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Quais são os maiores Teólogos da Renovação Carismática Católica? Nacionais e Internacionais ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 25 de julho de 2013 | 11:05









A Igreja, ao longo de sua história, tem presenciado o surgimento de muitos "despertares" e movimentos de “renovação”. Como observa o conceituado teólogo Alemão Heribert Mühlen, em muitos deles “irrompe assim, novamente, a vitalidade pentecostal da Igreja, e isso de um modo nunca previsto”.O "século da Igreja", como foi muitas vezes definido o século XX, já se iniciará sob o signo de uma necessidade: o desejo da presença criadora e libertadora do Espírito. Em 9 de maio de 1897, o Papa Leão XIII publicou a Encíclica Divinum Illud Munus, sobre o Espírito Santo, "lamentando que o Espírito Santo fosse pouco conhecido e apreciado, concita o povo a uma devoção ao Espírito Santo. 











A leitura, os sermões e livros sobre este documento influenciarão muitas pessoas, estimulando também um número importante de estudos sobre o papel do Espírito Santo na Igreja. Passadas algumas décadas e convocado solenemente no dia 25 de dezembro de 1961, através da Constituição Apostólica Humanae Salutis, a vida da Igreja contemporânea ficará profundamente marcada pelo Concílio Vaticano II (1962-1965). Superando a fase apologética defensiva contra o mundo moderno, teve o Concílio o mérito de recolher e direcionar vozes proféticas do século XIX, que buscaram redescobrir a integridade e o ministério da Igreja, bem como movimentos na primeira metade do século XX, entre eles: Movimento Litúrgico, Movimento Bíblico, Movimento Ecumênico, etc., e que traziam um desejo comum: "renovar a vida da Igreja e dos batizados a partir de um retorno às origens cristãs".Para seu promotor, o Papa João XXIII, o Concílio deveria ser uma "abertura de janelas" para que um "ar novo e fresco" renovasse a Igreja.Depois de quatro etapas conciliares, o Papa Paulo VI encerrou o Concílio Ecumênico Vaticano II em uma cerimônia ao ar livre, na Praça de São Pedro, no dia 8 de dezembro de 1965.Tendo também sido qualificado como o Concílio do Espírito Santo, "O Vaticano II foi um verdadeiro Pentecostes como o mesmo João XXIII havia desejado e ardentemente pedido” e, embora a dimensão carismática jamais deixasse de existir na realidade e na consciência eclesial, sobretudo na Lumen Gentium, em seu primeiro capítulo, o Vaticano II nos torna manifesto esta realidade não como algo secundário, mas como fundamental. Segundo este documento a Igreja é intrinsecamente carismática. O Concílio Vaticano II não vê nenhum motivo para que se estabeleça uma oposição entre "carisma" e "ministério" ou "carisma" e "instituição"; tal como as instituições e os ministérios, os carismas são realidades igualmente essenciais para a Igreja. O Concílio consegue, assim, superar as antigas impostações dicotômicas que predominaram no campo teológico por vários anos e recupera o equilíbrio salutar da eclesiologia: o Espírito guia a Igreja e a "unifica na comunhão e no ministério; dota-a e dirige-a mediante os diversos dons hierárquicos e carismáticos" (LG 4).Na perspectiva do Cardeal Suenens, João XXIII estava consciente de que a Igreja necessitava de um novo pentecostes e acrescenta: “Agora, olhando para trás, podemos dizer que o concílio, indicando a sua fé no carisma, fez um gesto profético e preparou os cristãos para acolher a Renovação Carismática que está se espalhando por todos os cinco continentes”. Na compreensão que tem de si, a Renovação Carismática se percebe como um acontecimento estreitamente vinculado ao Concílio. A Renovação Carismática apareceu na Igreja Católica no momento em que se começava a procurar caminhos para pôr em prática a renovação da Igreja, desejada, ordenada e inaugurada pelo Concílio Vaticano II. Não se havia passado um ano sequer ao término do Concílio, quando em 1966 começou a despontar o fenômeno religioso chamado agora Renovação Carismática. Não sendo, pois, um acontecimento isolado, podemos localizar a Renovação Carismática como um dos desdobramentos da evolução da espiritualidade pós-conciliar, e a partir daí o desdobramento de toda sua praxe, e amadurecimento de toda sua teologia, que tem como melhores intérpretes os seus teólogos!




OS GRANDES TEÓLOGOS INTERNACIONAIS DA RCC:













1)-Kevin Ranaghan - Nasceu em Nova York em 1940, com os pais de descendência irlandesa-católica.











Faculdade:Ao completar seu doutorado em estudos litúrgicos, no departamento de teologia na Universidade de Notre Dame, Kevin conheceu sua futura esposa, Dorothy. Eles se casaram em 1966.




Conversão Religiosa:Ranaghan ouviu falar de um novo trabalho do Espírito Santo na vida de alguns amigos na Universidade de Duquesne (E.U.A). Após um período inicial de ceticismo, sua oração e estudo levou ele e sua esposa para ser batizado no Espírito Santo, em 5 de março de 1967.




Relação com Renovação Carismática Católica: Em 1969, Ranaghan  publicou "católicos pentecostais", o primeiro livro que detalha a história deste movimento de renovação e articulação de suas implicações teológicas. Obra ligada batismo no Espírito para a renovação dos sacramentos da iniciação.O livro foi traduzido em várias línguas, e Kevin Ranaghan viajou extensivamente, tanto dentro como fora dos Estados Unidos, para espalhar a notícia sobre este derramamento pentecostal na igreja. Suas viagens o colocou em contato não apenas com grupos católicos de todo o mundo, mas também com grupos de protestantes de Pentecostais, da linha principal e córregos evangélicos do cristianismo. Ranaghan serviu como uma ponte entre católicos e membros de outras denominações que, pela primeira vez na história, estavam experimentando uma renovação simultânea e similares no Espírito.




Comitês e Conferências: Ranaghan foi ordenado diácono Católico permanente em 1973. Juntou-se a Comissão dos Estados Unidos do Serviço Nacional para a Renovação Carismática Católica há 15 anos, e durante 11 anos foi seu diretor executivo. Ele tem sido um dos principais organizadores de conferências nacionais e internacionais, especialmente a Conferência de Líderes 1975 Católica, em Roma, e na Conferência Ecumênica 1977, em Kansas City.Atualmente atuando como membro do Conselho da ICCRS representando expressão comunitária da renovação, Kevin também atua como vice-presidente do conselho. Ele era um membro do conselho desde a época de sua criação, na década de 1970 até 1984. Em 1990, ele voltou para o Conselho no seu papel de presente. Ranaghan foi membro fundador do Povo de Louvor, uma comunidade de aliança cristã ecumênica.

 

 


2)- Heribert Mühlen (27 de abril de 1927 - 25 de maio 2006) foi um teólogo católico,alemão.










Ele nasceu em Mönchengladbach, estudou em Bonn, Freiburg, Roma, Innsbruck, Munique Münster und, e era padre desde 1955.Desde 1962 Mühlen lecionou na Faculdade de Teologia da Universidade de Paderborn, onde mais tarde (1964-1997) trabalhou como ordinarius für Dogmatik und Dogmengeschichte (professor de Dogmática e História dogmático).Durante o Concílio Vaticano II, o Papa Paulo VI nomeou Mühlen como um dos especialistas em Teologia (1964).Sua obra teológica está concentrada principalmente na pneumatologia, eclesiologia e teologia pastoral. Mühlen também ajudou a introduzir idéias do movimento carismático na Igreja Católica Romana.





OBRAS PUBLICADAS:





1)- Una Mystica Persona. (1967)



2) Igreja cresce de dentroem direção a uma nova forma histórica da fé da Igreja - Redefinição da relação entre a Igreja e a sociedade. Boniface, Paderborn 1996.




Fonte: Tradução do  Wikpedia





3)- Padre Raniero Cantalamessa, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, nasceu em Colli del Tronto (AP-Itália), em 22 de julho de 1934. Foi ordenado sacerdote em 1958.











É laureado em Teologia pela Universidade de Friburgo, Suíça, e em Letras Clássicas pela Universidade Católica de Milão. Foi professor ordinário de História das Origens do Cristianismo e Diretor do Departamento de Ciências Religiosas da Universidade do “Sacro Cuore” de Milão.Foi membro da Comissão Teológica Internacional de 1975 a 1981 e, por doze anos, membro da Delegação Católica para o Diálogo com as Igrejas Pentecostais.Em 1979 deixou o ensino para dedicar-se a tempo pleno, ao Ministério da Palavra.Foi nomeado por João Paolo II Pregador da Casa Pontifícia em 1980 e confirmado no cargo por Bento XVI, em 2005. Nesta função prega cada semana, do Advento e da Quaresma, uma meditação na presença do Papa, dos Cardeais, Bispos, Prelados e Superiores Gerais de Ordens Religiosas. É convidado para Conferências em muitos países do mundo, inclusive com frequência, também a irmãos de outras denominações cristãs. Recebeu três títulos de Doutor Honoris Causa: em Ciências do Direito, da Universidade Notre Dame de South Bend (Indiana-EUA); em Ciências da Comunicação da Universidade de Macerata (Itália) e em Teologia da Universidade Franciscana de Steubenville (Ohio-EUA).Além de livros científicos escritos como historiador das Origens Cristãs, sobre a Cristologia dos Santos Padres, sobre a Páscoa na Igreja antiga e outros temas, ele publicou numerosos outros livros de espiritualidade, fruto de sua pregação na Casa Pontifícia, que são traduzidos em cerca de 20 línguas.De 1994 a 2009 ele apresentou na televisão “Rai Uno”, todo sábado à noite, uma explicação do evangelho do domingo, com o título: “As razões da esperança”.Desde 2009, quando não está pregando na Casa Pontifícia e dando Conferências em outras partes do mundo, ele vive no Eremitério do Amor Misericordioso, em Cittaducale (RI-Itália), assistindo como sacerdote, a uma pequena comunidade de monjas de clausura.




Fonte: http://www.cantalamessa.org/?page_id=201&lang=pt





4)-Leo Jozef Suenens (Ixelles, Bélgica, 16 de Julho de 1904 — Bruxelas, Bélgica, 6 de Maio de 1996).











O Cardeal Suenens morreu de trombose, em Bruxelas, aos 91 anos, e foi enterrado na Catedral St. Rumbolds. No momento da sua morte, ele foi um dos quatro cardeais vivos elevados pelo Papa João XXIII.Foi arcebispo de Malinas-Bruxelas (1961 a 1979) e um cardeal católico (desde 1962). Foi também presidente da Conferência Episcopal Belga.Com opiniões e tendências progressistas e liberais, ele defendeu o aggiornamento (mudança) da Igreja Católica no Concílio Vaticano II (1962-1965), onde foi nomeado um dos quatro moderadores do concílio pelo Papa Paulo VI.Ele foi um grande defensor do ecumenismo e do diálogo e adaptação da Igreja ao mundo moderno. Os seus contributos para o desenvolvimento da Renovação Carismática Católica valeram-lhe o Prêmio Templeton, em 1976.




Início da vida e da educação: Leo Suenens nasceu às 6:30 da manhã em uma clínica em Ixelles para Jean-Baptiste e Jeanne (Jannsens Nee) Suenens. Ele foi batizado por seu tio, que também era um sacerdote. Perder o pai (que tinha um restaurante) aos quatro anos, Leo morava com a mãe no rectoryof sacerdote tio.Estudou no Instituto de Santa Maria em Schaerbeekand então entrou na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, em 1920. Desde o gregoriano, ele obteve um doutorado em teologia e em filosofia (1927) e mestrado em Direito Canônico (1929). Suenens tinham tomado como seu mentor cardeal Désiré-Joseph Mercier, que também tinha enviado a Roma.



Sacerdócio: Ordenado sacerdote em 4 de setembro de 1927 pelo Cardeal Jozef-Ernest van Roey, Suenens, inicialmente, atuou como professor no Instituto de Santa Maria e, em seguida, ensinou filosofia moral e pedagogia no Seminário Menor de Mechelen 1930-1940.Ele trabalhou como capelão do regimento de artilharia do exército belga no sul da França por três meses, e em agosto de 1940, ele se tornou vice-reitor da famosa Universidade Católica de Louvain.Quando reitor da Louvain foi preso pelas forças nazistas em 1943.Elevado a categoria de Monsenhor em outubro de 1941, ele foi incluído em uma lista de trinta reféns que estavam a ser executado pelos nazistas, mas a libertação aliada da Bélgica ocorreu pouco antes essas ordens poderiam ser realizadas.




Carreira Episcopal: Em 12 de novembro de 1945, foi nomeado Bispo Auxiliar de Mechelen . Suenens recebeu sua consagração episcopal no seguinte 16 de dezembro do Cardeal Van Roey, com os Bispos Étienne Joseph Carton de Wiart e Jan van Cauwenbergh servindo como co-consecrators.Ele foi nomeado Arcebispo de Mechelen em 24 de novembro de 1961, o primaz belga foi renomeado Mechelen-Bruxelas em 8 de Dezembro do mesmo ano. Suenens foi criado cardeal Sacerdote de S. Pietro in Vincoli pelo Papa João XXIII no consistório de 19 de Março de 1962.Suenens foi um dos cardeais eleitores que participaram em 1963 da eleição do Papa Paulo VI.Ele também votou nos conclaves de agosto e outubro de 1978, e, finalmente, renunciou ao cargo em Mechelen-Bruxelas em 04 de outubro de 1979, após 17 anos de serviço.




Participação no Concílio Vaticano II - Quando o Papa João XXIII chamou os bispos do mundo a Roma para o Concílio Vaticano II (1962-1965), descobriu em Suenens um homem que compartilhou suas opiniões sobre a necessidade de renovação na Igreja.Quando a primeira sessão caiu no caos organizacional sob o peso dos seus documentos, foi Suenens, que, a convite do Papa, resgatou o impasse e, essencialmente, definiu a agenda para todo o Conselho.Paulo VI o fez um dos quatro moderadores do Conselho, juntamente com cardeais Grégoire-Pierre Agagianian, Julius Döpfner, andGiacomo Lercaro.Suenens também se acreditava ser uma força decisiva para trás documentos conciliares Lumen Gentium e Gaudium et Spes.




Reformas:Após o Concílio, Suenens comprometeu-se a implementar as suas reformas, embora não sem controvérsia.





Diálogo com o mundo moderno:Diálogo com outras denominações cristãs, bem como com as outras religiões, o papel adequado dos leigos, modernização de vida religiosa, a Mulher, a colegialidade, a liberdade religiosa, a colaboração e co-responsabilidade na Igreja estavam entre as causas que defendida no Conselho.Seu sucessor, Godfried Danneels, descreveu-o como um meteorologista excelente que sabia de que direção o vento do Espírito estava soprando na Igreja, e um estrategista experiente, que percebeu que ele não pode mudar a direção do vento, mas pode ajustar as velas de acordo com ele.O Papa João Paulo II depois atestou que "Cardeal Suenens tinha desempenhado um papel decisivo no Conselho".





Relações com a Cúria: Em maio de 1969, uma entrevista que ele deu aos franceses católicos revista Informations Catholiques Internationales em que ele ofereceu uma crítica apaixonada da Cúria Romana.Eugène-Gabriel-Gervais-Laurent Tisserant, posteriormente, exigiu uma retratação, mas Suenens recusou e declarou que A reação de Tisserant como inaceitável e sem fundamento.





Dez anos depois, ele refletiu sobre o evento e disse: "Há momentos em que a lealdade exige mais do que se manter em sintonia com um velho pedaço de música. Tanto quanto eu estou preocupado com a lealdade, é um diferente tipo de amor. E isso exige que aceitemos a responsabilidade pelo todo e servir a Igreja com tanta coragem e sinceridade possível. "




Sobre o sacramento do Casamento Cristão: Durante os debates do Concílio  sobre o casamento, Suenens acusou a Igreja de colocar a procriação acima do amor conjugal; o Papa Paulo VI se angustiou por isto, e cardeal negou mais tarde "que ele tenha questionado o autêntico ensinamento da Igreja sobre o casamento".




Relação com a Renovação Carismática: Ele endossou a Renovação Carismática Católica, e o seu lema episcopal era Em Sancto Spiritu ("No Espírito Santo").




Ortodoxia e heterodoxia: O cardeal não favoreceu posições heterodoxas. Ele uma vez disse: "Se você não acredita no Espírito Santo, na ressurreição ou vida após a morte, é melhor você deixar a Igreja".





GENERALIDADES SOBRE SUA VIDA:

 



• Suenens tinha o espírito daquele que se faz criança.




• Durante os seus estudos em Roma, Suenens residia no Colégio Pontifício belga e também atuou como bibliotecário da faculdade.




• O cardeal também atuou como Presidente Nacional da Legião de Maria, Pax Christi, ligação nacional para a Acção Católica na Bélgica, e mais tarde Presidente da Conferência BelgianEpiscopal.




• Em 1976 ele recebeu o Prêmio Templeton para o Progresso da Religião.




• Durante agosto  de 1978  no conclave, Suenens agradeceu o Papa João Paulo I para aceitar sua eleição como papa!.





Fonte: Wikipedia






5)- José H. Prado Flores: Nascido em 15 de maio de 1947 na Cidade do México ) - Teólogo católico, erudito, líder e fundador da rede internacional da Escola de Evangelização, escritor e jornalista.














Biografia:






José Prado Flores nasceu em 15 de maio de 1947 na capital do México.Estudou e filosofia e teologia no México. Em 1971, participando da reunião, carismática , participou de uma oração para a efusão do Espírito Santo.Esta experiência levou ao seu envolvimento no trabalho de evangelização da Igreja Católica .Em 1977 graduou-se no Instituto Internacional de Catequese e Pastoral Lumen Vitae, em Bruxelas . Como evangelizador secular lecionou no México (Instituto de Sagrada Escritura, Instituto Superior de Estudos Eclesiasticos Instituto Catolico Biblico em Guadalajara ) e Itália (Instituto de Renovação Carismática Católica em Roma ).Ele é autor de numerosos artigos e livros sobre teologia pastoral e a espiritualidade da Igreja Católica e da Nova Evangelização. Prado Flores teve seus livros traduzidos em muitas línguas, incluindo o idioma polonês .Em 1980 fundou a Escola de Evangelização Andrew St. (SESA), que agora inclui cerca de 2.000 escolas em 82 países.Ele participou da XIII Sessão Ordinária do Sínodo dos Bispos dedicada à Nova Evangelização, em outubro de 2012.




Publicações (Incluindo Polonês):

 



•Formação dos alunos, Joanesburgo, 1992.

•Como evangelizar os batizados, Joanesburgo, 1993.

• Moisés do deserto, Wroclaw, Cracóvia, 1994.

•Jesus é o Messias, Johannesburg 1995.

•Em todo o mundo sem bagagem, Lodz, Varsóvia, 1995.

• O segredo do jogador  Paulo de Jesus Cristo, Johannesburg 1996.

•Jesus Cristo, o curador de mim, Johannesburg 1997.

•Pescadores de Homens: sacerdotes e leigos na nova evangelização, Gdańsk-Toruń 1997.

•Como pregar Jesus, Kielce 1999.

•Jesus está vivo, Johannesburg 2001.

• A Cativante morte de Jesus, Kielce 2006.

•Effat! Abra-se!, Kielce 20076 (junto com Angela M. Chineze)

•O fogo do amor: ao redor do mundo sem bagagem, Kraków 2009, (com Emilien Tardif)





Fonte: Wikipedia




#TEÓLOGOS brasileiros DA RCC:








1)-Prof. Felipe Aquino













Professor Felipe Aquino construiu uma história literária de sucesso, com inúmeros livros publicados pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. É Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova.Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012.Sempre abordando temas baseados na doutrina católica, ele sabe como poucos tratar de temas comuns ao ser humano, como espiritualidade, namoro, casamento, família, entre outros. E por escrever sempre de maneira objetiva e de fácil compreensão, consegue conquistar cada vez mais leitores. É destaque ainda na TV Canção Nova, apresentando os programas “Escola da Fé”. Atualmente também apresenta o programa “Pergunte e Responderemos”. Na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Professor Felipe Rinaldo Queiroz de Aquino é Doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP (Universidade Estadual Paulista) e Mestre na área pela UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá), também foi Diretor da FAENQUIL, atual Escola de Engenharia de Lorena (EEL-USP) durante 20 anos. Viúvo, foi casado, durante 40 anos com Maria Zila, é pai de cinco filhos e 10 netos.




Professor Felipe Aquino na Web: Desde 2007 o Professor Felipe Aquino possui um blog (Cleofas), dedicado a abordagens de temas ligados à Igreja e que ao mesmo tempo façam parte da vida da sociedade. É um espaço democrático, no qual os leitores podem participar com seus comentários, críticas construtivas e sugestões.




alguns LIVROS DO PROFESSOR FELIPE AQUINO – CLEOFAS:

 



-Problemas no casamento

-A Mulher do Apocalipse

-Teologia da Libertação

-São Bento

-Quem é Deus

-Para Ser Feliz

-A Minha Igreja

-Não vos conformeis com esse mundo







Fonte: http://cleofas.com.br/prof-felipe-aquino/






2)- Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior














Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior pertence ao clero da Arquidiocese de Cuiabá (Mato Grosso – Brasil).Nasceu em Recife – PE, no dia 7 de novembro de 1967, onde pertencia à Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem. Com 11 anos de idade, sua família se transferiu para Cuiabá – MT (1979).Foi estudante de intercâmbio e concluiu o ensino médio em Michigan, nos EUA (1983-1984). Ingressou no seminário em 1985 e foi ordenado sacerdote no dia 14 de junho de 1992, pelo Bem-aventurado Papa João Paulo II.É licenciado em Filosofia pelas Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso – FUCMAT, Campo Grande, MS (1987); bacharel em teologia (1991) e mestre em direito canônico (1993) pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma).




Já exerceu os seguintes "ofícios eclesiásticos" na Arquidiocese de Cuiabá:





-Vigário Paroquial da Catedral-Basílica do Senhor Bom Jesus de Cuiabá (1994-1997).



-Reitor do Seminário Cristo Rei (1996-2010). Vigário Judicial (1998-2011).



-Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Dores, em Barão de Melgaço, no pantanal de Mato Grosso (1998-2009).



-Secretário Geral do Sínodo Arquidiocesano de Cuiabá (2004-2008).



-Foi por diversos mandatos membro do Conselho de Presbíteros e do Colégio de Consultores (1994-2010).





Lecionou nas seguintes instituições:





-Faculdades de Filosofia e de Psicologia da Universidade Católica Dom Bosco – Campo Grande, MS (1994-1995);



-Instituto Regional de Teologia (ITEO) – Campo Grande – MS (1994-2000);



-Studium Eclesiástico Dom Aquino Corrêa – Cuiabá, MT (1999-2012).



-Foi membro do Conselho Internacional de Catequese (Coincat) da Santa Sé (Congregação para o Clero), por dois períodos consecutivos (2002-2012).



Atualmente (até a data de publicação desta matéria):




-É Vigário Paroquial da Paróquia Cristo Rei, em Várzea Grande – MT e se dedica à evangelização através dos meios de comunicação.



-Leciona Teologia no Instituto Bento XVI, da Diocese de Lorena, SP, desde 2011.




-É autor de diversos livros e artigos, e apresenta semanalmente o programa "Oitavo Dia", pela Rede Canção Nova de Televisão.





Fonte: http://padrepauloricardo.org/padre-paulo-ricardo







3)- Padre Alírio José Pedrini scj












Nascido em Botuverá (SC), no seio de uma familia numerosa e profundamente cristã, aos 24 de março de 1938. Foi batizado no dia 17 de abril e crismado no dia 1º de outubro de 1939.Quarto filho de uma família de nove irmãos, cinco homens e quatro mulheres. Viveu sua meninice em ambiente familiar, escolar e paroquial impregnado de viva fé e de vivência cristã. Essa realidade favoreceu uma fundamentação religiosa desde muito cedo, e auxiliou muito na vida seminarística. Fez três anos de escola primária em sua terra natal.




FORMAÇÃO: Entrou no seminário com treze anos incompletos. Fez os estudos subsequentes: Ginasial, Colegial, Filosofia e Teologia na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos) à qual se filiou com seus primeiros votos religiosos em 02 de fevereiro de 1959.Foi ordenado sacerdote em 28 de junho de 1964, na cidade de Brusque, pelas mãos de Dom Joaquim Domingues de Oliveira, então arcebispo de Florianópolis.





ATUAÇÃO ECLESIAL: Trabalhou por três anos no seminário de Corupá- SC, como professor e formador. Dedicou nove anos à pastoral paroquial. Declarando que tendo encontrado grande riqueza espiritual para a sua vida crista, consagrada, sacerdotal e apostólica, na Renovação Carismatica.Desde 1977 dedica-se à pregação de retiros espirituais para leigos, religiosos, sacerdotes, seminaristas e vocacionados,por todo o Brasil e no exterior. Desejoso de expandir ainda mais seu ministério sacerdotal, empenhou-se de escrever e publicar obras de cunho espiritual, de auto ajuda Cristã, de orientação para jovens, e de formação para os participantes da Renovação Carismática.




OBRAS:



Tem 25 livros publicados no Brasil, e diversos títulos publicados na Itália, na Hungria, em Portugal, na Colômbia e na Argentina. Além dos livros, escreve artigos para as revistas Brasil Cristão, e Ir ao Povo, bem como para pequenas revistas e jornais. Com o mesmo desejo de evangelizar, fez programas de TV na Século 21 por um ano e meio, bem como programas de rádio. (Problemas de saúde e necessidade de tratamento levaram-se a deixar a TV e o Rádio).Com o mesmo desejo de levar “boas notícias” a muitos corações, entra agora na Internet com seu blog (Link abaixo):







Fonte:http://dehonbrasil-aliriopedrini.blogspot.com.br/2009/07/autobiografia.html






4)- Padre João Carlos Almeida SCJ - (conhecido como Padre Joãozinho)













Nascido em Brusque, a 10 de maio de 1964, é um padre católico brasileiro. Conhecido do grande público, especialmente da Renovação Carismática Católica (RCC), é um dos compositores católicos mais respeitados ao lado de padres como Zezinho e Jonas Abib. Como produtor musical, já descobriu inúmeros talentos católicos, como a banda Vida Reluz, Walmir Alencar, Elaine Cristina, grupo Kyrie, Maria do Rosário, entre outros. Entre suas canções mais conhecidas, destacam-se: Conheço um coração, Vento do Espírito, Tenda do Senhor, Tu que renovas, Confia no Senhor, Irmão Sol, Irmã Luz, Cristo é minha vida (em parceria com o saudoso e já falecido, Padre Léo), entre outras.





Dados pessoais: Filho do contabilista Samuel Sidnei Almeida (in memorian) e da professora Maria da Glória Almeida, tem 2 irmãs: Sandra Simone e Ana Carolina. Iniciou os estudos em 2 escolas públicas de Brusque: Dom João Becker e Feliciano Pires.





Biografia cronológica: Ainda pequeno, Joãozinho decidiu-se pela vocação sacerdotal: em 1976, aos 11 anos, entrou para o seminário da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos), localizado na cidade de Rio Negrinho.Em 1977, transferiu-se para o Seminário Dehoniano de Corupá. Em 1980, começou a cursar o Ensino Médio (o 2º Grau Científico, na época), no seminário - SC. No ano seguinte continuou seus estudos no seminário de Corupá - SC. Em 1980 iniciou o então 2º grau no Seminário Dehoniano de Curitiba. Em 1983, transferiu-se para Jaraguá do Sul (SC), onde fez os votos de noviciado. Em 1984, ingressou na FEBE - Fundação Educacional de Brusque, onde iniciou sua formação filosófica. Em 1986, concluiu sua 1ª Graduação Superior: em Estudos Sociais (Licenciatura Plena).Em 1987, já formado, foi lecionar no seminário de Terra Boa. Também cursou pós-graduação latu sensu em psicopedagogia na FAFIMC, em Viamão (RS).Em 1989, ingressou no Instituto Teológico SCJ de Taubaté - hoje, chama-se Faculdade Dehoniana -, na época, uma extensão da PUC-RJ, onde iniciou seus estudos teológicos.Em 1992, concluiu sua 2ª Graduação Superior: Teologia (Bacharelado), pela PUR/RJ.Em 19 de dezembro de 1992, foi ordenado padre. A cerimônia de ordenação foi presidida por Dom Eusébio Oscar Scheid (hoje, cardeal do Rio de Janeiro), na paróquia São Luiz Gonzaga, em Brusque. A partir de então, passou a assinar Padre Joãozinho, SCJ.A partir de então, iniciou sua trajetória como padre. Sua 1ª paróquia foi o Santuário São Judas Tadeu, na cidade de São Paulo, onde atuou junto aos jovens, pastoral do dízimo, leigos dehonianos e RCC - Renovação Carismática Católica. Desse contato com a Renovação Carismática, sua "veia artística" aflorou, e desde então, tornou-se um nome conhecido dentro da Mídia Católica, seja pela música (como cantor, compositor e produtor musical), quer pelos inúmeros livros publicados. No fim de 1995, obedecendo às ordens superiores da Congregação do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos), tranferiu-se para Belo Horizonte, a fim de cursar Mestrado em Teologia no Instituto Santo Inácio. Dissertou sobre o "conceito de Salvação" presente no compêndio do teólogo peruano Gustavo Gutiérres, tendo sido orientado por Pe. João Batista Libanio. A sua dissertação foi publicada pela Edições Loyola, sob o título "Livres para amar".Nesse tempo, aproximou-se novamente dos jovens carismáticos, tendo sido responsável pela explosão do PUR - Projeto Universidades Renovadas, do qual foi Diretor Espiritual durante três anos.Em 1998, já Mestre em Teologia, retornou para Taubaté (SP), para atuar como professor no Instituto Teológico SCJ, formador no Convento Dehoniano e como vigário paroquial em comunidades rurais.Nessa época, aproximou-se da Comunidade Canção Nova, tornando-se "figurinha conhecida" do grande público, pregando e cantando em shows e retiros em Cachoeira Paulista (SP). Assumiu a apresentação do programa "Direção Espiritual", pela TV Canção Nova.Em novembro de 1999, foi nomeado Diretor do Instituto Teologico SCJ. Assumiu a responsabilidade de obter o Reconhecimento pelo MEC - Ministério da Educação, dos cursos de Teologia e Filosofia, do Instituto Teológico SCJ. Em 2001, as duas faculdades foram reconhecidas pelo MEC e nasceu a Faculdade Dehoniana, da qual foi o 1º Diretor Geral.Em função da incompatibilidade de agenda, acabou deixando a apresentação do programa "Direção Espiritual", tendo assumido em seu lugar, um "padre novo" da mesma congregação: Fábio de Melo.






Possui três doutorados:





1)- Em Teologia Sistemática, na Pontifícia Faculdade Nossa Senhora da Assunção, onde defendeu a tese sobre a "Teologia da Solidariedade em Gustavo Gutiérrez", sob a orientação do teólogo Dom Benedito Beni dos Santos, hoje bispo de Lorena-SP.



2)- Em Educação na USP, sob a orientação do filósofo e pedagogo Jean Lauand, onde defendeu tese sobre a "Educação Integral".



3)- Em Espiritualidade, na Pontifícia Universidade Gregoriana, sob a orientação do jesuíta P. Felix Pastor, onde defendeu tese sobre "Padre Léon Dehon", fundador da Congregação Religiosa da qual faz parte.Para poder cursar o Doutorado em Roma, licenciou-se do cargo de Diretor Geral da FacDehon. Mudou-se para a Itália e permaneceu lá durante um ano (2005/2006).





OBRAS:





-Em 2008, lancou o livro "As 7 Virtudes do Lider Amoroso", no qual traça um paralelo interessante com o best-seller "O monge e o executivo".




-Em 2009, lança o CD "Sou Feliz por ser Católico", de forma independente. Todo este CD foi concebido em "apenas 1 mês". As 10 faixas foram compostas, arranjadas e gravadas durante uma estada do Padre Joãozinho pelo nordeste, em dezembro de 2008. E as músicas foram disponibilizadas gratuitamente, na internet.






Em 2010, lançou 4 novos livros:






1. IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS NA MÍDIA - Edições Loyola


2. LADAINHA DE NOSSA SENHORA - Editora Ave Maria


3. CONHEÇO UM CORAÇÃO - Edições Loyola


4. COMO LIDERAR PESSOAS DIFÍCEIS - Editora Canção nova




Discografia



(Como Intérprete)




1994 - Conheço um Coração (Paulinas Comep);



1997 - Os Mistérios do Terço (Paulinas Comep) (c/ participação de Vida Reluz);



1998 - Profeta do Amor (Paulinas Comep);



2000 - Horizontes (Paulinas Comep);



2001 - Terço Sertanejo (Paulinas Comep);



2004 - Canções de Cura e Libertação (Paulinas Comep);



2006 - Ecci Vennio - Sacerdote para Sempre (Paulinas Comep);



2009 - Sou feliz por ser Católico (Independente)






Com participações especiais:







CD "Agnus Dei 1993/1994": na música Confia no Senhor;

CD "Agnus Dei 1995 - Orai sem cessar": na música Salmo 50;

CD "Agnus Dei 1996 - Forte e Poderoso": na música Alegrai-vos;

CD "Adoremos - Volume 1" - nas músicas Vem louvar, A aliança do Espírito Santo, Venho a ti, Senhor Jesus e Cerco de Jericó;

CD "Adoremos - Volume 2" - nas músicas Cura-me, Senhor e Cristo vive em mim;

CD "Louvemos ao Senhor - Vol 3, 4 e 5": nas músicas Tu és meu caminho e Olhar somente a Ti;

CD "Louvemos ao Senhor - Vol 6, 7 e 8": em diversas músicas;

CD "Louvemos ao Senhor - Vol 9": diversas músicas;

CD "As mais belas canções da Igreja Católica - volume 2": em diversas músicas;

CD "Canta Coração": em diversas músicas




Outra publicações:







1990 - Amar o amor (Edições Loyola) 


1990 - Cantando em Espírito e Verdade (Edições Loyola) 


1993 - Coração do Povo, Coração de Deus (Edições Loyola) 


1995 - Cristo Mestre (Edições Loyola) 


1997 - Nova Era e Fé Cristã (Edições Loyola) 


1999 - Livres para amar (Edições Loyola) 


2000 - O Pai-Nosso: Tim-tim por Tim-tim (Edições Loyola) 


2001 - As 12 promessas do Coração de Jesus (Edições Loyola) 


2003 - A ladainha do Coração de Jesus (Edições Loyola) 


2003 - O Terço dos Amigos (Edições Loyola) 


2004 - Combate Espiritual (Edições Loyola) 


2004 - Curso de Teologia (Edições Loyola) 


2005 - Teologia da Solidariedade: uma abordagem da obra de Gustavo Gutiérres (Edições Loyola) 


2005 - 25 maneiras de rezar O Terço (Edições Loyola) - 


2008 - As 7 Virtudes do Líder Amoroso (Editora Canção Nova)







  

Fonte: Wikipedia






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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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