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A Presença Real de Cristo na Eucaristia é chamada assim "por antonomásia" — Você sabia disso?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 26 de abril de 2015 | 09:19




Por *Francisco José Barros Araújo




Nestes breves apontamentos, propomo-nos a decompor e explicar, de forma clara e precisa, o profundo significado da doutrina da Transubstanciação e da expressão tradicional "Presença Real". 


Em nosso corpo, na natureza e em todo o universo criado, tudo parece estar submetido ao fluxo constante das transformações e mudanças. Crescemos, envelhecemos, as estações se sucedem, a matéria se modifica e os seres vivos passam continuamente por processos de geração e corrupção.


Entretanto, quando a Igreja fala da Eucaristia, ela nos introduz em uma realidade que transcende as mudanças ordinárias observadas no mundo físico. Na consagração, não ocorre uma simples alteração exterior, nem uma transformação simbólica, psicológica ou meramente espiritual. 









A Igreja, seguindo as palavras de Cristo e a tradição apostólica, ensina que se realiza uma verdadeira conversão da substância do pão e do vinho no Corpo e Sangue do Senhor, permanecendo apenas as aparências sensíveis. A essa admirável mudança, o Concílio de Trento deu o nome de Transubstanciação.


Além disso, o Magistério ensina que a presença de Cristo na Eucaristia é chamada "Presença Real" por antonomásia, isto é, por excelência. Não porque as demais formas de presença de Cristo na Igreja não sejam reais, mas porque, no Santíssimo Sacramento, Ele se faz presente de maneira única, verdadeira, real e substancial, com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade. 


Compreender corretamente esses termos é penetrar mais profundamente no mistério central da vida da Igreja e no tesouro mais precioso confiado por Cristo ao seu povo.



O que significa "antonomásia" e por que o Catecismo utiliza essa expressão?



Uma das passagens mais ricas e menos compreendidas do Catecismo da Igreja Católica encontra-se no §1374, quando afirma que a presença de Cristo na Eucaristia é chamada "real" por antonomásia. Alguns imaginam que se trata de uma linguagem moderna ou de uma teologia tardia. Nada poderia estar mais distante da verdade.

A palavra antonomásia deriva do grego antonomasía, formada por anti ("em lugar de") e ónoma ("nome"). Na retórica clássica, a antonomásia é uma figura de linguagem pela qual uma determinada designação é aplicada a alguém ou a algo de modo eminente ou por excelência.

Assim, chamamos São Paulo de "o Apóstolo", embora existam outros apóstolos; chamamos Maria Santíssima de "a Virgem", embora existam outras virgens; e Roma é conhecida como "a Cidade Eterna", embora existam muitas cidades.


O uso da expressão per antonomasiam já era conhecido na antiguidade clássica e foi amplamente utilizado pelos teólogos medievais e escolásticos, especialmente por São Tomás de Aquino.


Foi o Papa Paulo VI, na encíclica Mysterium Fidei (1965), quem retomou explicitamente essa linguagem para reafirmar a singularidade da presença eucarística diante de interpretações que tendiam a reduzir a Eucaristia a um simples símbolo ou a colocá-la no mesmo nível das demais formas de presença de Cristo.












Por isso, o Catecismo afirma:


"Esta presença chama-se 'real' não por exclusão, como se as outras não fossem 'reais', mas por antonomásia, porque é substancial e porque por ela Cristo, Deus e homem, se torna presente completo" (§1374).



Importa notar que a antonomásia não descreve o modo da presença de Cristo nem significa "ocupação". Ela se refere exclusivamente ao nome "Presença Real", atribuído à Eucaristia por excelência.



Cristo está presente de múltiplas maneiras em sua Igreja


O Catecismo ensina:


"Cristo Jesus, aquele que morreu, ou melhor, que ressuscitou, está presente de múltiplas maneiras em sua Igreja" (§1373).



Nosso Senhor Jesus Cristo, está presente:


1)Em Sua Palavra - Quando as Sagradas Escrituras são proclamadas, é o próprio Cristo quem fala ao seu povo:


-"Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos rejeita, a mim rejeita" (Lc 10,16).

-E ainda: "A palavra de Deus é viva, eficaz e mais penetrante do que uma espada de dois gumes" (Hb 4,12).



2)-Na oração da Igreja - Cristo continua intercedendo por nós diante do Pai e associa a Igreja à sua oração:

"Cristo Jesus é aquele que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à direita de Deus e que intercede por nós" (Rm 8,34).

3)-Onde dois ou três estão reunidos em Seu nome - O próprio Senhor prometeu sua presença no meio da comunidade reunida:

"Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles" (Mt 18,20).

4)-Nos pobres, doentes e sofredores - Jesus identifica-se com os necessitados:

"Todas as vezes que fizestes isso a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes" (Mt 25,40).

5)- Nos sacramentos - Cristo age e comunica a graça por meio dos sacramentos instituídos por Ele:

-"Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19).

-E ainda: "Quem crer e for batizado será salvo" (Mc 16,16).

6)-Na pessoa do ministro ordenado - O sacerdote age in persona Christi, isto é, na pessoa do próprio Cristo Cabeça:

-"Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos rejeita, a mim rejeita" (Lc 10,16).

-E São Paulo recorda: "Que os homens nos considerem, pois, como ministros de Cristo e dispensadores dos mistérios de Deus" (1Cor 4,1).

7)-No Santo Sacrifício da Missa - Cristo torna presente sacramentalmente o único sacrifício da Cruz:

-"Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19).

-"Este cálice é a nova aliança em meu sangue, derramado por vós" (Lc 22,20).

-E São Paulo testemunha: "Todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha" (1Cor 11,26).

8)- Sobretudo, nas espécies eucarísticas - Embora Cristo esteja realmente presente de todas essas maneiras, o Catecismo acrescenta:

"Mas sobretudo sob as espécies eucarísticas" (CIC §1373).

Porque nelas se realiza aquilo que o próprio Senhor prometeu:


-"Isto é o meu corpo" (Mt 26,26).

-"Isto é o meu sangue da Aliança, derramado por muitos" (Mc 14,24).

-"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,56).



Por isso, a Igreja ensina que a presença eucarística é chamada "Presença Real" por antonomásia, não porque as demais formas de presença de Cristo não sejam reais, mas porque, na Santíssima Eucaristia, Ele está presente de modo único, verdadeiro, real e substancial, com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade (cf. CIC §§1374 e 1413).




Todas essas presenças são reais e verdadeiras. Contudo, existe uma presença que supera todas as demais em singularidade.










O que significa "Presença Real por antonomásia"?



A expressão "Presença Real" aplicada à Eucaristia não significa que as outras formas de presença de Cristo sejam irreais. Ao contrário, significa que, entre todas as formas pelas quais Cristo se faz presente em Sua Igreja, a presença eucarística é a mais excelente, porque nela Cristo está presente de maneira substancial.



Assim, a Eucaristia recebe o título de "Presença Real" por excelência!



A antonomásia, portanto, aplica-se ao nome, não ao modo pelo qual Cristo se faz presente.







O que é a Transubstanciação?

A palavra Transubstanciação significa literalmente "mudança da substância".

Na consagração:

-a substância do pão deixa de existir;

-a substância do vinho deixa de existir;

-tornam-se presentes o Corpo e o Sangue de Cristo.


Não se trata de uma mudança simbólica, psicológica ou meramente espiritual.Trata-se de uma verdadeira conversão sobrenatural operada pela Palavra de Cristo e pela ação do Espírito Santo.


Substância e acidentesA filosofia cristã distingue:


-Substância - Aquilo que uma coisa é em sua essência.

-Acidentes - As características exteriores percebidas pelos sentidos.



Na Eucaristia, a substância muda, mas os acidentes permanecem.



Por isso, os sentidos percebem pão e vinho, enquanto a fé reconhece a presença do próprio Cristo.



A fé dos Padres da Igreja na Presença Real de Jesus na Eucaristia



-São João Crisóstomo ensinava: "Não é o homem que faz com que as coisas oferecidas se tornem Corpo e Sangue de Cristo, mas o próprio Cristo."


-Santo Ambrósio afirmava: "A força da bênção supera a da natureza."



Desde os primeiros séculos, a Igreja jamais compreendeu a Eucaristia como um simples símbolo.


O Concílio de Trento e a definição dogmática da Presença Real



O Concílio de Trento declarou: "Pela consagração do pão e do vinho opera-se a mudança de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor e de toda a substância do vinho na substância do Seu Sangue; esta mudança a Igreja Católica denominou com acerto e propriedade Transubstanciação."








Por isso, os católicos não adoram pão nem vinho, mas o próprio Cristo vivo e glorioso ali presente!



O discurso do Pão da Vida (João 6)



Jesus afirmou: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna" (Jo 6,54).



Muitos discípulos se escandalizaram e abandonaram o Senhor. Se Cristo estivesse falando apenas simbolicamente, teria esclarecido o mal-entendido. Mas não o fez.Ao contrário, perguntou aos Doze:

"Também vós quereis ir embora?" (Jo 6,67).


Pedro respondeu: "Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna" (Jo 6,68).





Os milagres eucarísticos como "manifestações extraordinárias" da Presença Real



A fé da Igreja na Eucaristia não se fundamenta em milagres extraordinários, mas na própria Palavra de Cristo, que declarou:


-"Isto é o meu corpo" (Mt 26,26);

-"Isto é o meu sangue" (Mt 26,28);

-E ainda: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna" (Jo 6,54).



Por isso, a Igreja crê na Presença Real de Cristo porque Ele mesmo o revelou, e não porque existam milagres visíveis que a comprovem!


Ao longo da história, porém, Deus permitiu em ocasiões raras e extraordinárias diversos milagres eucarísticos, como os de Lanciano, Bolsena, Siena e tantos outros reconhecidos pela autoridade eclesiástica. 


Esses acontecimentos não acrescentam uma nova verdade à Revelação, nem são necessários para que alguém possua a fé católica. Sua finalidade é fortalecer a fé dos fiéis, despertar a devoção e recordar aos homens a grandeza do Santíssimo Sacramento.



É importante compreender que, ordinariamente, na Missa ocorre a Transubstanciação: 


Muda a substância do pão e do vinho, mas permanecem os acidentes ou aparências sensíveis. Os sentidos continuam percebendo pão e vinho, embora a realidade profunda seja agora o Corpo e o Sangue de Cristo.



Nos milagres eucarísticos, entretanto, Deus pode permitir algo diverso e extraordinário: 



Além da mudança substancial já ocorrida pela consagração, ocorre também uma mudança visível dos acidentes, de modo que aquilo que antes conservava a aparência de pão ou vinho passa a manifestar externamente características de carne humana e sangue. 


Trata-se, portanto, não da transubstanciação em si 


— que já havia ocorrido no momento da consagração

—mas. de uma transformação extraordinária das aparências sensíveis.



-Pode-se estabelecer aqui uma "analogia com as Bodas de Caná" (Jo 2,1-11). Ali, a água foi realmente transformada em vinho, mudando tanto a substância quanto as propriedades visíveis e perceptíveis. 


De modo semelhante, em alguns milagres eucarísticos reconhecidos pela Igreja, Deus permite que os acidentes também sejam alterados, tornando visível aquilo que normalmente permanece oculto aos sentidos. Esses fenômenos, porém, são excepcionalíssimos. A forma ordinária estabelecida por Cristo para a recepção da Eucaristia continua sendo sob as espécies de pão e vinho.



-Além disso, esses milagres constituem uma importante resposta à acusação de que os católicos praticariam uma espécie de canibalismo. 


-A Igreja sempre ensinou que a comunhão é recebida sob as espécies sacramentais do pão e do vinho, e jamais recomendou aos fiéis que consumissem tecidos humanos ou sangue manifestados em milagres extraordinários. 


-Quando tais fenômenos ocorrem, a Igreja normalmente os preserva para estudo, veneração e edificação espiritual dos fiéis, e não para distribuição na comunhão.



Assim, os milagres eucarísticos não substituem a fé, nem constituem o fundamento da doutrina católica 


São sinais extraordinários da providência divina que apontam para uma realidade muito maior: a presença verdadeira, real e substancial de Nosso Senhor Jesus Cristo na Santíssima Eucaristia, presença esta que a Igreja professa ininterruptamente desde os tempos apostólicos.



Em suma, a maior maravilha não é o milagre eucarístico extraordinário, mas a própria Eucaristia celebrada diariamente em cada altar católico do mundo. Pois, mesmo quando nada de extraordinário é percebido pelos sentidos, ali se realiza o maior dos milagres: Cristo torna-se verdadeiramente presente sob as espécies sacramentais, conforme sua promessa:

"Eis que estarei convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Mt 28,20).




Conclusão


A Eucaristia é o coração da vida da Igreja. Todos os sacramentos convergem para ela e dela recebem sua plenitude.

Cristo está realmente presente em Sua Palavra, em Sua Igreja, nos pobres, nos sacramentos e na assembleia dos fiéis. Todas essas presenças são verdadeiras.

Todavia, somente na Eucaristia Ele está presente de maneira verdadeira, real e substancial, com Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade.É por isso que a Igreja, seguindo a tradição apostólica, o ensinamento do Concílio de Trento, a encíclica Mysterium Fidei de Paulo VI e o Catecismo da Igreja Católica, chama essa presença de "Presença Real" por antonomásia.Não porque as demais presenças sejam irreais, mas porque a presença eucarística é a presença por excelência.


Diante do Santíssimo Sacramento, a Igreja continua professando, com São Tomás Apóstolo: "Meu Senhor e meu Deus!" (Jo 20,28).


Porque ali não está um símbolo vazio, nem uma mera recordação do passado, mas o próprio Cristo vivo e glorioso, que permanece conosco até o fim dos tempos.

Por isso, toda genuflexão, toda procissão, toda adoração eucarística e toda reverência prestada ao Santíssimo Sacramento dirigem-se unicamente ao Filho de Deus.

A Eucaristia é o maior tesouro da Igreja, a fonte da santidade dos fiéis e a antecipação da comunhão eterna que esperamos viver plenamente na glória do Céu.




BIBLIOGRAFIA



-AMBRÓSIO DE MILÃO. Dos Mistérios e Dos Sacramentos. São Paulo: Paulus, 1996. (Obra patrística fundamental sobre os sacramentos e a mudança operada na Eucaristia pela Palavra de Cristo.)

-ARISTÓTELES. Metafísica. Tradução para o português. São Paulo: Loyola, 2002. (Base filosófica da distinção entre substância e acidentes posteriormente utilizada pela teologia escolástica.)

-BENTO XVI. Sacramentum Caritatis: Exortação Apostólica Pós-Sinodal sobre a Eucaristia. São Paulo: Paulinas, 2007. (Reflexão sobre a centralidade da Eucaristia na vida da Igreja.)

-CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. Petrópolis: Vozes; São Paulo: Loyola, 2000. (Síntese oficial da doutrina católica; especialmente os §§ 1373-1377 e 1413.)

-CIRILO DE JERUSALÉM. Catequeses Mistagógicas. Petrópolis: Vozes, 1978. (Testemunho patrístico da fé na presença real de Cristo na Eucaristia.)

-CONCÍLIO DE TRENTO. Decreto sobre o Santíssimo Sacramento da Eucaristia. In: DENZINGER, Heinrich. Compêndio dos Símbolos, Definições e Declarações de Fé e Moral. São Paulo: Paulinas; Loyola, 2007. (Definição dogmática da transubstanciação.)

-DENZINGER, Heinrich; HÜNERMANN, Peter. Compêndio dos Símbolos, Definições e Declarações de Fé e Moral. São Paulo: Paulinas; Loyola, 2007. (Coleção das principais definições doutrinais da Igreja ao longo da história.)

-JOÃO CRISÓSTOMO, São. Homilias sobre o Evangelho de São Mateus. Petrópolis: Vozes, 2007. (Contém ensinamentos sobre a Eucaristia e a ação de Cristo por meio do sacerdote.)

-JOÃO PAULO II. Ecclesia de Eucharistia. São Paulo: Paulinas, 2003. (Encíclica sobre a relação entre a Igreja e a Eucaristia.)

-PAULO VI. Mysterium Fidei. São Paulo: Paulinas, 1965. (Documento que reafirma a doutrina da presença real e utiliza explicitamente a expressão "por antonomásia".)

-RATZINGER, Joseph (BENTO XVI). Introdução ao Espírito da Liturgia. São Paulo: Loyola, 2001. (Reflexões teológicas sobre a liturgia e o mistério eucarístico.)

-SANTO AGOSTINHO. Confissões. Petrópolis: Vozes, 2017. (Importante obra espiritual e teológica da patrística latina.)

-TOMÁS DE AQUINO, São. Suma Teológica. Vol. IX: Tratado da Eucaristia. São Paulo: Loyola, 2006. (Principal exposição escolástica sobre a presença real, a transubstanciação e os acidentes eucarísticos.)

-TOMÁS DE AQUINO, São. Comentário ao Evangelho de São João. Campinas: Ecclesiae, 2018. (Interpretação do discurso do Pão da Vida em João 6.)

-VATICANO II. Constituição Dogmática Lumen Gentium. Petrópolis: Vozes, 1965. (Doutrina sobre a Igreja e a presença de Cristo em seu Corpo Místico.)

-BROUARD, Maurice, S.S.S. (Org.). Eucharistia: Enciclopédia da Eucaristia. São Paulo: Paulus, 2006. (Obra de referência organizada pelo sacerdote sacramentino Maurice Brouard, reunindo contribuições de mais de 80 especialistas de diferentes tradições cristãs. Apresenta uma abordagem multidisciplinar da Eucaristia — bíblica, patrística, histórica, litúrgica, teológica, espiritual e pastoral — constituindo uma das mais completas obras em língua portuguesa sobre o mistério eucarístico.)

-LAFRANCE, Jean. A Eucaristia, Coração da Igreja. São Paulo: Loyola, 1997. (Espiritualidade eucarística.)

-MARTIMORT, Aimé Georges. A Igreja em Oração: Introdução à Liturgia. Petrópolis: Vozes, 1989. (Teologia litúrgica clássica.)

-SCHMAUS, Michael. Dogmática Católica – Os Sacramentos. Petrópolis: Vozes, 1968. (Exposição sistemática da teologia sacramental.)

-SUENENS, Léon-Joseph. A Eucaristia, Vida do Mundo. São Paulo: Paulinas, 1980. (Reflexões pastorais e teológicas sobre a Eucaristia.)

-TABORDA, Francisco. Eucaristia: Mistério e Sacramento do Reino. São Paulo: Loyola, 2004. (Abordagem contemporânea da teologia eucarística em continuidade com a tradição católica.)


 



*Francisco José Barros Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme diploma Nº 31.636 do Processo Nº  003/17





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