por *Francisco José Barros de Araújo
Olhe novamente para a modelo da postagem acima. Agora suspenda, ainda que por um instante, o olhar condicionado pelo consumo e pela cultura da imagem, e imagine que aquela mulher seja sua irmã, sua filha ou sua esposa exposta. Esse simples exercício já é suficiente para revelar o abismo entre o olhar que contempla e o olhar que consome. A pergunta deixa de ser estética e passa a ser moral, espiritual e antropológica: como aprendemos a olhar a mulher?
Antes do Pecado Original, Adão olhava Eva de modo integral. Seu olhar não fragmentava, não calculava, não explorava. Eva não era um conjunto de partes úteis ao desejo, mas um todo dotado de sentido, uma pessoa diante de outra pessoa. Por isso, o assombro de Adão não nasce da posse, mas do reconhecimento: ele se espanta diante da alteridade que se iguala em dignidade. O encanto não era erótico no sentido moderno, mas ontológico — ele estava diante de alguém que compartilhava sua própria humanidade.
Com a queda, porém, entra no mundo a lógica da divisão, da fragmentação!
O pecado fratura não apenas a relação com Deus, mas também o modo de ver o outro. A partir desse momento, Adão já não olha Eva como mistério a ser respeitado, mas como objeto a ser avaliado. Surge o olhar que seleciona, que separa, que reduz. A mulher deixa de ser percebida como pessoa inteira e passa a ser julgada por partes: curvas, formas, desempenho, utilidade. A dignidade cede lugar à funcionalidade.
Diante disso, a pergunta se impõe com força ainda maior hoje: é isso que a mulher tem a oferecer?
Apenas fragmentos de seu corpo? A imagem utilizada como ilustração desta postagem revela bem essa mentalidade. E, ironicamente, ainda “falta tirar mais coisas”: os cabelos postiços, as coxas moldadas, o abdômen esculpido entre academias e procedimentos estéticos, como se cada camada artificial fosse uma tentativa desesperada de sustentar um valor que já não se sabe onde encontrar. Mas se retirarmos tudo o que é apenas físico, tudo o que pode ser comprado, moldado ou descartado, o que resta?
A cultura contemporânea parece não saber responder — e talvez por isso se desespere tanto em manter o corpo como último fundamento de identidade. Está na hora, portanto, de devolver à mulher aquilo que lhe foi roubado: sua integralidade. Não a integralidade idealizada de padrões irreais, mas a integralidade real da pessoa humana — corpo, alma, inteligência, afetividade, vocação e dignidade.
Foi essa integralidade que deixou Adão antes do pecado, extasiado. Foi diante do ser feminino integral e não fragmentado de Eva, que ele pôde declarar, não com desejo de posse, mas com reverência, olhando em seus olhos (imagem acima) e não para seu corpo:
“Esta, sim! É carne da minha carne e ossos dos meus ossos!” (Gn 2,23).
Enquanto continuarmos a olhar a mulher por partes, continuaremos presos às consequências da queda. Recuperar o olhar integral não é retrocesso: é redenção.
Ver a mulher como imagem e semelhança de Deus, e não como mero objeto de satisfação sexual!
Quando a Sagrada Escritura afirma que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus, não está sugerindo qualquer semelhança física. Deus é puro Espírito e não possui corpo como o nosso (cf. Jo 4,24). A afirmação bíblica, portanto, é profundamente mais elevada: ela se refere à totalidade do ser humano, em sua dimensão espiritual e corporal, como portador da imagem divina. Ser imagem e semelhança de Deus significa que o homem e a mulher, em sua constituição integral, refletem características próprias do Criador. Ambos são pessoas dotadas de razoabilidade, liberdade, consciência moral e capacidade criativa. Participam, de modo analógico, dos atributos comunicáveis de Deus e recebem d’Ele a vida, a dignidade e a vocação ao relacionamento — tanto com o próprio Deus quanto com o próximo. É justamente por isso que reduzir a mulher a um objeto de satisfação sexual não é apenas um erro cultural ou social, mas uma distorção grave de ordem antropológica e teológica.
Ao fragmentá-la em partes do corpo ou ao avaliá-la apenas pelo desempenho estético e sexual, nega-se aquilo que nela é mais essencial: sua condição de pessoa, criada para o amor, para a liberdade e para a comunhão. Como imagem viva de Deus, a mulher — assim como o homem — é capaz de expressar vontades, tomar decisões livres, avaliar situações com inteligência, experimentar e manifestar emoções, raciocinar de forma lógica, assumir responsabilidades e exercer domínio responsável sobre a criação. Mais ainda: ela é chamada a criar, a transformar o mundo e a colaborar com Deus na obra contínua da criação. Reconhecer a mulher como imagem e semelhança de Deus é resgatar sua dignidade integral. É passar do olhar que consome ao olhar que contempla, do uso ao respeito, da redução ao reconhecimento. E somente esse olhar restaurado é capaz de gerar relações verdadeiramente humanas, livres e orientadas para o bem.
Maria a nova Eva,
modelo para a mulher e para o homem de hoje!
A Mulieris Dignitatem, publicada por São João Paulo II ao final do Ano Mariano, pode ser compreendida como seu fruto amadurecido e seu legado mais profundo no que diz respeito à dignidade e à vocação da mulher. Nela, o Pontífice afirma com clareza que o verdadeiro modelo da mulher não pode ser construído apenas a partir de definições conceituais, sejam elas filosóficas ou teológicas.
É necessário, sobretudo, dirigir o olhar para a “Mulher” da Sagrada Escritura: Maria de Nazaré, que, graças à sua união singular com Deus, constitui a expressão mais elevada da dignidade e da vocação humanas.* O acontecimento central da história da salvação está inseparavelmente ligado a uma extraordinária elevação da mulher (cf. MD, 3). Deus escolhe livremente uma mulher para selar a Nova e definitiva Aliança com a humanidade. Ao fazê-lo, faz dela não apenas a Mãe do Redentor, mas também o modelo da Igreja e da própria humanidade — homens e mulheres. Dessa perspectiva, qualquer discurso que procure minimizar o papel da mulher perde não apenas consistência teórica, mas também fundamento teológico.
Maria participa da Redenção como mulher, com todo o seu ser feminino
Maria participa da obra da redenção precisamente em sua condição feminina plena. Ela é a primeira a acolher, conservar e transmitir a Boa Nova; é em sua feminilidade que o amor de Deus se interioriza e alcança uma profundidade sem precedentes na história. Como afirma João Paulo II:
“Aquela plenitude de graça concedida à Virgem de Nazaré para chegar a ser Theotókos significa, ao mesmo tempo, a plenitude da perfeição do que é característico da mulher, daquilo que é feminino” (MD, 5).
Em Maria encontram-se realizadas, de modo sublime, todas as possibilidades da mulher. Por isso, ao viver em comunhão com a Mãe de Deus, imitá-la e procurar configurarse a ela, a mulher desenvolve em grau máximo a própria personalidade. Essa ideia já estava claramente formulada na encíclica Redemptoris Mater (1987), quando João Paulo II afirma:
“A feminilidade encontra-se numa relação singular com a Mãe do Redentor… A mulher, olhando para Maria, descobre nela o segredo de viver dignamente a sua feminilidade e de realizar a sua verdadeira promoção” (n. 46).
Liberdade, serviço e doação de si
Sabe-se que certas correntes do feminismo rejeitam Maria como referência para a realização feminina, acusando-a de ter servido historicamente como justificativa teológica para a subordinação da mulher.
Contra essa leitura reducionista, João Paulo II enfatiza a liberdade radical de Maria, que participa da relação com Deus com a “plenitude do seu eu pessoal e feminino” (MD, 49). Sua resposta no episódio da Anunciação não foi fruto de submissão passiva, mas de uma entrega consciente, livre e total de todo o seu ser — físico e espiritual — quando se define como “serva do Senhor” (Lc 1,38).
Reconhecer que interpretações equivocadas dessa linguagem podem ter servido para perpetuar situações de inferiorização da mulher não significa descartar as virtudes do serviço, da caridade e da disponibilidade como se fossem resquícios de escravidão. Pelo contrário: a rejeição do serviço coincide frequentemente com a exaltação prática do egoísmo — atitude espiritual que constitui uma das maiores ameaças à realização pessoal, tanto da mulher quanto do homem. É preciso, portanto, sondar em profundidade o significado da palavra “serva” nos lábios de Maria: nela, servir é um ato supremo de liberdade e de amor.
Pecado, ruptura e degradação da dignidade feminina
Os relatos do Gênesis sobre o “princípio” revelam também a origem das desarmonias presentes na realidade humana. Como recorda a Mulieris Dignitatem, o pecado se inscreve precisamente nesse ponto inicial e se manifesta como negação do desígnio original de Deus (MD, 9). Embora a imagem divina no ser humano não tenha sido apagada pelo pecado, foi profundamente obscurecida (cf. Concílio Vaticano II).
A ruptura da comunhão originária com o Criador provoca também a deterioração da relação entre homem e mulher. A lógica do domínio substitui a lógica do dom; o utilitarismo ocupa o lugar do amor. João Paulo II observa que as consequências desse processo recaem de modo particular sobre a mulher: ela passa a ser desrespeitada em sua dignidade, privada de seus direitos e frequentemente reduzida a objeto de posse e prazer. O Papa condena com vigor tais injustiças e afirma que elas ferem também o homem, pois, ao ofender a dignidade e a vocação da mulher, ele “age contra sua própria dignidade e sua própria vocação” (MD, 10).
Maria, caminho de restauração
À luz de Maria, a Nova Eva, compreende-se que a redenção não restaura apenas uma ordem espiritual abstrata, mas também o modo de o homem e a mulher se relacionarem. Em Maria reencontra-se o olhar integral, o amor que não domina, o serviço que não humilha, a liberdade que se doa. Por isso ela permanece, hoje, não apenas como modelo para a mulher, mas como referência indispensável para o homem — e para toda a humanidade — que busca reencontrar sua verdadeira dignidade em Deus.
Maternidade física e
maternidade espiritual da Mulher (I Tim 2,15)
A unidade e a igualdade do homem e da mulher não anulam, no entanto, a
diversidade. Tendo insistido até aqui na radical paridade dos dois sexos, o
Santo Padre busca, na segunda parte da Carta Apostólica, as dimensões
específicas. A especificidade não está, sem dúvida, na qualidade ou nos dotes
humanos que caracterizam a um ou a outro. Com efeito, segundo dados
estatísticos, a maior ou menor frequência com que os diversos talentos aparecem
nos homens ou nas mulheres não nos diz nada acerca das pessoas concretas. Nenhum indivíduo é determinado somente pelo sexo: além de ser
homem ou mulher, possui disposições e aptidões próprias que lhe conferem
individualmente condições para a atividade artística, técnica, científica,
social, etc.A especificidade é, pois, bem mais radical e consiste na
maternidade ou na paternidade (cfr. MD, 17). O Papa fala longamente
sobre a maternidade como dimensão da vocação da mulher (cfr. MD, 18), que
implica desde o início uma especial abertura à concepção ou ao nascimento.
Dessa forma, a mulher se realiza admiravelmente mediante um “dom sincero de si”
(MD, 18).
A maternidade não é
apenas um processo fisiológico!
É sobretudo um acontecimento que envolve o ser da mulher em sua mais
íntima raiz e corresponde à inteira estrutura psicofísica da feminilidade. O
documento pontifício conclui por isso que o “modo único de contato com o novo
homem que está se formando, cria, por sua vez uma atitude para com o homem –
não só para com o próprio filho, mas para com o homem em geral – tal que
caracteriza profundamente toda a personalidade da mulher” (MD, 18). A antropologia filosófica e as ciências experimentais
recentes confirmam, por exemplo, que a mulher oferece uma contribuição mais
concretamente humana às relações interpessoais: ela possui uma capacidade toda
sua de descobrir o indivíduo na massa e de promovê-lo como tal. “Deus – afirma
João Paulo II – lhe confia de uma maneira especial o homem, o ser humano” (MD,
30). Subtrair o indivíduo do anonimato da sociedade massificada, salvá-lo da
fria tirania das tecnologias, protegê-lo em um contexto de relações pessoais,
tudo isto é missão e conquista da mulher. Isto não significa, no entanto, que
as mulheres criem um mundo mais humano só com a sua presença e mais do que os
homens. A nossa sociedade só poderá mudar se ambos os sexos souberem
acolher o convite de colaborar com a obra criada para dar vida a uma nova cultura,
marcada pela compreensão, o amor, o dom de si e aquela recíproca atitude de
serviço que Deus inscreveu em cada um deles no princípio da criação e da
redenção (MD, 18). Mas, em tudo isto a mulher tem muito
a oferecer (cfr. MD, 3)Maria supera e precede todos os cristãos no caminho da
santidade. É o modelo da perfeita semelhança com Deus que, na vida
intratrinitária como no mistério salvífico, revelou-se como Amor que se entrega
a si mesmo (cfr. MD, 29). Nela, a mulher compreende que “não pode se encontrar
a si mesma senão doando amor aos outros” (MD, 30). E isto vale para qualquer
criatura humana. O aprofundamento de tal missão leva o Santo Padre a
voltar, na conclusão do documento, ao ideal cristão de serviço. A moral
ensinada por Jesus implica uma mudança completa do valor mundano do poder ao da
humildade, que está, na verdade, muito mais em consonância com as exigências
fundamentais da natureza humana. Só quem ama, homem ou mulher, pode notar a
existência dos outros e ajudar efetivamente; só quem ama pode aliviar os
sofrimentos. O amor torna sensível e forte, humilde e seguro, livre e obediente
ao mesmo tempo; e faz assumir a responsabilidade para um futuro mais humano.
A visão do
Apocalipse culmina com a aparição de Maria, vencedora na luta contra o mal, na
qual o Santo Padre vê o cumprimento definitivo da dignidade e da vocação da
mulher (cfr. MD, 30).
No combate contra o pecado, que se propõe como luta pelo ser humano e
pela sua realização definitiva em Deus, a mulher é chamada a construir a civilização
do amor com a sua força espiritual e moral. A Igreja,
portanto, rende graças por todas e cada uma das mulheres: pelas mães, pelas
irmãs, pelas esposas; pelas mulheres consagradas a Deus na virgindade; pelas
mulheres que se dedicam a tantos e tantos seres humanos, que esperam o amor
gratuito de outra pessoa; pelas mulheres que cuidam do ser humano na família,
que é o sinal fundamental da sociedade humana; pelas mulheres que trabalham
profissionalmente, mulheres que, às vezes, carregam uma grande responsabilidade
social; pelas mulheres « perfeitas » e pelas mulheres « fracas » — por todas:
tal como saíram do coração de Deus, com toda a beleza e riqueza da sua
feminilidade; tal como foram abraçadas pelo seu amor eterno; tal como,
juntamente com o homem, são peregrinas sobre a terra, que é, no tempo, a
« pátria » dos homens e se transforma, às vezes, num « vale de lágrimas »; tal
como assumem, juntamente com o homem, uma comum responsabilidade pela sorte da
humanidade, segundo as necessidades cotidianas e segundo os destinos
definitivos que a família humana tem no próprio Deus, no seio da inefável
Trindade.
A Igreja reconhece com profunda gratidão todas as manifestações do “gênio feminino” que, ao longo da história, se revelaram entre os povos e as nações. Em cada época, cultura e circunstância, a presença da mulher marcou decisivamente o caminhar da humanidade e do Povo de Deus. Por isso, a Igreja dá graças por todos os carismas que o Espírito Santo suscitou nas mulheres, carismas que se expressaram na santidade escondida do cotidiano, na coragem do martírio, na fidelidade silenciosa, no serviço humilde e na doação total. Dá graças pelas vitórias conquistadas pela fé, pela esperança e pela caridade femininas, que sustentaram famílias, formaram comunidades, preservaram a fé nos momentos de perseguição e mantiveram viva a chama do Evangelho quando tudo parecia trevas.
Ao mesmo tempo, a Igreja reconhece que tais dons nem sempre foram devidamente acolhidos, compreendidos ou valorizados. Por isso, eleva também um sincero apelo para que essas inestimáveis “manifestações do Espírito” (cf. 1Cor 12,4ss), concedidas com extraordinária generosidade às filhas da Jerusalém celeste, sejam reconhecidas com justiça, discernidas com sabedoria e integradas plenamente na vida e na missão eclesial. Trata-se de um reconhecimento que não instrumentaliza, não ideologiza e não reduz a mulher a funções, mas que respeita sua identidade, sua vocação própria e sua contribuição insubstituível para o bem comum da Igreja e da humanidade, especialmente no contexto atual, marcado por uma profunda crise de sentido, de relação e de dignidade humana.
Ao meditar o mistério bíblico da “mulher”, a Igreja não se limita a um exercício teórico, mas entra numa atitude orante. Ela reza para que toda mulher possa reconhecer-se nesse mistério, reencontrando nele não apenas um espelho de sua dignidade, mas também a fonte de sua missão. Pois é nesse horizonte que a mulher descobre sua suprema vocação: ser lugar de acolhida da vida, do amor e da esperança; ser guardiã do humano em um mundo tentado a desumanizar; ser sinal vivo da lógica do dom num tempo dominado pela lógica do uso. Iluminada pela figura de Maria, a Igreja compreende que o gênio feminino não é um apêndice secundário da história da salvação, mas um de seus eixos fundamentais.
Em Maria, a mulher é revelada não como objeto, mas como sujeito; não como instrumento, mas como cooperadora livre do desígnio divino. Nela, o feminino manifesta sua plena estatura espiritual e humana, tornando-se caminho de restauração das relações feridas pelo pecado.
Assim, ao agradecer, reconhecer e valorizar a presença feminina, a Igreja reafirma uma verdade essencial: sem a mulher — em sua dignidade integral, em sua liberdade responsável e em sua vocação própria — não há autêntica renovação da Igreja nem verdadeira humanização do mundo. O futuro da fé, da cultura e da própria civilização passa, de modo decisivo, pelo reconhecimento do mistério da mulher à luz de Deus.
*Francisco José
Barros de Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme
diploma Nº 31.636 do Processo Nº 003/17 - Perfil curricular no
sistema Lattes do CNPq Nº 1912382878452130.
BIBLIOGRAFIA
-JOÃO PAULO II. Mulieris dignitatem: carta apostólica sobre a dignidade e a vocação da mulher por ocasião do Ano Mariano. Vaticano, 15 ago. 1988.
-JOÃO PAULO II. Redemptoris mater: encíclica sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja peregrina. Vaticano, 25 mar. 1987.
-JOÃO PAULO II. Carta às mulheres. Vaticano, 29 jun. 1995.
-JOÃO PAULO II. Homem e mulher os criou: catequeses sobre a teologia do corpo (1979–1984). Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 1986. (conhecido como Teologia do Corpo)
-PAULO VI. Humanae vitae: encíclica sobre a regulação da natalidade. Vaticano, 25 jul. 1968.
-CONCÍLIO VATICANO II. Gaudium et spes: constituição pastoral sobre a Igreja no mundo de hoje. Vaticano, 7 dez. 1965.
-CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Carta aos bispos da Igreja católica sobre a colaboração do homem e da mulher na Igreja e no mundo. Vaticano, 31 maio 2004.
-FRANCISCO. Amoris laetitia: exortação apostólica pós-sinodal sobre o amor na família. Vaticano, 19 mar. 2016.
------------------------------------------------------
🙌 Ajude a levar a mensagem cristã a mais pessoas: Curta,
compartilhe, e nos siga:
👉 Clique aqui
para seguir o Blog Berakash
👉 Clique aqui e siga em nosso canal
no YouTube
A Paz em
Cristo e o Amor de Maria, a mãe do meu Senhor (Lucas 1,43)



Postar um comentário
Todos os comentários publicados não significam nossa adesão às ideias nelas contidas.O blog oferece o DIREITO DE RESPOSTA a quem se sentir ofendido(a).Os comentários serão analisados criteriosamente e poderão ser ignorados e ou, excluídos se ofensivos a honra.