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ÚLTIMAS POSTAGENS

Países que melhor acolhem Refugiados Políticos: critérios jurídicos, limites e realidades do Asilo Internacional

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 1 de janeiro de 2026 | 15:03




Em um mundo cada vez mais polarizado, marcado por conflitos ideológicos intensos, alternâncias bruscas de poder e perseguições a opositores políticos, seja à direita ou à esquerda, o debate sobre asilo político e extradição tem se tornado recorrente — e, não raras vezes, envolto em confusões conceituais e narrativas simplificadoras. Expressões como “direito automático ao asilo” ou “países ideais para refugiados políticos” são frequentemente utilizadas no discurso público, mas não correspondem, em termos jurídicos, à realidade do direito internacionalNa prática, o asilo político não constitui um direito subjetivo do indivíduo, no sentido de uma prerrogativa exigível de qualquer Estado. Trata-se, antes, de um direito soberano do Estado, exercido de forma discricionária, de acordo com sua legislação interna, seus interesses de política externa e os compromissos assumidos no plano internacional. Nenhum país é juridicamente obrigado a conceder asilo político pelo simples fato de alguém se autodeclarar perseguido ou opositor de determinado regime.  Isso não significa, contudo, ausência de limites jurídicos. O instituto do asilo está profundamente vinculado ao princípio do non-refoulement (não devolução ou não repulsão), pilar do direito internacional dos refugiados. Tal princípio proíbe o Estado de devolver, expulsar ou extraditar um indivíduo para um país onde haja risco concreto e comprovável de perseguição política, tortura, tratamento desumano ou degradante, ou graves violações de direitos humanos.  Assim, o equilíbrio entre soberania estatal, cooperação internacional e proteção da dignidade humana revela-se delicado. O asilo político não é um salvo-conduto universal nem um instrumento de blindagem automática contra processos judiciais legítimos; tampouco pode ser negado de forma arbitrária quando há risco real à vida ou à liberdade do indivíduo. Em tempos de radicalização política e uso estratégico do sistema jurídico para neutralizar adversários, compreender essa distinção torna-se essencial para evitar tanto abusos retóricos quanto violações de direitos fundamentais.

Conheça as Três Guianas da América do Sul: Guiana, Suriname e Guiana Francesa

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 15 de dezembro de 2025 | 19:09

 




A América do Sul é conhecida por seus países vastos e diversificados, mas poucas regiões despertam tanta curiosidade quanto a chamada “região das Guianas”. Composta pela Guiana, Suriname e Guiana Francesa, essa área apresenta uma mistura única de culturas, línguas, religiões e histórias coloniais. Cada território possui características próprias, tornando-os destinos fascinantes para quem deseja compreender a diversidade do continente.

A Cooperação de Maria na Salvação: Fundamentos Doutrinais dos Títulos Marianos no Magistério da Igreja Católica na Mater Populi fidelis

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 8 de dezembro de 2025 | 12:48


(foto reprodução)

 


DICASTÉRIO PARA A DOUTRINA DA FÉ (Víctor Manuel Card. Fernández  Prefeito)


 

Mater Populi fidelis: Nota doutrinal "sobre alguns títulos marianos referidos à cooperação de Maria na obra da Salvação"

 

 

Apresentação

 

 

A presente Nota responde a numerosas consultas e propostas que chegaram à Santa Sé nas últimas décadas – de modo especial a este Dicastério – sobre questões relacionadas com a devoção mariana e, particularmente, sobre alguns títulos marianos. São questões que preocuparam os recentes Pontífices e que foram repetidamente tratadas nos últimos trinta anos nos diversos âmbitos de estudo do Dicastério, como Congressos, Assembleias ordinárias, etc. Isto permitiu a este Dicastério contar com um abundante e rico material que alimenta a presente reflexão.

Maria Santíssima: Medianeira de Todas as Graças, ou apenas Medianeira? Tradição, Teologia e Prudência Magisterial

 


*Francisco José Barros de Araújo




Maria Santíssima Medianeira de Todas as Graças, ou apenas medianeira? Tradição Antiga, Desenvolvimento Teológico e Prudência Magisterial



A ideia de "Maria como Medianeira de todas as graças" ocupa um lugar significativo na história da teologia católica e da piedade cristã. Longe de ser uma invenção tardia ou uma novidade moderna, trata-se de uma intuição profundamente enraizada na experiência orante e na fé viva da Igreja, que brota de modo orgânico da Tradição e acompanha, passo a passo, o desenvolvimento da reflexão teológica ao longo dos séculos. Desde os primeiros testemunhos patrísticos, Maria é contemplada em íntima associação com a obra redentora de Cristo, não como fonte autônoma da graça, mas como aquela que, por singular desígnio divino, esteve inseparavelmente unida ao mistério da Encarnação e da Redenção.  Contudo, fiel ao seu modo próprio de ensinar, a Igreja jamais se deixou levar por entusiasmos acríticos ou por formulações dogmáticas precipitadas. A prudência milenar do Magistério manifesta-se precisamente no cuidado de distinguir o núcleo revelado da fé das expressões teológicas que o procuram explicar, proteger e aprofundar. Assim, embora a mediação materna de Maria esteja amplamente atestada na liturgia, na devoção e na teologia espiritual, a formulação técnica da expressão “Medianeira de todas as graças” não surge de forma explícita e sistematizada nos primeiros séculos, sendo progressivamente elaborada sobretudo a partir da Patrística tardia, da teologia medieval e, com maior densidade conceitual, na época moderna.  Essa progressividade não deve ser interpretada como fragilidade doutrinal, mas como sinal de maturidade e sabedoria eclesial. A Igreja, consciente do risco de ambiguidades cristológicas e eclesiológicas, sempre buscou preservar a verdade central da fé: a unicidade e suficiência da mediação de Cristo (cf. 1Tm 2,5), evitando qualquer linguagem que pudesse obscurecer esse dado fundamental da Revelação. É nesse contexto que se compreendem tanto as formulações entusiásticas de santos, teólogos e fiéis, quanto as reservas cautelosas do Magistério, que prefere integrar a mediação mariana de modo subordinado, participativo e absolutamente dependente da única mediação do Redentor.  Dessa forma, a questão não se situa no simples “sim” ou “não” ao título, mas na justa hermenêutica que respeite simultaneamente a Tradição viva, o desenvolvimento homogêneo da doutrina e a prudência pastoral e teológica da Igreja. Compreender Maria como Medianeira exige, portanto, entrar nesse caminho de equilíbrio característico do catolicismo: um caminho onde a devoção não suplanta a verdade, a verdade não sufoca a piedade e o Magistério, com paciência histórica, garante a harmonia entre ambas.

Regina Duarte critica prisão de Bolsonaro e sinaliza apoio a Flávio Bolsonaro para 2026

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 1 de dezembro de 2025 | 09:21

 

(foto reprodução)


A atriz Regina Duarte, figura amplamente associada ao bolsonarismo e ao período em que atuou como Secretária Especial de Cultura, voltou a repercutir nas redes sociais ao comentar os desdobramentos da direita brasileira. Em novas publicações, a artista criticou a prisão de Jair Bolsonaro e demonstrou apoio explícito à eventual candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026, posicionamento que reacendeu debates sobre o futuro do movimento conservador no país.  As declarações reforçam a histórica ligação de Regina Duarte ao núcleo político do ex-presidente e evidenciam a estratégia de manter vivo o capital político do bolsonarismo em meio às incertezas do cenário eleitoral. O gesto também destaca como figuras públicas alinhadas à direita buscam influenciar a narrativa nacional em um momento marcado por disputas, investigações e expectativas sobre os rumos da política conservadora no Brasil.

A três fases do Sacramento do Matrimônio: Eros, Philia e Ágape como Fundamentos da Espiritualidade e da Estabilidade Conjugal

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 30 de novembro de 2025 | 14:10

 



A doutrina católica sobre o matrimônio é muito clara e bem definida, ela ensina que ele é um sacramento indissolúvel, expressão da união irrevogável entre Cristo e a Igreja. Em tempos de relativização dos vínculos afetivos e de crescente fragilidade das relações conjugais, torna-se necessário refletir sobre o sentido profundo do compromisso matrimonial e sobre as três dimensões do amor presentes no plano divino: eros, philia e agápe


Situações envolvendo figuras públicas, como a recente separação de Gilmar Mendes e Guiomar — apresentada publicamente sob a justificativa do "cansaço" — trazem à tona a necessidade de esclarecer aos fiéis a visão da Igreja, não para julgar pessoas, mas para iluminar consciências. 


Segundo a fé católica, o matrimônio não é algo que se desfaz por fadiga, mas uma vocação que exige perseverança, graça e maturidade espiritual.

Subsídios para Catecumenato de Jovens e Adultos: Fé, Conversão e Perseverança

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 28 de novembro de 2025 | 17:22

 



por *Francisco José Barros de Araújo 



A fé cristã é muito mais do que uma crença abstrata ou uma adesão a princípios morais: ela é um caminho vivo e dinâmico, que exige entrega, confiança e perseverança. Desde o Antigo Testamento até o Novo, a Sagrada Escritura nos mostra que a salvação não se realiza em um único instante, mas se constrói ao longo de toda a vida, em uma caminhada contínua com Deus. Cada passo no caminho da fé é uma oportunidade de crescimento, de experiência com a graça e de aprofundamento na intimidade com o Senhor.  

Subsídio para Catequistas: "O Credo Apostólico: Transmissão e Profissão da fé Cristã naquilo que é essencial"

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 27 de novembro de 2025 | 12:42

 


 

por *Francisco José Barros de Araújo 



O Credo Apostólico é uma das mais antigas e veneradas fórmulas da fé cristã. Recitado desde os primeiros séculos, ele expressa de forma sintética aquilo que é essencial ao cristianismo, servindo como base comum para catecúmenos, teólogos, missionários e fiéis ao longo da história. Segundo o Catecismo da Igreja Católica (CIC 144–1065), o Credo é, ao mesmo tempo, transmissão e profissão: transmite a fé recebida dos apóstolos e constitui o ato pelo qual cada cristão assume pessoalmente essa herança. Mais do que um conjunto de doutrinas, o Credo expressa a narrativa da salvação: o amor do Pai, a missão do Filho e a ação vivificadora do Espírito Santo na Igreja e no mundo. Sua estrutura trinitária revela a lógica profunda da fé cristã — crer não em ideias abstratas, mas no Deus vivo que age na história. Neste artigo, de forma simples, apresentamos os artigos do Credo à luz do magistério (CIC), da tradição e da teologia católica, buscando oferecer um panorama claro, seguro e acessível.

A superioridade do regime Republicano sobre a Monarquia e o Caminho Histórico da Democracia Brasileira

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 15 de novembro de 2025 | 17:56





A crítica comum: "a República brasileira não nasceu de ideais elevados, nem de vontade popular. Nasceu de um golpe militar, articulado por oficiais insatisfeitos, elites econômicas magoadas e grupos positivistas que sonhavam com uma “ditadura modernizante”, isso mesmo, uma ditadura conduzida por uma elite supostamente superior, inspirada por Auguste Comte.  A monarquia não caiu por pressão do povo, mas por vaidade, ressentimento e disputas internas. O povo não foi consultado, não participou e sequer compreendeu o que estava acontecendo.  A verdade é simples e dura: o Brasil trocou um regime estável por uma república improvisada, construída sem plano, sem legitimidade popular e sem responsabilidade histórica.  E pagamos o preço dessa escolha até hoje."

Deus, Religiões e Salvação: Estudo Acadêmico das Principais Religiões

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 14 de novembro de 2025 | 17:03

 



Religiões, Doutrina e Salvação: Um Estudo Comparativo Sobre Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo e Espiritualismo

 

O debate sobre salvação, pecado, reencarnação, natureza de Deus e as divisões internas das tradições religiosas acompanha a humanidade desde seus primeiros registros. Desde as primeiras civilizações, o ser humano busca respostas para questões que transcendem a experiência sensível e tocam o sentido último da existência. 



Perguntas como “o que é salvação?”, “qual o papel da confissão ou do arrependimento?”, “existe reencarnação?”, “todas as religiões possuem divisões internas?” e “como diferentes tradições compreenderam Deus?” revelam um anseio comum: entender a própria origem, o destino final e o relacionamento com o Sagrado. Ao longo da história, cada religião elaborou caminhos para explicar a condição humana e oferecer algum tipo de libertação. Entretanto, dentro da perspectiva cristã — especialmente conforme o Magistério da Igreja — todos esses anseios encontram sua plenitude de sentido e revelação em Jesus Cristo, o Verbo encarnado, no qual Deus se manifesta de maneira definitiva e insuperável. 



Se outras tradições expressam lampejos da busca humana por transcendência, o cristianismo afirma que em Cristo essa busca encontra sua resposta última: a reconciliação plena com Deus, a revelação total do amor divino e o acesso aos meios concretos de salvação. Este artigo reúne e organiza diversos temas levantados em estudos teológicos, históricos e comparativos, estruturando-os de forma clara e didática em tópicos e subtópicos. A proposta é apresentar uma visão abrangente do panorama religioso, sem perder de vista o eixo central da fé cristã: Cristo como a revelação definitiva de Deus e a plenitude da verdade salvífica. O conteúdo é fundamentado em textos bíblicos, na tradição da Igreja e em dados históricos, oferecendo ao leitor uma leitura integrada capaz de iluminar por que tais questões continuam vivas e relevantes no imaginário espiritual da humanidade.

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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