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Sociologia e Religião - É possível diálogo e conciliação entre estas duas vertentes ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 4 de julho de 2013 | 16:48





O CRISTÃO E A SOCIOLOGIA


A sociologia é uma indústria que cresce cada vez mais e a cada ano, muitos são os interessados que ingressam em cursos de sociologia, quer como opção profissional ou como complementação a cursos de educação.

Dentre os que optam por este curso estão muitos cristãos, que se deparam com vários ensinamentos que contradizem os princípios de sua fé. Alguns se decepcionam e abandonam o curso, outros assumem duas identidades (na igreja são cristãos, mas na faculdade são sociólogos), e ainda outros conseguem ter um equilíbrio, não permitindo que a sociologia abale a sua fé, mas, pelo contrário, venha fortalecê-la.

Este artigo tem o propósito de ajudar os estudantes cristãos de sociologia a alcançarem esta última conseqüência.


1) O SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA


As revoluções Industrial e Francesa foram as causas principais que contribuíram para o surgimento da Sociologia, por mais que esta só veio a existir com este nome um século depois (aproximadamente) com Augusto Comte (1798-1857).

O cenário social, antes destes fenômenos revolucionários, era dominado pelo Feudalismo e o pensamento religioso (Teocentrismo). Quando surge a revolução industrial as famílias, gradativamente, começam abandonar o campo e se aglomerar nas cidades, formando uma nova estrutura social.

Com a revolução francesa esta nova realidade social se fortalece ainda mais, fazendo com que a antiga forma social se desestruturasse completamente. Muitas dificuldades surgiram neste novo cenário social, provocando uma necessidade urgente de reorganização na sociedade.

Daí surge então os “Pensadores Sociais”, que influenciados por um “Antropocentrismo Crescente”, começam a postular várias teorias sociais para resolver os problemas da sociedade, sem qualquer referência a Deus.


2) A SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO


Esta parte da sociologia é altamente perscrutadora, pois se dá a esquadrinhar coisas que nós tomamos por certas, questionando-as profundamente. Esse exercício parece bem inofensivo, até percebermos que a conclusão geralmente implícita em tal estudo é que o conhecimento, pelo fato de poder ser enquadrado, é falso ou, no mínimo, apenas socialmente relativo.

Para o sociólogo do conhecimento a resposta sempre se encontra na sociedade. Qualquer que seja a crença específica, sempre se pode pesquisar sua origem social e provar ser ela um produto do seu tempo e contexto, reforçado pela aceitação social e pelo fato que ela parece dar certo.

Como cristãos, precisamos deixar bem clara nossa posição desde o início. Existe no momento uma crescente preocupação com o aspecto ideológico da ciência social, e certos sociólogos realmente apresentam seus pressupostos de maneira bem explícita.

Isso acaba sendo de muita ajuda, haja vista que pelo menos sabemos como argumentar.

A auto-revelação de Deus provê princípios e critérios que nos permitem avaliar toda e qualquer idéia, cuja a fonte seja puramente humana e social.

Qualquer análise da realidade que tenha um ponto de partida diferente pode conter certos aspectos verdadeiros e importantes para o bem-estar da sociedade (pois, de uma forma geral, Deus tem revelado certas coisas para o ser humano), porém, deve ser julgada sempre à luz da Palavra de Deus.

Nós, cristãos, temos o duplo dever de estudar a Palavra de Deus seguindo a orientação divina, e de aplicar seus princípios a teorias e situações específicas em um contexto Social (Ver Carta a Diogneto).


Nosso pensamento sociológico deverá refletir a nossa convicção de que o árbitro final do conhecimento não é o indivíduo nem a sociedade. A primeira palavra pertence a Deus e a ele somente cabe a última palavra.


3) HOMO SOCIOLOGICUS


O ser humano em seus relacionamentos sociais é o centro do interesse sociológico. Assim a questão da natureza humana, ou a “imagem humana”, é de importância crucial para a teoria sociológica. Isto se percebeu desde o começo da sociologia e foi, poderíamos dizer, a primeira razão de ser da sociologia.

A impressão que se costuma ter quanto a imagem sociológica é que a natureza humana é essencialmente plástica. A matéria prima do aparato psicológico é moldada em forma social por um tipo de entidade abstrata conhecida como sociedade. De acordo com outra visão, o homo sociologicus é mais que uma criatura plástica, é um ser poderoso. Essa pessoa é ativa e auto-determinante, e tem consciência de seus objetivos.

O ser humano é visto, não em termos de causa, função ou interesse, mais de intenção. A visão cristã da humanidade é inseparável do conhecimento que o cristão tem de Deus, e mesmo que haja nessa visão muita coisa atraente ao não-cristão, ela nunca terá para este um significado autêntico enquanto não aceitar o Deus do cristão.

Enquanto isso, precisamos continuar declarando que somos seres humanos por sermos a imagem de Deus, e explicar as aplicações práticas dessa visão.


A questão religiosa tem ocupado lugar de grande destaque em meio às discussões de sua inter-relação com as ciências humanas. Por outro lado algumas vozes têm levantado uma interrogação quanto à possível existência de uma sociologia cristã. 

Porém qual seria o ponto de equilíbrio entre essas duas partes?

Será que reduziríamos a sociologia a uma ciência simplesmente racional, divorciada do transcendental e baseada em dados e observações rígidas de certo grupo social, ou talvez pudéssemos dizer que com certeza o mistério transcendental possui um lugar de destaque em meio a esta discussão.

Primeiramente é importante entendermos a sociologia em um todo, assim como sua principal definição e característica com o mundo num todo.

Para falarmos de sociologia, precisamos tratar acerca de sociedade.

Sociedade, conforme apresentado por Charles A. Ellwood em sua obra intitulada Sociology and Modern Social Problems, é uma relação entre indivíduos, “algum grupo de indivíduos que têm mais ou menos uma relação consciente um para com o outro”.

E quando falamos desta relação existente entre esses indivíduos, não estamos aqui tratando certamente de uma relação baseada em crenças políticas, religiosas ou coisa parecida, mas sim tratamos de indivíduos que pensam e por isso existem em uma relação dentro de um sistema geral sócio-político ao qual estão sujeitos.


Por outro lado entendemos que Sociologia é a ciência que lida com este fenômeno de associação humana. Tratando de questões como a compreensão de certa sociedade, assim como suas origens e função.

Através da Sociologia descobrimos que todas as sociedades existentes possuem um ponto de partida.

Não vieram de um cataclismo cósmico, nem de uma sintetização artificial, mas toda sociedade possui uma raiz. E este é o pico da discussão da sociologia, pois para compreendermos os problemas existentes em certo grupo é necessário detectar sua origem.

“Na verdade toda uma sociedade possui sua fonte de origem a partir da família, o Microcosmo Social”.  

Ora, a família é a forma mais básica de sociedade, pois dois indivíduos de sexos opostos se relacionam entre si de forma consciente. A partir deles dá-se origem a filhos, onde proporciona todos os tipos de relações básicas que compõem as características de uma sociedade: superioridade, subordinação e igualdade. Quando olhamos para a família, ela em si não é um produto de outrem, na verdade como Ellwood coloca em seu livro “ela não é um produto da sociedade, mas ela produz a sociedade”.

A partir da célula família temos a origem de toda a sociedade existente no atual contexto.

Um grande desafio existente hoje é entender a decadência que a instituição família tem sofrido em no contexto moderno perdendo suas raízes sócio-culturais. Conforme a Maria C. Brant apresenta em sua obra intitulada A Família Contemporânea em Debate, o sistema capitalista é o grande responsável por esta mutação.

Na verdade a raiz produtiva da família que a fazia como uma comunidade, onde um dependia do outro para que houvesse produção, dá lugar a uma “unidade de consumo”. Essas mudanças ocorridas têm feito com que o sentido da tradição familiar tenha sido perdido. Essas tradições de reciprocidade, produção têm sido perdidas e cada vez mais dado lugar ao individualismo.

Outro fator de grande importância que tem proporcionado esta ruptura na estrutura familiar esta relacionado ao novo posicionamento feminista diante da sociedade. Ao contrário do vivenciado a anos atrás, quando a mulher era a imagem da dominada e administrada, agora cada vez mais tem passado a assumir um papel de quase igualdade diante do homem em meio ao capitalismo e nas relações da divisão de trabalho. Isso tem gerado cada vez mais uma ruptura nos laços de dependência humana no contexto familiar.

O cristianismo através de tendências e ideologia tem de tal forma contribuído para esta humanização dos sexos.

Ele tem aceitado de certa forma a idéia de igualdade, pelo menos perante Deus. No contexto da congregação a mulher é igual ao homem e para ambos “a virgindade é uma virtude e o adultério um pecado” (A Crise da Família e o Futuro das Relações entre Sexos – 1971). Diante disso, podemos ver que o capitalismo cada vez mais selvagem tem contribuído para o esfriamento das relações humanas e familiares.

Por outro lado temos a questão da religião. Aliás, como poderíamos dar um conceito convincente acerca de religião?


Para Pierre Bourdieu, a religião é entendida como uma linguagem composta por um sistema simbólico de comunicação e pensamento, “um conjunto de práticas e representações revestidas de sagrado” (Pedro A. Ribeiro – 1997).

Este conceito de práticas pode ser fortalecido na idéia de experiência, que dá uma tonalidade de objetividade à religião. Ao contrário da psicologia que apresenta uma natureza totalmente subjetiva, a religião é dotada de comprovações objetivas, o que oferece a ela uma plena riqueza em seu significado.

A criação religiosa sempre objetiva buscar a totalidade da realização, nunca sujeita à expressão aberta e inequívoca, conforme apresentado por Joachim Wach em seu livro Sociologia da Religião.

Aprofundando esta definição acerca de religião, nos deparamos com a questão do “sagrado”.

Em oposição a isto teremos o “profano”. Bem, ao certo o que poderia significar isso dentro de uma compreensão sucinta de religião. Conforme apresentado pelo filósofo Durkheim, de forma alguma podemos separar esses dois opostos. Ele diz:
“Todas as crenças religiosas conhecidas... supõem a classificação das coisas em dois gêneros opostos, designados por dois termos distintos que se traduzem pelas palavras profano e sagrado. Por sagrado não se deve entender os seres pessoais que se chamam deuses ou espíritos (rochedo, árvore, fonte, pedregulho, peça em madeira, casa, qualquer coisa pode ser sagrada). Um rito, uma palavra, uma fórmula podem ter esse caráter.” 

Para ele então o profano é algo que apresenta caráter negativo, ou seja, contém todas as coisas que não dizem participar da religião.

Após uma breve compreensão acerca das definições acerca de Sociologia com a sociedade e a Religião, cabe-nos agora compreender quais as relações que pode existir entre ambas.

Quem na verdade teria o poder influenciador em quem?

Ora, talvez possamos pensar na religião com este caráter de moldar a sociedade, através de suas crenças e pensamentos.

Fustel de Coulanges em seu livro “Cidade Antiga”  afirma que o culto é que domina a organização, ou seja, as crenças religiosas dos antepassados é que molda a família e “a religião dos heróis molda a cidade”.

Já Durkheim apresenta uma outra concepção acerca disso em seu livro “a Divisão do Trabalho”, onde diz que “As concepções religiosas são produto do meio social. Quando formadas podem reagir às causas que as produziram, mas essa reação não poderá ser muito profunda”.

Um bom tempo depois veio R. Smith em sua obra “As Formas Elementares da Vida Religiosa” ocasionando uma revolução no pensamento de Durkheim. Enquanto este colocava que a religião como sendo uma expressam vinda sociedade, aquele coloca que a religião possui um caráter psíquico que supera o físico, ou seja, é uma “de sentimentos coletivos que se desencadeiam por ocasião de festas e cerimônias.” (Roger Bastide - 1990)

Joachim Wach em seu livro intitulado sociologia da Religião lança a seguinte questão: “”É a religião, primordiamente, a preocupação do indivíduo ou do grupo?

É a religião, fundamentalmente, positiva, negativa ou indiferente com relação ao agrupamento social ‘secular’?”

A partir destas perguntas podemos analisar com mais detalhes onde estará este ponto de encontro entre ambas as partes e como a religião pode de ter uma importância na sociologia.

Como visto acima acerca da definição de religião, podemos entender esta definição para “fé”. A fé pode ser entendida como sendo o significado que as pessoas dão à sua vida e pela compreensão existente acerca de seu grupo.

Na verdade a a “fé” não está diretamente ligada à crer em Deus especificamente, mas sim “buscar um diferente ponto de coerência para sua vida” ( Alan Storkey – 1979).Poderíamos até dizer que o ATEU tem fé em alguma coisa.

Por outro lado a fé, apesar de ser tratada em questões do indivíduo, de forma alguma ela pode ser entendida como uma ação individualista.

Quando olhamos para tantas religiões, como o cristianismo, budismo, islamismo, entendemos que a ação da fé ali é grupal e compartilhada entre elas. Através da fé se chega à religião em sua experiência e ritos.

Sendo assim quando olhamos para a sociedade num contexto do século XXI banhado no capitalismo individualista e consumista que tem ocasionado mudanças intensas mudanças na célula produtora da sociedade, a “família”, podemos ver o quanto a idéia de fé e religião juntas são importantes para a conservação desta instituição.

A partir da idéia da religião como não sendo individualista, como podemos viver em uma família que tem se tornado cada vez mais assim?

Tendo este ponto de partida da idéia do grupo ser o centro da religião e fé podemos com certeza entender a preocupação notória delas com a sociedade.

A partir do momento que olhamos para a humanidade em um caráter individualista, podemos entender que algo não está bem.

Como a própria sociologia coloca em sua definição de sociedade, como sendo grupo de pessoas que se interelacionam a partir de um ponto comum de relacionamento consciente vindo a serem agentes de produção, se a humanidade passasse a viver de forma individualista, como poderia existir esta relação consciente?

Ora, cada um preocupado com sua própria vida vivendo a essência de um capitalismo selvagem e consumista. Muito se tem preocupado acerca dessas grandes mudanças em meio à sociedade. Podemos talvez ousar a colocar que tais mudanças para o modelo individualista gerariam uma sociedade sem padrões éticos.

Quando falamos de ética é impossível divorcia-la da idéia de grupo.  Pois a ética vem para moldar as relações interpessoais propondo a moralidade social.

Infelizmente temos presenciado uma sociedade cada vez mais egoísta, onde cada um busca seus próprios interesses, se fechando em suas próprias realidades. Por outro lado temos presenciado o grande crescimento da desigualdade social, onde o poder financeiro cada vez mais se encontra na mão de poucos, que vivem de forma esbanjadora seu mundo consumista. Por outro lado um povo marginalizado e pisoteado pela sociedade.

A família que tem cada vez mais se adequado a esses moldes da modernidade tem se dividido.

O que se pode ver atualmente são em grande parte famílias desestruturadas com problemas de relacionamento. Pais e filhos que não se compreendem, mas que se tornam verdadeiros inimigos do lar. Casamentos que depois dos primeiros anos se acabam muitas vezes sem uma razão aparentemente satisfatória.

A mídia tem influenciado de forma agressiva promovendo este novo molde familiar. Aquela família antiga, conservadora ficou no baú trancado, dando lugar à geração da tecnologia, do futuro. Cada vez mais as relações têm se tornado artificiais e interesseiras.

A amizade, que em décadas passadas era extremamente valorizada, tem dado lugar a uma sociedade invejosa e não apta a um círculo de amizade.

A grande questão é, onde estará a ética?

Ou será que a mesma tem sido sepultada? Diante de tudo isso e muitas outras coisas, como lutas pelo poder, terras, guerras que massacram milhares de inocentes a cada ano em prol da ganância de poucos nos leva a uma urgente discussão acerca de rever conceitos morais à sociedade.

“A religião tem este objetivo de propor em meio à sociedade padrões morais, uma humanidade que busque viver de forma mais justa e comunitária. De um lado temos o capitalismo individualista e do outro temos a religião. Muitos têm questionado o porquê de tantas desgraças em meio à sociedade. A resposta e simples, a instituição família está em estado de falência.”


Dentro de nossas discussões não podemos mais ficar colocando brigas pelo poder, como conquistar, mas sim como restaurar a família. Pois podemos comparar a sociedade como um corpo, com seu conjunto de células possuindo diversas funções que se originaram a partir de uma única. Se esta célula primária estiver defeituosa, poderá até gerar vida, porém as chances do embrião vir a nascer são poucas, muitas vezes abortando nos primeiros meses. Ou até quando consegue nascer, praticamente traz fortes seqüelas do defeito inicial.

Então precisamos olhar para a família e entender que o mal estar instalado na sociedade teve sua origem a partir de males que têm sobrevindo na instituição produtora da família.

Quando olhamos para a fé e a religião, precisamos entender que precisamos tê-las no meio de nossas famílias de forma verdadeira e prioritária a primeiro momento para que a moralidade possa ser resgatada em meio à sociedade.

Quando olhamos para o estudo da sociologia, temos a religião como ferramenta principal para este trabalho de entender os problemas sociais e concluir que grande parte dos males da sociedade é fruto de uma geração individualista e sem uma comunhão religiosa verdadeira, que molde caráter ético moral.


 


CONCLUSÃO

Oxalá os cristãos se orgulhassem das Boas Novas sem se envergonharem da sua cosmovisão bíblica, estando prontos a lutar por suas convicções cristãs na arena sociológica, dando as razões da sua fé.

Como em qualquer outra atividade, nós deveríamos rezar  para que, ao estudarmos sociologia, fôssemos cheios do Espírito Santo de Deus!

Necessitamos urgentemente de uma mente cristã ao considerarmos a sociedade em toda a sua complexidade e no seu distanciamento cada vez maior das normas e valores dados por Deus.


A soberania Divina não é uma doutrina “teórica”, mas sim um incentivo prático, que deve desafiar os cristãos a conquistas de novas áreas para o Senhor.

*Autor: Pedro Henrique T. Rêg - É Administrador Pela UNIMONTES, Teólogo pela FTSA.

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