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Como deve ser a vida de um(a) Leigo(a) Consagrado(a) desde o batismo?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 1 de março de 2022 | 20:12

 

(todo batizado(a) é um consagrado(a))

 



A consagração de vida é oriunda do Antigo Testamento. Há discussões teológicas em todas denominações Cristãos (Católicas, Ortodoxas e Protestantes) sobre a consagração a partir das escrituras e da tradição Judaico-Cristã. Uma das primeiras referências bíblicas ao ato da consagração pode ser encontrada em Josué 3,5: Depois de vagar pelo deserto durante 40 anos, o povo de Israel foi comandado a se consagrar antes de entrar na Terra Prometida. Quando esse comando foi dado e seguido, também garantiram que Deus faria grandes coisas e cumpriria as promessas feitas a eles. O ato de consagração também é mencionado no Novo Testamento. Em 2 Coríntios 6,17, Deus instrui seus seguidores a "não tocar coisas impuras" e promete recebê-los, em resposta. De maneira similar, em Romanos 12,1-2, Paulo descreve a necessidade de enxergar os nossos corpos como um sacrifício vivo a Deus, separado para adorar a Deus e não mais para se conformar com as coisas do mundo. Deus chama a humanidade para ser consagrada a Ele. A capacidade de consagrar-se é possibilitada apenas por Deus e o chamado vem diretamente de Deus. Toda santidade vem de Deus e qualquer santidade demonstrada por um ser humano é primeiramente obras de Deus. Somente Deus tem o poder de transformar um humano em algo sagrado, então, de certa maneira, Deus o está consagrando - tornando-o sagrado - quando você decide se consagrar a Ele.Como Criador, Deus quer que cada pessoa viva à imagem e semelhança de Deus. Assim, Deus quer dedicar cada pessoa a uma vida sagrada ou consagrada.

 

 

 

Consagrar-se é responder livremente ao chamado de Deus para a consagração de vida dada pelo batismo!

 

 

 

Isso significa tomar uma decisão consciente e disposta de dedicar sua alma, mente, coração, dons e corpo a Deus.Essa decisão deve ser feita com vontade, inteligência e afeto. Somente você pode tomar a decisão de se consagrar a Deus. Ninguém pode forçá-lo a isso. Como a consagração é algo que deve ser feito voluntariamente, é preciso se perguntar se é realmente livre ou se está cedendo a pressões externas. Somente Deus conhece seu coração, por isso, não se preocupe se "aparenta" ter os motivos certos.Veja seu compromisso com Cristo como a prioridade e não como segunda opção. Sinta gratidão e amor por Deus em seu coração. Se seu coração estiver pronto para ser consagrado, será uma resposta ao amor que o Senhor sempre tem por você.

 

 

Tome um tempo para renovar regularmente suas promessas de batismo (renove as renúncias dando nomes a elea) especialmente se foi batizado quando bebê, antes que a decisão fosse completamente sua!

 

 

 

A renovação de suas promessas de batismo pode ser feita de várias formas:

 

-Nos momentos solenes ao longo do ano litúrgico.

 

-Durante as celebrações de batismo em Missas que por providência divina você esteja presente.

 

-Participando em Seminários de Vida no Espírito Santo.

 

-E principalmente, no Sacramento do Crisma, ou Confirmação através do Catecumenato, onde você confirma sua própria intenção de permanecer consagrado a Deus.

 

-Fazendo individualmente sempre que possível, a renovação das promessas batismais.

 

 

 

A nossa humanidade afetada pelo pecado original, sempre será atraído pelas concupiscências, dos olhos, da carne e do mundo, mas consagrar-se significa priorizar a vontade de Deus em nossas vidas apesar das concupiscências que nos acompanharão até o nosso último suspiro.Há muitas coisas boas no mundo, pois tudo que Deus criou é bom! Por exemplo, em um nível básico, a comida é boa porque fornece ao corpo humano a nutrição de que precisa para sobreviver. Não há nada errado em ter prazer em fazer boas refeições, bem como no uso moderado de bebidas, o pecado está no excesso. O prazer que os esposos tem em seus atos conjugais, também, é querido por Deus, o pecado são os desvios na busca do prazer pelo prazer, até cair nos vícios da depravação da carne. Enfim, num mundo marcado pelo pecado, até mesmo as coisas boas e queridas por Deus, podem ser tomadas e usadas para propósitos ruins.

 

 

 

Rejeitar o mal do mundo não significa que devamos rejeitar as coisas boas do mundo, apenas não se tornar escravos delas!

 

 

 

Significa apenas que deve rejeitar o lado ruim das coisas mundanas. Também significa que deve aceitar que as coisas mundanas são significativamente menos importantes do que as coisas espirituais. Em um nível prático, isso significa rejeitar as coisas que o mundo promove e oferece quando sua consciência lhe diz ckaramente que são más. Também significa seguir a vontade de Deus para sua vida, mesmo quando parece estar em conflito com aquilo que que é lícito, mas que o mundo tem como prioridade: segurança financeira, e a busca desenfreada pelo TER, PODER E PRAZER. Essas coisas podem ser boas quando usadas para servir a Deus, mas não devem ser priorizadas sobre o serviço a Deus. Rejeitar os modos maldosos do mundo não é suficiente para transformá-lo verdadeiramente. O espírito humano sempre precisa "beber" da mesma fonte e não de cisternas rachadas e contaminadas. Assim como o corpo tem fome pelos modos do mundo, o espírito tem sede pelos modos de Deus.

 



Como Cristão - Você sabe distinguir na sua vida o Sagrado, o Profano e o mundano? Ou tudo para você se não for sagrado é renunciável e Mundano?

 


 


 


Você é daquele(as) que na vida, tudo ou é sagrado, ou é mundano ? - Como distinguir o Pro-fano entre estas realidades extremas ? - Sagrado é tudo aquilo que divinizamos ou está relacionado ao divino, foco de respeito, veneração e até mesmo de adoração. São considerados sagrados, a própria divindade, como também as pessoas e objetos litúrgicos ligados diretamente ela, tais como os anjos, santos, sacerdotes, pastores e pessoas de vida consagrada ao serviço de Deus e seu povo. Além da divindade e dos seres ligados a ela também podemos identificar como sagrados alguns tipos de alimentos (o pão e o vinho oferecidos em sacrifício nos ritos cristãos da missa ou do culto), objetos (cálice, altar, roupas, bíblia, e outros livros sagrados como o Alcorão, ícones, etc. a serviço do culto divino), lugares (templos, igrejas, sinagogas, montanhas, cidades (como Jerusalém, Meca, e Medina), pessoas (sacerdotes, religiosos e leigos consagrados ao serviço divino), também, existem outros tipos de coisas sagradas para outros movimentos religiosos, bastante curiosas como: árvores, pedras, o sol, a lua, o fogo, a água, certos animais etc. O Sagrado está quase sempre relacionado a ideia de santidade, mas não necessariamente no sentido de perfeição, e sim no sentido de propriedade, ou seja, enquanto certas coisas ou seres são propriedades exclusivas a serviço do divino em questão. Isso ocorre por exemplo como no caso do povo de Israel que é um povo considerado sagrado mediante a aliança realizada entre Javé (Deus) e o patriarca Abraão, cujo trato (aliança) conforme está escrito na Torá, torna os descendentes de Abraão, propriedade de Javé, mas não exige do povo perfeição, apenas que este adore e sirva a Javé como Deus Único e não venham a adorar outros deuses.

 

 

 

 

O QUE É O PROFANO?

 

 

 

(freiras fazendo compras)



 

Ao contrário do sagrado o profano é tudo aquilo que está relacionado ao mundo atual em que vivemos, também chamado de século. Mas é importante ressaltar que quando falamos de profano, não estamos nos referimos ao mundo como algo negativo ou ruim. Talvez algumas religiões possam ter uma visão negativa do mundo, mas não podemos generalizar. O próprio Jesus afirmou certa vez que não é o que vem de fora (do mundo) que torna o homem impuro e sim o que sai de dentro do homem, pois tudo o que Deus criou é bom.   O ser humano é quem destrói as coisas, mata por inveja, vingança, rouba, destrói a natureza, deturpa a criação, etc. Quando nos referimos ao elemento profano estamos nos referimos ao mundo atual em que vivemos com as coisas diárias que fazemos, e que não possui relação alguma com a divindade ou divindades, refere-se exclusivamente a vida humana em si, como o ato de namorar, trabalhar, estudar, comercializar, frequentar os espaços públicos, etc e que nada tem a ver com o culto a divindade. Deste modo, são profanos todos os atos e relações humanas que não estão relacionados ao culto à divindade, mas aquilo que é necessário ao ordinário da vida.Para alguns Cristãos formados na doutrina dos PURITANOS (EUA), tudo ou é SAGRADO OU MUNDANO. Esquecem que entre a realidade sagrada e mundana, existe A PROFANA (do grego: PROS FANUS= Pro belo):

 

 

-As igrejas templo e os objetos litúrgicos = Sagrados



 




-A prefeitura, a escola, locais honestos de trabalho, os espaço públicos ordinários = Profanos



 




-O prostíbulo, boates eróticas, motéis eróticos, pornografia = Mundanos

 


 


 

Como Cristãos, somos chamados a renunciar e evitar considerar como normal aquilo que é mundano, não o profano, pois desta forma, não poderíamos nem sair de casa, pois a rua é profana é profana e não sagrada! O mesmo conceito vale para as festas e gostos musicais - A arte profana e a arte religiosa: Por arte profana, entenda-se as manifestações artísticas não vinculadas à valores religiosos. Pode abranger diversas expressões artísticas tais como a literatura, a pintura, a escultura, a dramaturgia, a música, a dança, dentre outros. Geralmente, desenvolve-se em ambientes seculares e não em ambientes sagrados. A arte profana visa dá expressão aos sentimentos, sensações, valores e senso estético das pessoas envolvidas, num contexto secular. Considera-se as questões do mundo material de forma objetiva ou subjetiva, sem fazer menção às possíveis intervenções transcendentes. É tida como uma arte antropocêntrica, na qual o ser humano e não Deus, está no centro das atenções e discussões. A arte religiosa, ao contrário, põe o ser humano num papel secundário, geralmente submisso ao serviço de Deus em favor da humanidade. A arte passa a ser uma expressão de louvor e adoração a Deus. Os pesquisadores divergem a respeito do que seja realmente a música sacra. Geralmente ela é conceituada como musicalidade não profana, criada para animar os sentimentos humanos da natureza do sagrado e da espiritualidade. O uso desse termo foi registrado pela primeira vez na Era Medieval, quando se concluiu que era necessário elaborar uma teoria musical específica para as canções executadas nas missas, no louvor e na adoração a Deus. Sua expressão mais remota é o canto gregoriano, gênero musical de cunho vocal, composto por uma única melodia. Pode ser compreendida em sentido mais limitado, denotando a música de natureza erudita inerente à tradição judaico-cristã. Ou ser percebida em seu significado mais amplo, referindo-se a toda música executada nas cerimônias de toda e qualquer religião. Vale lembrar que uma canção ser composta por um autor religioso não a transforma necessariamente em uma música sacra. Assim sendo, embora toda musicalidade sacra seja de teor espiritual, nem toda composição religiosa é uma canção sacra. O conceito de Música Sacra, portanto, terá que ser adaptado a cada cultura: ela será diferente da música secular de um povo. A música trazida ao Brasil pelos missionários norte americanos no século XIX, algumas eram hinos de canções folclóricas do seu país, portanto, profanas, mas com o texto adaptado. Essas músicas foram aceitas sem restrições como sacra pelo povo brasileiro visto que era um tipo de música diferente do que eles vivenciavam na época. Foi difícil para os Cristãos tradicionalistas, aceitarem em suas celebrações e cultos, instrumentos como o violão, guitarras, baterias, alguns instrumentos de sopro, e até o piano. A razão disso era o que estes instrumentos evocavam, em relação ao profano, conforme a sua época. Por exemplo: o piano, nas décadas de 50 e 60 estava associado aos clubes e bares. O violão, nas décadas de 60 e 70, estava associado à música boemia. Guitarras e baterias, mais recentemente, são associadas com a música, postura e ideologia secular, profana como o Pop Rock, portanto havendo resistências para serem aceitas nos cultos religiosos.

 

 

 


 

-Festas Religiosas SÃO SAGRADAS: Tendas, Páscoa, Natal, e outras que inclusive, o próprio Cristo frequentava.

 



-Festas profanas: 7 de setembro, cívicas, de formaturas, debutantes, aniversários, casamentos, populares sem apelo erótico,etc.

 

 

-Festas Mundanas: Alguns estilos de Carnaval, bacanais, orgias, festas de Swing e semelhantes.

 


 

Bem como:Existem música sacras: Gregoriana, litúrgicas, e as de caráter religioso de louvor e adoração.Existem músicas profanas: As clássicas. Existem músicas mundanas: De duplo sentido, e que desvalorizam as relações humanas, de caráter depreciativo da genitalidade masculina e feminina, e que desvalorizam, ou menosprezam o ser ser humano em sua dignidade como homem, ou mulher.Cristo ia a todas as festas Judaicas. E foi numa festa, nas bodas de Caná que Ele transformou água em vinho (não era suco de uvas).O pecado portanto, não está em beber, mas na embriaguez com a perda da razão. Particularmente não bebo, mas não vejo problema alguém que toma uma taça de vinho em um jantar, ou uma cerveja na praia. Não é pecado se não se embriaga, e nem perde o uso da razão, e principalmente se não dirigir após ter bebido.

 

 



Papa Francisco: “O mundano aflige o coração do crente”

 

 

 

 

O Papa Francisco na celebração matinal da eucaristia na capela da Casa de Santa Marta, no Vaticano, em sua homilia convidou os crentes a olharem para o seu coração e a nele verem “paixões e barulhos mundanos” que afligem o coração humano. Tomando as leituras que a liturgia do dia propõe á reflexão dos fiéis para o dia de hoje o Papa lembrou que São Paulo lança um convite a “não acolher em vão a graça de Deus” que se manifesta, afirma o Apóstolo, “agora”. Para Francisco tal pensamento significa que “em cada tempo o Senhor nos dá a graça”, o “dom que é gratuito”. Deste modo o cristão “deve estar consciente e estar preparado para acolher aquele dom, com o coração livre do barulho mundano” que se constitui como “o barulho do diabo”, afirmou.O Santo Padre exortou os fiéis a acolherem o Dom de Deus alertando para a necessidade de não se constituírem como “motivo de escândalo a ninguém”:“É o escândalo do cristão que se diz cristão, que vai à igreja, vai à missa aos domingos, mas vive não como cristão, mas como mundano ou pagão. E quando uma pessoa é assim, provoca escândalo. Quantas vezes ouvimos nos nossos bairros, nas lojas: ‘Olha aquele ou aquela, todos os domingos na missa e depois faz isso, isto e isto …’. E as pessoas escandalizam-se. Isto é o que Paulo diz: ‘Não acolher em vão...’E como devemos acolher? Antes de tudo, é o ‘momento favorável, diz. Nós devemos estar atentos para entender o tempo de Deus, quando Deus passa por nosso coração”. Para o Papa apenas poderemos estar atentos a esta realidade se nos colocarmos na condição de quem “defende o coração” procurando distanciar-se de “todo barulho que não vem do Senhor, afastando as coisas que nos tiram a paz”. Para o Papa “um coração livre de paixões” é um coração que se afasta do ““olho por olho” e inverte a perspectiva para o “oferecer ao outro lado da face” e caminhar dois quilômetros com quem o obriga a caminhar um: “Ser livre de paixões e ter um coração humilde, um coração manso. O coração é protegido pela humildade, pela mansidão, nunca pelas lutas e guerras. Não! Este é um barulho: barulho mundano, barulho pagão ou barulho do diabo. O coração em paz! ‘Evitamos dar qualquer motivo de escândalo para que o nosso ministério não seja criticado’, disse Paulo, mas pelo contrário, falemos do ministério e do testemunho cristão para que não seja criticado. Apenas com pureza, sabedoria, magnanimidade, benevolência e espírito de santidade é possível acolher a gratuidade de Deus e manter o coração longe das tribulações”, concluiu.

 

 

 

 

 

A IMPORTÂNCIA DE RESPEITAR O SAGRADO:

 

 

 

Sagrado não é apenas aquilo que existe dentro da religião que pertencemos, pois o que é sagrado para a minha religião, pode não ser para outra. Mas quando há respeito mútuo, aprendemos a conviver com harmonia e consideração. Pomos fim às guerras religiosas e as perseguições e valorizamos o que talvez há de melhor na religião do outro. Ter uma ideia negativa do profano achando que o mundo e as realidades profanas são sinais de pecado e de impureza é desconsiderar que tudo o que existe foi criado por Deus, um ser superior e transcendente que nos permitiu tudo isso que temos ao nosso redor, para a nossa sobrevivência, relações sociais de cordialidade, e para o nosso bem comum.Não podemos negar a nossa condição mundana, bem como a nossa transcendência, e isso só será possível não se negarmos o profano, e tornando sagrado (a serviço de Deus e de sua glória) a realidade que vivemos, através de atitudes transformadoras que traga o bem estar e a qualidade de vida para todas as pessoas do nosso mundo. Quando respeitamos o sagrado do outro, temos o direito a exigir respeito ao que é sagrado para mim. Como Cristãos, somos  chamados a ser : “Sal da terra, luz no mundo e fermento na massa” , e não nos isolar do mundo, pois é neste mundo que somos chamados a dar nosso testemunho.

 

 

 

 

Há coisas práticas que uma pessoa consagrada pode fazer ordinariamente:

 

 

 

 

-A oração pessoal regular é uma das mais importantes.

 

 

-A adoração semanal.

 

 

-A participação na missa e se possível a Comunhão eucarística diária.

 

 

-A confissão e se possível com a direção espiritual ( na confissão confessamos nossos pecados, na direção espiritual, trabalhamos as motivações que estão nos levando a pecar).

 

 

-O estudo regular das Escrituras é muito eficaz.

 

 

-Leituras de bons livros espirituais e doutrinais aprovados pela Igreja!

 

 

-Servir a Igreja local em algum ministério, ou pastoral.

 

-Participar de grupos de oração!

 

 

Enfim, qualquer atividade que permita manter Deus como foco da sua vida e o encoraje a se aproximar Dele pode ser usada como ferramenta para esse propósito. A consagração não é uma decisão única e de um único momento. É um modo de vida. Quando toma a decisão de se consagrar, deve estar preparado para continuar buscando a Deus pelo resto de sua vida. Nossa consagração nunca será "completa". Você nunca atingirá a correção perfeita neste mundo! Deus não exige perfeição completa, porém. Pede apenas que assuma o compromisso de buscá-la constantemente. Você pode tropeçar ao seguir o caminho, mas deve escolher continuar caminhando, mesmo quando tropeçar. A consagração a Jesus por Maria Santíssima nos ajuda a viver nossas promessas batismais, mas é importante fazer uma distinção entre esse tipo de consagração. Maria Santíssima é o protótipo da consagração perfeita a Deus! O Coração de Maria e o Coração de Jesus estão unidos um ao outro eternamente! A consagração a Jesus por Maria nada mais é do que uma dedicação à fé e os meios exigidos para a verdadeira vivencia de nossa consagração primeira, a bastimal. O objetivo final é Deus, e não Maria Santíssima, portanto a consagração a Jesus por Maria é feita com o desejo de melhor viver nossa consagração a Jesus, nos confiando no auxílio de Maria nossa mãe.

 

 

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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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