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QUAL A ORIGEM DOS TERMOS: “CATÓLICO DE CARTEIRINHA” – “CATÓLICO PRATICANTE E NÃO PRATICANTE ?”

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 20 de setembro de 2011 | 23:24


A expressão Católico Praticante, ou Católico de carteirinha, era comum no passado da Igreja.

O fiel tinha realmente uma carteirinha, a qual prestava contas ao seu pároco sobre sua conduta fiel com relação à aquilo que desejava proclamar publicamente: Ser Católico.

Na carteirinha, seu pároco ao confessá-lo uma vez por ano, assinava e liberava-o para a comunhão desde que o mesmo não tivesse nenhum pecado público.

O fiel só poderia assistir missa, confessar-se e participar de todos os sacramentos em sua paróquia, em alguns casos era permitido a participação em outras paróquias por motivos justos, aos quais eram autorizados na carteirinha, daí a expressão popular: “Católico de carteirinha” que com o passar do tempo mudou para CATÓLICO PRATICANTE, com o abandono da carteirinha e todas estas prescrições, e CATÓLICO NÃO PRATICANTE para aquele que apenas se denomina católico, sem praticar e conhecer a fundo aquilo ao qual professa.

O Católico “ NÃO PRATICANTE” é popularmente conhecido como:

1)- Católico Domingueiro – Costuma apenas a ir as missas de domingo.

2)- Católico de IBGE – Só se sabe que o mesmo é católico nos períodos de SENSO DEMOGRÁFICO quando o entrevistador lhe pergunta: Qual sua religião ?...

3)- Católico Turista: Só aparece de passagem na Igreja em ocasiões muito especiais: Casamentos, batizados e festas de padroeiro.


Católico praticante não indica um grupo oficialmente estabelecido na Igreja Católica.

Mas a expressão é usada em oposição ao termo católico não-praticante, ao designar aqueles católicos que praticam sua religião de forma mais completa.

Essas definições estão sujeitas a certa dose de subjetividade, pois não existe um critério claro ou consensual para distinguir entre católicos "praticantes" e "não-praticantes".

Esses termos estão sendo empregados porque, hoje, não é raro encontrar católicos que afirmam ser adeptos da religião e chegam a frequentar cerimônias como casamentos e batizados, mas que não tomam parte regularmente de ritos considerados obrigatórios (como a missa aos domingos), e que raramente recebem algum dos sacramentos.



Católico não praticante é um termo utilizado para definir os indivíduos que, apesar serem batizados e se auto-declararem católicos, não praticam a religião em sua plenitude conforme exigido pelo Vaticano. Tal termo não indica um grupo oficialmente estabelecido na Igreja Católica.

De acordo com a crença católica, se alguém é batizado na Igreja Católica, será católico para sempre. O batismo sela "o cristão com a indelével marca espiritual de sua posse a Cristo. Nenhum pecado pode apagar esta marca, mesmo se o pecado impede o batizado de ter os frutos da salvação".


Se um católico abandona sua fé, não precisa se "reconverter", mas geralmente passa pelo Rito de Iniciação Cristã para Adultos (RICA) para refrescar sua educação na fé católica.
A terminologia preferida pela Igreja é "católico não-praticante" ao invés de "ex-católico", especialmente nos casos em que a pessoa parou de professar a fé mas não adotou uma nova religião, nem desviou-se da fé.

1)- Algumas pessoas ainda se identificam como católicos, e mesmo rejeitando e não praticando os preceitos católicos, não faz com que deixe de ser católica totalmente se ela mesma se considera católica, será porém considerado como  apóstata .

2)- Da mesma forma, um católico que rejeita publicamente grande parte da religião é um herege e um católico que recusa a reconhecer o Papa é um cismático.

Em oposição ao termo, existe a expressão católico praticante. Essas definições estão sujeitas a certa dose de subjetividade, pois não existe um critério claro ou consensual para separar os católicos entre "praticantes" e "não-praticantes".

Atualmente, muitos indivíduos se declaram adeptos da religião católica e frequentam cerimônias como casamentos e batizados, mas não tomam parte regularmente de ritos como a confissão, as missa aos domingos e raramente recebem algum dos sacramentos.

Esses católicos muitas vezes discordam dos dogmas da Igreja, que começaram a ser questionados principalmente a partir da década de 1960.

Nos dias atuais, esse fenômeno é muito observado na adolescência, na qual os jovens abandonam a religião para seguirem valores morais próprios, sem uma desvinculação formal e púnlica da Igreja Católica.

Durante o século XX, foi perceptível uma diminuição do interesse popular às formas tradicionais de religiosidade. Embora grande maioria da população brasileira se declare católica, estima-se que apenas 15% a 20% deles compareçam às igrejas regularmente e participem dos sacramentos. No censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2000, 73,6% da população brasileira declarou-se católica, mas 40% dos que responderam ser católicos afirmavam ser "não-praticantes".

Fonte: Wikpedia

Católico praticante

Por Dom Tomé Ferreira da Silva

Um candidato a prefeito, em uma entrevista, perguntado sobre sua religião, respondeu: católico não praticante.

Há algum tempo atrás ouvi de um "sociólogo da religião", em conversa informal, que os católicos não praticantes, no Brasil, formam uma nova religião, de expressão numérica significativa e identidade própria. 


As duas observações acima propiciaram-me a oportunidade de refletir sobre o que é ser católico praticante e o que é ser católico participante, expressões que não designam a mesma realidade.
Começo pensando em alguns pressupostos em forma de perguntas:

1)- Numa dimensão pragmática, pergunto: quais são os critérios para definir um católico praticante?

2)- Obediência aos mandamentos da Lei de Deus?

3)- Observância dos mandamentos da Igreja?

4)- Acolhida às Bem-Aventuranças?

5)- Frequência aos sacramentos?

6)- Exercício da caridade?

7)- Ou todos juntos?


Tomando isoladamente os elementos acima, não sei a que ponto alguém, na sua humanidade, mesmo ajudado pela Graça de Deus, vive os mandamentos da Lei de Deus ou os da Igreja, se acolhe todas as Bem-Aventuranças, se é assíduo aos sacramentos ou em que intensidade vive a caridade.


8)- Ou ser católico praticante é participar de alguma pastoral, movimento ou associação religiosa, ou ser membro de um grupo de reflexão, oração ou círculo bíblico?

9)- Ou ainda, seria estar engajado na promoção social, na construção de uma sociedade justa e fraterna?


8)- Ter recebido os sacramentos da iniciação cristã, batismo, crisma, eucaristia, ou buscar o sacramento da reconciliação e frequentar a Eucaristia dominical, ou ainda ser um dizimista honesto e fiel, seria suficiente para definir um católico praticante?

São tantas "prescrições" ou orientações que poderiam ser critérios para definir um católico praticante. Muitas outras poderiam ser elencadas, como por exemplo o modo como construimos nossa vida moral, pessoal, familiar e social, ou ainda nossa obediência ao Magistério da Igreja ou aos nossos pastores, Papa e bispos.

10)- Sou católico praticante? Pensando na multiplicidade de critérios acima, fico apreensivo.
A deficiência não é da Graça Divina, mas da dificuldade da inteligência em discernir o que Deus quer de mim e da fragilidade da vontade em determinar minha práxis de discípulo de Jesus Cristo e filho da Igreja.Então, sou católico praticante? 




Alguns elementos são constitutivos na vida cristã e católica dos discípulos missionários de Jesus Cristo:

1)- Escuta e vivência orante da Palavra de Deus.
2)-Frequência aos sacramentos,.
3)-vivência comunitária da fé.
4)- Exercício contínuo da caridade.


A escuta orante da Palavra de Deus, na Bíblia e Tradição da Igreja, acompanhada da sua vivência, são exigências para ser católico praticante. Esta exigência não é vivida do mesmo modo por leigos, religiosos e presbíteros, pois cada um é condicionado pela sua história e pelo seu modo de integração na Igreja. 

A busca dos sacramentos, veículos transmissores da Graça Salvadora de Deus, é uma exigência intrínseca de nossa vida de fé. Nem todos podemos receber todos os sacramentos.

Poderá acontecer de nos privarmos de um ou outro sacramento, o que dificultará a nossa vida cristã, mas o que não torna-a necessáriamente impossível.


A nossa fé cristã tem uma dimensão estritamente comunitária. Até mesmo os eremitas e os monges, de algum modo estão estreitamente ligados a uma comunidade eclesial. Esta vivência comunitária da fé não se realiza do mesmo modo para todos, possui variações históricas e culturais.


A "fé sem obras é morta". A caridade é um dos modos privilegiados de manifestarmos a nossa fé.
Ela pressupõe a prática da justiça, compreendida como "dar a cada um o que lhe pertence de direito". São inumeráveis os modos de viver a caridade fraterna, mas todas são frutos da presença do Espírito Santo em nós.


Os quatro elementos apontados não se realizam isoladamente ou em sequência. São expressões simultâneas da fé que em nós são consequências ou respostas à Salvação de Deus em Jesus Cristo, mais frutos da ação do Espírito Santo do que da determinação de nossa vontade.


As referências para um católico praticante são as mesmas para todos os fiéis, mas se realizam de modo diferente dependendo do estado de vida de cada um e do modo como cada qual participa da Igreja.

Não há diferenciação de intensidade ou de grau, mas do modo como cada qual está colocado na unidade do Corpo de Cristo.
Não é fácil dizer se sou ou não católico praticante. Vimos que a realidade é complexa, envolve muitos elementos. Nossa ação sofre muitos condicionamentos. Não temos critérios que assegurem uma resposta objetiva.


Só Deus pode julgar-nos, pois Ele nos conhece melhor do que nós mesmos. Pela nossa fragilidade e limitação, pelas tentações a que somos continuamente submetidos, nunca seremos perfeitos aqui e agora, também em nós convive o joio e o trigo.


Não queremos um catolicismo light. Porém, não conseguir realizar plenamente tudo o que a fé nos propõe não nos identifica necessáriamente como católicos não praticantes.

Não nos encontramos sós na resposta ao dom da santidade que nos é oferecido por Deus, Ele não nos pede o impossível.


O Espírito Santo nos move ao discipulado de Jesus Cristo, à comunhão na Igreja, sobretudo com nosso Arcebispo, e no permanente exercício apostólico da missionariedade, no testemunho explícito do Evangelho da Salvação com nossa vida e palavra.


Algumas sugestões podem nos auxiliar na vida católica: um profundo amor a Jesus Cristo, uma esperança ilimitada na misericórdia do Pai e uma confiança na assistência do Espírito Santo:

1)- Sejamos membros dóceis da Igreja, Mãe e Mestra que nos gera na fé, acolhe e educa.


2)- Procure todos os sacramentos que você pode receber, de acordo com o seu estado de vida, sobretudo a confissão frequente e a Eucaristia aos domingos; aproxime-se da Palavra de Deus através da leitura orante, procurando compreendê-la como é compreendida na Igreja.


3)- Comece vivendo a dimensão comunitária da fé em sua família, "Igreja Doméstica", com ela participe de sua comunidade paroquial; inicie nela o exercício da caridade fraterna, prolongando-o na experiência do dízimo honesto e fiel. O que fazemos ao empobrecido, é a Jesus Cristo que fazemos.


4)- Ser católico praticante não significa necessáriamente participar de muitas atividades pastorais. Participar de uma multiplicidade de atividades pastorais não assegura por si só que sejamos católicos praticantes. Afinal, ser católico participante é sinônimo de católico praticante?



Dom Tomé Ferreira da Silva é Vigário Episcopal na Região Episcopal Ipiranga, Vigário geral da Arquidiocese de São Paulo, Moderador da Cúria Metropolitana de São Paulo, Assessor dos Movimentos e Associações Leigas, Assessor da Catequese na Arquidiocese de São Paulo e Assessor dos Seminários da Arquidiocese e da Pastoral Vocacional.

O QUE É ? E NÃO É CATÓLICO PRATICANTE ?

(Pe. Francisco Soares.- Paróquia Nossa Senhora da Conceição)
Não aguento mais ver artistas de TV e outros se dizerem CATÓLICOS e não saberem a grande responsabilidade que leva este nome.

1º)- CATÓLICO praticante não vai a macumba, se não, será um MACUMBÓLICO (macumbeiro + católico), não vai ao espiritismo, se não, será um ESPIRITÓLICO (espirita + católico), o mesmo será para quem consulta horóscopo (HOROSCOPÓLICO), quem consulta taro (TAROLÓLICO), e por ai vai, está escrito em Deuterômio 18,9-14.

2º)- CATÓLICO praticante na aceita o homossexualismo como uma coisa natural.  Deus proíbi este tipo de ato infame em levítico 18,22. Não aceita as coisas na Televisão como coisas naturais (pessoas se mostrando, transas antes do casamento, tia com sobrinho e etc...) leia Efésios 5,4. Deus quer a sua santidade. Criou homem e mulher para se multiplicarem e se unirem, e não homem para ficar com homem, ou mulher com mulher.

3º)- Amamos a todos mais não aceitamos o que pensam como uma coisa natural.São paixões vergonhosas.  Artistas que usam o corpo para explorar e chamar mais audiência não está do lado da vontade de Deus. 

4º)- CATÓLICO praticante, conhece a bíblia e a vontade de Deus que está nela. Participa da missa aos domingos e dias santos. Segue os 10 mandamentos ou tenta ao menos. Conhece os sacramentos. Participa das pastorais de sua igreja, ajudando-a a crescer espiritualmente.

Por favor, assuma o que vc é, mais não diga que é CATÓLICO se você não participa ativamente de nossa igreja, se não vai ao grupo de oração que também faz parte de nossa igreja.

Não destrua a imagem de nossa igreja. Somos o sal a terra e a luz do  mundo (Mateus 5, 13-16).

Não vos conformeis com este mundo (Romanos 12, 1-2) fuja da podridão que o mundo prega pela TV, radio e jornais.

Conheça nosso GRUPO DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA - TURMA DO PECADO LAVADO, todas as 2as. feiras, das 19 ás 22 hs. Rua Marques de São Vicente, 19 - Gavea - RJ - Paróquia Nossa Senhora da Conceição .
Pe. Francisco Soares.

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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