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Todos os protestantes dizem que “NÃO PREGAM RELIGIÃO,OU DOUTRINAS”, e sim a Cristo, será verdade ?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 27 de setembro de 2016 | 15:58






É muito comum encontrar pessoas que tiveram a graça de nascer em uma família católica, mas que ainda não fizeram uma opção consciente pela sua fé, achando que tanto faz pertencer à Igreja Católica ou a qualquer outra comunidade cristã, mesmo que seja protestante. 



Afinal, por que somos católicos, e não protestantes seguidores de Lutero ?



Em primeiro lugar, é importante entender como e por que os protestantes se separaram da Igreja Católica. O século XVI foi um período muito difícil, principalmente por conta do fenômeno do “renascimento”, que foi o retorno do paganismo à cultura da Europa. Com a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos, muitas pessoas que viviam no Oriente vieram para o Ocidente, levando manuscritos não só da filosofia clássica, como também da mitologia grega. Imersos nas histórias e valores da Antiguidade pagã, os homens dessa época , também os da Igreja , experimentaram um arrefecimento na fé. O clero encontrava dificuldades para viver o celibato e era constantemente envolvidos por jogos de poder, com preocupações políticas e mundanas, mais do que com a própria salvação e do rebanho lhes confiados.




Os reformadores protestantes, como Martinho Lutero, João Calvino e Ulrich  Zwinglio, vendo a triste situação em que se encontravam os homens da Igreja, quiseram empreender uma mudança, mas, no fim, acabaram mutilando a Igreja. Eles tentaram fazer uma reforma prescindindo da fé apostólica de sempre da Igreja, e acabaram criando um dualismo, pelo qual aceitavam apenas uma certa Igreja invisível, mas rejeitavam qualquer instituição visível, que não passaria de criação humana.



É por isso que os protestantes não ficam escandalizados quando um pastor briga com outro e decide fundar outra igreja. Para eles, Jesus veio a este mundo, deixou a sua mensagem, que está na Bíblia, e todos estão entregues à sua própria interpretação das Escrituras. 




Segundo a doutrina do livre exame de Lutero: Se não há nenhuma autoridade humana que interprete fielmente a Bíblia, então, todos se tornam autoridades legítimas para interpretá-la; cada crente é o seu próprio Magistério. Assim, a cada intérprete auto-autorizado da Bíblia, abre-se uma nova igreja, sem nenhum escrúpulo se a interpretação está ou não, conforme a doutrina dos apóstolos. Para entrar em contato com a Igreja invisível, que é a única que existe, segundo os protestantes, ou eles recorrem aos carismas, como fazem os pentecostais, ou à interpretação livre das Escrituras. Portanto, segundo o protestantismo as “igrejas visíveis” existem tão somente para que as pessoas congreguem e se ajudem mutuamente, mas nada disso é fundado por Deus, senão pelos homens.



No fim, toda essa doutrina protestante chega a um beco sem saída:


Pois, se tudo o que é visível não passa de invenção dos homens, o que dizer das Escrituras que, tendo como autor último o Espírito Santo, têm, no entanto, autores intermediários verdadeiramente humanos, de carne e osso? O que dizer das Escrituras, principalmente o Novo Testamento, que foram estabelecidas como verdadeiras justamente pela autoridade da Igreja Católica, como diz Santo Agostinho: “Ego vero Evangelio non crederem, nisi me catholicae Ecclesiae commoveret auctoritas (“Quanto a mim, não acreditaria no Evangelho se não me movesse a isso a autoridade da Igreja Católica” )? Ora, cortar da árvore do Credo a fé na Igreja é serrar o próprio galho em que se está sentado.



Para resolver o seu dilema, os protestantes acabaram se dividindo em duas correntes principais. A primeira, mais tradicional, crê que basta recorrer ao texto literal para se chegar à verdadeira interpretação da Bíblia. A experiência histórica comprova que esse método “realista” não funciona: milhares de protestantes ao redor do mundo interpretam de forma diferente as Escrituras. Para aceitar como verdadeiro o livre exame, ter-se-ia que admitir ou que Deus fala várias coisas divergentes entre si, o que não é possível, ou que todos, mesmo com opiniões contrárias, falam a verdade, o que é igualmente impossível, pois uma verdade não pode ser e não ser ao mesmo tempo, ou seja, se uma está certa, a outra está errada,pois não posso de dizer que claro e escuro é ao mesmo tempo a mesma coisa, ou que preto e branco é uma coisa só.Por isso, o livre exame é muito difícil de se sustentar.



Alguns teólogos, principalmente a partir do século XIX, vendo a fragilidade dessa doutrina, procederam à investigação histórica e científica das Escrituras, procurando identificar as interpolações, gêneros literários e acréscimos presentes na Bíblia. Ao fazê-lo, porém, esqueceram-se do todo coerente que são as Escrituras e fragmentaram-na em um “mosaico de pequenas teologias”. 


Olhando de longe para uma redutiva figura de “Jesus histórico”, perderam de vista a fé no Verbo que irrompeu na história dos homens. Enquanto eles olham para um Jesus distante e pensam que, quanto mais o tempo passa, menos precisos são seus apontamentos, nós, católicos, ao contrário, à medida que o tempo passa, temos cada vez mais certeza de nossa fé. Porque, ainda que os tempos, os lugares e os estilos mudem, uma só é a Palavra que sai da boca dos santos e doutores da Igreja: Jesus. De fato, nós cremos que a Palavra de Deus não é um livro, mas uma pessoa que “se fez carne e veio morar entre nós”. Cremos também que essa realidade da Encarnação continua na Igreja, que é o Corpo Místico de Cristo e o que garante a interpretação autêntica das Sagradas Escrituras.



Olhando para o organismo vivo da Igreja, para os seus Concílios e Papas, para a vida dos santos e todos os seus ensinamentos, é impossível não dirigir uma imensa ação de graças a Deus, por nos dar a graça de ser como crianças no ombro de gigantes. Que alegria é ser católico e saber que não é preciso inventar um novo caminho, mas já existe um, deixado por Cristo e muito bem “pavimentado, iluminado e policiado” pelos santos e doutores da Igreja de Deus.



De fato, a verdadeira história da Igreja é feita por esses homens e mulheres que devotaram toda a sua vida à vontade de Deus. Muitos querem estudar a história eclesiástica, mas o fazem a partir das personagens corruptas e pecadoras, que foram justamente as primeiras a trair a Igreja. Ora, qualquer pessoa que se proponha a contar a história da própria família, fá-lo-á narrando os episódios de quem entregou o seu sangue por ela ou contando as histórias dos que a abandonaram? Quem se propõe a conhecer a arquitetura, começa estudando os prédios que caíram ou os que deram certo? Do mesmo modo, não se estuda a história da Igreja senão pela via dos santos e mártires, que entregaram a sua vida por ela.A religião protestante, no entanto, não acredita na santidade. Eles se recusam a crer que um ser humano possa se santificar em vida ou mesmo ser invocado após a sua morte, ignorando que nada, absolutamente, pode nos separar do amor de Cristo.


Uma só é a Igreja de Cristo, e é aquela fundada por Cristo e entregue a Pedro (Mateus 16,18) e não a Lutero 1.500 anos depois.Não existem várias, apenas uma. Enquanto os próprios protestantes assumem que as congregações a que pertencem são meras fundações humanas, nós, católicos, cremos firmemente que a Igreja Católica é de instituição divina e que nenhuma das fragilidades e dos pecados dos homens pode macular a sua santidade real, concreta e visível nos Sacramentos, na doutrina e na vida de seus santos. E cremos que esse organismo vivo existe e continuará a existir até o fim dos tempos, porque “as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.


Não creio portanto, que alguém que se auto defina como ex católico que algum dia tenha sido verdadeiramente católico e conhecedor da sã doutrina da Salvação Católica Apostólica Romana, coluna e sustentáculo da verdade (I Tim 3,15),depõem desta forma, falsos testemunhos dizendo que encontraram a salvação em alguma “igreja evangélica”.Os verdadeiros católicos já encontraram Jesus e a Salvação na Igreja que Ele mesmo nos deu (conf. Mateus 16,18), e não podem abandonar a Comunhão com Deus, seu Criador e Salvador, a não ser que nunca tenham comungado, de fato, com a fé apostólica de Senhor Jesus Cristo revelada aos apóstolos e seus legítimos sucessores.



Enumeramos abaixo apenas algumas incoerências desta afirmação protestante em dizerem que “pregam unicamente a Cristo e não Igrejas, religião, ou doutrinas”:




O princípio protestante e não bíblico ensinado por Lutero de “só a Bíblia” (Sola Scriptura):



Nada mais falso do que esse princípio. Os cristãos do primeiro século não dispunham de Bíblia. E nem os cristãos dos séculos seguintes. Na verdade, os cristãos só puderam contar com a Bíblia para consulta, como hoje, muitos anos depois da invenção da imprensa, que só aconteceu no ano de 1455. E detalhe: Ela não caiu do Céu já prontinha com Zíper e tudo, como pensam os protestantes, levaram-se séculos de debates, com inclusão e exclusões de livros, até ela chegar ao atual formato, quando nem ao menos existia protestantismo. A formação do cânone bíblico se deu gradualmente. Foi formado num período aproximado de 1 500 anos. As descobertas do mar Morto e Massada mostram que entre os antigos judeus ainda não havia um cânon bíblico fixo ou instituído, que só veio depois do século I a criar corpo, e mesmo assim com muitas divergências. Estudiosos como Leonard Rost, dizem que o Cânone Hebraico de 39 livros, só foi realmente fixado no Concílio de Jâmnia em 100 d.C., embora nesse mesmo concílio livros como o de Ester, Daniel, Cântico dos Cânticos, ficaram de fora do cânon, que só veio a ser fixado mesmo no século IV.Leonard Rost afirma que tais decisões demoraram muito para serem aceitas e até hoje não tiveram aceitação em muitas comunidades judaicas; como o caso dos judeus do Egito, quem tem um cânon semelhante ao católico e ortodoxo.



O Concílio Judaico de Jâmnia rejeitou todos os livros e demais escritos e considerando-os como apócrifos, ou seja, não tendo evidências de inspiração por Deus e fonte de fé, tanto quanto da verdadeira autoria. Houve muitos debates acerca da aprovação de certos livros, como Ester e Cântico dos Cânticos, conforme registro da Mishná. A tese de que o trabalho desse Concílio foi apenas ratificar aquilo que já era aceito pela grande maioria dos judeus através dos séculos, carece de fundamento científico e é rejeitada pela majoritariamente pelos especialistas.


Até os primeiros quatro séculos, na igreja antiga, não havia um parecer oficial sobre o cânon do Antigo Testamento. As opiniões eram muito diversas. Pais da Igreja como Melito, Cipriano e Rufino de Aquileia postulavam pelo Cânon Hebraico (com 39 livros, excluindo os deuterocanônicos). Já Ireneu, São Justino e Santo Agostinho defendiam o Cânon Alexandrino (com 46 livros, incluindo os Deuterocanônicos). Jerônimo começou negando a canonicidade dos Deuterocanônicos, embora os tenha incluindo em sua Vulgata. Escritos seus posteriores mostram que esta sua posição inicial foi revista, é o que se verifica em sua Carta a Rufino e outra a Paulino, Bispo de Nola.


No final do século IV, Concílios Ecumênicos reafirmaram o cânon alexandrino. É o caso dos concílios de Roma (382 d.C., dando origem ao cânon damasceno), Hipona I (cânon 36, 393 d.C.), Cartago III (cânon 47, 397 d.C), Cartago IV (cânon 24, 417 d.C.) e Trullo (cânon 2, 692 d.C.). Um documento conhecido como Decreto Gelasiano (496 d.C.) também opta pelo cânon alexandrino.As igrejas orientais também fizeram sua opção pelo cânon alexandrino, adotando a Septuaginta como a versão oficial do Antigo Testamento.Desta forma, depois do século IV, o cânon alexandrino havia obtido aceitação ampla em toda a Igreja: no Ocidente com as versões da Vetus Latina e a Vulgata e no Oriente com a Septuaginta.No início do século XV, um grupo dissidente da Igreja Copta (de crença monofisista), conhecidos como "jacobitas", questionou o cânon alexandrino entre outras coisas. Em 1441, o Concílio Ecumênico de Florença, através da bula Cantate Domino (4 de fevereiro de 1442) reafirmou o caráter canônico do cânon alexandrino.



Com a Reforma Protestante em 1540, Lutero voltou a questionar o caráter canônico dos Deuterocanônicos do Antigo e trechos e livros Novo Testamento como a carta aos Hebreus, Tiago - II Pedro - II João - III João - Judas - Apocalipse de João, negando inclusive seu caráter eclesiástico, pois para ele estes livros eram contrários à fé. Em 1545, foi convocado o Concílio de Trento, que novamente reafirmou o caráter canônico do cânon alexandrino através do Cânone de Trento.No início, não houve consenso entre os protestantes sobre o cânon do Antigo e Novo Testamento. O rei Jaime I da Inglaterra, responsável pela famosa tradução KJV (King James Version), defendia que os Deuterocanônicos deveriam continuar constando nas bíblias protestantes. Logo depois a Igreja Ortodoxa Russa resolveu deixar como facultativa a aceitação ou não do cânon alexandrino. 


Segundo o historiador da igreja primitiva, o bispo Eusébio de Cesareia (século IV), os apóstolos e os evangelistas nunca tiveram em mente deixar qualquer coisa por escrito (note que a grande maioria dos apóstolos nada escreveu), quando o fizeram foram forçados por situações especiais, como a impossibilidade de se encontrar com alguma comunidade, por exemplo.



O NOVO TESTAMENTO CONFIRMADO PELA IGREJA CATÓLICA


Como no Antigo Testamento, a tradição cristã afirma que homens inspirados por Deus escreveram aos poucos os livros que compõem o cânone do Novo Testamento. No ano 100 d.C., todos os 27 livros canônicos do Novo Testamento estavam escritos, porém não havia ainda uma lista autorizada dos livros que o compunham. Assim como o cânon do Antigo Testamento, o cânon do Novo Testamento levou muitos séculos para ser fixado. Em nenhum escrito do Novo Testamento consta uma lista autorizada dos livros que devem ser considerados sagrados. Somente em II Pedro 3,15-16, o Apóstolo Pedro afirma que os escritos do apóstolo Paulo de Tarso são escrituras sagradas, mas não os relaciona e nem informa quais seriam os outros livros sagrados.


A referência mais antiga que se tem sobre o cânon do Novo Testamento se encontra em um manuscrito descoberto pelo sacerdote italiano Ludovico Antonio Muratori no século XVIII, datado do século II. Por causa do nome de seu descobridor, este documento ficou conhecido como Cânon de Muratori. Neste escrito estão relacionados os quatro evangelhos, as cartas paulinas , a Epístola de Judas e I e II João e o Apocalipse. Não são relacionadas as epístolas aos Hebreus, de Tiago e nem I e II Pedro.



Muitas controvérsias existiram para se reconhecer o caráter canônico de livros como Hebreus, Tiago, Judas, Apolocalipse, II e III João e II Pedro. Por esta razão alguns estudiosos os chamam de Deuterocanônicos do Novo Testamento.Da mesma forma, outros livros já estiveram no cânon Novo Testamento, porém depois foram rejeitados. É o caso da Primeira Carta de Clemente aos Coríntios (século I) e o Pastor de Hermas (século II). São os chamados antilegomena.



A lista completa dos livros do Novo Testamento conforme existe hoje aparece pela primeira vez na Epístola 39 de Santo Atanásio de Alexandria para a Páscoa de 367 d.C.Esta mesma lista foi confirmada por documentos posteriores como o Decreto Gelasiano, e os cânones dos concílios de Hipona, Cartago III e IV.



A definição oficial dos livros do Novo Testamento, realizado pela Igreja Católica, no século IV quando São Jerônimo realizou a compilação completa da bíblia, acabou com os questionamentos sobre a canonicidade dos livros deuterocanônicos do Novo Testamento, questão esta que só reapareceria com o surgimento da Reforma Protestante, onde através do Concílio de Trento, no primeiro período (1545-48), a Igreja se viu obrigada a reafirmar através de decretos baseados nos concílios anteriores, o cânon sagrado do Novo Testamento, também com os 27 livros que temos hoje.



Durante a Reforma Protestante, Martinho Lutero demonstrou dúvida quanto à autoria e canonicidade de alguns livros do Novo Testamento: Hebreus, Tiago, Judas e o Apocalipse. No entanto sem mais evidências da não autenticidade da mensagem, ao traduzir o Novo Testamento para o alemão em 1522, Lutero traduziu esses livros perfazendo ao todo 27 livros que temos hoje.Então, será que o Senhor Jesus esperaria quase um milênio e meio para revelar sua verdadeira doutrina para o mundo? Se assim fosse, Ele teria mentido, pois disse antes de partir para o martírio que estaria com a sua Igreja até o fim do mundo (conf. Mateus 28, 19-20).



Para que a Bíblia fosse a única fonte de revelação, como afirmam os protestantes, seria no mínimo necessário que ela mesmo se proclamasse assim em algum lugar, o que não é o caso, pelo contrário. A Bíblia diz que a Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1 Tim 3, 15), e não as Escrituras.


A Bíblia diz que as Escrituras são ÚTEIS para instruir, mas nunca diz, em versículo algum, que somente as Escrituras instruem, ou que só o que as Escrituras dizem é que vale como base para a fé. Isso é uma invenção humana sem nenhum fundamento. E a Bíblia também diz que devemos guardar a Tradição (conf. 2 Tessalonicenses 2, 15 e 2 Tessalonicenses 3, 6, entre outros), porém, contrariando a Bíblia, os “evangélicos” rejeitam a Tradição.



O princípio protestante não bíblico de “Só a fé salva”


A mesma Bíblia ensina que a fé sem obras é morta, na Epístola de Tiago (2, 14-26). A mesma Bíblia ensina que o cristão deve perseverar até o fim para ser salvo (Mt 24, 13). E ainda acrescenta que seremos julgados, todos, por nossas ações boas ou más. Existem várias passagens que dão conta de um julgamento futuro e, sendo assim, é falso que alguém aqui na terra já esteja salvo só porque “aceitou Jesus”. Não basta ir à frente de uma assembleia e levantar o dedo dizendo “Aceito Jesus como meu Senhor e Salvador” para ganhar o Céu. Não, não. É preciso muito mais do que isso. Conversão não é da boca para fora: é preciso que cada um tome a sua cruz e siga o Senhor, que, aliás, nunca prometeu prosperidade para quem o seguisse.Portanto, é totalmente mentirosa a afirmação de que basta ter fé para ser salvo. Ora, se bastasse a fé para ser salvo os demônios estariam salvos, pois eles também creem (Tiago 2, 19).



Embora Lutero seja o fundador de todas as igrejas evangélicas que existem hoje, por que os protestantes não são todos luteranos? 



Ora se os protestantes  reconhecem que Lutero é um homem falível, como é possível a um “evangélico” ter tanta certeza de que os princípios que ele inventou sejam dignos de confiança absoluta, e até mais do que o que ensina a única Igreja que tem mais de 2.000 anos e instituída diretamente por Jesus Cristo?(Mateus 16,18).O próprio Lutero contestou o Papa de sua época, e decretou que não se deve confiar num sacerdote. Mas ele mesmo era um ex-sacerdote católico. Então, se ele mesmo se descarta como pessoa confiável, quem é tolo o suficiente para dar crédito ao que ele disse ou escreveu?



Uma denominação evangélica não é igual a outra em matéria de fé. Isso é fato pois:



Umas batizam crianças, outras não;
Umas admitem o divórcio, outras o repudiam;
Umas aceitam mulheres como “pastoras”, outras não;
Umas praticam a “santa ceia”, outras não;
Umas ensinam que devemos guardar o sábado, outras não;
Algumas ensinam a teologia da prosperidade, outras a repudiam;



Por aí vai… Tem “bispo evangélico” por aí defendendo até o aborto, só porque a Igreja Católica é (claro) contra! É comum ouvirmos frases como estas: “Nesta ‘igreja’ está o verdadeiro caminho”, ou “Deus levantou este ministério” ou ainda “a tua vitória está aqui”. Mais comum ainda é os “pastores” dizerem que as igrejas deles são “ungidas”… Ora, se todas essas igrejas ditas “evangélicas” são tão diferentes entre si, e a Verdade é uma só, como é possível um “evangélico” ter certeza que está na caminho certo, ou que o seu “pastor” está pregando a “Verdade”, se existem tantos outros “pastores” (que também dizem seguir a Bíblia e afirmam que são “ungidos”) que discordam dele?



Cada membro da Igreja Protestante pode interpretar a Bíblia do jeito que quiser, segundo a tese protestante de Lutero. 



Mas todos nós sabemos que os protestantes não concordam com outro protestante coisas. Muitas vezes divergem entre si mais do que convergem. Se cada qual interpreta a Bíblia do seu jeito, e nem poderia ser diferente, então, como é possível um “evangélico” ter a certeza de que está certo na sua interpretação? E por quê meu Deus, por quê apenas a interpretação da Igreja Católica é que está totalmente errada, em tudo? Essa é a mais cruel de todas as incoerências das “igrejas” ditas “evangélicas”: praticamente todas elas se reservam o direito de criticar umas às outras, mas todas são unânimes em criticar a Igreja Católica! O mais incrível é não percebem que, agindo assim, estão cumprindo as profecias bíblicas do próprio Senhor Jesus Cristo: “Sereis odiados de todos por causa do meu Nome” (Lucas 21, 17); “Bem aventurados sereis quando, mentindo, disserem toda espécie de mal contra vós, por amor ao meu Nome” (Mateus 5, 11-12).







Nos acusam de idolatria, mas os pastores e seus membros se ajoelham e se prostram diante de réplicas da Arca da Antiga Aliança, porém, eles não chamam esses pastores de “idólatras”. Só os católicos são chamados assim. Eles idolatram até lencinhos embebidos no suor de alguns pastores mas não acham que isso é idolatria. Em algumas denominações, acontece a distribuição de lembrancinhas, sabonetinhos para espantar “olho gordo”, vidrinhos de óleo “ungido”, “rosas consagradas”, etc, etc… Mas nada disso, para eles, é idolatria. Somente os católicos é que são idólatras. Todos pensam assim, porque todos sofreram a mesma lavagem cerebral, que é muito difícil de reverter.



A interpretação pessoal da Bíblia por cada “crente” e “pastor” afronta claramente a Bíblia. De acordo com a santa Palavra de Deus, interpretação alguma é de caráter individual. Examinar a Bíblia não é o mesmo que interpretá-la. Posso examinar uma pessoa e lhe informar que encontrei uma mancha na sua pele. Mas o diagnóstico deve ser feito pelo médico, e não por mim, que sou leigo.



Placa de “Igreja não importa” e “igreja não salva”



Todo “crente” diz em alto e bom som: “Igreja não salva ninguém”. Ora, se igreja não salva ninguém e cada um pode interpretar a Bíblia pessoalmente, para quê frequentar alguma denominação? Quando ocorre algum escândalo envolvendo algum “pastor”, o crente também diz: “Olha para Jesus e não para o pregador”. Mas se o pregador ensina tolices e princípios contrários ao verdadeiro cristianismo, por que eu deveria ouvir o que ele diz? Não é possível “olhar para Jesus” assim. Pelo contrário, isso só vai colocar em risco a minha alma! Se cada crente pode interpretar pessoalmente a Bíblia, se “igreja” não salva ninguém e o pastor não é confiável (ele é só um homem falível), então por que os “evangélicos” continuam dando tanto crédito aos pregadores?






Evangelização ou PROSELITISMO ?



E se cada um de fato pode interpretar a Bíblia a partir da sua leitura pessoal, que conta com a assistência do Espírito Santo, por que ao invés de pregar não se imprimem Bíblias e se distribui à população? Ora, se basta ter fé para ser salvo e se cada um pode ser o próprio intérprete da Bíblia, para que servem as denominações, os cultos, os “pastores”, as pregações, livros, CDs e DVDs? Ao invés dos milhões em dízimos e ofertas, que sustentam toda uma estrutura que é desnecessária (afinal todos os que crerem já estão salvos…), por que não reunir esses recursos e construir gráficas e mais gráficas para a impressão de Bíblias e distribuí-las para todos aqueles que não conhecem Jesus?



Eu digo porquê: porque os “pastores” se encarregam de passar a sua interpretação pessoal da Bíblia aos ingênuos que os seguem. E essa interpretação é deturpada e não tem nada a ver com a Mensagem original nos Evangelhos. Os “evangélicos” pensam que entendem a Bíblia, mas na verdade tudo o que eles conhecem é a interpretação pessoal deste ou daquele “pastor”.




Se cada protestante pode interpretar a Bíblia e se todas as interpretações estão corretas, mesmo que sejam todas diferentes entre si, por quê só a interpretação católica está errada? 



Ora isto é uma contradição, pois se a Bíblia só pode ser interpretada se a pessoa está sob o rótulo de “evangélico”, nesse caso, o que salva não é a fé, é o rótulo. E se for assim, ao contrário do que eles afirmam, a placa da igreja ou o rótulo de “evangélico” é que salva.


Pela visão protestante, milhares e milhares de denominações estão corretas nas suas interpretações bíblicas, mesmo que sejam diferentes entre si. Todas elas estão certas e apenas uma está errada, que seria a Igreja Católica. Justamente a primeira igreja que existiu é que não conta com a assistência do Espírito Santo. Nesse caso, Jesus mentiu quando disse que os portais do inferno não prevaleceriam contra a Igreja (Mat 16, 18) pois o inferno teria triunfado contra a Igreja Católica, e também quando disse que estaria com a sua Igreja até o fim do mundo: Ele só se faz presente para quem carrega o rótulo de protestante e segue a interpretação da bíblia conforme Lutero.



A oração do Pai Nosso é bíblica. Foi ensinada pelo Senhor Jesus. O “evangélico” a repudia. Por quê? Para não parecer católico!O “crente” protestante jura defender a Bíblia, mas é o primeiro a não obedecê-la.Ele decidiu que não irá recitar o Pai Nosso e fim de papo. E pior. Quem o faz está errado, ainda que esteja obedecendo à Bíblia. O crente se acha melhor do que Jesus. Jesus fez a oração do Pai Nosso e orientou os apóstolos a rezarem desta forma, mas o “evangélico” acha errado.


Com relação a Maria, Isabel, que ficou cheia do Espírito Santo com a visita de dele e  chamou-a de “mãe do meu Senhor”. O crente protestante a chama de “mulher como outra qualquer”.Isabel, recebeu o Espírito Santo com a chegada de Maria, grávida de Jesus Cristo, Deus Todo-Poderoso. O “evangélico” fica cheio de ira quando se menciona o nome de Maria, muito estranho isto.João Batista estremece no ventre de Isabel ao ouvir a voz de Maria. O crente se enfurece quando ouve o nome Maria.A Bíblia diz que Maria será chamada de bem aventurada por toda as gerações. O crente a chama de mulher pecadora como qualquer outra.O protestante rasga os Textos Sagrados. E jura defender a Bíblia. Seguem o que querem e desprezam o que não lhes interessa.O crente acredita no que deseja. E rejeita tudo que é católico. Sempre dois pesos e duas medidas.O pastor falou que teve uma visão e todo mundo engole. Nessa hora o “biblicamente” ou “a Palavra de Deus” não tem qualquer importância.


Pergunta-se: Jesus fundou o quê ? Uma Igreja ? Uma religião ? Ou Jesus não inaugurou nada ?



Se Jesus não fundou nada, o que significam as palavras: “Sobre ti edificarei a minha igreja” ?(Mateus 16,18).Se Jesus fundou a Igreja Católica sobre Pedro, por que você protestante não adere a ela ?

A salvação uma vez “obtida” pode ser perdida ?



Se você acha que salvação não pode ser perdida, pergunta-se:Se todos estão salvos e salvação não pode ser perdida, e é fato que uns chamam aos outros de hereges, inclusive gerando inúmeras e contínuas divisões, podemos dizer que heresia não condena ninguém ao inferno ?Se heresia não leva ninguém ao inferno, podemos dizer que não faz diferença o Cristo que se prega ou o Cristo que se pretende seguir ?Se heresia não condena ninguém e a salvação está restrita aos grupos protestantes, ainda que escandalosamente divergentes entre si, podemos dizer que o importante para a salvação é tão e somente levantar o dedo em qualquer denominação protestante e “aceitar” Jesus ?Se todos estão salvos a partir do “aceitar” Jesus, por que precisam de pastores, templos, cultos, pregações, dvd’s, música Gospel e dízimos ? O que pode ser mais importante do que a salvação ?Se a salvação não pode ser perdida, estando todos os grupos protestantes salvos, independentemente do cristianismo que abraçaram, que diferença faz pagar ou não dízimos ? Escutar ou não música Gospel ?Alguém fica mais ou menos salvo se praticar ou não todas estas coisas ?




O grupo que se auto denomina como os “Sem Igreja” se diz salvo também. E você o que acha ? Eles estão salvos ou condenados ?



Se os “sem igreja” estão salvos, tal como aqueles que frequentam denominações, podemos dizer que igrejas protestantes não servem para nada já que não são essenciais para a salvação ?O mesmo grupo dos “Sem Igreja” justifica sua decisão em função de que constatou diversas heresias nas milhares de denominações protestantes.Pergunta-se: Os “Sem Igreja” tomaram a decisão correta em abandonar as igrejas por suas práticas heréticas ?




E os que permaneceram nas igrejas que praticam heresias ? Estão salvos ou condenados ?Qual dos grupos está salvo ? Os “Sem Igreja” ou os “Com milhares de Igrejas”? Qual dos grupos está interpretando a Bíblia corretamente ?



Se nem todos estão interpretando corretamente a Bíblia, seria correto para um protestante afirmar que nem todos são assistidos pelo Espírito Santo quando fazem a leitura da Bíblia ?Como o protestante distingue quem está ou não sendo assistido pelo Espírito Santo ?Qual é o critério bíblico para que se faça tal distinção ?Quantos Espíritos Santos existem ? Pode um mesmo Espírito Santo dar a cada denominação ou cada crente teologias e direções diferentes ?




Por que fundam tantas igrejas se eles mesmo dizem que igreja não salva ninguém ?



Se todos dizem que Lutero foi necessário para consertar os “erros” do catolicismo, por que todos estes grupos não permaneceram com Lutero ? 


Lutero foi levantado por DEUS ou pelo Diabo ?
Se foi por DEUS, por que não permaneceram com Lutero ?
Se foi pelo Diabo, por que lhe dão ouvidos e o têm por mestre e ídolo ?




Se alguns dizem que mesmo antes de Lutero já existiam grupos que se opunham a “opressão” da Igreja Católica e segundo a tese protestante tais grupos representam a Igreja primitiva, pergunta-se:Como é possível a Igreja primitiva, que não tinha Bíblia, gritar em alto e bom som o dogma de Lutero “Só a Bíblia”? Como é possível aos que se dizem representantes atuais da igreja primitiva utilizarem a Bíblia como única fonte de revelação se a Bíblia não existia no tempo da Igreja primitiva ? Como é possível como vimos acima, que foi a Igreja Católica que confirmou os atuais livros do Novo Testamento, e os que se dizem representantes da igreja primitiva aceitarem a Bíblia de Lutero que foi produzida a partir da Bíblia produzida pela Igreja Católica que seria a Grande Babilônia ?




Se todos os grupos, crentes e denominações são inspiradas pelo Espírito Santo na leitura da Bíblia, pergunta-se: Por que tantas divisões e doutrinas diferentes ?Por que precisam de pastores se cada um pode interpretar a Bíblia pessoalmente com a “assistência” do Espírito Santo ?Portanto, pela tese protestante, é prudente que não se dê ouvidos ao pregador ou palestrante, mas que cada qual faça a sua leitura particular da bíblia.





Pergunta-se ainda: Como o protestante sabe que a Bíblia é a única fonte de revelação se a própria Bíblia nada fala a respeito ?



Onde está na Bíblia a definição de que a Bíblia protestante é a Bíblia que se deve seguir ?Onde está na Bíblia a definição de João Ferreira de Almeida como tradutor insuspeito e infalível?De onde o protestante parte para ter certeza de que sua Bíblia está correta em número de livros, aqueles que são inspirados são realmente os corretos? Quem definiu estes livros?




Como pretende o protestante convencer a um católico de sua doutrina, se ele mesmo começa sua pregação dizendo que não há um homem infalível em matéria de fé e doutrina, e, portanto, ele acaba negando a si próprio ?E se conforme os protestantes não há homens infalíveis em matéria de fé e doutrina, por que os protestantes confiam nos conceitos e doutrina de Lutero, que é a base do Protestantismo?



Considerando que a Bíblia diz em I Tim 3,15 que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade, portanto, sem a coluna e sustentáculo a verdade não se firma, pergunta-se: De que Igreja a Bíblia está falando ?Por que ao mesmo tempo que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade o protestante a considera como desnecessária para a salvação ? Se a igreja em questão é a tal da igreja “invisível” criada pelos protestantes, pergunta-se onde está o texto bíblico que define a Igreja invisível ?Se a igreja invisível é a reunião de todos aqueles que creem em Jesus Cristo, pergunta-se por que apenas os católicos estão fora desta igreja invisível se a Bíblia nem mesmo define aqueles que dela fazem parte ?


Marque com um (x) aquele que prega o Cristo verdadeiro:

( )O pregador do aborto?
( )O pregador que anuncia a teologia da prosperidade?
( )O pregador que prega o “ministério” do patrocínio, a determinação bíblica e o débito automático?
( )O pregador do trízimo, ofertas, carnês e campanhas?
( )O pregador do divórcio?
( )O pregador do casamento entre pessoas do mesmo sexo?
( )O pregador que diz que Cristo virá ainda mais duas vezes à terra?
( )O pregador que diz que o batismo não é necessário?
( )O pregador que diz não existe Trindade e que Cristo não é Deus?
( )O pregador que diz que a alma não ressuscita e não fica consciente após a morte mas, tirando uma soneca?


Qual deles é seu “irmão” em Cristo ?Se você fosse obrigado a escolher, você ficaria com alguma destas igrejas ou com a Igreja Católica de Santo Agostinho e São Tomás Aquino com seus 2.000 anos, concílios e mais de duzentos e tantos papas ?


Se você fosse alguém que procurasse viver retamente a Palavra de DEUS e frequentasse uma denominação protestante séria e tivesse que chamar alguém de irmão em Cristo, qual dos candidatos abaixo mereceria este título ?


1)- Um católico praticante que leva uma vida santa ?
2)- Um membro de uma igreja que pratica a teologia da prosperidade e só pensa em uma vida fácil, abençoada e sem tribulações?
3)- Um membro de uma igreja que casa pessoas do mesmo sexo?



Sobre Lutero, veja o que ele disse e responda ao final:



“Eu estou, da manhã à noite, desocupado e bêbado. Você me pergunta por que eu bebo tanto, por que eu falo tão galhardamente e por que eu como tão frequentemente? É para pregar uma peça ao diabo que se pôs a me atormentar. É bebendo, comendo, rindo, nessa situação, e cada vez mais, e até mesmo cometendo algum pecado, à guisa de desafio e desprezo por Satanás, procurando tirar os pensamentos sugeridos pelo diabo com o auxílio de outros pensamentos, como, por exemplo, pensando numa linda moça, na avareza ou na embriaguês, caso contrário ficarei muito raivoso.” (Lutero - Marie Carré, Jai choisi lunité – D.P.F., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).”



“Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte, de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: “Que fez, então, com ela?”, depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve de fornicar antes de morrer.” (Tischreden, nº 1472, ed. Weimer, 11, 107)”.



“Quem não crê como eu é destinado ao inferno. Minha doutrina e a doutrina de Deus são a mesma. Meu juízo é o juízo de Deus” (Weimar, X, 2 Abt, 107)



Conhecendo agora alguns dos mais famosos apontamentos de Lutero, seria possível afirmar que Lutero era um homem comum sujeito a erros e pecados ?


Se é possível a Lutero cometer erros e, alguns bem graves, seria lícito supor que ele também pudesse cometer equívocos em sua avaliação sobre a Igreja Católica e seus dogmas ?


Não seria mais prudente a qualquer protestante antes de criticar e caluniar a Igreja Católica conhecer não só as obras de Lutero, fundador do protestantismo, mas também procurar conhecer um pouco mais de catolicismo em fontes neutras?



Sobre a leitura da Bíblia, pergunta-se:



Se todos os crentes estão salvos e salvação não pode ser perdida, independentemente do Cristo que se segue e da interpretação bíblica que cada um faz, perguntamos que diferença faz ou não ler a Bíblia ?


Se tanto faz ser ou não herege, bastando ter aceitado a Jesus em tempo protestante para alcançar salvação, que diferença faz conhecer ou não a Bíblia ? Que diferença faz segui-la ou não ?


Sobre a Eucaristia que somente os católicos praticam, o que significam as palavras de Jesus: “…minha carne é verdadeiramente comida. Meu sangue é verdadeiramente bebida”?



Você ficaria com o ‘verdadeiramente’ de Jesus Cristo ou com o ‘relativamente’ dos pastores protestantes ?



Onde está na Bíblia que o verdadeiramente de Jesus Cristo significa que verdadeiramente não é verdadeiro ?

Você ficaria neste caso com Jesus Cristo, ou com pregador protestante ?


Você já leu na bíblia a profecia que diz que Maria seria proclamada Bem Aventurada por todas as gerações ?



Você acha que Bem Aventurada significa que ela pode ser desprezada e taxada de impura, uma qualquer, entre outros apelidos ? É nisto que você acredita ?


Em Genesis a Bíblia diz que DEUS poria inimizade entre os descentes da mulher e os descendentes da serpente. Pergunta-se que mulher é esta que foi descrita em Genesis ?




Você protestante é descendente desta Mulher do Gênesis, ou não ?


Se você não é descendente de Mulher e não aceita Maria, você é descendente de quem, se a Bíblia é clara?Todos nós somos descendentes de alguém. E a Bíblia só nos trás duas opções. Ou somos descendentes da mulher ou somos descendentes da serpente.



A Bíblia diz que não haverá perdão para o pecado contra o Espírito Santo. A Bíblia fala precisamente em blasfêmia. Pergunta-se: o que é a blasfêmia contra o Espírito Santo ?


Em que situações seria possível blasfemar contra o Espírito Santo ?


Você pode explicar isso pela Bíblia ?


Você sabe o que é e quais são os pecados contra o Espírito Santo ? Você leu em algum livro ? Tá na bíblia estes pecados, ou foi algum pastor que te disse?...Então você está me dizendo que para conhecer os pecados contra o Espírito Santo você teve que sair da Bíblia ?




Jesus deu poder aos apóstolos para perdoar e reter pecados de outros. O texto é claro.O que significa então para você reter pecados ?



Você aceitaria que um apóstolo só pode reter pecado de alguém se este vier a lhe confessar ?É possível algum apóstolo perdoar ou reter pecado de outro sem conhecê-lo ? E por que você não se confessa a um ministro ordenado legitimamente por Deus ?


Alguns protestantes contradizendo-se e descredenciando tudo aquilo que eles próprios defendem, chegam ao extremo absurdo quando afirmam que será salvo quem melhor interpretar a Bíblia. Pasmem!!!, mas é isto mesmo que muitos protestantes afirmam!!!


Depois de tão eloquente sacrifício na cruz é como se Jesus viesse a nos dizer:



“Vire-se !!! Trate de ler a Bíblia que será produzida algum dia por Lutero 1.500 anos depois de mim.Leia, interprete e faça suas escolhas. Escolha denominações, doutrinas e pastores. E quem não puder ler ou entender que se dane.”


Perguntamos:


Quem salva afinal? É Jesus ou a nossa Inteligência ? Somos salvos por méritos próprios a partir da nossa “melhor” interpretação?Para que serviu o sacrifício de Jesus na Cruz se no final cada qual deve interpretar e julgar todas as coisas por si só ?




Dizem os protestantes que não foi Cristo sobre Pedro, mas Constantino que fundou a Igreja Católica. Negam que a Igreja Católica tenha sido fundada pelo Senhor Jesus Cristo. Dizem ainda os protestantes que Lutero foi um homem levantado por DEUS para corrigir os erros do Catolicismo.




Ora, se a Igreja Católica é obra de homens, como é possível ao protestante abraçar a reforma protestante de Lutero 1500 anos depois como divina ? e qual destas contraditórias igrejas como vimos acima é que é a verdadeira? E se Lutero surgiu no mundo 1.500 anos após o início da era cristã, você realmente acredita que Jesus Cristo esperou tanto tempo para instituir sua igreja na terra ? É nisto que você acredita ?



Você acredita que o mundo ficou sem cristianismo e sem igreja por 1.500 anos ? E de onde partiu a Bíblia de Lutero se não havia cristianismo por 1.500 anos ?



E se a Igreja Católica tivesse aderido as teses de Lutero ? ou seja, renunciado ao papado, tirado os livros da bíblia que Lutero não gostava, e interpretando também a bíblia livremente, por certo não haveria bíblia protestante. Como seria possível a você ter em mãos o Novo Testamento que não fosse este atual que você tem em mãos e definido pela Igreja Católica ? Como afirmar então que a Igreja Católica está errada?




Imagine agora que se não tivesse ocorrido reforma protestante alguma, e a Igreja  católica tivesse acatado todas as heresias de Lutero. Pergunta-se: de que igreja você faria parte hoje em dia ?




Você iria me dizer que pertence a uma igreja anterior a Lutero ?, qual ? que provas históricas você pode apresentar?


Embora a Bíblia proíba divisão, o protestante acredita que Lutero tinha o direito de fazer o que fez. Lutero contestou o catolicismo. Calvino contestou Lutero. Outros contestaram Calvino. Outros contestam Macedo, outros contestam Soares e outros contestam Batistas, Adventistas, Anglicanos, pentecostais ou neopentecostais.Pergunta-se: Considerando que uns podem contestar os outros, nós católicos estamos autorizados a não aderir às teses protestantes ?É lícito a nós, ou, apenas os protestantes podem se auto contestarem e chamarem uns aos outros de hereges ?



Se algum protestantes nos convencer de entrar para o protestantismo, qual das mais 50.000 denominações protestantes deveremos abraçar ?


As que batizam, ou as que não batizam ?

As que acatam o divórcio, ou àquelas que o repudiam ?

A Que se ajoelha e cultua a arca da aliança ?

A qual delas devemos aderir de maneira que não sejamos chamados de hereges pelas outras denominações protestantes?



Para finalizar, vamos falar das boas obras da fé (E não da lei Mosaica):



O protestante diz praticamente que as obras não servem para nada. Lutero disse que o texto de Tiago é palha morta.Pergunta-se:Protestante, você concorda com Lutero quando ele diz que é “palha morta” o texto de Tiago que ensina que a Fé sem obras é morta ?


O que Jesus quis dizer quando afirma: “A verdadeira religião é visitar órfãos e viúvas” ?


O que significa o que Jesus disse: “Tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber…” ?



Você realmente acredita que a assistência aos mais necessitados é coisa apenas para os governos, e que os Cristãos não devem se meter com isto?



A que conclusão você chegou?



Os protestantes realmente pregam unicamente a Cristo?, ou as doutrinas heréticas, duvidosas, inconstantes e divididas de Lutero ?





"As Igrejas Protestantes têm apenas: canções, louvores, adorações, orações, e a presença espiritual de Jesus de onde duas ou mais pessoas se reúnem em seu nome. As Igrejas Católicas têm: canções, louvores, adorações, orações, a presença espiritual de Jesus de onde duas ou mais pessoas se reúnem em seu nome, o memorial de sua paixão, no Santo Sacrifício da Missa, os SETE SACRAMENTOS instituídos pelo próprio Cristo, e a sua presença REAL na Eucaristia" (Dr. Scott Hahn – Ex pastor protestante, convertido à Igreja Católica).




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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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