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Papa Francisco quer Consagrados e uma Igreja longe das ideologias, seja de direita, esquerda, ou centro

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 23 de maio de 2021 | 17:51

 

 


 

 

Papa Francisco quer institutos de vida consagrada longe de ideologias

 

 

Miguel Pérez Pichel - ACI Press

 

 

REDAÇÃO CENTRAL, 18 mai. 21 / 10:10 am (ACI).- O papa Francisco pediu aos institutos de vida consagrada que fujam das ideologias, porque «quando um Instituto se reformula do carisma para a ideologia, perde a sua identidade, perde a sua fecundidade”.

 

 

 

Em mensagem de vídeo enviada em 17 de maio de 2021, aos participantes da Semana Nacional dos Institutos de Vida Consagrada da Espanha, o pontífice afirmou que:

 

 

“É triste ver como alguns institutos caíram em ideologias para buscar uma certa segurança, para poder se controlar. Ideologias de qualquer signo. De esquerda, de direita, de centro, de qualquer signo...Manter vivo o carisma fundacional é mantê-lo no caminho e crescer, em diálogo com o que o Espírito vai nos dizendo na história dos tempos, nos lugares, nas diferentes épocas, nas diferentes situações”.



Isso, segundo Francisco:

 

 

“Implica discernimento e supõe oração. Não se pode manter um carisma fundacional sem coragem apostólica, isto é, sem caminhar, sem discernimento e sem oração...Manter vivo o carisma fundador não é nos reunirmos para tocar violão e dizer 'que bela é a vida consagrada, disse o papa, mas buscar juntos não nos perdendo em formulismos, em ideologias, nos medos, nos diálogos com nós mesmos e não com o Espírito Santo".

 

 

 

Para o Papa Francisco

 

 

“A vida consagrada se entende ao caminhar, como sempre. Entende-se ao consagrar-se diariamente. Compreende-se no diálogo com a realidade... Quando a vida consagrada perde essa dimensão de diálogo com a realidade e de reflexão sobre o que está acontecendo, ela começa a se tornar estéril. Pergunto-me sobre a esterilidade de alguns institutos de vida consagrada. Ao ver a causa, geralmente está na falta de diálogo e de compromisso com a realidade. Não deixem que isso aconteça. A vida consagrada é sempre um diálogo com a realidade”.

 

 

 

O Santo Padre propôs Santa Teresa como exemplo para os membros dos Institutos de Vida Consagrada:

 

 

“Santa Teresa viu a realidade, optou pela reforma e foi em frente. Depois, ao longo do caminho, houve tentativas de transformar essa reforma em um confinamento. Sempre há. Mas a reforma é sempre um caminho, é um caminho em contato com a realidade e um horizonte sob a luz de um carisma fundacional”.

 

 

 

O Papa Francisco concluiu sua mensagem convidando a não ter medo dos limites:

 

 

“Não tenham medo dos limites! Não tenham medo das fronteiras! Não tenham medo das periferias! Porque ali o Espírito vai lhes falar. Coloquem-se ao alcance do Espírito Santo”.

 

 

 

Fonte:https://www.acidigital.com/noticias/papa-quer-institutos-de-vida-consagrada-longe-de-ideologias-31733?fbclid=IwAR1t3yUfxxtX2L0-BajXyR3bJXogRgbIOawOv_HuL8hFgJjMkZtNjtTTq9g

 

 


Papa: “Atenção para não escolher a ideologia no lugar da fé”

 

 

 

Existe uma maneira de ser cristão "desde que", isto é, somente em determinadas condições, que Papa Francisco indica na homilia da missa da manhã de terça-feira 08/10/2019 na Casa Santa Marta. Falando daqueles cristãos que:

 

 

Julgam tudo, mas partindo "da pequenez do coração deles", lembra que o Senhor se aproxima com misericórdia a todas as realidades humanas porque Ele veio para salvar, não para condenar.

 

 

(Adriana Masotti – Cidade do Vaticano)

 

 

 

A primeira leitura da liturgia do dia, extraída do Livro do profeta Jonas, prossegue a narração bíblica iniciada na segunda-feira e que será concluída na quarta (08/10/2019), em que se descreve a relação contraditória entre Deus e o próprio Jonas. O Papa busca o trecho precedente em que se lê a primeira chamada do Senhor que quer enviar o profeta a Nínive para pregar aquela cidade à conversão. Mas Jonas tinha desobedecido à ordem e se dirigiu para o lado oposto, distante do Senhor, porque aquela tarefa para ele era muito difícil. Depois ele embarcou para Társis e, durante a tempestade provocada pelo Senhor, foi jogado no mar porque se sentia culpado daquele desastre, foi engolido por uma baleia e, então, após três dias e três noites, foi novamente jogado na praia. E Jesus, como disse Francisco, “pega essa figura de Jonas no ventre do peixe por três dias como a imagem da própria Ressureição”.

 

 

Diante da conversão, Deus se arrepende

 

 

 

Na leitura desta terça-feira, a segunda chamada: Deus se dirige de novo a Jonas e, desta vez, Jonas obedece, vai a Nínive e aquelas pessoas acreditam na sua palavra e querem se converter tanto que Deus “se corrige em relação ao mal que tinha ameaçado de fazer a eles e não o faz. O teimoso Jonas, porque essa é a história de um teimoso, o teimoso Jonas fez bem o próprio trabalho e depois foi embora”, comenta Francisco. Na quarta-feira vamos ver como a história vai terminar, isto é, como Jonas fica irritado com o Senhor porque é muito misericordioso e porque cumpre o contrário daquilo que tinha ameaçado fazer pela boca do próprio profeta. Jonas repreende o Senhor: Senhor, não era talvez isso que dizia quando eu estava no meu país? Por esse motivo me apressei pra fugir a Társis, porque eu sei que tu és um Deus misericordioso e piedoso, vagaroso em irar-se, de grande amor e que se arrepende em relação ao mal ameaçado. Mais ou menos, Senhor, tira-me a vida: eu contigo não quero mais trabalhar porque para mim é melhor morrer do que viver”, prossegue o Papa. É melhor morrer que continuar esse trabalho de profeta contigo que, ao final, faz o contrário daquilo que me mandou fazer.

 

 

 

A indignação de Jonas pela misericórdia do Senhor

 

 

 

E ele sai da cidade, constrói uma cabana e de lá espera para ver o que o Senhor fará. Jonas esperava que Deus destruísse a cidade. O Senhor então fez crescer  um pé de mamona para lhe fazer sombra. Mas logo deixa que um verme roa a raiz da mamona e ela seque. Jonas fica novamente indignado com Deus por aquele pé de mamona. “Tiveste compaixão de uma planta”, diz a ele o Senhor, pela qual não fizeste nenhum esforço,  e “eu não deveria ter compaixão de uma grande cidade como Nínive?”

 

 

 

Aquele diálogo entre o Senhor e Jonas é entre dois obstinados, observa o Papa:

 

 

 

Jonas, obstinado com suas convicções de fé e o Senhor obstinado em sua misericórdia: ele nunca nos deixa. Bate na porta do coração até o fim, está lá. Jonas, obstinado porque concebia a fé com condições; Jonas é o modelo daqueles cristãos "desde que", cristãos com condições. "Eu sou cristão, mas desde que as coisas sejam feitas assim" - "Não, não, essas mudanças não são cristãs" - "Isso é heresia" - "Isso não está certo" ... Cristãos que condicionam Deus, que condicionam a fé e a ação de Deus.

 

 

 

Os cristãos "desde que" têm medo de crescer

 

 

 

Francisco enfatiza que é este "desde que" que faz com que tantos cristãos se fechem "nas próprias ideias e acabem na ideologia: é o mau caminho da fé para a ideologia". "E hoje existem tantos assim" -  prossegue o Papa - e esses cristãos têm medo: "de crescer, dos desafios da vida, dos desafios do Senhor, dos desafios da história", apegados "às suas convicções, às suas primeiras convicções, às suas próprias ideologias”.

 

 


 

São os cristãos que – afirma ainda o Pontífice - "preferem a ideologia à fé" e se afastam da comunidade", têm medo de se colocar nas mãos de Deus e preferem julgar tudo, mas a partir da pequenez do próprio coração". E conclui - As duas figuras da Igreja, hoje:

 

 

A Igreja daqueles ideólogos que se escondem em suas próprias ideologias, ali, e a Igreja que mostra o Senhor que se aproxima de todas as realidades, que não sente repugnância: as coisas não causam repugnância ao  Senhor, os nossos pecados não lhe são repugnantes. Ele se aproxima para acariciar os leprosos, os doentes. Porque Ele veio para curar, veio para salvar, não para condenar.

 

 

Fonte:https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-10/papa-francisco-missa-santa-marta-8-outubro-2019-profeta-jonas.html?fbclid=IwAR3L1eELKkfNmTvCIm-zQqleYrDHkX3BitLzT5ub73LeqBeTNyoF_iQvmS0

 

 

 


 

Papa: a defesa da vida não é ideologia, é uma realidade humana

 

 

 

O Pontífice deu uma pausa nas catequeses sobre as bem-aventuranças para recordar neste dia 25/03/2020, a Solenidade da Anunciação do Senhor e os 25 anos da Encíclica Evangelium vitae, de São João Paulo II.

 

 

(Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano)

 

 

 

“O Evangelho da vida” este foi o sugestivo título da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (25/03/2020).

 

 

 

Realizada mais uma vez na “modalidade coronavírus”, na Biblioteca Apostólica, o Pontífice deu uma pausa nas catequeses sobre as bem-aventuranças para recordar neste dia 25 a Solenidade da Anunciação do Senhor e os 25 anos da Encíclica Evangelium vitae, de São João Paulo II.

 

 

 

Contexto de pandemia que ameaça a vida

 

 

 

“O elo entre a Anunciação e o ‘Evangelho da vida’ é íntimo e profundo, como destacou São João Paulo II na Encíclica”, ressaltou o Papa. E hoje, “nos encontramos a relançar este ensinamento no contexto de uma pandemia que ameaça a vida humana e a economia mundial”.

 

 

Como todo anúncio evangélico, prosseguiu o Pontífice, também este deve ser, antes de tudo, testemunhado:

 

 

“E penso com gratidão ao testemunho silencioso de tantas pessoas que, de várias maneiras, estão se sacrificando a serviço dos doentes, dos idosos, de quem é só e mais indigente. Colocam em prática o Evangelho da vida, como Maria que, ao acolher o anúncio do anjo, foi ajudar a prima Isabel.”

 

 

A ameaça à vida repercute no coração da Igreja, não é ideologia

 

 

 

A vida que somos chamados a promover e defender não é um conceito abstrato, salientou o Papa, mas se manifesta sempre numa pessoa em carne e osso. E toda ameaça à dignidade e à vida humanas repercute no coração da Igreja, nas suas “vísceras” maternas.

 

 

“A defesa da vida para a Igreja não é uma ideologia, mas uma realidade humana. Envolve todos os cristãos. Porque são cristãos, são humanos. Não é uma ideologia.”

 

 

 

E as ameaças existem, desde novas formas de escravidão às legislações que nem sempre tutelam a vida mais vulnerável. “A mensagem da Encíclica Evangelium vitae, portanto, é mais do que nunca atual”, disse Francisco.

 

 

Para além das emergências, como esta que estamos vivendo, se trata de agir no plano cultural e educativo para transmitir às futuras gerações a atitude da solidariedade, do cuidado e do acolhimento.

 

 

 

“Queridos irmãos e irmãs, toda vida humana, única e irrepetível, constitui um valor inestimável. Isto deve ser anunciado sempre novamente, com a coragem da palavra e a coragem das ações.”

 

 

 

Francisco então concluiu com o apelo feito pelo santo polonês 25 anos atrás:

 

 

“Respeita, defende, ama e serve a vida, cada vida humana! Unicamente por esta estrada, encontrarás justiça, progresso, verdadeira liberdade, paz e felicidade!”

 

 

Fonte:https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/papa-francisco-audiencia-geral-anunciacao-evangelho-da-vida.html?fbclid=IwAR0pwfAd9gQaMI3YL2o_Zo8ZNCVeAcl04YoqsnQHNeR-uVyRQD3TYtDDTek

 

 

 

O que pensa o Papa Francisco sobre a ideologia de gênero?

 

 

(Rodrigo Luiz dos Santos – Canção Nova)

 

 

 

Sobre a  ideologia de gênero nas escolas, Francisco diz que “é terrível”. Para Bento XVI, “esta é a época do pecado contra Deus Criador”

 

 

 

Esse assunto, mais uma vez, passou despercebido por muitos! Por que os jornais, as grandes TVs não falam sobre esse assunto? Será que seus patrocinadores são os mesmos das cartilhas de ideologização?

 

 

O tema da ideologia de gênero nas escolas foi abordado em uma reunião com bispos poloneses, durante a viagem do Papa Francisco, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia, na Polônia:

 

 

 

Muitos problemas escondem ideologias. São verdadeiras colonizações ideológicas presentes na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina, na África, na Ásia. “E uma delas – digo-a claramente por ‘nome e apelido’ – é o gênero! Hoje, às crianças – às crianças! –, nas escolas, ensina-se isto: o sexo, cada um pode escolhê-lo”, denunciou. O Pontífice acrescentou que, essa forma organizada de ideologização, está presente em cartilhas bancadas por pessoas e instituições, apoiadas por países muito influentes, “e isso é terrível”, afirmou.

 

 

 

 

 

Francisco citou uma conversa que teve com o Papa Emérito, Bento XVI:

 

 

“Ele está bem e tem um pensamento claro”, acrescentou. “Dizia-me ele: ‘Santidade, esta é a época do pecado contra Deus Criador’, contou. Tal afirmação é inteligente, seguindo a lógica de que Deus criou o homem e a mulher; Deus criou o mundo assim, assim e assim; e nós estamos a fazer o contrário. Deus deu-nos um estado ‘inculto’ para que o fizéssemos tornar-se cultura; depois, com esta cultura, fazemos as coisas que nos levam ao estado ‘inculto’! Devemos pensar naquilo que disse o Papa Bento: ‘É a época do pecado contra Deus Criador’! E isto ajudar-nos-á”, explicou o Papa Francisco.

 

 

 

Esse assunto quase não aparece nas principais manchetes e não é comentado por personalidades, no entanto, em meu livro “Papa Francisco às Famílias”, resgatei o assunto que pode ser consultado facilmente no site do Vaticano. O tema é tão sério, que Papa Francisco o comparou a uma ação nazista. A partir de uma necessidade da população, tais ideologias encontram oportunidades de entrar e fortalecer-se por meio das crianças. Ditaduras do século passado, como a Juventude Hitleriana, fizeram o mesmo, causando sofrimentos e tirando a liberdade de muitas pessoas. Impérios colonizadores buscam tirar a identidade das pessoas e impor uma igualdade.

 

 

 

Educação

 

 

 

Em 1995, uma Ministra da Educação pediu um grande empréstimo para construir escolas para os pobres. “Deram-lhe o empréstimo com a condição de que, nas escolas, houvesse um livro para as crianças de certo grau de escolaridade. Era um livro escolar, um livro didaticamente bem preparado, onde se ensinava a teoria do gênero. Essa senhora precisava do dinheiro do empréstimo, mas havia aquela condição. Sagaz, disse que sim, e fez preparar outro livro, tendo dado os dois, e assim resolveu o problema”, contou o Pontífice.

 

 

 


O Papa explicou o motivo da colonização ideológica ser perigosa:

 

 

“invadem um povo com uma ideia que não tem nada a ver com o povo; com grupos do povo, sim; mas não com o povo. E colonizam o povo com uma ideia que altera ou quer alterar uma mentalidade ou uma estrutura”.

 

 

Nosso papel de pais é termos uma postura ativa na educação de nossos filhos, acompanhando o que estão recebendo nas escolas, ajudando nas tarefas, transmitindo os ensinamentos de nossa fé. É preciso também que nos responsabilizemos em cooperar na educação dos amiguinhos de nossos filhos.

 

 

A Igreja espera que sejamos promotores do que é bom e defendamos a família de tudo o que atenta à sua identidade e missão.

 

 

Fonte:https://formacao.cancaonova.com/atualidade/ideologiadegenero/o-que-pensa-o-papa-francisco-sobre-ideologia-de-genero/?fbclid=IwAR0RrXZpx1ygiVFNC7kaq5whwtFDgyuDI9OIKrYImkIH5CWyw2L2JDWf7a4

 

 

 

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APOSTOLADO BERAKASH: “A mera veiculação, ou reprodução de matérias e entrevistas deste blog não significa, necessariamente, adesão às ideias neles contidas. Tal material deve ser considerado à luz do objetivo informativo deste blog, não sendo a simples indicação, ou reprodução a garantia da ortodoxia de seus conteúdos. Os comentários devem ser respeitosos e relacionados estritamente ao assunto do post. Toda polêmica desnecessária será prontamente banida. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, de maneira alguma, a posição do blog. Não serão aprovados os comentários escritos integralmente em letras maiúsculas, ou CAIXA ALTA. A edição deste blog se reserva o direito de excluir qualquer artigo ou comentário que julgar oportuno, sem demais explicações. Todo material produzido por este blog é de livre difusão, contanto que se remeta nossa fonte.”

 

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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