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Eleonora Menicucci de Oliveira, nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres - COMPARA O FETO A UMA DOENÇA INFECTO CONTAGIOSA ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 | 20:07


Eleonora Menicucci de Oliveira, nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, cultiva a imagem de pesquisadora feminista com visão política independente, uma vez que é filiada ao Partido dos Trabalhadores, mas não participa do dia-a-dia do partido.

Mineira da cidade de Lavras, nascida em 21 de agosto de 1944, é divorciada e tem dois filhos – Maria, de 42 anos, e Gustavo, com 37 – e três netos, Stella, João e Gregório.

Na juventude, interessa-se pelo ideário socialista e inicia sua participação em organizações de esquerda após o golpe militar de 64. Passou quase três anos na cadeia em São Paulo, de 1971 a 1973.
Ao sair da prisão, reorganiza sua via em João Pessoa, na Paraíba, onde inicia sua carreira docente na Universidade Federal da Paraíba. É nesse período que a militância feminista e a paixão pela pesquisa sobre as condições de vida das mulheres brasileiras ganham relevo na sua trajetória acadêmica e política.

Eleonora Menicucci de Oliveira é feminista de primeira hora, da chamada “segunda onda do feminismo brasileiro”, que acontece a partir de 1975.

A nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci de Oliveira, reafirmou ser favorável ao aborto, mas que, no comando da secretaria, vai adotar a posição do governo.

Feminista de carteirinha, a ministra indicada para comandar a Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci (PT), afirmou nesta terça-feira que o aborto é uma questão de saúde pública.



Apesar de pessoalmente ser a favor da prática, Eleonora disse que não convém explicitar essa posição particular, já que integrará o governo a partir da próxima sexta-feira, data de sua posse. Ela vai substituir Iriny Lopes, que deixa o cargo para se candidatar à prefeitura de Vitória (ES) pelo PT.


“A minha posição pessoal a partir de hoje não interessa”, disse. “Minha posição pessoal já dei em entrevistas, sobretudo nos anos 70, 80 e 90, quando o feminismo precisava marcar posições”.

Segundo ela, as declarações – que incluem a informação de que abortou duas vezes – foram testemunhais e feitas logo depois que deixou a cadeia, em 1973. “Não me arrependo, é minha história”.

Eleonora, que é socióloga e pró-reitora de Extensão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), conheceu Dilma em Belo Horizonte. Elas estudaram na mesma faculdade e ficaram presas juntas. Segundo a futura ministra, é seu currículo que a credencia para ocupar o cargo e não a amizade com a presidente. “A presidente Dilma não me convidaria por ser amiga dela, não se faz governo entre amigos”.

Apesar de ser petista, a futura ministra não participa das ações rotineiras da legenda e se declara uma feminista com visão política independente.

Não há espaço para a legalização do aborto, diz presidente da Câmara

(Publicado por Brauna)
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia, disse na terça-feira (7) que não há ainda espaço político no Legislativo para a retomada do debate sobre a legalização do aborto no País.

A declaração de Maia veio em resposta às afirmações feitas pela professora e socióloga Eleonora Menicucci, indicada pela presidente Dilma Rousseff para assumir a Secretaria de Políticas para as Mulheres. Menicucci disse, em entrevista à imprensa, que a discussão sobre legalização ou descriminalização do aborto é uma matéria que não diz respeito ao Executivo, mas ao Legislativo.

Segundo Marco Maia, vários assuntos, como o casamento homoafetivo, não têm consenso entre os parlamentares, mas devem continuar sendo debatidos.

“É bom que todos tenham uma opinião, que as pessoas se expressem, que dialoguem sobre esses temas. Isso pode, no futuro, quem sabe, contribuir para que uma maioria do País oriente a votação aqui na Câmara dos Deputados”, defendeu.

Fonte: Agência Câmara

Nova ministra volta a defender legalização do aborto e compara a prática a “crack, drogas, dengue, HIV e doenças infecto-contagiosas”
(Por Reinaldo Azevedo)

Uma das características principais, se não for a principal, dos defensores da legalização do aborto é a DESUMANIZAÇÃO DO FETO, a transformação da VIDA que está no ventre da mulher em COISA, para que ele possa ser então, sugado, curetado. É um modo de pensamento que tem história.


Dilma Rousseff, antes de dar aquele truque nos eleitores e ter se tornado católica e contrária à legalização do aborto, era a favor. Deu inúmeras entrevistas. No dia 14 de maio de 2010, em Brasília (ah, a memória, esta minha amiga!!!), ao fim da chamada “Missa dos Excluídos”, que costuma juntar católicos de esquerda (!?), a então candidata do PT deu esta declaração maravilhosa sobre o aborto:


“Não é uma questão se eu sou contra ou a favor, é o que eu acho que tem que ser feito. Não acredito que mulher alguma queira abortar. Não acho que ninguém quer arrancar um dente, e ninguém tampouco quer tirar a vida de dentro de si”.


Entenderam????...

Embora, numa distração, Dilma considerasse que o feto é uma “vida dentro” da mulher, ela defendia o aborto.


Ao procurar uma imagem para explicitar o seu pensamento, encontrou: “Ninguém quer arrancar um dente”! Assim, feto e dente se equivalem. As palavras fazem sentido.



Os cristãos, inicialmente os evangélicos e depois os católicos, não gostaram das opiniões da candidata. A questão pegou fogo na campanha eleitoral, e a petista virou, então, religiosa. Eleição ganha, Dilma pode retomar o velho projeto. Por isso nomeou para a Secretaria das Mulheres Eleonora Menicucci, ex-colega de armas — integrou o grupo terrorista POC (Partido Operário Comunista). Consta que Dilma não pegou no berro propriamente; Eleonora pegou.


Ontem, esta senhora já discorreu sobre o aborto. E voltou a fazê-lo nesta terça.

Sua declaração é de embrulhar o estômago daqueles que não se deixam embrulhar pela trapaça intelectual. Leiam:

“O aborto, como sanitarista, tenho que dizer, ele é uma questão de saúde pública, não é uma questão ideológica. Como o crack, as drogas, a dengue, o HIV, todas as doenças infecto-contagiosas.”


Como é que é? “Como sanitarista”, então, ela decreta que “não é uma questão ideológica”, mas “de saúde pública”?


E sua autoridade para decretá-lo decorre do fato de ser “sanitarista”? Então se deve concluir que:

- O aborto é uma mera questão sanitária:

- Logo, todos os sanitaristas são necessariamente a favor do aborto como medida de pura higienização sanitária .



Os nazistas não afirmariam nada mais, como direi?, preciso a respeito. Se há alguma dúvida sobre o que ela pensa a respeito do feto, a dúvida se desfaz ao seguir os passos da chefe e tentar tornar mais claro o conceito.


A outra comparou o “feto arrancado” ao “dente arrancado”. Dona Eleonora resolveu ficar na sua área e mandou brasa: o aborto não é uma questão ideológica, assim como não o são “o crack, as drogas, a dengue, o HIV, todas as doenças infecto-contagiosas.”


VAMOS ENTENDER MELHOR O ENUNCIADO:


O aborto não é mais do que  um dente arrancado.

O aborto é como o crack e as drogas.

O aborto é como o mosquito da dengue.

O aborto é como o vírus HIV.

O aborto é como as doenças infecto-contagiosas.


No dia em que Dilma enganou os evangélicos

Em outubro de 2010, na reta da eleição, a então candidata Dilma Rousseff enviou uma Carta Aberta aos evangélicos. Escrevi a respeito e comentei.

No item 2, lia-se: 


“2. Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto”.

 No item 3, estava escrito: 


“3. Eleita presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País.”


Era só uma tática. Saibam que existe um projeto enviado ao Congresso pelo governo petista que descrimina, sim, o aborto ?


Agora é questão se “ganhar a sociedade” com o proselitismo. Dilma escolheu para a pasta uma militante da causa.

O silêncio dos bocós:


Eleonora, já deu pra perceber, é chegada à mitologização da própria trajetória.

Voltou a falar sobre o seu passado na luta armada, e isso costuma bastar para que os presentes façam um silêncio reverencial, ainda que ela compare um feto a um mosquito ou a uma infecção:





“Luta contra a ditadura” uma ova! Luta a favor de uma ditadura contra a outra ditadura! (Grifo meu: Tá querendo trocar Seis por meia dúzia – Trocar uma ditadura de Direita por uma de Esquerda).


VERDADE SEJA DITA:

A diferença é que, se Eleonora e sua turma tivessem vencido, o terror teria durado muito mais tempo e matado uma quantidade de pessoas infinitamente maior, como provam todos os regimes comunistas.


E Eleonora queria comunismo. Foi torturada? Lamento! Lamento, repudio e acho que os torturadores merecem a lata do lixo, assim como todos os assassinos comunistas (E ABORTISTAS).


Não dá! Esta senhora foi muito além do razoável. Andou revelando por aí, sem que lhe tenha sido perguntado, que tem uma filha lésbica, que ela própria se relacionou com homens e mulheres etc.  Parece padecer de egolatria; gosta de fazer praça de seu estilo de vida; acha que suas práticas pessoais compõem uma categoria de pensamento. É a Val Marchiori da esquerda. Está pronta para a capa de “Caras - Versão Vermelha”.


Se eu fosse avançar na alegoria, teria de escrever que a banheira e a taça de champanhe de uma celebridade comunista estariam necessariamente cheias de sangue.


 “Ah, esse Reinaldo! Olhem que agressividade!” Sei. Suave é comparar o feto a uma infecção ???...

Eu estou pouco me lixando para a vida privada de Dona Eleonora e de sua família. Não tenho nada com isso. Eu não assisto ao ‘Mulheres Ricas” e também não me interesso por “Mulheres Loucas”.


O que eu sei é o seguinte: é próprio das tiranias desumanizar o homem para que possam eliminá-lo em nome de uma causa. Assim procederam todos os fascismos, especialmente a sua versão nazista. Assim procedeu o comunismo.


A diferença é que os fascistas costumam se esconder porque, intimamente, sabem-se partidários do horror, da truculência e da morte. Os comunistas recalcitrantes, ao contrário, sentem orgulho em revelar a sua condição.


O fascista, um asqueroso, transforma a morte num instrumento de luta pelo poder; o comunista, outro asqueroso, transforma a morte num instrumento de progresso social.


Não, Dona Eleonora!


O feto não é um mosquito!

A vida intra uterina é mais do que uma infecção!

Se e quando não for, então um partido vai definir quem é progressista o bastante para viver e quem não é colaborativo o bastante para morrer.


Por Reinaldo Azevedo – REVISTA VEJA


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12 de fevereiro de 2012 11:12

Muito triste esta questao do aborto, nao sei como o ser humano pode praticar esse assassinato...
E eu gostaria de te fazer uma pergunta q nao eh muito relacionada a esse tema, mas esbarra. Gosto muito de suas respostas e gostaria q vc me titasse uma duvida. Vou casar agora dia 26. Ja tenho filho mas quero começar um casamento abençoado com o pai do meu filho. Possuo ovarios micropolicisticos e isso me obriga a tomar anticoncepcionais para controle mas tbm ele evita a gravidez. Sei q nossa igreja nao permite outros meios anticoncepcionais q nao sejam naturais para evitar a gravidez. Entao, como farei para nao pecar contra a castidade e viver um casamento casto? Obrigada.

12 de fevereiro de 2012 14:16

Prezada Aline,

A Igreja é Mater e Magistra, mãe e mestra.

A Igreja como mãe quer acolher a todos os seus filhos e como mestra tem por missão educa-las na verdade e na caridade Cristã.

Exitem tres tipos de ensino na Igreja: O Dogmático e imutável, o autêntico e o Pastoral.

1)- NO DOGMÁTICO: Em 2000 anos de história da Igreja ela apenas pronunciou-se em Carater definitivo em torn de umas 42 vezes (Ver todos os dógmas:http://berakash.blogspot.com/2010/04/todos-os-dogmas-catolicos-decretados-de.html)

2)-NO AUTÊNTICO TEMOS AS ENCÍCLICAS PAPAIS: Que mesmo não definindo em Carater definitivo, devemos da nossa obediência racional.(Sugiro vc ler a encíclica Humanae Vitae).

3)-ENSINO PASTORAL: Cada Caso é um caso, a Igreja como mãe e pastora Universal do rebanho a ela confiado, pode analisar junto ao Bispo cada caso e dar uma decisão isolada como excessão para cada caso analisado(Sugiro conversar com seu pároco ou bispo sobre isto).

Esperando tê-la ajudado.

Shalom !!!

12 de fevereiro de 2012 19:55

Basta entender como uma vida começa a se formar, para entender o crime que está cometendo com a prática do aborto.
É bom na hora da cama? tenha responsabilidade com o sexo, para não ter que passar por um aborto, assuma seus atos ou previna-se.
Eduquem os jovens, precisamos ter orientação sexual, em forma de cartilhas, programas com estagiários de psicologia, etc. O problema tem solução, basta ter educação.

Anônimo
20 de fevereiro de 2012 17:18

se o feto ,na opinião dela é um uma doença infectocontagiosa, ela é a própria infecção em pessoa

Anônimo
19 de março de 2012 16:48

Eu acho que Hittler pensava igualzinho a essa Safada Socialista. Povo brasileiro abra bem os olhos pois nossos políticos não querem só a liberação do aborto, querem torná-lo obrigatório.
Antes de mais nada vou dizer a verdade sobre isso: Aborto é a maior violência contra a mulher, sua integridade física e emocional.

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