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Jesus é o único caminho para o Pai, e Maria, o caminho mais curto (não único), para o filho: Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 30 de abril de 2017 | 17:28




Jesus disse: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, e ninguém vem ao Pai senão por mim...” (João 14,6).



Sem fé é impossível agradar a Deus, e ninguém participa da maternidade de Maria na nova Criação, sem a exigência da fé, pois seria incoerente uma coisa sem a outra: Acreditar em Maria, submeter-se a sua filiação e seus cuidados de mãe, sem submeter-se a seu filho. Porém, não devemos esquecer que até o demônio tem fé e acredita em Cristo e em seu Senhorio.


Muitas pessoas tem dificuldades de relacionar-se com Maria por 2 principais motivos:


1)- Relacionamento difícil e conflituoso com sua mãe natural, e por consequência transfere para Maria todos os resultados, cargas negativas, lembranças e rejeições deste conflito .Porém não devemos esquecer: se Deus é um verdadeiro Pai, Maria é uma verdadeira mãe.


2)- Educado em um meio protestante, onde a rejeição explícita e declarada a Maria é cultivado, na doutrina, reuniões, e nos cultos. Não podemos esquecer: Aquele que diz que ama a Deus, mas rejeita, ou odeia a Maria a mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, não está tendo um comportamento Cristão, pois é incoerente dizer que amamos a Deus e odiamos aos outros(1 João 4,20), principalmente a mãe do nosso salvador. Deus pede-nos que honremos nosso Pai e nossa mãe, e Maria nos foi dada como mãe na Cruz por Cristo como seu último ato e revelação, e logo após Ele entregou seu espírito dizendo: “tudo está consumado...”





Se amamos de verdade a Maria a mãe do Nosso Senhor e Salvador, pois assim está escrito: "E Isabel exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me vem essa honra de vir a mim A MÃE de meu Senhor?..." (Lucas 1,42-43), Jesus estará contente conosco e não com ciúmes de nosso amor a sua mãe e nossa, porque antes de nós, Ele a amou primeiro e com muito mais ardor, com muito mais veneração, e com muito mais carinho, porque Maria foi a mulher escolhida por Ele mesmo para ser sua mãe. E Cristo sem constrangimento, e sem conflito de autoridade algum, foi submisso a ela a maior parte de sua vida, pois assim nos revela a escritura:


“Então foi com eles para Nazaré, e Jesus era-lhes SUBMISSO. Sua mãe, porém, guardava todas essas coisas em seu coração...”(Lucas 2,51)


Maria é a obra prima de Deus, e se elogiamos a obra de um artista, estamos elogiando o seu criador, isto é lógico e natural. Jesus com toda razão, foi exigente na escolha de sua mãe, e este foi um privilégio que só Ele teve, e que ele reservou somente para si: o privilégio de escolher a sua própria mãe antes de nascer, porque nenhum de nós antes e depois dele, tivemos esta oportunidade, direito, ou a liberdade de escolher a nossa mãe, embora devamos estar gratos com a mãe que o Senhor escolheu, ou permitiu para nós em sua insondável sabedoria. Na exigência da escolha  de sua mãe, Jesus escolheu evidentemente a mais bela, a mais pura, a mais santa, a mais generosa, a mais virgem e mais casta das mulheres que jamais existiu sobre a terra. Maria é a obra prima de Deus em virtude da missão, e não por mérito, de ser a escolhida para ser a mãe do nosso Senhor e Salvador, portanto, aquele que não tinha pecado, não poderia nascer de alguém que tivesse pecado, pois assim está escrito:


“O puro jamais pode vir do impuro...” (Jó 14,4)

   
Portanto, se estamos perto de Maria, na escola de Maria, a Forma Dei, e aos cuidados desta nossa mãesinha amorosa, jamais poderemos estar, ou ficar longe de seu filho Jesus. A melhor maneira e mais curta de chegarmos a Jesus é por meio de Maria, isto todos os santos sem exceção, nos afirmam.


Maria nos leva até Jesus, assim como foi ela quem trouxe Jesus até nós; foi Maria quem o apresentou aos pastores quando do seu nascimento (Lc 2,16); foi Maria quem o apresentou ao velho Simeão e à profetiza Ana nos portais do templo (Lc 2,24-38); foi Maria quem apresentou Jesus aos sacerdotes, no templo, para cumprir a lei de Moisés (Lc 2,22); foi  Maria quem apresentou Jesus aos Magos que vieram do Oriente para adorarem  “o Rei dos Judeus recém-nascido” (Mt 2,1-12).É Maria que pode também, por privilégio divino, nos apresentar ao seu filho com nossas necessidades como fez em Caná da Galiléia. Foi Maria quem intercedeu  a Jesus para que ele realizasse o seu primeiro milagre (Jo 2,1-12) e, nessa oportunidade foi Maria quem determinou doravante para toda a humanidade: “Fazei tudo o que ele vos disser.” (Jo 2,5).


Que dúvidas poderíamos ter mais sobre a ligação estreitíssima entre Jesus e Maria? Maria, no casamento de Canaã, na Galiléia, nos dá a primeira prova de que, por sua intercessão, Jesus atende a qualquer pedido seu, ainda que não tenha chegada a hora: “Minha hora ainda não chegou...” (Jo 2,4). 


Num momento de extasiante amor, São Bernardo, que dedicou sua vida para mostrar ao mundo a importância de Maria nos planos da Salvação de Deus, nos transmitiu essa afirmativa em oração: 


“Jamais se ouviu dizer que algum daqueles que tenha recorrido à proteção de Maria, implorado o seu socorro  e invocado o seu auxílio, tivesse sido desamparado.”



Desde que o Anjo do Senhor foi enviado a Nazaré e mantido aquele diálogo de esperança e salvação com a Virgem, convidando-a para ser a mãe do Filho de Deus, todos os que se aproximam ou se aproximaram de Maria se sentiram e se sentem reconfortados e mais perto de Deus. Gabriel, o Mensageiro do Senhor, ao se aproximar de Maria lhe diz: “Deus te salve, cheia de graça; o Senhor é contigo.” (Lc 1,28). Foi o próprio mensageiro do Senhor quem disse que Maria é “cheia de graça” e que o Senhor Nosso Deus estava com ela, e onde quer que Maria estivesse, tenha estado ou passado ou esteja, o Senhor está com ela, e ela se faz sinal de Deus.



No quinto capítulo do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, São Luís Maria Grignion de Montfort nos fala dos motivos para nos consagrar a Jesus Cristo pelas mãos da sua Santíssima Mãe.São Luís diz que:


“A consagração a Jesus por meio de Nossa Senhora é um “caminho fácil, curto, perfeito e seguro para chegar à união com Deus, na qual consiste a perfeição cristã” (TVD 152).


Neste artigo, trataremos da consagração a Jesus por meio de Maria como caminho curto para chegar a Cristo:



São Luís Maria afirma que a devoção à Santíssima Virgem é um caminho curto para encontrar Jesus Cristo, porque ninguém se perde nesse caminho e se avança por ele com mais alegria, facilidade e com mais prontidão (cf. TVD 155).


Por esse caminho, “avança-se mais, em pouco tempo de submissão e dependência para com Maria, do que durante anos inteiros de vontade própria e de apoio em si mesmo” (TVD 155).



Portanto, o homem obediente e submisso a Nossa Senhora, por consequência se torna obediente a Cristo, porque Maria durante toda sua vida foi a mais e fiel obediente de suas criaturas humanas, pois ela mesma declara:


“Eis aqui a ESCRAVA do Senhor...”(Lucas 1,38)


Aquele que se coloca na escola de Maria, a forma de Deus, que gera outros Cristos, cantará vitórias notáveis sobre todos os seus inimigos. Estes vão querer “impedi-lo de caminhar, fazê-lo recuar ou cair. Mas, com o apoio, a ajuda e a condução de Maria, sem cair, sem recuar e mesmo sem se atrasar, avançará a passos de gigante para Jesus Cristo.


São Luiz de Montfort nos pergunta:

“Por que julgais que Jesus Cristo viveu tão pouco tempo na Terra e que, nos poucos anos que nela passou, viveu quase sempre em submissão e obediência à sua Mãe?...” (TVD 156).


A esta questão, São Luís responde que Jesus, tendo morrido ainda jovem, viveu muito, mais que Adão, cujas faltas veio reparar, embora ele tenha vivido muito mais do que Cristo.


“Jesus viveu muito porque viveu bem unido e submisso à sua Santa Mãe, para obedecer a Deus seu Pai” (TVD 156).


Jesus viveu muito porque aquele que honra sua mãe é semelhante ao homem que ajunta tesouros (cf. Eclo 3, 5). Quem honra a Virgem Maria, Mãe de Jesus Cristo, submetendo-se a Ela, obedecendo-lhe em todas as coisas:

“tornar-se-á em breve muito rico de graças, pois amontoa diariamente tesouros, pelo segredo desta pedra filosofal: ‘Como quem acumula tesouros, assim é aquele que honra sua mãe’” (TVD 156).


“no seio de Maria, que encerrou e gerou o homem perfeito e que pôde conter Aquele que nem o universo inteiro pode compreender nem conter” TVD 156).


Segundo São Luís, é no seio de Nossa Senhora “que os jovens se tornam velhos anciãos em luz, em santidade, em experiência e em sabedoria, e que atingem em poucos anos a plenitude da idade de Jesus Cristo” (TVD 156). O Santo faz esta interpretação espiritual a partir da palavra do Espírito Santo: “A minha velhice está na misericórdia do seio” (Sl 91, 11).



Assim, se queremos chegar rapidamente ao Senhor, escolhamos o caminho da consagração total a Jesus por Nossa Senhora, indicado a nós por São Luís Maria de Montfort. Pois esta devoção “é um caminho curto, que em pouco tempo nos leva a Jesus Cristo” (TVD 168).



Este foi o caminho trilhado pelo próprio Cristo, além de muitos santos e santas em todos os tempos, como: “Santo Efrém, São João Damasceno, São Bernardo, São Bernardino, São Boaventura, São Francisco de Sales ” (TVD 152). Muitos outros, conhecidos e anônimos que se consagraram inteiramente a Jesus pelas mãos da Virgem Maria e se santificaram rapidamente. Sigamos os passos desses santos, nos confiemos a Nossa Senhora para chegar mais rápido a seu Filho Jesus Cristo.


“No céu, Maria impera sobre os anjos e os bem-aventurados. Como recompensa da sua profunda humildade (Lc 1,48), é assim conforme o desígnio e vontade do Altíssimo, que exalta os humildes (Lc 1,52), que o Céu, a Terra, e os infernos obedeçam, livre ou forçadamente, às ordens de Maria”. (28)



“Se Jesus Cristo, cabeça dos homens e da Igreja, nasceu dela, todos os predestinados, membros dessa cabeça, também dela devem nascer, por uma consequência natural. A mesma mãe não pode dar à luz a cabeça ou o chefe sem os membros, nem os membros sem a cabeça”. (32).


Ora, não querer participar da maternidade obediente de Maria dada por Cristo na Cruz ao discípulo mais amado, simbolizado nele toda humanidade doravante remida pelo sangue de Cristo (portanto, participantes da nova Criação), é querer ficar na descendência da desobediência da primeira Criação de Eva.


“A formação e educação do(as) grandes santos(as), que hão de vir no fim do mundo, estão-me reservadas, pois só a Virgem Santíssima pode produzir em união com o Espírito Santo, coisas singulares e extraordinárias”. (35)


É importante lembrar que todos os escritos de São Luís de Montfort foram analisados pela Igreja, no seu processo de canonização, e são exatos sem erros. O “Tratado” de São Luís foi redescoberto só em 1842.


Podemos portanto, por fim, dizer e afirmar com toda segurança:


“Quem está com Maria a mãe de Jesus, não está longe de Deus.”


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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