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VOCAÇÃO SHALOM: “UM CHAMADO DE AMOR E PAZ EM MEIO AOS CONFLITOS E DIRECIONADO NÃO AOS MELHORES, MAS AOS MAIS FRACOS"

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 11 de janeiro de 2011 | 00:54






I Cor 9,19-23: “Embora livre de sujeição de qualquer pessoa, eu me fiz servo de todos para ganhar o maior número possível. Para os judeus fiz-me judeu, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da lei, fiz-me como se eu estivesse debaixo da lei, embora o não esteja, a fim de ganhar aqueles que estão debaixo da lei. Para os que não têm lei, fiz-me como se eu não tivesse lei, ainda que eu não esteja isento da lei de Deus,porquanto estou sob a lei de Cristo , a fim de ganhar os que não têm lei. Fiz-me fraco com os fracos, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, a fim de salvar a todos. E tudo isso faço por causa do Evangelho, para dele me fazer participante...”





É muito comum na FEBEM de Fortaleza quando um menor é irrecuperável dizerem : “ Este ai não tem mais jeito, manda lá para o pessoal do Shalom, pode ser que eles dêem um jeito nele...”




Tudo que fazemos na obra Shalom é pela Evangelização: Eventos, grupos, Ação Social, lazeres, descanso, graças, fraquezas e limitações humanas,desafios vencidos, a perseverança em meio a dores e inconstâncias, nossas lentidões, tudo isto nos levam a cantar em muitas de nossas Canções:


“ Tu já contavas com minhas fraquezas e minhas indecisões...”



“Nós tão fracos nós tão lentos, mas quiseste-nos pra ti,somos gratos Oh Jesus por amor tão perfeito, mesmo nas quedas tu estavas de novo a nos erguer, a cada passo recordamos tudo que fizestes em nós...”



" Insisto em amar meu Deus...insisto em consagrar-me a Deus...As quedas podem vir, ou lágrimas cair, insisto em ser filho de Deus...Pois sei que vale viver por meu Senhor...Suave é seu jugo, tão forte é seu amor que me acolhe e aceita como sou...Por isto eu insisto, por isto não desisto..."




É até comum se ouvir: 



“Pela misericórdia de Deus temos que fazer até do contra-testemunho de uma fraqueza partilhada um grande testemunho da graça e misericórdia de Deus que nos sustenta...”


Conscientes da nossa imensa limitação e pequenez, nossas Regras de Vida Shalom afirmam que:


"Em seu infinito amor o Pai quis escolher almas esposas para o Seu Divino Filho e para isto não escolheu as melhores, as mais belas, mas, a fim de manifestar a sua glória e seu poder, resolveu escolher as mais pecadoras, as mais fracas, os vasos de argila, para aí realizar Sua grande obra. Toda a glória pertence, assim, Àquele que nelas tudo realizou" (RVSh, 209).







Com isso, quem aparece não somos nós, nem os nossos feitos, mas Aquele que interveio com toda a força do seu braço, Aquele que em nós tudo realizou, Aquele a quem a glória é unicamente devida agora e por toda a eternidade, Aquele que verdadeiramente é fiel.


“Foi Ele que  criou e resgatou pessoas para lhe darem uma resposta de amor vivendo como Ele nos chamou a viver. Ele não só nos criou para isto, como também nos resgatou do mundo, do reino das trevas onde estávamos (RVSh, 269)... e nos deu uma magnífica Vocação, nos confiando uma Obra para que dela cuidemos com zelo e, com seus frutos, alimentemos e alegremos a Igreja e o mundo ...” (ECCSh, 15).



Diante de tanta graça recebida, sem que merecêssemos um só dos favores divinos, só nos resta dizer:


"que fazer, ó Senhor, a não ser amar-Te perdidamente! Entregarmo-nos a Ti com toda a nossa fraqueza e, apesar dela, nos consumirmos de amor por Ti e sermos servos de teu Reino? Nosso coração só pode ter gratidão ao Senhor, gratidão eterna e unir todo o nosso ser para corresponder a este amor perfeito com que Ele nos ama" (RVSh, 212-213).







As Sagradas Escrituras estão repletas de orações e hinos que cantam os feitos amorosos do Senhor, as maravilhas de um Deus sempre fiel às suas promessas, os favores divinos concedidos a mulheres e homens fracos como nós.



Moisés e os filhos de Israel, acompanhados da profetiza Míriam, proclamam a libertação da escravidão vivida pelo povo eleito no Egito (cf. Ex 15,1-21); Ana canta o fim de sua esterilidade (cf. 1Sam 2,1-10); Raquel confessa a misericórdia de Deus para com sua filha Sara (cf. Tb 8,15-17) e muitos outros reconhecem e professam a ternura e a benevolência do coração do nosso Deus além, é claro, dos 150 salmos que, sobretudo quando suplicam ou imploram o perdão das faltas cometidas, centram-se na bondade de um Deus que sempre age em favor do seu povo:


“porque Tu, Senhor, és um escudo para mim; tu és a minha glória, aquele que ergue a minha cabeça" (Sl 3,4).


O Novo Testamento, que do início ao fim é um hino de louvor à constância do amor de Deus, guarda o Magnificat de Nossa Senhora (cf. Lc 1,46-55), o Benedictus de Zacarias (cf. Lc 1,68-79) e o Nunc dimittis do velho Simeão (cf. Lc 2,29-32), que cantam a fidelidade divina em cada um dos seus versículos e que diariamente a Igreja põe nos lábios através das horas litúrgicas para bendizer e exaltar Aquele que é o princípio de toda boa obra.





A Obra Shalom nascida no meio dos jovens e em vista deles, em pouco tempo atingiria não somente a eles, mas também a famílias, crianças e pessoas das mais diversas procedências sócio-culturais e de diferentes faixas etárias. Os frutos brotavam abundantemente e numerosas pessoas passaram a ser evangelizadas segundo o Carisma que Deus nos tinha concedido e outras tantas sentiram-se chamadas a comprometerem-se mais e mais com os valores e o serviço do Reino.


A total confiança de que estar nas mãos da Igreja é estar nas mãos de Deus e a completa obediência ao seu ensinamento de Mãe e Mestra, nos fez prosseguir o caminho por trilha muito segura.


Com o passar dos anos, o Senhor foi nos fazendo entender seus desígnios e promessas. O ardente desejo de anunciar a Boa Nova através de uma lanchonete e, a partir dela, de muitos outros meios estava em profunda sintonia com aquilo que em 1992, ou seja, dez anos depois, o Santo Padre falava na conferência de Santo Domingo ao convocar toda a Igreja para uma Nova Evangelização:


“nova nos métodos, nova no ardor e nova nas expressões”



A forma original de vida, que reúne clérigos e leigos, casais e celibatários, desabrochou nos diversos continentes e tornou-se uma realidade eclesial, hoje conhecida como "Comunidades Novas" ou "Novas Fundações" (cf. exortação apostólica pós-sinodal Vita Consecrata, 62) e vivamente animada pela hierarquia da Igreja, como fez o Papa João Paulo II na vigília de Pentecostes em 1998, na Praça de São Pedro, no Vaticano:


"Como é grande, hoje, a necessidade de personalidades cristãs amadurecidas, conscientes da própria identidade batismal, da própria vocação e missão na Igreja e no mundo.E eis, então, os movimentos e as novas comunidades eclesiais: eles são a resposta, suscitada pelo Espírito Santo, a este dramático desafio do final de milênio. Vós sois esta resposta providencial".


Quando foram escritas em 1984, nossas primeiras Regras de Vida falavam que nossa Comunidade abrigaria os três estados de vida,(Sacerdotal, Matrimonial e Celibatário),que deveríamos estar abertos a novos membros e a novos meios no anúncio de Jesus Cristo e que estabeleceríamos comunidades missionárias segundo a vontade de Deus. Naquela época só era possível vislumbrar e crer em tudo isso que encerra o desígnio de Deus a nosso respeito.Hoje, porém, quando encontramos no interior da Comunidade a presença dos três estados de vida (matrimônio, celibato consagrado e sacerdócio) e vemos crescer o número de seminaristas, de casais de namorados que com seriedade caminham para o matrimônio e de jovens que numa opção de amor buscam a consagração celibatária; quando vemos se multiplicar as vocações e casas comunitárias em quase 50 dioceses e já começamos a partir para o Exterior; quando vemos a semente da lanchonete ter desabrochado em tantas frentes apostólicas, como são os diversos centros de evangelização, de formação e de espiritualidade, as Edições, as creches, o colégio, o orfanato, as casas de recuperação de dependentes químicos, as casas de acolhimento e promoção humana, o trabalho com a comunicação, a cultura e a arte; quando tomamos em nossas mãos os nossos Estatutos devidamente reconhecidos e aprovados pela Santa Mãe Igreja; e sobretudo quando contemplamos a ação amorosa de Deus em nossas vidas e na vida daqueles que Ele nos confiou, só podemos voltar nossos olhos para o Autor da Promessa e gritar, bradar com alegria: 



“DEUS É FIEL !!!DEUS É SEMPRE FIEL !!! ALELUIA !!!”


Estamos apenas no início. Deus ainda tem muito a realizar em nós e através de nós, para a glória do Seu Nome, salvação das almas e bem da Santa Igreja. Pedimos constantemente a graça para que sejamos fiéis, confiantes e perseverantes  para com Aquele que tem sido fiel conosco. Peçamos a graça para conservarmos sempre a humildade que nos leva a reconhecer que:


"todo dom valioso e toda dádiva perfeita descem do alto, do Pai das luzes" (Tg 1,17), e não de nossos méritos e conquistas humanas.

Uma Comunidade de Louvor





“Que o louvor não saia de meus Lábios” - (Palavras de Moysés durante o acidente fatal com nosso irmão Ronaldo).


Dentre as fortes experiências de conversão e oração que tivemos na Renovação Carismática Católica e que mantemos como marcas indeléveis de nossa vocação, está a vida pessoal e comunitária de louvor a Deus. Neste ponto, identificamo-nos profundamente com São Francisco de Assis, que fez do louvor a um só tempo instrumento para a reconciliação do homem com Deus, consigo próprio e com a natureza e, conseqüência inevitável, sinal inconfundível desta reconciliação da qual brota a verdadeira Paz.


Além de inflamar nosso amor esponsal com seu grito de dor e amor:

"O amor não é amado!"


São Francisco vem enriquecer em nós o chamado recebido na Renovação Carismática: o louvor a Deus. Louvor no Espírito Santo, que ultrapassa fórmulas estabelecidas, que borbulha com novo cantar nas oração dos Salmos e da Igreja; louvor que engaja todo o nosso ser, o nosso corpo, nossas palavras, nossos pensamentos, nossa oração, nossa música e a celebração litúrgica. O louvor, para nós, não é um "acontecimento possível" na oração pessoal e comunitária. É uma marca indelével da nossa vocação. Permeia nossa vida pessoal e comunitária nos momentos de oração, de apostolado, de serviço: "O louvor é a base de nossa intimidade com Deus. Nossa vocação é de louvar o Pai pelo Espírito, em Jesus Cristo. 



O louvor deve ser sempre algo forte em nossa oração, a base dela.Precisamos viver constantemente louvando a Deus, nos momentos de alegria ou dificuldade, em todas as nossas atividades, santificando-as, tornando-as forma de louvor, transformando nossas vidas, nossas atividades e lazeres em ação de graças Àquele que vive" (Regras de Vida).



O louvor une-nos à exclamação de São Francisco:


"Quem és Tu, Senhor, e quem sou eu?...”



Ao louvarmos reconhecemos a imensidão de quem Deus é, e submetemos ao Deus Altíssimo toda a pobreza e limitação do nosso ser. O louvor coloca Deus em Seu verdadeiro lugar em nossas vidas e abre nossos coração para a pobreza, a obediência, a castidade e o arrependimento sincero. Desta forma, o louvor prepara-nos para a escuta de Deus, em submissão e desejo sincero de seguir Sua vontade, seja na oração pessoal ou comunitária, seja no estudo oracional da Palavra, seja no nosso dia a dia.



Foi em louvor que Nossa Senhora expressou sua inteira submissão e obediência à vontade de Deus que lhe fora transmitida. Também esta é a nossa atitude ao reconhecermos Sua Majestade e nossa baixeza, sobre a qual ele "pousou os seus olhos" gratuitamente, como canta Maria em seu Magnificat.



A gratuidade do amor e da eleição de Deus para conosco nos enche o coração de gratidão e louvor, que nos faz todas as manhãs ao colocarmos nosso sinal sobre nós bendizer a Deus dizendo:



“Obrigado Senhor por me teres escolhido...”



A mera lembrança da verdade explícita em nossas Regras, que afirmam não ter Deus escolhido para esta vocação os melhores, os mais capacitados, mas, pelo contrário, os menores, os piores, os mais pecadores, enche-nos o coração de louvor e gratidão ao nosso Deus. A lembrança de nossa pequenez e da grandeza de Deus e a imensa gratidão pelas incontáveis dádivas que Ele nos faz, a partir da dádiva de si mesmo, leva-nos instantaneamente, ao louvor e à ação de graças.



A lembrança da escolha gratuita de Deus, de nossa pequenez e Sua imensidão levam-nos a um perene Magnificat, pois somos testemunhas das maravilhas que Deus fez gratuitamente em nós, Ele que é poderoso, cujo Nome é Santo, e que poderia não se importar com criaturas tão ínfimas como nós.



O louvor, assim reconcilia-nos com Deus, opera em nós a obra de pacificação interior, renova em nós a alegria da salvação, coloca-nos diante do Deus Uno e Trino, do Deus Verdadeiro, nosso Pai, nosso Salvador e Senhor, nosso Santificador.



Podemos experimentar esta graça de Deus a cada dia, em especial no momento da Eucaristia e da Oração Comunitária, seja no louvor da manhã, na oração da tarde ou na oração da noite. Todo o peso e o cansaço do dia se transformam em oblação de louvor e gratidão, em reconhecimento de que foi o Senhor o autor de tudo de bom que fizemos e é Ele a misericórdia que apaga os pecados que cometemos.




O louvor, assim, reconcilia-nos com Deus tanto comunitária quanto pessoalmente através do momento reservado à oração e à Palavra, mas também no transbordamento destes momentos nas nossas atividades e desafios diários. Cada um destes momentos é santificado e reconciliado com Deus e com a Sua vontade pelo louvor. Desta forma, o louvor no dia a dia nos pacifica, nos reconcilia conosco, com os homens e com Deus e nos leva a sermos instrumentos de pacificação e reconciliação dos homens e do mundo com Ele.



Reconciliando-nos com Deus em nosso dia a dia, o louvor abre nosso coração para perceber a Sua voz e fazer a Sua vontade seja em nosso apostolado profissional ou familiar.


O louvor é um instrumento fundamental de reconciliação, salvação e pacificação do nosso ser e do mundo inteiro.



"Estaremos vivendo nosso chamado (de discípulos e ministros da paz) na medida em que nosso coração estiver constantemente voltado em gratidão ao Pai em Jesus Cristo, (pelo Espírito Santo) por tudo o que Ele é e fez por nos. Em louvor, assim somos chamados a viver e ser - uma Comunidade Carismática de Louvor"(Regras de Vida).



Os carismas do Espírito Santo brotam, assim, espontâneos no nosso meio, como uma forma de louvor e em conseqüência dele.Assim, o louvor, além de instrumento de reconciliação e pacificação, é a chave que abre as portas do coração de Deus para o derramamento de Suas graças de salvação sobre nós.



O louvor que nos abre aos carismas renova em nós, em obra conjunta com estes, o ardor, o fervor, o amor esponsal, as forças físicas e espirituais, curando-nos e nos aparelhando para o constante recomeçar de nossas vidas e apostolado. Reconciliados, curados, cheios do Espírito: assim somos se levarmos uma vida de louvor e se louvarmos o nosso Deus em nossa oração e em nossa vida.



Pelo efeito poderoso dos carismas em nossas almas, volta a brotar em nos o louvor, agora como sinal, como conseqüência da obra de libertação que Deus operou em nós. Quer no dia a dia, ao vermos situações concretas inteiramente transformadas pelo poder de Deus derramado através do louvor, quer na oração pessoal ou comunitária, os carismas do Espírito agem em todo aquele que crê e que une seu coração a Maria, aos anjos e santos no louvor a Deus.



Os frutos não poderiam ser outros senão os do Espírito: a paz, a gratidão, a alegria, a caridade e mais louvor ainda. Somos, assim, chamados a viver extasiados diante da insondável bondade e assistência de Deus para conosco. Semente e fruto, instrumento e obra de Deus em nós, o louvor é inseparável de nossa vocação de paz e para a paz.



Assessoria Vocacional Shalom - Revista Shalom Maná (2004-08-03)


FONTE:

http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=1558


http://www.comshalom.org/formacao/vocacao/deus_fiel.html



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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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