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A teologia do povo do papa Francisco

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 11 de setembro de 2013 | 09:22

(foto reprodução)




A eleição do cardeal Jorge Mario Bergoglio ao sólio de Pedro, em março de 2013, não foi apenas um acontecimento histórico pelo fato de se tratar do primeiro papa latino-americano. Ela representou, antes de tudo, a emergência explícita de uma experiência eclesial, pastoral e teológica gestada fora do eixo europeu tradicional, profundamente marcada pela realidade do Cone Sul, pela espiritualidade inaciana e por uma leitura encarnada da fé cristã no seio do povo simples. 


Para compreender o pontificado de Francisco, suas opções pastorais, seu estilo de governo e até mesmo as resistências que suscita, é indispensável voltar às suas raízes intelectuais e espirituais — e, nesse caminho, a figura do padre Juan Carlos Scannone se impõe como referência incontornável.  Jesuíta, filósofo e teólogo de projeção internacional, discípulo direto de Karl Rahner e protagonista do debate teológico pós-conciliar na América Latina, Scannone é amplamente reconhecido como o maior teólogo argentino vivo. 



Professor em universidades latino-americanas e europeias, ex-reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia da Universidad del Salvador, em Buenos Aires, ele não foi apenas um observador externo da formação de Bergoglio: foi seu professor, seu confrade e um dos principais interlocutores intelectuais do futuro papa. Sua reflexão ajuda a lançar luz sobre aquilo que muitos analistas europeus e norte-americanos tiveram dificuldade de compreender: a coerência interna entre a opção preferencial pelos pobres, a valorização da piedade popular, o apreço pela cultura do povo e a firme rejeição de ideologias de matriz marxista.  




As entrevistas e testemunhos aqui reunidos — publicados em revistas e jornais como Il Regno, Corriere della Sera, MissiOnline e outros — formam um verdadeiro mosaico interpretativo do pontificado de Francisco a partir de suas raízes argentinas. Nelas, Scannone não apenas defende a integridade moral e pastoral de Bergoglio em episódios controversos da ditadura militar, mas também explicita o núcleo teológico da chamada Teologia do Povo, corrente tipicamente argentina da Teologia da Libertação, frequentemente mal compreendida ou caricaturada.  



Mais do que um conjunto de opiniões, esses textos revelam uma chave hermenêutica essencial: Francisco não pode ser entendido adequadamente se for lido com categorias importadas do embate ideológico europeu. Seu magistério nasce de uma Igreja que aprendeu a evangelizar a partir da cultura, da religiosidade popular, da mística simples dos pobres e do discernimento espiritual. É nesse horizonte que se situam sua insistência em uma “Igreja em saída”, sua crítica à absolutização do mercado, sua linguagem pastoral direta e sua profunda vida de oração.

Vaticanista Sandro Magister: "Encontro com Gustavo Gutiérrez não é reconciliação entre o magistério da Igreja e a teologia da libertação"

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 10 de setembro de 2013 | 16:01



(foto reprodução: Sandro Magister)



Esta corrente ideológica foi severamente criticada pelo Papa Francisco e seus predecessores.Em um artigo publicado no Espressonline.it, o vaticanista se referiu ao livro “Do lado dos pobres. Teologia da libertação, a teologia da Igreja”, publicado em 2004 na Alemanha sem suscitar um sentimento especial, mas cuja “reimpressão italiana foi saudada por alguns como uma mudança histórica, como se fosse a assinatura de um tratado de paz entre a Teologia da Libertação e o Magistério da Igreja”.No texto, Magister recordou que Müller foi aluno e admirador de Gutiérrez, e que a sua nomeação por Bento XVI como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé causou surpresa, tendo em conta que o então Cardeal Joseph Ratzinger, quando era responsável pelo dicastério, publicou em 1984 e 1986 as duas instruções com as que João Paulo II submeteu a Teologia da Libertação a uma crítica muito severa com a certeza de que suas “graves separações ideológicas” traem “a causa dos pobres”.










“Mas evidentemente - indicou Magister - Ratzinger considerava aceitável a leitura que Müller fazia das posições de Gutiérrez, já que não apenas o fez prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, como lhe confiou também o cuidado da edição completa de suas obras teológicas, que em alemão já chegou quase na metade da impressão”.









Entretanto, advertiu o vaticanista, para Dom Müller a teologia da libertação deve contar-se “entre as correntes mais significativas da teologia católica do século XX”, tal como escreve no livro a publicar-se; onde afirma que “somente através da teologia da libertação a teologia católica pôde emancipar-se do dilema dualista do mais aqui e do mais além, da felicidade terrestre e da salvação ultraterrena”.





A posição do Papa Francisco com relação a Teologia da Libertação:




Em seu artigo, Magister advertiu que “a frase do Papa Francisco: "Sonho com uma Igreja pobre e para os pobres’ foi assumida por muitos como a coroação desta absolvição da Teologia da Libertação”, um pouco afastado da realidade. “O próprio Jorge Mario Bergoglio não ocultou jamais seu desacordo com aspectos essenciais desta teologia. Seus teólogos de referência jamais foram Gutiérrez, nem Leonardo Boff, nem Jon Sobrino, mas o argentino Juan Carlos Scannone, que elaborou uma teologia, não da libertação, mas ‘do povo’, centrada sobre a cultura e a religiosidade das pessoas comuns, em primeiro lugar dos pobres, com sua espiritualidade tradicional e sua sensibilidade pela justiça”, recordou. Nesse sentido, assinalou que um ano depois da publicação do livro de Gutiérrez e Dom Müller, o então Arcebispo de Buenos Aires expressou que:“com a queda do império totalitário do ‘socialismo real’, essas correntes [de pensamento] ficaram esvanecidas no desconcerto, incapazes de um replanejamento e de uma nova criatividade. Sobreviventes por inércia, embora ainda existam hoje aqueles que as proponham anacronicamente”. - “Na avaliação de Clodovis, o irmão de Leonardo Boff -indicou Magister-, o acontecimento que significou o adeus da Igreja Católica latino-americana ao que restava da teologia da libertação foi a Conferência Continental de Aparecida, no ano de 2007, inaugurada por Bento XVI pessoalmente, e com o seu protagonista, o cardeal Bergoglio”.




Clodovis Boff, que passou de expoente da teologia da libertação a um de seus críticos mais incisivos, advertiu em 2008 que:










1)- O erro ‘fatal’” desta corrente “é colocar o pobre como ‘primeiro princípio operativo da teologia’, substituindo Deus e Jesus Cristo”.





2)- “A ‘pastoral da libertação’ converte-se em um braço entre tantos da luta política. A Igreja se assimila a uma ONG e assim se vazia também fisicamente, já que perde operadores, militantes e fiéis. Os ‘de fora’ experimentam pouca atração por uma ‘Igreja da libertação’, porque para a militância já contam com diversas ONGs, enquanto que para a experiência religiosa têm a necessidade de muito mais que uma simples libertação social”, indicou Clodovis.




Nesse sentido, Magister acrescentou que: “o risco de que a Igreja se reduza a uma ONG é um sinal de alerta que o papa a França lança repetidamente. Seria enganoso se esquecer disso, ao realizar hoje a releitura do livro de Müller e Gutiérrez”.




Fonte: ACI digital



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O que é a Escolástica e a Neoescolástica ?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 2 de setembro de 2013 | 23:21




A Escolástica ou Escolasticismo (do latim scholasticus, derivado do grego scholastikós, que significa "aquele que pertence à escola" ou "instruído") foi o principal método intelectual que dominou o ensino nas universidades europeias entre aproximadamente os séculos XI e XV. Mais do que uma simples corrente filosófica ou teológica, a Escolástica foi sobretudo um método rigoroso de investigação intelectual, caracterizado pelo uso da razão, da lógica e da argumentação sistemática para aprofundar e esclarecer as verdades da fé cristã.  


Seu surgimento está ligado às escolas monásticas e catedrais da Idade Média, onde se buscava não apenas transmitir o conhecimento, mas também formar uma visão de mundo coerente na qual fé e razão não fossem vistas como opostas, mas como complementares. 



Nesse sentido, a Escolástica representou uma das maiores tentativas da história do pensamento humano de mostrar que a verdade revelada por Deus não contradiz a verdade alcançada pela razão, pois ambas têm a mesma origem divina.  O método escolástico caracterizava-se pelo uso da dialética, ou seja, pela análise de argumentos contrários, pela formulação de objeções e pela construção de respostas racionais bem fundamentadas. 



Esse método pode ser claramente observado na grande obra de São Tomás de Aquino, a Summa Theologica, considerada o maior exemplo do pensamento escolástico, onde cada questão é analisada por meio de objeções, respostas e sínteses finais.  


A Escolástica também se desenvolveu dentro do sistema educacional medieval baseado nas sete artes liberais, divididas entre o Trivium (gramática, retórica e dialética) e o Quadrivium (aritmética, geometria, astronomia e música), que formavam a base intelectual necessária para os estudos superiores em filosofia e teologia.  No fundo, o grande problema que atravessa todo o pensamento escolástico pode ser resumido em uma pergunta fundamental:  Como harmonizar a fé cristã com a razão humana?  Essa questão foi respondida de diferentes maneiras por grandes pensadores cristãos. 



Santo Agostinho, por exemplo, enfatizou a primazia da fé, entendendo que a razão humana, ferida pelo pecado, precisava da luz da fé para alcançar a verdade. 


Já São Tomás de Aquino, influenciado pela filosofia de Aristóteles, destacou que a razão possui certa autonomia e pode alcançar verdades naturais, embora as verdades sobrenaturais dependam da Revelação.  


Assim, a Escolástica não foi apenas um período histórico, mas um verdadeiro modelo de pensamento, marcado pelo rigor intelectual, pela busca da verdade objetiva e pela convicção de que a razão humana, quando bem utilizada, pode servir como instrumento para melhor compreender a fé.

Venerar e Imitar as virtudes e exemplos dos santos católicos é paganismo e idolatria?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 31 de agosto de 2013 | 23:58






O QUE NOS DIZ A PALAVRA DE DEUS SOBRE ISSO?




-I Coríntios 11,01 - Paulo diz. "Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo." O objetivo maior da veneração é a imitação de seu exemplo no seguimento perfeito ao Cristo: Pobre, Casto e Obediente.




-Mt. 18.10 - Os anjos nos céus sempre vêem a face de Deus. Nós os veneramos pela sua grande dignidade e união com Deus.




-Mt. 15.04, Lucas 18.20; Ef. 6.2-3 Êxodo 20.12, Levítico. 19.3, Deut. 5.16 - nós somos instruídos a honrar nossos pai e mãe.




-Lucas 1.28 - o anjo Gabriel venera Maria, declarando "Ave, cheia de graça". O anjo celestial honra a mulher Maria, porque sua perfeição na graça supera a dos anjos.

Pe. Alírio Pedrini: RCC, Novas Comunidades, Novos Movimentos e CEB’s: são espiritualidades Universais, ou Particulares?







A Nova Evangelização e a Renovação Carismática



Por: Mário Pinto






1. Na história da experiência cristã, vivemos uma nova época:





Foi o próprio Concílio que declarou, na Constituição Pastoral sobre a Igreja e o Mundo: «as condições de vida do homem moderno sofreram tão profunda transformação no campo social e cultural, que é lícito falar duma nova era da história humana» (GS 54; cfr. ainda 4-10). Um grande teólogo dos tempos do Concílio Vaticano II, Heribert Mühlen, iniciou um dos seus melhores livros, dedicado à «renovação da fé cristã», precisamente com uma importante reflexão sobre o que vem a ser «o início de uma nova época na história da fé» ? 


Os cinco melhores sermões de São João Batista Maria Vianney: "o padroeiro dos sacerdotes"







1º)-ELES PERTENCEM AO MUNDO!



2º)-DANÇAS: “Seja um religioso, ou seja um condenado”


3º)-NÃO SOMOS NADA POR NÓS MESMOS (Sobre as Tentações)


4º)-A PUREZA: “Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mt 5, 8):

I - Quanto a pureza nos torna agradáveis a Deus

II - O amor que os Santos tinham por esta virtude

III - Como esta virtude é pouco conhecida e apreciada no mundo.



5º)- EU VENHO EM NOME DE DEUS! (O Purgatório)


Jurista Dr. Ives Gandra diz que Contrato com médicos cubanos é ilegal e é caracterizado como TRABALHO ESCRAVO

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 30 de agosto de 2013 | 16:31






Contrato com médicos cubanos é ilegal, diz o Jurista Dr. Ives Gandra


Por Elton Bezerra

O advogado e jurista Ives Gandra da Silva Martins diz que o acordo para a contratação de 4 mil médicos cubanos é inconstitucional.

Segundo ele, o tratado tem força de lei ordinária, e não pode se sobrepor à Constituição. Gandra Martins diz que a remuneração distinta entre os médicos cubanos e os demais participantes do programa viola os princípios constitucionais e que os cubanos não podem exercer a medicina no país sem o Revalida (Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos).

#LIBERTATIS CONSCIENTIA: diferenças entre a libertação proposta pela teologia da libertação e Magistério da Igreja?


(foto reprodução)





CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ - INSTRUÇÃO: LIBERTATIS CONSCIENTIA - SOBRE A LIBERDADE CRISTÃ E A LIBERTAÇÃO

 



“No estabelecimento do Reino Anunciado por Cristo, Ele não fez apenas meras denúncias, oposições, e Críticas Sociais, mas estabeleceu critérios morais imutáveis tais como: A Indissolubilidade do matrimônio, as bem aventuranças, o apelo ao arrependimento e a conversão pela proximidade deste mesmo Reino, entre outros.” Por fim, lembremos as palavras do Papa Francisco: “A Igreja não é uma ONG, ou sindicato instituída por Deus apenas para cuidar dos desfavorecidos e marginalizados...Cristo não deu a vida apenas pelos pobres, mas por todos os pecadores”.Não podemos enveredar por rotas de fugas do empenho social, a não querer encarar de frente a necessidade das transformações morais e pessoais, achando que o essencial é a primeira e não a última, pois a fugas sempre levam a alienações e escravidões.Portanto,não podemos colocar todo nosso empenho evangelizador e missionário apenas em meras libertações Sociais, pois seria uma missionariedade evangelizadora não integral e mutilada (Conf. Doc. De Aparecida).

Filósofo Ivanaldo Santos: Os cristãos, o governo do PT e o aborto

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 26 de agosto de 2013 | 08:32



(Vida Sim, aborto Não)





*Por Ivanaldo Santos - São Paulo, 23 de Agosto de 2013



No mês de outubro de 2010, na reta final da campanha eleitoral, a então candidata Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), que naquele momento corria o sério risco de perder a eleição presidencial, enviou uma Carta Aberta às igrejas. Nesse documento Dilma se apresenta como cristã e faz duas declarações sobre o aborto. Vejamos:


“N. 2. Sou [Dilma Rousseff] pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto”.


“N. 3. Eleita [Dilma Rousseff] presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País”.

A Igreja Católica negava a educação na Idade Média, para manter o povo analfabeto, como afirmam alguns professores Universitários ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 25 de agosto de 2013 | 23:01







É incrível que professores universitários se atrevam a mentir dessa maneira, porque suponho que eles não sejam ignorantes.Se não fosse a Idade Média eles não seriam professores, e professores de Universidades!Pois quem fundou as Universidades foi a Igreja Católica e exatamente na Idade Média.Na Antiguidade nunca houve universidades, nem educação para todos. Foi Cristo que ordenou aos Apóstolos: "Ide e ensinai". E, por isso, a Igreja sempre ensinou a todos.

Sem a Igreja Católica o mundo ocidental seria uma barbárie - Saiba Por que?







O apogeu da Cidade de Deus na História realizou-se na Cristandade medieval, durante o século XIII. Foi o tempo das Catedrais, do Feudalismo, das Universidades.Foi o tempo das Cruzadas e da Cavalaria. Foi o tempo em que São Tomás e São Boaventura ensinavam na Sorbonne. Foi o tempo da Suma Teológica. Foi o tempo dos grandes santos, tais como São Francisco e São Domingos!

Quem tem medo da privatização? E Por que ?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 24 de agosto de 2013 | 14:58



Grifo do autor do blog: Com esta matéria não quero fechar o assunto, muito pelo contrário quero abrir o diálogo sobre este tema tão nevrálgico e polêmico.


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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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