#Terêncio: um eterno e sempre "atual humanista"
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 31 de março de 2019 | 09:32
por*Francisco
José Barros de Araújo
A morte de Jesus foi apenas um fato político social, ou um evento "cósmico salvífico?"
Written By Beraká - o blog da família on sábado, 30 de março de 2019 | 22:23
Regime militar e memória histórica: é possível separar apoio político da prática da tortura?
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 29 de março de 2019 | 22:42
A Profundidade da Revelação Divina: um guia para interpretar a "marcha ascendente da revelção" nas Escrituras
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 28 de março de 2019 | 13:25
![]() |
| (Após a criação o pecado desumanizou o homem) |
Por *Francisco José Barros Araújo
Sou formador de opinião sim! E procuro formar dentro dos princípios e valores Judaico Cristãos!
Written By Beraká - o blog da família on sábado, 23 de março de 2019 | 22:31
Apesar de não concordar em tudo com este já falecido líder africano, que era simpatizante de ditaduras de esquerda e militante Comunista, aqui ele falou uma verdade: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.” (Nelson Mandela)
As teses de Lutero foram “nocauteadas” teologicamente por #John Eck no debate de Leipzig
Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 20 de março de 2019 | 00:16
Ao que se deve a "tragédia de Suzano"?
Como lidar com a frustração que sentimos quando algo dá errado, não aconteceu o que queríamos e como queríamos?
Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 19 de março de 2019 | 23:47
PT e PSDB? Tudo haver! Farinha do mesmo saco e pó do mesmo giz
Dez autores para se entender o #conservadorismo
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 14 de março de 2019 | 23:04
Formador de opinião x intelectual: entenda as diferenças
O que dizer da idiotice do Ptista Zé de Abreu se autodeclarar presidente?
![]() |
| (foto reprodução: ator da globo Zé de Abreu) |
Nossa vida é como um vela acesa, basta um sopro para apaga-la
Depois que colhemos o que plantamos, ficam alguns querendo saber o motivo da tanta violência ?
O que fazer com uma "bíblia herética", caso ganhemos ou tenhamos uma?
Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 12 de março de 2019 | 18:20
Por *Francisco José Barros Araújo
Entre os muitos desafios enfrentados pelos católicos no mundo atual está o contato frequente com materiais religiosos de outras denominações cristãs, especialmente traduções protestantes da Bíblia. Seja por presente de amigos, abordagens missionárias ou mesmo por curiosidade pessoal, muitos fiéis acabam se perguntando qual deve ser a atitude correta diante dessas edições das Escrituras que não seguem integralmente o cânon reconhecido pela Igreja Católica. A questão não deve ser tratada apenas de forma emocional ou polêmica, mas sobretudo com base na história, na teologia e no Magistério da Igreja. A Igreja Católica sempre ensinou que ela mesma, assistida pelo Espírito Santo, foi a guardiã da Sagrada Escritura, sendo também a autoridade que definiu oficialmente o cânon bíblico após séculos de discernimento. Essa definição foi reafirmada de maneira solene no Concílio de Trento, especialmente como resposta às contestações surgidas durante a chamada Reforma Protestante liderada por Martinho Lutero.
As Bíblias protestantes, como a tradução de João Ferreira de Almeida, embora contenham a maior parte dos textos inspirados, apresentam duas diferenças fundamentais segundo a perspectiva católica: a ausência dos chamados livros deuterocanônicos e, em alguns casos, opções de tradução influenciadas por pressupostos teológicos próprios da Reforma. Esses livros, que os protestantes chamam de apócrifos, sempre fizeram parte da Bíblia utilizada pelos cristãos desde a antiguidade, especialmente na versão grega chamada Septuaginta, amplamente usada pelos primeiros cristãos e pelos próprios autores do Novo Testamento.
-A Bíblia católica possui 73 livros, sendo 46 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento.
-Já a maioria das Bíblias protestantes possui apenas 66 livros, pois excluem Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico (Sirácida), Baruc, I e II Macabeus, além de partes dos livros de Ester e Daniel.
Essa diferença não surgiu na Igreja primitiva, mas somente no século XVI, quando esses livros foram retirados do cânon protestante por não se adequarem a certas doutrinas defendidas pelos reformadores.
Diante disso, surge a pergunta prática: o que um católico deve fazer se possuir ou receber uma Bíblia protestante? A resposta exige prudência. A Igreja não proíbe o conhecimento das traduções não católicas quando utilizadas com senso crítico e boa formação doutrinária, mas sempre recomenda o uso de edições aprovadas pela autoridade eclesiástica, justamente para evitar erros de interpretação ou lacunas doutrinárias.
Mais importante do que simplesmente rejeitar um livro é compreender as razões históricas e teológicas dessas diferenças. Portanto, essa reflexão não pretende incentivar atitudes de desprezo ou intolerância, mas sim ajudar os católicos a compreenderem a importância do cânon bíblico definido pela Igreja e a adotarem uma postura coerente com a fé, baseada no respeito à verdade, na fidelidade ao Magistério e na caridade cristã.















