Decreto do CONCÍLIO VATICANO II “APOSTOLICAM ACTUOSITATEM” Nº 6 (SOBRE O APOSTOLADO DOS LEIGOS):“Aparecendo na nossa época novos problemas e grassando gravíssimos erros que ameaçam inverter profundamente a religião, a ordem moral e a própria sociedade humana, este S. Sínodo exorta de coração todos os leigos, conforme a capacidade intelectual e a formação de cada qual, que, segundo a mente da igreja, assumam mais conscienciosamente as suas responsabilidades no aprofundamento dos princípios cristãos, na sua defesa e na adequada aplicação dos mesmos aos problemas de nossa época”.
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"Evolucionismo cultural: textos de Morgan, Tylor e Frazer" - Evolução cultural da Selvageria para a Barbárie até a Civilização

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 23 de maio de 2012 | 08:59


"Evolucionismo cultural: textos de Morgan, Tylor e Frazer",

*(Por Fernanda Delvalhas Piccolo)

Dados do livro resenhado:Título da obra: "Evolucionismo cultural: textos de Morgan, Tylor e Frazer"


Organizador: Celso Castro - Editora: Jorge Zahar Editor-Número de páginas: 127

A obra organizada por Celso Castro, antropólogo e diretor do CPDOC da Fundação Getúlio Vargas, reúne textos, escritos entre 1971 e 1908, de três autores clássicos da tradição evolucionista da antropologia: Lewis Henry Morgan (1818-1881), Edward Burnett Tylor (1832-1917) e James George Frazer (1854-1941).


Na apresentação do livro, Celso Castro traz o contexto no qual esses textos foram escritos bem como notas biográficas de cada um dos autores, abordando de que maneira surgiu em cada um o interesse por temas relacionados à antropologia, como parentesco, a própria definição de cultura, religião, e que os colocaria no “panteão dos fundadores” da disciplina.



Castro ressalta, ainda, a extensão e a influência da obra desses autores sobre outros, como a leitura do texto de Morgan por Marx e Engels que contribuiu para a escrita da obra desse último “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”.



Ainda, segundo Celso Castro, os textos reunidos “além de sua importância histórica, [...] sintetizam idéias-chave de teoria e método característicos do evolucionismo cultural”.



Tal tradição antropológica estava inserida no contexto científico do século XIX, no qual a forma de apreender e explicar os fenômenos tanto naturais quanto culturais era predominantemente evolucionista, isto é, havia um progresso direcionado de formas simples às complexas, da homogeneidade à heterogeneidade, das atrasadas às avançadas.


Nesse contexto, aliado à aceitação do postulado pós-darwiniano de que toda a humanidade teria uma origem comum (monogenismo), a grande questão que tomava conta do debate antropológico e sobre os quais os autores reunidos na obra buscavam respostas era:

“Como pode haver uma grande diversidade cultural entre os povos se há uma origem comum?”


A solução a esta questão é a existência de uma evolução, isto é, haveria um caminho a ser trilhado por todas as sociedades, numa trajetória vista como obrigatória, unilinear e ascendente, partindo do estágio “selvagem”, passando pela barbárie até chegar à civilização.


A partir desse pressuposto, os antropólogos deveriam estudar os povos antigos ou a cultura primitiva para traçar essa trajetória, mas fazendo o caminho inverso[1].

Para os antropólogos evolucionistas poderem provar como esses povos eram simples e como havia uma evolução utilizavam, muitas vezes, como “evidência científica”, como aponta Castro, relatos de viajantes e missionários.


O método proposto era o comparativo, procedendo primeiro ao desmembramento da cultura, agrupando os artefatos culturais dos grupos por “tipos” semelhantes e depois classificando-os de acordo com a escala evolutiva. O topo da comparação era sua própria sociedade, a partir da qual as outras eram ordenadas.



Tinham como objetivo, ainda, descobrir leis gerais, visto que o modelo de ciência do século XIX era o das ciências naturais, que buscam a validade científica na formulação e aplicação de leis universais.


O local predominante de trabalho desses antropólogos não era o campo tal como hoje a prática etnográfica é posta em ação, mas sim suas bibliotecas, o que passou a ser denominado, segundo Celso Castro, de “antropologia de gabinete”.


Castro chama a atenção ainda para outras características do evolucionismo cultural, como a “teoria das sobrevivências”, que seriam “muitos costumes, superstições e crendices populares [que] vistos pelo olhar evolucionista, no entanto, eles ganhavam sentido ao se transformarem em “sobrevivências” de um estágio cultural anterior, vestígios através dos quais se poderia, num trabalho semelhante ao de um detetive, reconstituir o curso da evolução cultural humana” (p. 32).


Após a apresentação feita por Celso Castro, o leitor está inserido no pensamento evolucionista e pronto para compreender os textos escolhidos para compor a coletânea, que são partes de obras mais completas.


Grifo meu - Pergunta que não cala: “A Teoria da Evolução não abrange a antropologia ? Ou só serve apenas para defender interesses pessoais ideológicos e utilitaristas?”


1)- O primeiro capítulo do livro traz o prefácio e o capítulo I (“Períodos Étnicos) da obra de Lewis Henry Morgan, a “Sociedade Antiga: 



Ou investigações sobre as linhas do progresso humano desde a selvageria, através da barbárie, até a civilização”, escrito em 1877.


O autor afirma que a antiguidade da humanidade é imensurável e que esta passou por um “processo de desenvolvimento tão notável nos caminhos seguidos quanto em seu progresso” (p.43).



No prefácio de seu texto, Morgan destaca a ordem do progresso pela qual a humanidade caminhou:


“pode-se afirmar agora, com base em convincente evidência, que a selvageria precedeu a barbárie em todas as tribos da humanidade, assim como se sabe que a barbárie precedeu a civilização. A história da raça humana é uma só – na fonte, na experiência, no progresso”. (p.44)



Na frase acima temos os elementos da teoria evolucionista de Morgan, pela qual a humanidade, como uma raça única, teve uma única origem, a partir da qual seguiu a trajetória do progresso, passando (ou estando) por um dos três “períodos étnicos”: selvageria, com os subperíodos inicial, intermediário ou final; barbárie, com os subperíodos inicial, intermediário ou final; e a civilização, divida em antiga e moderna. Segundo Morgan “essas três distintas condições estão conectadas umas às outras numa seqüência de progresso que é tanto natural como necessária” (p.49). Nesse sentido, a trajetória da humanidade era uniforme, unilinear e ascendente.



Definidos por Morgan, com base nas “evidências”, esses períodos étnicos, que são os “estágios do desenvolvimento humano”, ou fases da evolução cultural da humanidade, cobrem, cada um, “uma cultura distinta e representará um modo de vida particular” (p.57).


As evidências do progresso eram as invenções e descobertas e as instituições primárias, principalmente, a família, o governo e a propriedade – que teriam tidos seus germes durante o primeiro período étnico: a selvageria. São essas evidências que delimitam e fixam o início e o fim de um período e, dentro de um mesmo período, os subperíodos da trajetória que percorreu a humanidade.



No entanto, essa trajetória não é apenas vista no tempo histórico, pois como diz Morgan, este é “imaterial”, e, portanto, não serve como evidência da condição de diferentes tribos e nações. A trajetória é vista naquele momento, ou no momento da descoberta da tribo ou nação, o que possibilitaria que “num mesmo tempo, diferentes tribos e nações do mesmo continente, e até da mesma família lingüística, estejam em diferentes condições [nos períodos étnicos]” (p. 61).



Morgan nos apresenta ainda a maneira como essas invenções e descobertas e as instituições sociais e civis primárias os ajuda no empreendimento de delimitar os períodos étnicos, pela organização e comparação desses elementos:


“Quando organizadas e comparadas tendem a mostrar a origem única da humanidade, a semelhança de desejos humanos em um mesmo estágio de avanço e a uniformidade das operações da mente humana em condições similares de sociedade” (p.44-45).



Utilizando o método comparativo, que cruza a história e os continentes, retirando as tribos, povos e nações dessa história e de seu contexto, por separar seu modo de vida em invenções e descobertas e por instituições, e fazendo uma regressão em direção aos selvagens, afirma que “estamos lidando, substancialmente, com a história antiga e com as antigas condições de nossos próprios remotos ancestrais” (p.64).



2)- O segundo capítulo é o texto “A ciência da cultura”, que integra a obra “Cultura primitiva” de Edward Burnett Tylor, escrito em 1871.


No início de seu texto, Tylor nos apresenta a sua definição de cultura ou civilização como sendo aquilo que é “adquirido” pelo homem como “membro de uma sociedade”: “é aquele todo complexo que inclui conhecimento, crença, arte, moral, lei, costume e quaisquer outras capacidades e hábitos adquiridos”.


Tylor coloca esse conceito de cultura numa perspectiva evolucionista e científica ao defender que ela “possa ser investigada segundo princípios gerais”, sendo “um tema adequado para o estudo de leis do pensamento e da ação humana”.


A cultura teria uma uniformidade devido “à ação uniforme de causas uniformes” e uma variabilidade de graus atribuída aos “estágios de desenvolvimento ou evolução” (p.69).



No presente texto, Tylor assume e defende a posição que o estudo da cultura e da vida humana deve ocupar: a da ciência (naquele momento, positivista e racionalista), seguindo o modelo das ciências naturais, visto que, para o autor, esse estudo deve ser um “ramo da ciência natural”, pois a história da humanidade faz parte da espécie animal e, portanto, é possível e desejável que se defina leis, busque princípios gerais mediante as evidências, sua classificação e comparação, e os testes de recorrência dos fatos.

Nesse contexto, a tarefa da “etnografia racional”, positivista e científica, é “a investigação das causas que produziram os fenômenos de cultura e das leis às quais estão subordinados” (p.93).


Lança, a seguir, o problema a ser compreendido e explicado cientificamente pelo etnógrafo, mediante provas, que são as evidências: “como o fenômeno da Cultura pode ser classificado e arranjado, estágio por estágio, numa ordem provável de evolução” (p.74).

A comparação deve ser feita entre elementos da cultura (armas; mitos, ritos e cerimônias), pois “um primeiro passo no estudo da civilização é dissecá-la em detalhes e, em seguida, classificá-los em seus grupos apropriados” (p.76).



Tylor afirma que a comparação deveria ser entre “raças que se encontram em torno do mesmo grau de civilização”, não sendo levado em consideração a “data na história ou lugar no mapa”.



Tylor lançando-se no debate da época no qual as diferenças entre os homens deveriam ser explicadas pela diferença de local de origem (determinismo geográfico) ou de raça (determinismo biológico), posiciona-se contra estes, porque assume teoricamente o evolucionismo como explicação da variabilidade (de grau) da Cultura, bem como a origem única do homem, o monogenismo, afirmando que:


“para o presente propósito, parece tanto possível quanto desejável eliminar considerações de variedades hereditárias, ou raças humanas, e tratar a humanidade como homogênea em natureza, embora situada em diferentes graus de civilização. Os detalhes da pesquisa provarão, parece-me, que estágios de cultura podem ser comparados sem levar em conta o quanto tribos que usam o mesmo implemento, seguem o mesmo costume ou acreditam no mesmo mito podem diferir em sua configuração corporal e na cor de pelo e cabelo” (p.76).



O elemento que o ajudaria a traçar o curso da evolução seria as “sobrevivências”, pois como seriam “processos, costumes, opiniões [...] que, por força do hábito, continuaram a existir num novo estado de sociedade diferente daquele no qual tiveram sua origem”, seriam evidências, “provas e exemplos de uma condição mais antiga de cultura que evoluiu em uma mais recente” (p.87).



Em seu texto surgem inúmeros exemplos de sobrevivências, com a explicação de seu desenvolvimento, seu significado e como prova da evolução - não sem colocar seus próprios juízos de valor.



Na época em que Tylor escreve, a maneira como os etnógrafos obtinham seus dados era, predominante, mediante a leitura dos relatos de viajantes e missionários.


Tylor expressa sua preocupação com a autenticidade das provas e passa a discutir como aceitar a validade e a veracidade dos relatos desses indivíduos.


A solução seria proceder a uma hierarquia de relatos confiáveis, havendo alguns mais credenciados e legitimados que outros, de acordo com o status do relator –o de um ministro metodista valeria mais que de um fugitivo da lei, sendo que aquilo que este último dissesse valeria se fosse ao encontro do relato do missionário, portanto, se fosse recorrente.


Para tal avaliação seus juízos de valor devem ser postos em prática, pois o etnógrafo “tem a obrigação de usar seu melhor julgamento quanto à fidedignidade de todos os autores que cita e, se possível, obter diversos relatos para confirmar cada ponto em cada localidade” (p.78).


Ainda, a validade e autenticidade dos fatos relatados seriam alcançadas pela recorrência: “os relatos de fenômenos de cultura similares e recorrentes em diferentes partes do mundo fornecem, na verdade, uma prova incidental de sua própria autenticidade” (p.78).



3)- O último capítulo traz o texto de James George Frazer, “O escopo da antropologia social”. 




Neste texto, uma palestra proferida por Frazer, na Universidade de Liverpool, em 1908, o autor busca apresentar para seu público a disciplina que ele propõe ser sua área de atuação: a recente Antropologia Social.


Nesse sentido, Frazer demarca as fronteiras dessa ciência e delimita suas tarefas:


“comparar as várias raças de homens, traçar suas afinidades e, por meio de uma ampla coleção de fatos, seguir desde os primórdios, e até tão longe quanto possível, a evolução do pensamento e das instituições humanas. O objetivo disso, assim como de todas as outras ciências, é descobrir as leis gerais às quais se possa presumir que os fatos particulares se conformam” (p.103).



O estudo com o qual o antropólogo deve-se ocupar, segundo Frazer, é o “homem primitivo”, o “selvagem”, mas ressalva que este último não o é em sentido absoluto, mas sim relativo, pois para ele é impossível alcançar o homem realmente primevo.



Este estudo constituiria, para Frazer, um dos “departamentos” da disciplina:


“o estudo da selvageria” (p.112). Para Frazer, assim como para Morgan e Tylor, a trajetória evolutiva a ser trilhada pela humanidade seria uniforme, unilinear e ascendente.



Segundo Frazer, em sua investigação, o antropólogo deve buscar a verificação das “crenças e costumes que sobreviveram como fósseis entre povos de cultura mais elevada” (p.106), vistas por ele como “relíquias”, de maneira semelhante ao que Tylor denomina de “sobrevivências” - os hábitos e costumes de um estágio evolutivo anterior são encontrados num estágio mais avançado.


Essas relíquias que o antropólogo deve perseguir incluem-se no outro departamento da Antropologia Social: o estudo do folclore, constituído pelas “superstições”, isto é, “idéias e práticas mais primitivas entre povos que, em outros aspectos, ascenderam a planos mais elevados de cultura [...]” (p.112).



A transmissão seria pelos seus ancestrais, o que tornaria essas pessoas e grupos “civilizados na aparência, embora não na realidade”. “Crenças e práticas desse tipo são, portanto, corretamente chamadas de superstições, o que significa, literalmente, sobrevivências. É de superstições, no estrito senso da palavra, que trata o folclore” (p.113).




Frazer termina sua conferência prenunciando o fim do objeto de estudo da Antropologia num futuro bastante próximo. A partir disso justifica seu pedido de financiamento de expedições para registrar o que restava dos “selvagens”, antes de seu desaparecimento.



Ainda, esta previsão, de acordo com os limites que ele havia demarcado para a disciplina, punha em risco a existência da própria Antropologia:


“ainda há tempo de enviar expedições a essas regiões, de financiar homens no local familiarizados com as línguas dos nativos e que deles tenham a confiança. [...] Pois logo, muito logo, as oportunidades que ainda temos terão desaparecido para sempre. Em mais um quarto de século, provavelmente restará pouco ou nada da velha vida selvagem para registrar. O selvagem, tal como ainda podemos vê-lo, estará tão extinto quanto o pássaro Dodô” (p.124).



Com este livro, o leitor tem uma ampla visão dos autores do período clássico da teoria evolucionista na Antropologia e do contexto no qual os debates estavam inseridos. Cabe ressaltar, que naquele momento a Antropologia buscava sua legitimação entre as ciências e, para tal, era necessário delimitar seu campo de interesse, seu objeto – os “selvagens”, o homem primitivo - suas preocupações e seus métodos de investigação.



Assim é que se pode compreender a estreita relação que os autores estabelecem entre a antropologia, enquanto ciência que estuda a cultura e o homem, e as ciências naturais pela perseguição de leis e princípios gerais que regeriam a vida da humanidade.



[1] Sobre a evolução cultural e os pensadores evolucionistas ver, entre outros, SUÁREZ, Mireya. A seleção natural. Humanidades, v.2, n.9, Brasília: EdUnb, pp.128-138, out./dez.,1994; CLASTRES, Hélène. Primitivimos e ciência do homem no século XVIII. Discurso , n. 13, São Paulo: Polis, pp.187-208, 1983.

(*) Fernanda Delvalhas Piccolo é doutora em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ e professora da Universidade Severino Sombra.



REFERÊNCIAS DE TOPO:
           
ABA - Associação Brasileira de Antropologia
revista sexta feira
Cadernos de Campo
Livros de Antropologia na Livraria Cultura
Esprit critique - Revue internationale de sociologie et de sciences sociales

FONTE: http://www.antropologia.com.br/res/res34_2.htm
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