometidos numa vida anterior, deve-se considerar a vida como uma punição, e não como um bem.
2. Se a alma se reencarna para pagar os pecados de uma vida anterior, dever-se-ia perguntar quando se iniciou esta série de reencarnações. Onde estava o homem quando pecou pela primeira vez? Tinha ele então corpo? Ou era puro espírito? Se tinha corpo, então já estava sendo castigado. Onde pecara antes? Só poderia ter pecado quando ainda era puro espírito. Como foi esse pecado?
3. Se a reencarnação fosse verdadeira, com o passar dos séculos haveria necessariamente uma diminuição dos seres humanos, pois que, à medida que se aperfeiçoassem, deixariam de se reencarnar. No limite, a humanidade estaria caminhando para a extinção. Ora, tal não acontece. Pelo contrário, a humanidade está crescendo em número. Logo, não existe a reencarnação.
4. Respondem os espíritas que Deus estaria criando continuamente novos espíritos. Mas então, esse Deus criaria sempre novos espíritos em pecado, que precisariam sempre se reencarnar. Jamais cria ele espíritos perfeitos?
5. Se a reencarnação dos espíritos é um castigo para eles, o ter corpo seria um mal para o espírito humano. Ora, ter corpo é necessário para o homem, cuja alma só pode conhecer através do uso dos sentidos. Haveria então uma contradição na natureza humana, o que é um absurdo, porque Deus tudo fez com bondade e ordem.
6. A reencarnação causa uma destruição da caridade. Se uma pessoa nasce em certa situação de necessidade, doente, ou em situação social inferior ou nociva -- como escrava, por exemplo, ou pária – nada se deveria fazer para ajudá-la, porque propiciar-lhe qualquer auxílio seria, de fato, burlar a justiça divina que determinou que ela nascesse em tal situação como justo castigo de seus pecados numa vida anterior. É por isso que na Índia, país em que se crê normalmente na reencarnação, praticamente ninguém se preocupa em auxiliar os infelizes párias. A reencarnação destrói a caridade. Portanto, é falsa.
7. A reencarnação causaria uma tendência à imoralidade e não um incentivo à virtude. Com efeito, se sabemos que temos só uma vida e que, ao fim dela, seremos julgados por Deus, procuramos converter-nos antes da morte. Como um aluno que tivesse a possibilidade de fazer milhares de provas de recuperação, para ser promovido, pouco se importaria em perder uma prova - pois poderia facilmente recuperar essa perda em provas futuras - assim também, havendo milhares de reencarnações, o homem seria levado a desleixar seu aprimoramento moral, porque confiaria em recuperar-se no futuro.
8. A doutrina da reencarnação conduz necessariamente à idéia gnóstica de que o homem é o redentor de si mesmo. Se isto fosse verdade, o Sacrifício de Cristo pela humanidade teria sido inútil, portanto o Espiritismo é PURA INVENÇÃO HUMANA.
Shalom !!!
Caro espirita do Yahoo
Antes de tudo, agradeço pela educação, serenidade e sinceridade do seu comentário. É muito mais proveitoso dialogar com alguém que expõe suas convicções com respeito do que trocar acusações. Que Deus o abençoe por isso.
Você me perguntou por que essa oposição ao espiritismo. Permita-me esclarecer que não tenho qualquer revolta contra os espíritas como pessoas. Pelo contrário, acredito que todo ser humano é criado à imagem de Deus e merece respeito, independentemente de sua religião. O que critico são determinadas doutrinas, e não a dignidade daqueles que nelas acreditam.
Também fico feliz em saber do trabalho social que você realiza arrecadando alimentos para os necessitados. A Igreja Católica incentiva toda obra de misericórdia. Entretanto, para um cristão, a prática da caridade, embora indispensável, não basta para garantir que uma doutrina seja verdadeira. Jesus advertiu que até pessoas que realizariam grandes obras em seu nome poderiam estar no erro (Mt 7,21-23). A verdade de uma religião não é medida apenas pelas boas ações de seus seguidores, mas pela fidelidade à Revelação deixada por Cristo.
Você perguntou sobre Chico Xavier. Não cabe a mim julgar sua consciência, pois somente Deus conhece os corações. Posso, porém, avaliar os ensinamentos atribuídos a ele. A Igreja ensina que toda doutrina deve ser examinada à luz da Sagrada Escritura, da Tradição Apostólica e do Magistério. Quando uma doutrina contradiz a Revelação cristã, o católico não pode aceitá-la, por mais virtuosa que seja a pessoa que a divulgue.
É justamente aqui que está o ponto principal de nossa divergência. O espiritismo ensina a reencarnação, enquanto a Bíblia afirma claramente: "Está determinado que os homens morram uma só vez, e depois vem o juízo" (Hb 9,27). O espiritismo propõe a comunicação habitual com os mortos; porém, tanto o Antigo quanto o Novo Testamento condenam a necromancia e práticas semelhantes (Dt 18,10-12). O espiritismo também afirma uma evolução espiritual por meio de sucessivas existências, ao passo que a fé católica proclama que somos salvos pela graça de Cristo, recebida pela fé, vivida nas obras e nos sacramentos.
Você escreveu que "todas as religiões chegam a Deus". Respeito sua opinião, mas não posso concordar, porque o próprio Jesus declarou: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14,6). Se todas as religiões ensinassem a mesma verdade, não haveria tantas diferenças fundamentais entre elas. A lógica mostra que doutrinas contraditórias não podem ser igualmente verdadeiras ao mesmo tempo.
Você relata que não fala mal de outras religiões. Isso é digno de elogio. Também procuro não atacar pessoas, mas acredito que o verdadeiro amor inclui anunciar aquilo que entendemos ser a verdade. Os próprios apóstolos fizeram isso, dialogando com respeito, mas também corrigindo aquilo que consideravam incompatível com o Evangelho.
Por fim, você pede que eu reflita. Farei isso com alegria, pois todo cristão deve permanecer humilde diante de Deus. Peço apenas que você também reflita sobre uma pergunta: se Jesus confiou aos apóstolos uma única fé, preservada pela Igreja desde o primeiro século, por que deveríamos aceitar ensinamentos surgidos apenas no século XIX com Allan Kardec, especialmente quando contradizem a fé cristã transmitida pelos apóstolos?
Agradeço novamente sua cordialidade. Continuarei rezando para que o Espírito Santo conduza a mim e a você à plenitude da verdade, pois a verdade jamais deve ser buscada com violência ou desprezo, mas com humildade, caridade e fidelidade a Cristo.
Que Deus o ilumine e que Nossa Senhora interceda por todos nós.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
em uma das vezes que viajei para França, quis conhecer o cemitério Père Lachaise. Parei em frente seu túmulo e falei pois é você está aí debaixo da terra e meu Jesus ressuscitou.
Excelente e oportuno comentário! Como católico, só posso corroborar a reflexão: Cristo não é apenas um grande mestre que deixou ensinamentos; Ele morreu, ressuscitou verdadeiramente e venceu a morte. Essa é a essência da nossa fé cristã.
Para quem não sabe, o comentarista provavelmente se referia a Allan Kardec, pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail, considerado o fundador/codificador do Espiritismo. Seu túmulo está no famoso Cemitério Père-Lachaise, em Paris, onde é bastante visitado por turistas,pois na França o espiritismo fracassou completamente.
No túmulo encontra-se a conhecida inscrição espírita: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei.”
A comparação feita pelo comentarista é, portanto, uma provocação apologética, mas toca num ponto fundamental: Kardec morreu e permanece sepultado; Jesus morreu, mas o sepulcro ficou vazio porque Ele ressuscitou. Para nós, católicos, não se trata de uma metáfora, mas do centro da fé: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e vã a vossa fé” (1Cor 15,14).
Obrigado ao comentarista pela reflexão e pelo oportuno testemunho de fé. Nossa esperança não está simplesmente em alguém que falou sobre a vida eterna, mas n’Aquele que é a própria Vida e venceu a morte: Jesus Cristo!
Shalom!
Everaldo -Apostolado Berakash
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