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“Quo Vadis, Domine?” (“Aonde vais, Senhor?”)

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 4 de novembro de 2009 | 09:59

Conta uma poética lenda – senão verdadeira, bem achada – que quando se deu a primeira perseguição aos cristãos em Roma imperial, São Pedro, mal aconselhado, -- na cidade da loba, haveria já, então, Monsenhores de boa vontade ? --resolveu deixar Roma, sair da cidade eterna, para evitar a morte. E, estando na Via Ápia, já a alguns quilômetros da Cidade eterna, apareceu-lhe Cristo carregando sua cruz, indo em direção a Roma. E o primeiro Sumo Pontífice perguntou-lhe:

“Quo Vadis, Domine?” (“Aonde vais, Senhor?”)
Ao que Jesus lhe teria respondido:

“Vou a Roma, para ser de novo crucificado, visto que tu a abandonas e ao meu rebanho”.

E Pedro, compreendendo seu erro, e arrependido, retornou a Roma Para ser crucificado.

Essa história pode não ter acontecido.

A lição aconteceu, algumas vezes, na História.

Poderia acontecer de novo?

Ela nos veio à mente, esta semana, depois de ler vários sermões históricos.

O primeiro, o do Cardeal Ratzinger, na Missa Pro Eligendo Pontífice, abrindo espetacularmente o Conclave.

Outro, o do Papa Bento XVI, logo depois de eleito. Fechando desanimadamente o Conclave. Um terceiro, o de Bento XVI agradecendo os Cardeais que o elegeram. Finalmente, o último, pronunciado domingo dia 24 de Abril, na Missa de entronização do novo Papa.

Foram discursos bem diferentes, parecendo não ser de uma mesma pessoa, tanto são contrastantes, no seu primeiro significado.

O que causou perplexidade realmente e literalmente universal.

Saindo do Conclave, vários Cardeais esquerdistas, da chamada ala liberal – pró modernista - garantiram que Bento XVI seria bem diferente do Cardeal Ratzinger.

Como saberiam disso?

Haveria, no Conclave um aparelho capaz de detectar não só as idéias, mas também o futuro do Papa, um aparelho revelador do que o Papa faria? Haveria lá uma Raztzingermancia? Teriam eles um aparelho ultraratzingergráfico?

Ou, mais simplesmente, combinou se o que o Papa faria?

Por mais que alguns Cardeais modernistas queiram afirmar que o Papa Bento XVI será diferente do Cardeal Ratzinger — o dos últimos tempos do reinado de João Paulo II – o Cardeal Ratzinger e o Papa Bento XVI são a mesma pessoa.


No sermão da Missa Pro Eligendo Pontífice, o Cardeal Ratzinger recusou fazer um discurso eleitoral, neutro, para captar votos. Pelo contrário, fez um discurso desafiante, expondo seu pensamento de modo contundente, atacando conceitos que estavam em voga e na moda eclesiástica, desde o Vaticano II.

Nesse discurso, o Cardeal Ratzinger denunciou e condenou com toda a clareza a “ditadura do relativismo”. Ora, é impossível negar que a difusão do relativismo cresceu muitíssimo graças ao ecumenismo do Vaticano II e a seu estilo “pastoral”.

Disse o Cardeal Ratzinger:

“Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que não reconhece nada como definitivo”.

E defendeu os que não temem defender a fé integralmente, e que, por isso mesmo, são apodados pelos relativistas como “fundamentalistas”:

“Ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja, é freqüentemente catalogado como fundamentalismo”.

Por mais que se queira, e até que se possa, interpretar essas palavras à luz da doutrina do Ratzinger, teólogo do Vaticano II, elas foram entendidas, no contexto histórico em que foram ditas, como uma reprovação do relativismo conciliar vigente há quarenta anos. Pois foi a linguagem ambígua do Vaticano II que fez instaurar nos ambientes da Igreja, e mesmo no mundo, a Ditadura do Relativismo. E são os opositores do Vaticano II que são, hoje, apodados de “fundamentalistas” quando defendem a doutrina católica de sempre.

Ratzinger deixava bem claro que somente uma fé verdadeira poderia realizar a unidade, pois que, sem a verdade, não há nem caridade, e nem unidade.

O que era uma crítica indireta a todo ecumenismo nascido do Vaticano II. Pois, embora um texto conciliar tenha condenado o relativismo, o que resultou, em concreto, da aplicação prática dos documentos conciliares sobre o ecumenismo, foi colocar o amor acima da verdade. Para conseguir a unidade ecumênica, praticamente, ou relegou-se a verdade para um último plano, ou a esqueceu-se completamente. Aliás, o Vaticano II preconizou o método de procurar nos hereges e nas heresias mais os pontos de semelhança do que os pontos de dissensão doutrinária. A Igreja sempre fizera o oposto: sempre condenara o erro sem procurar o que os hereges ainda admitiam de verdade.

Após o Vaticano II, buscou-se a unidade no amor e não na Fé. E o resultado foi um relativismo crescente que acabou se impondo em todos os ambientes eclesiásticos. Ditatorialmente. E é o que constatou Ratzinger em seu discurso ao condenar a “Ditadura do Relativismo”.

Ratzinger afirmou, então, diante dos Cardeais reunidos para o Conclave:

“Devemos amadurecer esta fé adulta. A esta fé devemos guiar o rebanho de Cristo. E é esta fé - e somente a fé - que cria unidade e se realiza na caridade.”

E intrepidamente criticava o Cardeal os atuais hereges, comparando-os às crianças instáveis, e a ondas batidas e agitadas pelo vento:

“Em contraste com as contínuas peripécias daqueles que são como crianças batidas pelas ondas, S. Paulo oferece-nos a este propósito uma bela palavra: praticar a verdade na caridade, como fórmula fundamental da existência cristã. Em Cristo, verdade e caridade coincidem. Na medida em que nos aproximamos de Cristo, assim também na nossa vida, verdade e caridade se fundem. A caridade sem a verdade seria cega; a verdade sem a caridade seria como «um címbalo que tine» (1 Cor 13, 1).


Claro que esse discurso causou revolta entre os teólogos modernistas mais avançados e importantes como Hans Kung, ou em teólogos de subúrbio marxista como o ex frei Boff, assim como no seu eco fidelista, o petista semi frei Betto. A imprensa registrou os uivos dos lobos -- porque sempre há lobos interessados na eleição do Pastor -- protestando ameaçadoramente contra o Cardeal Ratzinger, chegando alguns jornais a pretenderem estupidamente ligá-lo ao nazismo.







“Antes de tudo a gratidão. Sinto, em primeiro lugar, dever dar graças a Deus, que, apesar de minha fragilidade humana, me quis Sucessor do apóstolo Pedro, e me confiou a tarefa de reger e guiar a Igreja, para que ela seja no mundo sacramento de unidade para todo o gênero humano (cfr. Lumen gentium, 1). ' (Bento XVI. Discurso Aos Eminentíssimos Senhores Cardeais Presentes em Roma. Sala Clementina, Sexta Feira, 22 de Abril de 2005).


E por que falar em bússola nessa hora? Quem fala em bússola, fala em rumo.


Daí, Bento XVI insistir que é seu propósito continuar com “vigor e decidida vontade” nas sendas do Vaticano II, ele que pedia que fosse feita uma “reforma da reforma”, pelo menos na Liturgia:

“Por conseguinte, também eu, ao preparar-me para o serviço que é próprio do Sucessor de Pedro, desejo afirmar com vigor a vontade decidida de prosseguir no compromisso de atuação do Concílio Vaticano II, no seguimento dos meus Predecessores e em fiel continuidade com a bi-milenária tradição da Igreja”.

Só que no final da frase, em típica linguagem “pastoral”, Bento XVI coloca uma restrição lefevrista: ele seguirá com “vigor e vontade decidida” o Vaticano II, mas “em fiel continuidade com a bi-milenária tradição da Igreja”.

Decididamente, para onde vai Bento XVI? Para onde aponta a bússola do Vaticano II?

Quo vadis, Domine?

Contrariando frontalmente o que disse o Cardeal Hummes sobre a necessidade de atualizar o Vaticano II num Vaticano III - Libera nos, Domine!!! – Bento XVI declarou:

“Com o passar dos anos, os Documentos conciliares não perderam atualidade; ao contrário, os seus ensinamentos revelam-se particularmente pertinentes em relação às novas situações da Igreja e da atual sociedade globalizada”.

Portanto, nada de convocação de um Vaticano III.




Que aconteceu ?

Será possível um homem mudar tão radicalmente de orientação em dois dias?

“Pode existir Bento XVI sem Ratzinger?”





O cisma silencioso tornou-se uivante. Os lobos uivam.



Esperamos que ele não cumpra os conchavos que -- talvez -- lhe tenham imposto no final do Conclave, porque o Papa não é obrigado a obedecer a pacto algum. Ele só deve obedecer a Deus, e ensinar a Verdade e sua lei imutáveis.

Aliás o documento de João Paulo II que estabeleceu as regras do Conclave, e que está em vigor, o Universi Dominici Gregis estipula em seu número 82:

'De igual modo, proíbo aos Cardeais fazerem, antes da eleição, capitulações, ou seja, tomarem compromissos de comum acordo, obrigando-se a pô-los em prática no caso de um deles vir a ser elevado ao Pontificado. Também estas promessas, se porventura fossem realmente feitas, mesmo sob juramento, declaro-as nulas e inválidas.' (João Paulo II, Universi Dominici Gregis,n0 82).

Essa era a situação, quando, domingo, na Missa de Entronização, Bento XVI fez mais um sermão bem misterioso.


O Sermão na Missa de Entronização
24 de Abril de 2005, na Praça de São Pedro




Certamente ciente das perplexidades causadas por sua reviravolta doutrinária, Bento XVI, na Missa de Entronização como “sucessor de Pedro”, aquela que ele quis ligar ao martírio de Pedro, declarou que aquele não era o momento para apresentar seu programa de governo.

Ora, não podia haver momento mais conveniente e oportuno do que esse da entronização, para o Papa apresentar o programa de seu reinado.

“Queridos amigos! Neste momento não é preciso apresentar meu programa de governo. Pude dar uma indicação do que vejo como minha missão na Mensagem de quarta-feira, 20 de abril, e haverá outras oportunidades de fazê-lo. Meu verdadeiro programa não é fazer minha própria vontade, não é perseguir minhas próprias idéias, mas ouvir, juntamente com toda a Igreja, a palavra e a vontade do Senhor, ser guiado por Ele, para que Ele próprio lidere a Igreja nesta hora de nossa história”. (Os destaques são nossos)

Em vez de tratar de seu “verdadeiro programa” – E por que verdadeiro? --- Bento XVI disse que preferia tratar dos símbolos que recebera nessa Missa: o Pálio e o Anel do Pescador.

Ao explicar o símbolo do Pálio, feito de pele de cordeiro, e depois de reconhecer que há fome no mundo, Bento XVI afirmou, contra a Teologia da Libertação, que, pior que o deserto da fome material, há o deserto das trevas de Deus. É este deserto do conhecimento de Deus e de sua palavra que causa o deserto da fome.

Claro, porque nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

“Há o deserto das trevas de Deus, o vazio das almas não mais cientes de sua dignidade e do objetivo da vida humana. Os desertos externos do mundo estão crescendo porque os desertos internos tornaram-se tão vastos”.
Frase essa contrária às teses econômico-marxistas da Teologia da Libertação.

E para sanar esse deserto das trevas de Deus, o Papa Bento XVI lembrou que “amar significa estar pronto para sofrer. Amar significa dar às ovelhas o que é verdadeiramente bom, o alimento da verdade de Deus, da palavra de Deus, o alimento de Sua presença, que Ele nos dá no Santíssimo Sacramento.”

Isto significa que os meios a utilizar para combater o deserto das trevas de Deus são dois: a palavra de Deus, -- a doutrina católica – e a Hóstia consagrada, o Santíssimo Sacramento, a Missa. Os meios não seriam os da conscientização revolucionária.

Excelente! Verdade de Deus e Santíssimo Sacramento são os dois remédios absolutos, verdadeiros e tradicionais que os modernistas não aprovam.

E então, o Papa diz que, naquela hora, não podia dizer mais. E por que não dizer mais?

“Meus queridos amigos – neste momento, só posso dizer: orai por mim, que eu possa aprender a amar o Senhor mais e mais. Orai por mim, para que eu possa aprender a amar Seu rebanho mais e mais – em outras palavras, a santa Igreja, cada um de vós e todos vós juntos. Orai por mim, para que eu possa não fugir com medo dos lobos”.




Conclusão

Explicando o símbolo do Anel do Pescador, Bento XVI falou do peixe, que é retirado do mar amargo para ter a verdadeira vida.

E, de repente, sem nexo com o texto anterior, entra uma frase polêmica bem importante:

“Não somos um produto sem sentido do acaso da evolução. Cada um de nós é resultado de um pensamento de Deus”. (O destaque é nosso)

De repente uma condenação inesperada do evolucionismo. Sem ligação maior com o contexto, Bento XVI esbordoa, com o cajado do Pastor, Darwin e sua macacada. (Que bom treino para vir a esbordoar lobos!)

Ora, para o Modernismo, a evolução seria uma lei absoluta, pois o próprio Deus sendo evolutivo, também evoluiriam a verdade, o dogma, a moral e a beleza.

Não!

Diz Bento XVI, de repente: “Não somos um produto sem sentido do acaso da evolução”.


Bento XVI trata então do símbolo da rede de Pedro, na pesca milagrosa. E aí o texto do discurso é interessantíssimo, e bem misterioso, pois o Papa Bento XVI lembra que, segundo o Evangelho, a rede não se rasgou:

'Apesar de tantos [peixes], a rede não rasgou' (Jo 21:11).


“Mas não - não devemos nos entristecer! Rejubilemo-nos por causa de Tua promessa, que não desaponta, e que todos façamos tudo o que pudermos para perseguir o caminho da unidade que prometeste. Lembremo-nos em nossa prece ao Senhor, quando pedirmos a ele: sim, Senhor, relembra tua promessa. Faze que haja um rebanho e um pastor! Não permitas que Tua rede se rompa, ajuda-nos a sermos servos da unidade!” (Os destaques são nossos).


Bento XVI implora a Deus: “ajuda-nos a sermos servos da unidade!”



Diante de tudo isso, cabe perguntar: Para onde vai a Igreja? Cabe bem perguntar respeitosamente a Bento XVI:

Quo vadis, Domine?

É certo que os modernistas radicais estão dispostos a tudo – inclusive a rasgar a rede de Pedro – estão prontos a dilacerar a Igreja, para executar o seu programa. E como o mal é dinâmico, eles exigirão cada vez mais maiores concessões e capitulações.

O Papa resistirá! A Igreja não perecerá.

Conforme registrou o jornalista John Allen:

“Obviamente, o Papa Bento está ciente de que alguns Católicos estão hesitantes quanto ao rumo que seu papado tomará, e ele está se esforçando nos primeiros dias para acalmar as ansiedades”.

“Não se enganem: o pontificado de Bento XVI será dramático, e ele nem sempre será confortável para os católicos cujas opiniões podem convencionalmente ser descritas como “liberais” em matéria de moral sexual, dissidência teológica ou autoridade na Igreja. Ao mesmo tempo, o Papa Bento XVI é conhecido como um homem de profunda inteligência e profundo amor pela Igreja, e até hoje não deu prova de que ele pretenda lançar um novo expurgo anti-modernista.(Isso não impediu que alguns alegres partidários dele fizessem sua própria lista de inimigos, mas é cedo demais para saber o que virá de tudo isso.) Minha opinião pessoal é que Bento XVI é um Papa que pode surpreender a todos. Qualquer que seja o rumo de seu pontificado, será fascinante observá-lo.” (Os destaques são nossos).
(John L. Allen Jr. Pondering the first draft of history: Reflections on covering one pope's funeral and another's election. The Word From Rome, 26 de Abril de 2005, Vol. 4, No. 29.)

Bento XVI governará infalivelmente a Igreja com a voz de Cristo que jamais muda.

Pode a situação se tornar confusa e muito grave, mas a Igreja é imperecível e o Papa é infalível.

Bento XVI resistirá aos lobos.

Os fiéis rezarão pelo Pastor, e Deus dar-lhe-á a força de não fugir dos lobos, e a coragem para enfrentá-los.

Ninguém conhece o futuro. Mas, como católicos conhecemos que, no futuro, a Igreja triunfará. As portas do inferno não prevalecerão. Bento XVI -- Deo adjuvante -- realizará a vitória da Igreja.

Os acontecimentos se precipitam. Bento XVI foi eleito com 78 anos. Seu pontificado normalmente não será muito longo. E será dramático.

Rezemos pelo Papa!

No horizonte desponta o sol. A noite passará depressa. A aurora da verdade católica já raia no horizonte da História.
Amen. Veni, Domine Jesus.


Santidade, aonde iremos senão a ti?

Somente tu, tens a palavra infalível da vida eterna.

Dic nobis: Quo vadis, Domine?
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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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