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Você já foi chamado de FASCISTA ? Afinal o Fascismo se identifica melhor com a Direita ou Esquerda ?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 23 de novembro de 2015 | 12:40







Todo mundo sabe que o termo fascista é hoje pejorativo; um adjetivo frequentemente utilizado para se descrever qualquer posição política da qual o orador não goste.  Não há ninguém no mundo atual propenso a bater no peito e dizer:


"Sou um fascista; considero o fascismo um grande sistema econômico e social."







Porém, afirmo que, caso fossem honestos, a vasta maioria dos políticos, intelectuais e ativistas do mundo atual teria de dizer exatamente isto a respeito de si mesmos.






O fascismo é o sistema de governo que carteliza o setor privado, planeja centralizadamente a economia subsidiando grandes empresários com boas conexões políticas, exalta o poder estatal como sendo a fonte de toda a ordem, nega direitos e liberdades fundamentais aos indivíduos e torna o poder executivo o senhor irrestrito da sociedade.



Tente imaginar algum país cujo governo não siga nenhuma destas características acima.  Tal arranjo se tornou tão corriqueiro, tão trivial, que praticamente deixou de ser notado pelas pessoas.  Praticamente ninguém conhece este sistema pelo seu verdadeiro nome.



É verdade que o fascismo não possui um aparato teórico abrangente:


Ele não possui um teórico famoso e influente como Marx.  Mas isso não faz com que ele seja um sistema político, econômico e social menos nítido e real. 




O fascismo também prospera como sendo um estilo diferenciado de controle social e econômico.  E ele é hoje uma ameaça ainda maior para a civilização do que o socialismo completo.  Suas características estão tão arraigadas em nossas vidas — e já é assim há um bom tempo — que se tornaram praticamente invisíveis para nós.



E se o fascismo é invisível para nós, então ele é um assassino verdadeiramente silencioso:


Assim como um parasita suga seu hospedeiro, o fascismo impõe um estado tão enorme, pesado e violento sobre o livre mercado, que o capital e a produtividade da economia são completamente exauridos.  O estado fascista é como um vampiro que suga a vida econômica de toda uma nação, causando a morte lenta e dolorosa de uma economia que outrora foi vibrante e dinâmica.



As origens do fascismo:



A última vez em que as pessoas realmente se preocuparam com o fascismo foi durante a Segunda Guerra Mundial.  Naquela época, dizia-se ser imperativo que todos lutassem contra este mal.  Os governos fascistas foram derrotados pelos aliados, mas a filosofia de governo que o fascismo representa não foi derrotada.  Imediatamente após aquela guerra mundial, uma outra guerra começou, esta agora chamada de Guerra Fria, a qual opôs o capitalismo ao comunismo.  O socialismo, já nesta época, passou a ser considerado uma forma mais branda e suave de comunismo, tolerável e até mesmo louvável, mas desde que recorresse à democracia, que é justamente o sistema que legaliza e legitima a contínua pilhagem da população.



Enquanto isso, praticamente todo o mundo havia esquecido que existem várias outras cores de socialismo, e que nem todas elas são explicitamente de esquerda.  O fascismo é uma dessas cores.



Não há dúvidas quanto às origens do fascismo:


Ele está ligado à história da política italiana pós-Primeira Guerra Mundial.  Em 1922, Benito Mussolini venceu uma eleição democrática e estabeleceu o fascismo como sua filosofia. 


Mussolini havia sido membro do Partido Socialista Italiano.Todos os maiores e mais importantes nomes do movimento fascista vieram dos socialistas.  O fascismo representava uma ameaça aos socialistas simplesmente porque era uma forma mais atraente e cativante de se aplicar no mundo real as principais teorias socialistas.  Exatamente por isso, os socialistas abandonaram seu partido, atravessaram o parlamento e se juntaram em massa aos fascistas.



Foi também por isso que o próprio Mussolini usufruiu uma ampla e extremamente favorável cobertura na imprensa durante mais de dez anos após o início de seu governo.  Ele era recorrentemente celebrado pelo The New York Times, que publicou inúmeros artigos louvando seu estilo de governo.  Ele foi louvado em coletâneas eruditas como sendo o exemplo de líder de que o mundo necessitava na era da sociedade planejada.  Matérias pomposas sobre o fanfarrão eram extremamente comuns na imprensa americana desde o final da década de 1920 até meados da década de 1930.



Qual o principal elo entre o fascismo e o socialismo? 


Ambos são etapas de um continuum que visa ao controle econômico total, um continuum que começa com a intervenção no livre mercado, avança até a arregimentação dos sindicatos e dos empresários, cria leis e regulamentações cada vez mais rígidas, marcha rumo ao socialismo à medida que as intervenções econômicas vão se revelando desastrosas e, no final, termina em ditadura.O que distingue a variedade fascista de intervencionismo é a sua recorrência à ideia de estabilidade para justificar a ampliação do poder do estado.  Sob o fascismo, grandes empresários e poderosos sindicatos se aliam entusiasticamente ao estado para obter estabilidade contra as flutuações econômicas, isto é, as expansões e contrações de determinados setores do mercado em decorrência das constantes alterações de demanda por parte dos consumidores.  A crença é a de que o poder estatal pode suplantar a soberania do consumidor e substituí-la pela soberania dos produtores e sindicalistas, mantendo ao mesmo tempo a maior produtividade gerada pela divisão do trabalho.



Os adeptos do fascismo encontraram a perfeita justificativa teórica para suas políticas na obra de John Maynard Keynes.  Keynes alegava que a instabilidade do capitalismo advinha da liberdade que o sistema garantia ao "espírito animal" dos investidores.  Ora guiados por rompantes de otimismo excessivo e ora derrubados por arroubos de pessimismo irreversível, os investidores estariam continuamente alternando entre gastos estimuladores e entesouramentos depressivos, fazendo com que a economia avançasse de maneira intermitente, apresentando uma sequência de expansões e contrações.Keynes propôs eliminar esta instabilidade por meio de um controle estatal mais rígido sobre a economia, com o estado controlando os dois lados do mercado de capitais.  De um lado, um banco central com o poder de inflacionar a oferta monetária por meio da expansão do crédito iria determinar a oferta de capital para financiamento, e, do outro, uma ativa política fiscal e regulatória iria socializar os investimentos deste capital.



Em uma carta aberta ao presidente Franklin Delano Roosevelt, publicado no The New York Times em 31 de dezembro de 1933, Keynes aconselhava seu plano:



“Na área da política doméstica, coloco em primeiro plano um grande volume de gastos sob os auspícios do governo.  Em segundo lugar, coloco a necessidade de se manter um crédito abundante e barato.Com estas sugestões posso apenas esperar com grande confiança por um resultado exitoso.  Imagine o quanto isto significaria não apenas para a prosperidade material dos Estados Unidos e de todo o mundo, mas também em termos de conforto para a mente dos homens em decorrência de uma restauração de sua fé na sensatez e no poder do governo. (John Maynard Keynes, "An Open Letter to President Roosevelt," New York Times, December 31, 1933 in ed. Herman Krooss, Documentary History of Banking and Currency in the United States, Vol. 4 (New York: McGraw Hill, 1969), p. 2788.)



Keynes se mostrou ainda mais entusiasmado com a difusão de suas ideias na Alemanha.  No prefácio da edição alemã da Teoria Geral, publicada em 1936, Keynes escreveu:



“A teoria da produção agregada, que é o que este livro tenciona oferecer, pode ser adaptada às condições de um estado totalitário com muito mais facilidade do que a teoria da produção e da distribuição sob um regime de livre concorrência e laissez-faire. (John Maynard Keynes, "Prefácio" da edição alemã de 1936 da Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, traduzido e reproduzido in James J. Martin, Revisionist Viewpoints (Colorado Springs: Ralph Myles, 1971), pp. 203?05.)



Controle estatal do dinheiro, do crédito, do sistema bancário e dos investimentos é a base exata de uma política fascista:


Historicamente, a expansão do controle estatal sob o fascismo seguiu um padrão previsível.  O endividamento e a inflação monetária pagaram pelos gastos estatais.  A resultante expansão do crédito levou a um ciclo de expansão e recessão econômica.  O colapso financeiro gerado pela recessão resultou na socialização dos investimentos e em regulamentações mais estritas sobre o sistema bancário, ambos os quais permitiram mais inflação monetária, mais expansão do crédito, mais endividamento e mais gastos.  O subsequente declínio no poder de compra do dinheiro justificou um controle de preços e salários, o qual se tornou o ponto central do controle estatal generalizado.  Em alguns casos, tudo isso aconteceu rapidamente; em outros, o processo se deu de maneira mais lenta.  Porém, em todos os casos, o fascismo sempre seguiu este caminho e sempre descambou no total planejamento centralizado.



Na Itália, local de nascimento do fascismo, a esquerda percebeu que sua agenda anticapitalista poderia ser alcançada com muito mais sucesso dentro do arcabouço de um estado autoritário e planejador.  Keynes teve um papel-chave ao fornecer uma argumentação pseudo-científica contra o laissez-faire do velho mundo e em prol de uma nova apreciação da sociedade planejada. 


Keynes não era um socialista da velha guarda.  Como ele próprio admitiu na introdução da edição nazista da Teoria Geral, o nacional-socialismo era muito mais favorável às suas ideias do que uma economia de mercado.



Características


Examinando a história da ascensão do fascismo, John T. Flynn, em seu magistral livro As We Go Marching, de 1944, escreveu:


“Um dos mais desconcertantes fenômenos do fascismo é a quase inacreditável colaboração entre homens da extrema-direita e da extrema-esquerda para a sua criação.  Mas a explicação para este fenômeno aparentemente contraditório jaz na seguinte questão: tanto a direita quanto a esquerda juntaram forças em sua ânsia por mais regulamentação.  As motivações, os argumentos, e as formas de expressão eram diferentes, mas todos possuíam um mesmo objetivo, a saber: o sistema econômico tinha de ser controlado em suas funções essenciais, e este controle teria de ser exercido pelos grupos produtores.Flynn escreveu que a direita e a esquerda discordavam apenas quanto a quem seria este 'grupo de produtores'.  A esquerda celebrava os trabalhadores como sendo os produtores.  Já a direita afirmava que os produtores eram os grandes grupos empresariais.  A solução política de meio-termo — a qual prossegue até hoje, e cada vez mais forte — foi cartelizar ambos.”



Sob o fascismo, o governo se torna o instrumento de cartelização tanto dos trabalhadores (desde que sindicalizados) quanto dos grandes proprietários de capital.  A concorrência entre trabalhadores e entre grandes empresas é tida como algo destrutivo e sem sentido; as elites políticas determinam que os membros destes grupos têm de atuar em conjunto e agir cooperativamente, sempre sob a supervisão do governo, de modo a construírem uma poderosa nação.



Os fascistas sempre foram obcecados com a ideia de grandeza nacional:


Para eles, grandeza nacional não consiste em uma nação cujas pessoas estão se tornando mais prósperas, com um padrão de vida mais alto e de maior qualidade.  Não.  Grandeza nacional ocorre quando o estado incorre em empreendimentos grandiosos, faz obras faraônicas, sedia grandes eventos esportivos e planeja novos e dispendiosos sistemas de transporte.Em outras palavras, grandeza nacional não é a mesma coisa que a sua grandeza ou a grandeza da sua família ou a grandeza da sua profissão ou do seu empreendimento.  Muito pelo contrário.  Você tem de ser tributado, o valor do seu dinheiro tem de ser depreciado, sua privacidade tem de ser invadida e seu bem-estar tem de ser diminuído para que este objetivo seja alcançado.  De acordo com esta visão, é o governo quem tem de nos tornar grandes.



Tragicamente, tal programa possui uma chance de sucesso político muito maior do que a do antigo socialismo:


“O fascismo não estatiza a propriedade privada como faz o socialismo.  Isto significa que a economia não entra em colapso quase que imediatamente.  Tampouco o fascismo impõe a igualdade de renda.  Não se fala abertamente sobre a abolição do casamento e da família ou sobre a estatização das crianças.  A religião não é proibida.Sob o fascismo, a sociedade como a conhecemos é deixada intacta, embora tudo seja supervisionado por um poderoso aparato estatal.  Ao passo que o socialismo tradicional defendia uma perspectiva globalista, o fascismo é explicitamente nacionalista ou regionalista.  Ele abraça e exalta a ideia de estado-nação.Quanto à burguesia, o fascismo não busca a sua expropriação.  Em vez disso, a classe média é agradada com previdência social, educação gratuita, benefícios médicos e, é claro, com doses maciças de propaganda estatal estimulando o orgulho nacional.O fascismo utiliza o apoio conseguido democraticamente para fazer uma arregimentação nacional e, com isso, controlar mais rigidamente a economia, impor a censura, cartelizar empresas e vários setores da economia, repreender dissidentes e controlar a liberdade dos cidadãos.  Tudo isso exige um contínuo agigantamento do estado policial.”



Sob o fascismo, a divisão entre esquerda e direita se torna amorfa:


Um partido de esquerda que defende programas socialistas não tem dificuldade alguma em se adaptar e adotar políticas fascistas.Sua agenda política sofre alterações ínfimas, a principal delas sendo a sua maneira de fazer marketing.



O próprio Mussolini explicou seu princípio da seguinte maneira:


"Tudo dentro do Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado".  Ele também disse: "O princípio básico da doutrina Fascista é sua concepção do Estado, de sua essência, de suas funções e de seus objetivos.  Para o Fascismo, o Estado é absoluto; indivíduos e grupos, relativos."



O futuro



Não consigo imaginar qual seria hoje uma prioridade maior do que uma séria e efetiva aliança anti-fascista.  De certa maneira, ainda que muito desconcertada, uma resistência já está sendo formada.  Não se trata de uma aliança formal.  Seus integrantes sequer sabem que fazem parte dela.  Tal aliança é formada por todos aqueles que não toleram políticos e politicagens, que se recusam a obedecer leis fascistas convencionais, que querem mais descentralização, que querem menos impostos, que querem poder importar bens sem ter de pagar tarifas escorchantes, que protestam contra a inflação e seu criador, o Banco Central, que querem ter a liberdade de se associar com quem quiserem e de comprar e vender de acordo com termos que eles próprios decidirem, por aqueles que insistem em educar seus filhos por conta própria, por aqueles investidores, poupadores e empreendedores que realmente tornam possível qualquer crescimento econômico e por aqueles que resistem ao máximo a divulgar dados pessoais para o governo e para o estado policial.Tal aliança é também formada por milhões de pequenos e independentes empreendedores que estão descobrindo que a ameaça número um à sua capacidade de servir aos outros por meio do mercado é exatamente aquela instituição que alega ser nossa maior benfeitora: o governo.



Quantas pessoas podem ser classificadas nesta categoria? 


Mais do que imaginamos.  O movimento é intelectual.  É cultural.  É tecnológico.  Ele vem de todas as classes, raças, países e profissões.  Não se trata de um movimento meramente nacional; ele é genuinamente global.  Não mais podemos prever se os membros se consideram de esquerda, de direita, independentes, libertários, anarquistas ou qualquer outra denominação.  O movimento inclui pessoas tão diversas como pais adeptos do ensino domiciliar em pequenas cidades e pais em áreas urbanas cujos filhos estão encarcerados por tempo indeterminado e sem nenhuma boa razão.



E o que este movimento quer? 


Nada mais e nada menos do que a doce liberdade.  Ele não está pedindo que a liberdade seja concedida ou dada.  Ele apenas pede a liberdade que foi prometida pela própria vida, e que existiria na ausência do estado leviatã que nos extorque, escraviza, intimida, ameaça, encarcera e mata.  Este movimento não é efêmero.  Somos diariamente rodeados de evidências que demonstram que ele está absolutamente correto em suas exigências.  A cada dia, torna-se cada vez mais óbvio que o estado não contribui em absolutamente nada para o nosso bem-estar.  Ao contrário, ele maciçamente subtrai nosso padrão de vida.



Nos anos 1930, os defensores do estado transbordavam de ideias grandiosas:


Eles possuíam teorias e programas de governo que gozavam o apoio de vários intelectuais sérios.  Eles estavam emocionados e excitados com o mundo que iriam criar.  Eles iriam abolir os ciclos econômicos, criar desenvolvimento social, construir a classe média, curar todas as doenças, implantar a seguridade universal, acabar com a escassez e fazer vários outros milagres.  O fascismo acreditava em si próprio.Hoje o cenário é totalmente distinto.  O fascismo não possui nenhuma ideia nova, nenhum projeto grandioso — nem mesmo seus partidários realmente acreditam que podem alcançar os objetivos almejados. 


O mundo criado pelo setor privado é tão mais útil e benevolente do que qualquer coisa que o estado já tenha feito, que os próprios fascistas se tornaram desmoralizados e cientes de que sua agenda não possui nenhuma base intelectual real.



É algo cada vez mais amplamente reconhecido que o estatismo não funciona e nem tem como funcionar:


O estatismo é e continua sendo a maior mentira do milênio.  O estatismo nos dá o exato oposto daquilo que promete.  Ele nos promete segurança, prosperidade e paz.  E o que ele nos dá é medo, pobreza, conflitos, guerra e morte.  Se queremos um futuro, teremos nós mesmos de construí-lo.  O estado fascista não pode nos dar nada.  Ao contrário, ele pode apenas atrapalhar.



Por outro lado, também parece óbvio que o antigo romance dos liberais clássicos com a ideia de um estado limitado já se esvaneceu.  É muito mais provável que os jovens de hoje abracem uma ideia que 50 anos atrás era tida como inimaginável: a ideia de que a sociedade está em melhor situação sem a existência de qualquer tipo de estado.



Eu diria que a ascensão da teoria anarcocapitalista foi a mais dramática mudança intelectual ocorrida em minha vida adulta:



Extinta está a ideia de que o estado pode se manter limitado exclusivamente à função de vigilante noturno, mantendo-se como uma entidade pequena que irá se limitar a apenas garantir direitos essenciais, adjudicar conflitos, e proteger a liberdade.  Esta visão é calamitosamente ingênua.  O vigia noturno é o sujeito que detém as armas, que possui o direito legal de utilizar de violência, que controla todas as movimentações das pessoas, que possui um posto de comando no alto da torre e que pode ver absolutamente tudo.  E quem vigia este vigia?  Quem limita seu poder?  Ninguém, e é exatamente por isso que ele é a fonte dos maiores males da sociedade.  Nenhuma lei, nenhuma constituição bem fundamentada, nenhuma eleição, nenhum contrato social irá limitar seu poder.



Com efeito, o vigia noturno adquiriu poderes totais.  É ele quem, como descreveu Flynn, "possui o poder de promulgar qualquer lei ou tomar qualquer medida que lhe seja mais apropriada".  Enquanto o governo, continua Flynn, "estiver investido do poder de fazer qualquer coisa sem nenhuma limitação prática às suas ações, ele será um governo totalitário.  Ele possui o poder total".



Este é um ponto que não mais pode ser ignorado.  O vigia noturno tem de ser removido e seus poderes têm de ser distribuídos entre toda a população, e esta tem de ser governada pelas mesmas forças que nos trazem todas as bênçãos possibilitadas pelo mundo material.



No final, esta é a escolha que temos de fazer: o estado total ou a liberdade total


O meio termo é insustentável no longo prazo.  Qual iremos escolher?  Se escolhermos o estado, continuaremos afundando cada vez mais, e no final iremos perder tudo aquilo que apreciamos enquanto civilização.  Se escolhermos a liberdade, poderemos aproveitar todo o notório poder da cooperação humana, o que irá nos permitir continuar criando um mundo melhor.



Na luta contra o fascismo, não há motivos para se desesperar.  Temos de continuar lutando sempre com a total confiança de que o futuro será nosso, e não deles.O mundo deles está se desmoronando.  O nosso está apenas começando a ser construído.  O mundo deles é baseado em ideologias falidas.  O nosso é arraigado na verdade, na liberdade e na realidade.  O mundo deles pode apenas olhar para o passado e ter nostalgias daqueles dias gloriosos.  O nosso olha para frente e contempla todo o futuro que estamos construindo para nós mesmos.  O mundo deles se baseia no cadáver do estado-nação.  O nosso se baseia na energia e na criatividade de todas as pessoas do mundo, unidas em torno do grande e nobre projeto da criação de uma civilização próspera por meio da cooperação humana pacífica.É verdade que eles possuem armas grandes e poderosas.  Mas armas grandes e poderosas nunca foram garantia de vitória em guerras.  Já nós possuímos a única arma que é genuinamente imortal: Não uma ideologia de escritório, mas a experiência testada e aprovada na história.E é isso que nos levará à vitória.


Como disse Mises:



“No longo prazo, até mesmo o mais tirânico dos governos, com toda a sua brutalidade e crueldade, não é páreo para um combate contra ideias.  No final, a ideologia que obtiver o apoio da maioria irá prevalecer e retirar o sustento de sob os pés do tirano.  E então os vários oprimidos irão se elevar em uma rebelião e destronar seus senhores.”



Por: Lew Rockwell é o chairman e CEO do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State.


Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1343


MELHOR APROFUNDAMENTO:


Ao contrário do que nossos professores influenciados pelo Marxismo Cultural nos ensinaram, tal ideologia não só nunca foi de “extrema direita” como sempre esteve à esquerda do espectro ideológico.



A TERCEIRA VIA SOCIALISTA É FACISTA:



Eis o motivo pelo qual os esquerdistas preferem rotular seus adversários de “fascistas”, afinal os traços esquerdistas do fascismo parecem menos evidentes quando comparados ao nazismo. Mesmo assim, como veremos as seguir, não só suas características são mais que suficientes para enquadrá-lo também no campo da esquerda, embora alguns historiadores prefiram classificá-lo como uma terceira via, com características de ambos os lados.



Na pior das hipóteses, nem o fascismo nem o nazismo nunca deveriam ser classificados como de “extrema-direita”, afinal se ambos têm características de esquerda e de direita, no máximo deveriam ficar no centro do espectro ideológico ou pendendo mais para um dos lados. Mas NUNCA no extremo de um dos lados como comumente se apregoa.



Então de onde vem esta confusão?



Para responder esta pergunta, vamos ter que retornar ao pós Revolução Francesa de onde emergiu três grandes grupos principais: socialistas,liberais e conservadores.Os socialistas são filhos do iluminismo francês, mais identificados com a visão romântica de Rosseau que falava de um homem originalmente bom, porém corrompido pela sociedade. É o grupo que surge com a missão de moldar a sociedade, de mudar radicalmente o que existe, de construir o “novo homem”.



Por outro lado, liberais e conservadores estão mais identificados com o iluminismo inglês, mais prudente e realista:


Partindo da visão pessimista de Thomas Hobbes, os conservadores vêem na civilização, nas leis e nas instituições (por mais falhas que elas sejam) um freio aos instintos originalmente maus dos homens.


Uma construção milenar que jamais deveria ser trocada de uma hora para outra por alguma utopia formulada em escritório, que quer ser redentora, fruto de algumas mentes “iluminadas” que se acham com a missão messiânica de moldar o mundo.Os liberais, que no início tiveram um papel importantíssimo ao impulsionar o constitucionalismo que hoje serve de base às modernas repúblicas, aos poucos definharam politicamente, concentrando mais atenção à questões econômicas do que políticas, deixando o território livre para os socialistas massificassem seu discurso de fácil apelo emocional.



Os conservadores, por sua vez, surgem como um contraponto ao radicalismo político dos esquerdistas jacobinos que implantaram um regime de terror já em sua primeira revolução. Contrariando a posição comum de socialistas e liberais da época que demonizavam as monarquias, os conservadores procuram chamar a atenção para a importância dos costumes, tradições (inclusive a religião cristã) como fatores de equilíbrio que apontam para uma evolução gradativa da civilização. Em outras palavras, os conservadores surgem como a voz da prudência em um ambiente politico que clamava por mudanças radicais e profundas.



Novos rumos



Ao longo dos últimos séculos, conservadores e liberais aproximaram-se em algumas ideias antes divergentes, ao ponto de em alguns países ambos os grupos se complementarem, com os conservadores focando mais no debate político e os liberais no debate econômico. Apesar da aproximação, nem todas as arestas foram aparadas, de modo que em alguns assuntos, principalmente no campo comportamental, liberais parecem estar mais próximos dos esquerdistas do que dos conservadores.



As maiores transformações aconteceram mesmo do lado socialista. Desde que Marx surgiu com seu socialismo “científico”, pregando a utopia comunista onde as classes e a propriedade privada seriam extintas, parte dos socialistas (que já existiam há algumas décadas, vale salientar) não concordou com a nova utopia, considerando Marx um traidor do movimento.Com o tempo, o socialismo-marxista tornou-se dominante, mas os agora rotulados pelos próprios marxistas de “socialistas conservadores” continuaram lutando contra o liberalismo e o conservadorismo inglês ao seu modo. É desta vertente socialista que vai surgir o nazismo como nos revela a história.



No caso do Fascismo, as origens são mistas:


Mussolini foi filho de um socialista conservador nacionalista que o ensinou a admirar figuras como Giuseppe Garibaldi, um dos responsáveis pela unificação italiana. Mais tarde, conheceu Wladimir Lenin e passou a militar mais ativamente no socialismo marxista. Sua ruptura com os socialistas ocorreu por divergências quanto à participação da Itália em um conflito na Líbia, mas não na concepção do Estado intervencionista.



No poder



Embora o fascismo tenha influenciado o nazismo (afinal, chegou ao poder oito anos antes de Hitler), o fato é que a gestação do nazismo é anterior ao fascismo e, portanto, é muito provável que este tenha influenciado também o fascismo. Não custa lembrar que quase simultaneamente a chegada de Mussolini ao poder, Hitler tentava um golpe de Estado. Desde então Hitler participou de todas as eleições democráticas na Alemanha, sempre disputando com os comunistas a simpatia do proletariado contra os “porcos capitalistas”.  Por outro lado, Hitler se apresentava como a mão forte contra o a ameaça comunista que pairava sobre a Europa, inaugurando uma terceira via que rejeitava o liberalismo anglo-saxão, mas também rejeitava o outro extremo comunista.



A estratégia de Mussolini foi praticamente a mesma: acenar para os dois lados, tendo conseguindo, antes de Hitler, conciliar interesses de socialistas e conservadores, mas não dos liberais, que fique bem claro. O ponto de união entre direita e esquerda no apoio ao Mussolini era justamente o desejo mútuo de um Estado forte. Mussolini encontrou, portanto, a fórmula perfeita para agradar trabalhadores e empresários: cartelizar ambos.



Ao promover a criação de sindicatos e instituir direitos trabalhistas, Mussolini deu força política aos trabalhadores, equilibrando a balança na disputa com os grandes empresários agraciados com a criação de carteis e políticas protecionistas. Segundo Mussolini, as disputas entre trabalhadores e empresários era algo destrutivo que deveria ser evitado, de modo que membros escolhidos pelos trabalhadores e empresários deveriam atuar juntos sob o comando do poder político.



Seguindo a mesma linha adotada pelo Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NAZI) que pregava que “o interesse comum antes do interesse próprio”, o partido Fascista pregava o absolutismo do Estado e a relatividade dos indivíduos. “Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado”, tornaria-se célebre a afirmação de Mussolini.Para criar o Estado provedor paternalista tão adorado pelos esquerdistas, o indivíduo deveria ser tributado o quanto fosse preciso, sua privacidade poderia ser invadida e seu bem-estar até diminuído pelo “bem comum”. Aliás, esta é uma das diferenças fundamentais entre esquerdistas e direitistas: a diluição do indivíduo na coletividade. O esquerdismo quer promover uma “reengenharia social”, quer mudar a sociedade através da ação de seus líderes, mesmo que isso signifique passar por cima de direitos individuais, valores caríssimos aos liberais. E foi exatamente isso que Hitler e Mussolini fizeram.



Além de soluções menos traumáticas que o socialismo, tanto o fascismo quanto o nazismo mostraram-se também mais tolerantes em relação a temas caros aos conservadores como, por exemplo, a não abolição da família, da propriedade privada ou da proibição da religião, como pregavam os marxistas.


E foi justamente nestes pontos que o Marxismo Cultural encontrou seus principais “argumentos” para classificar o nazi-fascismo na “extrema direita”, como veremos adiante.



Os eixos da discórdia



Hoje são muito comuns contestações, de ambos os lados, sobre a validade ou não da clássica divisão entre esquerda e direita. De fato, muita coisa mudou desde meados do século XX, novas bandeiras foram incorporadas ao esquerdismo e uma nova vertente de direita surgiu para colocar mais lenha na disputa ideológica: os libertários.


O novo panorama levou a uma nova configuração da classificação do espectro ideológico, agora orientado por dois eixos: um econômico (horizontal) e outro político (vertical):






1)- O eixo horizontal (econômico) é muito claro. Na extrema esquerda temos os sistemas onde a o Estado tem a máxima intervenção na economia (comunismo), enquanto que, na extrema direita, temos a mínima intervenção (liberalismo).





2)- No eixo vertical (político), teríamos o máximo autoritarismo, também representado pelo comunismo, até o outro extremo, o  libertarianismo, representado tanto pela vertente anarquista clássica de esquerda e a mais recente vertente anarquista de direita, também conhecida por anarcocapitalista.



Claro que, na prática, as coisas não são tão bem delimitadas como no gráfico acima. Embora a maioria das ditaduras seja indiscutivelmente de esquerda, é fato que a ditadura de Pinochet, no Chile, adotou o liberalismo como modelo econômico.  Mas, por enquanto, o que importa é o segundo quadro que representa o nazi-fascismo, incontestavelmente do lado esquerdo do espectro ideológico.



Agora vamos dar uma olhada no eixo político:



Aqui há muita margem para a discórdia, mas não é preciso muito esforço para perceber que tanto o fascismo quanto o nazismo estão do lado esquerdo do gráfico. Desconsiderando a Anarquia como alternativa factível, é fato que a maioria dos países que lidera o ranking de liberdade econômica combina democracia e república, não por acaso modelos que predominam do lado direito do espectro. Aliás, modelos que resultaram justamente dos liberais e não dos socialistas, que fique bem claro. Também não por acaso, modelos muito atacados por esquerdistas mais radicais que associam tais modelos a “valores burgueses”.







Mas a coisa não acaba por aqui. Embora os eixos econômicos e políticos sejam os mais importantes, na verdade existe também um eixo de valores que torna o debate ainda mais polêmico e mutável. Temas como aborto, ambientalismo, feminismo, descriminalização das drogas, homeschooling, entre tantos outros, foram gradativamente incorporados a guerra ideológica entre esquerda e direita.Apesar da enorme variedade de temas, a maior parte deles pode ser resumida em três eixos principais que já existiam na época do nazi-fascismo. Trata-se da conhecida tríade conservadora “Deus-Pátria-Família”, na verdade uma reação às ideias marxistas que pregavam o ateísmo, a internacionalização do movimento comunista e a destruição dos valores burgueses que se apresentavam como obstáculos às tentativas de revoluções nos países ocidentais.



Então vamos agora analisar as posições do fascismo e do nazismo em relação a tais temas:



1)- Sobre a dicotomia Ateísmo x Deus (na prática, cristianismo), os nazistas não poderiam ser classificados como defensores do cristianismo. No máximo, portadores de um misticismo restrito à cúpula do partido. Ainda assim, tal misticismo estava mais ligado a Himmler do que ao próprio Hitler.No caso do fascismo, a coisa é um pouco mais complicada. Mussolini assinou um acordo com o para Pio XI, pondo fim a chamada Questão Romana, que levou a criação do minúsculo estado do Vaticano, repassando para a Itália boa parte dos territórios até então em poder da Igreja Católica. Como parte do acordo, Mussolini se comprometeu com o ensino religioso nas escolas e a decretar o catolicismo como religião oficial da Itália. Portanto, a relação do fascismo com o cristianismo esteve mais próxima de interesses políticos do que valores de fato.



2)- No caso da dicotomia entre valores da família x destruição de valores burgueses, o fascismo não procurou interferir neste assunto, afinal este sempre esteve mais próximo da religião do que do Estado. No caso do nazismo, Hitler até chegou a promover nas escolas o ensino de modos, principalmente para as garotas, mas tais iniciativas tinham mais a ver com sua estratégia de doutrinação política do que realmente com os valores conservadores tradicionais. E isto fica muito claro quando Hitler seleciona as moças mais bonitas e os rapazes mais fortes e de traços arianos para se reproduzirem em massa, praticamente socializando a prole.



3)- Por fim, chegamos à dicotomia internacionalismo x pátria, mais precisamente, o tema que trata do nacionalismo, o principal argumento dos esquerdistas para enquadrar o nazi-fascismo na “extrema-direita”.Segundo a narrativa dos historiadores esquerdistas, o nacionalismo seria uma característica intrínseca ao conservadorismo. Mas será que esta característica é de fato específica dos conservadores?Não mesmo. Apesar do marxismo pregar “a união dos trabalhadores do mundo”, independentemente das fronteiras nacionais, tal ideia (como tantas outras, vale salientar) ficou apenas na teoria. Na prática, em todos os países aonde os esquerdistas chegaram ao poder, o nacionalismo foi também exaltado, inclusive por Stalin.Mas neste ponto não podemos recriminar o monstro comunista, afinal a identificação maior com seus semelhantes é um traço comum do ser humano. Existe uma sequência de círculos de afinidades em relação aos grupos com os quais nos relacionamos que começa na família, passa por nossa cidade, estado, país, continente até o planeta Terra.



Ironicamente, os liberais não estão nem aí para o nacionalismo, aliás, muito mais que os esquerdistas que pregam uma coisa e fazem outra. Por focarem mais na economia (afinal, se a economia vai mal tudo vai mal), os liberais neste ponto estariam mais próximos dos esquerdistas que dos conservadores. Aliás, não apenas neste ponto, como também na questão da liberação das drogas, laicismo do Estado, gaysismo, entre outros.



E foi justamente nestes pontos comuns que os esquerdistas norte-americanos confundiram ainda mais a guerra ideológica. Para quem não sabe, nos EUA, os esquerdistas são chamados de “liberais”.  Mas isto não foi por acaso:


Segundo David Horowitz, um dos pais da chamada Nova Esquerda mundial e que hoje é um dos grandes nomes do conservadorismo, tal confusão foi premeditada. “O povo americano nunca vai adotar conscientemente socialismo. Mas, sob o nome de “liberalismo”, eles vão adotar cada fragmento do programa socialista”, revelou  Horovitz.



Conclusão



Enfim, a tentativa de jogar o nazi-fascismo para o campo da direita não só não se sustenta no eixo econômico e político, como também no eixo de valores. Mais que isso, neste último eixo os historiadores marxistas tomaram as exceções regras:


Por exemplo, quando os nazi-fascistas são classificados como de direita por não pregarem o ateísmo, os marxistas estão desconsiderando que a religiosidade é um fenômeno comum às diversas civilizações, desde os primórdios da humanidade.


O mesmo acontece com a família, com o nacionalismo e todas os demais desdobramentos de temas ligados ao eixo de comportamentos que desde a segunda metade do século XX passou a concentrar os esforços da esquerda, uma vez que nos eixos político e econômico levaram uma surra da realidade.



E na construção desta narrativa fantasiosa de que o nazi-fascismo foi de direita, um historiador especial teve um papel fundamental:


Eric Hobsbawm, considerado por muitos “o maior historiador de todos os tempos”. Para dar uma ideia do grau de comprometimento desde cidadão com o marxismo, ele chegou a dizer que “o assassinato de milhões orquestrado por Stalin na União Soviética teria valido a pena se dele tivesse resultado uma genuína sociedade comunista”.



É por causa de pessoas como o Sr. Hobsbawm que ainda hoje tantas pessoas vejam o comunismo (que matou cinco vezes mais que o nazismo) como uma louvável tentativa de reforma da humanidade, enquanto que o nazismo é jogado para o campo da direita para servir de contraponto às atrocidades comunistas.



Como todos podem ver, nazismo e fascismo estão mais próximos de governos de esquerda populistas em moda na América Latina do que com as democracias mais próximas do liberalismo clássico. Eis os verdadeiros fascistas!!!



Fonte:Visaopanoramica.net
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