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Qual a origem e o que é o MAGISTÉRIO DA IGREJA ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 27 de abril de 2014 | 21:25


"Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele  que me enviou" (Lc 10,16)



*(Fontes de Consulta Obrigatória:Bíblia Sagrada;Constituição dogmática Dei Verbum,Encíclica Pós Sinoidal Chisthi Fifelis Laice;Decreto do Concílio Vaticano II sobre os leigos: Apostolicam actuositatem ;Código de Direito Canônico e CIC ).


O Decreto Apostolicam actuositatem indica dois aspectos do apostolado dos fiéis: o testemunho pessoal da vida e um esforço para "anunciar Cristo, pela palavra, quer aos não crentes para os conduzir à fé, quer aos fiéis para os instruir, confirmar e estimular a uma vida mais fervorosa" (n. 6).







1.   A PALAVRA DE DEUS como a  revelação de Deus aos homens

A paz com Deus, restabelecida em Cristo, é dada em herança a todos os homens mediante o Espirito Santo, enviado pelo Pai e pelo Filho, para santificar a Igreja sem interrupção.O Espírito, que atua no mundo inteiro desde o início da criação, no dia de Pentecostes toma demora entre os crentes como num templo. Reúne-os em comunhão hierárquica; vivifica-os na caridade, neles suscita a memória da vida, da morte e ressurreição do Senhor e atua a presença salvadora, sobretudo com a palavra e com a fração do pão eucarístico. Desta maneira habilita e move os crentes a testemunhar o Evangelho, de modo que, vendo as suas boas obras, todos glorifiquem o Pai Comum.

Este é o mistério do qual a Igreja tem experiência, a mensagem da qual resta sempre discípula, guardiã e interprete; dele dá perene testemunho na história, pregustando e preanunciando a plenitude da vida eterna.Todos aqueles que, atraídos pelo Pai e movidos pelo Espirito Santo, respondem livremente ao amor revelado e comunicado no Filho, formam a Igreja visível, a  assembléia dos eleitos em Cristo.

São plenamente incorporados na Igreja todos aqueles que se unem a Cristo com o vínculo da profissão de fé, dos sacramentos, do regime eclesiástico e da comunhão.

Toda a Igreja é missionária, em virtude da mesma caridade com a qual Deus mandou o seu Filho para a salvação de todos os homens. Única é sua missão, aquela de fazer-se próximo de todos os homens e de todos os povos, para se tornar sinal universal e instrumento eficaz da paz de Cristo.A missão da Igreja é ser testemunho e serviço, com a variedade de ministérios e a riqueza dos dons que Cristo concede, mediante o Espirito Santo e que convergem no tríplice ministério: profético, real e sacerdotal.

São três os ministérios de Cristo e da única missão da Igreja, intimamente unidos entre si:O Código de Direito Canônico da Igreja, quando legisla sobre o ‘‘Povo de Deus’‘, diz que:


‘‘Fiéis são os que incorporados a Cristo pelo Batismo, foram constituídos como povo de Deus e assim, feitos participantes, a seu modo, do múnus sacerdotal, profético e régio de Cristo, são chamados a exercer, segundo a condição própria de cada um, a missão que Deus confiou para a Igreja cumprir no mundo’‘(CDC,cân.204).



1 Pedro 2,9 : “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.”



2.   A Igreja e a Palavra de Deus


O ministério da palavra de Deus é o exercício da missão profética de Cristo, que continua na Igreja. Deus, que falou no passado, não cessa de falar com a Esposa de seu Filho dileto, e o Espirito Santo, por meio do qual a viva voz do Evangelho ressoa na Igreja e, por meio desta, no mundo, introduz os crentes na verdade total e neles faz residir a palavra de Cristo com toda a sua riqueza.

A Igreja permanece sempre em religiosa escuta da palavra de Deus que, qual semente, germina na boa terra regada pela orvalho divino, recebe a linfa vital e a transforma e assimila, para produzir um fruto abundante. Da palavra de Deus, a Igreja é reunida e os seus filhos regenerados. A Igreja depende da palavra de Deus: por isso, os Apóstolos sentiram-se essencialmente ministros da palavra, dispensadores dos mistérios de Deus.

A comunidade dos cristãos é uma comunidade profética. A ela Cristo participa o seu poder profético:

Na Igreja cada crente é, por sua vez, responsável pela palavra de Deus. Cada um recebe o Espirito Santo para anunciá-La até aos confins do mundo. Para tal fim, o Espírito Santo dá a cada um graças, carismas e tarefas, segundo o lugar que ocupa na Igreja.


Os Pastores têm a missão de anunciar com autoridade e autenticidade a palavra de Deus. São eles que devem reconhecer os autênticos carismas proféticos, que o Espirito Santo dispensa a todo o povo de Deus. O Sumo Pontífice é constituído por Cristo pastor e mestre de todos os irmãos: e tu, quanto serás convertido, confirma os teus irmãos.


Eis a função do magistério:

Os Apóstolos e os seus sucessores exercem-na para a Igreja visível e constituida por Cristo (Mateus 16,18) e para o mundo, em comunhão hierárquica com o Vigário de Cristo e em comunhão entre si. Em força do mandado divino recebido e com a assistência do Espírito Santo, recebem do único depósito da fé tudo quanto Deus revelou; alimentam, reconhecem e garantem o sentido da fé no povo cristão e guiam-no com amor no caminho da verdade.

"Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele  que me enviou" (Lc 10,16)


Portanto, não lhes pode faltar o contributo convergente e ativo dos sacerdotes, dos fiéis, dos teólogos, em hierárquica comunhão de carismas e de dons.A Igreja é discípula e testemunha de toda a palavra de Deus, pois é discípula e testemunha de Cristo, Plenitude de toda a Revelação (Dei Verbum)


Na Sagrada Tradição e na Sagrada Escritura de um e de outro testamento, a Igreja encontra a fonte, a força e a regra da sua missão profética.

O que é o Magistério da Igreja?

Sentando em um barco, encontrava-se o Divino Mestre ensinando à multidão que, as margens do lago, escutava a serena e encantadora tonalidade da voz de Deus. Ali ensinava Ele por meio de muitas parábolas, entre elas a do semeador.

“Disse ele: Um semeador saiu a semear. E semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu em seguida, porque a terra era pouco profunda. Logo, sem embargo, quando o sol nasceu, se queimou, por falta de raízes. Outra sementes caíram entre os espinhos: os espinhos cresceram e a sufocaram, Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um” (Mt 13, 4-8).

PERGUNTAS CRUCIAIS E QUE NÃO QUEREM CALAR:

Que simboliza esta semente? A Palavra de Deus (cf. Mt 13, 19), seja ela contida na Sagrada Escritura ou na Sagrada Tradição.


Entretanto, será que Deus deixaria sua Palavra Eterna e Imutável à mercê do Maligno como alude esta parábola  ? ou a abandonaria em um solo pedregoso ou entre os espinhos (cf Mt 13, 19-22), deixando assim exposta às inúmeras intempéries que os séculos produzem?


Foi justamente para preservar dos inúmeros males que pudesses sobrevir, que preparou um terra boa e fértil a qual, acolhendo a semente sã, rendesse frutos “cem por um, sessenta por um, trinta por um” (Mt 13, 23).


Este solo fecundo se chama Magistério da Igreja, ao ser ouvido e compreendido, ensina aos demais a doutrina infalível. Sua altíssima missão é: proteger a seu Povo dos desvios e dos relaxamentos, e garantir-lhe a possibilidade objetiva de professar sem erro a fé autêntica [1].


O Magistério é um instrumento que nos garante estar de acordo com a doutrina dos Apóstolos, ensinada a eles pelo próprio Divino Mestre. Portanto, a obrigação do Magistério está em cuidar que o povo de Deus permaneça na verdade.


Assim, “para executar este serviço, Cristo dotou os pastores do carisma da infalibilidade em matéria de fé e de costumes” [2].





Ele é o Verbo de Deus, por meio do qual tudo foi criado; na sua encarnação, na sua vida, sobretudo na sua paixão, morte e ressurreição, a humanidade inteira é chamada à paz, à comunhão intima com Deus num vínculo de amor universal que envolve todas as criaturas.

A FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA SOBRE A NECESSIDADE DA AUTORIDADE DO MAGISTÉRIO:

" Não fareis nesse lugar o que nós fazemos hoje aqui, onde cada um faz o que bem lhe parece. " Deuteronomio 12,8

" Naquele tempo não havia rei em Israel, e cada um fazia o que lhe parecia melhor. " Juizes 17,6 e Juizes 21,25.


"Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus." II Pedro 1: 20-21


"Enviaram seus discípulos com os herodianos, que lhe disseram: Mestre, sabemos que és verdadeiro e ensinas o caminho de Deus EM TODA A VERDADE... " Mateus 22,16 e Marcos 12,14


" Chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: No dizer do povo, QUEM É O FILHO DO HOMEM? Responderam: Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas. Disse-lhes Jesus: E VÓS QUEM DIZEIS QUE EU SOU? Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo! Jesus então lhe disse: FELIZ ÉS, SIMÃO, FILHO DE JONAS, PORQUE NÃO A CARNE NEM O SANGUE QUE TE REVELOU ISTO, MAS MEU PAI QUE ESTÁS NOS CÉUS. E EU TE DECLARO: TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA; AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA.EU TE DAREI AS CHAVES DO REINO DOS CÉUS: TUDO O QUE LIGARDES NA TERRA SERÁ LIGADO NOS CÉUS, E TUDO O QUE DESLIGARDES NA TERRA SERÁ DESLIGADO NOS CÉUS. " Mateus 16: 13-19

Se não fosse o Magistério ?



1)- Sem o Magistério o grande e belo edifício da doutrina verdadeira estaria sujeito a infiltração da heterodoxia e HERESIAS [3] e, assim, poderia mesclar-se com o erro, um antro de confusão, caos e horror.

2)- A própria Igreja, fonte da luz e da união fraterna, seria um abismo de desordem e desunião. E, como consequência, deixaria de caminhar rumo ao cumprimento do desejo de Deus: que todos sejam um só coração e uma só alma (cf. 1Pd 3,8).


3)- Imaginemos, por exemplo, uma grande cidade onde vivam milhões de pessoas. Podemos dizer que quase todos os habitantes possuem um relógio. Portanto, nessa cidade existem milhões de relógios. São inúmeros, mas não serviria de nada se não houvesse um relógio posto por Deus, chamado sol, pelo qual os homens pudessem saber a hora precisa. Os relógios particulares entram em desacordo, um adianta, outro atrasa. Por causa da soberba humana, a pessoa não quererá reconhecer que seu relógio está equivocado, e que o outro está correto. Desse modo sucederia que, por falta de relógio infalível, segundo o qual todo os outros devem ser regulados, ninguém teria a hora correta.


Esta imagem ilustra algo da mente humana: cada homem pensa a sua maneira. Argumentam, discutem, e acabam nao convencendo-se inteiramente. Ou há alguém capaz de determinar com acerto: “Isto é tal coisa!”, ou ninguém acaba conhecendo a verdade.



Quando na Idade Média a ciência havia progredido o bastante para que se pudessem fabricar relógios mecânicos, estes começaram a ser colocados nas torres dos templos católicos. Por isso, dizia-se, com muita poesia, que a a Igreja indicava a hora correta do pensamento humano.


Para Ela, todos se dirigem corrigindo seus “relógios” individuais, ou seja, suas mentes. Em matérias tão essenciais para nós, como Fé e moral, era necessário que houvesse alguém com a missão de ensinar e que não caísse em equívocos ao interpretar a Revelação.


Este é o “relógio” que regula a humanidade: o Magistério da Santa Igreja Católica Apostólica Romana [4]. Se o mundo o abandona, vá se deixando invadir pelo desatino e por toda sorte de extravios. Por isso, é preciso que creiamos firmemente naquelas definições que o Magistério da Igreja declara como sendo reveladas por Deus e como ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo [5].


“Quot caput tot setentia” (Cada cabeça uma Sentença):


O Papa Leão XIII, em poucas palavras, comenta a necessidade de que exista este princípio ordenador de tudo:



“Se a doutrina celestial de Jesus Cristo, ainda que em grande parte esteja consignada em livros inspirados por Deus, houvesse sido entregue aos pensamentos dos homens não poderia por si mesma unir aos espíritos” [6].


Este ensinamento do Papa nos faz recordar aquele antigo provérbio tão comum a nosso olhos: “Quot caput tot setentia” (cada cabela uma sentença).

Esse adágio nos dá a oportunidade de explicar o motivo pelo qual ao longo dos tempos foram surgindo várias indicações com a intenção de dar uma sentença correta – ou melhor, de acordo com seus interesses – às diversas passagens da Sagrada Escritura que poderiam parecer um pouco obscuras ou difíceis de serem interpretadas. Cada uma desta ideias inusitadas e inauditas impregnadas da livre interpretação pode ser comparada a uma cabeça com sentenças distintas das demais. Sem embargo, ocorre que Nosso Senhor é a única Cabeça de uma único Corpo, e foi a este único Corpo que Ele entregou o “múnus” de ensinar.


Igreja, coluna e sustentáculo da verdade (Cf. 1Tm 3,15)


Por esta razão, o mais augusto e valiosos dos tesouros, o patrimônio sagrado da fé também chamado de “depositum fidei”, contido na Sagrada Tradição e na Sagrada Escritura, foi confiado pelos apóstolos à totalidade da Igreja [7]. “Mas para que o Evangelho sempre se conserva-se inalterado e vivo na Igreja, os Apóstolos deixaram como sucessores os bispos, entregando-lhes seu próprio encargo de Magistério” [8]. A Igreja, portanto, tem a assistência do Espírito Santo para guardar santamente, explorar mais profundamente, anunciar e expor com fidelidade toda a verdade revelada [9]. O Magistério é o eco da voz do Divino Mestre que continuamente fala aos homens e que faz ouvir através da Igreja. E por isso, Nosso Senhor a fundou e a conservou: para transmitir-lhe a continuação da mesma missão que Ele recebeu de Deus Pai [10].



Foi aso 12 Apóstolos que o Divino Mestre disse: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizadas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que os prescrevi” (Mt 28, 19, 20). E também: “Quem os ouve, a mim ouve; e quem os rechaça, a mim rechaça; e quem me rechaça, rechaça àquele que me enviou” (Lc 10, 16).


Entretanto, não era somente às nações da época dos Apóstolos que Nosso Senhor se referia ao dar o mandato de pregar o Evangelho. Pois Ele “quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2, 4). Essa sua vontade salvífica não admite nenhuma exceção nem inclusive limitação por parte do tempo, e por isso promete: “[...] estarei com vós até o final dos tempos” (Mt 28, 20).



Acerca disso, escreve São Jerônimo: “Quem promete estar com seus discípulos até a consumação dos séculos mostra com isso que seus discípulo viverão para sempre, e que Ele mesmo não cessará de estar com os crentes” [11]. Mas, acrescenta a Encíclica Satis Cognitum: “Como haveria de suceder isto unicamente com os apóstolos, cuja condição de homens lhes sujeitavam à lei suprema da morte? A Providência divina havia, pois, determinado que o Magistério instituído por Jesus Cristo não estaria restringido aos limites da vida dos apóstolos, mas que duraria sempre” [12].


Caminho mais seguro:



Deus depositou em nossos corações um anseio e uma sede pela verdade, que ainda que já comece a ser saciada aqui na Terra, apenas obterá sua plenas satisfação na Visão Beatífica, onde veremos face a face Aquele que é a Própria Verdade (Cf. Jn 14,6).


No entanto, aqui neste vale de lágrimas não sempre encontramos esta verdade, e devido ao pecado original facilmente caímos no erro. Assim, a fim de que sem grandes dificuldades pudêssemos alcançá-la, Deus nos enviou Seu Filho para dar testemunho dela (Cf. Jn 18, 36) e depois fundou “a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade” (1Tm 3, 15), para que Ela, exercendo sua autoridade em nome de Nosso Senhor, nos apresente a interpretação autêntica da palavra de Deus escrita ou transmitida [13].


O Magistério é, portanto, o caminho mais seguro para  juntamente com a Sagrada Escritura e a Tradição ser este TRIPÉ que nos faz subir aos tesouros inestimáveis de Deus, do qual somos filhos e herdeiros.

Sem a tradição não haveria escritura e sem magistério a escritura estaria passível de erros e ao arbítrio achológico humano.

“LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”



NOTAS DE REFERÊNCIA:


1] Cf. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, n. 890.
[2] Idem.
[3] Heterodoxo: aquello que no es ortodoxo, esto es, que no está de acuerdo con la doctrina verdadera.
[4] CORRÊA DE OLIVEIRA, Plinio. n. 19. Out. 1999. Os três pilares da piedade “pliniana”. p. 23.
[5] Cf. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, n. 891.
[6] León XIII, Carta Encíclica Satis Cognitum, n. 12. ASS 28 (1895-96) p. 711 ss.
[7] Cf. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, n. 84.
[8] Concílio Vaticano II, Constitución dogmática Dei Verbum, n. 7.
In AAS 58 (1966) p. 820.
[9] Cf. CIC, Can. 747 § 1.
[10] Cf. León XIII, Carta Encíclica Satis Cognitum, n. 7.
[11] San Jerónimo, In Matth.
IV, 28, 20. Cf. Leão XIII, Carta Encíclica Satis Cognitum, n. 15. ASS 28 (1895-96) 711 ss.
[12] León XIII, Carta Encíclica Satis Cognitum, n. 15. ASS 28 (1895-96) 711 ss.
[13] Cf. Concílio Vaticano II, Constitución dogmática Dei Verbum, n. 10. In AAS 58 (1966) p. 822.
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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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