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Por que o Magistério da Igreja considera a homossexualidade como “DESORDEM” e não DOM como querem admitir algumas correntes progressistas?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 22 de janeiro de 2022 | 14:25



 

I Cor 14,33: “Porquanto Deus é de ordem e não de desordem...” - O que é um dom de Deus? - Assim, Dom é uma dádiva dada por Deus. São os meios em que o Espírito Santo revela aos homens o poder e a sabedoria Divina.

 

 

 

 

Aprofundamento Teológico sobre os três tipos de Dons:  Naturais, Espirituais e Dons Ministeriais!

 

 

 

 

A Palavra “Dom” é uma palavra que vem do Latim, (Donu) e tem o significado de dádiva, presente. É entendida como uma capacidade ou habilidade ou até mesmo aptidão que algumas pessoas manifestam durante a vida para o desempenho de algumas tarefas ou funções que a maioria das pessoas encontram alguma dificuldade em realizá-las. É a capacidade natural do indivíduo de realizar certas ações sem a aprendizagem convencional, ou se aprendido realizado de forma exemplar, é o talento que alguns tem e que o diferencia dos demais. Quando nos referirmos aos Dons que aparecem nos escritos do Apóstolo Paulo a palavra vem da raiz de “Charisma” (favor Imerecido) ou seja, dom da Graça de Deus.

 

 

 

I – Os Dons Naturais

 

 

 

Teologicamente, podemos dizer que os dons naturais são habilidades que os homens nascem com eles, é algo que é próprio da natureza humana. Ninguém pode negar que além das características divinas, há certos dons no ser humano, como: o raciocínio, capacidade de criação, imaginação e as diversas outras potencialidades que diferem os homens dos animais; alguns até nascem com certas habilidades ou talentos inigualáveis. Basta olharmos para a história da humanidade e veremos homens de uma envergadura intelectual ou prática que os destacam dos demais, tanto por suas capacidades quanto por seus legados importantíssimos realizados na história. Isso não provém do homem em si, ou seja de sua própria capacidade, pois não somos seres auto-suficientes, ao contrário, somos criaturas criadas limitadas e capacitadas por Deus. Ele sim é auto-suficiente, e o único que existe por si mesmo, e ao nos criar deu talentos para que o ser criado pudesse desenvolver o melhor de suas capacidades com a intenção de colaborar com Deus no “governo” e domínio da Criação (conf. Gen. 1,26), bem como servindo ao próximo para glória de seu nome (Mat. 5,44).Portanto, todos os homens nascem com talentos ou dons naturais, recebidos pelo Pai das Luzes para o desenvolvimento da raça humana e para a Glória do Criador, caso contrário toda a humanidade estaria em um caos muito maior do que está.

 

 

 

 

II – Os Dons Espirituais

 

 

 

Os dons Espirituais, assim como os de Ministérios são dons dados especificamente à Igreja de Cristo com o intento de aperfeiçoar os Santos e edificar o seu povo para Glória de Deus. A Palavra usada pelo Apóstolo Paulo é a palavra do grego (Pneumátikos) que designa dons do Espírito Santo. São dons dados diretamente pelo Espírito de Deus à Igreja para manifestar o poder do Senhor entre os homens (I Cor 12,1 ). Esses dons são entendidos como um cumprimento das promessas profetizadas pelo Profeta Joel: “Nos Últimos dias, diz o Sr. Deus, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne! E Acrescenta: “Vossos filhos e vossas filhas profetizarão…” (Joel 2,28). Sendo o cumprimento dessas profecias, eles não estão restritos somente ao dia de Pentecostes (Atos 2) antes,  são para todas as épocas enquanto a Igreja de Cristo estiver na Terra:“Porque a promessa diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos que estão longe! A tantos quantos Deus nosso Senhor, chamar.” (At 2,39). Deus concede os dons espirituais para a edificação, exortação e Consolação dos cristãos (I Cor 14,3) visando o aperfeiçoamento da Igreja e a conversão dos infiéis diante das operações do mesmo Espírito ( I Cor 14, 24 ).

 

 

 

III – Os Dons Ministeriais

 

 

 

A Palavra Ministério significa “Serviço” ou seja: Serviços ou Funções constituídas por Deus para edificação do corpo de Cristo visando a unidade da fé e o conhecimento pleno do Senhor. Esses dons estão classificados na epístola do Apóstolo Paulo aos Efésios a partir do Capítulo 4 (Efes. 4,11) são eles: Apóstolos, Profetas, Evangelistas, Pastores, Doutores ou Mestres e são atribuídos como dons dados pelo filho de Deus (Jesus Cristo) como resultado de sua obra vitoriosa na cruz do calvário (Efes 4,8-11).É preciso afirmar aqui, que esses ministérios não são cargos e muito menos títulos dados pelos homens, e sim dons, dádivas dadas por Cristo à Igreja e ninguém pode toma-los em favor de si mesmo, compra-los, e nem recebe-los da vontade de homem algum, pois dependem exclusivamente da gratuidade de Deus (conf. Atos 8,18-23).

 

 

 

 

OS DONS E MAGISTÉRIO DA IGREJA

 

 

CIC §1692: O Símbolo da fé professou a grandeza dos dons de Deus ao homem na obra de sua criação e, mais ainda, pela redenção e santificação. O que a fé confessa os sacramentos comunicam: pelos "sacramentos que os fizeram renascer", os cristãos se tornaram "filhos de Deus" (1Jo 3,1), "participantes da natureza divina" (Pd 1,4). Reconhecendo na fé sua nova dignidade, os cristãos são chamados a levar a partir de então uma "vida digna do Evangelho de Cristo". Pelos sacramentos e pela oração, recebem a graça de Cristo e os dons de seu Espírito, que os tomam capazes disso.

 

 


 

CIC §1955: A lei "divina e natural" mostra ao homem o caminho a seguir para praticar o bem e atingir seu fim. A lei natural enuncia os preceitos primeiros e essenciais que regem a vida moral. Tem como esteio a aspiração e a submissão a Deus, fonte e juiz de todo bem, assim como sentir o outro como igual a si mesmo. Está exposta, em seus principais preceitos, no Decálogo. Essa lei é denominada natural não em referência à natureza dos seres irracionais, mas porque a razão que a promulga pertence, como algo próprio, à natureza humana: Onde é, então, que se acham inscritas estas regras, senão no livro desta luz que se chama a verdade? Aí está escrita toda a lei justa, dali ela passa para o coração do homem que cumpre a justiça, não que emigre para ele, mas sim deixando ai a sua marca, à maneira de um sinete que de um anel passa para a cera, mas sem deixar o anel. A lei natural outra coisa não é senão a luz da inteligência posta em nós por Deus. Por ela, conhecemos o que se deve fazer e o que se deve evitar. Esta luz ou esta lei, deu-a Deus à criação.

 

 

 

 

Bispo de Caicó-RN se retrata e esclarece suas declarações sobre homossexualidade como “dom de Deus”

 

 

 

 

NATAL, 07 Ago. 2017 - (ACI).- O Bispo da Diocese de Caicó (RN), Dom Antônio Carlos Cruz Santos, publicou uma nota de esclarecimento, na qual comenta declarações suas repercutidas na internet, nas que ele afirma que a homossexualidade “é um dom de Deus”. No dia 30 de julho de 2017, durante Missa de encerramento da festa de Sant’Ana, padroeira da Diocese de Caicó, Dom Antônio Cruz comentou sobre “uma entrevista que tinha ouvido sobre uma dissertação de mestrado que abordava a questão do suicídio e travestis e transexuais” -  Ao falar sobre a homossexualidade, o Bispo declarou que:

 

 

 

“Na perspectiva da fé, a gente não pode dizer que é opção - Opção é alguma coisa que livremente você escolhe, e orientação ninguém escolhe. Um dia a pessoa se descobre com esta ou aquela orientação. Escolha será a maneira como você vai viver a sua orientação. Se de uma forma digna, ética, ou, de uma forma promíscua. Mas promiscuidade pode-se viver em qualquer uma das orientações que se tem. Então – continuou o Prelado –, já que não é escolha, já que não é opção, já que a organização mundial da saúde, desde a década de 90 não considera mais como doença, na perspectiva da fé, nós só temos uma resposta. Se não é escolha, se não é doença, na perspectiva da fé, só pode ser um dom. É dado por Deus. Dom é isso: é dado por Deus”.

 

 

 

Segundo o Prelado, em posterior nota de esclarecimento, ele abordou o tema dos irmãos e irmãs com orientação homoafetiva, procurando enxergá-los de uma forma “evangélica”.

 

 

 

“Por isso me dirigi aos que sofrem por causa desta condição”, indicou na missiva publicada no site da Diocese no domingo, 6 de agosto de 2017 -  Diante da repercussão das declarações, Dom Antônio pontuou na sua nota de esclarecimento ter “total convicção que não agi de má fé nem quis induzir ninguém ao erro”. De acordo com ele, sua preocupação ao abordar tema tão delicado, é de caráter eminentemente pastoral e busca acolher, no contexto de nossa Igreja Particular, as orientações da Igreja sobre esta questão, desenvolvidas e aprofundadas nos decênios”.

 

 

 

O Prelado citou ainda o Catecismo da Igreja Católica, que em seu numeral 2358 afirma que:

 

 

 

“Um número considerável de homens e mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objetivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição”.

 

 

 

 

Além disso, precisou que:

 

 

 

“Com a sua reflexão, em clima de oração, enquanto pastor que se comove diante das fragilidades do seu rebanho, sem querer minimizar as dimensões doutrinal e moral que a matéria em questão envolve, minha intenção é de salvar vidas, contribuindo para que possamos superar os preconceitos que matam e entrar na dinâmica da misericórdia de Deus que respeita, resgata e salva as pessoas - Humildemente confesso que este é o sentimento de um pastor que busca assimilar, no exercício concreto do seu ministério, a mesma compaixão do Bom Pastor, que busca ‘ter o cheiro das ovelhas’ e que, como Pai, preocupa-se pela salvação e pela dignidade da vida dos seus filhos”, acrescentou. Por fim, afirmou que ama a Igreja, professa e aceita toda a sua doutrina e, em razão da prometida fidelidade ao Sucessor de Pedro, o Papa Francisco, procura colocar em prática os ensinamentos do seu magistério e suas orientações pastorais sobre o tema em questão”.

 

 

 

Fonte:https://www.acidigital.com/noticias/bispo-esclarece-declaracoes-sobre-homossexualidade-como-dom-de-deus-14271

 

 

 

 

O drama que os homossexuais vivem é semelhante ao de todos os seres humanos marcados pelo pecado original!

 

 

 

Pe. Paulo Ricardo

 

Todos possuem um “canto de sereia", uma tentação demoníaca que diz: seja feliz, procure a felicidade aqui nesta terra. É buscando essa felicidade que o alcoólatra se embriaga, que o drogado se entorpece, que a prostituta se destrói, que o adúltero acaba com sua família e que o homossexual mendiga afeto de relação em relação.É buscando essa felicidade que o homem vive uma vida de desventura nesta terra. No entanto, Nosso Senhor não prometeu felicidade para ninguém aqui, mas sim no céu. Ele disse: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. [...] Vou preparar um lugar para vós." (Jo, 14,2). Isso se dá porque diversas são as cruzes que devem ser carregadas. No entanto, existe um lugar no céu para cada um dos filhos de Deus, cujos nomes foram escritos no Livro da Vida e o Senhor não deseja que esse lugar permaneça vazio. Cabe aos irmãos ajudarem-se mutuamente, rezando uns pelos outros. Quedas ocorrerão, mas é justamente no cair e no levantar-se que o caminho para o céu vai se delineando.

 

 

 

A diferença do bom católico para o “pecador impenitente” não é que o bom católico não comete pecado, mas sim, de que este odeia o seu pecado!

 


 


 

É preciso odiar o pecado, a mentira que leva ao pecado, a ilusão. É preciso combater a palavra ilusória do demônio que promete uma felicidade com o realismo da Cruz. A Cruz crava os pés dos homens no chão.Não se deve também adotar uma postura vitimista, como se todos fossem felizes neste mundo, menos você. Não. Esse paraíso não existe para ninguém, pois a verdadeira felicidade será somente no céu. O mundo é apenas um tira-gosto. Deus fez este mundo para que os homens nele vivam com alegria, mas é apenas biológica (bios), e o que Ele promete é a uma outra Vida (zoe), a vida verdadeira. Na terra é tira-gosto, no céu é o banquete.Pretender substituir o segundo pelo primeiro é certeza de uma enorme frustração, pois o tira-gosto é gostoso na boca, mas pesado no estômago. Assim, é preciso entender que essa vida não irá preencher o seu “estômago" (coração); a vida é bela, bonita e vale a pena ser vivida, no entanto, ela é marcada pela Cruz. Jesus mesmo ensina: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me!" (Mc 8,34).Trata-se de um claro vislumbre de que não haverá felicidade plena nessa vida. No entanto, isso não significa que não seja possível.

 

 

 

O Catecismo da Igreja Católica enxerga que se trata de um grande drama, uma desordem!

 

 

 

“Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da Cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição”(CIC. 2358) - Contudo, a Igreja pede a todos os fiéis que vivam a castidade. Tanto dos casados quanto dos solteiros, não somente de vive tal situação. Todos devem lutar pela castidade, não sem quedas, é evidente, mas levantando-se após cada uma delas. Para tanto, podemos contar com a graça de Deus que ajuda ter a força moral para suportar a cruz e combater o mal inicialmente dentro de si e depois no mundo. Perseverar, ter paciência e praticar a ascese. Unir-se à cruz de Cristo, morrendo com Ele para com Ele também ressuscitar! Isso é o que a Igreja pede a todos os seus filhos.

 

 

 

Fonte:https://padrepauloricardo.org/episodios/orientacao-a-um-homossexual

 

 

 

 

CONSELHOS DO PROFESSOR FELIPE AQUINO AOS HOMOSSEXUAIS: “Viver a castidade!”

 

 

 

§2359: “As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadores da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã”.

 

 

 

 

 

Há quem defenda que a  homossexualidade é um terceiro sexo; e, portanto, algo natural e legítimo...

 

 

 

Mas, para a fé católica, isso entra em conflito com a lei natural; um homem com um homem, ou uma mulher unindo-se a outra mulher não podem gerar um filho desta união! Deus criou ordenadamente desde o princípio (Gen 2,24) dois sexos diferentes para se completarem mutuamente. Cada um dos dois tem predicados que o outro não tem e que os enriquecem! Para muitos especialistas, como o Dr. Gehard von Aardweg, a tendência homossexual tanto pode ser congênita como pode ser adquirida. Não é porque alguém tenha a tendência homossexual que é certo dizer que isso é normal, natural e correta sua prática, e que ele(a) pode viver a homossexualidade, discordando até de Deus e das suas Escrituras. Se for assim, qualquer tendência desordenada como a pedofilia e o sadismo poderia ser justificada. Para o cristão, a tendência não justifica a prática.

 

 

 

A cruz da tendência homossexual é pesada, mas o cristão sabe que é da cruz que nasce a ressurreição!

 


 


 

Se você souber conviver com a tendência homossexual, mas sem viver os “atos homossexuais”, a Igreja mostra que você estará como que subindo heroicamente a escada da santidade! - Para isso, é preciso a graça de Deus, a Confissão quando cair, a Eucaristia frequente, a leitura e meditação da Palavra de Deus. Não é o que todos nós precisamos fazer? Cristo carregou na Sua Cruz esta sua tendência homossexual; e nas santas chagas do Senhor você pode buscar o remédio para elas. São Pedro diz que “Ele carregou as nossas enfermidades; então, você pode procurar na oração a libertação e equilíbrio dessa desordem. Sugiro que você leia o livro “A BATALHA PELA NORMALIDADE SEXUAL” escrito pelo Dr. Gerard van den Aardweg (Editora Santuário Aparecida), Ph.D. em Psicologia pela Universidade de Amsterdam (Holanda). Ele escreve tendo como base mais de trinta anos de terapia com homossexuais.É preciso também, tomar consciência de que você não é o único a carregar um problema difícil. Todo ser humano tem o seu; pode ser até o extremo oposto ao seu, ou seja, uma excessiva atração desordenada e doentia pelo outro sexo a ponto de cometer o estupro seguido de assassinato. Isso nos proporciona a ocasião de lutar contra tendências desregradas; é precisamente na luta que alguém se faz grande! Não fora da luta, minimizando, dourando a pílula e justificando erros, ou pior, unindo-se amigavelmente ao pecado, ficaríamos assim sempre com nossa pequena estatura espiritual. Por conseguinte, assuma corajosamente sua tarefa de não ceder aos desvios sexuais, sejam eles qual forem: Promiscuidade, pornografia, homossexualidade e bestialidades sexuais.

 

 

Convido-o, como amigo e irmão em Cristo, para viver a Lei Divina, e você será feliz, mesmo que isso lhe custe muito; quanto mais for difícil, mais mérito você terá diante de Deus!

 


 


 

Você, tal como é, é chamado por Deus à santidade, seja homo, ou hetero! Ele tem as graças necessárias para levar você à perfeição cristã. Os Santos não foram de linhagem diferente da nossa, tiveram seus momentos difíceis, mas conseguiram vencer com o auxílio de Deus.Pode ser que você nunca não deixe de ter a tendência homossexual, será o seu espinho na carne! mas você pode, com o auxílio da Graça de Deus, vencer-se a si mesmo sempre. E receberá de Deus a recompensa, pois você vai agradar muito ao Senhor nesta luta contra o pecado. E assim você será feliz, mesmo já aqui neste mundo, porque a Palavra de Deus não falha! Não há outro caminho verdadeiro de felicidade para você, esteja certo disso! Mesmo que você caia, não pode desanimar nem se desesperar. Mais importante do que vencer, para Deus, é lutar sempre sem nunca desanimar! O verdadeiro santo não é aquele(a) que nunca cai, mas aquele(a) que ao cair, se arrepende, confessa seu pecado e recorre a misericórdia divina que não se cansa de nos perdoar! Busque ajuda num amigo(a) reto e Cristão em quem você confia, e também, procure ajuda nos seus pais e na sua família; abra-se com eles se eles podem entendê-lo e ajudá-lo. Procure sublimar seus impulsos naturais dedicando-se ao esporte e à arte (poesia, música, pintura) ou a uma tarefa que lhe interesse ou mesmo ao trabalho profissional. Lembre-se de que sentir tendências homossexuais não é pecaminoso, desde que não se lhes dê consentimento. O mal consiste em consentir nessa prática. Não se feche em si mesmo ou no isolamento. A solidão ensimesmada nestes casos, é prejudicial e pode levar ao desespero. Se você leva uma vida digna, tenha a cabeça erguida e viva sua vida de forma Cristã e honrosa. E jamais sob hipótese ou tentação alguma, abandone a sua prática religiosa. Sem Deus todo fardo se torna mais pesado! Não há por que abandonar a prática religiosa se o homossexual se afasta das ocasiões de pecar. A Igreja recomenda aos seus pastores especial atenção aos que lutam pela castidade: “não fechem estas vias de Santidade, ao contrário, as promovam!”

 

 

 

Fonte:https://formacao.cancaonova.com/afetividade-e-sexualidade/homossexualidade/palavras-a-um-jovem-homossexual/

 

 

 

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