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Os números comparativos da era FHC até Dilma

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 8 de outubro de 2015 | 17:13






12 importantes variáveis sobre o desempenho dos dois partidos: PT e PSDB:



*Judas Tadeu Grassi Mendes



1)- Quanto ao crescimento do PIB, o país, nos quatro anos de governo Dilma, crescerá apenas 1,8% ao ano, patamar inferior ao do governo FHC. Só o governo Collor foi pior que Dilma. 



2)- Já em relação à inflação, em 1998 (durante o mandato FHC) foi de apenas 1,6%, a menor da história do Brasil. A inflação de Dilma está acima de 6%, extrapolando a meta de 4,5%.




3)- Se compararmos a taxa Selic, nos dois últimos anos de FHC ela foi de 17,5% em média, enquanto nos dois primeiros anos de Lula foi de 19,3% em média, ou seja, foi maior.



4)- E temos a dívida pública. Em valor absoluto, a dívida bruta total, que FHC entregou em R$ 750 bilhões, hoje ultrapassa R$ 2,2 trilhões – nos 11 anos e meio do governo petista a dívida interna bruta aumentou em R$ 1,45 trilhão, ou seja, 193% maior que FHC.



5)- Enquanto isso, com FHC, o superávit primário médio foi de 3,3% do PIB. Hoje em dia, é de apenas 1,3%. Em maio houve déficit de R$ 10,5 bilhões, um recorde negativo.



6)- E os investimentos em infraestrutura? No primeiro mandato de FHC, foram de 2,6% do PIB. Nos três anos e meio de Dilma, ficaram abaixo de 1% do PIB. 



7)- Há ainda o pagamento de juros do governo federal. No governo FHC foram pagos R$ 600 bilhões em juros. No de Lula, mais que dobro disso (R$ 1,289 trilhão); e, nos três anos e meio de Dilma, já foram pagos quase R$ 800 bilhões em juros. Isto significa que o governo petista, nos seus 11 anos e meio, já torrou mais de R$ 2 trilhões em juros, ou cerca de 250% a mais que FHC.



8)- O governo petista aumentou a carga tributária em 4 pontos porcentuais do PIB, o que corresponde a cerca de R$ 200 bilhões a mais por ano. Assim, os brasileiros tiveram de pagar a mais cerca de R$ 2,25 trilhões em tributos. E o pior é que, mesmo assim, o descontrole das contas públicas é total.



9)- Na era do PT, nenhuma obra termina no prazo e com o orçamento previsto. Há o caso da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que de um valor inicial de US$ 2,5 bilhões já consumiu US$ 18 bilhões e deve ultrapassar seguramente os US$ 20 bilhões. Na transposição do Rio São Francisco, Lula e Dilma já torraram o dobro e nem metade da obra está pronta. Há centenas de outras obras na mesma situação.



10)- De 1999 a 2002 (governo FHC), os gastos do governo federal com a educação foram de 0,8% do PIB. Com Lula (2003-2006), o porcentual foi menor, de 0,75% do PIB. Em 1995, a União era responsável por 23,8% dos investimentos na área. Atualmente está abaixo de 20%, porque aumentou a participação dos municípios. 



11)- E, em relação ao investimento na saúde, de 1999 a 2002 os gastos foram de 1,7% do PIB. Com Lula, no primeiro mandato o porcentual foi levemente menor (1,697% do PIB), e atualmente não passa de 1,6% do PIB.



12)- E, para finalizar, no caso da atual baixa taxa de desemprego (algo próximo a 5%) há uma enorme distorção, porque ela não capta os cerca de 15 milhões de pessoas que estão permanentemente se revezando na política de salário-desemprego, que vai custar, em 2014, algo como R$ 30 bilhões. Esta política virou uma indústria para não se trabalhar.


*Judas Tadeu Grassi Mendes, Ph.D. em Economia, é fundador e diretor-presidente da Estação Business School.


FONTE: Gazeta do povo




Ao apregoar a inflação do último ano de FHC, Dilma se esquece (de propósito?) do “efeito Lula”: O temor do que o PT faria no governo. Foi isso que detonou a inflação em 2002



(Por: Ricardo Setti – Veja - 03/06/2014)



FHC iniciou seu primeiro mandato em 1995, no ano anterior o Brasil tinha começado uma tentativa séria de acabara com a hiperinflação que desgraçava o país desde a década de 1980.


Em 1994 a inflação no Brasil foi de 916,4%! FHC tomou posse com um grande objetivo: acabar de vez com a inflação. Em 1995 a inflação foi de 22,4% ao ano caiu para 1,65% em 1998 e voltou a subir até o pico de 12,5% em 2002 (último ano de seu mandato).




De ponta a ponta FHC reduziu muito a taxa de inflação do Brasil e isto teve um custo. Lula recebeu o país com uma inflação de 12,5% ao ano. Um número baixo para os padrões da década de 1980, mas muito alto para os padrões civilizados que o Brasil buscava no início do século XXI. Assim como FHC, Lula foi obrigado a priorizar o combate à inflação no início de seu governo. De fato a inflação sob Lula começou a cair, chegou a um mínimo de 3,1% em 2006 e terminou em 5,9% em 2010.



A figura abaixo ilustra esta história:






Entre 1995 e 2010 se observou um padrão de queda do produto (descontado o crescimento médio da América Latina) junto com queda da inflação. O padrão não é observado apenas no governo Dilma.


Nos dois anos de Dilma observou-se uma redução significativa do crescimento em relação à América Latina sem que ocorresse uma queda da inflação. 



O que mudou de Dilma para FHC e Lula?


Muita coisa, ao tomar posse Dilma deixou claro que seu compromisso era com o crescimento da indústria, até aí ainda vai, e que as políticas monetária (câmbio e inflação) e fiscal seriam usadas para incentivar a indústria. O foco saiu da estabilidade monetária e equilíbrio fiscal e passou para o desenvolvimentismo, o resultado da mudança foi clara: recessão sem redução de inflação. Espero que a presidente retorne ao caminho de FHC e Lula antes que seja muito tarde, mas temo que já seja muito tarde.



Em sucessivas conversas que vem tendo com empresários, a presidente costuma se referir ao fato de que, em seus três anos e meio de gestão, a inflação — notoriamente sendo varrida para debaixo do tapete com medidas artificiais que explodirão mais adiante — vem se mantendo em média pouco superior a 6%, ao passo que chegou a 12% no último ano de FHC.


Sim, é verdade. Mas Dilma se esquece de algo que fez disparar os percentuais em 2002, ano eleitoral: o “efeito Lula”, ou seja, o temor generalizado dos mercados do que poderia representar um governo petista, uma vez que Lula passou a maior parte de sua carreira na oposição propondo desvarios como, por exemplo, o calote da dívida externa — algo que desmoralizaria o país por uma geração e pioraria enormemente a vida dos brasileiros.


O mercado, os investidores internacionais e boa parte do eleitorado só começaram a se acalmar no final de junho de 2002, quando o PT publicou sua Carta do Povo Brasileiro (muitas vezes, erradamente, lembrada como “Carta aos Brasileiros”, que é outro documento importante, de outra época), em que Lula deu sinais de que continuaria com os pilares da política econômica de FHC e não faria loucuras.


A essa altura, porém, as expectativas sobre o que faria Lula no Planalto já haviam catapultado a inflação.Pelo menos 4 pontos nesses 12% podem ser atribuídos ao “efeito Lula”.Dilma, naturalmente, lançando mão de memória seletiva, deixa de mencionar esse pequeno detalhe quando relembra o passado recente.


Ricardo Setti – Veja

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