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Por que a pobreza interessa tanto a esquerda ? É porque eles são bonzinhos?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 7 de julho de 2018 | 21:51






“A grande verdade é que a burguesia socialista não ama o pobre. A burguesia socialista ama a pobreza do indivíduo. Deseja e cobra que o Estado e que a sociedade ofereçam dignidade ao pobre, porém, não aceita que o indivíduo se liberte da pobreza e se torne independente; repudia a possibilidade do pobre se tornar um agente capitalista e acabar se tornando seu vizinho. Em sua perversão ideológica, ignora que o desejo do pobre é também, fazer parte do sistema capitalista, ser patrão, ficar rico para poder comprar o que quiser e na quantidade que desejar, viver num bairro nobre e fazer compras em Miami...”(Rodrigo Constantino)




Sim, a doutrina de esquerda obriga todos a se conformarem com a miséria financeira e intelectual, vitimizando as massas, para que as mesmas sejam eternamente dependentes dos ditadores socialistas. Quanto mais miséria e falta de cultura, mais militantes de esquerda, ou seja, mais idiotas úteis dando poder à elite esquerdista.  As lideranças gostam tanto não dos pobres, mas da pobreza, que a única coisa que lhes interessa é multiplicá-los. No dia que acabar a pobreza, a esquerda perderá sua principal massa de manobra: os pobres.A esquerda defende a mitologia e lógica da pobreza e da favela porque sem ela, a esquerda não tem função. Ela não quer melhorar a vida do pobre, pois sem essa massa esfomeada seu centro de poder desaparece, a miséria e sua continuidade são necessárias para ela existir.Imagine se a miséria acabar, que papel terão os intelectuais da esquerda? Como farão suas fortunas sustentadas pela culpa dos demais? Não há esquerdismo possível que não seja burguês em origem, meios e fatos. Marx é o exemplo clássico do burguês teórico que nunca sujou as mãos no trabalho, mas imaginou como era trabalhar, e assim construiu sua teoria. E essa escola tem sido seguida à risca por milhares de seus seguidores de sofá.E as duas ideias, uma elite intelectual “progressista” que não sabe o que é ser pobre.






Nada mais velho do que a tentativa de nossa esquerda monopolizar as virtudes e os fins nobres, como se somente ela se preocupasse com os mais pobres e defendesse seus interesses. Na incapacidade de debater focando em argumentos e fatos, de rebater as acusações de seus “malfeitos” no poder, de responder sobre os infindáveis escândalos nos quais se vê envolvida, essa esquerda apela para o velho bordão de que faz tudo em defesa dos pobres e, portanto, goza de um salvo-conduto para os crimes de perpetuar-se no poder. O populismo precisa dos pobres como o poeta necessita da dor. Sem eles, os populistas não conseguem se perpetuar no poder, falando em nome dos pobres, enquanto enchem os bolsos e as contas no exterior de dinheiro sujo, desviado do orçamento público. Para que os populistas transformem a “coisa pública” em “cosa nostra”, faz-se necessária a existência de uma gama de pessoas carentes e ignorantes, desesperadas por esmolas e direitos sem dever algum. O pobre é só seu mascote, seu instrumento de “trabalho”, sua argila a ser moldada de forma a permitir o enriquecimento e o acúmulo de poder por parte da quadrilha. A quadrilha dos ricos socialistas que exploram os pobres, usando o socialismo, o discurso igualitário, o populismo, a retórica messiânica, como entorpecentes para garantir sua permanência no poder.Usurpam a esperança dos incautos e abusam de sua estupidez para viverem como os nababos capitalistas que condenam nos discursos hipócritas. Agem como os piores coronéis nordestinos do passado,e do presente.



A NOVA ROUPAGEM DA ESQUERDA: A ESQUERDA DEMOCRÁTICA



O socialismo revolucionário foi um fracasso tão evidente, tão grandioso, que essa esquerda carnívora precisou se adaptar e incluir a democracia em seus discursos. Apenas em seus discursos.Ou seja, mais Gramsci e menos Lenin era o recado da turma. O poder seria conquistado pelas vias democráticas, e uma vez lá, a esquerda iria derrubar todos os pilares que sustentam a democracia (que merece tal nome). Acabaria com a independência da imprensa, compraria a oposição, distribuiria esmolas para comprar o voto dos mais pobres de forma populista, ofereceria rios de dinheiro para as grandes empresas em troca de apoio e financiamento de campanha, praticaria estelionatos eleitorais e aparelharia toda a máquina estatal.



Mas a democracia em si, aquela que exige pluripartidarismo, divisão e descentralização de poderes, pesos e contrapesos, limites constitucionais e uma opinião pública livre, continuava sendo o inimigo dessa esquerda. Lula mesmo disse que a democracia era uma “farsa”, apenas um meio para chegar ao poder. A esquerda socialista jamais teve apreço pela democracia; ela a enxerga somente como um trampolim para tomar conta dos bolsos e mentes dos cidadãos, tratados como súditos.



Pois bem, o resultado é conhecido. Os “bolivarianos” do Foro de SP, ou “socialistas do século XXI”, ou simplesmente comunistas sob nova embalagem, chegaram ao poder em vários países latino-americanos. Fizeram um enorme estrago na Venezuela, o mais avançado rumo ao totalitarismo antidemocrático que miram na prática. Quase destruíram a Argentina, hoje sob o comando de um liberal que vem revertendo gradualmente a lambança. Tomou o Equador, a Bolívia. E claro, avançou bastante no Brasil.

 Existe uma esquerda democrática?

Sim, existe. Chama-se social-democracia, respeita os valores básicos elencados acima, e prega um modelo de bem-estar social dentro das regras do jogo democrático. Sou, naturalmente, um grande crítico dessa esquerda, por entender que seus meios não geram os resultados desejados. Mas respeito seus representantes, que participam de forma civilizada do debate democrático de ideias.

CONCLUSÃO:

A ignorância sobre os fatores que perpetuam a pobreza alimenta políticas de cunho invejoso e rancoroso, que não apenas destroem ainda mais a economia, como também, e consequentemente, perpetuam ainda mais a pobreza. Enquanto as pessoas se mantiverem ignorantes sobre intervenções econômicas que perpetuam a pobreza, bem como sobre as consequências de medidas tributárias implantadas exatamente com a desculpa de se aliviar essa pobreza, charlatães e políticos espertalhões continuarão se esbaldando. Eles são justamente aquilo que acusam os partidos liberais e conservadores de serem. Fazem seus ataques diante de um espelho, como lhes ensinou Lenin. Abusam dos mais ignorantes, exploram a miséria alheia, compram todos que estão à venda, e tudo isso em nome da “democracia”, o que os torna muito piores do que fascistas declarados. 



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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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