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Não fazer do dízimo um antro de ladrões dentro da casa de oração de Deus

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 24 de novembro de 2018 | 14:55





Lucas 19,45-48: Jesus entrou no Templo e disse: “Está escrito: ‘Minha casa será casa de oração’. No entanto, vós fizestes dela um antro de ladrões”.


Sem querer ofender com generalizações aos protestantes, mas é perceptível que predomina no protestantismo uma implícita adoração a mamon, a começar pelos seus humildes e pobrezinhos pastores  com seus carros e luxuosas mansões, enquanto os fieis, ficam na miséria a sustentá-los. Porém, estes mesmos fieis juram de pés juntos que o pastor não é ladrão, e que o dízimo vai para Deus. Quando sai notícias de pastores acusados de crime e estelionato com a receita, dizem que é tudo conspiração do capeta, e que não devemos julgar ninguém e nem generalizar (Exceto com as outras religiões, principalmente os coitados dos Católicos).





O problema da grande maioria destes cegos fieis protestantes, é que são induzidos a não lerem a bíblia completa, mas só o que lhes interessa, e aquilo que é orientado pelos seus dirigentes, que ficam a tirar texto do contexto, para servir-lhes de pretextos. Se realmente lessem toda a escritura, veriam que lá nos ensina que o dizimo era exigido apenas para ajudar os Levitas que serviam na liturgia do templo. Os primeiros cristãos já nem mais a isso se submetiam, pois já estavam no tempo da graça trazida por Cristo, portanto, não estão mais sujeitos e nem ordenados a Pagar Dízimos ao templo. As escrituras neotestamentárias, em nenhuma ocasião se ordenou aos cristãos do primeiro século pagar dízimos ao templo.O objetivo primário dos dízimos, sob a Lei, era sustentar o templo e o sacerdócio de Israel; consequentemente, a obrigação de pagar dízimos cessaria quando aquele pacto da Lei mosaica chegasse ao fim, por estar superado por meio da morte de Cristo no madeiro da cruz (Ef 2,15; Col 2,13-14). É verdade que os sacerdotes levitas continuaram a servir no templo em Jerusalém, até que este foi destruído definitivamente no ano 70 já da EC. Os cristãos, já a partir do ano 33 da EC, tornaram-se parte de um novo sacerdócio espiritual, que já não era sustentado por dízimos (Rom 6,14; He 7,12; 1Pe 2,9). A didática do Espírito, muda agora de dízimo para “comunhão de bens”, ou seja, do pôr tudo em comum (Atos 2,43-45).



Infelizmente temos constatado nos dias atuais, que a base desta “evangelização” pseudo PENTECOSTAL é:



“Aceite a Jesus como seu único e suficiente Salvador e serás salvo do fogo do inferno. Procure se filiar a uma igreja protestante, e pague seu dízimo!”


“Jesus está voltando, está preparado? Converta-se enquanto é tempo!”



Estes pobres fiéis são constantemente ameaçados com a iminência de ir para o inferno, desde que obedeçam à palavra de Deus que eles a escolhem e a tiram do seu real contexto, que neste caso, após esta deturpação, é a palavra dos pastores. O dízimo, por exemplo, é uma doutrina que é explorada ao máximo nas igrejas Pentecostais.Quem não “paga” o dízimo, está sob a maldição de Deus, é ladrão, e por isso, esta pessoa vai para o inferno.


Para ter um efeito maior, acrescentam à doutrina do dízimo, a necessidade de se dar cada vez mais dinheiro para a igreja, mesmo que a pessoa esteja passando necessidade. Os pastores ordenam para que os fiéis “façam prova” e tentem a Deus, indo contra a própria escritura vero e neotestamentária (conf.:Deut 6,16 ; Mateus 4,7).Isso significa dar até mesmo aquele dinheiro que irá fazer falta para comprar um remédio. Se você for fiel, Deus providenciará o teu remédio de alguma maneira. O que se ver é que isto funciona com uns por motivos diversos, com outros não, porém ,não há devolução para com quem não deu certo, nem muito menos ajuda da Igreja para estes pobres iludidos.


Pregam o medo e não o amor, criam suas próprias regras fora da bíblia, e tudo relacionada a arrecadação de dinheiro de seus, fieis, tipo: sucessolatria, campanhas, desafios, votos, arrastões da fé, fogueirinha de Israel, etc, etc...Percebemos portanto, com estas práticas, que há uma supervalorização de posses de bens e dinheiro. Não estou criticando de forma absoluta à questão da necessária comunhão de bens, que é legítima e necessária, para que não haja necessitados em nosso meio (Atos 2,45), estou criticando sim, às outras formas de doações que permitem pastores e pastoras a terem mansões luxuosas e com o máximo de conforto em nome de Jesus, enquanto seus fiéis vivem na miséria. Jesus já disse, no evangelho, que esta gente já recebeu a sua recompensa (Lucas 16,25), pois enquanto estas pessoas privilegiam o dinheiro, vemos muita gente dentro e fora destas igrejas, que continuam passando fome, não tem abrigo, não tem onde morar e são rejeitadas por todo e qualquer motivo que se possa imaginar em (Deus me perdoe) "nome de Jesus", até o não pagamento do dízimo?



Infelizmente há ovelhas neste meio explorador, que já perderam a noção do que é ser cristão. Não sabem sequer por que Jesus morreu. Têm o dízimo como meio de obter bênçãos espirituais e materiais. Não conhecem o evangelho da renúncia, da resignação, do sofrimento, do carregar a cruz (Mateus 16,24), do contentar-se com o pouco (Filip 4,11-13). Certa vez conversando com um jovem neopentecostal, ele disse: “Se sirvo a Jesus, quero ser rico, ter uma boa casa e carro importado”. Os anos se passaram e nada disso aconteceu. Ele e seus pais pararam de ofertar e estão com a fé em declínio. É o que está acontecendo: Estas igrejas estão com seus pastores e gazofilácios cheios e com pessoas vazias de bens materiais e espirituais.E os fiéis diga-se de passagem, não são tão inocentes assim, pois são levados a doar tudo que tem na ganância de receber o dobro, o triplo”, conforme as promessas dos pastores e bispos.



Tentar justificar o dízimo nos dias atuais, tirando o texto de Malaquias 3,8 de seu contexto em que foi narrado, não passa de um assalto explícito.No contexto em que foi escrito esta perícope de Malaquias, ele era simplesmente um imposto agrícola para Israel sob as leis da antiga aliança, as quais não se aplica aos Cristãos que vivem sob a lei da graça de Cristo. O dízimo, fazia parte das leis cerimoniais, e como sabemos, estas leis cerimoniais, foram extintas na cruz, portanto, as igrejas que insistem em recolher dízimos desta forma,  praticam uma fraude. Veja o que nos diz as escrituras:



Hebreus7,12: Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.



Hebreus 7,18-19: Porque o precedente mandamento é abrogado por causa da sua fraqueza e inutilidade (Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus.



CONCLUSÃO:


Ficamos hoje com aquela sensação de queo Jesus dos Evangelhos não é o Jesus dos evangélicos, apesar de a revelação bíblica nos afirmar que temos somente um único Jesus, o dos evangelhos, e não o pregado pelos evangélicos de seus púlpitos. Ao longo dos tempos, principalmente no meio dos pentecostais protestantes, podemos notar que um novo Jesus está circulando por ai de denominação em denominação. Alguns até batem no peito e dizem:


“O Jesus da minha Igreja é mais Vitorioso e milagreiro”.



Muito embora esse Jesus pregado por muitos evangélicos pentecostais seja uma criação, uma ficção, uma anomalia, que tem em sua doutrina a antítese do verdadeiro Jesus dos evangelhos, é esse Jesus estelionatário, milagreiro, dizimista e curandeiro, o que mais conhecemos hoje em dia, pois ele tem um "marketing" muito bom, tem programa de televisão, tem fã clube, e muito, mas muito dinheiro. Esse é o mega-star: O Jesus dos evangélicos. JÁ O JESUS DOS EVANGELHOS não tem uma propaganda tão boa. Imagine só, que uma vez Ele disse que quem o seguisse seria perseguido como Ele, e que cada um que o quisessem segui-lo, renunciassem a si mesmo e carregassem a sua cruz (Mateus 16,24).



O JESUS DOS EVANGELHOS, apesar de ser o REI dos REIS e Senhor dos Senhores, não tem muito dinheiro, e nem faz do dinheiro e sucesso o objetivo da vida, como a sua versão falsificada por este atual pentecostalismo protestante, pois Jesus nasceu em uma manjedoura e foi enterrado em um sepulcro que nem dele era. Fazia milagres sim, mas proclamou: Felizes aqueles que nada viram, mas mesmo assim creram, e reprovou a fé de Tomé: Tu Crestes apenas porque vistes... (João 20,29).



O Jesus dos Evangélicos ensina que seus seguidores devem ser "abençoados" e serem prósperos financeiramente, e para isto tudo é válido: Votos, desafios, campanhas, fogueirinhas de Isrrael, etc. Odeiam a Maria sua mãe, não a proclamam bem-aventurada, e a tratam com desprezo, chamando-a de uma qualquer. O JESUS DOS EVANGELHOS ensina que devemos buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça, e dar honra a quem merece honra (Rom 13,7).



O apóstolo desse Jesus dos Evangélicos tem avião particular, mansões, concessões de rádio e televisão e muito "status". Já os apóstolos do JESUS DOS EVANGELHOS, nasceram em sua maioria pobres, viveram para o evangelho, renunciaram as riquezas, e os únicos votos que fizeram na vida com Cristo foram de POBRESA, CASTIDADE E OBEDIÊNCIA. Foram assassinados por causa da sua fé no seguimento a Cristo, desprezando o bens e valores do mundo, mas morreram felizes, glorificando a Deus por ter-lhes dado esta honra.



O Jesus dos Evangélicos diz que devemos manter uma santidade aparente, e que não podemos ter certas práticas na nossa conduta "cristã" como escutar músicas clássicas e profana, e nunca estar na companhia de pecadores. O JESUS DOS EVANGELHOS comia e bebia com cobradores de impostos, publicanos e prostitutas.

O Jesus dos Evangélicos e seus seguidores olham para aqueles que sofrem e dizem: "Quem planta, colhe!"O JESUS DOS EVANGELHOS e de Amor, junto com sua Igreja choram, se compadecem e buscam levar luz , apoio, alimento e consolo à aqueles que vivem em trevas, e passam por todo tipo de privação social e moral.



O Jesus dos evangélicos se enclausura em seu mundinho religioso com seu fã clube, em êxtases e choros por si mesmos, e ignorando a sociedade a sua volta. O JESUS DOS EVANGELHOS que é o Caminho, a Verdade e a Vida, juntamente com a sua Igreja buscam ser Sal da terra, luz no mundo e fermento do amor na massa.



O Jesus dos Evangélicos disciplina seus seguidores com mão de ferro, exige o dízimo religiosamente, segrega, "pesa a mão", amaldiçoa, expulsa-os, humilha-os publicamente e exige santidade.O JESUS DOS EVANGELHOS, não julga, mas manifesta a sua Graça, seu Amor, a sua infinita misericórdia e paciência para com aqueles que mesmo como Pedro, tendo-o conhecido e experimentado caíram e o traíram em público e ocultamente.



Amado (a) irmão (ã),um destes Jesus passou pela Cruz, morreu e ressuscitou, o outro Jesus pregado pelos protestantes pentecostais, nega e tem vergonha desta mesma Cruz. A qual deles você segue?


1Jo 2,19:  "Eles Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos; pois, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco. Mas, [saíram] para que se mostrasse que nem todos são dos nossos, nem do número dos eleitos.”





Vejam este vídeo abaixo de um grande líder protestante, infelizmente já falecido, o  grande Pastor “David Wilkerson”, que  chora no final, ao ver a situação atual da Igreja Protestante (copie e cole o link abaixo):





Apostolado Berakash


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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