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"A noite escura da alma" de São João da Cruz: Um poema Universal

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 9 de dezembro de 2021 | 11:39

 




 

“A noite escura da alma” é um poema do frade carmelita João da Cruz, um dos maiores poetas quinhentistas espanhois. Para explicar o poema (coisa rara na poesia),um poema de apenas oito estrofes, o autor escreveu todo um livro, que na verdade, só vai até a segunda estrofe e foi deixado inconcluso. De acordo com o autor, o poema é narrado pela alma, que, em plena noite escura, sai de casa (desapega de seus valores mundanos) e vai ao encontro de seu amado (Deus).Apesar de ostensivamente tratar sobre uma jornada cristã, o poema pode se aplicar a todo e qualquer caminho espiritual.

 




Nem sempre a espiritualidade, a contemplação, a meditação trazem a paz: essa não-paz é o que João da Cruz chama de “noite escura da alma”!

 

 

 

 

Meditamos não para fugir da realidade ou para nos isolar dos problemas do mundo, mas por perceber que a vida não-contemplativa, a vida do ego, a vida do consumo, a vida do apego, é fundamentalmente alienante, tanto quanto algumas “falsas meditações transcendentais”. Meditar é a nossa maneira de mergulharmos plenamente na realidade ilimitada. Mas nem sempre a espiritualidade, a contemplação, a meditação trazem a paz: essa não-paz é o que João da Cruz chama de “noite escura”.

 

 

 

Abaixo, o poema completo, traduzido fielmente para o português:

 

 

 

Em uma noite escura,

De amor em vivas ânsias inflamada

Oh! ditosa ventura!

Saí sem ser notada,

Já minha casa estando sossegada.

 

 

 

Na escuridão, segura,

Pela secreta escada, disfarçada,

Oh! ditosa ventura!

Na escuridão, velada,

Já minha casa estando sossegada.

 

 

 

Em noite tão ditosa,

E num segredo em que ninguém me via,

Nem eu olhava coisa, Sem outra luz nem guia

Além da que no coração me ardia.

 

 

 

Essa luz me guiava,

Com mais clareza que a do meio-dia

Aonde me esperava

Quem eu bem conhecia,

Em sítio onde ninguém aparecia.

 

 

 

Oh! noite que me guiaste,

Oh! noite mais amável que a alvorada

Oh! noite que juntaste

Amado com amada,

Amada já no Amado transformada!

 

 

 

Em meu peito florido

Que, inteiro, para Ele só guardava

Quedou-se adormecido,

E eu, terna, O regalava,

E dos cedros o leque O refrescava.

 

 

 

Da ameia a brisa amena,

Quando eu os seus cabelos afagava

Com sua mão serena

Em meu colo soprava,

E meus sentidos todos transportava.

Esquecida, quedei-me,

O rosto reclinado sobre o Amado;

Tudo cessou.

 

 

Deixei-me,

Largando meu cuidado

Por entre as açucenas olvidado.

 

 

O poema, lindamente musicado pela cantora Loreena McKennitt (https://www.youtube.com/watch?v=MclLF473XtA), reminiscente do Cântico dos Cânticos,  não é tão simples quanto parece, se o fosse, todos hão de concordar, que não precisaria de um livro para explicar somente as duas primeiras estrofes. De acordo com o autor, que é Doutor da Igreja (que ensina doutrina segura), o poema é narrado pela alma, que, em plena noite escura, sai de casa (desapega de seus valores mundanos?) e vai ao encontro de seu amado (Deus).

 

 

 

Apesar de tratar ostensivamente sobre uma jornada cristã, o poema pode se aplicar a todo e qualquer caminho espiritual!

 

 

 

O título “A noite escura da alma” simboliza, entre muitas outras coisas, as primeiras dificuldades que são experimentadas por todas as pessoas que começam a se dedicam com afinco e seriedade à práticas religiosas e contemplativas, místicas e espirituais – sejam elas cristãs ou não. A noite escura da alma é um daqueles raros livros em que lemos e relemos, nos apaixonamos e queremos sempre reler porque sempre descobrimos novas perspectivas de entendimento e alargamento espiritual. E depois que somos alargados, não tem como sermos mais os mesmos(as), algo de novo, revelador e maravilhoso acontece dentro de nós. A Noite Escura de João da Cruz nesses nossos dias escuros e sombrios, torna-se um guia seguro em nossa jornada, ele não é o caminho, mas um seta segura e luminosa ao longo do caminho, nos apontando a eternidade para a qual caminhamos.

 

 

 

O que é a “noite escura”?

 

 

 

A beleza da metáfora da “noite escura” é justamente a impossibilidade de uma tradução simplista: ela é, ao mesmo tempo, o deserto árido que atormenta as pessoas que trilham caminhos espirituais, mas, também, a atmosfera generosa e frutífera que possibilita todo e qualquer crescimento espiritual.Ou, como disse Ben Sirach, autor do Eclesiástico, repetidas vezes citado por João da Cruz: “Quem não é tentado, o que sabe? Quem não é provado, que coisas conhece?” (Ecl 34, 9-10) -  Citando Faustino Teixeira (Vozes, 2016):

 

 

“A simbologia da noite … trata-se de uma das criações mais originais e rigorosas de seu pensamento místico, de uma complexidade singular. O que caracteriza o símbolo é a impossibilidade de sua tradução. O símbolo quase nunca se realiza em sua essência. Ele guarda uma relação intransponível com uma experiência e vem acompanhado de um complexo de sentimentos que suscitam imagens sempre novas e constrastantes. Não há como capturar radicalmente seu significado, ele sempre escapa. A essência metafísica do autêntico simbolismo místico envolve a quebra ou expulsão de imagens e explicações meramente racionais. O símbolo nunca figura tão somente uma experiência, como ocorre com um signo ordinário, embora sempre esteja vinculado a ela, suscitando sentimentos que busquem expressá-la. O símbolo da noite traduz uma ‘profundidade estelar’, e expressa um ‘estado de ânimo’ muito particular, que indica as ‘obscuras’ e misteriosas vias que encaminham a amada (alma) para a doce e serena união divina (o seu amado). A noite torna-se um símbolo intraduzível, capaz de gerar novas situações e emoções que se captam paulatinamente: de início, apenas o ambiente em que a alma solitária começa sua jornada arriscada; agora, o guia e (além de toda tradução) a mediadora entre amante e amado. Uma certa desnaturalização da linguagem: deixa de reproduzir ou imitar coisas e passa a ser modelada pela paixão de quem vive uma experiência inefável (portanto inexplicável racionalmente). É uma linguagem que se insinua, que busca mostrar algo que deve permanecer escondido e resguardado; que sugere um mistério, que aponta para um ‘no sé qué’, que transmite ilimitadamente as alegorias ordinárias da experiência. Daí a dialética da noite escura que é também ditosa, dos vivos contrastes entre a obscuridade da noite com a luz das chamas que ardem no coração.”

 

 

 

 

As dificuldades ao longo do caminho da Noite Escura:

 

 

 

Os primeiros capítulos de Noite Escura apresentam os principais problemas enfrentados pelas pessoas no começo de suas trajetórias religiosas e espirituais. Abaixo, alguns trechos de Noite Escura, de João da Cruz:

 

 

 

A soberba:

 

 

 

“Uma certa vontade algo vã, e às vezes muito vã, de falar sobre assuntos espirituais diante das outras pessoas, e ainda, às vezes, de ensiná-los mais do que aprendê-los. [Os principiantes soberbos] desejosos de ver suas coisas estimadas e louvadas, julgam não ser compreendidos, ou que os mestres não são espirituais, porque não aprovam ou condescendem com o que eles querem.Desejam tratar de seu espírito com quem imaginam há de louvá-los e estimá-los. Fogem como da morte àqueles que os desfazem a fim de os pôr em caminho seguro...Com grande presunção, costumam propor muito, e fazer pouco. Têm, por vezes, muita vontade de serem notados pelos outros.Se entristecem em demasia quando veem suas quedas, pensando que já haviam de ser santos; e, assim, aborrecem-se contra si mesmos, com impaciência, o que é outra imperfeição...São inimigos de louvar os outros, e muito amigos de que os outros os louvem.” (parte I, capítulo 2).

 

 

 

 

A avareza:

 

 

 

“Querem ter sempre grande cópia de livros sobre esse assunto. Vai-se-lhes todo o tempo na leitura, mais que em se exercitarem.” (I, 3)

 

 

 

A ira:

 

 

 

“Vendo-se imperfeitos, zangam-se consigo mesmos, com impaciência pouco humilde; e chega a ser tão grande essa impaciência contra suas imperfeições que quereriam ser santos num só dia...Não têm paciência para esperar.” (I, 5)

 

 

 

 

A preguiça:

 

 

 

 

“Como estão presos ao gosto sensível no exercícios espirituais, em lhes faltando esse gosto, tudo lhes causa fastio. Quando alguma vez não encontram no caminho espiritual aquele sabor que o seu apetite desejava – porque, enfim, convém que sejam privados de tais consolações – não querem mais voltar a ele; chegam mesmo a abandonar o caminho, ou a trilhá-lo de má vontade. Essa preguiça leva os principiantes a deixarem atrás o caminho para buscarem o gosto e o sabor do que lhes agrada...Como andam sempre guiadas pelo sabor e regalo nas coisas espirituais, são muito remissos para a fortaleza e o trabalho da perfeição. Semelhantes aos que são criados no meio dos prazeres, fogem com desgosto de tudo quanto é áspero, e se ofendem com o caminho no qual se acham os deleites do espírito. Nas coisas espirituais sentem maior fastio; como procuram nelas suas liberdades e a satisfação de suas vontades, causa-lhes grande desgosto e repugnância entrar no caminho estreito que conduz à vida...Na noite escura, serão desmamados de todos os sabores e gostos, por meio de fortes securas e trevas interiores, perdendo todas essas impertinências e ninharias, ao mesmo tempo, ganhando virtudes por meios muito diferentes.” (I, 7)

 

 

 

 

Um conhecimento indizível, além do sentido, além das palavras!

 

 

 

Um dos sinais de que a pessoa se encontra na noite escura é que já não consegue mais discorrer sobre assuntos espirituais com o mesmo vocabulário, com a mesma racionalidade de antes. A comunicação se quebra, cai-se no indizível: ela não consegue mais comunicar-se por meio do sentido, pelo trabalho do raciocínio, como o fazia até então, ligando ou dividindo os conhecimentos, mas agora o faz puramente na consciência, onde não é mais possível haver discursos sucessivos: “A comunicação é feita com um ato de simples contemplação, a que não chegam o sentidos interiores e exteriores da parte inferior.” (I, 9.A pessoa percebe “como são baixos, limitados e, de certo modo, impróprios, todos os termos e vocábulos usados nessa vida para exprimir as coisas espirituais e contemplativas.” (II, 17)

 

 

Abrir mão de nossa racionalidade pode finalmente nos fazer prestar mais atenção às pessoas à nossa volta, ver mais, ouvir mais:

 

 

 

“Pode-se ouvir o outro, escutando sua própria voz, para satisfazer sua própria curiosidade, ou escutá-lo com respeito, numa escuta que sabe aceitar tanto o silêncio como a fala do outro. Tal escuta não é para aprender, e sim para doar-se.”

 

 

 

Conhecer o Eu, abandonar o Eu

 

 

 

Entre os benefícios trazidos pela noite escura da alma para a pessoa praticante, está o “conhecimento de si mesma e de sua miséria, sua própria baixeza que, no tempo da prosperidade, não chegava a ver”: “Vendo-se agora tão árida, nem mesmo por primeiro movimento lhe ocorre a ideia … de estar mais adiantada do que os outros. … Daqui nasce o amor ao próximo, pois a todos estima, e não os julga como antes, quando se achava com muito fervor e não via os outros assim.” (I, 12). A consciência da pessoa praticante, purificada e aniquilada pela noite escura de todas suas afeições e inteligências, “não gozando nem entendendo coisa alguma”, “permanecendo em seu vazio, em obscuridade e trevas”, torna-se enfim muito disposta a “abraçar tudo”. (II, 8) Ou, nas palavras de Stinissen, “heroísmo é aceitar a própria pequenez”.

 

 

 

Mas, para abraçar o todo, é preciso abandonar o Eu!

 

 

 

“...Basta um só apego ou particularidade a que a consciência esteja presa, seja por hábito ou por ato, para não sentir nem gozar dessa delicadeza e íntimo sabor do Espírito do amor, que contém em si eminentemente todos os sabores.” (II, 9)

 

 

 

Tudo o que nos faz sofrer vem de nós mesmas, de nosso Eu, de nossos apegos – A única segurança está em um desapego radical!

 

 

 

“A consciência nunca erra senão por seus apetites, ou seus gostos, seus raciocínios, seus conhecimentos, ou suas afeições; é nisso que ela costuma faltar, ou exceder-se, por buscar variações, ou cair em desatinos, inclinando-se, consequentemente, ao que não convém. Uma vez impedidas todas essas operações e movimentos, claro está que a consciência se encontra segura, para neles não errar. E não somente se livra de si mesma, mas também dos outros inimigos, como o apego e a compulsão, os quais, encontrando adormecidas as afeições e atividades do Eu, não lhe podem fazer guerra por outro meio nem por outra parte...Quanto mais a consciência vai às escuras e privada de suas operações naturais, tanto mais segura vai.” (II, 16)

 

 

 

Você não perde nada ao perder uma ilusão! Contra quem, ou o que, você está se defendendo?

 

 

Por que é tão difícil desistir da nossa autodefesa? Quanto mais estamos presos a ilusão, tanto mais difícil é desistir dela. O processo de libertação, a passagem da ilusão para a realidade, é a noite escura. Experimentar essa noite é como uma luta mortal: o que sempre considerei como o meu Eu agora como diz São Paulo é esterco (Filip 3,8).  Mas o que morre aqui é uma “projeção fantasmagórica” nossa, que não pode passar por uma morte real, visto que nunca teve verdadeira vida!

 

 

Será que que você está defendendo não é um reflexo de espelho do que as outras pessoas vivem e defendem?

 

 


 


 

O objetivo de qualquer caminho espiritual é nos “desenssimesmar” de nós mesmos e nos abrir para as outras pessoas. Como diz João da Cruz: Ponha amor onde não há amor e colherá amor! A noite escura da alma, que não ver com nitidez, faz tudo o que é possível para que você renuncie à sua real imagem, que não é aquilo que nem você e os outros pensam de você, mas o que Deus pensa de nós! A noite escura está convencida de que você não é capaz de fazer outra coisa senão afogar-se em si mesmo. De certa forma está tão acostumado a essa vida que é incapaz de imaginar outra. O homem trancado dentro de si mesmo não quer morrer pelo outro, nem por si mesmo, é um covarde que sobrevive. O seu ego construiu a própria existência sobre a ilusão. Então, aqui vem a pergunta libertadora e salvadora: Que restaria de nós se nosso egocentrismo de repente desaparecesse? A noite escura visa justamente libertar você dos seus limites egocêntricos e abri-lo para o “Outro” por excelência, o único capaz de verdadeiramente nos libertar!

 

 

 

Aquilo que mais nos atormenta, damos um poder que ele não tem, o qual demonstra  nossos apegos que precisamos exorcizar!

 

 

 

Abandonar esses apegos não é fugir da realidade, e sim verdadeiramente enxergá-la, às vezes até, pela primeira vez de forma realista! Nosso desejo egocêntrico é uma fuga da realidade. Pensamos que, o que procuramos esteja sempre em outro lugar. E, na realidade, está dentro de nós! A vida de união é extraordinariamente simples, Poderia ser diferente? Nessa vida nova, você finalmente é aquilo que Deus determinou para cada um de nós! aprende a escutar a realidade, em vez de forçá-la a ser diferente, aprendemos a estar no mundo sem sermos do mundo, experimentando a verdadeira liberdade dos filhos de Deus (Rom 8,21-22). Contemplamos misticamente as realidades não para fugir dela, ou para nos isolar do mundo, mas por perceber que a vida não-contemplativa, a vida hedonista, egocêntrica e consumista, também é ilusão!  A noite escura diagnostica este nosso estado de espírito. A nossa alma ou psique humana, tende ao gozo em valores falsos, muito aquém da possibilidade de alcançar algo superior além da Terra. Buscando e praticando uma mística segura e divina que agrada o verdadeiro Deus, sem ser enganado por valores vulgares que destroem as almas e nos afastam da salvação, pois se nossa esperança é só para este mundo e para esta vida, já nos alerta São Paulo em 1 Coríntios 15,32:

 

 

 

“Se, como homem, combati em Éfeso contra as bestas, que me aproveita isso...Comamos e bebamos, que amanhã morreremos”

 

 

 

Adaptado de Alex Castro

 

 

 

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