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Padre Arnold Damen - A Igreja Católica proibia o uso da bíblia ? Ou a sua Livre Interpretação como fazem as divididas Seitas Protestantes ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 22 de julho de 2012 | 12:43






II Pedro 1:20-21 nos lembra: “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.

2 Pedro 3:15b:  “Como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas cousas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis a deturpam...”



*Padre Arnold Damen

Não foi antes do quarto século que o Papa de Roma, a Cabeça da Igreja, o sucessor de São Pedro, reuniu os Bispos do mundo num concílio. E naquele concílio decidiu-se que a Bíblia, como nós, católicos, a temos hoje, é a Palavra de Deus, e que os Evangelhos de Simão, Nicodemos, Maria, a Infância de Jesus e Barnabé, e todas aquelas outras epístolas eram forjadas, ou, pelo menos, inautênticas; que pelo menos não havia nenhuma evidência da sua inspiração, e que os Evangelhos dos Santos Lucas, Mateus, Marcos e João, e o Livro do Apocalipse, foram inspirados pelo Espírito Santo.


Até aquele tempo, todo o mundo, por trezentos anos, não soube o que era a Bíblia; portanto, eles não podiam ter a Bíblia como guia, porque eles não sabiam em que consistia a Bíblia.

Teria nosso Divino Salvador, e Ele pretendesse que o homem aprendesse a Sua religião de um livro, deixado o mundo cristão por trezentos anos sem aquele livro? Segurissimamente não.

Antes que a arte da impressão fosse inventada, Bíblias eram raridade; Bíblias eram coisas caras. Ora, todos os senhores devem estar cientes, se já leram alguma coisa de História, que a arte da impressão foi inventada há pouco mais de quatrocentos anos — pelo meio do século XV — e cerca de cem anos antes que houvesse um protestante no mundo.

Como eu disse, antes que a impressão fosse inventada, livros eram coisas raras e caras. Os historiadores nos dizem que no século XI — oitocentos anos atrás — Bíblias eram tão raras e tão caras que era necessária uma fortuna, uma fortuna considerável, para comprar uma cópia da Bíblia!


Antes da arte da impressão, tudo tinha de ser feito com a pena sobre pergaminho de couro de ovelha. Era, portanto, uma operação tediosa e lenta,uma operação cara e de loguíssima duração, levavam-se anos para se compilar uma bíblia completa.

Ora, para chegar ao provável custo de uma Bíblia naquele tempo, suponhamos que um homem devia trabalhar dez anos para fazer uma cópia da Bíblia e ganhar um dólar por dia. Bem, então o custo da Bíblia seria de $3.650. Agora, suponhamos que um homem devia trabalhar copiando a Bíblia por vinte anos, como os historiadores dizem que teria sido necessário naquele tempo, não tendo as conveniências e melhorias para ajudá-lo, como as temos hoje em dia. Então, por um dólar ao dia, por vinte anos, o custo de uma Bíblia seria de cerca de $8.000.


Suponham que eu chegasse para os senhores e dissesse: “Meu querido povo, salvem suas almas, porque, se perderem suas almas, tudo estará perdido”. Os senhores perguntariam: “O que devemos fazer para salvar as nossas almas?”. O pregador protestante lhes diria: “Os senhores precisam comprar uma Bíblia; podem comprá-la em tal ou tal loja”.


Os senhores perguntariam o preço e seriam informados de que é de $8.000. Exclamariam, então: “O Senhor nos salve! E não podemos ir para o Céu sem esse livro?”.

A resposta seria: “Não; os senhores precisam ter a Bíblia e lê-la”. Murmuram pelo preço, mas lhes perguntam: “Sua alma não vale $8.000?”. Sim, de fato o vale, mas você diz que não tem o dinheiro, e, se não pode comprar uma Bíblia, e sua salvação depende disso, evidentemente terá de ficar de fora do Reino dos Céus. A Igreja Católica nunca fez este tipo de ameaça a seus fieis.

Seria uma condição desesperadora, sem dúvida.


Mas suponhamos, por um momento, que todos tivessem Bíblias, que as Bíblias tivessem sido escritas desde o princípio, e que todo homem, mulher e criança tivessem uma cópia. Que bem seria aquele livro para pessoas que não soubessem como lê-lo? É algo cego para tais pessoas.

Mesmo hoje metade dos habitantes da terra não podem ler. Além disso, como a Bíblia foi escrita em grego e hebraico, seria necessário saber essas línguas para ser capaz de lê-la.

Mas se sabe que hoje a temos traduzida para o francês, inglês e outras línguas do presente. Sim, mas você tem certeza que ter uma tradução fiel?

Se não, você não tem a Palavra de Deus. Se você tem uma falsa tradução, isso é obra humana. Como você pode ter certeza disso? Como descobrirá se tem uma tradução fiel do grego e hebraico?

“Eu não sei grego nem hebraico”, diz o meu amigo separado; “para a minha tradução, dependo da opinião dos entendidos”.


Bem, então, meus queridos amigos, suponham que os entendidos estejam divididos nas suas opiniões, e alguns deles dissessem que ela é boa, e alguns, falsa?

Então já era a sua fé; necessariamente, começará a duvidar e hesitar, porque não sabe se a tradução é boa.

Agora, a respeito da tradução protestante da Bíblia, permitam-me dizer-lhes que os mais entendidos dentre os protestantes lhes dizem que a sua tradução — a edição do Rei Tiago — e uma tradução realmente falha e cheia de erros.

Os senhores sabem de muitos entendidos teólogos, pregadores e bispos que escreveram volumes inteiros para apontar todos os erros que existem na tradução do Rei Tiago, e protestantes de várias denominações reconhecem isso.Um presbiteriano muito entendido, creio que fosse, levantou-se, e, para ressaltar a necessidade de se fazer uma nova tradução da Bíblia, disse que na presente tradução protestante da Bíblia havia nada menos do que trinta mil erros.

E vocês dizem, meus queridos amigos protestantes, que a Bíblia é o seu guia e mestre. Que mestre, com trinta mil erros! O Senhor nos livre de tal mestre! Um erro já é ruim o suficiente, mas trinta mil é um pouco demais.


Outro pregador levantou-se na convenção — penso que ele era batista — e, ressaltando a necessidade de fazer uma nova tradução da Bíblia, disse que pelos últimos trinta anos o mundo estava sem a Palavra de Deus, porque a Bíblia que nós tínhamos não era, em absoluto, a Palavra de Deus.

Todos vocês lêem os jornais, sem dúvida, meus amigos, e devem saber o que aconteceu na Inglaterra há alguns anos. Uma petição foi enviada ao Parlamento para a liberação de alguns milhares de libras esterlinas para se fazer uma nova tradução da Bíblia. E esse movimento foi encabeçado e dirigido por bispos e clérigos protestantes.

Mas, meu querido povo, como nós podemos estar certos de nossa fé? Vocês dizem que a Bíblia é o seu guia, mas não sabem se a têm.

Suponhamos, por um momento, que todos tivessem uma Bíblia. Se todos a lessem e tivessem uma tradução fiel, mesmo assim ela não poderia ser o guia do homem, porque a interpretação privada da Bíblia não é infalível, mas, pelo contrário, sumamente falível.


Há agora, no mundo todo, milhares de denominações diferentes de igrejas, e todas elas dizem que a Bíblia é a sua guia e mestra. E suponho que todas são sinceras. São todas elas igrejas verdadeiras? Isso é impossível.


A verdade é una como Deus é uno, e não pode haver nenhuma contradição. Todo homem em sã consciência vê que nenhuma delas pode ser verdadeira, porque elas divergem e contradizem umas as outras, e não podem, portanto, ser todas verdadeiras.

Os protestantes dizem que o homem que ler a Bíblia reta e piedosamente tem a verdade, e todos eles dizem que a lêem retamente. Será ?


1)- Suponhamos que haja um ministro da igreja episcopal. Ele é um homem sincero, honesto, bem-intencionado e piedoso. Ele lê a sua Bíblia num espírito piedoso, e, da palavra da Bíblia, ele diz que é claro que deve haver bispos. Porque, sem bispos, não pode haver sacerdotes, sem sacerdotes não haveria Sacramentos, e sem Sacramentos não haveria Igreja.

2)- O presbiteriano é um homem sincero e bem-intencionado. Ele também lê a Bíblia, e deduz que não deve haver bispos, mas somente presbíteros. “Aqui está a Bíblia”, diz o episcopaliano; e “aqui está a Bíblia para provar que você está mentindo”, diz o presbiteriano. E, mesmo assim, ambos são homens piedosos e bem-intencionados.

3)- Então chega o batista. Ele é um homem bem-intencionado, honesto, e também piedoso. “Bem”, diz o batista, “vocês já foram batizados?” “Eu fui”, diz o episcopaliano, “quando era bebê”.“Eu também”, diz o presbiteriano, “o fui quando era bebê”. “Mas”, diz o batista, “vocês vão para o Inferno, tão certamente quanto vocês vivem”.

4)- Então chega o unitariano, bem-intencionado, honesto e sincero. “Bem”, diz o unitariano, “permitam-me dizer-lhes que vocês são um punhado de idólatras. Vocês louvam como Deus um homem que não é, em absoluto, Deus”. E ele dá vários textos da Bíblia para prová-lo, enquanto os demais fecham os ouvidos para não ouvir as blasfêmias do unitariano. E todos defendem que possuem o verdadeiro significado da Bíblia.

5)- Então chega o metodista, e diz: “Meus amigos, vocês têm alguma religião que seja?”. “Certamente a temos”, dizem eles. “Alguma vez vocês já sentiram a religião”, diz o metodista, “o espírito de Deus se movendo dentro de vocês?” “Não tem sentido”, diz o presbiteriano, “nós somos guiados pela nossa razão e juízo”. “Bem”, diz o metodista, “se você nunca sentiu a religião, você nunca a teve, e irá eternamente para o Inferno”.

6)- Em seguida, chega o universalista, e os ouve ameaçando uns aos outros com o eterno fogo infernal. “Ora”, diz ele, “vocês são uma classe estranha de pessoas. Vocês não entendem a Palavra de Deus? Não existe nenhum Inferno. Essa ideia é boa o suficiente para amedrontar velhas e crianças”, e ele o prova pela Bíblia.

7)- Então chega o Quaker. Ele os insta a não discutir, e aconselha-os a não se batizar. Ele é o mais sincero dos homens, e mostra a Bíblia como sua fé.

8)- Outro chega e diz: “Batizem apenas os homens, e não as mulheres. Porque a Bíblia diz que, a menos que o homem nasça novamente da água e do Espírito Santo, ele não poderá entrar no Reino dos Céus”. “Então”, diz ele, “com as mulheres está tudo certo, mas batizem os homens”.

9)- Então chega o Shaker, e diz: “Vocês são um povo presunçoso. Vocês não sabem que a Bíblia lhes diz que devem trabalhar pela sua salvação com temor e tremor, e vocês não tremem nem um pouco. Meus irmãos, se vocês querem ir para o Céu, vibrem, meus irmãos, vibrem!”.

Eu juntei aqui  apenas algumas SINCERAS  afirmações de algumas denominações,divergindo uma da outra, ou entendendo a Bíblia de diferentes modos, para ilustrar os frutos da interpretação privada.

Por isto se conclui: A sinceridade não é o critério da verdade, pois uma pessoa pode estar sinceramente EQUIVOCADA.




Que seria se eu juntasse as  diferentes denominações, todas tomando a Bíblia por sua guia e mestra, e todas divergindo uma da outra? Estão todas corretas?

Uma diz que há Inferno, e outra diz que não há Inferno. Estão ambas certas?
Uma diz que Cristo é Deus; outra diz que Ele não O é.
Uma diz que elas não são essenciais.
Uma diz que o Batismo é um requisito, e outra diz que não. Estão ambas certas?

Isto é uma TORRE DE BABEL meus amigos; todas não podem estar certas.

Qual, então, está certa? Aquele que tem o verdadeiro significado da Bíblia, diz você.

Mas a Bíblia não nos diz quem está com o verdadeiro significado e nunca resolve a querela. A bíblia sozinha e portanto por si só, e interpretada individualmente não é mestra segura, neste caso podemos dizer que a letra Mata.

A Bíblia, meu querido povo, é um  excelente  livro, aliás é o livro por excelência, mas o Catolicismo não é a RELIGIÃO DO LIVRO.

Nós, católicos, consentimos que a Bíblia é a Palavra de Deus, a mensagem inspirada, e todo católico é exortado a ler a Bíblia. Mas, boa como é, a Bíblia, meus queridos amigos, não se explica a si mesma individualmente e a partir de sinceras experiências pessoais com ela.


É com a Bíblia assim como é com a Constituição dos Estados Unidos. Quando Washington e os seus associados estabeleceram a Constituição e a Lei Suprema dos Estados Unidos, eles não disseram para o povo dos Estados: “Que todo homem leia a Constituição e governe-se a si mesmo; que todo homem faça a sua própria explicação da Constituição”.


Se Washington tivesse feito isso, nunca teriam existido os Estados Unidos. Todas as pessoas teriam se dividido entre si, e o país teria sido picotados numa centena de diferentes divisões e governos.

O que fez Washington? Ele deu ao povo a Constituição é a Lei Suprema, e indicou a sua Suprema Corte e Supremo Juiz da Constituição.

E esses devem dar a verdadeira explicação da Constituição para todos os cidadãos americanos — todos, sem exceção, do presidente ao mendigo. Todos estão obrigados a seguir as decisões da Suprema Corte, e é isso, e só isso, que pode manter o povo unido, e manter a união dos Estados Unidos.

No momento em que as pessoas começarem a fazer a sua própria interpretação da Constituição, será o fim da união.

*Padre Arnold Damen nasceu na província de North Brabant, Holanda, em 20 de março de 1815. Foi admitido na Companhia de Jesus em 21 de novembro de 1837, e esteve no grupo de jovens noviços trazidos para o seu país pelo Padre DeSmet, renomado missionário jesuíta para os índios americanos.
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28 de julho de 2012 20:00

AS MULTI FACES DA HERESIA
Uma de suas nuances, o protestantismo - historicamente todas as denominações cristãs fora da Igreja Católica Apostólica Romana - em seus primórdios, teve em seu idealizador o dissenso Lutero, dentre mais, vários princípios gnósticos, incluindo-se tendências igualitaristas e deístas subjetivistas, dentre outras, como: aversão a poderes superiores, no caso, ao poder hierárquico ortodoxo-doutrinário exercido pela Igreja àquela época.
Lutero evidenciou em suas ações suprimir o poder eclesial católico e sua rígida doutrina tradicional bíblico-patrística por um sistema mais flexível e individual, em que pessoas e comunidades possuíssem autodeterminação de se instituirem como próprios pastores, os quais ensinariam a seu modo particular; o resultado prático de suas ideias foi o espoucar de milhares de seitas humano-fundamentadas em que cada uma doutrina a seu modo ou conveniência, até acusando-se mutuamente de heréticas, daí surgindo um Evangelho e igrejas conversíveis a situações, interesses e muitos contrastes entre facções que, apesar dos paradoxos, afirmam e se consideram inspirados pelo Espírito Santo(?)... A qual deles? Há seitas aprovando aborto, outras adultério, ordenação feminina, a Eucaristia sim, outras não, o batismo de crianças sim, outras não, etc., e até de anuência ao homossexualismo e quase todas têem culto e procedimentos similares a centros espíritas: expulsão de supostos maus espíritos ou para curas, passes, gritarias, pessoas caindo ao chão, outras em aparentes transes... Ao enfermar-se o pastor não convoca outro para exorcizá-lo... E suas as homilias são também submetidas ao crivo de cada um para aprovação ou não, ou seja, tudo ali funciona à base mais absoluto relativismo doutrinário-hermenêutico, idem mesmo esoterista devido aos cultos em que se manifestam entidades.
Outro fato é o elo com o nazismo: Hitler subiu ao poder graças à votação dos estados protestantes, media favorável de 47%, enquanto nos católicos 21%, ou seja, se fosse a Alemanha católica, não se elegeria.
Também desse conjunto ideário relativista existia a antiga e esoterista maçonaria de antes do cristianismo, de Babilônia, do antigo Egito, etc., e sua legislação atual foi formalizada por James Anderson, pastor presbiteriano; por sinal, nos EUA e Europa os vínculos são bastantes próximos com o protestantismo - muitos pastores são maçons - e influenciaram a Revolução Francesa nos princípios - igualdade, liberdade e fraternidade - idem o kardecismo e o comunismo, o qual é apenas a transposição de idéias de Lutero-maçonaria para a práxis socialista-comunista, supostamente igualitarista, fraternal em meio a contrastes marcantes e com o modernismo atual, cuja doutrinação vigente é igual a um homem acima de tudo e todos, pelo menos na sua proposta; de fato, uma tremenda farsa.
Há vídeos na Net e em literatura de pastores se acusando reciprocamente de pertença à maçonaria; é inexistente oposição maçônica às diversas denominações evangélico-protestantes; porém, para a Igreja Católica é o adverso.
Não há dúvidas que o orgulho e soberba e estão sutilmente camuflados sob esses comportamentos e que o progresso, a ciência e o modernismo tecnológico, cada vez mais aparentando resolver os problemas humanos estão a serviço de um reino luciferino que poderá eclodir, de um homem auto realizador e neo deificista, mas tão cego não percebendo sua submissão a nova tutela, e logo a quem...
Em nada difere o acima do pecado inicial do homem no Éden, ou se preferir, aliar-se e tornar-se súdito de Satanás em sua soberba e no orgulho de querer ser igual a Deus, aceito por nossos pais iniciais e muitos atualmente o vivenciam no protestantismo.
E que logicamente é o ideal itinerário para se chegar à implantação da ditadura do relativismo bíblico-teológico, quiçá dogmatizado; se preferir: "self service" doutrinário, com menu para cada paladar, à escolha do cliente, servido por fantoches de Satanás em seus balcões mercantil-religiosos.

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