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ÚLTIMAS POSTAGENS

A legítima defesa favorece ou diminui a violência?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 5 de janeiro de 2017 | 23:38

(foto reprodução)



A violência se manifesta nas mais diversas configurações e pode ser caracterizada como violência contra a mulher, a criança, o idoso, violência sexual, política, violência psicológica, física, verbal, assaltos brutais, latrocínios, sequestros, etc. Diversos fatores colaboram para aumentar a violência, tais como a urbanização acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. Colaboram também para o aumento da violência as fortes aspirações de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Por outro lado, o poder público, especialmente no Brasil, tem se mostrado incapaz de enfrentar essa calamidade social. Pior que tudo isso é constatar que a violência existe com a conivência de grupos das polícias, representantes do Legislativo de todos os níveis e, inclusive, de autoridades do poder judiciário. A corrupção, uma das piores chagas brasileiras, está associada à violência, uma aumentando a outra, faces da mesma moeda. As causas da violência são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança, contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência. Em um Estado democrático, a repressão controlada e a polícia têm um papel crucial no controle da criminalidade. Porém, essa repressão controlada deve ser simultaneamente apoiada e vigiada pela sociedade civil. Conforme sustenta o antropólogo e ex-Secretário Nacional de Segurança Pública , Luiz Eduardo Soares: "Temos de conceber, divulgar, defender e implantar uma política de segurança pública, sem prejuízo da preservação de nossos compromissos históricos com a defesa de políticas econômico-sociais. Os dois não são contraditórios". A solução para a questão da violência no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, não só a segurança pública e um judiciário eficiente, mas também demanda com urgência, profundidade e extensão a melhoria do sistema educacional, saúde, habitacional, oportunidades de emprego, dentre outros fatores. Requer principalmente uma grande mudança nas políticas públicas e uma participação maior da sociedade nas discussões e soluções desse problema de abrangência nacional.


Os dez Princípios Conservadores resumidos por Russell Kirk

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 4 de janeiro de 2017 | 15:11








Por: Russell Kirk (foto acima)



Adaptado da Política da Prudência (ISI Livro, 1993). Copyright © 1993 por Russell Kirk. Usado com permissão do espólio de Russell Kirk.Apresento abaixo o texto completo, traduzido (livremente) de Ten Conservative Principles (1993) por Russell Kirk. Tradução e publicação autorizadas por Annette Kirk. Esta postagem é um complemento do blog Manifesto Conservador.


QUEM É A "NOVA DIREITA?" O QUE ELA PENSA?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 3 de janeiro de 2017 | 12:09







Por Adolfo Sachsida - Artigo publicado em 03.01.2017




Cansado de ouvir tantas besteiras na grande imprensa, decidi escrever esse post, não defendendo POLÍTICOS DE DIREITA, mas o cidadão simples que não é mais obrigado a pensar e ver o mundo tão somente pela ótica esquerdopata.

Antropólogo Wilson Ferreira Cunha: "Brasil levará 50 anos para se livrar da massificação que o PT criou na educação"

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 2 de janeiro de 2017 | 11:54



(foto reprodução)






Antropólogo, com formação pela antiga União Soviética, cientista político e professor da PUC-GO afirma que lulopetismo levou o Brasil ao atraso e garante: “Lula é carta fora do baralho na política nacional”.Para o professor, 13 anos de PT no poder levaram a educação brasileira ao atraso! Wilson Ferreira Cunha é daqueles professores que não têm medo de opinar e que gostam de basear suas opiniões no conhecimento adquirido ao longo dos anos. E, como historiador, antropólogo e cientista político, é possível dizer que conhecimento não lhe falta.Nesta entrevista, o professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) faz duras críticas à educação brasileira e diz que os 13 anos da era PT à frente do governo federal levaram a educação brasileira ao atraso. Segundo ele, o lulopetismo institucionalizou um patrulhamento na Educação brasileira que pode ser comparado ao que viu quando estudou na União Soviética durante o período de Leonid Ilitch Brejnev, último ditador soviético...“Começa pelos reitores das instituições federais de ensino e até das universidades particulares, que são atrelados aos programas obsoletos do Ministério da Educação. Há um “puxa-saquismo” geral nos meios da Educação. É preciso tirar isso, o que será muito difícil, porque é um sistema orgânico inserido na Educação brasileira, que vai levar uns 50 anos”, diz.



Precisamos ser nós mesmos! Quer gostem ou não!

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 30 de dezembro de 2016 | 11:59








Interpretar o papel de bonzinho, ou de durão, cansa. Ame-se como você é, seja você mesmo, nunca deixe que o mundo pessoas, ou ideologias venham impor quem você deve ser, dizer, ou o que você deveria, ou não ser, porque Deus nos ama como somos. Ele nunca erra!



“Não somos aquilo que pensamos de nós, nem o que os outros pensam de nós, mas somos aquilo que Deus pensa de nós...” (Santa Teresinha do menino Jesus).


Reflexões Teológicas Sobre a História: Esperar em Deus ou Agir Antecipando Sua Providência?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 29 de dezembro de 2016 | 17:38





por *Francisco José Barros de Araújo 


O que a teologia da história nos ensina: "esperar em Deus, ou quem sabe faz a hora e antecipa-se ao próprio Deus"? 



“Vem vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera acontecer...” (Geraldo Vandré)



Esses versos, que marcaram toda uma geração, continuam ressoando na vida de quem observa o mundo com atenção. Para nós, contemporâneos, eles não falam apenas de política ou revoluções; falam da vida em seu sentido mais profundo. Porque a existência é feita de momentos que não podem ser controlados, de situações que não se explicam, de encontros e perdas que nos transformam sem pedir permissão. Às vezes, simplesmente não existem respostas nem explicações. Apenas a vida. Apenas o instante que nos atravessa, a pessoa que cruza nosso caminho, a dor que nos desafia e o amor que nos sustenta. Insistir em controlar tudo, em impor nossa vontade a cada situação, só nos leva a sofrer mais, a perder o que realmente importa e a esquecer que a beleza da vida está justamente em sua imprevisibilidade.  É por isso que aprender a agir com sabedoria envolve não apenas a coragem de fazer a hora quando podemos, mas também a paciência de esperar quando precisamos. Há momentos em que o esforço humano, por mais diligente que seja, encontra limites; há ocasiões em que o tempo é mestre e a vida, professora silenciosa. Aceitar isso não é resignação, é inteligência: é reconhecer que nem tudo depende de nós, que há forças que operam além do nosso controle, e que o universo tem seu próprio ritmo, muitas vezes mais sábio do que o nosso.  Portanto, faça o que está ao seu alcance com dedicação, atenção e amor. Realize suas ações de forma plena, mas não se deixe afligir pelo que não pode ser alterado. Entregue ao tempo, confie no processo e saiba que há momentos em que a espera não é passiva — é necessária. E, paradoxalmente, é nesse equilíbrio entre ação e paciência que a vida revela seus desígnios: aquilo que parecia distante, improvável ou impossível surge, inesperadamente, no momento certo.  Em última análise, Vandré nos lembra que “quem sabe faz a hora”, mas a sabedoria nos mostra que há ocasiões em que saber é esperar. Saber é compreender que o mundo se move segundo leis próprias, e que a vida se cumpre para aqueles que têm coragem de agir e serenidade para deixar acontecer. Assim, aprender a viver é aprender a harmonizar esses dois movimentos: fazer quando é hora, esperar quando é preciso, e, acima de tudo, estar presente em cada instante que nos é dado.

Irmã Lúcia: Batalha final entre Cristo e Satanás será sobre família e matrimônio






*(Fotos: Irmã Lúcia dos Santos e a Virgem de Fátima - Facebook Virgem de Fátima - Our Lady of Fatima Internacional Pilgrim Statue - CC-BY-SA-2.0)




 “A batalha final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre o matrimônio e a família”, afirmou Irmã Lúcia, a vidente de Fátima, em uma longa carta enviada ao Cardeal Carlo Caffarra, Arcebispo de Bolonha (Itália), na qual advertiu também sobre os ataques que confrontarão quem defender estas duas instituições naturais.


Folheto “O Domingo” blasfema em pleno Natal Cristão

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 23 de dezembro de 2016 | 12:02









O monge simpatizante do candomblé Marcelo de Barros, que de católico não tem nada, é um verdadeiro gnóstico por seu relativismo e indiferentismo religioso. Por sua revolta contra os Papas São João Paulo II e o papa emérito Bento XVI, e por sua negação da hierarquia eclesial, querida por Cristo e ratificada pelos apóstolos(diáconos, presbíteros e epíscopos, tendo Pedro como chefe supremo da Igreja nascente), ele com sua postura, torna-se um herege protestante ao sagrado Magistério, criando o seu próprio magistério e tentando empurrar goela-abaixo, como se fosse o supra-sumo do catolicismo. O que mais espanta-nos é como se tolera que um herege desse porte, e de nível tão baixo, continue se apresentando como católico. Ele é um sinal claro da decadência da Fé e da disciplina na Igreja de nossos negros dias. Ora, ninguém é obrigado a ser Católico, mas se você é Católico Apostólico Romano e é batizado na ICAR, deve por direito e dever, crê em tudo o que ensina a Igreja, e obedecer ao Papa como representante infalível , sendo nosso doce Cristo na Terra, como dizia Santa Catarina de Sena. Por estes e outros erros crassos, devemos exercer nosso protagonismo e denunciar estes abusos notificando com FATOS E DADOS a Congregação do Culto Divino, com carta endereçada ao Cardeal Robert Sarah, seu atual representante [cultdiv@ccdds.va] .Apresentemos tudo em detalhes, pedindo a intervenção de Roma contra estas heresias nominalmente declaradas.


Porque sempre ao se dar descontos é a sentença de Morte de um negócio ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 21 de dezembro de 2016 | 00:58



Normalmente quando entramos em uma loja e perguntamos qual o preço de um produto ou o valor de uma determinada mercadoria, não nos atentamos realmente o porquê o que pode parecer caro ou barato pra nós pode ser totalmente contrário à outra pessoa.Isso acontece porque talvez você não tenha um total entendimento sobre a diferença entre preço e valor. Vamos para uma breve explicação sobre o assunto.


Valor = O valor de um bem varia de pessoa para pessoa, pois, depende do grau de necessidade, satisfação e utilidade para cada um.

Vamos exemplificar:

Sua esposa possui dezenas de pares de sapatos no armário, mais quer comprar mais um. Você acha caro o novo sapatos porque não percebe o valor que este novo par de sapatos vai proporcionar a ela na festa de sábado a noite. Sua esposa está comprando pela satisfação de calçar o novo sapato e se sentir bem na ocasião. Da mesma forma ela pode achar um absurdo o preço que você pagou por um par de chuteiras, pois, as mesmas não tem valor para ela que não joga futebol, para ela são todas iguais e as classifica como caras também. Já, você, comprou e pagou pelo valor e satisfação em jogar bola com uma chuteira assinada por um craque do futebol.

Preço = Pode-se concluir então que preço é a expressão quantitativa do valor de um bem ou serviço, onde um determinado produto poderá ser de grande utilidade para algumas pessoas enquanto que para outras não terá utilidade nenhuma.

“Preço é o que se paga por um produto e valor é o que o consumidor leva para casa.”

Práticas Oraculares no Antigo Israel: O Papel do Urim e Tumim na Busca da Vontade Divina

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 20 de dezembro de 2016 | 10:43






O uso do "Urim e Tumim para saber a vontade de Deus" no antigo testamento!


por*Francisco José Barros de Araújo 




Entre os diversos elementos que compõem a religiosidade do antigo Israel, poucos despertam tanta curiosidade quanto o Urim e Tumim. Inseridos no contexto do culto levítico e vinculados diretamente ao ministério do sumo sacerdote, esses instrumentos aparecem nas Escrituras como meios legítimos de consulta à vontade divina em situações decisivas para a comunidade israelita.



Embora frequentemente associados, de maneira superficial, a práticas de adivinhação, o Urim e Tumim pertencem a um universo teológico específico, distinto das práticas mágicas ou pagãs do Antigo Oriente Próximo. Sua função estava estritamente subordinada à revelação divina, à Lei e à mediação sacerdotal.



A dificuldade interpretativa decorre do fato de que o texto bíblico não descreve detalhadamente sua forma, funcionamento ou natureza material, o que levou, ao longo da história, a múltiplas hipóteses exegéticas, tanto no judaísmo quanto no cristianismo. Assim, uma análise cuidadosa das fontes bíblicas, históricas e rabínicas se faz necessária para compreender o real papel do Urim e Tumim na vida religiosa de Israel.




1. O significado de Urim e Tumim



Na Bíblia Hebraica, Urim e Tumim (אורים ותמים) estão associados ao ḥôšen — o peitoral do juízo do sumo sacerdote (Ex 28,30). Tradicionalmente, os termos são traduzidos como “luzes e perfeições”, interpretação baseada na raiz hebraica de Urim (אוּרִים), ligada à ideia de luz, e Tumim (תֻּמִּים), derivada da raiz t-m-m, que expressa integridade, perfeição ou plenitude.



Alguns estudiosos propõem interpretações alternativas, sugerindo que Urim possa derivar de ’arar (“amaldiçoar”), resultando na leitura “maldição e perfeição”, o que indicaria um instrumento para discernir culpa ou inocência. Essa hipótese encontra eco em textos onde o Urim e Tumim parecem ser usados em julgamentos comunitários (cf. 1Sm 14,41–42).



Do ponto de vista gramatical, apesar de os termos aparecerem no plural, muitos exegetas consideram tratar-se de um plural intensivo, utilizado para conferir solenidade ou majestade ao conceito. 




Traduções antigas reforçam essa diversidade interpretativa:



-Teodócio traduziu como “luzes e perfeições”;

-A Vulgata, seguindo São Jerônimo, optou por “doutrina e verdade”;



A tradição judaica rabínica preferiu manter o mistério, associando-os diretamente ao Nome divino.





2. O que realmente era o Urim e Tumim?



A Escritura é deliberadamente silenciosa quanto à forma física do Urim e Tumim. Sabe-se apenas que estavam guardados na dobra do peitoral sacerdotal e que seu uso era prerrogativa exclusiva do sumo sacerdote da tribo de Levi (Lv 8,8; Dt 33,8).




As hipóteses variam:


-pedras sagradas;

-objetos semelhantes a dados ou bastões;

-uma única peça com duas faces;

-ou até um pergaminho contendo o Nome de Deus.



Segundo a tradição judaica, o peitoral continha um pergaminho com o Nome Inefável, cuja presença fazia com que determinadas letras gravadas nas pedras preciosas se iluminassem, permitindo ao sacerdote interpretar a resposta divina. O comentarista Emílio Conde observa com acerto que o autor bíblico não descreve o objeto porque ele era plenamente conhecido por seus contemporâneos, tornando desnecessária qualquer explicação detalhada — o mistério surge apenas para os leitores posteriores.



3. A primeira referência bíblica ao Urim e Tumim




A menção inaugural ocorre em Êxodo 28,30:“Ponha também o Urim e o Tumim no peitoral das decisões, para que estejam sobre o coração de Arão, quando entrar perante o Senhor.”



Essa localização simbólica — sobre o coração — revela que o Urim e Tumim não eram instrumentos mecânicos ou mágicos, mas meios de discernimento espiritual, integrados à responsabilidade pastoral e judicial do sumo sacerdote. No Antigo Testamento, nada no culto é arbitrário: vestes, objetos e gestos possuem significado teológico profundo. O Urim e Tumim inserem-se nesse sistema simbólico como instrumentos de mediação da justiça divina.









4. O uso do Urim e Tumim no Antigo Testamento


As Escrituras indicam que o Urim e Tumim eram usados em situações que envolviam decisões comunitárias graves, especialmente quando havia mais de uma alternativa legítima.


4.1 Consulta para liderança e guerra - Em Números 27,21, Josué é instruído a consultar o sacerdote Eleazar, que deveria buscar a vontade do Senhor por meio do Urim. A condução militar e política de Israel dependia dessa mediação sacerdotal.


4.2 Julgamentos e discernimento moral - Em 1 Samuel 14,41–42, o método é utilizado para identificar o culpado pela violação de um juramento sagrado. A narrativa sugere uma forma de sorteio sagrado, orientado pela soberania divina.


4.3 O silêncio de Deus - Em 1 Samuel 28,6, Saul consulta o Senhor, mas não recebe resposta “nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas”. O texto revela que o Urim e Tumim não funcionavam automaticamente: dependiam da disposição divina e da retidão moral do consulente.


4.4 O abandono da prática - Após o período monárquico, o Urim e Tumim entram em desuso. Em Esdras 2,63 e Neemias 7,65, sua ausência é lamentada, sendo aguardado um sacerdote que pudesse restaurar essa mediação. A tradição judaica afirma que cessaram definitivamente com a destruição do Primeiro Templo.



5. Lançar sortes e o Novo Testamento



A prática de lançar sortes reaparece no Novo Testamento, na escolha de Matias (At 1,14–26). Contudo, o texto não associa essa prática ao Urim e Tumim, mas a um contexto transitório, anterior ao Pentecostes.



Após a descida do Espírito Santo, o Novo Testamento não registra mais o uso de sortes para discernir a vontade de Deus, indicando uma mudança teológica profunda: a orientação divina passa a ocorrer pela ação direta do Espírito na Igreja.



Conclusão




O Urim e Tumim constituíram um meio legítimo e restrito de discernimento da vontade divina no contexto do Antigo Israel. Longe de práticas mágicas ou supersticiosas, estavam integrados ao sistema cultual, jurídico e teológico da Lei mosaica.



Seu uso limitava-se a situações complexas, envolvendo escolhas igualmente válidas, e sempre sob a mediação sacerdotal. Com o amadurecimento da revelação bíblica, a prática foi abandonada, cedendo lugar à profecia, à sabedoria e, no cristianismo, à ação do Espírito Santo.



Assim, o Urim e Tumim testemunham uma etapa específica da pedagogia divina na história da salvação, lembrando que Deus conduz seu povo progressivamente, conforme sua maturidade espiritual e histórica.



*Francisco José Barros de Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme diploma Nº 31.636 do Processo Nº  003/17 - Perfil curricular no sistema Lattes do CNPq Nº 1912382878452130.





Referências Bibliográficas



-BÍBLIA. Bíblia de Jerusalém. Nova edição revista e ampliada. São Paulo: Paulus, 2016.

-BRIGHT, John. História de Israel. 4. ed. São Paulo: Paulus, 2003.

-BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento: testemunho, disputa e defesa. São Paulo: Academia Cristã, 2014.

-BULLINGER, E. W. Figuras de linguagem usadas na Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

-CONDE, Emílio. Introdução ao Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.

-DE VAUX, Roland. Instituições de Israel no Antigo Testamento. São Paulo: Paulus, 2004.

-HARRISON, R. K. Introdução ao Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2010.

-HESCHEL, Abraham Joshua. Deus em busca do homem: uma filosofia do judaísmo. São Paulo: Perspectiva, 2009.

-JOSEFO, Flávio. Antiguidades judaicas. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

-MAIMÔNIDES. Guia dos perplexos. São Paulo: Martins Fontes, 2008.

-NACHMÂNIDES (RAMBAN). Comentário ao Pentateuco. São Paulo: Sêfer, 2005.

-PARROT, André. A Bíblia e o Antigo Oriente. São Paulo: Paulus, 2000.

-RASHI. Comentário à Torá. São Paulo: Sêfer, 2004.

-SCHOLEM, Gershom. As grandes correntes da mística judaica. São Paulo: Perspectiva, 1995.

-VON RAD, Gerhard. Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: ASTE, 2006.



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Conheça o "INDEX" (livros proibidos): obras que a esquerda evita divulgar no Brasil e mundo afora

(Comunistas queimando livros)





CONHEÇA OS "LIVROS PROIBIDOS DE SEREM VENDIDOS EM LIVRARIAS, e divulgados nas universidades públicas"  PELOS DESGOVERNOS SOCIALISTAS QUE NÃO QUEREM QUE VOCÊ SAIBA A VERDADE!






Criticam a Igreja católica por no passado medieval ter feito seu index, mas atualmente a esquerda também tem seus LIVROS PROIBIDOS pelas suas lideranças, de serem lidos pela sua militância. Apesar do “direito à vida cultural” constar na Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, e em muitas constituições ao redor do mundo, incluindo a brasileira, diversos foram os países onde esse direito existiu somente no papel. Por motivos políticos ou morais, governos proibiram e censuraram livros durante séculos – e por mais medieval que isso soe, essa ainda é uma prática comum até nos dias de hoje. Preparamos uma lista de alguns livros famosos e desconhecidos pela militância esquerdista, que um dia foram, e ainda são proibidos em algumas partes do mundo.

Estou desempregado e agora? O que faço ?...

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 16 de dezembro de 2016 | 18:01






A maioria dos jovens que não consegue emprego sente-se completamente impotente para arriscar e confiar em suas habilidades profissionais. E é exatamente nesse fator que reside o ciclo do desemprego. Por conta da baixa auto-estima e da depressão, o recém formado fracassa em suas entrevistas e dinâmicas de emprego e começa a pensar que está no caminho errado. Ele procura por vagas que não gosta, mas aceita a oportunidade por causa do dinheiro, e passa a de recém-formado a trabalhador infeliz. Pulando de um emprego ao outro, a insatisfação profissional cresce na mesma proporção que a carreira afunda e todo o investimento intelectual e financeiro feito durante os anos de estudo parece inútil. Mas esse cenário pode ser evitado. Os anos inicias de sua carreira serão determinantes para prever que tipo de profissional você deseja se tornar. Resistir à depressão e ao desânimo precisa ser sua grande meta. Não fique em casa o dia inteiro esperando a oportunidade bater em sua porta. Corra atrás dela. Faça contatos, vá a feiras profissionais e de emprego, faça pesquisas acadêmicas, curso de extensão, viagens de intercâmbio profissional, mande currículos mesmo que a empresa não ofereça vagas, atue como freelancer, improvise. Não há segredo ou conselho perfeito que irá solucionar o desemprego. Mas seu esforço, força de vontade e determinação valem a pena. Todo esse tempo servirá de bagagem para você, não apenas como profissional, mas como pessoa. O processo de transição entre a adolescência e a vida adulta faz parte da vida de todos e cada dificuldade irá ajudá-lo a amadurecer e estar pronto para novos desafios.

 


O Brasil precisa de projetos que incentivem o pleno emprego com redução do ônus tributário trabalhista que desmotiva a contratação

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 13 de dezembro de 2016 | 13:39






Para estimular a economia é importante algumas ações de incentivo por parte do poder público: Federal, estadual e municipal. A idade mínima para ser empresário no país é de 18 anos (ou 16, caso a pessoa seja legalmente emancipada), no entanto, não é necessário ser maior de idade para empreender. Apesar de empreendedorismo ser encarado como sinônimo de abertura de empresas, o significado dessa palavra vai além do universo dos negócios. Tanto é assim que algumas escolas de ensino fundamental e médio participam de projetos que visam estimular o empreendedorismo em jovens e crianças.


APESAR DE TUDO O BRASIL TEM JEITO?





Historicamente, o brasileiro é alheio às decisões das elites políticas. Estas governam não para o povo, mas para si próprias, atendendo também pressões de grupos organizados e poderosos,como as grandes corporações econômicas e financeiras e os grandes conglomerados de comunicação.Nós temos tudo para sermos um país de sucesso, pois temos um alto nível de empreendedorismo. Temos uma classe média que, apesar de alheia à política, suporta um ônus tributário em torno de 40% de sua renda sem a correspondente contra-partida de qualidade nos serviços públicos, e mesmo assim investe no futuro, especialmente na educação de seus filhos.

O que Jesus nosso Senhor falou com relação às imagens ?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 12 de dezembro de 2016 | 16:50








Ver Cristo se comparar à serpente de bronze pode deixar muito cristão desnorteado! O que mais tem por aí são cristãos que já se consideram salvos e se sentem superiores aos católicos. A quem os chamam de idólatras. Mas o que Jesus Cristo disse sobre as imagens? A mais pura verdade é que em NENHUM dos quatro Evangelhos Jesus cita de forma negativa as imagens religiosas! Isso é especialmente interessante, se considerarmos que certos cristãos praticamente só falam disso, e colocam tanto foco nessa questão, como se isto fosse o centro do evangelho e da mensagem de Cristo. Moisés intercedeu junto a Deus e Ele disse a Moisés para fazer uma serpente de bronze e colocá-la numa haste. Quem, mordido por uma serpente, contemplasse aquela serpente de bronze erguida em uma haste vivia (Números 21,4-9). O fato de que a Serpente de Bronze do cajado de Moisés é uma prefigura de Cristo na Cruz é indiscutível, uma vez que ele nos é atestado pelo próprio Messias em sua conversa noturna com Nicodemos: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do homem, para que todo homem que nele crer tenha a vida eterna” (João 3, 14-15).Jesus Cristo mesmo nos explicitou esta figura com sua vida. Ele nos ensinou que ela significava sua futura elevação na cruz. Todos aqueles que estão feridos de morte pelo pecado que entrou no mundo como uma serpente, seja pelo pecado original, seja pelo pecado atual, serão curados e regenerados para a vida pela fé no Filho de Deus elevado na Cruz. O Antigo Testamento nos traduz a espera do Messias pelos Hebreus, e dele tiramos várias fontes que se referem a Nosso Senhor, o Ungido, o Esperado. Por isso podemos ver no livro da Sabedoria uma referência de Jesus, uma correlação com a prefigura em questão: o salvador de todos, que do alto da Cruz operou a cura de nossos pecados. Efetivamente quando o cruel furor dos animais os atingiu também, e quando pereceram com a mordedura de sinuosas serpentes, vossa cólera não durou até o fim. Foram por pouco tempo atormentados, para sua correção. Eles possuíram um sinal de salvação que lhes lembrava o preceito de vossa lei. E quem se voltava para ele era salvo, não em vista do objeto, ou seja, a serpente que olhava-se, mas em virtude da pessoa de Cristo o  Salvador de todos.Jesus Cristo tomou o exterior de uma carne semelhante àquela que é criminosa, mas sem tomar o veneno. Ele tinha uma carne semelhante à carne do pecado, mas ele era sem pecado. (Heb. 4, 14) e Ele era Vítima pelo pecado.A serpente, erigida por Moisés, como um sinal, é elevada ao ar à vista de todo o povo, a fim de que os Hebreus a vejam, se lembrem de seus pecados e das feridas causadas pelos seus pecados, que eles recorram desde logo à misericórdia de Deus e que eles sejam assim curados. Jesus Cristo, que, também Ele, era um sinal (Luc. 2, 14), um estandarte para os povos (Is. 11, 10), foi também elevado ao ar e suspenso sobre o madeiro; de todas as partes podemos vê-lo sobre este madeiro elevado, que Ele escolheu para se mostrar à toda a terra. Os olhos dos fiéis, feridos pelo pecado, se voltam para Ele como para o autor e consumador de sua fé; vendo que estão curados. Crendo nele eles são salvos. Confiando-se no mérito de sua morte, eles são libertos da morte eterna. Deste modo vemos como a serpente ardente é prefigura de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas é de se notar que não é uma simples serpente que é a prefigura do Messias, pois a serpente de si é figura do pecado, do mal. Ele quis que uma serpente posta no cimo de um cajado fosse sua prefigura; nisto vemos uma alusão claríssima de Cristo crucificado, que do alto de sua Cruz operou a salvação do mundo, resgatando do estado de maldição a todos aqueles que, feridos pelo pecado, olhassem para Ele, com confiança, tendo a certeza de sua remissão.


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