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O que os líderes da Seita Seicho-no-iê não informam aos membros ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 16 de março de 2014 | 22:40


Previna-se contra o movimento Seicho-no-iê


I – HISTÓRICO

 


O movimento Seicho-no-iê foi iniciado por Taniguchi Masaharu, nascido a 22 de novembro de 1893, na Vila de Karasuhara, município de Kobe, no Japão. Devido à pobreza de seu lar, foi educado por seu tio, de maneira severa. Seu temperamento era retraído e entregava-se à leitura com avidez. 




Começou a sentir desgosto pela vida e a maldizer a sociedade. Já adulto, teve vários casos de amor, a tal ponto que sua consciência dolorida não o deixava dormir. Contraíra doenças venéreas e pensava tê-las transmitido a uma menina, sobrinha de um chefe seu. Somente sua auto-sugestão de que não existia doença o tranqüilizou, curando-o da insânia e aliviando sua consciência por um período de tempo.


Depois de terminar a escola secundária, apesar da oposição de seus pais adotivos, inscreveu-se na Faculdade de Literatura Inglesa da Universidade Waseda, em Tóquio. Alimentava então idéias pessimistas sobre a vida, e procurava uma explicação lógica do mundo e do homem.



Taniguchi entregou-se ao estudo teórico e prático das ciências psíquicas que exerciam atração sobre ele e nas quais depositava a confiança de que poderiam salvar espiritualmente o homem e a sociedade.



Quando a Primeira Guerra Mundial estava no auge, imperava no Japão uma literatura moralizante, espiritualista e nacionalista.


Taniguchi dedicou-se novamente à leitura e descobriu uma sutra budista (daizokio), tirando dela o ensinamento fundamental: "Não existe matéria, como não existem doenças: quem criou tudo isso foi o coração... Segue-se disso que a doença pode ser curada com o coração..." Este conceito tornou.se fundamental no Seicho-no-iê.



Em dezembro de 1922 Taniguchi partiu para Tóquio. Escreveu uma dissertação sobre a natureza religiosa do homem, intitulada: Para a Santidade. Estabeleceu os fundamentos da filosofia de Taniguchi: a "Teologia do movimento Seicho-no-iê".Em 1923 escreveu o livro Crítica a Deus, tendo Judas, o traidor, como herói.Leu Tanisho, livro escrito por um discípulo de Shinram que desenvolveu a idéia do Tariki (salvação pela fé). Para Taniguchi as pessoas não precisavam de uma religião que lhes incutisse o medo, mas que trouxesse uma salvação amigável. 





Deixou influenciar-se pelas teorias de Bergson, pela lei da ação criadora do coração do livro de Holmes Zenwicke (americano), pela vontade de poder de Adler. Assim leu psicologia, espiritismo e estudou a ciência cristã.Recebeu a revelação divina (shinsa): "Não existe matéria, mas existe a realidade"(jissô) - ensino básico do Seicho-no-iê. "Você é realidade, você é Buda, você é Cristo, você é infinito e inesgotável. "



Taniguchi misturou introspecção psicológica e fenômenos psíquicos curando os doentes através da auto-sugestão. Tornou-se um verdadeiro feiticeiro do século XX.Em 1922, Taniguchi lançou uma revista, denominada Seicho-no-iê. A fama dela aumentou; em junho de 1930, Taniguchi inaugurou uma secretaria de imprensa. Em 1934 estabeleceu a direção do movimento em Tóquio; divulgava a fonte do fluido psíquico que garantia saúde aos amigos. Prometeu que a assinatura da revista garantiria afastar o medo de qualquer mal. Em 1935 começou a imprimir grandes anúncios nos jornais, semanalmente. Lago os assinantes chegaram a trinta mil. Em 1936 registrou o Seicho-no-iê como associação Cultural. Em 1941 transformou-o em seita religiosa centralizada no "Komio", espécie de deus pessoal ao qual se dirigem orações. Durante a Segunda Guerra, a seita colaborou com os nacionalistas, influenciando os operários das indústrias bélicas e os colonizadores da Manchúria. Depois da guerra, Taniguchi foi expulso pelo general MacArthur; a filha Emiko assumiu a chefia do Seicho-no.iê.



Taniguchi escreveu uma obra de 40 volumes: Simei no Jissô (Verdade da Vida) - livro básico do movimento


Tendo início em 1930, como simples movimento filosófico psicológico e cultural para propagar certas verdades, o Seicho-no-iê foi adquirindo aos poucos a conotação de religião. Na década de 1940 o movimento foi registrado como religião pelo governo japonês. É a mais eclética de todas as novas religiões. É uma miscelânea das grandes religiões tradicionais, como o cristianismo, o xintoísmo e o budismo, com psicologia, filosofia, medicina e literatura moderna. Os adeptos são até aconselhados a praticá-lo, continuando em suas religiões de origem. O"Kanro no hou" é utilizado como oração e como amuleto.



O emblema central do grupo Seicho-no-iê é formado pelo sol, dentro do qual se vê a lua, a cruz suástica, demonstrando a síntese que realizou das grandes religiões:









Seicho-no-iê significa abrigo, casa, lar do crescimento, da plenitude da vida, amor, sabedoria, abundância e todos os demais bens em grau infinito.



Em 1949, o professor Hardmann foi aos Estados Unidos e pediu que Taniguchi Masaharu pudesse desenvolver livremente a sua atividade. A petição estava assinada por americanos de origem japonesa.Taniguchi continua sendo a alma do movimento. Em 1963 empreendeu sua primeira viagem de conferências pelo mundo, visitando o Canadá, Estados Unidos, México, Peru, Brasil, Inglaterra, Alemanha, Suécia, Suíça, França e Itália. Nos Estados Unidos recebeu o título de Doutor em Filosofia do Religious Science Institute.



Chegou ao Brasil em 1930, com os imigrantes japoneses


Somente depois de 1951 começou a tomar maior impulso, porque suas obras começaram a ser publicadas em português. A sede está na capital paulista desde 1955; há uma Academia em Ibiúna, onde os fiéis se reúnem para o exercício de desenvolvimento espiritual.No dia l0 de agosto de 1952, autorizada pela Sede Internacional da Seicho-no-iê, no Japão, foi instituída a Sociedade Religiosa Seicho-no-iê no Brasil, hoje Igreja Seicho-no-iê. Está espalhada principalmente pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco.



As primeiras obras da Seicho-no-iê editadas em português começaram a circular em Goiás por volta de 1970, sendo a principal difusão do movimento a realização de seminários, palestras e conferências por professores de filosofia da Seicho-no-ié. Brasilia já possui sua sede própria em edifício típico do Japão.



Em Goiás, o primeiro templo construído foi o de Inhumas, e é dirigido pela comunidade local, sediando assim um importante núcleo. Em setembro de 1981 foi realizado um importante seminário no Ginásio Emmanuel, Goiânia. Os lucros das refeições vendidas foram revertidos para a construção do templo na capital goiana.Em Pernambuco, desde junho de 1975 começou a funcionar em Recife o Núcleo Central, com representações em Garanhuns, Caruaru, Olinda e Paulista. O Núcleo Central de Recife ainda é responsável pelos núcleos de Natal (RN) e João Pessoa (PB).Circula entre nós a revista Acendedor, órgão do novo movimento, cuja distribuição é gratuita e sistemática, bem como a de uma espécie de calendário com mensagens estimuladoras e positivas.



II- DOUTRINAS E  A REFUTAÇÃO 


1)-O Mal - A Seicho-no-iê é uma das cento e trinta novas religiões do Japão, e sua doutrina resume-se em três principais proposições: matéria não tem existência real; só existe a realidade espiritual; O mal não existe; é pura ilusão da mente humana; O pecado também não existe; é mera ilusão.



"Os males não têm existência real; nada mais são que simples sombra de imaginação." "O mal, a infelicidade, a doença, a depressão econômica, apagam-se quando são firmemente negados, porque eles nada mais são do que ilusões falsamente criadas pela morte." "Os sofrimentos nada mais são do que projeções da nossa mente em ilusão" (Convite à Prosperidade, p. 16, 27 e 71).



A saída para evitar o mal é meditar sobre a verdadeira realidade, que é perfeita; o espírito pode dominar o material e mudá-lo. Não só Taniguchi mas qualquer pessoa é potencialmente Buda e Jesus.




REFUTAÇÃO:



Se o mal é realmente uma ilusão, como explicar os terríveis acontecimentos à nossa volta? Deus é bom. Será ele responsável pelo mal que acontece no mundo? Além de a realidade demonstrar que existe o mal, a doutrina da Seicho-no-iê é antibíblica. Desde o princípio da criação o bem e o mal estão presentes (Gên. 2, 9). Jesus ensinou esse princípio quando contou a parábola dos lavradores maus; ela nos mostra que o mal está dentro do coração do homem. O mal é uma oposição deliberada contra Deus: é seguir nosso próprio caminho sem tomar conhecimento de que somos filhos de Deus.



Paulo nos ensina que a nossa luta neste mundo é contra o mal, que quer dominar nossa vida (Rom. 7, 15-25; Ef. 6,12; 1Cor. 15,50). Malaquias profetizou que há um julgamento para os que praticam o mal (Mal. 3). Os outros profetas também falaram contra o mal. João Batista pregou que o machado está posto sobre os que praticam o mal (Mat. 3 , l0).



"Dizer que o mal é uma ilusão é contradizer não somente a Bíblia, que é a Palavra de Deus, mas também ignorar a experiência diária da vivência dos homens em sociedade.''



2)- O Pecado: Na revista Acendedor, nº 75, p. 36, há o artigo "O Pecado Não Existe", da autoria de Taniguchi. 






REFUTAÇÃO:


Tal afirmação não tem fundamentos, pois é anticientífica, anti-social, sem lógica. Qualquer pessoa racional, de bom senso, observa através da história que alguma coisa está errada com o homem. Não somente os religiosos, mas também os psicólogos e sociólogos admitem o erro que existe no homem e que perturba o seu ajustamento consigo mesmo e com os outros. A Bíblia chama esse erro, esse desvio, de pecado, corrupção, iniqüidade, em contraste com Deus, santo, puro, verdadeiro. "Por um homem entrou o pecado no mundo"" (Rom. 5,12). Trouxe morte física e espiritual (Gên. 2,15-17; Rom. 5,12, 23; Ef. 2,1-3). O pecado domina o homem (Rom. 7,19,20). Cristo morreu pelos nossos pecados e salva o homem dos pecados e da condenação (II Cor. 5,21; 1 Ped. 2,24; Rom. 5,1-11). A Seicho-no-iê não admite o pecado mas fala em culpa, crime, perdão, purificação, mácula, aprimoramento, preguiça, maldade, desgraça, calúnia. Diz que não existe doença, mas prega a cura!




3)- Doenças:As doenças não existem; a dor não é real, porque a matéria não tem existência real. As formas físicas, materiais, não passam de sombras da luz celeste a refletir-se sobre a terra. Tudo o que acontece no mundo material é reflexo da mente. "O como carnal não sente dores porque não é matéria" (Acendedor, n.° l10, p. 7). "Como Deus não criou a doença, a doença não existe." "De agora em diante não existirá mais nenhum sofrimento, nenhuma tristeza, nenhuma decepção e nenhum desapontamento" (Convite à Prosperidade, p. l6).



REFUTAÇÃO:




A Seicho-no-iê ensina que os seguidores precisam controlar suas mentes. O homem deve procurar sua própria felicidade, mentalizando-a. A própria ciência já fez descobertas extraordinárias: Não somente o homem e os animais sentem dor, mas também as plantas. A Seicho-no-iê prega que "se por acaso a vida apresenta um estado de imperfeição, está doente, significa que você não está contemplando mentalmente a vida de Deus que habita em seu íntimo" (Convite à Prosperidade, p. 53). Nos capítulos11 e 12 de II Coríntios, Paulo descreve o seu sofrimento por amor a Cristo: açoitado pelos judeus; apedrejado; naufragou; em perigo; sentiu dores. Pediu ao Senhor que o livrasse do espinho na carne (sofrimento), mas Deus lhe respondeu: "A minha graça te basta" (II Cor. 12,9). A experiência de Paulo, de Jó e de outros servos de Deus mostra claramente que as doenças não são uma ilusão da mente da pessoa e sim uma realidade. O próprio Jesus Cristo sentiu a dor e o sofrimento em sua carne e pediu que Deus passasse dele esse cálice. A própria experiência humana, fora dos limites da Seicho-no-iê, atesta a realidade da doença, da dor e do sofrimento; em sã consciência, ninguém pode nega-los.Os cristãos, entretanto, sabem enfrentar a dor, o sofrimento, a morte, a doença, com dignidade, sabendo que "todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus"(Rom. 8,28).


Se não existisse a doença, como a Seicho.no.iê prega curas milagrosas através de seus livros e revistas?







4)- O Homem na doutrina da Seicho no iê



Para a Seicho no iê todos os homens são filhos de Deus: os ladrões, os assassinos, os terroristas. O homem é bom. Sem o homem Deus não pode manifestar-se. O homem é puro e perfeito. Como filho de Deus o homem também é Deus. O homem se eleva à condição de Deus pela libertação da consciência do pecado. Não existe matéria, nem carne, nem corpo.


REFUTAÇÃO:



Cristo chamou os fariseus de sua época de filhos do Diabo (João 8,44). Paulo falou em filhos de Deus e filhos do Diabo (At. 13,10). Somente é filho de Deus aquele que recebe a Cristo pela fé (João 1,11-12). O homem é tão bom que está se destruindo, um ao outro; está destruindo o mundo que o rodeia; está destruindo os animais. Os sociólogos estão desiludidos e não sabem encontrar a resposta para tantos problemas existentes entre os homens. Vemos que o homem sem Deus é uma tragédia total! A Seicho-no-iê diz que o homem é imortal. Não admite a realidade da velhice. Entretanto, o envelhecimento do próprio Taniguchi, com mais de 90 anos de idade, e de todos os seus seguidores, prova a falácia dos seus ensinamentos, sua inconsistência, a incoerência de suas teorias, a ilusão (isso sim) de suas verdades.



5)- Deus na Seicho no iê


A Seicho-no-iê tem a ousadia de criticar o Pai Nosso. Diz que os cristãos têm por anos e mais anos repetido o “Pai Nosso que estais no Céu, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu...”mas, tal não se realiza porque o céu não está acima das nuvens nem no mundo das três dimensões; o céu está no íntimo transcendental, aqui e agora (Convite à Prosperidade, p 17); o que se deve é mentalizar o céu para que o mesmo seja encontrado pelas pessoas. 



REFUTAÇÃO



Na literatura da Seicho-no-iê não se tem uma noção clara sobre Deus. Ele é apresentado como um deus impessoal e panteísta, uma vez que se encontra em cada pessoa, em cada coisa deste mundo. A Bíblia porém, apresenta um Deus pessoal. Ele criou o homem à sua imagem e semelhança; uma das semelhanças é ser pessoal, e se relaciona com ele.A Bíblia ensina que Deus é transcendente, está além do mundo material (Is. 57,15). Não foi o Espírito de Deus que habitou no interior de Hitler, Stalin, Mussolini e outros homens perversos. Deus habita no interior dos contritos, humildes, ou seja, daqueles que livremente dão lugar a seu Espírito.



6)- A Bíblia Sagrada dos Cristãos para a Seicho-no-iê




A Seicho-no-iê não dá qualquer relevância à Bíblia. Cita-a de maneira vaga e parcial, sem identificação e completamente fora de contexto, sem qualquer exegese, interpretação ou explicação; utiliza alguns textos para simplesmente favorecer a seita. A regra de fé e prática da Seicho-no-iê são os escritos de Taniguchi. Para a Seicho-no-iê, a Bíblia é o mais humano dos livros. Para nós, cristãos, a Bíblia é a palavra de Deus revelada plenamente. Sua formação foi encerrada há dois mil anos. Há muitas provas de sua inspiração divina: uma delas é o tempo de sua duração; a transformação que tem causado na vida de milhares de pessoas; sua indestrutibilidade, e o cumprimento de suas profecias em Cristo e na humanidade.Deus disse tudo o que queria num único livro. A Seicho.no.iê já tem 300 obras escritas mas ainda não disse tudo. Não há comparação entre a Bíblia e a literatura dessa seita.




7)- A pessoa de Jesus Cristo na doutrina da Seicho-no-iê


Taniguchi já afirmou que sua religião é superior ao Cristianismo porque opera maiores e mais milagres do que Cristo. Portanto, sente-se na autoridade para interpretar as palavras de Cristo segundo suas próprias convicções. Taniguchi é mais crido, mais reverenciado, mais citado do que Jesus Cristo. Cristo disse: "Eu sou o caminho", isto é, o único caminho para Deus, para a salvação (João 14,6). A Seicho.no-iê interpreta essas palavras como se cada homem fosse o caminho, a porta da saída de Deus; não tendo Deus outra alternativa para manifestar sua força a não ser pelo homem. A Bíblia nos ensina que Deus tem usado o homem mas não está preso a ele, não depende dele porque é onipotente. Cristo disse que, se os discípulos se calassem, até as próprias pedras clamariam.Se não existissem mal, não existiria pecado, e o sacrifício vicário de Cristo não teria razão de ser. Cristo veio para salvar os pecadores, como nos ensina a Bíblia (Luc. 19,10; João 3,14, 15; II Cor. 5,21; 1 Ped. 2,24; 1 Cor. 15,3). Cristo, filho unigênito de Deus veio ao mundo para salvá-lo. Morreu, ressuscitou e foi para os céus, para salvar o homem e interceder por ele.



8)- Os supostos milagres na seita Seicho-no-iê



O fato de no Seicho-no.ieísmo haver supostos muitos milagres, não indica que é a verdade. Os feiticeiros no Egito fizeram milagres diante de Moisés. Cristo disse que muitas pessoas vão comparecer diante dele e dizer que profetizaram, expulsaram demônios e fizeram muitos milagres, mas Cristo vai dizer que nunca as conheceu (Mateus 7,21-23). A Bíblia diz que no fim do sistema atual, haveria muitos cristos aparecendo como salvadores da humanidade. E exatamente para isso que o seicho-no-ieísmo diz que existe, mas só apareceu no mundo em 1929. Diz uma reportagem sobre esta seita:


“Seu objetivo é construir um paraíso terrestre onde não haja uma só pessoa que padeça de sofrimentos ou enfermidades....”


Por que o deus do Seicho-no-ieísmo deixou a humanidade mergulhada no sofrimento e na maldade por milhares de anos, para aparecer somente em 1929? O Deus da Bíblia nunca desamparou a humanidade. Sempre esteve empenhado na sua salvação por meio de Cristo, desde o jardim do Éden, quando o próprio Deus sacrificou um cordeiro para tipificar o Cristo que havia de vir para salvar a humanidade, e que já veio e que salva realmente, não pelos nossos méritos, mas por sua morte vicária.A Seicho-no-iê é uma seita oriental que não entra em conformidade com nossa maneira de pensar e com a nossa maneira de crer. É simplesmente humanista, pensando no aqui e agora; muda os ensinamentos de Jesus a seu bel prazer; enfatiza o poder de cada pessoa em dominar sua mente, sua vida, sua felicidade. Conhecemos o poder da fé na saúde física e espiritual do homem; entretanto, é impossível realizar todos os bens anunciados pela Seicho-no-iê. Cristo quer que sejamos sal da terra e que anunciemos a verdade nua e crua, incluindo a dimensão do sofrimento. Cristo não mencionou apenas palavras agradáveis e positivas; trouxe também a repreensão, das perseguições e incompreensões no seu seguimento, bem como falou da condição em segui-lo, em que cada um deve renunciar a si mesmo e levar a sua cruz (Mateus 16,24), ou seja, Cristo nunca enganou a ninguém prometendo aqui nesta vida somente sombra e água fresca:


“Eu vos preveni sobre esses acontecimentos para que em mim tenhais paz. Neste mundo sofrereis tribulações; mas tende fé e coragem, pois Eu já venci o mundo.” (João 16,33)





Repare no quadro abaixo a diferença entre as afirmações de Taniguchi e a Palavra de Deus sobre esses dois temas:




BÍBLIA
SEICHO-NO-IE



DEUS

E uma pessoa com atributos de amor, graça, misericórdia, mas também de justiça e de ira, que retém todo o poder em suas mãos.

Uma energia impessoal, mas ao mesmo tempo indistinto da natureza humana. Um poder in­visível que reside dentro de cada ser humano.

JESUS CRISTO

Deus, Salvador, Redentor, Pastor e Senhor.

Um bom exemplo a ser seguido, e nada mais que isso.


PECADO

Transgressão do homem contra Deus e ma­nifestação de sua rebeldia e incredulidade na pessoa de Cristo Jesus.


Não existe pecado. Somos auto-suficientes, mas nem todos temos consciência disso.




CONCLUSÃO:


A Seicho-no-ie é uma agência de engano muito perspicaz, uma vez que apresenta apenas aquilo que as pessoas mais gostam de ouvir,e não aquilo que é preciso, ou seja, a verdade que liberta. Santo Agostinho dizia que: 



“O homem se faz réu do pecado no mesmo momento em que se decide a cometê-lo”. Sintetizava tudo afirmando que “pecar é destruir o próprio ser e caminhar para o nada”. E revela, em muitas coisas, algo sobre si mesmo nas “Confissões”: “Eu pecava, porque em vez de procurar em Deus os prazeres, as grandezas e as verdades, procurava-os nas suas criaturas: em mim e nos outros. Por isso precipitava-me na dor, na confusão e no erro”.


A primeira coisa que Jesus fez, no dia da sua Ressurreição, foi enviar os Apóstolos para perdoar os pecados que tantos males nos causam. Ninguém sai de uma confissão triste, mas em paz, leve e saboreando a alegria do perdão através de seus ministros ordenados:


“Como o Pai me enviou, eu vos envio a vós… Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos” (Jo 20, 22-23).


Isto mostra que a grande missão de Jesus era, de fato, “tirar o pecado do mundo”, e Ele não teve dúvida de chegar até a morte trágica para isso. Agora, vivo e ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, por meio do ministério da Igreja, dá o perdão a todos os homens.Logo, a Seicho-No-Iê não se coaduna de forma alguma com a fé cristã e a nega naquilo que é mais essencial: a Redenção do mundo pela Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, não pode ser seguida por nenhum católico, mesmo que aparentemente tenha muitas coisas boas e bonitas.Muitos católicos que infelizmente não conhecem bem a doutrina católica, e a palavra de Deus, às vezes são iludidos com a Seicho-No-Iê por conta de suas frases e pensamentos bonitos, quando, na verdade, esta doutrina desta nega radicalmente a doutrina Cristã naquilo que é mais essencial, pregando a re encarnação no lugar da ressurreição.


Principais Ensinamentos da Seicho-No-Ie:


1)- A Verdade essencial da Seicho-No-Ie é: "O Homem é Filho de Deus" e, sendo assim, é herdeiro de todas as dádivas dele. Basta apenas que se conscientize disso para manifestar no mundo fenomênico (mundo material) a sua perfeição.



2)- Seu conjunto doutrinário incorpora elementos do Cristianismo, do budismo e do xintoísmo - três grandes religiões presentes no Japão, representadas no seu símbolo oficial respectivamente pela estrela verde no centro, pela cruz gamada branca intermediária (Lua) e pelo círculo vermelho externo com suas 32 flechas (Sol). Predomina, a exemplo da outras Novas Religiões Japonesas, elementos da religiosidade nipônica, que valoriza todas as formas de vida, preza pelo respeito ao próximo, gratidão aos pais e cultua os ancestrais.




3)- A Doutrina da Seicho-no-iê é alicerçada nas escrituras de Masaharu Taniguchi, sendo as mais importantes entre os adeptos, a "Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade" (Seikyo Kanro-no-Hou, em japonês)e a Coleção "A Verdade da Vida" (Seimei no Jissô, em japonês ), composta por 40 volumes, que sintetiza as pregações de Taniguchi. Estas obras são publicadas noJapão pela Nippon Kyobunsha Co. Ltd. e, no Brasil, pela Seicho-no-ie do Brasil.



4)- Verdade Vertical: Só Deus e o que Ele cria existem verdadeiramente, ou seja, não tem início nem fim, é eterno, infinito.Ele é o Bem, o Criador, a Verdade, Jissô (Imagem Verdadeira), etc. Como o homem (na sua essência espiritual) também é criação de Deus, ele possui a mesma natureza infinita de Deus. Daí vem a principal convicção do adepto da Seicho-No-Ie: "O Homem é Filho de Deus".



5)- Verdade Horizontal: O mundo fenomênico é projeção da mente humana; o mal(Pecado) não existe, ou seja, tem início e fim, é efêmero, não é eterno, é finito (ele é apenas criação da mente humana). Da mesma forma, a doença, a morte, o envelhecimento e os pecados também não existem porque são derivações desse mesmo mal (ilusões da mente humana); Todas as coisas perceptíveis aos cinco sentidos e também ao sexto sentido não são existências reais porque não têm a mesma natureza perfeita de Deus. Elas são, portanto, projeções da mente humana (ilusão) que constitui a causa dos sofrimentos humanos.


6)- Jissô: A realidade absoluta, transcendental, o ser verdadeiro, absoluto, eterno e perfeito, constituído de Idéia de Deus; a Essência do ser.



7)- Sua origem cerimonial está ligada, principalmente, ao Xintoísmo, sendo também seus rituais o batismo, casamento e culto aos antepassados, do qual é talvez o melhor representante fora do Japão. Vale ressaltar que na Seicho-No-Ie há muita liberdade de adaptação de cerimonias ligadas à cultura local.


8)- Diferentemente de muitas religiões tradicionais, onde a conduta dos adeptos é condicionada pelo medo, Nakajima  explica que a Seicho-no-iê rejeita o "tem de ser assim", isto é considera que nada deve ser forçado e ensina a viver naturalmente a vida como ela é. Ensinamentos como "O ser humano é filho de Deus", "O mundo fenomênico é projeção da mente" e "Grande harmonia" são interpretados de várias maneiras, em conformidade com pessoa, tempo e lugar.




TESTEMUNHO DE GRACE HUGHES: EX ESPÍRITA E EX SIMPATIZANTE DA SEICHO- NO- IÊ:



INFÂNCIA


Eu, Mary Grace Hughes, ou de uma família de quatro filhos: dois homens e duas mulheres, meu pai e minha mãe. Minha mãe foi muito infeliz por causa das muitas ausências do meu pai. Mamãe era indiferente com relação a religião. Diziam-se católicos, porém simpatizante do espiritismo. Ser espírita ou mesmo simpatizante do espiritismo era uma “coqueluche” da cultura brasileira. Esta foi uma das causas da decadência moral, política e social do Brasil, pois a mente de um país espírita fica alienada a “carmas” sofrimento e pobreza, conformismo e etc. Quando tinha dez anos minha mãe sofreu de uma doença paroxística difusa que afetou sua personalidade. Ela foi para um sanatório e aquele quadro machucou muito meu coração, pois eu a amava muito. Nesta ocasião meu pai já havia constituído nova família. Os divorciados eram muito discriminados naquela época eu e meus irmãos passamos a ter dificuldade por ser filhos de pais separados. Muitas vezes fui convidada, como criança, a me retirar de uma casa por causa deste motivo. Meu círculo de amizade passou a ser com crianças com quadro semelhante ao meu, Sem meu pai e minha mãe em casa minha vida passou a ser um tormento. Fui me tornando uma pessoa muito triste. Minha casa era o último lugar em que eu queria estar. Passava maior parte do meu tempo na rua. Sempre encontrava uma maneira de fazer dinheirinho para pipocas, sorvetes e material para construir meus próprios brinquedos. Eu sempre questionava o porquê daquele sofrimento.


ADOLESCÊNCIA


Com quatorze anos de idade passaram a acontecer fenômenos paranormais. Em minha casa janelas abriam e fechavam, vultos passavam ruídos estranhos. Tinha impressão de que alguém estava em casa o tempo todo. Muitas vezes a temperatura da casa se modificava e dava a impressão de ambiente mal assombrado.Uma vez recebi uma visita de uma prima minha e um destes vultos se materializou para ela na forma de um macaco gigante. Ela ficou em desespero aterrador. Passei a ser muito sensitiva. Perdi o medo e passei a conversar com uma “presença” espiritual Um dia esta presença se manifestou na forma de um índio passei a ter vontade de vestir e agir como um índio. Pintei metade do meu rosto e fui pro quintal brincar de índio. (Neste tipo de manifestação é como se existisse uma mente paralela a da pessoa, não há confusão de personalidade, a pessoa tem plena consciência de si e da entidade. São duas mentes distintas).Segundo os espíritas eu era uma médium, e para me livrar deveria desenvolver minha mediunidade num centro espírita. Não me interessei pela proposta.



Às vezes eu ia ao centro espírita Kardecista para tomar passes. Lá eles falavam de Jesus e me confortavam. Eles me asseguravam que não existiam demônios nem Satanás e sim espíritos que interferiam em nossa vida caso eu não desenvolvesse a mediunidade Naquela ocasião me tornei simpatizante do espiritismo. Enquanto isto a situação de minha família se agravava cada vez mais. Minha mãe nunca voltou ser a mesma. Naquela época comecei a freqüentar bares noturnos, o cigarro, a bebida, os amigos me fizeram sentir outra pessoa. Sentia-me livre e adulta. Finalmente encontrei um ambiente onde era aceita.



Aos quinze anos eu já havia sido internada em hospital psiquiátrico espírita por duas vezes. A enfermeira me levou a uma sala no interior do hospital onde pude observar os espíritos se comunicando através dos médiuns. Eram pessoas cultas e de alto nível social. Um ano mais tarde fui internada pela terceira vez no mesmo hospital. Meus exames médicos não acusavam nada. Eles sempre insistindo que eu deveria desenvolver minha mediunidade.



Internada em um Sanatório


Meu pai me mandou para um hospício. As condições eram as piores possíveis, muita gente assustadora por causa da loucura e dos excessos de comprimidos. Procurava não tomar os comprimidos, mas um dia a enfermeira descobriu e passou a me obrigar e eu fiquei igual às outras internas: ria à toa e falava molemente. Fiquei seis meses no sanatório. Fui muito dopada com injeções, para calarem minha boca tendo em vista o que eu presenciara naquele lugar, inclusive maus tratos que levou à morte de uma interna.


De volta para casa


Quando saí do sanatório voltei ao convívio com o título de “pancada” da cabeça. Achei amizade agora só com pessoas pervertidas, o que tinha de pior na cidade. Um dia rezei a Jesus pedindo a ele que queria ser uma moça normal. Queria ter alguém que me amasse. Sonhava em casar-me e sair daquela cidade. Eu tinha todos os sonhos de uma adolescente. Eu não queria ser espírita, não me interessava pelos mortos; não queria ser médium. Minha aparência melhorou e logo conheci meu futuro esposo e aqui neste testemunho vou chamá-lo d Carlos. Ele era de boa família bom status social. Muitos o alertaram contra mim mas ele faz seu próprio julgamento. Ele era católico. Arrumei um trabalho de manequim. Comecei a desfilar, as pessoas me aplaudiram eu era admirada e reconhecida. Passei a ser modelo exclusiva da Maruere, uma Cia Japonesa. Passei ater um salário altíssimo. Agora o patinho feio se transformara num lindo Cisne.Três anos depois estava casada. Tive um lindo filho chamado Fábio. Já possuíamos um próprio negócio de confecção. Com os anos meu casamento foi sofrendo um desgaste. Eu e Carlos nos amávamos, mas não éramos felizes. Tentávamos de todo jeito até que Carlos procurou um Centro Espírita Kardecista. Ele era de forte formação católica. Fiquei impressionada com esta decisão. Ele trouxe um recado de um médium que eu deveria ir lá também. Quando não temos conhecimento da bíblia e não sabemos quem estes espíritos realmente são, a experiência com os espíritos se torna a de uma “presa na rede”.


A comunicação é real, mas eles não são um ente querido, mas demônios, espíritos familiares que passam na mesma família de geração em geração. Eles conhecem nossa vida, nossos antepassados e sabem de detalhes e segredos a nosso respeito que estavam ocultos. Através dos médiuns eles nos revelam o que viram e convencem que sua doutrina é verdade, principalmente porque eles falam o nome Jesus. Veja o que a bíblia diz sobre isto em I TIMOTEO 4,1: “MAS o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios.”



Na semana seguinte fui a uma sessão espírita. A médium atendia um a um antes da sessão de desobsessão. (Segundo o espiritismo, nesta sessão os espíritos dos mortos se manifestam através do médium. Eles são doutrinados e levados por outros espíritos para diversas partes do mundo espiritual dependendo da sua evolução e do tratamento que necessitam. Na maioria das vezes este espírito de luz também chamado de “anjo de luz”, mentor do centro ou do médium principal, manifesta-se dando uma mensagem).


Um verdadeiro Cristão, ou até mesmo um Católico esclarecido, conhecedor da doutrina de sua Igreja, que acredita em Jesus Cristo e que conhece a bíblia não se deixa enganar, pois assim diz a palavra de Deus: 


II COR 11,13-15: “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo.(referindo-se aos médiuns)E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros (médiuns) se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras...”



Fiquei impressionada com as palavras de conhecimento da minha vida, sobre assuntos cotidianos. Ele disse que eu tinha de estudar o Evangelho do Espiritismo, O livro dos espíritos e as obras de André Luiz. Se eu não fizesse minha vida nunca seria próspera e os espíritos obsessores me perseguiriam, pois eles eram pessoas que em vidas passadas, nós os prejudicamos, perseguimos, atormentamos e em alguns casos até os assassinamos. Agora eles nos perseguem até que haja um acordo de paz ou uma reencarnação expiatória.


Ai, eu me perguntei: Porque fugir do espiritismo? Afinal eles falam em Jesus, praticam a caridade e nunca os ouvi falar que deveríamos praticar o mal.



Mergulhei da cabeça no espiritismo. Dediquei-me a descobrir o que ensinavam. Fiquei impressionada quando eles me disseram que o CONSOLADOR, o espírito da verdade, que Jesus Cristo prometeu era o ESPIRITISMO. Fiquei atônita porque esta teoria espírita explicava meus sofrimentos, os desajustes de minha família (só não os resolvia), explicava e alimentava o meu intelecto. AQUI O PEIXE INOCENTE, INFELIZMENTE, MORDEU A ISCA E CAIU NA REDE.


TORNEI-ME UMA ESPÍRITA ATUANTE


Uma nova etapa começou em minha vida. Feliz pela literatura espírita que satisfazia meu intelecto, mas nunca a minha alma, e motivada pelo amor que eu nutria por Jesus, passei a seguir o Kardecismo. Seis meses após o meu encontro com aquele médium meu casamento acabou. O amor acabara.


O espiritismo trouxe a “solução” para o nosso casamento: segundo os espíritos, nossa etapa juntos acabara; teríamos de seguir nosso destino, separados. Mais tarde eu já estava num relacionamento confuso e decadente, envolvimento este que me custou caro: meu filho, minha paz e minha saúde. Chamarei este indivíduo com o qual me envolvi de José. Muitas vezes quis sair deste relacionamento, mas era muito difícil. Era como se minha própria vontade nada valesse. Machucamos muitas pessoas por causa deste envolvimento, mas segundo os espíritos não adiantava lutar contra, pois nos reencontrávamos para uma nova etapa de evolução. Segundo os espíritos nossa união já havia sido ordenada antes de nos reencarnarmos.



Sete meses mais tarde nos unimos para o bem ou para o mal. Mas só aconteceu o mal. José sofrera uma perseguição de seu melhor amigo, uma ação judicial que nos custou seis lojas de confecção mais a falência.Devido a falta de condições financeiras e instabilidade entreguei meu filho ao seu pai para cuidasse até que as cousas melhorassem. O menino tinha apenas três anos de idade. Devido a novo ramo comercial tivemos que viajar para outras cidades e fixarmos residência de até dois anos em cada cidade. Eu e José éramos fieis ao espiritismo, em toda cidade que passávamos visitávamos os centros espíritas. Nós divulgávamos a doutrina aonde quer que fôssemos. Em 1982 mudamos para Belo Horizonte, onde por dois anos frequentamos a cidade de Pedro Leopoldo, cidade natal do famoso médium Chico Xavier, o Centro Espírita Bezerra de Menezes. O fundador daquele centro era o continuador das tarefas assistenciais de Chico Xavier, desde que o famoso médium se mudara para Uberaba. Nosso primeiro encontro com o médium de |Pedro Leopoldo foi muito marcante. Estávamos impressionados com sua mediunidade. Vários espíritos se manifestavam ali: desde Bezerra de Menezes até Scheilla que, segundo os espíritos, fora uma enfermeira na segunda grande guerra mundial. Ela também era filha do espírito do Dr. Fritz, um espírito que vem se manifestando através de vários médiuns promovendo diversos tipos de curas e cirurgias espirituais. 



A maioria dos médiuns que se envolveram com este espírito morreu tragicamente para se cumprir o que a bíblia diz em Levítico 20,27: “O homem ou a mulher que entre vós for médium ou feiticeiro, certamente serão mortos...”




Neste mesmo dia após fazermos a distribuição de sopa fomos para o interior do centro, onde o médium diretor convidava diversas pessoas para sentar-se à volta da grande mesa. Aquele velhinho me tratou com muito carinho e foi me dizendo: “Eurípedes Barsanulfo pediu-me que cuidasse de você com muito carinho” Aquilo foi um impacto para mim. Este nome era o mentor espiritual do centro que eu frequentara antes. Frequentei aquele centro por dois anos. Na ocasião meu guia espiritual se manifestou. Ele fazia parte da falange de Scheilla. Conheci os maiores médiuns do Brasil. 



Lembro-me de ter compreendido como os médiuns sofrem. Quanto maiores são as manifestações sobrenaturais, e mais alta a posição do espírito mentor da linhagem espiritual, mais o médium sofre. Na maioria dos casos ele padece de doenças progressivas. Acidentes de carros eram comuns. 



O médium daquela instituição, que passou a ser meu padrinho espiritual, andava arrastando, pois tinha parafuso emendando diversas partes do seu corpo, devido a um sério acidente de carro. Aprendi com ele a renunciar a mim mesmo em favor da doutrina dos espíritos e ser tolerante nos momentos de provas e expiações. Quando certos problemas viessem, teríamos de suportar, tolerar e sofrer em silêncio, para que pudéssemos evoluir. Era um luxo ser médium e ser pobre.Meu padrinho era muito procurado por pessoas de todas as classes sociais. A resposta era sempre a mesma: Mediunidade. Segundo a doutrina dos espíritos todos são médiuns. Se você já foi a um centro já deve ter ouvido isto. 



O quadro das congregações espíritas é mesmo:Muitas pessoas sofrem de perseguições judiciais, perdem seus bens e vão à falência. Vinham em busca de consolo e a resposta era sempre a mesma: mediunidade. “Este é o seu carma, na próxima reencarnação você estará livre desta dívida. A terra é um lugar de provas e expiação”. Os problemas mais comuns eram os familiares. A cada dez famílias, oito estavam enfrentando desilusões, separação e divórcio. Outros problemas muito comuns eram de ordem psíquica, perturbação espiritual. Em todos os casos os guias apresentavam sempre a mesma solução: renda-se aos espíritos, desenvolver mediunidade, freqüentar sessões espíritas, tomar passe e água fluída. Os resultados eram sempre os mesmos: as pessoas não encontravam uma solução positiva para os seus problemas. Nada melhorava apenas as pessoas ficavam conformadas com o fato de que carregavam consigo uma grande carga de culpas de vidas passadas. Sem conhecer verdadeiramente a pessoa do Senhor Jesus Cristo, o Filho ressuscitado do Deus Vivo. 



As pessoas se comprometiam com as práticas espíritas, caridades ajudando as mais infelizes que elas. Quanto aos perturbados, se não se envolvessem com a doutrina espírita, acabavam sendo levadas a loucura pelos espíritos, e internados em hospitais psiquiátricos como eu fora. No ano de 1984 mudamos para os Estados Unidos. Durante este tempo fundamos naquele país, EUA, um grupo espírita em Forte Lauderdale, Flórida, que se dissolveu quando voltamos ao Brasil em 1986.Neste período eu já tinha fortes experiências com os espíritos, pois desenvolvera diversas mediunidades. Uma foi a experiência fora do corpo, chamada pelo espiritismo de desdobramento. Conhecida também como viagem astral. Era muito fascinante, pois eu era levada pelos espíritos a diversos locais no mundo espiritual, até países e cidades distantes. Eu volitava pelas montanhas, bosques, florestas, praias e rios. Entrei até mesmo em um vulcão. Já saí de meu corpo e toquei-o fora de mim, passeava pelo meu quarto com meu corpo na cama e tocando todos os objetos de uso pessoal. Quando eu estava nos EUA, ia ao Brasil levada pelos espíritos e visitava familiares, amigos e etc. Era muito comum eu ter notícia de familiares e amigos antes mesmo que elas chegassem a nós pelos meios naturais. Meu esposo estava habituado a este tipo de experiência que eu tinha. Em uma ocasião, no Brasil, hospedado na casa de meu padrinho espiritual. A noite eu e meu esposo, na cama. Conversando quando vi o meu padrinho espiritual entrar pela porta do quarto. Eu estava tão habituada a exercer a saída do corpo que desejei estar ali com ele. Exerci a queda da respiração, e em segundos estávamos juntos no quarto, em espírito. Fomos para a sala de jantar onde ficamos conversando por dez minutos, Eu o acompanhei até ao portão da casa. Ele me pediu que eu voltasse para o meu corpo e ele seguiu volitando para o céu afora. Voltei para meu quarto, entrei em meu corpo e relatei a experiência ao meu marido. Na manhã seguinte à frente de várias pessoas, meu padrinho veio e disse que ontem à noite ele não pode me lavar aonde foi. Eu me considerava privilegiada, pois poucos médiuns têm este tipo de experiência. Ficava feliz por fazer parte de uma minoria.





Por várias vezes quando estava em desdobramentos corri sérios perigos. Sempre havia algum tipo de armadilha para me pegar. Na maioria das vezes via meu mentor espiritual ao meu lado. Em algumas ocasiões ele me levava para um túnel escuro, dentro dele eu começava a sentir uma forte pressão, como se um aspirador magnético muito forte me puxasse. Ao ser sugada, o túnel se tornava cada vez mais horrendo, eu sentia calafrios. Muitas vezes eu sentia que uma força diferente me livrava da experiência. Nunca me preocupei mesmo sabendo que corria risco de morte, pois eu confiava no meu guia espiritual. (Eu não sabia quem realmente ele era…).





Meus problemas pessoais e familiares eram grandes; a opressão e a perseguição espiritual vinham de todos os lados. Eu estava sempre doente e muito infeliz. Contudo quando eu olhava meus mestres espirituais, eu me considerava feliz, pois todos sofriam perseguições espirituais, a maioria deles padecia de doenças e enfermidades piores que as minhas. Quem era eu para reclamar. Eu era apenas uma simples cooperadora do espiritismo e dos espíritos, se comparada a grandes médiuns de renome. Quando eles me revelavam meu “passado”, “vidas passadas” eu me sentia a pior das pessoas, sem o mínimo de merecimento. Eu sofria calada, sempre esperançosa de uma vida futura melhor, “nas próximas reencarnações”. Eu renunciara meu direito a um lar feliz, sadio e estável. Eu sentia muita falta do meu filho. A saudade doía. Muitas vezes eu chorava calada por estar distante dele. Buscava nas crianças ao meu redor a imagem de meu filho nas diferentes idades. Muitas foram as vezes que ansiava ter meu filho no colo, beijá-lo, levá-lo ao parque. Entre nós estava a distância, meu marido e a vida nômade e instável. Poucas vezes tive a felicidade de ter meu filho comigo, por alguns dias ou algumas horas.



LÍDER NO ESPIRITISMO


No ano de 1986 voltamos ao Brasil, estabelecemos uma fábrica de confecção na cidade de São Joaquim da Barra/SP. Nesta ocasião ansiava por restabelecer meu lar e ter meu filho comigo. Meu esposo se opôs totalmente à minha vontade, ele não aceitava que meu filho morasse conosco. Meu filho passou poucos finais de semana comigo e, muitas vezes, chorei por isto.O tempo passava e meus anseios de mães eram sufocados. Um dia meu padrinho espiritual me trouxe um consolo por parte dos espíritos. Ele pedira ao doutor Bezerra de Menezes (espírito) que lhe apontasse o quadro espiritual entre nós três (eu, meu esposo e meu filho) em vidas passadas. 



O espírito do Dr. Bezerra de Menezes mostrou-lhe as páginas de um livro que registravam o seguinte CARMA: eu e meu atual esposo éramos casados legalmente. Meu filho naquela época era meu amante e, juntos assassinamos de modo cruel meu esposo. Era, portanto necessário que a dor da renúncia e da separação pagasse o carma contraído. Cri piamente nesta explicação para os acontecimentos. Com isto eu perdi toda energia para lutar ou querer mudar os fatos. O barco teria de seguir seu destino.Eu poderia mudar os fatos sim, mas, segundo os espíritos, iria contrair novas provas e novas provações fora do meu destino e teria de pagar tudo de novo em uma vida futura.



Fico a pensar em quantos quadros e situações como estas estão ocorrendo no Brasil agora:


Num país onde 40% da população é simpatizante desta doutrina e crê nestes mesmos fardos, ou piores,, quantos corações aflitos passam pelos mesmos fardos ou semelhantes? Eles vivem oprimidos carregando nos ombros e no coração o sentimento de culpa de vidas passadas, renunciando seus preciosos filhos e filhas, deixando lares, abandonando cônjuges e entes queridos. Eles vivem miseravelmente por crerem nas mais absurdas farsas enganadoras de vidas passadas. Passei a dedicar ainda mais na caridade, pos fazer o bem aliviava meu coração. 



Dentre muitas ações de caridade que fiz na cidade de São Joaquim da Barra e de Franca, lidei com grupos jovens espíritas e vi que desde cedo sofriam profundas perdas e sofrimentos. Mas seus corações eram sinceros como o meu e se esforçavam por buscar a Jesus. Os jovens pouco, ou quase nada, sabiam de Jesus.



Neste tempo os médicos diagnosticaram um foco convulsivo do lado esquerdo da minha cabeça. Passei a sofrer de convulsões cerebrais. Foi uma época muito dura para mim. O relacionamento com meu esposo era miserável. Eu sentia muita falta do meu filho. Eu guardava no coração as amarguras e sofrimentos do dia a dia. Os médicos me disseram se eu continuasse renunciando a mim mesma daquela forma eu poderia sofrer lesões mais sérias.Era tempo de por fim àquele carma. Eu estava segura que se continuasse aquela vida com meu esposo eu ficaria doente e inválida e o perderia de qualquer forma. O mesmo egoísmo que o mantinha unido a mim, faria com que ele me deixasse.Não foi fácil tomar esta decisão. Como uma pessoa subjugada a outra sofre. Mas Jesus mais uma vez interferiu a meu favor de forma maravilhosa, mesmo sem eu ter conhecimento.



Viajando pelo litoral santista, à tarde eu e meu esposo passamos frente a uma igreja de linha protestante. Era um congresso. Senti uma grande vontade de ir aquela igreja. Com o consentimento dele eu fui. O Pastor Marco Túlio Barros pregava a palavra de Deus. Ele deu seu testemunho de como Jesus o havia livrado da prisão e da morte numa viagem missionária no oriente médio. Logo ele fez um apelo perguntando se alguém queria aceitar Jesus. Eu dizia: “Eu já tenho Jesus” Dentro de mim algo me impulsionava a ir, mas eu resistia àquela vontade. Uma jovem veio em minha direção com um olhar materno, segurou em minha mão, me levou até ao altar. Ali eles oraram fervorosamente por mim. Ao final da oração meu coração estava rendido. Senti-me aliviada, mas não sabia o que era. Retirei-me da igreja, relatei o fato ao meu marido e rimos juntos. Mas lá no íntimo meu espírito meditava sobre o ocorrido e guardei aquela cena no coração. Ali eu ganhei forças e me libertei do jugo que me prendia aquele homem. Logo em seguida recebi um convite de amigos evangélicos dos EUA Mr. e Mrs. Wolpert. Eles queriam me ver novamente e me convidaram a passar um tempo com eles na Flórida. As convulsões haviam se intensificado. Recebi apoio de todos meus amigos com relação à separação e minha ida para os EUA. Depois disso passei a lidar com um grande inimigo: meu esposo. Ele se recusava a dividir os bens e a indústria que adquirimos juntos. Ele queria me punir por deixá-lo. Paguei mis um preço da separação. Fiquei com quase nada. Fui passar trinta dias de férias com o casal amigo.



A MISSÃO


Ao regressar aos EUA, de férias achava que ia ter descanso, como se isto fosse possível sem os braços do Senhor e Salvador Jesus Cristo. O Casal Wolpert me dava muito carinho. O casal já alcançava setenta anos de idade. Eles liam a bíblia toda manhã, e duas vezes por semana íamos a igreja. Eles me convenceram a passar mais seis meses com eles.Meu guia espiritual começou a me mostrar que o tempo previsto para a missão que eu me comprometera com os espíritos havia chegado. Eu seria usada pelos espíritos para implementar o centro espírita, onde os espíritas brasileiros pudessem estudar e praticar a doutrina espírita. 


Eu procurava um centro kardecista, o que era impossível, pois nos EUA, Flórida, só havia o centro espírita hispânico, com atividades bem diferentes das do Brasil. O kardecismo não conquistara espaço na cultura americana.



Eu não me separava do Evangelho Segundo o Espiritismo, dos Livros dos Espíritos, nem do meu costumeiro diálogo com os espíritos. O casal Wolpert fez de tudo para que eu me congregasse na igreja, mas segundo a minha própria ignorância, concepções e credos, eu não queria “regredir” na minha vida espiritual, desejava ter comunhão com os espíritos. Era uma luta entre a Luz e as trevas. Jesus fizera tudo para me resgatar daquela vida de engano, mas eu estava cega.Meu guia espiritual insistia que eu deveria iniciar um trabalho para brasileiros. Quando o famoso médium Divaldo Pereira Franco visitou a comunidade Hispânica Kardecista, compartilhei meus intentos com ele. Fui encorajada a iniciar os trabalhos no prédio da Federação Espírita Hispânica, pois assim teria menos despesas com aluguel. Voltei ao Brasil, vendi tudo, retornei aos EUA e nasceu o “grupo espírita irmã Scheilla” Foi um sucesso. Em 1993 fundamos a folha espírita de Miami. Muito zelo, muita dedicação. Ali nunca uma comunidade latina tinha prosperado tanto como a nossa.Em 1992 lancei a griffe Mary Grace Designers, linha praia esportiva. Depois passei a trabalhar como colunista do Flórida Review, maior jornal brasileiro no exterior. Fui crescendo, entrevistei gente famosa, fiz teatro. Implantei um programa na televisão.Poucos meses após a estréia do meu programa,, o furacão Andrews devastou o centro de Miami, causando uma grande perda para os comerciantes brasileiros, eles eram meus patrocinadores e isto inviabilizou a manutenção do programa. Tive outros apoios na TV e isto me ocupava muito. Os estudos espíritas começaram a enfraquecer-se. Meu guia me advertia que minha missão nos EUA era com o grupo espírita. Estava para ter um contrato com a Varig e fiquei entre a doutrina espírita e a vida profissional. Deixei a TV, pois não podia viver sem meus amigos espirituais. Além disso, eu cria piamente que a doutrina Espírita era a terceira revelação de Deus, o Consolador prometido por Jesus Cristo. Tudo que o diabo dá, ele toma.


O CAOS



Obra e sofrimento são a marca do espiritismo. Líder ou simpatizante, não importa. Ninguém está livre de, lentamente cair no caos. Cedo ou tarde, tragédias devastadoras assolarão a nossa vida. Pagamos um carma e logo aparece outro. Não há recompensa pelo trabalho, não há vitórias em nossas lutas. O drama da consciência, o sentimento de culpa e de não merecimento, rouba até a fé em nós mesmos. A doutrina espírita tem sempre a mesma explicação para as tragédias, os tormentos, o sofrimento e a mediunidade: a terra é um lugar de provas e expiações. Nós devemos ter sido muito maus, causando muito sofrimento a muitas pessoas em vidas passadas. Agüentemos firmes; vamos superar mais essa.



Teria eu mais carmas? Não há tréguas! Os espíritos não exigem de nós apenas obras e renuncias: a doutrina é mais bem propagada quando a divulgamos miseravelmente.


Exemplo disso é a vida do codificador Alan Kardec que perdeu quase tudo o que tinha e morreu pobre, quase sem nada, e um grande espírita brasileiro que passou grande fase de sua vida enfermo, acamado, doente e em sofrimento.


Pouco depois que deixei o programa de TV, sofri um grave acidente de carro. Quatro deles bateram contra meu automóvel, que ficou totalmente destruído. Sangrando e gemendo recobrei a consciência quando já estava na ambulância. Uma força diferente, agradável me sustentava, sentia paz e estava sem dor. Mas logo comecei a invocar os espíritos, principalmente o Dr. Bezerra de Menezes, conhecido como médico espiritual. Então uma sensação sombria se apoderou de mim. Esperava receber consolo e conforto, mas não foi o que aconteceu. Não entendi o que aconteceu, mas guardei comigo aquela impressão. Sofri muitos danos, fiquei longo tempo em recuperação. Meu lado esquerdo precisava de reabilitação. Meu pescoço tinha um disco deslocado. Minhas finanças viraram de cabeça para baixo. Não pude pagar aluguel, vendi parte de minhas cotas e fui morar de favor. Continuei firme com o propósito do centro espírita que após passar por uma crise, cresceu como nunca. Mas o meu carma não parava aí. Não havia passado um ano deste acidente quando ainda sofri outro. A batida foi o suficiente para agravar os problemas que eu já tinha. Não me foi possível dirigir o centro, passei a responsabilidade dele a Federação Espírita Hispânica que indicou uma médium substituta. Aos poucos me estado físico piorou. Tive a sensação de estar paralisada. Novos testes acusaram uma possível fratura na vértebra.




Não há palavras para poder explicar meu drama. Dores físicas, longe da minha família com profundo abalo emocional. Só me restou um amigo que me cedeu sua cama e uma amiga, Regina, que vinha sempre me visitar. Pela primeira vez na minha vida, depois de anos, não pensava nos espíritos, nem os invocava, meus pensamentos e o meu coração estavam voltados apenas para Jesus.



O espiritismo ensina que os espíritos são os mensageiros de Jesus e que apenas através deles temos acesso à sua pessoa e à ajuda que precisamos. Agora minha aflição e dor eram tão grande que eu passei por cima de toda a hierarquia espiritual e fui direto àquele que é o crucificado, ressurreto, Àquele que é o Autor da Vida, o Alfa e o Ômega, o Príncipe da Paz, a Resplandecente Estrela da Manhã, o meu amado Jesus. Eu o invoquei de coração. No momento em que invoquei a Jesus eu estava em crise. A sensação de loucura. Quando me dei conta destes sintomas eu imaginava como seria o meu fim. Não poderia responder por mim e acabaria num sanatório. Nunca estive tão só. Neste momento os espíritas são os primeiros a se afastar de você. Estão preocupados em cuidar dos seus próprios carmas. A própria doutrina se encarrega de mantê-los afastados. Mas Jesus passou a ser o Meu Companheiro.



O filme de minha vida passava pela minha mente: minha infância, a rejeição da família, o sanatório, minha desventura matrimonial, a negação de poder ser mãe e ter filhos, a miséria em que eu me encontrava a dor, o cansaço mental e a angústia. Já não queria mais viver. Não tinha coragem de tirar a minha própria vida, mas ansiava pela morte. Pedia a Jesus que tirasse a minha vida. Eu era uma suicida em potencial, perdi todo meu amor pela vida, aguardava ansiosa pela morte. Naquela noite em que pedi a Jesus a morte, ele começou ali o enterro daquela criatura solitária, triste e destituída da alegria de viver, para nascer uma nova. Eu pedi a morte a Jesus, o Autor da Vida, ele me deu uma vida nova.




A LIBERTAÇÃO FINAL




Aconteceu comigo. Jesus moveu a terra e o céu para me libertar do espiritismo. Houve lutas entre anjos e demônios. Eu estava em pecado, envolta em trevas, enferma e cega espiritualmente. Jesus sempre soube onde eu estive, mas meu coração não estava pronto para recebê-lo.




O leitor pode perguntar: ”Mas você não disse que sempre amou Jesus?” Sim, eu amava Jesus pela sua história, pela forma que o conhecia. Meu coração estava sempre pronto a amá-lo, mas nunca para recebê-lo, assim como Ele Jesus Cristo é: Deus encarnado, meu redentor, meu Senhor e Salvador.




O Messias do Velho e do Novo Testamento. Aquele que derramou seu sangue para redimir o homem do pecado e nos dar a salvação eterna. Qual é a diferença? No nesta parte final o leitor vai entender o que eu levei dezesseis anos para compreender. Minha oração é que os olhos do seu entendimento se abram aos ler o que vou relatar agora.




O FOGO CONSUMIDOR



No outro dia acordei melhor. A lembrança de uma antiga amiga veio à minha mente: Leila. Ela tinha sido umbandista e naquele momento professava a SEICHO-NO-IÊ. Havia tempo que não tinha contato com ela, mas ela vinha constantemente à minha mente. Quinze dias se passaram e eu deveria fazer um minucioso exame. 



Eu pensei: ”Quem sabe eu devo ir ao Seich-no-iê com Leila?..."



Decidi procurá-la depois dos exames. Ela havia trabalhado para mim, mas eu nunca havia visitado sua casa e nem conhecia seu esposo pessoalmente. Eles ficaram estarrecidos ao ver minha aparência com aquele colete no pescoço. Depois de ouvirem minha história começaram a me contar como a vida deles mudara. Eles haviam passado por tremenda dificuldade e tiveram um encontro pessoal e transformador com pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, e já não eram mais os mesmos. Eles estavam radiantes falando de como Jesus manifestava sua presença e ação restauradora em suas vidas. Pude ver com meus próprios olhos uma mudança profunda na vida de Leila. Eles me convidaram para ir a igreja com eles. Neguei de pronto; eu tinha pavor de pastores protestantes.


Pedi a Leila que me levasse ao centro Seicho-no-iê. Eu achava que me sentiria melhor num ambiente espírita.



Com muito jeito ela disse que me levaria sim, mas não sabia quando. Eles levaram meu nome para que a igreja orasse. Pediram que eu aceitasse que o pastor fizesse uma oração por mim.Voltei para casa e quando busquei os exames, fiquei maravilhada. Deus negativo; não havia fraturas. Teria sido um milagre? Leila e seu esposo ficavam felizes com meu progresso. Eles insistiam para que eu aceitasse que o pastor viesse orar por mim.



Toda noite eu passei a ter o mesmo sonho: “Estava numa casa e vinha um fogo de fora para dentro, consumia tudo e depois que o fogo passava eu me via no meio da casa”. Eu havia ligado para uma amiga minha Regina que conhecia todo tipo de espiritismo. Nem mesmo ela conseguiu interpretar o sonho. Achei que Jesus iria me levar e eu morreria queimada. 


Com medo aceitei que o Pastor viesse rezar por mim. O Pastor foi muito gentil, simpático ele e a esposa me trataram com ternura. Ele se limitou a dizer que satanás queria tirar minha vida, mas que ele já estava derrotado. Os espíritas não crêem em Satanás. Eu pensava que ele estava se referindo aos espíritos obsessores. O que me tocou o coração foi a preocupação que demonstraram para comigo. Ao rezar por mim, ele pediu que eu repetisse a seguinte oração: 



“Senhor Jesus, peço que entres no meu coração e seja meu senhor e meu salvador. Peço que perdoe meus pecados e me laves com seu sangue. Eu renuncio a todos os espíritos... (nesta frase eu interrompi a oração e disse: "Mas não aos espíritos de luz”), renuncio ao Kardecismo (interrompi novamente “Desculpe, pastor, mas não renuncio ao Kardecismo”... Ele disfarçou e continuou a oração) Ele disse : no nome de Jesus eu ponho fogo nestes espíritos das trevas, queimo o espírito de morte, tranca-rua. Ponho agora o  fogo libertador do Espírito Santo de Deus sobre esta sua filha, e os Amarro em nome de Jesus... Falou nomes de espíritos que eu jamais ouvira falar. Depois daquela oração eu me senti muito bem.




O Pastor sempre me visitava e me ajudava. Um dia ele me convidou para ir à igreja. O Amor que eles demonstravam por mim foi decisivo para que eu aceitasse o convite. No dia do culto fiquei desanimada e liguei que iria sim, mas que não seria hoje. Eles foram lá em casa me buscar. Enquanto eu ia para igreja, comecei a meditar na minha vida:



“Eu uma líder Kardecista, fundadora do grupo espírita Irmã Scheilla- o centro espírita mais freqüentado de Miami, um jornal que já circulava em todo sul da Flórida e em várias cidades do Brasil. Apesar de tudo isto eu estava indo a uma igreja para buscar ajuda….”


Lembro-me do cântico que era cantado: 


“Renova-me Senhor Jesus. Põe em mim teu coração. Porque tudo que há dentro de mim necessita ser mudado Senhor”.


Era tudo o que gostaria de dizer a Jesus. Chorei durante todo culto. O fardo da minha angústia e aflições eram grandes. Enquanto eu chorava sentia que o peso da opressão se dissipava, dando lugar a um doce consolo. Eu sabia: Jesus Cristo me resgatou. 



Apesar de eu já ter um encontro com Jesus, em minha mente eu continuava espírita kardecista. Eu não mudara minhas convicções a respeito dos espíritos. Sabia que não precisava mais deles para me relacionar com Jesus. Mas minhas novas experiências não anularam o passado. Os espíritos eram reais, a mediunidade, um fato. 


Eu me deparava com uma grande questão: Estive enganada todos esses anos?



Meu problema não era aceitar Jesus e recebê-lo no coração; mas descobrir a verdade. Eu estive enganada durante aqueles quatorze anos de espiritismo? A minha mente estava confusa, mas meu coração havia mudado. Eu aceitara Jesus como meu Senhor Salvador e queria tudo o que ele tinha para me oferecer.Jesus Cristo vive e é real. Eu nunca havia experimentado isto. Freqüentando os cultos ficava mais impressionada. Eu perguntei a uma senhora na reunião: que poder é este que está neste lugar? Ela me disse: É a unção de Deus derramada pelo Espírito Santo. E quem é Ele? Eu perguntei. Ela disse O Espírito Santo é o Consolador prometido por Jesus Cristo.


Fiquei intrigada, pois eu havia aprendido que o Espiritismo é o Consolador prometido por Jesus. A irmã que me ensinava fez-me uma pergunta: E Jesus iria esperar 2000 anos para mandar o Consolador. O Espírito Santo é a promessa que se cumpriu no dia de pentecoste. Eu disse: Jesus, só você pode me mostrar a verdade. Ele disse ao meu coração: “Eu lhe mostrarei tudo, apenas abra o seu coração para receber a minha palavra...”


A primeira coisa que Jesus me esclareceu foi a promessa do Consolador nas passagens bíblicas de João 16,7 – 15; Atos 1, 4-5-8; Atos 2,1- 4. Estas passagens deixam claro que Jesus realmente não esperou 2000 anos para enviar o consolador.Na semana seguinte fui à igreja e fiz um pedido a Jesus Cristo. Que abençoasse meu filho. Quando disse “meu filho” algo rompeu dentro de mim. Era como que pela primeira vez, eu houvesse descoberto que era mãe. O amor de Deus estava em mim e eu pela primeira vez amava com o amor ágape. Não resisti a tamanho amor, e pela primeira vez liguei para meu filho e lhe disse:


“Amo você meu filho, sou sua mãe, e você é o tesouro que Jesus me deu” de todas as bênçãos que Jesus me deu esta foi muito marcante.”


A REVELAÇÃO FINAL


Estava confiante, recuperava minha saúde de forma rápida. Uma nova esperança nascera no meu coração.


Eu passava lutas espirituais; os espíritos me rodeavam, soprando em meus ouvidos palavras de desânimo, tentando me persuadir a desistir da igreja.



Pouco depois destas experiências boas sofri um grande ataque das trevas. Eu voltara da igreja, estava preparando minha cama, quando ouvi panelas se mexendo na cozinha, fazendo muito barulho. (Nos EUA cozinha são ligadas à sala, separadas só por um balcão, por isso era muito claro). O pastor havia me ensinado a repreender os espíritos usando o nome de Jesus, Eu disse: 


“Espíritos eu os repreendo, e ordeno: saiam desta casa em nome de Jesus !!!..." Ouvi uma voz dizer: “Ah! Você está assim!?...Espera que eu vou chamar o meu chefe”.




Não me intimidei, pois eu estava acostumada com aquele tipo de manifestação. Eles não tinham domínio sobre mim enquanto eu estivesse consciente, a não ser que eu o permitisse. Eu me deitei logo. Eu estava pensando nos acontecimentos quando, de repente, fui jogada pelos ares por um forte chute nos quadris. Eu me levantei e antes que tivesse tempo de entender o que estava acontecendo, fui atingida por socos e pancadas no estômago, nas pernas e na cabeça. Uma força maligna sobrenatural não me deixava pensar nem agir. Aquela força me atirava no chão e nos ares, sem me dar tempo de me recompor entre um ataque e outro. A minha cadela, escutando meus gritos, começou a latir, e uma voz, sonido metálico audível esbravejou:


“Agora eu vou morder você toda”


Então percebi que aquela força maligna se apossara da cachorra, que rodopiava, rosnando desesperada e esbugalhando os olhos em minha direção. O quadro era desesperador. De repente senti a força dentro de mim e gritei com grande autoridade:


“Saia desta cachorra em nome de Jesus! O sangue de Jesus tem poder”. A cachorra imediatamente ficou livre, saiu da sala chorando como se sentisse uma grande dor.Eu caí no chão em estado de choque. Nunca tinha passado por isto. Eu fui espancada literalmente por forças malignas e tenebrosas. Trinta dias mais tarde a cachorra foi operada para retirada de um caroço no estômago.



Pela primeira vez eu tive medo dos espíritos. Estava claro para mim que aqueles ataques foram feitos por espíritos fortes, mais que simples obsessores. Satanás era real, a sua falange de demônios estava ligada ao meu convívio, e tinha autoridade sobre coisas do meu domínio. Era hora de tomar uma atitude. Eu seguiria os conselhos e as orientações dos pastores.


Segundo eles eu teria de renunciar a todos os tipos de objetos e alianças com os espíritos. Deveria renunciar a doutrina espírita, pois assim os espíritos perderiam terreno e não teriam nenhuma autoridade sobre meus pertences e minha vida.



Para mim foi difícil crer que teria que fazer isto, mas optei por dar crédito aos homens de Deus. No fundo do meu coração eu começava a crer que os Cristão tinham conhecimento de algo que os espíritas não tinham. Eles eram firmes ao tratar dos assuntos espirituais. Eu concordei em desfazer de todos os livros e objetos que possuía. A maioria dos livros, mais de 200 e dos quadros estava na minha fábrica. Foi uma boa oportunidade para voltar lá, pois havia meses que eu a fechara e não voltara mais lá. Assim que o pastor entrou comigo em minha fábrica um grande espelho caiu e espatifou-se. O ambiente era sombrio. Quando temos a Luz de Jesus podemos divisar as trevas, mesmo quando tudo parece estar normal. O Pastor Ernani e a irmã Izabel expulsaram os espíritos, tiraram tudo o que me ligava ao espiritismo, ungiu as portas, o maquinário, o escritório, as mesas e todas as ferramentas de trabalho. Oraram com fervor, e eu, pela fé, renunciei a todo o meu passado espírita, no tocante a objetos e livros etc.Pouco tempo depois reativei a fábrica.Voltei a dormir em paz, sem soníferos.


A ÚLTIMA DÚVIDA - O MEU GUIA ESPIRITUAL



Como relatei anteriormente, eu podia sair do meu corpo e ter encontro com os espíritos. Dentro da bíblia esta experiência que se chama arrebatamento no espírito (Paulo a caminho de Damasco).Eu faria qualquer sacrifício para continuar mantendo aquele contato.


Eu cria que meu guia espiritual era meu verdadeiro pai que me amava e estava no mundo espiritual junto de mim, e me consolava o coração. Eu tive muita dificuldade para renunciar isto. A bíblia chama este fenômeno de arrebatamento. Eu me sentia confusa, sem entender como os espíritos projetavam o mesmo fenômeno.



A MÁSCARA CAIU


Jesus foi tão maravilhoso que me permitiu ver mais uma vez o quadro no mundo espiritual. Só que desta vez eu vi o real por trás das máscaras de anjos de luz.Eu estava sendo levada pelo meu guia espiritual e ele se dirigiu ao mesmo túnel que citei anteriormente. Eu sentia sua presença e estava feliz. De repente eu me lembrei de que fui advertida que deveria renunciar aquela prática. Num ímpeto pensei em olhar para o meu guia. ( no mundo espiritual o pensamento e a ação tem diferentes capacidades e conotações: é muito mais rápido e ativo. Eu desejava intensamente vê-lo. Então deparei com uma triste e horrenda realidade. Quando eu me virei, vi o rosto do próprio Satanás. Ele tinha o braço em volta do meu corpo e me arrastava para aquele túnel horrível. Gritei o nome de Jesus, e a mesma força, que em experiências anteriores me dera livramento, mais uma vez me livrou. Renunciei aquela prática e nunca mais o fenômeno ocorreu.


Os espíritas são arrebatados, sim, ao mundo espiritual; mas estão limitados à atmosfera em que Satanás reina: um reino de trapaças, mentiras e engano. Os verdadeiros Cristãos porém, são arrebatados aos céus.


Juiz de Fora, 10 de julho de 2008





BIBLIOGRAFIA CONSULTADA



AQUINO, Felipe – Falsas Doutrinas, Seitas e Religiões – 7ª edição – Ed. Cleofas

TOKUHISA, Katsumi. Conforme a Atitude mental - Vol. 1. São Paulo: Seicho-no-ie do Brasil, 1991. ISBN 978-85-7156-310-0 -ALBUQUERQUE, 1999, p. 32 - Apud TANIGUCHI (2005) p. 7

TANIGUCHI, Masaharu. O que é a Seicho-no-Iê. São Paulo: Seicho-no-ie do Brasil, 1995. ISBN 978-85-7156-316-2


TANIGUCHI, Masaharu. Sutra Sagrada - Chuva de Néctar da Verdade. 42. ed. São Paulo: Seicho-no-ie do Brasil, 2008. ISBN 978-85-7156-381-0

WOODROW, Alain, As Novas Seitas, p. 228.


DROOGERS, André, Ciências da Religião, Vol. II, p. 123.


GARCIA, João Fernandes, artigo: "Profetas Falsos de Nossos Dias, Seicho.no-iê", Jornal Palavra da Vida, nº 89./1980. 


BIORK, Israel Carlos, artigo: "Quem São Eles? Seicho-no.iê, a Fraude Que Envolve 400.000 Brasileiros''





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17 de março de 2014 17:08

Parabéns Beraká Blog da Família. Para rebater as falsas doutrinas se faz necessário estuda-las. E isto não impede, antes pelo contrario exige estudar também a Tradição da Igreja, como eu tenho feito, pela graça de Deus.

17 de março de 2014 18:56

Prezado Prof. Francisco Castro,

Grato pelas suas palavras. E neste ponto estamos em comum acordo: Anunciar a verdade e o amor de Deus e denunciar o mal e a mentira das falsas doutrinas infiltradas e espalhadas por ai.Continue assim.

Shalom !!!

7 de janeiro de 2016 12:23

Nao importa de onde seja a "Agua", o que importa é que ela seja limpa !!

7 de janeiro de 2016 12:43

Prezado Alexandre,

Para desmascarar esta seita e provar que a água que vocês bebem não é limpa, pelo contrário, é venenosa, repriso apenas estes dois pontos:


1)- "Os males não têm existência real; nada mais são que simples sombra de imaginação." "O mal, a infelicidade, a doença, a depressão econômica, apagam-se quando são firmemente negados, porque eles nada mais são do que ilusões falsamente criadas pela morte." "Os sofrimentos nada mais são do que projeções da nossa mente em ilusão" (Convite à Prosperidade, p. 16, 27 e 71).


REFUTAÇÃO: Se o mal é realmente uma ilusão, como explicar os terríveis acontecimentos à nossa volta? Deus é bom. Será ele responsável pelo mal que acontece no mundo? Além de a realidade demonstrar que existe o mal, a doutrina da Seicho-no-iê é antibíblica. Desde o princípio da criação o bem e o mal estão presentes (Gên. 2, 9). Jesus ensinou esse princípio quando contou a parábola dos lavradores maus; ela nos mostra que o mal está dentro do coração do homem. O mal é uma oposição deliberada contra Deus: é seguir nosso próprio caminho sem tomar conhecimento de que somos filhos de Deus.



Paulo nos ensina que a nossa luta neste mundo é contra o mal, que quer dominar nossa vida (Rom. 7, 15-25; Ef. 6,12; 1Cor. 15,50). Malaquias profetizou que há um julgamento para os que praticam o mal (Mal. 3). Os outros profetas também falaram contra o mal. João Batista pregou que o machado está posto sobre os que praticam o mal (Mat. 3 , l0).



"Dizer que o mal é uma ilusão é contradizer não somente a Bíblia, que é a Palavra de Deus, mas também ignorar a experiência diária da vivência dos homens em sociedade.''


2)- Sobre o Pecado: Na revista Acendedor, nº 75, p. 36, há o artigo "O Pecado Não Existe", da autoria de Taniguchi.





REFUTAÇÃO:Tal afirmação não tem fundamentos, pois é anticientífica, anti-social, sem lógica. Qualquer pessoa racional, de bom senso, observa através da história que alguma coisa está errada com o homem. Não somente os religiosos, mas também os psicólogos e sociólogos admitem o erro que existe no homem e que perturba o seu ajustamento consigo mesmo e com os outros. A Bíblia chama esse erro, esse desvio, de pecado, corrupção, iniqüidade, em contraste com Deus, santo, puro, verdadeiro. "Por um homem entrou o pecado no mundo"" (Rom. 5,12). Trouxe morte física e espiritual (Gên. 2,15-17; Rom. 5,12, 23; Ef. 2,1-3). O pecado domina o homem (Rom. 7,19,20). Cristo morreu pelos nossos pecados e salva o homem dos pecados e da condenação (II Cor. 5,21; 1 Ped. 2:24; Rom. 5,1-11). A Seicho-no-iê não admite o pecado mas fala em culpa, crime, perdão, purificação, mácula, aprimoramento, preguiça, maldade, desgraça, calúnia. Diz que não existe doença, mas prega a cura!


Tudo isto se confirma: O pior cego é aquele que não quer ver, portanto, a água que os membros desta seita bebe é venenoso, e não faz bem, mas apenas mais males.


Shalom !!!

16 de fevereiro de 2016 16:25

Boa tarde!
Aceito sua religião e a respeito, mas primeiramente o que escrevestes em sua publicação não é verídico, por isso seria de suma importância, que o senhor pesquisasse mais sobre determinado assunto antes de escrever blasfêmias.Confesso que não li todo o seu post, pois o achei irônico e sem fundamento em suas pesquisas. A Verdade e Deus são uma só. Não existe Deus da sua religião, nem da minha, Deus é único e está em todos os lugares. E eu como filha de Deus o acho maravilhoso, belo e ele me fornece somente o que eu mereço. Deus é Vida. É Amor. É Harmonia. É Provisão Infinita. Vivo o Paraíso na terra, por esses Sagrados Ensinamentos, e vou rezar por você. Pois somos Irmãos, filhos do mesmo Pai. Sinto muito se você infelizmente não pôde conhecer ainda a Verdade pregada por Jesus, por Buda ou por qualquer outro ser elevado e de luz. A Verdade é uma só, o que muda são as formas pregadas por cada religião. No momento estou sentindo pena de sua ingenuidade e medo de conhecer algo novo e benéfico, além de querer encher a cabeça de pessoas ingênuas a ponto de colocar somente o que você "pesquisou" e digo de boca cheia, que pesquisou muito mal, pois você tem medo de que sua Religião não seja aceita por outras pessoas e necessita colocar outras filosofias e religiões em um ponto crítico de erros e eloquência da qual você desconhece. Sinto em lhe dizer mas a sua religião não é melhor do que a minha, assim como a minha também não é melhor que a sua. Todas as religiões são iguais, nenhuma se sobrepõe à outra, pois o ensinamento é o mesmo. Peço que você possa pesquisar mais sobre seus assuntos e não saia por aí escrevendo o que você não sabe e ainda por cima inventa, como disse anteriormente, somos Todos Filhos do Mesmo Pai, que é Deus, por tanto, não maldiga seus irmãos, isso não vai fazer de você melhor do que eles, ao contrário, irá lhe tornar pior. Jesus nos ensinou a amar uns aos outros e é isso o que devemos fazer sempre, sem exceção não importando quem seja. Agradeço pela matéria "hilária" e totalmente destorcida, deste ensinamento. Tenha um ano repleto de realizações e que Deus possa iluminar o seu caminho sempre. Um abraço. Muito obrigada!

17 de fevereiro de 2016 12:31

Prezada Lola da Seicho no iê,

Você está falando sem conhecimento de causa e portanto completamente equivocada,e acabou usou mais seus sentimentos feridos que a razão pura e simples. Veja o que diz o MAGISTÉRIO DA IGREJA sobre as outras religiões:


“A Igreja reconhece nas outras religiões a busca, "ainda nas sombras e sob imagens", do Deus desconhecido, mas próximo, pois é Ele quem dá a todos vida, respiração e tudo o mais, e porque quer que todos os homens sejam salvos. Assim, a Igreja considera tudo o que pode haver de bom e de verdadeiro nas religiões "como uma preparação evangélica dada por Aquele que ilumina todo homem para que, finalmente, tenha a vida".(Catecismo da Igreja Católica § 843)

Em outras palavras, o Cristianismo é a vitória da razão no mundo das religiões,pois como a Igreja se pronuncia muito bem a respeito das religiões não – cristãs. Lá Deus também é procurado e encontrado não em plenitude ,mas nas sombras, e com sementes da verdade.Isto não significa que a hegemonia do Cristianismo sobre as demais religiões seja fruto unicamente da nossa Igreja Católica, pois o grande referencial de todas as denominações cristãs é o próprio Jesus Cristo,o poder da Igreja vem de Cristo.Ou seja, o nome de Cristo tem poder e importância maior que o de Maomé ou Moises ou de qualquer outro líder religioso da História.Cristo é um nome sem igual, o único que provou ser Deus,morreu por afirmar isto publicamente.


É correto afirmar que o Cristianismo é a religião revelada por Deus e por um Deus que viveu entre nós como um humano,que teve uma trajetória de vida extraordinária desde o nascimento, perseguido por Herodes, até a sua morte na cruz.Imaginemos todos os mártires da Igreja, que foram mortos por se recusarem à prestar culto ao imperador de Roma,crendo que somente Cristo é aquele que se deve adoração.

É para se pensar porque aqueles homens e mulheres que já acreditavam em Cristo e que Ele é o filho de Deus, por que preferiam morrer do que simplesmente abandonar o Cristianismo e se tornarem pagãos ?


Isto prova que mais do que qualquer outra religião, o Cristianismo apesar de suas divisões,e fraquezas e erros de seus membros, conseguiu prosperar em virtudes, e incontáveis exemplos de santidade,e com isso o Cristianismo mudou o mundo,humanizou e moldou a nossa civilização ocidental com valores perenes e seguros.


Continua...

17 de fevereiro de 2016 12:32

Pergunta que não quer calar: O cristianismo é superior às outras religiões?



Sim !!! Toda a minha obra tem sido um esforço para mostrar que o cristianismo é superior e não apenas mais uma mitologia. Na mitologia, uma multidão enfurecida se mobiliza contra bodes expiatórios responsabilizados por alguma crise enorme. O sacrifício da vítima culpada pela violência coletiva encerra a crise e funda uma nova ordem ordenada pelo divino.



A violência e o uso de bodes expiatórios estão sempre presentes na definição mitológica do próprio divino, e é verdade que a estrutura dos Evangelhos é semelhante à da mitologia, em que uma crise é resolvida por uma única vítima que une todos contra ela, reconciliando assim a comunidade. Como pensavam os gregos, o choque da morte da vítima provoca uma catarse que reconcilia. Ele extingue o apetite pela violência. Para os gregos, a morte trágica do herói permite a volta das pessoas comuns à sua vida pacata. Entretanto, nesse caso, a vítima é inocente e os “vitimizadores” são culpados.


A violência coletiva contra o bode expiatório como ato fundador, sagrado, revela-se uma mentira. Cristo redime os “vitimizadores” ao suportar seu sofrimento, implorando a Deus para “perdoá-los porque eles não sabem o que fazem”(Acontecimento ímpar que não vemos em nenhuma outra religião).Ele se recusa a pedir a Deus para vingar sua vitimação com uma violência recíproca. Prefere mostrar a outra face.A vitória da cruz é a vitória do amor contra o ciclo de violência do bode expiatório. Ela invalida a idéia de que o ódio é um dever sagrado(Doutrina comum no Islamismo).Os Evangelhos fazem tudo o que a Bíblia, no Velho Testamento, fez antes, reabilitando um profeta vítima, uma vítima erroneamente acusada. Mas eles também universalizam essa reabilitação. Eles mostram que, desde a fundação do mundo, as vítimas de todos os assassinos ao modo da Paixão foram vítimas do mesmo contágio de multidão, como Jesus. Os Evangelhos tornaram essa revelação completa porque dão à denúncia bíblica da idolatria uma demonstração concreta de como os falsos deuses e seus sistemas culturais violentos são gerados. Essa é a verdade que falta à mitologia, a verdade que subverte o sistema violento deste mundo. Essa revelação de violência coletiva como uma mentira é o marco do judaico-cristianismo. É isso que é único no judaico-cristianismo.

Continua...

17 de fevereiro de 2016 12:32

Espero que entenda cara Lola, que não é mera superioridade de sermos melhores que todos, ou sermos a ÚLTIMA COCA COLA GELADA DO DESERTO, mas a PLENITUDE DA REVELAÇÃO E SALVAÇÃO só se dá no Cristianismo:


1)-Cristianismo: Deus se fez Carne e por amor morreu na Cruz por todos - Incluindo todos estes fundadores destas Religiões que precisam da Salvação Operada por Cristo.Cristo morreu condenado na Cruz porque se dizia ser o Próprio Deus (Eu Sou).

2)- Judaísmo: Foi a religião de Preparação para Vinda de Cristo : Nos deixou o legado dos Profetas,10 mandamentos e as lições do Antigo testamento - Não tem a Plenitude da Revelação.

3)-Budismo: Buda não é Deus,e nem teve interesse de fundar religião, basta ler a história do budismo e vemos apenas uma pessoa que durante toda sua vida tentou entender o PORQUE do Sofrimento e tentou libertar-se dele.Buda precisou da Salvação de Cristo.



4)- Islamismo: É apenas uma seita Judaica - Maomé também não era deus, e nunca se julgou deus, apenas queria juntar a Nação Àrabe sob o monoteísmo. Precisa também da Salvação operada por Cristo na Cruz.

5)- Hinduismo: É politeista, acredita em vários deuses, e defende o sistema injusto de Castas pela doutrina da Re-encarnação - Todos os hindus precisam da Salvação operada por Cristo

6)-Espiritismo: Religião filosófica – Fundada por Allan Kardec que também precisa de Salvação operada por Cristo.



Espero que entenda que não estou querendo desvalorizar estas e outras religiões, que respeito e reconheço nelas sementes da verdade, porém não a plenitude da Verdade, que só foi revelada Plenamente no Cristianismo.Nem quero com isto negar os erros dos membros da Igreja, mas isto não anula a plenitude da revelação em Cristo. Ele Cristo pela sua vida, paixão e morte, revelou e ensinou o que era certo, já nós os seus seguidores somo falhos e cometemos muitas falhas.

Obrigado pela visita e Shalom !!!

25 de fevereiro de 2016 03:06

Olá,vc é evangelista por q vc só lei e gravou não quer dizer q vc é evangélico! Jesus disse aquele q crê em mim fara obra maiores do q as minhas. Decorar é fácil todo mundo faz! Amar o próximo sem julgar q é difícil! Jesus nao pregava religião pregava o amor! Deus já existia antes da religião. Ame as pessoas não olhando a religião pois religião não salva pois quem salva é Deus. Deus, Jesus, Buda falavam a todos somos irmãos. Qual diferença de vc nascer no Brasil, Japão, Roma, Deus está em todas os lugares ele te ama independente de sua religião por q antes dela vc já existia! Vc é maravilhoso , bem inteligente como filho de Deus! Pregue amor não a divisão pois somos do Mesmo Pai (Deus). Luz de Deus de abençoe e te acompanhe!

25 de fevereiro de 2016 08:59

Prezada Aline,

"Você só é cristão porque nasceu em um país cristão. Se tivesse nascido no Irã, seria muçulmano, em Israel Judeu, na Índia indiano, no Tibete seria budista, na Suécia seria ateu, etc...”


Qual cristão nunca ouviu esse argumento falacioso?


Quem não ficou travado por digamos, dois segundos, antes de conseguir pensar bem numa boa resposta? Naturalmente, que o argumento anti-teísta e ou relativista entre os gnósticos e, seguidores de outras religiões,com certeza este é o único senão o mais popular. Mas agora eu gostaria de falar mais sobre a Falácia genérica que está sendo bastante propagada como se fosse o supra sumo da retórica sem saída para estes pobres coitados, vítimas do engano.

A falácia genética ou genérica é a tentativa falaciosa de invalidar a superioridade uma crença mostrando como ela se originou, e ou colocando-a simplesmente como uma entre tantas outras espalhadas por ai, e não como a revelação plena e definitiva de Deus. O argumento falacioso é colocado da seguinte forma:


-A maior parte da cultura brasileira é cristã;
- A cultura influencia na crença. Você só é Cristão porque nasceu em um país cristão, logo se tivesse nascido no Irã, seria muçulmano, na Índia indiano, no Tibete seria budista, na Suécia seria ateu, etc...
- Portanto, o Cristianismo é meramente cultural. Se você é contra o aborto, é porque você é religioso e preconceituoso, etc., e por aí vai.

Mas essa falácia pueril e simplória é facílima de se refutar:


1)- PRIMEIRO, não poderíamos dizer que o ateu só sustenta esse argumento porque está inserido em um contexto pós-modernista?


2)- SEGUNDO, por mais que seja verdade que meus pais, meus amigos ou quem quer que seja, tenham me influenciado ao Cristianismo, o que isso prova acerca da veracidade plena ou apenas parcial de uma religião?


3)- TERCEIRO, alguns biólogos naturalistas defendem que a nossa crença é fruto de complexas reações químicas e biológicas no nosso cérebro. Ora, isso diz apenas como as crenças se manifestam no nosso corpo, mas o que isso tem a dizer sobre a existência de Deus?


4)- QUARTO, se todo argumento pode ser refutado com base em sua origem sociológica ou psicológica, certamente esse argumento falacioso que diz isso, também, possui uma origem sociológica ou psicológica, sendo assim, ele mesmo se torna auto refutável e implode a si mesmo.


5)- QUINTO, e os muçulmanos, Indianos, Judeus e budistas do Brasil? E os cristãos no Mundo Islâmico, indianos e budistas ? O que dizer sobre os Cristãos nascidos e criados em países de maioria atéia? E quanto aos ateus que são contra o aborto? E que dizer de religiosos que acreditam em Deus mas, defendem o aborto?


Os exemplos práticos provam portanto o contrário do que diz a falácia genética e genérica acima. Esses cinco pontos constituem uma base para impedir que essa mentira deslavada avance incólume, achando que são irrefutáveis.

Continua...

25 de fevereiro de 2016 08:59

Um último exemplo, para encerrarmos o texto:


O relativismo é falso não porque os relativistas nasceram em um lugar- época X.O relativismo é falso porque é logicamente inconsistente, se não vejamos:

“se não há verdade absoluta, por que deveríamos acreditar que o relativismo é uma verdade absoluta?”

Coloquemos de outro modo a questão: pode ser verdade que não existe nenhuma verdade?

Só há duas respostas possíveis:

1)- “sim, é verdade que não existe nenhuma verdade”. Ora, quem diz isso, assume, talvez inconscientemente, que há alguma verdade;

2)- e se alguém disser “não, não pode ser verdade que não exista a verdade”, certamente estaria usando melhor a sua razão e teria encontrado a resposta lógica.

De modo que, com uma resposta ou outra, a conclusão é sempre a mesma:

não pode existir um “relativismo absoluto”, a verdade sempre faz parte do nosso pensamento e discurso.A consequência disso é, que por incrível que pareça, o relativismo só pode ser relativo, uma vez que só pode ser parcial. Isso porque é sempre necessário aceitar que há alguma verdade, que algo pode ser conhecido.

Certo tipo de relativismo pode ser aceito para as opiniões, que são afirmações de algo pouco fundamentado, de modo quando se opina se há receio de que a afirmação contrária seja a verdadeira. Mas nem tudo na nossa comunicação é simples opinião.

Aristóteles dizia que como a verdade é uma realidade primeira do nosso pensamento, quem nega a verdade, afirma a verdade.

Ou seja:

“Quem nega que ela exista, sabe já o que ela seja e supõe que é verdade a sua não existência, o que é uma contradição em termos.”


Continua...

25 de fevereiro de 2016 09:01

Outro modo de fugir ao compromisso com a verdade seria assumir a posição cética, ou seja, aquela postura de certos pensadores que dizem não ser possível nem afirmar, nem negar a verdade.

Quem assume essa posição, certamente se livra da linguagem e da “Gramática”, mas isso traz consigo uma consequência nefasta:

“não negar nem afirmar algo, faz o ser humano se tornar semelhante a uma planta, com quem não é educado discutir.”

O relativismo só pode, pois, ser relativo, ou seja, só pode ser aplicado a algumas afirmações e nunca a todas. A verdade não pode jamais ser excluída da vida e da linguagem humana, a menos que alguém se conforme em viver como uma planta.

F. Nietzsche só pôde dizer que a verdade é «um exército de metáforas», uma «ilusão», uma moeda sem valor porque ?

“Por que ele sabia perfeitamente o que é uma metáfora, uma ilusão, uma moeda com valor e uma sem valor, do contrário não teria o critério de julgamento.”

CONCLUSÃO:

Negar uma verdade implica sempre em aceitar uma outra verdade que sirva de parâmetro para negar a verdade primeira, o que pressupõe um conhecimento da alguma verdade anterior, o que negaria um relativismo absoluto, pois ao afirmar que tudo é relativo, estamos absolutizando o próprio relativismo, que tem como pressuposto negar qualquer verdade absoluta, ou seja: tudo é relativo é uma verdade absoluta, ou relativa ? Ora, se é uma verdade absoluta ela nega então o próprio relativismo.

Por fim cara Aline,aqui você não vai encontrar palavras adocicadas para que você volte a visitar este blog, pois não é este nosso objetivo, mas aqui você vai encontrar a verdade que doi a princípio, pois põe por terra convicções diria que até sinceras, mas a sinceridade não é o critério da verdade, pois uma pessoa pode estar como você: “sinceramente equivocada”.

Shalom !!!

9 de junho de 2016 00:17

Adoooro ! Praticar e sentir-se bem, feliz, e tudo a sua volta fluir! Isso é coisa Divina? Ou nefasta?

9 de junho de 2016 17:05

Prezado(a) anônimo(a) que adora praticar a doutrina alienante da Seicho no ie



Constatamos que o alienado(a) não busca conteúdo, mas somente os efeitos e sensações, não procura se informar e vai com a correnteza, ou seja, se direciona através da massa, da moda e não procura ter opinião formada. Isso para mim é alienação, e no mundo em que vivemos hoje, somente é alienado aquele que quer e não se interessa em olhar além das fronteiras que já conhece e dos meros sentimentos alienantes e escravisantes.



Uma pessoa não usar a curiosidade para seu crescimento pessoal, a meu ver é alguém que se acomoda ou se satisfaz em ser medícre. Se você fez esta opção o problema é seu e não nosso, e lhe respeitamos em suas opções, mas isto não nos tira o direito de falar a verdade, não sobre você, e o mérito de suas opções, ou lhe julgando por isto, mas sobre o objeto de suas opções, e neste caso específico a doutrina desta seita e toda ideologia oculta por trás de tudo. Você não pode negar-nos este direito.



Repito por amor a você à verdade que nos liberta: “A verdade não depende de nossos sentimentos ou preferências, sentimentos e sensações.Uma coisa é verdadeira quer gostemos dela, ou não. Devemos sim respeitar as crenças e opções dos outros(E vice versa concorda ?), mas amorosamente temos por dever dizer a verdade que nos salva e nos liberta.Além do mais, se você realmente ama e respeita as pessoas, sabiamente lhes dirá a verdade sobre informações que podem ter consequências eternas na salvação das pessoas.”Já dizia São Tomás de Aquino: “Não se opor ao erro é aprova-lo, não defender a verdade é nega-la. A verdade é um exercício da Caridade.”

Essas suas necessidades destas práticas para sentir-se feliz, estão focadas em uma carência pessoal de amor, carinho e apoio. Você parece ser jovem e o jovem, em geral, goste ou não, reconheça ou não, tem uma solidão e uma dificuldade de encontrar aonde se apoiar e aí ele vai se apoiar em amigos, em algum grupo, em algum tipo de atividade que ele acha que vai resolver suas carências e fome de infinito que trazemos dentro de cada um de nós, e o que eu entendo é que nada disso vai resolver essa carência porque é uma carência espiritual, carência de Deus, mas as seitas de um modo geral, mascarou isso de uma forma para que a gente nunca identifique essa fome de Deus por trás desse desejo de felicidade.


Ficamos gratos com sua visita a este despretensioso blog, que não tem outro objetivo a não ser: Levar a verdade e a felicidade que é Cristo a todas as pessoas.Volte sempre e conte sempre com nosso apoio e nossas orações. Confesso-lhe que não sou humilde, sou verdadeiro, e a verdade sei que doi mas cura.Se você quer ver mentiras , visite outros sites e blogs, porque neste você não vai ver o que você quer, mas o que você precisa.

Shalom !!! e Deus te abençoe !!!

12 de agosto de 2016 23:27

Amigos vocês não sabem o que falam .... A Seicho no Ie não é uma seita . Trata-se de uma. Filosofia de vida que prega a harmonia e unificação das religiões , reconhecendo um único Deus - comum a todas elas . Convidou os a conhecê-la melhor sni.org.br . Ao contrário do que foi falado estudamos profundamente a Bíblia. Participo há 28 anos e posso te afirmar que esse maravilhoso ensinamento salvou a minha vida.

Muito obrigado

LUDIO GOMES

15 de agosto de 2016 16:55

Prezado Ludio Martins, se não é uma seita como vc responde a estas questões?


O Mal - A Seicho-no-iê é uma das cento e trinta novas religiões do Japão, e sua doutrina resume-se em três principais proposições: matéria não tem existência real; só existe a realidade espiritual; O mal não existe; é pura ilusão da mente humana; O pecado também não existe; é mera ilusão.

"Os males não têm existência real; nada mais são que simples sombra de imaginação." "O mal, a infelicidade, a doença, a depressão econômica, apagam-se quando são firmemente negados, porque eles nada mais são do que ilusões falsamente criadas pela morte." "Os sofrimentos nada mais são do que projeções da nossa mente em ilusão" (Convite à Prosperidade, p. 16, 27 e 71).

A saída para evitar o mal é meditar sobre a verdadeira realidade, que é perfeita; o espírito pode dominar o material e mudá-lo. Não só Taniguchi mas qualquer pessoa é potencialmente Buda e Jesus.

Se o mal é realmente uma ilusão, como explicar os terríveis acontecimentos à nossa volta? Deus é bom. Será ele responsável pelo mal que acontece no mundo? Além de a realidade demonstrar que existe o mal, a doutrina da Seicho-no-iê é antibíblica. Desde o princípio da criação o bem e o mal estão presentes (Gên. 2:9). Jesus ensinou esse princípio quando contou a parábola dos lavradores maus; ela nos mostra que o mal está dentro do coração do homem. O mal é uma oposição deliberada contra Deus: é seguir nosso próprio caminho sem tomar conhecimento de que somos filhos de Deus.

Paulo nos ensina que a nossa luta neste mundo é contra o mal, que quer dominar nossa vida (Rom. 7:15-25; II Cor. 5:1-l0; Ef. 6:12; 1Cor. 15:50). Malaquias profetizou que há um julgamento para os que praticam o mal (Mal. 3). Os outros profetas também falaram contra o mal. João Batista pregou que o machado está posto sobre os que praticam o mal (Mat. 3 : l0).

"Dizer que o mal é uma ilusão é contradizer não somente a Bíblia, que é a Palavra de Deus, mas também ignorar a experiência diária da vivência dos homens em sociedade.''

Continua...

15 de agosto de 2016 16:56

1. O Pecado
- Na revista Acendedor, nº 75, p. 36, há o artigo "O Pecado Não Existe", da autoria de Taniguchi. Tal afirmação não tem fundamentos, pois é anticientífica, anti-social, sem lógica. Qualquer pessoa racional, de bom senso, observa através da história que alguma coisa está errada com o homem. Não somente os religiosos, mas também os psicólogos e sociólogos admitem o erro que existe no homem e que perturba o seu ajustamento consigo mesmo e com os outros. A Bíblia chama esse erro, esse desvio, de pecado, corrupção, iniqüidade, em contraste com Deus, santo, puro, verdadeiro. "Por um homem entrou o pecado no mundo"" (Rom. 5:12). Trouxe morte física e espiritual (Gên. 2:15-17; Rom. 5:12, 23; Ef. 2:1-3). O pecado domina o homem (Rom. 7:19,20). Cristo morreu pelos nossos pecados e salva o homem dos pecados e da condenação (II Cor. 5:21; 1 Ped. 2:24; Rom. 5:1-11). A Seicho-no-iê não admite o pecado mas fala em culpa, crime, perdão, purificação, mácula, aprimoramento, preguiça, maldade, desgraça, calúnia. Diz que não existe doença, mas prega a cura!
2. Doenças
-- - As doenças não existem; a dor não é real, porque a matéria não tem existência real. As formas físicas, materiais, não passam de sombras da luz celeste a refletir-se sobre a terra. Tudo o que acontece no mundo material é reflexo da mente. "O como carnal não sente dores porque não é matéria" (Acendedor, n.° l10, p. 7). "Como Deus não criou a doença, a doença não existe." "De agora em diante não existirá mais nenhum sofrimento, nenhuma tristeza, nenhuma decepção e nenhum desapontamento" (Convite à Prosperidade, p. l6). A Seicho-no-iê ensina que os seguidores precisam controlar suas mentes. O homem deve procurar sua própria felicidade, mentalizando-a. A própria ciência já fez descobertas extraordinárias: Não somente o homem e os animais sentem dor, mas também as plantas. A Seicho-no-iê prega que "se por acaso a vida apresenta um estado de imperfeição, está doente, significa que você não está contemplando mentalmente a vida de Deus que habita em seu íntimo" (Convite à Prosperidade, p. 53). Nos capítulos11 e 12 de II Coríntios, Paulo descreve o seu sofrimento por amor a Cristo: açoitado pelos judeus; apedrejado; naufragou; em perigo; sentiu dores. Pediu ao Senhor que o livrasse do espinho na carne (sofrimento), mas Deus lhe respondeu: "A minha graça te basta" (II Cor. 12:9). A experiência de Paulo, de Jó e de outros servos de Deus mostra claramente que as doenças não são uma ilusão da mente da pessoa e sim uma realidade. O próprio Jesus Cristo sentiu a dor e o sofrimento em sua carne e pediu que Deus passasse dele esse cálice. A própria experiência humana, fora dos limites da Seicho-no-iê, atesta a realidade da doença, da dor e do sofrimento; em sã consciência, ninguém pode nega-los.

Os cristãos, entretanto, sabem enfrentar a dor, o sofrimento, a morte, a doença, com dignidade, sabendo que "todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus"(Rom. 8:28).
Se não existisse a doença, como a Seicho.no.iê prega curas milagrosas através de seus livros e revistas?


Continua...

15 de agosto de 2016 16:57

3. O Homem
- Para a Seicho-no.iê todos os homens são filhos de Deus: os ladrões, os assassinos, os terroristas. O homem é bom. Sem o homem Deus não pode manifestar-se. O homem é puro e perfeito. Como filho de Deus o homem também é Deus. O homem se eleva à condição de Deus pela libertação da consciência do pecado. Não existe matéria, nem carne, nem corpo.

Cristo chamou os fariseus de sua época de filhos do Diabo (João 8:44). Paulo falou em filhos de Deus e filhos do Diabo (At. 13:10). Somente é filho de Deus aquele que recebe a Cristo pela fé (João 1:11, 12). O homem é tão bom que está se destruindo, um ao outro; está destruindo o mundo que o rodeia; está destruindo os animais. Os sociólogos estão desiludidos e não sabem encontrar a resposta para tantos problemas existentes entre os homens. Vemos que o homem sem Deus é uma tragédia total! A Seicho-no-iê diz que o homem é imortal. Não admite a realidade da velhice. Entretanto, o envelhecimento do próprio Taniguchi, com mais de 90 anos de idade, e de todos os seus seguidores, prova a falácia dos seus ensinamentos, sua inconsistência, a incoerência de suas teorias, a ilusão (isso sim) de suas verdades.
4. Deus
- A Seicho-no-iê tem a ousadia de criticar o Pai Nosso. Diz que os cristãos têm por anos e mais anos repetido o Pai Nosso: "...seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu", mas tal não se realiza porque o céu não está acima das nuvens nem no mundo das três dimensões; o céu está no íntimo transcendental, aqui e agora (Convite à Prosperidade, p 17)_ o que se deve é mentalizar o céu para que seja encontrado pelas pessoas. Na literatura da Seicho-no-iê não se tem uma noção clara sobre Deus. Ele é panteísta, uma vez que se encontra em cada pessoa, em cada coisa deste mundo.
A Bíblia apresenta um Deus pessoal. Ele criou o homem à sua imagem e semelhança; uma das semelhanças é ser pessoal. A Bíblia ensina que Deus é transcendente, está além do mundo material (Is. 57:15). Deus não habitou no interior de Hitler, Stalin, Mussolini e outros homens perversos. Deus habita no interior dos contritos, humildes, daqueles que dão lugar a seu Espírito.


Continua...

15 de agosto de 2016 16:57

5. A Bíblia
- A Seicho-no-iê não dá qualquer relevância à Bíblia. Cita-a de maneira vaga e parcial, sem identificação e fora de contexto, sem qualquer exegese, interpretação ou explicação; utiliza alguns textos para favorecer a seita. A regra de fé e prática da Seicho-no-iê são os escritos de Taniguchi. Para a Seicho-no-iê, por ser um livro divino, a Bíblia é o mais humano dos livros. Para nós, cristãos, a Bíblia é um livro milenar. Sua formação foi encerrada há dois mil anos. Há muitas provas de sua inspiração divina: uma delas é o tempo de sua duração; a transformação que tem causado na vida de milhares de pessoas; sua indestrutibilidade. Deus disse tudo o que queria num único livro. A Seicho.no.iê já tem 300 obras escritas mas ainda não disse tudo. Não há comparação entre a Bíblia e a literatura dessa seita.
6. Cristo
- Taniguchi já afirmou que sua religião é superior ao cristianismo porque opera maiores e mais milagres do que Crista. Sente-se com autoridade para interpretar as palavras de Cristo segundo suas próprias convicções. Alguns católicos disseram até que compreenderam melhor a doutrina de Crista na Seicho-no-iê.

Taniguchi é mais crido, mais reverenciado, mais citado do que Jesus Cristo. Cristo disse: "Eu sou o caminho", isto é, o único caminho para Deus, para a salvação. A Seicho.no-iê interpreta essas palavras como se cada homem fosse o caminho, a porta da saída de Deus; não tendo Deus outra alternativa para manifestar sua força a não ser pelo homem. A Bíblia nos ensina que Deus tem usado o homem mas não está preso a ele, não depende dele porque é onipotente. Cristo disse que, se os discípulos se calassem, até as próprias pedras clamariam.

Se não existissem mal, não existiria pecado, e o sacrifício vicário de Cristo não teria razão de ser. Cristo veio para salvar os pecadores, como nos ensina a Bíblia (Luc. 19:10; João 3:14, 15; II Cor. 5:21; 1 Ped. 2:24; 1 Cor. 15:3). Cristo, filho unigênito de Deus veio ao mundo para salvá-lo. Morreu, ressuscitou e foi para os céus, para salvar o homem e interceder por ele.

Continua...

15 de agosto de 2016 16:58

7. Milagres
- Israel Carlos Biork assim se expressou num de seus artigos: "O fato de no Seicho-no.ieísmo haver muitos milagres, não indica que é verdade. Os feiticeiros no Egito fizeram milagres diante de Moisés. Cristo disse que muitas pessoas vão comparecer diante dele e dizer que profetizaram, expulsaram demônios e fizeram muitos milagres, mas Cristo vai dizer que nunca as conheceu. A Bíblia diz que no fim do sistema atual, haveria muitos cristos aparecendo como salvadores da humanidade. E exatamente para isso que o seicho-no-ieísmo diz que existe, mas só apareceu no mundo em 1929. Diz a reportagem: 'Seu objetivo é construir um paraíso terrestre onde não haja uma só pessoa que padeça de sofrimentos ou enfermidades.' Por que o deus do Seicho-no-ieísmo deixou a humanidade mergulhada no sofrimento e na maldade por milhares de anos, para aparecer somente em 1929? O Deus da Bíblia nunca desamparou a humanidade. Sempre esteve empenhado na sua salvação por meio de Cristo, desde o jardim do Éden, quando o próprio Deus sacrificou um cordeiro para tipificar o Cristo que havia de vir para salvar a humanidade, e que já veio e que salva realmente, não pelos nossos méritos, mas por sua morte vicária." A Seicho-no-iê é uma seita oriental que não entra em conformidade com nossa maneira de pensar e com a nossa maneira de crer. É simplesmente humanista, pensando no aqui e agora; muda os ensinamentos de Jesus; enfatiza o poder de cada pessoa em dominar sua mente, sua vida, sua felicidade. Conhecemos o poder da mente na saúde física e espiritual do homem; entretanto, é impossível realizar todos os bens anunciados pela Seicho-no-iê. Cristo quer que sejamos sal da terra e que anunciemos a verdade nua e crua. Cristo não mencionou apenas palavras agradáveis e positivas; trouxe também a repreensão, o julgamento. Falou também em cada um levar a sua cruz e segui-lo.

Ficamos no aguardo...


Shalom !!!

14 de setembro de 2016 22:44

Crentes, pensão que são os donos da verdade, que só a religião deles salva ! E acreditao em Adão e Eva ...

15 de setembro de 2016 08:18

Prezado Erick,

Deixo este axioma para sua reflexão:

Já dizia Montesquieu: "O crente e o ateu falam de uma mesma e única coisa: um daquilo que ama e o outro daquilo que teme..."


Shalom !!!

20 de setembro de 2016 11:13

Bom Dia!
Percebi que suas informações sobre a Seicho-no-ie foram tiradas de livros que tecem apenas críticas... Você para entender de um assunto deve procurar na fonte real, ou seja, na Verdade da Vida (coleção de 40 volumes) ou então se não quiser gastar nada basta ir no Youtube na página da Seicho-no-ie e clicar em algum assunto de seu interesse...
Vou dar um exemplo: imagine que vc quer saber sobre o Goiás(é só um exemplo), aí vc vai pesquisar sobre ele justamente em livros e sites que só falam mal... vc não estará tendo uma ideia ruim sobre ele? Pois é, vc só conhecerá realmente o que é o Goiás se vc for lá e ver com SEUS olhos e não com os dos outros...
Sem preconceitos, vai lá e veja com SEUS olhos o que é a Seicho-no-ie e não pela visão dos outros, senão vc estará fazendo igual o exemplo que eu te falei...
Fica com Deus e tudo de bom...

Só pra constar eu sou de Goiás por isso que esse exemplo me veio a cabeça kk
Abraços,
Luciana de Goiás.
:)

13 de outubro de 2016 17:00

Prezada Fabiana,

O blog é mixto, ou seja, são vários pessoas que fazem as matérias.Interessante você nos acusa de anonimato e se apresenta como anônima.Bom,toda a matéria e compilada dos autores abaixo:



- WOODROW, Alain, As Novas Seitas, p. 228.


- DROOGERS, André, Ciências da Religião, Vol. II, p. 123.


- GARCIA, João Fernandes, artigo: "Profetas Falsos de Nossos Dias, Seicho.no-iê", Jornal Palavra da Vida, nº 89./1980.


- BIORK, Israel Carlos, artigo: "Quem São Eles? Seicho-no.iê, a Fraude Que Envolve 400.000 Brasileiros''


Aproveite e faça um pacotão de denuncias.


Shalom !!!

12 de março de 2017 14:31

Beraka voce e um trouxa. Vem falar mal da filosofia Seicho
No Ie sem saber. Te quebro em pedacos. Se voce nao aceita guarda pra voce.

13 de março de 2017 08:12

Prezado educado e muito evoluído membro da Seicho no ie Phanton Master


Por que o deus do Seicho-no-ieísmo deixou a humanidade mergulhada no sofrimento e na maldade por milhares de anos, para aparecer somente em 1929? O Deus da Bíblia nunca desamparou a humanidade. Sempre esteve empenhado na sua salvação por meio de Cristo, desde o jardim do Éden, quando o próprio Deus sacrificou um cordeiro para tipificar o Cristo que havia de vir para salvar a humanidade, e que já veio e que salva realmente, não pelos nossos méritos, mas por sua morte vicária.A Seicho-no-iê é uma seita oriental que não entra em conformidade com nossa maneira de pensar e com a nossa maneira de crer. É simplesmente humanista, pensando no aqui e agora; muda os ensinamentos de Jesus a seu bel prazer; enfatiza o poder de cada pessoa em dominar sua mente, sua vida, sua felicidade. Conhecemos o poder da fé na saúde física e espiritual do homem; entretanto, é impossível realizar todos os bens anunciados pela Seicho-no-iê. Cristo quer que sejamos sal da terra e que anunciemos a verdade nua e crua, incluindo a dimensão do sofrimento. Cristo não mencionou apenas palavras agradáveis e positivas; trouxe também a repreensão, das perseguições e incompreensões no seu seguimento, bem como falou da condição em segui-lo, em que cada um deve renunciar a si mesmo e levar a sua cruz (Mateus 16,24), ou seja, Cristo nunca enganou a ninguém prometendo aqui nesta vida somente sombra e água fresca:


“Eu vos preveni sobre esses acontecimentos para que em mim tenhais paz. Neste mundo sofrereis tribulações; mas tende fé e coragem, pois Eu já venci o mundo.” (João 16,33)

Shalom !!!

29 de abril de 2017 22:46

Estes ataques não deveriam mais existir. Deveriam se preocupar com a maioria das pessoas que hoje em dia estão perdidas, desesperadas e sem rumo. Muito do que escreveram não é verdadeiro. A Seicho No Ie é uma filosofia oriental, portanto, não é que desconsiderem Jesus, apenas é que, sendo oriental, tem suas colocações. No entanto, isto não impede que Cristãos se beneficiem de uma mudança comportamental filosófica que os levem a uma vida mais equilibrada e feliz, proporcionada por uma visão oriental da vida, independentemente de sectarismos religiosos. Muito Obrigada. Jesus, o nosso Messias. E dizer que D-us é uma pessoa é complicado... D-us é pessoal, acessível, indescritível, supremo, transcendental, atemporal. Quando eu era criança pensava como criança, não é possível que tudo em nós evolua menos o conhecimento espiritual.

24 de junho de 2017 17:27

Caro senhor,
Eu após ler o seu artigo sobre a seicho no ie e sobre o professor Masaharu Taniguchi passei a admirar ainda mais o referido professor e sua filosofia Seicho No Ie porque você mesmo mostrou que ele leu e estudou muito para chegar às conclusões que chegou. Para mim isso é muito louvável. Já que tem religiões ( para não dizer todas) que se aproveitam da preguiça e da ingenuidade da maioria das pessoas, incutindo ensinamentos que foram escritos a milhares de anos como sendo a verdade, sem dar a esses adeptos o direito de pensar e raciocinar. Pensar, questionar, estudar, duvidar é "comer do fruto proibido do conhecimento"- dizem os religiosos. Claro, pois é muito mais fácil dominar uma turba de pessoas crédulas, sem nenhum estudo, amedrontando-a com o "fogo do inferno" do que dominar pessoas que questionam que leem sem preconceitos sobre todas as doutrinas.
Se livros sagrados escritos a milhares de anos tem mais valor que livros escritos recentemente, então vamos deixar a bíblia de lado e vamos valorizar os livros sagados da índia da suméria, do Egito antigo, da china e etc. Tem muita coisa escrita nestes livros que são bem mais antigos que a bíblia e muitos que, aliás, até serviu de inspiração para as pessoas que escreveram a bíblia. E isso não é heresia, é fato, é história.
Então, que tal respeitar as crenças alheias e não ficar aí posando de dono da verdade. Até porque a verdade é algo muito relativo. E aqui sobre a Terra não tem ninguém que possa dizer que sabe a verdade. Cada um acredite no que quiser, já que cada um é que será responsável por si mesmo.
Obrigada, era o que eu tinha a dizer.

5 de outubro de 2017 09:26

Não sigo nem uma das duas doutrina, mas não entendi pq este ataque a secho no IE,a salvação não é individual, no final Deus vai julga pela suas ações aí cabe a ele o julgamento.

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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