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Enfim mais uma maçante CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA em 2017: “Biomas brasileiros e defesa da vida”

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 21 de novembro de 2016 | 18:25








Não adianta a CNBB querer tapar o sol com a peneira, mas a realidade é que muitos católicos ficam perplexos com os temas das CAMPANHAS DA FRATERNIDADE BRASILEIRAS. Discutir ecologia , saneamento básico, esgoto e políticas públicas, com um povo sedento de Deus a busca-lo nas seitas já que não o encontram e nem falam d’Dle, pois o confundem com Marx, Lula e CIA LTDA, dentro dos templos. Dentre as dezenas de razões para o rechaço a mais ouvida é que a CF tem o intuito de desviar o espírito da Quaresma para ocupar cátedras e púlpitos para uma pregação meramente social e política, quase sempre alinhada ao bom-mocismo do politicamente correto transformando a Igreja Católica em mais um ONG “engajada”. Atitude esta condenada pelo Papa Francisco na Evagelium Gaudiun.





Dizem os perplexos e inquietos que, para os promotores da CF, é mais importante discutir sobre ecologia, esgoto e água, que tratar sobre a proteção da vida nascente e o pecado hediondo do aborto, mais importante cuidar do córrego sujo que do manancial de sangue dos milhares de cristãos, católicos ou não, perseguidos não só na Síria pelos muçulmanos, mais importante que banir e entregar à justiça canônica e civil sacerdotes pedófilos, mais importante que cuidar dos inúmeros casos e denúncias sobre a péssima formação sacerdotal e a corrompida doutrina instilada nalguns seminários e servida à mão-cheia nos púlpitos, mais importante que suspender sacerdotes que não temem desfilar com bandeiras partidárias e bonezinhos de sindicatos, partidos políticos e do MST, mais importante que se levantar contra a eugenia que se instala contra os prováveis e futuros microcéfalos, mais importante que limpar e sanear a PJ de todo a doutrina marxista que está às claras, a cultura depravada da homoafetividade. Enfim, é mais fácil falar do social do que da necessidade de conversão.




E quando um padre, ou leigo esclarecido se levanta contra estas questões candentes ele é tachado de “não está em comunhão com a Igreja” ou, “não está em comunhão com a Diocese” ou “não está em comunhão com o presbitério”. Conversa fiada de que detêm o poder, mas não detêm a razão. Senhoras e Senhoreso mal e o pecado continuam ser mal e pecado mesmo que todos digam que não, ou não queiram dar-lhe a devida atenção, querendo dosar a pílula tornando-se amigo dele e até o defendendo.




O que ocorre com tal padre, ou leigo, na melhor das hipóteses é ser ostracizado pelos “companheiros”. Consultando minha consciência e os ditames da Santa mãe Igreja a quem sirvo vejo-me na obrigação de esclarecer aos fiéis algumas coisas:



Há uma dezena de anos atrás constatou-se que quem comandava as cordinhas da CNBB eram seus assessores, todos sem exceção alinhados ao socialismo- comuno-psolista-petista.





Nos dias atuais já não se pode culpar os assessores uma vez que, com a clareza do sol do meio dia, até um cego vê o alinhamento majoritário dos bispos a todo esquerdismo militante no Brasil e América Latina. Basta recordar o episódio no ano de 2014 da morte do líder do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, pranteado na página da CNBB pelo então Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo U. Steiner, como “Exemplo de cristão na política”. Era muita vela pra pouco defunto. Plínio de Arruda Sampaio era defensor aguerrido do Aborto, do coletivismo, do estatismo comunista e de todas as mazelas intrínsecas ao comunismo já condenado pela Igreja, mas para Dom Steiner era um modelo de cristão.É muito comum nestas paróquias lideradas por estes padres militantes, os católicos ouvirem estes disparates na Oração dos Fiéis como: 

 

“Rezemos para que o poder público dê os devidos cuidados ao saneamento, etc, e coisas do tipo...”


Quando foi pra conseguir assinaturas para a Reforma Política proposta por entidades de esquerda e ONGS esquerdistas patrocinadas com dinheiro público, a CNBB não teve  nenhuma perda de tempo e escrúpulos de fazer correr nas paróquias as listas para as assinatura e em quantas missas os senhores párocos fizeram verdadeira campanha pela tal Reforma Política. Baste o gesto lacaio e subserviente da visita da presidência da CNBB à Presidente num sinal de “estamos juntos, companheira!”. Da mesma CNBB não se vê uma linha de apóio explícto ao Judiciário e à Operação Lava Jato, que tenta desmantelar a quadrilha que se instalou e só lá permaneceu tanto tempo por apoio implícito e explícito de tal entidade.



Recordo a todos que:



A CF é uma iniciativa anual da Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB), e não da Igreja Universal, que nos obrigue a acatar cegamente, correndo o risco de excomunhão.A CNBB como qualquer Conferência de Bispos no mundo inteiro não é orgão da Igreja Católica, não a dirige. Os dirigentes da Igreja Católica são respectivamente cada um dos Bispos diocesanos em suas dioceses. O Arcebispo Primaz do Brasil que é o Arcebispo de São Salvador da Bahia detêm o título honorífico e pode sim convocar um Concílio Plenário para sanar as mazelas, incluindo as da CNBB. Em cada Província Eclesiástica o arcebispo detêm o poder de convocar os bispos das dioceses sufragâneas e presidir o Concílio Regional para sanar as mazelas locais. Infelizmente em virtude dos bispos Primazes e Arcebispos faltarem com seu papel é que a CNBB tomou para si tais funções.




A CF é uma proposta de reflexão, não uma imposição doutrinária obrigatória. Para que algo que ela tenha decidido se torne obrigatório a todos os católicos é necessário que todos estes pontos listados baixo sejam observados: 




a) Aconteça uma Assembléia Geral na qual a questão é decidida e não seja a decisão de uma comissão delegada.


b) Haja o consentimento de todos os bispos (não tem nenhum valor a decisão de uma comissão ou de um grupo restrito).


c) Seja redigida uma Ata na qual conste o conteúdo e o consentimento de todos os bispos.


d) Tal Ata seja enviada ao Papa que a aprova ou não.


e) Somente então a decisão passa ter valor de lei.


Portanto nenhum presbítero (padre), diácono, leigo e até mesmo bispo, se não concorda, tem de dar seu assentimento e implantação em sua paróquia ou diocese da CF se antes ela não seguiu os trâmites acima para se tornar lei geral e comum. E isto não significa que não se está em comunhão com a Igreja, apenas que não se concorda com a proposta imposta por uma mera comissão da CNBB que é um órgão de reunião de bispos da Igreja do Brasil e não da Igreja Universal.


Minha opinião particular é resguardada pela Constituição Federal e pelo Código de Direito canônico:


Os leigos de um modo geral já não suportam mais tal situação e dizem: “CNBB: Devolva-nos a nossa Quaresma”. Se os pastores não ouvem e não cuidam do rebanho vão acabar por perdê-lo para as seitas. CNBB, Senhores Bispos, Senhores padres, até quando irão tapar o sol com a peneira? Até quando iremos fazer de conta que estas CF’s que estão aí, de caráter meramente social, imanente e não transcendente, só afastam cada vez mais os fiéis? Digamos as coisas às claras, sejamos homens não subservientes e rastejantes ao erro.


Os católicos deveriam também pedir uma auditoria e prestação de contas de todas as entradas financeiras das coletas nacionais e, maximamente, do chamado Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) cujos próprios relatórios demonstram que o dinheiro dos fiéis, salvo honrosas e diminutas somas, é injetado em ONGs e sindicatos. Não se trata de algo interno, o FNS recebe uma contrapartida do BNDES, portanto passível sim de uma séria investigação do Ministério Público, e quem não deve não teme, já diz o ditado “popular”.


Por último, devemos cuidar sim da nossa casa comum, cuidar do meio ambiente, lutar por vida digna e qualidade de vida dos mais pobres, sim; mas não antepôr questões temporais àquelas que dizem respeito à salvação.

A figura deste mundo passa (1Cor 7, 31) e o que vale ao homem ganhar o mundo e perder a sua vida? (Marcos 8, 36). Não devemos nos conformar com este mundo, mas renovarmo-nos pela conversão a Deus e não às criaturas (Romanos 12, 2), pois são os pagãos que se preocupam com as coisas deste mundo: ” Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso.” (Mateus 6, 31-32)



Encerro com estas brilhantes palavras do Frei Franciscano Clodovis M. Boff:


“Certamente, a Igreja já fez, está fazendo muito no campo social, e precisará fazer mais ainda. Mas, é preciso que fique claro: não é essa a missão originária, "própria” da Igreja, como repete expressamente o Vaticano II (cf. GS 42,2; e ainda 40,2-3 e 45,1). A missão social é, antes, uma missão segunda, embora derivada, necessariamente, da primeira, que é de natureza "religiosa”. Essa lição nunca foi bem compreendida pelo pensamento laico. Foram os Iluministas que queriam reduzir a missão da Igreja à mera função social. Daí terem cometido o crime, inclusive cultural, de destruírem celebres mosteiros e proibido a existência de ordens religiosas, por acharem tudo isso coisa completamente inútil, mentalidade essa ainda forte na sociedade e até mesmo dentro da Igreja. Agora, se perguntamos: Qual é o maior desafio da Igreja?, Devemos responder: É o maior desafio do homem: o sentido de sua vida. Essa é uma questão que transcende tanto as sociedades como os tempos. É uma questão eterna, que, porém, hoje, nos pós-moderno, tornou-se, particularmente angustiante e generalizada. É, em primeiríssimo lugar, a essa questão, profundamente existencial e hoje caracterizadamente cultural, que a Igreja precisa responder, como, aliás, todas as religiões, pois são elas, a partir de sua essência, as "especialistas do sentido”. Quem não viu a gravidade desse desafio, ao mesmo tempo existencial e histórico, e insiste em ver na questão social "a grande questão”, está "desantenado” não só da teologia, mas também da história...”
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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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