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POR QUE DEIXAMOS DE PRATICAR O BEM QUE QUEREMOS E PRATICAMOS O MAL QUE NÃO QUEREMOS ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 19 de dezembro de 2010 | 00:39


POR QUE AINDA PECAMOS MESMO TENDO TIDO A EXPERIÊNCIA DE CONVERSÃO E EXPERIMENTADO A MISERICÓRDIA DE DEUS ?

A pessoa somente consegue estar em paz consigo mesmo quando reconhece quem é Deus em sua grandeza e sua infinita misericórdia, e reconhece quem é a si mesmo:

"Pequeno e necessitado todos os dias da misericórdia de Deus. Por isto em muitos momentos da vida e da oração pessoal de são Francisco de Assis este se resumia a repetir: " Sr quem és tu ? Sr quem sou eu ?..."



Que seríamos de nós se a misericórdia de Deus nos fosse dada apenas uma vez na vida ?

O Senhor já se antecipou amorosamente a esta tentação herética de pensar desta forma e se revelou-se em sua palavra, pois está escrito:

Lamentações 3,22-24: "É graças ao Senhor que não fomos aniquilados, porque não se esgotou sua misericórdia. Cada manhã ela se renova e grande é sua fidelidade. Disse-me a alma: o Senhor é minha partilha, e assim nele confio..."


Que bálsamo sabermos disto não é ? Deus está sempre disponível a perdoar o pecador que cai e se arrepende.

Houve um tempo na história da Igreja que se administrava apenas uma vez na vida o sacramento da penitência. Por entendimento da ação de Deus, de sua revelação na palavra, e a experiência própria e comunitária de salvação (Os Judeus em inúmeras oportunidades faziam a arrependimento comunitário dizendo: Prevaricamos Senhor...), se percebeu que os Cristãos mesmo após o batismo e Crisma ainda caiam em pecados leves e graves. As escrituras estão cheias destas experiências, a mais explícita é a negação de Pedro.
Somos pessoas com defeitos e qualidades, não há ninguém perfeito neste mundo, mas precisamos estar cientes de nossas qualidades e defeitos, nos aceitarmos como somos, para que possamos trabalhar nossas potencialidades e dificuldades, nos tornando cada vez melhores na presença do Senhor.

Deus demonstrou um amor imenso pela sua criação, veja:
“Pois, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu há seu tempo pelos ímpios (Rm 5.6)”.

Porém mesmo tendo sido alcançados pela misericórdia de Deus caímos ainda algumas vezes, e nos perguntamos: "Mas por que ?..."


Estes momentos de quedas e fraquesas são cruciais na vida do Cristão.Muitos por serem justos demais consigo mesmos , ou por imaturidade humana e espiritual, se afastam de tudo, voltam a uma vida de pecado pior que antes da experiência com o amor de Deus, desacreditam de si, de tudo e de todos, da Igreja e até de Deus.

Precisamos fazer as perguntas nestes momentos ? Sim !, mas devemos estar abertos para as respostas de Deus.Sem justificar pecados e atitudes, precisamos deixar Deus revelar-se quem Ele é , e quem nós somos.

O Livro CRISTO MINHA VIDA de Clarence J. Enzler, na página 29, vais nos dar luzes sobre estes momentos que cêdo ou tarde afligem a caminhada do Cristão.

"...Sê como a criança que, tendo cometido uma falta e vendo-se logo perdoada, corre para os braços de seus pais, alegre, despreocupada, esquecida, do que aconteceu.Proceder assim não é somente um segredo da vida espiritual, mas também sinal de progresso.Não penses tanto em ti mesmo.Deixa teu passado desaparecer.Não te entristeças porque te irastes.Tua falta mostra somente que ainda não és como querias ser. Se algumas vezes eu me afasto um pouco de ti, se permito que fiques sosinho, que caias, isto é para te mostrar tua fraqueza e quanto dependes de mim. Pedro caiu, negou-me não uma, mas três vezes, porque confiou em si mesmo e não em mim. Os pais dedicados ficam atentos ao proceder de seus filhos e os protegem contra toda sorte de perigos. Eu também estou perto de ti.Minha mão estende-se para te proteger contra toda sorte de perigos...Milhares de vezes ao dia eu suavizo teu caminho, e minha graça de fortalece.Ilumino tua inteligência para que possas seguir teu caminho..."



Veja o que Paulo diz sobre isso: “Pois o que faço, não o entendo; porque o que quero, isso não é prático; mas o que aborreço, isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Agora, porém, não sou mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum. Com efeito, o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo (Rm 7.15-21)”.

Logo que experimentamos do amor e da misericórdia de Deus,quando fazemos uma “EXPERIÊNCIA PESSOAL" com nosso Deus de amor, nos sentimos invencíveis, inabaláveis, já nos julgamos santos e passamos a julgar e pre-julgar os outros explícita ou implicitamente, veja o que nos diz de novo Paulo:


“Pois, se alguém pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Mas prove cada um a sua própria obra, e então terá motivo de glória somente em si mesmo, e não em outrem; porque cada qual levará o seu próprio fardo. (...) Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará. (Gl 6.3-5,7)”.

A própria Bíblia é bem clara em dizer que somos os responsáveis por aquilo que nos acontece, nisso está incluído o livre arbítrio que Deus nos deu, então não adianta culpar os outros ou mesmo o inimigo por aquilo que nos acontece.
Não que eu queria levar para uma teoria Deísta, onde Deus tenha criado as regras e apenas esteja regendo o universo, mas a Bíblia fala para não darmos lugar ao inimigo (Ef 4.27) e que aquele que é de Deus o maligno não o toca (Sl 91).

Então não adianta culpar os outros pelos nossos fracassos ou derrotas, devemos descobrir as falhas em nós mesmos a fim de nos tornarmos seres humanos melhores a cada dia:
 “Não julgueis, para que não sejais julgados (Mt 7.1)” “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice (I Co 11.28).”

Deus deu a cada ser humano um dom, que devemos utilizá-lo para descobrir a nossa missão, a nossa vocação e chamado. Esta deve ser a característica da servo do Senhor, não ficar se comparando aos demais:
 “Pois não ousamos contar-nos, ou comparar-nos com alguns, que se louvam a si mesmos; mas estes, medindo-se consigo mesmos e comparando-se consigo mesmos, estão sem entendimento (II Co 10.12)”.


Acima de tudo, renunciando a qualquer crença sobre si mesmo que não esteja de acordo com a Santa e perfeita vontade de Deus, ciente de que é protagonista de seu futuro, através do seu presente, sendo auxiliado e co-laborando com a graça de  Deus que tudo pode, e sem a qual não podemos fazer nada.

Pois enquanto não reconhecer esta dependência da Graça de Deus, fatalmente ainda estará sujeito ao seu velho eu pecaminoso e imaturo, estando sujeito as modas e determinações deste mundo.
Enquanto que tendo seu velho eu sobre controle, não necessitará que outras pessoas lhe digam o que você é, lhe dêem aprovação ou aceitação, alem de obter uma consciência de sua verdadeira integridade e identidade, estando sujeita a criticas destrutivas ou outras ameaças do inimigo para afastá-lo de Deus, você permanecerá consciente de que é um Servo do Senhor, com características únicas e o mal não te atingirá e você perseverará.

“Aceitar a distinção entre o bem e o mal ou entre bom comportamento e mau comportamento é maniqueísmo dualista.  O bem estaria de um lado e o mal, do outro.  Acabemos com a distinção”. 
 É o que estão dizendo, mas será verdade?
O maniqueísmo é uma corrente de pensamento derivada de Mani (século III) na Pérsia.  Professava a existência de dois Princípios ou Seres Primordiais, dos quais um seria essencialmente bom (o Princípio da Luz) e o outro essencialmente mau (o das Trevas); o primeiro seria responsável pelo espírito, o outro, responsável pela matéria.  Esta doutrina tem o nome de dualismo ontológico.  Não é aceitável, nem aos olhos da razão nem aos olhos da fé.
Existe, porém, o dualismo ético. 
Este professa que nenhum ser é essencialmente mau, mas, sendo dotado de vontade livre, pode Ter um comportamento desarmonioso em relação à dignidade humana.  Tal fato é da experiência de todos os homens; o próprio São Paulo podia agora nos repetir: “Não faço o bem que quero, mas pratico o mal que não quero” (Rm 7,19). 
Os instintos ou impulsos naturais (conscientes ou inconscientes) nem sempre esperam a autorização da razão para se manifestar.  Compete à pessoa de bem coibi-los e dar-lhes remédio, para não se tornar incoerente.  Quem sente, mas não consente em tais impulsos, não está pecando. 
Existem, portanto, o bem e o mal no plano ético ou no plano da conduta humana.  Quem reconhece isto, está longe de ser maniqueu, pois maniqueísmo, como dito, se refere ao plano ontológico, e não ao plano moral. Portanto o homem não e mau essencialmente, mas apenas em seu agir.

Agostinho de Hipona ou Santo Agostinho, nasceu em Tagaste, no dia 13 de novembro de 354, e faleceu em Hipona, 28 de agosto de 430.

Foi escritor, teólogo, filósofo, padre, bispo e Doutor da Igreja Católica. Santo Agostinho é uma das figuras mais importantes no desenvolvimento do cristianismo no Ocidente.
Em seus primeiros anos, Santo Agostinho foi fortemente influenciado pelo maniqueísmo e pelo neoplatonismo de Plotino, mas depois de sua conversão e batismo (387), ele se utilizou de sua extraordinária capacidade de discernimento e pensamento para desenvolver métodos filosóficos e teológicos de acordo com a doutrina divina.
Ele aprofundou o conceito de pecado original dos padres anteriores e, quando o Império Romano do Ocidente começou a se desintegrar, começou a desenvolver dois conceitos distintos de homem: o temporal, amigo das coisas materiais; e o espiritual, aquele que tem afinidade com os assuntos eternos.
Com base nestas ideias, Santo Agostinho escreveu outra importante obra (A Cidade de Deus), a qual, a partir daquela época, passou a influenciar o modo de pensar e agir das comunidades cristãs de todo o mundo.


Desde a sua adolescência, Santo Agostinho se preocupava com as questões da liberdade humana e a origem do mal, e uma das causas de sua adesão ao maniqueísmo foi a esperança de aí encontrar uma solução para suas dúvidas. Contudo, as fábulas heréticas não o satisfizeram por muito tempo.
Teve que prosseguir a angustiante busca da verdade, pois ele não podia suportar a ideia de que Deus fosse a causa do mal.
A leitura do neoplatônico Plotino trouxe-lhe a luz tão desejada, todavia, ainda não fora uma resposta definitiva e plena, a qual Santo Agostinho só encontrou no cristianismo, quando ele retornou ao catolicismo.



A diferença entre os homens e animais: a razão
É no espírito que reside a faculdade pela qual nós somos superiores aos animais. E se eles fossem seres inanimados, eu diria que nossa superioridade vem do fato de que possuímos uma alma, e eles não. Mas acontece que também eles são animados. Contudo, existe alguma coisa que, não existindo na alma deles, existe na nossa, e por isso acham-se submetido a nós. Ora, é claro para todos que essa faculdade não é um puro nada, nem pouca coisa. E que outro nome lhe daríamos mais correto do que o de RAZÃO ? (Livro I, segunda parte, cáp. 7, 16).
Duas espécies de homens
Logo, é evidente que há duas espécies de homens: uns amigos das coisas eternas; e outros amigos das coisas temporais. Logo, a lei eterna ordena desapegar-nos do amor das coisas temporais e voltar-nos purificados para as coisas eternas. (Livro I, terceira parte, cáp. 15, 31 e 32).
A vontade livre – entre o Bem supremo e os bens mutáveis
Quando a vontade (do homem, o bem médio) adere ao Bem imutável (de Deus), o Sumo Bem, então o homem possui a vida feliz. (Livro II, terceira parte, cáp. 52).
A submissão ao Senhor livra-nos do poder do demônio
É porque o Verbo de Deus, o Filho único de Deus, que sempre teve e sempre terá o demônio submetido às suas leis, tendo se revestido de nossa humanidade, submeteu igualmente o demônio ao homem. Para isso, nada lhe exigiu com violência. Mas venceu-o pela lei da justiça. Posto que o demônio, tendo enganado a mulher e feito cair o homem por meio dela – certamente animado pelo desejo perverso de causar dano, entretanto com todo direito -, pretendia submeter à lei da morte todos os descendentes do primeiro homem, a título de pecadores.




Em consequência, esse poder não deveria perdurar senão até o dia em que o demônio poria o Justo [JESUS] à morte, Àquele em quem nada podia encontrar digno de morte. E Ele, não somente foi condenado à morte, sem crime algum, como também nasceu sem concupiscência alguma, pela qual o demônio subjugava a todos os seus cativos, como frutos de sua árvore. Isso sem dúvida levado por um desejo muito perverso.

Não obstante, sem lhe ter faltado certo direito de propriedade. Por conseguinte, é com toda justiça que o demônio está constrangido a libertar aqueles que creem naquele a quem submeteu à morte injustamente.


Desse modo, se os homens morrem de morte temporal, que essa morte seja para liquidar sua dívida; e se vivem da vida eterna, que seja para viver naquele que pagou por eles uma dívida que ele próprio não tinha.


Para aqueles, porém, a quem o demônio tiver persuadido de perseverar na infidelidade, com direito ele os terá como companheiros na danação eterna.
Assim, pois, aconteceu que o homem não foi arrancado por violência ao demônio, tal como este não havia se apropriado por violência ao homem, mas por persuasão.
Dessa maneira, foi submetido o homem que com direito havia sido humilhado, a ponto de se tornar escravo daquele a quem dera o consentimento para o mal. Com direito, também foi liberado por Aquele a quem dera consentimento para o bem. Isso porque o homem fora menos culpado consentindo ao mal do que o demônio a persuadir a fazê-lo. (Livro III, segunda parte, cáp. 10, 31)
Nossa situação atual, devida ao pecado original
Acontecem certas ações que mesmo cometidas por ignorância foram condenadas, com a obrigação de serem reparadas. Lemos nas Sagradas Escrituras o Apóstolo dizer: “Obtive misericórdia porque agi por ignorância” (1 Tm 1,13). E o rei-profeta: “Não recordes, o Senhor, meus desvios da juventude e os meus pecados por ignorância” (Sl 24,7).
Existem também ações condenáveis, ainda que praticadas por necessidade. Isso quando o homem pretende agir bem e não consegue. Pois de onde viriam estas palavras: “Não faço o bem que eu quero, mas pratico o mal que não quero?” E estas outras: “Pois o querer o bem está ao meu alcance, não, porém, o praticá-lo” (Rm 7, 18-19). E ainda: “A carne tem aspirações contrárias ao espírito e o espírito contrárias às da carne. Opõem-se reciprocamente, de sorte que não fazeis o que quereis” (Gl 5,17)? (Livro III, terceira parte, cáp. 18, 51).
A origem das almas – Deus é sempre justo
Em seguida, se supusermos que Deus criou uma só alma, da qual tiraram sua origem as almas de todos os homens que nascem, quem poderia negar não ter cada homem pecado, ao pecar o primeiro homem? (Livro III, terceira parte, cáp. 20, 56)
O orgulho – principal fonte de toda má opção


“O orgulho é o começo de todo pecado” (Eclesiástico 10,13). “O início do orgulho humano é afastar-se de Deus” (Eclesiástico 10,12).
Foi esse o pecado do demônio que acrescentou a inveja, a mais odiosa, até persuadir ao homem esse mesmo orgulho, em razão do qual ele tinha consciência de ter sido condenado.
Visto que o demônio apresentou-se ao homem como exemplo de orgulho, o Senhor apresentou-se a nós como exemplo de humildade e com a promessa de vida eterna (Livro III, terceira parte, cáp. 25, 76).



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
AGOSTINHO, Santo, bispo de Hipona, 354-430. O livre arbítrio. [tradução, organização, introdução e notas Nair de Assis Oliveira; revisão Honório Dalbosco]. São Paulo: Paulus, 1995. [Patrística].

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