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O Capitalismo e Socialismo à Moda Brasileira – Servido?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 9 de maio de 2020 | 20:41







"É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como Presidente do Brasil. E me coloco diante de toda a nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo!”






Este trecho do discurso de posse do presidente Jair Bolsonaro na causou questionamentos: em que medida um governo é socialista? O Brasil seguiu, de fato, essa cartilha? Pode-se definir o Brasil como um país Capitalista ou Socialista de fato?Após consultar especialistas, publicações históricas, obras clássicas e a Constituição Federal do Brasil de 1988, a resposta é: NÃO ! O discurso de Bolsonaro resgata uma velha dicotomia entre capitalismo versus socialismo muito comum na Guerra Fria, mas que foi perdendo sentido após o fim da União Soviética e com a abertura de economias socialistas como a da China. Por exemplo, o último relatório do Banco Mundial que usa o conceito de socialismo para classificar economias é de 1987. O cientista político, diretor do programa MIT Brazil e autor de Hierarchical Capitalism in Latin America: Business, Labor, and the Challenges of Equitable Development (Cambridge, 2013), Ben Ross Schneider, afirma que:“Atualmente o termo Socialismo não é mais usado para classificar e comparar sistemas políticos e econômicos, sendo mais usado o conceito de Capitalismo de Estado, um híbrido entre o capitalismo de mercado e o socialismo”.No entanto, ele destaca que não há consenso na literatura sobre qual o tamanho do Estado para classificar um país como capitalista estatal. Outro especialista, Abranches, afirma que Bolsonaro usa o termo socialismo de forma menos técnica, mais como um alargamento do sentimento antipetista:“Todos os que discordam da visão dele, os comportamentos sociais diferentes do que o que ele apoia...tudo vira socialismo”.Abranches indica ainda que muitas das características como estatismo e poder centralizado no Governo Federal, apontadas por Bolsonaro como marcas do “socialismo” nos últimos governos existiram em outros períodos da História brasileira, inclusive época enaltecidas pelo presidente, como o regime militar.Schneider, outro especialista, lembra também, que foi no regime militar, principalmente na década de 1970, no governo do general Ernesto Geisel, que o Estado teve o maior controle da economia nacional:“O governo podia definir com quem o país negociava, quais empresas podiam entrar no mercado nacional”, explica.Aparentemente, o próprio presidente também tem dúvidas se o Brasil é um país socialista. Dias depois da posse, em entrevista ao SBT, Bolsonaro ponderou a fala e afirmou que o Brasil “nunca teve socialismo, porém, graças às Forças Armadas”.







E na letra da lei?




Na Constituição Federal, o artigo 170 estabelece que:



“A ordem econômica do Brasil tem como princípios a propriedade privada e a livre concorrência" - duas características essenciais de regimes capitalistas!




O mesmo artigo, em parágrafo único, determina: 




"É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei”






O velho e ultrapassado "Capitalismo de Laços" existente no Brasil




O Brasil nunca teve um regime político-econômico efetivamente socialista nas diferentes acepções que o termo ganhou ao longo do tempo. Para Sergio Lazzarini, professor do Insper e co-autor do livro Reinventing State Capitalism: Leviathanin Business, Brazil and Beyond (Harvard, 2014), não o socialismo, mas o “capitalismo de laços” seria a melhor definição para o modelo político-econômico adotado no Brasil, um regime marcado por uma confusão entre o que é público e privado. Nesse modelo, o Estado tem papel central com participações majoritárias ou minoritárias em empresas, mas de maneira distinta da forma socialista clássica de propriedade. Segundo Lazzarini, a ação estatal é usada aqui para beneficiar grandes grupos e empresários capitalistas, especialmente os que mantêm boas relações com os governantes da vez.“Não tem nada de socialismo aqui — é capitalismo, só que de maneira distorcida, privilegiando grandes grupos ao invés de fomentar inovação e crescimento de novos empreendedores”, afirmou. O “capitalismo de laços” estaria presente até em estratégias políticas que poderiam ter uma feição mais, digamos, socialista, como a participação do fundos de pensão nas privatizações da década de 1990, segundo Lazzarini. 




“O BNDES conduziu todo o processo e, junto com fundos de pensão, permaneceu presente em várias empresas, porém, ao invés de domesticar o capitalismo, a presença dos fundos de pensão na verdade sedimentou o capitalismo de laços, com grandes grupos que conseguiram apoiar seus projetos privados com esses fundos”, explica.





Fonte: Aos Fatos





Brasil e Capitalismo: Conhecidos apenas ‘de vista’




*Por: Fabio Ostermann





No Brasil e em boa parte do mundo, a imagem daquilo que se supõe ser o sistema capitalista não é das melhores... 










A despeito da tragédia absoluta das experiências socialistas mundo afora, ainda vaga de nariz empinado a ideia de que mesmo o socialismo seria melhor do que “isso tudo que está aí”. Da miséria na África à corrupção em Brasília, o Capitalismo leva boa parte da culpa pelos problemas encontrados em diversas situações mundo afora. Aos seus detratores pode ser cômodo criar um espantalho e chamar-lhe de Capitalismo.Mas será correto afirmar que o Capitalismo “não deu certo” no Brasil e em outras localidades que não alcançaram níveis de prosperidade comparados aos dos países desenvolvidos?





A UTOPIA CAPITALISTA E SOCIALISTA E SUAS DIFERENÇAS NA BUSCA DO BEM COMUM!













Pra início de conversa, é necessário buscar uma melhor compreensão sobre o que realmente é o Capitalismo! Podemos dizer que se trata de um sistema econômico baseado em três pilares:



1)-Propriedade Privada de bens e meios de produção, sendo a propriedade sobre o próprio corpo e a sua força de trabalho o bem mais fundamental de todos.



2)-Liberdade de transacionar sua propriedade, empreender e comerciar.




3)-Estado de Direito, onde todos os cidadão estão submetidos a um mesmo conjunto de regras claras, previamente estabelecidas que protejam contratos e direitos individuais.




É claro que a presença destes três pilares compõe a ilustração de um “tipo ideal”, difícil de ser alcançado em sua plenitude – assim como o tipo utópico do ideal socialista, na verdade.Nunca existiu em qualquer país um sistema de completo livre mercado, totalmente desprovido de amarras e interferências governamentais nas relações econômicas entre os indivíduos.Da mesma forma, argumentariam os defensores do Socialismo “Científico”, nunca houve uma aplicação estrita das ideias de Marx, ou mesmo, daquilo que Lenin planejava por em prática na URSS.Apesar da impossibilidade de se comparar a aplicação ideal e perfeita dos dois sistemas, é possível, para fins didáticos, traçar um segmento de reta onde um ponto extremo seria o Capitalismo (com a presença absoluta dos três pilares acima listados) e o outro, o Socialismo (com a ausência absoluta dos mesmos pilares, substituídos pela soberania coletiva sobre o indivíduo, por meio do Estado ou, mais utopicamente, da “comunidade”).Assim, quanto mais próximo do tipo ideal Capitalismo, mais capitalista (e menos socialista) seria o país; quanto mais próximo ao tipo Socialismo, mais socialista (e, por óbvio, menos capitalista).Para ajudar a entender, na prática, quais países são mais capitalistas e quais são menos, duas instituições norte-americanas (Fraser Institute, do Canadá, e Heritage Foundation, dos Estados Unidos) compilam anualmente dados sobre questões concernentes ao nível de liberdade econômica desfrutada mundo afora e organizam seus respectivos rankings: o Economic Freedom of the World Report (Fraser) e o Index of Economic Freedom (Heritage). Tanto o ranking da Heritage quanto o do Fraser levam em consideração aspectos centrais na distinção entre Capitalismo e Socialismo, tais como:


• Participação do governo na economia

•Estrutura legal e segurança dos direitos de propriedade

• Controle da moeda e nível de inflação

• Liberdade para comerciar internacionalmente

• Regulação do mercado de trabalho e crédito




Quanto menor o grau de participação do governo na economia; quanto mais a estrutura legal é voltada para a segurança dos direitos de propriedade; quanto menor é o nível de controle sobre o câmbio e quanto maior é a prudência na emissão de moeda; quanto maior é a liberdade de comércio; e quanto mais livre é o mercado de trabalho e o crédito, maior é o nível geral de liberdade econômica nele desfrutada e, logo, mais capitalista ele pode ser considerado. Os dois rankings, apesar de produzidos por duas instituições independentes e de contarem com algumas diferenças metodológicas, acabam encontrando anualmente resultados bastante semelhantes entre si.






Os primeiros colocados nos dois rankings em sua edição de 2011 (os países “mais capitalistas”) são:




-Hong Kong (1° nos dois)

-Cingapura (2° nos dois)

-Nova Zelândia (5° – Heritage e 3° – Fraser)

-Suíça (4° e 4°).





Na outra ponta (mais comunistas) encontram-se:




-Coreia do Norte (em último lugar no ranking da Heritage e nem sequer avaliada pelo Fraser, dada a impossibilidade de se obter informações fiéis à realidade).




-Zimbábue (antepenúltimo e 149°).



-Cuba (penúltimo em um, e não avaliada pelo outro).






O Brasil encontra-se muito mal colocado nos dois rankings (tanto como Capitalista e Socialista)!






-No da Heritage, estamos na 114ª posição (na categoria  dos países mostly unfree), dentre 179 países analisados.





-No relatório produzido pelo Fraser o Brasil, situa-se como o 102° país mais livre economicamente, dentre 141 países.





Esse dado dá uma dimensão de quão longe estamos dos países mais capitalistas do mundo. Aqui, indivíduos e empresas convivem com uma regulação tributária, laboral e creditícia que desencoraja aqueles que buscam empreender livre e honestamente. Outro resultado óbvio da falta de Capitalismo e de instituições que garantam o livre funcionamento do processo de mercado no país é a transferência de recursos produtivos (que deixam de ser empregados em melhorias nos processos produtivos) para o mercado político.A histórica estagnação econômica da África e (de boa parte) da América Latina é fruto dessa anacrônica mentalidade anticapitalista que, ao cercear de diversas formas a liberdade de empreender, impede o florescimento de empreendedores que possam criar riquezas de forma sustentável. A revolução econômica pela qual alguns países da Ásia vem passando nas últimas décadas deveria servir de exemplo. Ainda que a região ainda deixe a desejar no que toca a instituições democráticas, a recente melhoria na vida de centenas de milhões de asiáticos é resultado direto da crescente liberalização econômica posta em prática (ainda que de maneira reticente em muitos casos).A despeito do relativo sucesso da propaganda anticapitalista, o fato é que nenhum país até hoje tornou-se próspero sem adotar consistentemente as instituições que caracterizam e dão guarida ao sistema capitalista.No caso brasileiro, o Capitalismo é um mero conhecido de vista. Já o vimos na rua, na casa de um vizinho, talvez até já tenhamos esbarrado com ele no ônibus. Mas nunca realmente nos interessamos em conhecê-lo melhor, convidá-lo para a nossa casa e apresentá-lo a nossa família.No entanto, precisamos aprender a reconhecê-lo e não aceitarmos que nos vendam gato por lebre. Podemos ignorar a realidade, mas o fato é que seguir culpando o gato porque a lebre não consegue pegar o rato não nos conduzirá à prosperidade.





*Fabio Ostermann - Formado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde também estudou Economia. Graduado em Liderança para a Competitividade Global pela Georgetown University (EUA) e em Política e Sociedade Civil pela International Academy for Leadership (Alemanha). Mestre em Ciências Sociais/Ciência Política na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).






RESENHAS DE LIVROS PARA APROFUNDAMENTOS




1)-“Como os Pobres podem salvar o Capitalismo”












O autor foi criado em South Central, região de Los Angeles assolada pela pobreza e infestada de gangues, Bryant viu por si mesmo como as instituições norte-americanas abandonaram os pobres. Ele explica em detalhes como os empréstimos de negócios, o crédito imobiliário e os investimentos financeiros sumiram de suas comunidades. Depois de décadas de privação, os pobres carecem de conta bancária, de pontuação de crédito decente e de qualquer experiência pessoal sobre como funciona um sistema saudável de livre iniciativa. Bryant redefine radicalmente o significado de pobreza e riqueza (não é apenas uma questão de finanças; é também uma questão de valores).Ele expõe por que as tentativas de ajudar os pobres não atingiram resultados até agora e oferece um caminho a ser seguido: O Plano HOPE, uma série de medidas diretas e exequíveis para construir o letramento financeiro e expandir as oportunidades, de modo que os pobres possam aderir à classe média.Um total de 70% da economia norte-americana é impulsionada pelos gastos do consumidor, mas cada vez mais pessoas ficam sem dinheiro bem antes do fim do mês.John Hope Bryant aspira “expandir a filosofia da livre iniciativa para incluir todos os filhos de Deus” e criar uma economia pujante que funcione não apenas para 1%, nem mesmo para 99%, mas para os 100%. Essa é uma abordagem de livre iniciativa para resolver o problema da pobreza e promover uma nova América.




2)-“Capitalismo de laços: os donos do Brasil e suas conexões”








Este livro de Sergio Lazzarini, lançado no Brasil em 2011, é resultado de laços de pesquisa estabelecida num grupo internacional de estudo sobre redes de propriedade e de uma estadia de seu autor como professor visitante na Harvard University. Sérgio Lazzarini, é professor titular do Instituto de Ensino e Pesquisa (INSPER) e seus temas de pesquisa versam sobre estratégias empresariais em mercados emergentes e relações entre empresas privadas e setor público. Sérgio Lazzarini é autor de outro livro, “Reinventando o capitalismo de Estado. O leviatã nos negócios: Brasil e outros países”, editado pela Companhia das Letras. O objetivo subjacente ao livro é: “Descrever a dinâmica do capitalismo de laços no Brasil e examinar possíveis implicações para a economia do país” (p. 7). O autor se debruça sobre as redes de propriedade (participação cruzada de acionistas nas empresas) e seu comportamento face às mudanças políticas e econômicas ocorridas durante os anos 1990. O recorte analítico baseou-se na radiografia dos proprietários e controladores de 804 empresas. Com isso, identificou a existência de aglomerações (proprietários que participam das mesmas empresas) e atores de ligação (conectores das diferentes aglomerações), que configuram contextos caracterizados como mundos pequenos. Sua constatação é que entidades ligadas ao governo (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES - e fundos de pensão) e grupos econômicos locais, em vez de diminuírem, aumentaram sua importância nas redes de propriedade e, ipso facto, na atividade econômica local.No capítulo 1, Introdução: Um capitalismo de laços se define como:“Emaranhado de contatos, alianças e estratégias de apoio gravitando em torno de interesses políticos e econômicos. Trata-se de um modelo assentado no uso de relações para explorar oportunidades de mercado ou para influenciar determinadas decisões de interesse” (p. 3-4).O autor entende laços como relações sociais valiosas, sobretudo relações entre atores sociais para fins econômicos. Não obstante as políticas neoliberais e a maior capitalização em bolsa, “o capitalismo de laços tornou-se, surpreendentemente, ainda mais forte” (p. 10), com intensificação de aglomerações marcadas por uma miríade de proprietários no controle do capital acionário e emergência de atores de ligação (principalmente os ligados ao governo) com elevada centralidade. Dessa forma, “o governo não só preservou como também aumentou a sua centralidade na economia” (p. 11).Mudar tudo para não mudar nada:A evolução das relações de propriedade no período pós-privatização, capítulo 2, demonstra a diminuição das estatais na geração de investimentos e, ao mesmo tempo, o aumento da capacidade de intervenção do governo. Entre as causas disso estão as escolhas do BNDES como entidade central nas privatizações e o envolvimento dos fundos de pensão, visando não só garantir preços melhores, como também viabilizar politicamente o processo entre os diversos agentes econômicos.Esse entrelaçamento entre Estado e capital privado no Brasil foi reforçado sob o governo Lula.Os grupos privados, apesar de apresentarem centralidade ao redor da média, exibem bastante heterogeneidade, com auto-reforço de grupos já bem conectados. Sobressaem-se os grupos nacionais Camargo Corrêa, Unibanco, Itaú, Votorantim e Opportunity, e o estrangeiro JP Morgan Chase.No capítulo 3, Ligações perigosas?O entrelaçamento entre capital público e capital privado no Brasil, analisa as conexões empresa-governo no Brasil e demonstra que, embora existentes, o lobby das associações ou entidades patronais é menor que as relações clientelistas - contatos individuais de empresários junto ao governo e aos políticos -. A relação clientelista é evidenciada nas relações entre financiamento de campanhas eleitorais vitoriosas e benefícios diretos e indiretos às empresas financiadoras (subsídios, acesso a crédito, regulação favorável etc.).Os argumentos são construídos com base nos resultados de outras pesquisas, de modo que as afirmações sobre os empréstimos do BNDES e a necessidade de uma maior preocupação com retorno social são bastante frágeis. Outra fragilidade é a afirmação de que as conexões políticas são o resultado do sistema político e das coalizões. Trata-se de um pensamento cuja lógica é linear e causal, sem nenhuma compreensão dialética entre empresa e governo. Sob essa linha de argumentação, não existe plutocracia no país!Jogos de elite:Os grupos empresariais e suas interdependências no quarto capítulo, delineia a complexidade das redes de propriedade no Brasil, marcada não somente pelas aglomerações de proprietários, senão também pela existência de poderosos grupos econômicos, que controlam uma miríade de empresas em diversos ramos e atividades. O autor traz, de forma simplificada, o debate sobre as origens dessas formas organizacionais, sem nenhum posicionamento teórico, tampouco sobre suas causas no Brasil. A constatação importante é a conformação de uma rede de grupos, ou seja, o controle acionário de empresas exercido por vários grupos econômicos. Esse fenômeno se intensificou nos anos 1990, face à privatização e à formação de consórcios.Imperialistas ou inocentes em terra desconhecida?Os grupos estrangeiros e sua inserção nas redes locais no capítulo 5, demonstra que, para além da desnacionalização e dependência de tecnologia e de capitais, as multinacionais se depararam com ricos oriundos de articulações que ocorrem, fundamentalmente, no contexto doméstico dos países-alvo. As desvantagens de serem estrangeiras podem ser criadas pela dinâmica das redes locais de propriedade. Concorda, assim, com a ideia de que a globalização é um fenômeno local, quer dizer, os atores locais não são passivos.Por isso, qualquer empresa multinacional, antes de entrar no Brasil, precisa compreender as relações criadas entre grupos domésticos, governo e sistema político.Os exemplos factuais são TIW, que falhou por não compreender o capitalismo de laços, e a Nippon Steel, que obteve sucesso porque o Japão apresenta ambiente societário similar ao do Brasil.Capítulo 6 - Os novos na bolsa:As empresas que abriram capital no período 2004-2009, analisa o boom de abertura de capital no Brasil entre os anos de 2003 e 2007. Houve grande abertura de capital nos segmentos manufatureiro, construção civil e financeiro, com preponderância de investidores estrangeiros e maior inserção das empresas no Novo Mercado. Contudo, os novos papéis na bolsa preservaram o capitalismo de laços, dada a prevalência da estrutura societária sob a forma de pirâmide, as transações alimentadas por conexões entre bancos e seus clientes e o entrelaçamento entre membros de conselho de administração entre várias empresas.Assim, “a mecânica relacional do capitalismo brasileiro foi colocada à prova e sobreviveu forte como nunca” (p. 108).É assim porque sempre foi?O sétimo capítulo, retoma reflexões sobre os pontos positivos e negativos do capitalismo de laços e sugere algumas ações visando dirimir os pontos negativos e construir sobre os pontos fortes. Assim, sugere:




1)-Maior transparência e objetividade à atuação estatal (via BNDES e fundos de pensão) na economia, além de maior transparência nas relações societárias em geral, com laços societários mais simples.




2)-Isolamento político dos gestores dos fundos de pensão e escrutínio diferenciado a empresas financiadoras das campanhas políticas.




3)-Diminuição generalizada de custos de transação (tempo de abertura de empresas, oferta de crédito, resolução de disputas jurídicas etc.).



4)-combate a condutas anticompetitivas presentes em fusões, aglomerações etc.



Trata-se de um livro importante para entendermos as relações entre empresas e governos no Brasil a partir de meados dos anos 1990. O capitalismo de laços, como o próprio autor demonstra:Não é algo novo no país, ao contrário, faz parte da matriz cultural da nossa sociedade, analisada por Sérgio Buarque de Holanda, Roberto Da Matta, Raymundo Faoro, entre outros. Não obstante as políticas neoliberais, essas relações/conexões intrincadas entre empresas e governo exibiram aprofundamento.Num momento político por que passamos, no qual os holofotes estão sobre a Operação Lava Jato e, em menor importância, voltada à Operação Zelotes, a leitura deste livro permite tanto afirmar que:“Não há corruptos sem corruptores, quanto salientar que tais práticas, longe de serem estigmas de um partido ou um momento histórico da formação social brasileira, estão profundamente enraizadas na matriz institucional do país.”Por isso, esse livro deve ser leitura obrigatória de diversos campos disciplinares, como Geografia, Sociologia, História, Economia, Ciência Política, Políticas Públicas etc.




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Entenda "porque toda pessoa honesta" precisa apoiar o Bolsonarismo?





Sabemos que esse país é dominado por uma elite política que, trocam as cadeiras mas não trocam a corrupção! Trocavam-se apenas as coleiras, mas os cachorros continuavam os mesmos! Logo após o nosso descobrimento, éramos roubados pelos exploradores e hoje, por essa elite maquiavélica. Não distribuem água no interior nordestino, não oferecem educação de boa qualidade e sem ideologias, inventam gastos e necessidades que sempre teve um único foco: Manter o povo “preso” e devedor de favores para ganharem votos, além de não ter que enfrentar um povo estudado e inteligente. Sempre foi assim e em nossas mentes, tinham os mocinhos e os bandidos. PSDB e PT. Cada qual com seus aliados e com PMDB aliado de todos. Nada disso é novidade pra ninguém! 

Regina Duarte está certa: “Vamos olhar pra frente!" - Deixem que os mortos do período militar enterrem seus mortos!

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 8 de maio de 2020 | 17:40


(foto reprodução)





Quanto aos mortos e torturados por ambos os lados no Período Militar? O recado serve para revolucionários como os Contra Revolucionários que tiveram perdas de vidas, e nenhuma destas vidas é mais valiosa que a outra diante de Deus! E fica por fim o conselho de Jesus Cristo: “A outro disse Jesus: Segue-me. Mas ele disse: Senhor, permite-me que vá primeiro sepultar meu pai. Mas Jesus respondeu: Segue-me, e deixa que os mortos enterrem os seus mortos...” (Mt 8,21-22). A entrevista da secretária especial de Cultura, Regina Duarte, à CNN Brasil, rendeu bastante polêmica nas redes Sociais pró e a favor de sua fala. Antes de encerrar a entrevista a atriz e atual secretária da Cultura do governo do Presidente Bolsonaro, após questionada a queima roupa sobre o período militar, respondeu categoricamente:

A culpa dos números negativos da pandemia: toda de Bolsonaro ou dos governadores revanchistas?







O presidente Jair Bolsonaro disse que prefeitos e governadores que decretaram fechamento radical do comércio por causa da pandemia do coronavírus terão que pagar indenização a trabalhador por paralisação.O presidente disse haver previsão na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) para que se cobre da autoridade que determinou este tipo de fechamento:


Bolsonaro: "traidor, ou traído?"

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 6 de maio de 2020 | 21:10







João 15,18-20: "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós..."


Moysés Azevedo já falou duas vezes sobre Princípios e Consciência Política aos Jovens e Membros da Comunidade Católica Shalom

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 5 de maio de 2020 | 23:32


(Moyses  Azecedo - Fundador da Comunidade Católica Shalom)








I - MOYSES FALOU SOBRE POLÍTICA NO CONGRESSO DE JOVENS SHALOM EM OUTUBRO DE 2014

Carlos Roberto Takao Yoshioka explica o resultado da Política do Toma lá, da cá






*Por: Carlos Roberto Takao Yoshioka



Relutei muito para escrever esta mensagem, que, em grande parte, é repetição do que já escrevi antes. Mas, considerei que muita gente não leu as mensagens anteriores e que a maioria não teve acesso às informações que tive pelos trabalhos que acabei participando ou gerenciando. Foram milhões de informações protegidas por sigilos bancário, telefônico, fiscal e comercial ao longo de minha carreira. Além de acesso a essas informações, é preciso ter conhecimento mínimo de direito constitucional, direito administrativo, orçamento público e de normas que regem o processo legislativo para se ter uma boa interpretação do que está acontecendo. Nesse sentido, vou relembrar (o que já está bem escancarado) que os partidos políticos, com rara exceção, são controlados por organizações criminosas. Vejam bem que eu disse “controladas” e não que todos os filiados fazem parte das organizações criminosas. A maioria dos filiados, seduzidos por uma doutrina política, são massa de manobra dos criminosos. A organização criminosa que está no controle do partido político tem o objetivo bem definido de obter “vantagens indevidas” (propina).

Não podemos JAMAIS deixar o PT retomar o poder - Será o fim da Democracia

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 4 de maio de 2020 | 16:18







Como muito bem disse o filósofo Luís Felipe Pondé:



“Se o PT retornar ao poder, o Brasil terá um retrocesso ao paleolítico, sem querer ofender nossos ancestrais”


Fechado com Bolsonaro? Sim! E vou explicar porque!



(#FechadosComBolsonaro)




Realmente quem tem um mínimo de conhecimento é impossível levar a sério os opositores do Presidente Bolsonaro. Quem ver as acusações dirigidos a ele e seu governo, só lamenta o baixo nível das argumentações e acusações, sempre imprecisas, sem fontes seguras ou imparciais. As informações são sempre vagas, ou mesmo tendenciosas. Afirmam gratuitamente sem provar minimamente qualquer acusação. Baseiam-se unicamente em premissas falsas, e provas fictícias, tudo na base do famoso “OUVI DIZER QUE”, e ainda se chateiam quando não damos atenção a estas infantilidades as quais chamamos de “mimimi”.



O que é o "Verdadeiro Bolsonarismo" implantado no Brasil? Mitos e Verdades?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 3 de maio de 2020 | 17:57







O bolsonarismo não surgiu apenas como apoio político a Jair Bolsonaro, mas como um fenômeno cultural, social e ideológico que tomou forma no Brasil principalmente a partir das manifestações populares de 2013 e ganhou força durante a campanha presidencial de 2014. 


Ele nasceu em meio ao desgaste da velha política, à indignação popular com os escândalos de corrupção, ao crescimento do ativismo ideológico nas instituições e à sensação de abandono vivida por milhões de brasileiros que já não se sentiam representados pela elite política tradicional.

Durante décadas, a direita brasileira praticamente desapareceu do debate público. Defender valores conservadores, patriotismo, liberalismo econômico, segurança pública rígida, liberdade religiosa ou críticas ao avanço da esquerda cultural era frequentemente tratado como algo ultrapassado, extremista ou intelectualmente inferior. O bolsonarismo surge exatamente como reação a esse cenário.

Mais do que um simples movimento eleitoral, o bolsonarismo tornou-se um despertar político de milhões de brasileiros comuns que passaram a questionar a narrativa dominante sustentada por setores da mídia, universidades, artistas, movimentos sociais e parte significativa da classe política. Pela primeira vez em muitos anos, temas como liberdade de expressão, combate à corrupção, redução do tamanho do Estado, valorização da família, direito à legítima defesa, patriotismo e conservadorismo voltaram ao centro do debate nacional.

O termo “bolsonarismo” começou a ganhar notoriedade na mídia durante o crescimento político de Jair Bolsonaro e foi frequentemente utilizado de maneira pejorativa por adversários para associar seus apoiadores a extremismo, autoritarismo ou intolerância. 


No entanto, para milhões de brasileiros, o bolsonarismo representa exatamente o contrário: resistência contra o aparelhamento ideológico do Estado, reação ao avanço do politicamente correto e defesa de valores considerados fundamentais para a preservação da sociedade.



O movimento também é frequentemente comparado a fenômenos políticos internacionais como o Thatcherismo no Reino Unido, o Reaganismo nos Estados Unidos e mais recentemente o Trumpismo. Todos esses movimentos possuem pontos em comum: forte apelo popular, crítica às elites políticas tradicionais, defesa de valores conservadores, nacionalismo, fortalecimento da economia de mercado e enfrentamento direto contra setores da mídia e do establishment político.

Entretanto, existem muitos mitos construídos em torno do bolsonarismo. Seus opositores frequentemente tentam reduzi-lo a rótulos simplistas como fascismo, autoritarismo ou extremismo de direita. Essa narrativa ignora que grande parte dos apoiadores de Bolsonaro são pessoas comuns: trabalhadores, pais e mães de família, religiosos, empreendedores, jovens conservadores e cidadãos cansados da corrupção, da insegurança e da degradação moral e institucional do país.

O verdadeiro bolsonarismo não deveria ser entendido como culto à personalidade ou idolatria política. Seu núcleo central está na defesa da liberdade individual, da responsabilidade pessoal, da valorização da família, da fé, do patriotismo, da moralidade pública e do direito do povo de participar ativamente da vida política sem ser silenciado ou ridicularizado.

Bolsonaro pode ser a principal figura desse movimento, mas o bolsonarismo ultrapassou há muito tempo a figura de um único homem. Tornou-se símbolo de uma reação cultural profunda contra décadas de corrupção sistêmica, relativismo moral, manipulação ideológica e concentração de poder nas mãos de elites políticas e institucionais.





Por isso, compreender o bolsonarismo exige ir além das caricaturas criadas tanto por admiradores cegos quanto por opositores radicais. Trata-se de um dos maiores fenômenos políticos e culturais da história recente do Brasil — amado por uns, odiado por outros, mas impossível de ser ignorado.

Você sabe o que é um "ALFERES" e qual sua função no campo de batalha?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 1 de maio de 2020 | 19:15










O Alferes é um militar que precisa ser extremamente corajoso, inteligente, ágil, perspicaz e ter uma visão ampla do campo de batalha, tão quanto os generais! O Alferes, precisa ser corajoso porque ele não vai poder levar armas para se defender, ele vai levar unicamente a bandeira de seus aliados para que os soldados quando estiverem no meio da batalha sem saber para que lado avançar, olhando para a bandeira erguida e sustentada nas mãos do Alferes ele possa se guiar e saber onde estar e para onde deve ir. É isto que Bolsonaro é hoje para nós brasileiros no meio desta confusão! E coincidências a parte quem faz a defesa do alferes são seu próprios companheiros de batalha, no caso de Bolsonaro, nós que o elegemos. Estou vendo muita gente que votou em Bolsonaro dizendo “ah, mas o Bolsonaro mudou de opinião..." NÃO, BOLSONARO NÃO MUDOU DE OPINIÃO, BOLSONARO ESTÁ SENDO TRITURADO PELO SISTEMA!










Você queria o que? Ele lutou sozinho contra toda a imprensa, contra todas as instituições ideologizadas brasileiras, escolas, universidades, a ala Comunista da CNBB e OAB esquerdopata, com um militante pago e protegido que tentou assassiná-lo (está vivo exclusivamente pela GRAÇA de DEUS!) e ele ganhou! E ai nós o jogamos na jaula dos leões famintos por mamatas e propinas, e o deixamos lá, e agora você vem e diz “ ahhh, mas ele não está fazendo nada?”







(Simples assim)






Desde que Bolsonaro assumiu, ele parou de mandar RIOS de dinheiro para toda a imprensa podre desse país, que sobrevive graças à verba pública; a GLOBO está se contorcendo sem dinheiro, é ÓBVIO QUE ELA QUER QUE ELE SAÍA. A Globo e seus asseclas não se importam com o Brasil, com os pobres, com os negros, com os gays, esta é que é a grande verdade, só querem a fatia da parte que cabiam a eles neste latifúndio do propinoduto, que eles acham que pertence a ela. 







NÃO SE ENGANE AMIGO(A), A GLOBO VAI FAZER DE TUDO PARA DERRUBAR BOLSONARO! 






Bolsonaro está cercado de feras, lobos e raposas por todos os lados! Desde os ministros do STF que ganham muito dinheiro com negociatas, que foram barradas, a senadores e deputados acostumados com regalias, que não pensam e nem querem a mínima possibilidade de perder a boquinha. Esses vão fazer de tudo para sabotar o governo. Estamos com uma máquina pública inchada de funcionários públicos, em sua grande maioria ociosos, indispostos, que só querem saber de direitos e aumento salarial SEM DAR UM PREGO NUMA BARRA DE SABÃO, e que claro, que querem de volta a mamata anterior, por isto está todo um sistema podre contra ele. E nós a grande maioria do povo brasileiro que votamos nele, não podemos cair nesta arapuca, temos que estar todos que votamos nele, ao lado dele.





(Alferes em meio a batalha)






Entenda o porque Bolsonaro não é, e não precisa ser nem mito, nem muito menos herói. Ele também não é TODAS as mentiras que falam a respeito dele (homofóbico, nazista, facista, e mais as bobagens que todos já estamos acostumados a ouvir) .Bolsonaro NÃO É MITO, até mesmo porque o mito é uma figura criada para as pessoas idolatrarem. Bolsonaro NÃO É HERÓI, ou salvador da pátria. Engraçado como o povão ainda acredita que exista essa baboseira de herói. Achavam o mesmo de Collor e  Lula, e vejam no que deu e no fundo do poço em que nos encontramos. Isso não significa que Bolsonaro seja igual a Lula ou Collor, pois entre Bolsonaro e Lula há um grande abismo. É como querer juntar água com óleo.E ninguém precisa ser um gênio para saber disso, a não ser as pessoas que somente enxergam ele como homofóbico, nazista, etc, ou seja, pessoas que acreditam em tudo que a mídia lhes fala. Bolsonaro será um Excelente Presidente, disso não tenho a menor dúvida. O maior desafio de Bolsonaro não será a Economia: e sim  A RESTITUIÇÃO DOS VALORES MORAIS E DA PLENA LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Bolsonaro hoje no Brasil, muito mais que sua pessoa, representa um IDEAL. Ideias são a prova de balas, pode-se matar o idealizador, mas jamais seu ideal! Tiradentes foi enforcado, mas seu ideal de independência não!














Já dizia Eduardo de Bono: 





“Uma ideia quando surge, ela já não pode ser despensada. A um que de imortalidade no ideal...”








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Governadores e prefeitos não acataram o decreto de Bolsonaro e irresponsavelmente não foi suspenso o carnaval!








A oposição a Bolsonaro está querendo jogar única e exclusivamente, a culpa pelas mortes nesta Pandemia, ao governo Federal, mas a realidade dos fatos é bem outra, pois mostra a IRRESPONSABILIDADE de Governadores e Prefeitos em não suspender o carnaval principalmente nos maiores Centros, e onde hoje infelizmente, são os que apontam os maiores números de mortos e infectados.

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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