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Conselhos e profecias do Padim Padre Cícero Romão do Juazeiro

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 4 de outubro de 2014 | 18:43




No dia 20 de julho de 1934 na progressiva cidade de Juazeiro do Norte morre Pe. Cícero Romão Batista. Sua práxis religiosa ultrapassou as fronteiras geográficas do cariri. Em todo o país seu nome é citado, em algumas circunstâncias de maneira controvertida, em outras, cultuada e de forma especial mitificado em toda região do Nordeste brasileiro.





Quem conhece, não fica indiferente ao “fenômeno de Juazeiro” do Norte. Meu “padim” assim cognominado devotamente pelos seus romeiros era sempre reverenciado e acorrido, sobretudo nos períodos de agruras do sertão nordestino, marcado por secas prolongadas, estes devotos viam em seus conselhos soluções evidentes para atenuar a pobreza que rondava o chão seco do nordeste. 



“Pe. Cícero já estava há apenas cinco anos no Juazeiro quando sobreveio a terrível seca de 1877-1880 que devastou o Ceará e o Nordeste do semi-árido. [sic] A grande seca [sic] foi marcante na vida do Pe. Cícero, como padre de um povoado que chegou quase ser dizimado.”(BEOZZO. 2004).



Ao ser enviado para aquele vilarejo com o propósito de evangelizar. O recém ordenado Padre Cícero jamais imaginaria que seria o protagonista de mudanças significativas na história do cariri e que sua figura fosse transformada em paradigma de santidade e principalmente líder político e religioso da história cearense. O que realmente consta nos anais da história cearense, sobre a prática caritativa do padre Cícero é seu acolhimento a todo e qualquer retirante que marcado pelo sofrimento do clima semi-árido, vinha a juazeiro em busca de socorro para a situação cruenta a qual passava sua família e toda a gente local. Dessa forma o jornalista Xico Sá descreve “Levas e levas de miseráveis corriam para o Juazeiro, arrastados pela fé e pelo assistencialismo religioso do sacerdote.”




Nestas circunstâncias, este presbítero tinha uma sabedoria incomum – encaminhava muita gente parar terras férteis do sertão, para viver da agricultura e de outros meios de subsistência. Ele era conhecedor da geografia da região do cariri e tendo um carisma inconteste, conseguia atrair até Juazeiro a demanda de gente não somente pobre, mas também a admiração de muitos célebres senhores de terras que atentos a petição do devotado presbítero davam guarida em troca de trabalhos agrícolas para muitos retirantes que vinham de outros “rincões” do nordeste, fugindo da seca. Ele sabia que muitas localidades do cariri eram férteis e por intermédio de uma quadra invernosa abundante daria para agregar a casta sertaneja que disposta ao trabalho agrícola, proporcionava o desenvolvimento do vilarejo que sobre a figura eminente do Padre ganhava proporções urbanas.



Um exemplo, muito bem visto que comprova este fato é que o Padre Cícero, havia alugado o Sitio Baixa Dantas - o qual era liderado pelo "beato Zé Lourenço” - para que as pessoas dizimadas pela seca cruel que assolou sobretudo o sertão sul do Ceará pudessem encontrar amparo. Este lugar também servia para assistencializar uma massa muito grande de pessoas advindas de todo o Nordeste que passavam fome, sobremodo devido os efeitos causados pela escassez de chuvas.




Sendo assim, as levas de miseráveis que compunham as vicissitudes do sertão nordestino, encontrava naquele lugar um refúgio - pois sendo este muito bem cuidado pelo beato, amigo do Padre Cícero e tendo estabelecido um modelo de trabalho comunal, tudo o que ali se produzia era de igual modo dividido entre todos. Vivendo todos mantidos por uma economia de subsistência e que qualquer pessoa que ali chegasse era enviada pelo padre a esta pequena comunidade que se tornara um “modelo de sociedade comunal” tendo como base o trabalho comunitário. “Cabia ao beato receber, naquele pedaço de terra arrendada, os desvalidos dos desvalidos, os molambudos, os mais “lascados”, como se diz na língua da região, os sem jeito. Olhos arregalados, um povo só olhos, cacimbas d’alma.”(Ib. Idem.).



Juazeiro cresceu vertiginosamente tendo como suporte a figura emblemática do Pe Cícero. E suplantou em estatísticas demográficas cidades tradicionais como Crato, Barbalha e Missão Velha. Era comum a procura de conselhos por parte dos chefes das famílias que viam naquele homem um “oráculo divino” que profetizava fatos que porventura a própria natureza seguia fielmente seus desígnios. Era compreendido ainda em sua vida terrena como um “ente divino” para todo e qualquer sertanejo.




As peregrinações para Juazeiro tiveram sua gênese com o padre ainda vivo e no exercício de seu polêmico ministério sacerdotal. Ele era um exímio conselheiro e de forma especial muito próximo dos sertanejos que viam nele uma solução imediata para os problemas tanto físicos quanto sociais. A cúpula eclesiástica ainda fincada suas raízes num sistema imperialista falido – não ultrapassava as fronteiras dos púlpitos eclesiais. Por isso, que com atitude diferenciada, muito próxima ao sofrimento desta gente, o padre de Juazeiro foi ganhando a confiança e devoção da massa popular – sobretudo a mais sofrida e consequentemente sendo divulgado como alguém que de tão raro nos meios eclesiásticos – se tornou divino.



É comum se ouvir histórias fruto da oralidade popular acerca dos feitos extraordinários do Padre Cícero. Muita gente de naturalidade carirense – principalmente os mais velhos que tiveram contato com algum parente ou mesmo que viram e ouviram as admoestações de meu “Padim” propagam seus prodígios com profunda continência subjetiva - pois sabem da significância religiosa que este presbítero tem para a vida da gente sertaneja.




O mais curioso é que Juazeiro do Norte cidade situada no sul do ceará se tornou sinônimo de santificação de almas, expiação de pecados e etc. Alguns teóricos afirmam que esta cidade erigida sobre as profecias do Pe Cícero é notoriamente a “nova Jerusalém”. Existe uma mística singular na “cidade santa” onde o Padre Cícero habitou e construiu igrejas e capelas. Quando ainda vivo foi sinônimo de patrimônio espiritual do povo simples – que movidos pela fé e agruras da vida buscavam o refrigério para as vicissitudes de vida cheias de privações.



Contudo, para a hierarquia eclesiástica ele era um transgressor das normas canônicas. Por isso, ele atraiu para si opositores de dentro da própria Igreja que munidos de alguns fatos supostamente milagrosos interpelaram até a Santa Sé para remeter-lhe a interdição de suas funções ministeriais. No caso do milagre da hóstia que quando tomada pelas mãos do próprio Padre Cícero, se tornou repentinamente e misteriosamente em sangue na boca da beata de nome Maria de Araújo, por ocasião da celebração preceitual de uma missa. Este fato foi o “estopim” para muitas represálias sobre a práxis ministerial do Padre Cícero.



Ele foi considerado pela Diocese do Ceará como embusteiro, utilitarista. Protagonista efetivo de supostos milagres para atrair a complacência do povo para si, por intermédio de uma fé ingênua e confrontá-lo com a Santa Madre Igreja.




“Pe. Antônio Alexandrino, como executor e ao mesmo tempo mentor da política episcopal para o Juazeiro, investido ademais da função de administrador da capela, é o responsável maior, junto a autoridade diocesana, pela imagem desfavorável do Pe. Cícero Escreve regularmente por quase dez anos seguidos, pelo menos a quase quinze dias, ao Prelado Diocesano, [sic]. A pretexto de qualquer assunto, teologia, pastoral, finanças, política, a imagem do Pe. Cícero é apresentada sob uma luz adversa. Custa ao padre Alexandrino reconhecer méritos, qualidades e principalmente virtudes no seu colega, submetidos a duras penas canônicas e contínuas calunias.” (BIOZZO. 2004, p. 38).




Mesmo com reservas declaradas da Igreja concernente ao controvertido acontecimento daquela celebração eucarística, a fé popular ao santo de Juazeiro proliferou em proporções consideráveis. Os interditos remetidos pela cúpula eclesial direcionadas ao Pe Cícero até contribuiu para a ramificação ainda mais efusiva de sua personalidade divina. Neste caso, as peregrinações a Juazeiro foram constantes. 




Gente de toda a parte do Nordeste deixava suas raízes e vinham com suas famílias, munidos da convicção de “fazer a vida” nas terras santas de Juazeiro. Sob a sombra do “Padim” ninguém tinha medo de enfrentar as agruras do cotidiano. Desta forma Biozzo faz a citação de uma carta destinada ao bispado do ceará remetida por Dom Joaquim que relata: “Antes de tudo, devo informar V. Excia. que a suspensão não produziu o efeito que V. Excia. esperava. Continuam as romarias em larga escala e o dinheiro que deixam no Juazeiro é incalculável. Os mesmos exagerados afirmam terem entrado naquele lugar dezenas de contos”.



O povo difundia seus feitos e despertava assim, a curiosidade popular. Neste parâmetro ele sempre era visitado por caravanas oriundas de outras localidades do Nordeste. E muitos presentes e donativos chegavam a sua casa e ele distribuía sempre com os mais carentes. Esta prática assistencialista e localizada fazia dele um “bem feitor” símbolo da caridade divina – sendo muitas vezes interpretado como enviado de Deus, alguém que transcendia a conceitos puramente humanos.



Ele com sua dedicação ao povo sofrido gradativamente no imaginário popular constituira-se na figura iminente de um “mito”. Até mesmo no tempo em que Juazeiro esteve envolvido com uma guerra deflagrada contra o Coronel Franco Rabelo – camponeses e jagunços de todos os recantos do Ceará deixavam suas famílias para se alistar para defender as terras do Padre Cícero das maquinações diabólicas do sórdido coronel. 



Com a vitória concretizada o Padre Cícero se tornou inconteste na mente do povo sua ligação com o alto, pois segundo os seus devotos ninguém podia fazer frente ou suplantar ao poder divino. Prova disso estava na façanha considerada mais um milagre da vitória bélica dos beatos do “Padim” contra a “besta do apocalipse” como era denominado o Coronel Franco Rabelo.



VERDADEIRA PROFECIA DO PADRE CÍCERO ROMÃO

(Um folheto de Rodolfo Coelho Cavalcanti)

Bela tarde de domingo
Dia da Ressurreição
Em Juazeiro, Ceará
O padre Cícero Romão
No ano atrás passou
Trinta e três que profetizou
Do mundo a consumação


Disse assim o padre Cícero:
Meus filhos, nestes momentos
Vou falar do fim do mundo
Todos acontecimentos
Atenção, filhinhos meus
Peço pela a Mãe de Deus
Ouvirem com bem atentos


Como Noé no dilúvio
Ardentemente pregava
O tempo do fim do mundo
Porém ninguém o ligava
Assim Jesus avisou
Que o fim do mundo chegou
Conforme nos ensinava



Neste momento ditoso
Vos advirto varões
Que o final do fim do mundo
Serão as revoluções
Que só praticam inclemências
Fomes, guerras, pestilências
Em quase todas nações
Brigarão reinos com reinos
Por questões brutais e vis
Novas formas de governo
Fazendo o povo infeliz



Qualquer coisa é ditadura
E a monarquia futura
Não fará ninguém feliz
O bolchevismo, meus filhos
Ou o comunismo falado
É o regime soviético
Por Jesus profetizado
Com a sua nova doutrina
É a besta-fera assassina
É o anticristo chamado



Este partido, meus filhos
A muitos iludirão
Farão milhões de adeptos
No mundo se espalharão
Propagará com astúcia
Todo regime da Rússia
Em quase toda a nação



Terremoto, inundações
Haverão em quantidade
Milagre por toda parte
Veremos com realidade
Cousas deveras espantosas
Cada qual mais horrorosa
Vemos com facilidade



Tudo isto, filhos meus
Assim disse o Mestre amado
O momento está chegando
Assim disse São Mateus
É a falta do amor de Deus
Causada pelo o pecado
Os homens de dia a dia
Desprezam a religião
Cobiçando a vaidade
Riqueza, orgulho, ambição
Cresce o ódio perde a calma
Lançando sua própria alma
No vale da perdição



No fim do mundo, meus filhos
Cresce mais a iniquidade
As falsas religiões
Haverão em quantidade
Ignorantes ascetas
Juntos com falsos profetas
Zombarão da Divindade



Cuidado com os candomblés
Ou o falso espiritismo
São doutrinas do demônio
Que praticam o feiticismo
Explorando a vossa crença
Roubam o ouro e a consciência
Com perfeito diabolismo
Todos milagres de cura
Visados pelo o dinheiro
É charlatão, meus filhinhos
Sinônimo de macumbeiro
É puro ódio e trapaça
Só o lema: Dai de graça
É de Jesus verdadeiro!



Ai de todos pecadores
Embriagados! Ladrões
Assassinos! Mentirosos!
Homens de maus corações
Ai de todos os infelizes
Mal casados! Meretrizes!
Vis! Orgulhosos! Vilões!
Ai de vós ó triste homem
Que não ama a humanidade
Levanta falso o seu próximo
No além da eternidade
Vais beber amargo fel
Ai do filho que é cruel
No reino da eternidade
Ai de vós, filha maldita
De coração traiçoeiro
Ai da mulher que é perjura
Ai do escravo do dinheiro
Ai do pecador eterno
Que não teme do inferno
No momento derradeiro



Ai de vós! diabo de carne
Que zombam do próprio Deus
Ai daquele que profana
Com seus intentos ateus
Ai de todo miserável
De instinto variável
Com todos pecados seus!



Meus filhos, crede em Jesus
Nosso Eterno Salvador
Que é a Luz! Verdade! Vida!
O nosso Pai Criador
Cujo é a Porta de Sião
O autor da Salvação
O nosso Eterno Pastor!



Meus amiguinhos, não nego
O mundo vai se acabar
Quem não crê em Jesus Cristo
Não poderá se salvar
Quem despreza o nosso Deus
São tristes os lamentos seus
No Hades há de chorar!



No Brasil, surgirá breve
Conforme todos verão
Um governo que persegue
A nossa religião
Veja bem minha profecia
Neste tempo a monarquia
A todos maltratarão
Nossa Senhora das Dores
A todos defenderão



Quem possuir seu rosário
E rezar com devoção
De noite todos os dias
Cinquenta Ave Marias
E o ato de contrição
Em Roma, morre dois papas
Um será assassinado
Pelos próprios cardeais
Um será ressuscitado



Vão haver um prognóstico
De um mistério diabólico
Tenham bastante cuidado
É questão religiosa
Muito se comentará
O anticristo aparece
Muitos milagres fará
Confusão na humanidade
Surgirá com realidade
O horror se espalhará
Terremotos na Itália
Farão mil destruição
Roma sofrerá castigo
Seus prédios se abalarão
Devido tanta maldade
Todos prédios da cidade
Em ruína ficarão



Portugal será arrasado
Com terremotos incríveis
Nova Iorque não se fala
Por dois incêndios horríveis
A Rússia por andar mentindo
Com falso credo iludindo
Sofrerá golpes terríveis



O Japão com sua raça
Os seus crimes pagará
Em toda parte do mundo
O terror se espalhará
Briga nação com nação
Briga o irmão com irmão
O fim do mundo será



D’Austrália à Noruega
Da China a Jerusalém
Guerra na terra e nos mares
Guerra nos ares também
Briga o rico com o pobre
Briga o plebeu com o nobre
Não se respeita ninguém
Todas as cidades serão
Pelos os tiranos queimadas
São lutas escarnecidas
Bombas de todas granadas
Os monstro-lobo assassinos
Estrangulam os pequeninos
Ocultos nas emboscadas



Porém o fogo do céu
Em cinzas reduzirão
É aí que as vaidades
Dos homens se acabarão
Os maus irão para o inferno
E os bons para o Eterno
Ao grande Deus louvarão
Arrependei-vos, meus filhos
Os momentos estão chegados
Purificai teus espíritos
Das nódoas dos teus pecados
Aquele que é meu romeiro
Corram para o Juazeiro
Que serão refugiados



Cheguei a face do Reto
Juiz Senhor dos Senhores
Jesus Cristo Rei dos Reis
Salvador dos pecadores
Com os teus joelhos no chão
Peçais a Deus o perdão
Cantando alegre e louvores


Respeitai os vossos pais
Os teus bons progenitores
Despreze as coisas vis
Orai a Deus com louvores
Lutai contra a vil avareza
Franqueai toda pobreza
O teu próximo e devedores.


Profecia de Padre Cícero

(Marinês)

No ano 15 lá em juazeiro
Toda a noite nas missões
Meu padrinho dizia aos romeiros
Tempo bom não tem mais não


E depois da confissão
O padre sempre dizia
Que na era de sessenta
Muitas coisas a gente via


Muito pasto e pouco rastro
Quem for vivo tem que ver
Tem também muitos romeiros
Tão satisfeitos dizer
Que só foi ao juazeiro
O meu padrinho conhecer



Um romeiro perguntou
Padrinho eu quero saber
Para o mundo se acabar
Qual é o sinal que a gente vê
Meu padrinho ciço disse
Meu filho preste atenção
Quando o filho contra pai
Nação contra nação
É sinal que o fim do mundo
Ta bem pertinho meu irmão



"O homem pode ignorar que tem uma religião, como pode também ignorar que tem um coração; mas sem religião e sem coração, não pode viver."(Leon Tolstoi)



"O esquecimento da religião conduz ao esquecimento dos deveres do homem." (Jean-Jacques Rousseau)
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21 de setembro de 2015 04:01

meu DEUS, lendo essas mensagens aqui, voltei no tempo de criança , quando meu pai falava tudo isso que está escrito aqui. ficava imaginando! será que vai acontecer tudo isso mesmo? hoje lendo e lembrando de cada detalhe que meu pai me explicava de tudo isso que aqui está escrito, ELE era devoto do PADRE CICERO.que DEUS ô tenha os dois lá nos cêus. hoje acredito em tudo que ele me dizia, pois está acontecendo tudo tudo o que estava escrito nos folhetos de padim padre cicero do juazeiro. finais dos tempos.

10 de outubro de 2015 15:35

Verdade.

10 de dezembro de 2015 11:55

Minha Mãe Sempre me Conta as profecias que a vó dela contava, e hoje quando acontece algo na sociedade sempre ligo os pontos, pois apocalipse e as profecias e fato a ser cumprido...

25 de março de 2017 10:56

Minha mãe estava me falando a pouco das profecias dele e resolvi procurar na Internet...

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