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Deus me mostrou ? Deus me disse, Deus me revelou ?...Tem Certeza ?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 3 de janeiro de 2014 | 10:37



“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão”(Ex 20,7).



Fico preocupado com alguns irmãos quando fazem o que vem na cabeça dizendo ser a vontade de Deus.É tanta “profecia”, “revelação” e “experiências sobrenaturais” que começo a duvidar se de fato sou um cristão genuíno, pois às vezes essas coisas me parecem um certo abuso nominalista.(O Nominalismo é um artifício argumentativo muito usado em oratória que se caracteriza pelo uso de outra autoridade  para dar credibilidade e sustentabilidade a uma afirmação do próprio argumentador. Ex.: "Rui Barbosa,Albert Einstein disse que..."Quando na realidade nenhum dos dois disse nada daquilo).



Não quero com isso limitar o poder de Deus nem tão pouco menosprezar as experiências verdadeiras que alguns irmãos têm e tiveram. Até porque não sou sectário e incrédulo da Teologia dos dons do Espírito santo, muito pelo contrário,  acredito piamente nos dons espirituais e nos milagres que seguem os que creem.




A questão é a forma que muitos têm usado o nome de Deus para seu próprio benefício. Quanta carnalidade escondida no excesso de “espiritualidade” ostentada a vista da plateia. Quando me deparo com alguém falando que foi ao terceiro céu, ou que viu anjo, ou se não, viu o próprio Jesus, logo na minha miséria me vem à mente: “ou este irmão é muito “ungido”, ou ele é um tremendo de um “picareta” e está querendo apenas seus cinco minutos de glória.”


Há muita falta de temor por traz destas coisas. Gente que não conhece a ação e os planos do  Deus verdadeiro,mas que fala em seu nome. Não é bom o zelo sem o conhecimento (Pv 19,2).

Se queremos caminhar na verdade,temos que ser honestos, mesmo que nosso ministério não ganhe popularidade. Fomos chamados para ser fiel e não para ser astros de sucesso (Madre Teresa de Calcutá).



Se o apóstolo Paulo fosse um charlatão faria um grande sucesso perante os gregos e judeus. Um homem que foi até o terceiro céu,viu coisas que nunca poderão ser compreendidas neste corpo mortal. Este mesmo Paulo não se beneficiou nem um pouco da visão que lhe foi dada. Pelo contrário,preferiu não ir além do que está escrito e devidamente revelado (1 Co 4,6).



O cristão é de poucas palavras, pois do muito falar, nascem às palavras néscias. Há mais esperança para o insensato do que para o homem que é precipitado no dizer (Pv 29,20).



Até Paulo que foi ao terceiro céu, disse que caso mudasse sua doutrina da que foi transmitida por ele no começo do seu ministério, e mesmo que um anjo do céu endossasse tal ensino, deveria ser rejeitado e considerado como anátema (Gl 1,8).


É necessário no temor lembrar que Deus está no Céu e nós estamos na terra. Tomar o nome de Deus em vão é falar daquilo que não se conhece para receber se auto-promover, tomando para si e conduzindo um plano que pertence ao único Digno de louvor. Muito cuidado, pois o Senhor não dará por inocente aquele que tomar Seu Santo Nome em vão.



Cuidado com este evangelho esotérico pragmático apresentado em algumas igrejas, tanto por padres, bem como pastores. Nestes lugares há sempre um líder que recebe as visões e toda comunidade é coagida a acatar como sendo canônicas,imunes de erros e julgamentos, como se gozassem da infalibilidade Papal. Isso não tem respaldo bíblico, nem magisterial.Tratam de pessoas carnais, manipuladoras e sem temor a Deus,que reivindicam uma “unção” e um pastoreio a qual não lhes foi dado esta prerrogativa.


Quanto a estes, as Escrituras são claras,pois está escrito:


“Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal”. (Cl 2,18)


Pensemos duas vezes antes de falar “ah Deus me mostrou, Deus me falou ou Deus me revelou”, mas procuremos ser fieis e obedientes a fazer a vontade do Pai que se revela nas escrituras e no sagrado magistério.

Para São Francisco, a obediência é mais importante que a pobreza,porque ele a enxerga como a atitude fundamental de Jesus. Para ele, a obediência é a conseqüência natural de ver a Deus como "Todo o Bem". Deus quer nos comunicar todo o Bem e obedecer é acolher todo o Bem que vem de Deus.

Foi Jesus quem nos trouxe a revelação completa de que Deus é todo o Bem. Jesus é modelo de como nós devemos ser obedientes, porque acolheu o Bem sem reservas, e assim nos ensina a viver em plenitude. Essa é a boa nova.

Ser obediente como Jesus é aprender a "descobrir" o bem que Deus espalha em nossa vida.

Jesus veio mostrar que temos no céu um Pai cheio de amor. Ele alimenta os passarinhos, veste de roupas bonitas as flores do campo, manda o sol e a chuva tanto para os justos como para os injustos, revela aos pequeninos sabedorias que ficam escondidas aos grandes deste mundo. Ele é o Pai que nos dá o pão de cada dia e abre para nós as portas do seu Reino. Jesus vivia dando graças ao Pai e dizendo que estava de acordo com a sua vontade cheia de amor.


Francisco fala muitas vezes em revelação e em inspiração


Foram revelações para ele, por exemplo, o que encontrou abrindo o evangelho com Bernardo e Pedro (1Cel 92), assim como a resposta de Clara e Silvestre a seu pedido de oração. Via em toda parte a ação de Deus (LM 12. 2). Achava que os frades vinham para a Ordem (RNB 2) ou pediam para ir para as missões (RB 12, 2) por inspiração divina.

Dizia que os candidatos deviam dispor de suas coisas conforme a inspiração do Senhor (RB 2, 9). Os superiores deviam agir com os frades que pecassem como lhes parecesse correspondente à vontade de Deus (RNB 5), e os missionários teriam que agir como lhes parecesse mais agradável a Deus (RNB 16, 8).


São Francisco mostrou especialmente em seu Testamento como se deixava levar por Deus. Escreveu:


"O Senhor me concedeu, a mim, Frei Francisco, começar a fazer penitência... E o próprio Senhor me levou para o meio dos leprosos... E o Senhor me deu tanta fé na igreja... Depois o Senhor me deu e me dá tanta fé nos sacerdotes... E depois que o Senhor me deu irmãos, ninguém me mostrava o que eu tinha que fazer, mas o próprio Altíssimo me revelou... O Senhor me revelou que dissesse esta saudação... Como o Senhor me deu de dizer e de escrever a Regra e estas palavras...".


Ser obediente como Jesus é deixar-se atravessar e conformar pelo Bem que vamos descobrindo. O obediente vai ficando semelhante a Jesus Cristo.Ser obediente, na visão franciscana, é buscar continuamente - como pessoas e como fraternidade,qual é a vontade de Deus, que se manifesta por inspiração, de muitas formas mas principalmente através dos irmãos.

Obedecer é fazer com que a vontade com que Deus ama seja sentida em toda a obra da criação e passe a ser vida e ação dos seres humanos na história do mundo em que fomos colocados.

Mas Pasme !!! isso é uma novidade até para os franciscanos de hoje

O grande número de frades que entrou na Ordem levou a uma perda do espírito por parte de muitos e a um relaxamento da disciplina fraterna, que não se mantém por leis e coerções, nem muito rebeldias oriundas de uma pseudo liberdade Cristã.

São Boaventura, ministro geral de 1257 a 1274, chegou a escrever:

"O prelado faz a parte da cabeça no corpo da comunidade. Enquanto os outros membros se aplicam às atividades próprias de cada um, o chefe preside e provê a todos, regulando a função de todos os sentidos, governando tudo e transmitindo sensação e movimento a todos os membros, através das ordens e das concessões da santa obediência" (De sex alis seraphim, c. 6. in Opuscula mystica, Quaracchi 1965).

Ser usado por Deus, não significa ter a aprovação de Deus

I Cor 9,27: “Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado...”



E da mesma forma: riquezas, boa condição financeira e boa aparência também não significam que a pessoa está sendo aprovada.Muitos só atentam para o exterior, para os dons, para o quanto a pessoa é usada por Deus, mas não atentam para o caráter de quem está sendo usado por Deus.

Muitos querem ser usados, e desejam isso acima de tudo porque?




Porque ser usado por Deus atrai os “holofotes” para nós, atrai a atenção das pessoas, atrai o reconhecimento.E é isso que a nossa alma traiçoeira e enganosa tanto deseja: O reconhecimento das pessoas ao redor, o “aplauso”, o “tapinha nas costas” como sinal de aprovação.E esquecemos que aplausos nada significam, nem para Jesus, pois a multidão que o acolheu com Hozanas ao filho de Davi, logo após estavam a gritar: “ Crucifíca-o !!!”.

Em outras palavras: A nossa carne deseja a vaidade, ela é suscetível a isso.Mas será que está errado querer ser usado por Deus? Claro que não.


O problema não está em “ser usado”. O problema é quando nós pensamos e acreditamos que isso é o máximo, que isso nos faz “bons”, que isso nos faz melhores que os outros, e que isso é tudo que precisamos para sermos aprovados.

Que grande engano cometemos.

“LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”


O delírio fundamentalista do ateu Richard Dawkins

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 2 de janeiro de 2014 | 21:37




TODA VISÃO DE MUNDO, religiosa ou não, tem seu ponto vulnerável. Há uma tensão entre teoria e experiência, que suscita questões acerca da coerência e da probidade da visão de mundo em si. No caso do cristianismo, muitos situam essa fraqueza na existência do sofrimento no mundo. No caso do ateísmo, é a persistência da crença em Deus, quando supostamente não existe nenhum Deus em quem acreditar. 

A cegueira cultural vivida pelos militantes fanáticos nas "bolhas esquerdistas"

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 29 de dezembro de 2013 | 11:43








"Aquele que reconhece a sua ignorância demonstra sua sapiência, mas aquele que ignora a sua ignorância vive na eterna ilusão"


A "divina tragédia" de Belchior

(foto reprodução: Edna Prometheu e Belchior)



Procurado pela polícia e hospedado de favor na casa de fãs, o compositor de clássicos como “Divina comédia humana” protagoniza uma história de amor e decadência!


O que é Ser Cristão ? Ser ou não Cristão, trás algum diferencial em sua vida ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 25 de dezembro de 2013 | 19:57





João 14,6: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."




As pessoas não entendem o que é o cristianismo. É por isso que alguns ficam tão ofendidos quando se prega que Jesus é a única forma de salvação. Elas pensam que ser cristão é seguir os ensinamentos éticos de Jesus, como amar ao próximo como a si mesmo. É claro que não é preciso acreditar em Jesus para se fazer isso. Isso não é o cristianismo. O evangelho diz que somos moralmente culpados perante Deus. Espiritualmente, somos separados d’Ele. É por isso que precisamos experimentar Seu perdão e graça. Para isso, é preciso ter um substituto que pague a pena dos nossos pecados. Jesus ofereceu a própria vida como sacrifício por nós.Repudiá-lo é rejeitar a graça de Deus e permanecer espiritualmente separado d’Ele. Se você morre nessa condição você ficará eternamente separado de Deus. Outras religiões não ensinam a mesma coisa.Portanto: Vale mais esta amarga verdade que uma doce mentira.



“E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.” ( Tiago 1,22 )



“Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade; mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele; aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou.” ( I João 2,4-6 )

Deus não procura grandes pessoas espirituais, Deus procura aqueles que tem um coração puro(Sem misturas), amoroso, voltado para o bem.Jesus ensina:

“Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores.” ( Mateus 9,13 )


Ser cristão,  é sentir compaixão pela humanidade que sofre ao ver uma pessoa perdida nas drogas, na bandidagem, na prostituição,depravação, etc. Ser cristão é estar pronto para ajudar independentemente da religião que a pessoa professa, Paulo mostra o que vem a ser um verdadeiro cristão em:

Descobri que "meus pais não são perfeitos" - E agora ?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 23 de dezembro de 2013 | 16:04



(foto reprodução)




Em matéria da Veja Ponto de Vista, Stephen Kanitz nos convida a uma reflexão que acredito ser pertinente, haja vista, sermos todos “vítimas de nós mesmos e da nossa cultura de criar ídolos de vidro!”








Todo adolescente passa por uma crise muito pouco diagnosticada. Vou chamá-la de “Crise dos Pais Imperfeitos”, que surge quando o adolescente descobre que o pai e a mãe não são as pessoas perfeitas que eles imaginavam. Embora muitos pais nunca tenham insinuado nada nesse sentido, os próprios filhos os idealizam como perfeitos. Como a maioria não o é, mais dia menos dia ocorre a grande decepção.

Quais as implicações da pena máxima da igreja, a excomunhão? "A Igreja tem autoridade para condenar alguém ao inferno?"


(foto reprodução)




A pena de excomunhão no Direito Canônico Católico:



A pena de excomunhão possui um sentido pastoral pois protege o Povo de Deus. É costume considerar que a excomunhão supõe a exclusão da comunhão com a Igreja.A excomunhão é uma das penas previstas pelo Direito da Igreja. Por “excomunhão” se entende a censura ou pena medicinal pela qual o réu de delito é excluído da comunhão com a Igreja Católica (a Igreja não tem autoridade de condenar ninguém ao inferno, somente Deus tem esta autoridade).Faz-se necessário esclarecer algumas premissas antes de descrevermos a pena de excomunhão e seus efeitos.

O Marxismo para a Igreja está como o Carbono 14 para a Ciência: serve apenas como instrumento de análise, não práxis!

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 22 de dezembro de 2013 | 15:34






GRIFO DO AUTOR DO BLOG BERAKASH: “Ora, alguns Teólogos da Libertação e militantes Progressistas ferrenhos e fanáticos, defendem a análise e práxis Marxista, para a solução dos conflitos sociais, em detrimento da Doutrina Social da Igreja, e do próprio depósito da fé. É necessário alguns esclarecimentos neste sentido, pois ao dizerem que a Igreja adotou também o Platonismo e Aristotelismo para justificar o Marxismo, desviam o essencial (a salvação) daquilo que é assessório, ou acidental (libertação meramente social)...” – Prof. Olavo de Carvalho



Se alguns afirmam que todas as religiões são boas e levam ao mesmo fim – Pode dizer o mesmo com relação a PARTIDOS POLITICOS ? Não importa o partido ou religião, MAS O CARÁTER DA PESSOA ?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 20 de dezembro de 2013 | 15:11





O Jargão:” Religião não define caráter”, vale também para Polítca ? Ou seja, o caráter de uma pessoa não está diretamente ligado a pertença a uma religião ou sigla partidária ?




O parlamentarismo surgiu com a dominação da burguesia. Com o parlamento, vieram os partidos políticos. A burguesia, que encontrara no parlamento a arena histórica para suas disputas com os reis e a aristocracia, organizou-se politicamente e deu à legislação uma forma correspondente às necessidades do capitalismo.

Basta ser Pobre Socialmente para obter a Salvação e participar do Reino de Deus ? – Fora dos Pobres não há Salvação?








CIC:545 - Jesus convida os pecadores à mesa do Reino: "Não vim chamar justos, mas pecadores" (Mc 2,17):Convida-os à conversão, sem a qual não se pode entrar no Reino, mas mostrando-lhes, com palavras e atos, a misericórdia sem limites do Pai por eles e a imensa "alegria no céu por um único pecador que se arrepende" (Lc 15,7). A prova suprema deste amor ser o sacrifício de sua própria vida "em remissão dos pecados" (Mt 26.28).


A Igreja Boffenta e Marxista afirma: “Fora dos pobres não há salvação” - Verdade absoluta, ou relativa?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 19 de dezembro de 2013 | 11:23








“Já na UTI, querem manter ligada aos aparelhos a TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO.O mais interessante é que os pobres(alvos teóricos desta  pseudo teologia) não estão sentindo a menor falta...principalmente na América Latina! Pois a Igreja da A.L fez a opção exclusiva pelos pobre e os pobres fizeram a opção preferencial pelas Seitas.”(Olavo de Carvalho).








Se a Igreja de Cristo é atacada ou tem seu lugar usurpado por diversos inimigos externos, dentre os quais podemos destacar a heresia protestante, não menos sofre a Santa Igreja por conta de seus inimigos internos.Dentre estes inimigos internos travestidos de católicos podemos mencionar uma heresia do tipo eclesiológica, que encontra destaque principalmente em nosso continente Latino: A Heresia, digo, Teologia da Libertação.Embora a linha de cunho marxista já tenha  sido condenada pela Santa Igreja, e recentemente o Papa Francisco definiu o Marxismo como mal intricecamente, ainda desperta o interesse de muitos católicos pouco esclarecidos, além dos católicos de má fé e até mesmo de membros extremamente modernistas do clero (religiosos(as), padres e - infelizmente - até mesmo bispos).Já ouvi de meu velho pai, um homem de fé, bastante religioso e de extrema boa vontade quando o assunto trata das "coisas de Deus", que - com suas melhores intenções e sem muito conhecimento de causa - a "Igreja deveria compreender mais a Teologia da Libertação". Claro que sua opinião é compreensível pois o disse devido à sua vontade de ajudar o próximo, sobretudo os mais pobres, aliada à sua ignorância sobre o tema e à grande influência que provavelmente tenha recebido sobre este assunto.Noutra ocasião, minha mãe após participar de um encontro de formação para leigos (creio que encontro setorial dos "Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão") disse ter me trazido um livro de presente. 


(sem a experiência de Deus - Vira militância e não evangelização)




Após a felicidade de saber que seria presenteado com um livro católico, sobreveio a decepção ao constatar que tratava-se de um livro da Teologia da Libertação.Tanto minha mãe como a grande maioria dos presentes em tal encontro desconhecem o que seria Teologia da Libertação, estando portanto, expostos a esse tipo de literatura como se ela fosse fiel transmissora e o supra sumo da doutrina e moral católica.Eu mesmo em meus tempos de adolescente/jovem idealista e "revolucionário", quando admirava o comunismo (dentre meus heróis estavam Che e Fidel, Marx ,Lênim e Stalin), partidos de esquerda e todos os "defensores da classe pobre e trabalhadora". Pois é, também eu estava me simpatizando pela Teologia da Libertação - já que acreditava ser essa uma maneira possível de ser católico e esquerdista ao mesmo tempo - quando pela graça de Deus fui apresentado à Verdadeira Religião de Cristo Nosso Senhor.Por fim, trago abaixo a notícia publicada no Fratres que trata deste problema. Futuramente citarei bons artigos que apresentam a Teologia da Libertação para aqueles que ainda não a conhecem (ou que lidam com ela diariamente mas pensam tratar-se de Catolicismo.






A Teologia da Libertação de caráter marxista ainda não está morta na América Latina!










Embora suas teses e slogans tenham evoluído, escondem os mesmos objetivos de sempre: “Demolir o “pensamento único romano” e propor “outra igreja possível”,a partir de baixo, democrática, e não mais Teocrática, ou seja, uma Igreja em que já não prevaleça a vontade de Deus, mas a do Povo.”Seus expoentes mais polêmicos se reuniram  de 7 a 11 de outubro no Brasil com o pretexto de recordar o Concílio Vaticano II. Embora, na realidade, foi uma oportunidade para afinar a agenda do “progressismo católico”.

Os Sinais dos Tempos - O Tempo de Deus - A Teologia da História em Hans Urs Von Balthasar: “Somente o amor é digno de crédito”

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 17 de dezembro de 2013 | 10:34






No breve livro Somente o Amor é Digno de Crédito (1963), o teólogo suíço Hans Urs Von Balthasar explica a sua posição teológica no contexto da história da teologia cristã.


A teologia da idade patrística, medieval e renascentista superou o caminho cosmológico, apresentando o cristianismo como o cumprimento da interpretação do mundo a partir da antiguidade.


A teologia da época moderna operou uma mudança e a prática da via antropológica:


“O cristianismo apresenta-se como a mais profunda interpretação do homem”


Mas, para Von Balthasar, tanto a via cosmológica, quanto a via antropológica são interpretações redutivas, uma vez que usam o cosmos e a existência humana como critérios para justificativa do cristianismo, que , ao contrário, tem em si mesmo e exibe por si só a sua justificativa.


A terceira via, a via balthasariana, é a via do amor: “Somente o amor é digno de crédito”.



Na revelação cristã é o amor absoluto de Deus, que, em Cristo por si só, vem ao encontro do homem, Deus se auto apresenta em Cristo na glória de seu amor absoluto. Essa via recebe o nome de Estética Teológica, não no sentido de uma teologia estética, que mostra como o cristianismo promove seu senso estético e as artes, mas em um sentido mais forte seja subjetivo, seja objetivo. A fé cristã, no seu polo subjetivo, é a percepção e visão da Forma (Gestalt), como polo objetivo, que aparece na figura histórica do Cristo, como Verbo de Deus feito homem, revelação da glória de Deus e da sua vontade universal de salvar.


(O trecho é de Hans Urs Von Balthasar, publicado no livro Glaubhaft ist nur Liebe (1963) e reproduzido pelo sítio Teologi@Internet, 01-10-2013. A é de Anete Amorim Pezzini.)


#Jovem protestante Eduardo da Silva Campos - oriundo de família toda protestante se converte à Fé Católica!

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 14 de dezembro de 2013 | 13:20

(foto reprodução)




Após um longo período de reflexão sobre minha vida e a vida da Igreja de Cristo aqui na terra, descobri a minha verdadeira Casa! Minha verdadeira vocação!”.

Sobre o uso da Camisinha como contraceptivo e evitar AIDS: veja os prós e contra de moralistas católicos

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 10 de dezembro de 2013 | 16:48






A Santificação da sexualidade no Matrimônio - O que diz o Magistério da Igreja? 




§2360 O amor entre os esposos:A sexualidade está ordenada para o amor conjugal entre o homem e a mulher. No casamento, a intimidade corporal dos esposos se torna um sinal e um penhor de comunhão espiritual. Entre os batizados, os vínculos do matrimônio são santificados pelo sacramento.




§2361 "A sexualidade, mediante a qual o homem e a mulher se doam um ao outro com os atos próprios e exclusivos dos esposos, não é em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal. Ela só se realiza de maneira verdadeiramente humana se for parte integral do amor com o qual homem e mulher se empenham totalmente um para com o outro até a morte".Tobias levantou-se do leito e disse a Sara: "Levanta-te, minha irmã, oremos e peçamos a nosso Senhor que tenha compaixão de nós e nos salve". Ela se levantou e começaram a orar e a pedir para obterem a salvação. Ele começou dizendo:"Bendito sejas tu, Deus de nossos pais... Tu criaste Adão e para ele criaste Eva, sua mulher, para ser seu sustentáculo e amparo, e para que de ambos derivasse a raça humana. Tu mesmo disseste: 'Não é bom que o homem fique só; façamo-lhe uma auxiliar semelhante a ele. E agora não é por desejo impuro que tomo esta minha irmã, mas com reta intenção. Digna4e ter piedade de mim e dela e conduzir-nos juntos a uma idade avançada". E disseram em coro: "Amém, amém". E se deitaram para passar a noite (Tb 8,4-9).

Tudo que o Papa, um Padre, ou um bispo diz é a opinião da Igreja ? E é portanto infalível ? E deve ser acatado por todos os Católicos ?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 9 de dezembro de 2013 | 15:25









É claro que não. Primeiramente, infalível, em termos absolutos, só Deus é.


E ai muitos católicos de IBGE fazem coro com os inimigos da Igreja confundindo Infalibilidade, com erros históricos da Igreja e impecância. Ora, o papa é apenas infalível quando decreta um dogma, mas não goza da impecãncia e se confessa regularmente a um simples sacerdote.E os erros históricos da Igreja não foram no campo dogmático, mas administrativo de alguns líderes da Igreja, aos quais o Papa João Paulo II em uma atitude inédita, jamais feita por qualquer líder poliítco ou religioso, fez um mea culpa durante seu pontificado pedindo perdão a Deus e á humanidade pelos erros “históricos” da Igreja.


A face oculta da reforma potestante: Inquisição, caça às Bruxas e os episódios mais brutais de intolerância religiosa






O artigo que segue busca lançar luz sobre um dos capítulos mais silenciados da história religiosa do Ocidente: o papel desempenhado por setores do protestantismo nascente em episódios de perseguição religiosa, tribunais confessionais e a violenta caça às bruxas que marcou profundamente a Europa entre os séculos XVI e XVII. 


A partir de vasta bibliografia historiográfica, serão apresentados dados, análises documentais e estudos acadêmicos que permitem compreender, com maior precisão, os números de vítimas, os métodos empregados e o contexto ideológico que sustentou tais práticas.


Ao mesmo tempo, este estudo pretende desmontar um dos mitos mais difundidos na polêmica anticatólica moderna: a associação automática da palavra “Inquisição” com a ideia de genocídio religioso sistemático. Do ponto de vista etimológico e jurídico, o termo inquisição deriva do latim inquisitio, significando simplesmente investigação, sindicância ou procedimento judicial. 


Contudo, ao longo das disputas confessionais surgidas após a Reforma Protestante, o termo foi progressivamente ressignificado na propaganda religiosa, passando a ser utilizado quase exclusivamente como sinônimo de terror, barbárie e extermínio, muitas vezes sem o devido rigor histórico.Essa construção narrativa, repetida por séculos em ambientes polêmicos e apologéticos, contribuiu para a formação de um imaginário coletivo marcado mais por caricaturas ideológicas do que por análise documental séria. Ainda hoje, tal interpretação simplificada continua a circular em certos meios confessionais, revelando a força de construções históricas baseadas mais em controvérsias religiosas do que em pesquisa científica.


Entretanto, estudos historiográficos mais recentes, conduzidos por especialistas de renome internacional, têm contribuído para uma revisão crítica dessas narrativas. O historiador italiano Agostino Borromeo, por exemplo, coordenando um amplo projeto de investigação sobre os arquivos inquisitoriais, apresentou conclusões que desafiam muitas das cifras tradicionalmente divulgadas. Seus estudos indicam que o número de execuções diretamente relacionadas aos tribunais inquisitoriais católicos foi significativamente menor do que frequentemente alegado em obras polêmicas dos séculos XIX e XX, muitas vezes infladas por disputas ideológicas próprias do contexto pós-Reforma.Antes de avançarmos, é necessário abrir um parêntese metodológico importante: a história das perseguições religiosas na Europa não pode ser compreendida de forma honesta se analisada apenas sob o prisma da propaganda confessional. 


Diversos historiadores reconhecem que, no clima de conflito religioso da época, tanto católicos quanto protestantes produziram narrativas destinadas a deslegitimar seus adversários. Nesse contexto, números exagerados e acusações generalizadas foram frequentemente utilizados como instrumentos de disputa religiosa e política.Autores como Russel Hope Robbins, Ignaz von Döllinger, Jules Baissac, Jean Français e Salomon Reinach, entre outros, participaram — em maior ou menor grau — desse ambiente intelectual marcado por fortes paixões ideológicas e anticlericais, o que exige do leitor contemporâneo uma leitura crítica e contextualizada de suas afirmações.


Um caso curioso dessa recepção crítica pode ser encontrado na trajetória intelectual de Rui Barbosa, que em sua juventude traduziu a obra O Papa e o Concílio, de Döllinger. Posteriormente, já mais maduro intelectualmente, demonstrou reservas quanto ao tom excessivamente polêmico da obra, advertindo sobre os riscos de interpretações marcadas por paixões ideológicas e acusações desprovidas do necessário equilíbrio histórico.


Diante disso, torna-se evidente a necessidade de revisitar essas questões com critérios verdadeiramente acadêmicos, distinguindo propaganda religiosa de pesquisa histórica, mito de documentação, e polêmica confessional de análise científica. Somente assim será possível compreender com honestidade intelectual tanto os erros cometidos por cristãos ao longo da história quanto as distorções narrativas que também foram construídas nesse mesmo processo.


É precisamente essa revisão crítica, baseada em fontes, historiografia séria e análise contextual, que este artigo se propõe a realizar.

A crise da Teologia da Libertação: um estudo sobre seu esgotamento histórico e por que não desperta mais eco entre os pobres

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 8 de dezembro de 2013 | 23:37





A Teologia da Libertação está na UTI da história dando os últimos suspiros e os pobres não sentem sua falta!



Teologia da Libertação é um movimento supra-denominacional, progressista, e inclusivista de teologia político-partidária de esquerda, que engloba várias correntes de pensamento1 que interpretam os ensinamentos de Jesus Cristo em termos de uma libertação meramente imanente de injustas condições econômicas, políticas ou sociais.Ela foi descrita, pelos seus proponentes como reinterpretação analítica e antropológica da fé cristã, em vista dos problemas sociais,2mas outros a descrevem como marxismo, relativismo e materialismo cristianizado.3A teologia da libertação se tornou um movimento internacional e inter-denominacional, isto porque absorveu crenças das Religiões do Oriente, da Umbanda, do Espiritismo, doIslamismo e do Xamanismo.Embora a mesma tenha se iniciado como um movimento dentro da Igreja Católica, na América Latina nos anos 1950-1960, o termo foi cunhado pelo padre peruano Gustavo Gutiérrez em 1971, sendo que mais de 40 anos depois se reconciliou com o Vaticano4 .Escreveu um dos livros mais famosos do movimento, A Teologia da Libertação. Outros expoentes são Leonardo Boff do Brasil, Jon Sobrino de El Salvador, e Juan Luis Segundo do Uruguai.5 6 7A teologia da libertação desde os anos 90 sofreu um forte declínio, principalmente devido ao envelhecimento de suas lideranças, e a falta de participação das recentes gerações nesse movimento.8Em seu recente discurso aos dirigentes do CELAM, durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, o Papa Francisco alertou para o risco da ideologização da mensagem evangélica quando a teologia toma como base as ciências sociais:“esse método pode levar ao reducionismo socializante. É a ideologização mais fácil de descobrir. Em alguns momentos, foi muito forte. Trata-se de uma pretensão interpretativa com base em uma hermenêutica de acordo com as ciências sociais9 .A influência da teologia da libertação diminuiu após seus formuladores serem condenados pela Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) em 1984 e 1986.A Santa Sé condenou os principais fundamentos da teologia da libertação, como a ênfase exclusiva no pecado institucionalizado, coletivo ou sistêmico, excluindo os pecados individuais, a eliminação da transcendência religiosa, a desvalorização do magistério, e o incentivo à luta de classes.10.11

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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"CONSAGRADOS A JESUS" PELAS MÃOS DE MARIA SANTÍSSIMA

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