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Comungar o "corpo e sangue de Cristo com as mãos" está condenado ao inferno? O que diz a bíblia, tradição, e magistério da igreja?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 13 de maio de 2023 | 12:46

 


 


Bom, em liturgia a pergunta correta "não é uma mera questão de pode ou não pode", mas por que?  E para que?




 





Porém, contudo, entretanto, e toda via... Tchan, Tchan, Tchan! O supra-sumo conhecedor de toda doutrina da igreja (excluindo os concílios anteriores a Trento, como se tivessem sido revogadas todas disposições contrárias), na base do "ouvi dizer num vídeo"...a última coca-cola no deserto, o super mega star, o todo poderoso, que só quer assistir missa em latim, sem entender bulhufas, pois não sabe nem português direito, o sr RAD TRAD, saca uma daquelas passagens selecionadas previamente (como ele também faz com o sagrado magistério), escolhendo apens o que lhe é mais conveniente, e joga na sua cara com aquele ar de Xeque-Mate, dizendo venci! "Chupa essa agora!":


 

 

1 Coríntios 11,27-29: “Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor! Examine-se antes cada um a si mesmo e então, coma do pão e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor come e bebe para sua própria condenação”.

 



 





E ai, aquele católico normal, mas esclarecido, muito humildemente lhe sugere essa passagem, pedindo a opinião dele:

 

 

 

1 Samuel 16,7: “...Deus não julga como julgam os homens; o homem vê a aparência exterior, mas o Deus examina os pensamentos, e as intenções do coração.”




De repente, aquele silêncio sepulcral, e quando você olha para o rosto do Rad Trad...Valei-me Nossa Senhora!  Ele começa a se assemelhar ao daquela menina do filme "O exorcista", começa a ficar verde de ódio, os olhos vermelhos soltando faíscas, e tome impropérios: "Herege! Você não é católico! Você não passa de um seguidor de Bergoglio (papa Francisco), aquele ante cristo, usurpador do trono de Pedro, e comunista!" (...) Pronto! “O angu na casa de Noca está montado!”




 




 

 

 

Como deve se portar o fiel que deseja comungar na mão? 




Pe. Javier S. Martínez





(*) Na foto deste post acima, vemos a Rainha Sofia da Espanha comungando na mão, e recebendo a Sagrada Eucaristia do Papa Bento XVI. Apesar do genuflexório em sua frente, ela comunga em pé, e na mão, diante do Santo Padre. A educação litúrgica exige que se recordem às vezes coisas que se dão por sabidas. A Comunhão na mão é permitida a todo aquele que assim deseja comungar, de acordo com nossa Conferência Episcopal, que o solicitou à Santa Sé. Como se comunga na mão? Temos de conhecer primeiro as disposições requeridas pela Igreja para que assim se comungue, visto que em muitas ocasiões os fiéis o fazem mal, e de forma completamente desrespeitosa.




Deve-se ter cuidado com a dignidade do gesto, sem negar a presença real de Jesus Cristo na Eucaristia, como se se tratasse de um simples pedaço de pão que pode ser recebido de qualquer forma:





Portanto, com relação a este modo de comungar em particular, deve-se dar cuidadosa atenção a algumas coisas que a própria experiência aconselha. Todas as vezes que a sagrada espécie for colocada sobre a mão do comungante, deve-se ter sempre atenção e cuidado, tanto da parte do ministro quanto do fiel, sobretudo, quanto aos fragmentos que porventura caírem da hóstia. É necessário que a prática da Comunhão na mão venha acompanhada de instrução oportuna ou catequese sobre a doutrina católica referente tanto à presença real e permanente de Cristo sob as espécies eucarísticas, bem como,  quanto à reverência devida a este sacramento [1]. Os fiéis, ao comungarem na mão, e os ministros, ao distribuírem a sagrada Comunhão na mão, devem conhecer e respeitar as determinações da Igreja, a fim de salvaguardar o respeito e a adoração ao Senhor realmente presente. Por isto, todos têm de observar cuidadosamente o seguinte [2]:





Parece útil chamar a atenção para os seguintes pontos:

 




1. A Comunhão na mão deve manifestar, tanto quanto a Comunhão recebida na boca, o respeito para com a real presença de Cristo na Eucaristia. Por isso, será preciso insistir, como faziam os Padres da Igreja, sobre a nobreza dos gestos dos fiéis. Assim, os recém batizados do fim do século IV recebiam a norma de estender as duas mãos fazendo "com a esquerda um trono para a direita, pois esta devia receber o Rei" (5.ª Catequese Mistagógica, n. 21, PG 33, 1125; S. João Crisóstomo, Hom. 47, PG 63, 898, etc.).



 

2. Seguindo ainda os Padres, será preciso insistir sobre o "Amém" que o fiel diz em resposta às palavras do ministro: "O Corpo de Cristo". Este "Amém" deve ser a afirmação da fé: "Quando pedes a Comunhão, o sacerdote te diz: "O Corpo de Cristo", e tu dizes: "Amém", "é isto mesmo"; o que a língua confessa, conserve-o o afeto" (S. Ambrósio, De Sacramentis, 4, 25).



 

3. O fiel que recebe a Eucaristia na mão, levá-la-á à boca antes de voltar ao seu lugar; apenas se afastará, ficando voltado para o altar, a fim de permitir que se aproxime aquele que o segue.



 

4. É da Igreja que o fiel recebe a Eucaristia, que é a Comunhão com o Corpo de Cristo e com a Igreja. Eis porque o fiel não deve ele mesmo retirar a partícula de uma bandeja ou de uma cesta, como o faria se se tratasse de pão comum ou mesmo de pão bento, mas ele estende as mãos para receber a partícula do ministro da Comunhão.






 



5. Recomendar-se-á a todos, especialmente às crianças, a limpeza das mãos, em respeito à Eucaristia.



 

6. Será preciso previamente ministrar aos fiéis uma catequese do rito, insistir sobre os sentimentos de adoração e a atitude de respeito que se exige (cf. Dominicæ Cœnæ, n. 11). Recomendar-se-lhes-á que cuidem de que não se percam fragmentos de pão consagrado (cf. Congregação para a Doutrina da Fé, 2 mai. 1972, Prot. n. 89/71, em Notitiæ 1972, p. 227) [3].



 

7. Os fiéis jamais serão obrigados a adotar a prática da comunhão na mão; ao contrário, ficarão plenamente livres para comungar de um ou de outro modo.



 

Essas normas e as que foram recomendadas pelos documentos da Sé Apostólica atrás citados, têm por finalidade lembrar o dever do respeito para com a Eucaristia independentemente do modo como se recebe a Comunhão. Insistam os pastores de almas não só sobre as disposições necessárias para a recepção frutuosa da Comunhão, que, em certos casos, exige o recurso ao sacramento da Penitência; recomendem também a atitude exterior de respeito que, em seu conjunto, deve exprimir a fé do cristão na Eucaristia. Ao distribuir a sagrada Comunhão na mão, o ministro deve ter o cuidado de que o comungante a receba dignamente, pondo as mãos em forma de cruz, à espera de que sobre elas o ministro coloque a sagrada hóstia, que será consumida diante dele. Evitar-se-á deste modo todo perigo de profanação ou sacrilégio: "Ponha-se especial cuidado em que o comungante consuma imediatamente a hóstia, na frente do ministro, e ninguém se desloque (retorne) tendo na mão as espécies eucarísticas. Se existe perigo de profanação, não se distribua aos fiéis a Comunhão na mão" [4].




Como devemos, em resumo, aproximar-nos da sagrada Comunhão? Como se deve comungar?





-Aproximamo-nos sem pressa do ministro que nos dará a Comunhão e nos mantemos a uma distância razoável para que ele possa distribuir-nos facilmente a Comunhão.



-Enquanto o fiel que está à nossa frente comunga, inclinamo-nos em adoração ao Corpo de Cristo, que iremos receber, ou, se assim preferirmos, colocamo-nos de joelhos no genuflexório, se houver.



-O ministro que nos dá a Comunhão diz: "O Corpo de Cristo", e nós respondemos em voz alta: "Amém", para que ele nos ouça claramente, já que se trata de uma profissão de fé. Este "Amém", profissão de fé pessoal do cristão diante do Corpo real de seu Senhor, foi muitas vezes comentado e explicado na Tradição da Igreja. Ouçamos, por exemplo, o que a este respeito disse Santo Agostinho:Se queres, pois, entender o Corpo de Cristo, ouve o que diz o Apóstolo aos fiéis: "Ora, vós sois o Corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros" ( 1Cor 12, 27). Se vós, portanto, sois o Corpo de Cristo e membros seus, o vosso mistério está posto na mesa do Senhor: é o vosso mistério o que recebeis. Respondeis "Amém" ao que sois e, respondendo, o confirmais. Escutas, pois, "O Corpo de Cristo" e respondes "Amém". Sê membro do Corpo de Cristo, para que o teu "Amém" seja verdadeiro [5].




-Uma vez dito o "Amém", podemos comungar na mão ou diretamente na boca. Diziam os Padres da Igreja: Veneremo-lo [o Corpo de Cristo] com toda pureza de corpo e de alma. Aproximemo-nos dele com um ardente desejo e, pondo as mãos em forma de cruz, recebamos o Corpo do Crucificado [6].




-Se decidirmos comungar na mão, devemos pôr a mão esquerda sobre a direita. Não pegamos a hóstia no ar, mas aguardamos que o ministro a coloque em nossas mãos, que formam como que um trono preparado para receber o grande Rei. Feito isto, comungamos imediatamente e na frente do sacerdote. É preciso também tomar cuidado para que não fique em nossa mão nenhuma partícula, sob a menor das quais o Cristo inteiro permanece presente (se ficar, molhe discretamente a bota do dedo na lingua e recolha a partícula da mão). Agora se você quiser deixar o padre, diácono, ou ministro da eucaristia doido, se aproxime de um deles de boca aberta e mãos estendidas! NÃO FAÇA JAMAIS ISTO! Quem decide o modo de receber a comunhão na boca ou nas mãos, como vimos nas instruções da Igreja acima, é o comungante e não o ministro da Eucaristia. É um direito seu essa prerrogativa da escolha.










ATENÇÃO! Se a Comunhão for distribuída sob duas espécies, devemos seguir as indicações que o diácono, ou sacerdote, nos derem. É bom lembrar, em todo o caso, que nunca é permitido "ao comungante molhar por si mesmo a hóstia no cálice"[7].

 



 

COMO DEVO COMUNGAR? receber NA MÃO, OU diretamente NA BOCA? bom...depende!





Neste artigo, Mons. Feytor Pinto, pároco em Lisboa-Portugal, responde a essa inquietante pergunta, que sempre volta. Há pouco tempo, teve lugar no Vaticano um grande encontro internacional de liturgia. Estiveram presentes os maiores especialistas que, à luz do Concílio Vaticano II, consideram a liturgia como «o exercício da função sacerdotal de Cristo» (SC 7). Foi neste encontro que o Papa Francisco afirmou, categoricamente, que «a reforma litúrgica é irreversível».




Porquê tal declaração do Papa? Porque ainda há teólogos e pastoralistas a desejar o regresso da liturgia a práticas anteriores ao Vaticano II.




A reforma litúrgica foi definida, na Aula Conciliar, através da constituição Sacrossanctum Concilium. As grandes medidas práticas podem sintetizar-se assim: 





-A mudança do altar, para que o presidente da celebração esteja sempre voltado para o povo santo de Deus ali reunido (no calvário foi assim, Jesus com seu rosto misericordioso voltado para o povo! E Jesus ao dizer IDE, esse imperativo foi também, voltado para o povo!). E o sacerdote é "in persona Christi" quer dizer, literalmente, na pessoa de Cristo e só pode ser atribuída aos sacerdotes e ministros ordenados. Ela significa que quando o sacerdote age, ele o faz na pessoa de Cristo, ou seja, não é ele quem está agindo, mas Cristo. Um sacerdote é aquele que une Deus e o ser humano. Existe um abismo entre Deus infinito, santo, onipotente, incorruptível, imutável, eterno etc., e os seres humanos que são exatamente o contrário: finitos, miseráveis, mutáveis, mortais, etc., assim, como é que se vai para Deus? É preciso uma ponte que una os dois lados desse abismo. É necessário um pontífice. A Carta aos Hebreus, ao explicar o sacerdócio, começa ensinando que os anjos são sacerdotes, pois trazem mensagens de Deus, como p.ex. o anjo Gabriel que falou com Maria, o anjo Rafael, com Tobias. Os anjos também levam as orações para o céu. Eles são, portanto, sacerdotes, pois realizam a ponte entre Deus e o homem. Eles são como aqueles anjos descritos por Jacó, no sonho que teve em Betel, no qual subiam e desciam uma escadaria.









-A liturgia da Palavra em língua vernácula (na igreja primitiva era em grego, o latim foi bem posterior), para ser entendida, aclamada e vivida por toda a assembleia. 



-A participação dos leigos na liturgia, como leitores.



-Instituição de Ministros extraordinários da comunhão, acólitos ou agentes pastorais da liturgia.



-Simplicidade dos cânticos para serem participados pela assembleia.



-desaparecimento das grades que separavam o presbitério da comunidade de fiéis (como no calvário, pois com o sacrifício de Cristo o véu do templo de rasgou, e já não mais existe essa separação, conforme Hebreus 6,18-19;9)

 





É neste contexto renovador (não de ruptura, mas de continuidade) que se deve responder à pergunta formulada pelos NEÓFITOS que sempre estarão chegando na igreja: "como se deve comungar?"





Antes do Concílio Vaticano II comungava-se de joelhos e na boca, mas a reforma conciliar deixa uma grande liberdade aos cristãos (pois não foi assim que comungaram os discípulos de Cristo na santa ceia).











A comunhão na mão tornou-se, praticamente, uma forma universal de comungar. É sem dúvida uma questão de higiene, mas é também, uma questão de dignidade e respeito pela sagrada comunhão! São Cirilo de Jerusalém, na Catequese Mistagógica, dizia que nos primeiros séculos se recebia a Eucaristia nas mãos, costume que se manteve até épocas tardias: 




«Quando te aproximas não avances com a palma da mão estendida, nem com os dedos afastados, mas faz da tua mão esquerda um trono para a tua mão direita, uma vez que esta deve receber o Rei. Recebe o Corpo de Cristo na concavidade da tua mão, e responde: Amen!»




É claro que o leigo pode e tem o direito de comungar diretamente na boca! Porém, dadas as circunstâncias, muitas vezes esta forma de comungar leva INEVITAVELMENTE, a que o ministro da comunhão toque nos lábios da pessoa que comunga, permitindo a transmissão de bactérias aos comungantes seguintes. É uma questão de prudência e saúde pública, e não mero RIGORISMO! Jesus não é um legalista e não estabeleceu modo definitivo de como se deve receber exteriormente a eucaristia, em lugar nenhum das escrituras, e muito menos os 12 apóstolos e quatro evangelistas.




Há também quem pergunte como se deve comungar: de pé ou de joelhos? 










Votemos sempre aos primórdios do Cristianismo para responder a essa e muitas outras questões litúrgicas. De pé é a atitude normal de um filho para com o pai! Compreende-se que estar de pé diante de Deus é um ato de adoração no encontro com Deus. O mistério da proximidade na relação com Deus favorece a comunhão de pé. grande critério, porém, deve ser o do espírito comunitário. Numa comunidade em que todos comungam de pé, o normal é que ninguém se constitua como exceção. A comunhão de joelhos aceita-se, numa pequena comunidade, em que todos decidem esta maneira de receber o Senhor. O que é de se rejeitar, é a atitude individualista que se converta num certo "exibicionismo FARISAICO" e teatral, no meio da assembleia. A comunhão deve ser sempre revestida do sentido da alegria pascal, muito referida no Concílio Vaticano II, ao falar deste grande sacramento (SC 47).Face às diversas tentações de uma liturgia do passado, o Papa Francisco quis afirmar declaradamente, no recente encontro internacional de liturgia, que «a reforma litúrgica é irreversível».

 

 



 


 






Referências




I.Congregação para o Culto Divino, Instrução "Immensæ caritatis", de 29 jan. 1973, n. 4 (AAS 65 [1973] 270).



II.Id., Notificação sobre a Comunhão na mão, de 3 abr. 1985 (Prot. n. 720/85); cf. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2012. Brasília, 2011, pp. 31-32.



III.A Notificação esclarece ainda em nota de rodapé: "De fato, convém aconselhar os fiéis a que coloquem a mão esquerda sobre a direita, para poder pegar facilmente a hóstia com a mão direita e assim levá-la à boca".



IV.Id., Instrução "Redemptionis Sacramentum", de 25 mar. 2004, n. 92 (AAS 96 [2004] 577).



V.Agostinho de Hipona, Sermo 272 (PL 38, 1247).



VI.João Damasceno, De fide orth. 4.13 (PG 95, 1150B).



VII.Congregação para o Culto Divino, Instrução "Redemptionis Sacramentum", de 25 mar. 2004, n. 104 (AAS 96 [2004] 579).

 

 

 


 

Fonte: https://familiacrista.paulus





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Anônimo
15 de maio de 2023 às 14:47

Concordo!

"É claro que o leigo pode e tem o direito de comungar na boca. Porém, dadas as circunstâncias, muitas vezes esta forma de comungar leva INEVITAVELMENTE, a que o ministro da comunhão toque nos lábios da pessoa que comunga, permitindo a transmissão de bactérias aos comungantes seguintes. É uma questão de prudência e saúde pública, e não mero RIGORISMO! Jesus não é um legalista e não estabeleceu modo definitivo de como se deve receber exteriormente a eucaristia, em lugar nenhum das escrituras, e muito menos os 12 apóstolos e quatro evangelistas."

Everaldo - Fortaleza-CE

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