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A "Revolta de Atlas", de Ayn Rand - O 2º livro mais influente da História, atrás apenas da Bíblia.

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 1 de dezembro de 2020 | 10:52



 

A "Revolta de Atlas", de Ayn Rand, foi considerado o 2º livro mais influente da História, atrás apenas para a Bíblia. Eis outros motivos para lê-lo: De autoria de Ayn Rand, que já dispensa comentários, a escritora e filósofa por trás do Objetivismo e ávida defensora dos direitos individuais deixou um majestoso legado por meio de suas ideias e uma herança cultural sustentada principalmente por sua obra-prima: “A Revolta de Atlas”. Tamanha importância não é à toa: em um romance filosófico com mais de mil páginas. Ayn Rand consegue envolver o leitor em uma narrativa complexa, porém prazerosa, ao passo que é capaz de introduzir suas ideias filosóficas sem degradar a leitura a um tédio total — muito pelo contrário, é por meio dessas explicações que Rand, concomitantemente consegue provocar uma reflexão pessoal em cada um de nós e possibilita compreendermos a fundo o comportamento das personagens.

 

 

A história ocorre em um período impreciso, característica atemporal das obras de Ayn Rand — ela sabia que os cenários descritos em seus trabalhos poderiam ocorrer a qualquer momento. No cenário mundial, as instituições políticas de esquerda estão dominando o quadro político, assim, a última ponta de esperança que sustenta a ideia capitalista é o Estados Unidos — porém sua economia está praticamente colapsando, com falta de suprimentos básicos e o funcionamento precário de serviços essenciais.

 

 

Dentro de todo esse contexto conturbador, em que a humanidade se encontra praticamente definhando, as pessoas que possuem poder político fazem proveito do árduo trabalho de empresários, cientistas, engenheiros e artistas que ainda procuram reerguer à civilização ao seu esplendor. Contudo, o Estado passa a implantar leis manipuladoras e injustas que tomam as posses e criações desses indivíduos. Com o passar do tempo, essas mentes geniais começam a desaparecer — a famosa greve de cérebros — e quem irá pagar o preço dessa condição é todo homem, acelerando ainda mais o trem da civilização a caminho de um penhasco imenso.

 

Rand constrói personagens fascinantes, como um inventor magnífico que se torna em um playboy e uma mulher que luta para manter uma ferrovia transnacional em funcionamento apesar da decadência econômica do país. Cada personagem é uma peça no mecanismo total da obra que servem para exemplificar os ideais filosóficos aos quais Ayn Rand defendia e ia contra.


“Who is John Galt?”

 

A famosa pergunta presente diversas vezes ao longo do livro, é uma referência a um misterioso personagem que representa os princípios da filosofia objetivista: a racionalidade, a liberdade de expressão, a integridade, o orgulho, a produtividade, a independência e, principalmente as liberdades individuais. Galt é a representação de um ideal. Ao analisar o panorama da vida humana, ele propõe uma revolução filosófica — o renascer do espírito humano: aquele que vive por meio de princípios racionais, produtivos e individuais.

 

 

Ao decorrer da narrativa literária, Ayn Rand vai descontruindo preconceitos, abrindo a mente dos leitores e cria uma sociedade utópica com pessoas vivendo apenas por meio dos princípios que ela considerava fundamentais para que a sociedade alcançasse a áurea da humanidade.

 

 

 

Além disso, Rand alia o amor a suas ideias, na Revolta de Atlas a autora deixa explícito seu ideal de amor por meio de dois personagens: Dagny Taggart e Hank Rearden — duas pessoas que também eram exemplos de indivíduos responsáveis por mover a sociedade. Os acontecimentos na história aproximam estes dois personagens únicos e evidenciam o ideal romântico de Rand: uma troca, no qual a moeda eram os valores pessoas; um amor correspondente na mesma medida — a medida dos valores.

 

 

Essa obra-prima revolucionou o conceito de romance filosófico e despertou novos panoramas na defesa do capitalismo, da individualidade e, principalmente, da liberdade.

 

 

Apesar de ser um livro longo e extremamente denso de conteúdo, a leitura se torna viciante e ao mesmo tempo libertadora. Ayn Rand foi capaz, em aproximadamente 1400 páginas, criar uma história envolvente e reveladora que faz cada um de nós refletir sobre nossos próprios valores e a importância da liberdade individual.

 

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