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Padres devem se envolver em politica partidária e usar o altar para fazer campanhas?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 15 de setembro de 2018 | 13:49








O padre como cidadão, manifestar sua opinião perante amigos e nas redes sociais, é até admissível. Agora como pastor de um rebanho, que lhe foi confiado, eu fico surpreendido com a COVARDE INDIGNAÇÃO SELETIVA de alguns padres em seus sermões. Covarde sim, porque não é dada a chance ao outro de defender-se (seja de direita, ou esquerda). O que acaba dividindo o rebanho, já que em política não existe unanimidade. A coisa fica mais, ou menos assim: Qualquer comentário suspeito que se faça de alguém que não seja da sua ideologia, deve ser INVESTIGADO A FUNDO. Mas, se for de alguém contrário a estes que muitas vezes alguns padres defendem, por considera-los verdadeiros deuses, acima da lei e da moral, não é nem ao menos para se tocar no assunto, como se só o fato de serem da sua ideologia, já estão imunizados com relação às tentações humanas do ter, do poder e do prazer, e portanto, devemos considera-los seres acima dos normais, e de qualquer suspeita, portanto já deve-se declará-los inocentes antes de concluir qualquer processo investigatório. Muito "interessante" isso, principalmente quando vem de alguém que defende a disseminação de ódio entre pessoas, COM O DISCURSO DO NÓS CONTRA ELES, posando de bonzinho e pacifista, e colocando a culpa sempre nos outros. Urna realmente não deve ser confundida com PINICO, assim como não se pode pensar que todos são "inocentes" e tampouco CONIVENTES com a bandidagem. 





5 esclarecimentos sobre uma questão: padre pode se envolver em política partidária?




Diante da decisão unilateral adotada pelo pe. Jorge Crespo de candidatar-se a deputado na Argentina, em 2015, o arcebispo Mario Antonio Cargnello fez na época alguns importantes esclarecimentos sobre a relação entre o sacerdote católico e a política:


1. Visão positiva da política


A Igreja valoriza a atividade política, considerando-a como uma forma privilegiada de caridade social. Por isso, incentiva os seus “fiéis leigos” a assumirem suas responsabilidades no serviço ao bem comum, que é a razão de ser da atividade política.


2. Distinção e colaboração


Ao mesmo tempo, o Concílio Vaticano II ensina:


“A Igreja, que, em razão da sua missão e competência, de modo algum se confunde com a sociedade nem está ligada a qualquer sistema político determinado, é ao mesmo tempo o sinal e salvaguarda da transcendência da pessoa humana” (Gaudium et spes, 76).


Por isso, destaca-se a independência e a autonomia da Igreja e do Estado. Cada um deve agir no seu próprio âmbito, mas ambos devem trabalhar em parceria no serviço à vocação pessoal e social do homem. Esta colaboração precisa ser saudável, boa e respeitosa dos âmbitos próprios de cada um.


3. O sacerdote está acima de qualquer parte política partidária



Este é o contexto em que é preciso avaliar a atuação do sacerdote, que é ministro de Cristo e do Seu Evangelho e, por isso, ministro da Igreja.O Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros explica:


“O sacerdote, servidor da Igreja, que em virtude da sua universalidade e catolicidade, não pode ligar-se a nenhuma contingência histórica, estará acima de qualquer parte política. Ele não pode tomar parte ativa em partidos políticos ou na condução de associações sindicais, a menos que, na opinião da autoridade eclesiástica competente, o exijam a defesa dos direitos da Igreja e a promoção do bem comum” (n. 33).


4. Os leigos e sua vocação política


São muitos os homens e mulheres com vocação política; é a eles que corresponde agir, por iniciativa própria, no político e no social. A Igreja respeita profundamente todos os leigos que participam da promoção do bem comum, considerando-o como um dever ético para todos os membros da sociedade. Aos padres corresponde acompanhar os leigos na formação permanente de uma consciência reta.


5. O padre é um homem a serviço da fraternidade universal


Os sacerdotes são homens a serviço de todos, em busca da fraternidade espiritual. Tomar partido envolve o risco de dividir, por isso, os padres não podem intervir diretamente na ação política partidária, nem na organização sindical.Reduzir a missão do padre a tarefas que são próprias do mundo civil não é uma conquista, mas uma gravíssima perda para a fecundidade evangélica da Igreja inteira. O apelo constante dos leigos, dos pobres, dos doentes, dos marginalizados, das crianças, dos jovens e das famílias que querem e precisam da INTEGRALIDADE do evangelho, testemunham isto.


Fonte: Aleteia

 

 

Conselho aos padres, pastores e leigos em geral: Não desfaça dividam o rebanho e não cortem relações amizades por causa da política - Gerar a divisão é exatamente o que muitos políticos e o demônio  querem



Conheço várias pessoas, até então amigas entre si, que estão entrando em brigas nas redes sociais por causa da política.Aquilo que começa como uma desavença ideológica termina em amargura e rancores recíprocos.  As pessoas estão provocando umas às outras, exigindo que aquelas que têm uma posição política contrária à sua saiam de suas redes sociais e de suas vidas.  Algumas até mesmo cortam relações totais com amigos e familiares.  E tudo por causa de diferenças políticas. Fico até pensando em como será o natal, e outros possíveis reencontros entre estas pessoas que antes mantinham relações sociáveis, e que agora se excluem e se evitam.


Para deixar claro, a filosofia política de fato importa e, consequentemente, a política em si é algo que afeta a vida de todos.  No entanto, a briga partidária pelo controle temporário do aparato estatal é menos importante do que as contendas eleitorais nos fazem crer.  Você pode estar sendo facilmente manipulado por políticos, ideólogos e intelectuais, e amizades e a família são coisas preciosas demais para ser descartadas por razões temporárias.É realmente lamentável que a política cause divisões permanentes, e de uma maneira tão desnecessária.As pessoas que rearranjam suas relações pessoais de acordo com a política imaginam que estão assumindo em definitivo o controle de suas vidas; o que elas aparentemente não percebem é que estão, na prática, deixando que estranhos controlem suas vidas, estranhos que após atingirem seus objetivos, não se importam em absolutamente nada com elas.A política é um sistema que busca dividir as pessoas para mais facilmente dominá-las.  Divide et impera” sempre foi o lema da política e dos políticos.  Permitir que a política fundamentalmente influencie algo tão importante quanto a amizade e a família, significa conceder a vitória efetiva aos políticos.  Significa dar a eles muito mais importância do que eles realmente merecem.



Agora, é claro que é necessário levar em conta um pré-requisito:  Se há alguém em sua rede social deliberadamente trollando você, lhe perturbando e continuamente enviando-lhe de forma provocativa, links de sites que você despreza, então a melhor resposta é simplesmente bloquear essa pessoa,para evitar males maiores.Não responder.  Não entrar em discussões improdutivas.  Simplesmente bloqueie, calmamente, sem dramas e anúncios espalhafatosos.  Muito menos faça qualquer denúncia.A maioria das pessoas que eu conheço já bloqueou mais de cem pessoas ao longo dos últimos meses, insufladas pelas batalhas políticas e ideológicas que vêm sendo travadas pela direita e pela esquerda nas redes sociais, cada uma em defesa de seus políticos de estimação.  Simplesmente bloquear é uma reação muito mais sensata do que confrontar, o que levaria a infindáveis e amargas discussões.  E não há nada mais improdutivo e exaustivo do que intermináveis discussões na internet.  Pessoas que querem arrastar você para esse meio de fato merecem uma exclusão do seu círculo de conversação.Mas, excetuando-se esses casos extremos, vejo como uma atitude sem sentido simplesmente expulsar alguém da sua vida só por causa de diferenças políticas:



1)- Primeiro, ao se isolar e negar a si mesmo o acesso a diferentes pontos de vista, você corre o risco de se isolar de um crítico que pode ensinar a você algo que você ainda não sabe.  Pode ser sobre qualquer coisa da vida, mas talvez até mesmo, sobre política.  Fechar a porta para eventuais informações importantes não é uma atitude sensata.



2)- Segundo, conversar com pessoas com opiniões opostas é uma boa maneira de você treinar a manter a calma, a raciocinar rápido, a falar com fluência e segurança, e a conversar de maneira civil e cortês, sempre se direcionando ao interlocutor de uma maneira que possa realmente persuadi-lo. 



3)- Terceiro, e mais importante, isolar-se de tudo e todos, odiar os outros por suas visões políticas, e considerar que pessoas com diferentes pontos de vista sejam menos merecedoras de um tratamento digno é exatamente o tipo de atitude que o sistema político quer que você tenha.



Um contra-argumento a esse meu ponto de vista foi feito por um amigo meu no passado.  Sendo ele também um libertário, ele considera que qualquer pessoa que defenda qualquer medida governamental, mesmo que só casualmente, sem pensar mais profundamente no tema, é uma defensora da agressão estatal.  Afinal, qualquer coisa que o governo faz só pode ser feita, em última instância, por meio da tributação da renda (uma agressão à propriedade privada) e da restrição ao empreendedorismo. Consequentemente, as únicas pessoas que esse meu amigo diz serem dignas de sua atenção são aquelas que seguem firmemente sua perspectiva anarcocapitalista e voluntarista.  Quaisquer outras pessoas são consideradas por ele uma ameaça direta à sua vida e liberdade. A mim isso parece ser excessivamente severo.  A verdade é que as pessoas normais que defendem algum tipo de ação governamental não se consideram a si próprias como pessoas violentas.  Elas apenas, e ingenuamente, acreditam estar defendendo algo que será bom para terceiros, e melhorando a vida de todos.Por exemplo, se uma pessoa defende mais gastos do governo com educação pública, ela acredita estar apenas defendendo políticas que serão boas para terceiros.  Em sua mente, ela não está decretando guerra e incitando a violência contra a propriedade privada dos pagadores de impostos, que deverão ser obrigados a dar ainda mais dinheiro para financiar programas ineficientes.  Se você simplesmente cortar relações com essa pessoa, como você poderá persuadi-la de que ela está errada? E não são só os libertários que agem assim.  Um ex-amigo meu, de esquerda, era um crente fervoroso na tese do aquecimento global.  Eu não fazia a menor ideia de que ele pensava assim até o momento em que, enquanto tomávamos um café, o assunto surgiu.  À época, apenas expressei algum ceticismo de que a ciência a esse respeito já estava solidamente comprovada e que o debate sobre causas e efeitos, soluções, custos e benefícios já estava encerrado.  Eu realmente fui bastante comedido em meus comentários.  No entanto, por algum motivo, eles foram o bastante para fazê-lo explodir de raiva.  Ele disse que eu era um obscurantista que negava a ciência e um maluco apologista do capitalismo.  Ele se levantou e foi embora.  E foi isso. Fiquei perplexo.  Eu estava apenas discordando dele, de maneira bem cautelosa.  No entanto, por algum motivo, ele genuinamente acreditava que qualquer um que discordasse dele era o responsável direto pela elevação do nível dos oceanos, pelo derretimento das calotas polares, e pela gradual desintegração do planeta.  Ele havia deixado que a política controlasse sua vida e até mesmo determinasse suas amizades.  Como consequência, nós dois nos tornamos espiritualmente mais pobres em decorrência dessa amizade desfeita.E considere o efeito tóxico que está sendo causado pelo crescimento da influência desta tal "política de identidade pessoal".As pessoas estão perdendo a capacidade de ver algum valor nas outras.  Imagine como você me faria sentir se você acreditasse que a brancura da minha pele representa uma opressão e uma indelével mácula na ordem mundial? Não haveria nenhuma chance para qualquer tipo de interação civilizada.  Afinal, eu não posso mudar minha raça.  Da mesma forma, e se eu acreditasse que o fato de você ser negro, gay, ou ateu fosse a causa da destruição demográfica e cultural, como seria possível agir civilizadamente nesse contexto?  A imposição dessa política de identidade está gerando exatamente esse tipo de desavença irracional e de rixas supérfluas entre as pessoas.  Exatamente o que o estado e seus defensores intelectuais querem.



O que os exemplos acima mencionados não conseguiram perceber é que eles são culpados pelo mesmo erro: permitiram que a política invadisse e conduzisse suas vidas, determinando as condições para sua felicidade pessoal.  Tão logo esse tipo de coisa começa a acontecer, não há como parar.Deveria todo mundo concordar com cada ponto de sua ideologia para ser seu amigo?  Deveria haver tolerância zero para a mais mínima diferença de idéias, de visões, de prioridades, de aplicações e de objetivos?  Em outras palavras, deveriam todos os seus amigos acreditar exatamente em tudo aquilo que você acredita? Se essa é a sua perspectiva, então não há muito sentido em ter uma amizade e conversar com alguém que tenha exatamente o mesmo ponto de vista que o seu em absolutamente todas as coisas.  No mínimo, isso seria incrivelmente tedioso.  Ficar em casa pensando na sua própria infalibilidade teria o mesmo efeito. É necessário para o crescimento pessoal e comum, ouvir pontos de vista distintos.  É sempre bom termos acesso ao que pensam os outros.  Mesmo que não concordemos com nada do que dizem, ainda assim passamos a compreender as pessoas e o mundo de uma maneira mais completa quando ouvimos o que os outros têm a dizer, com sinceridade, cordialidade e honestidade.  Em outras palavras, amizades desse tipo nos ajudam a ter uma mente aberta e nos mantêm humildes e sempre dispostos a aprender mais.






Tampouco é uma boa ideia desfazer amizades por causa de opções político-partidárias.  Políticos raramente mantêm uma mesma opinião sobre qualquer assunto ao longo de suas carreiras.  Muito pelo contrário, aliás: essa gente se molda estritamente de acordo com as tendências da opinião popular. Políticos sempre irão trai-lo, a medida que você já atendeu aos seus interesses deles de chegarem ao poder.Quando a maioria da população clama por mais estado, políticos adotam um discurso mais intervencionista.  Já quando a maioria da população começa a reclamar do excesso de estado, políticos até ontem estatistas começam a adotar um discurso mais liberalizante. Seguir as idéias de um político, ou mesmo de um partido político, até o ponto de afetar seu relacionamento com família e amigos significa comprometer sua própria integridade intelectual.Simplesmente não vale a pena.  E muito menos ainda se for feito em nome de políticos.




Uma das grandes tragédias da política é que ela é capaz de transformar pessoas que, na vida real, seriam pacíficas, leais e grandes amigas em inimigas amargas e rancorosas.  Sempre penso nisso quando vejo brigas de rua insufladas por militantes político-partidários, cada um brigando em nome do seu político, ou partido político favorito.  Quem realmente ganha com isso?  Se você colocasse essas mesmas pessoas em um restaurante, em um cinema ou em um shopping, elas teriam todos os motivos para ser corteses, gentis e civilizadas, e nenhum motivo para gritar obscenidades e distribuir sopapos entre si.Isso é algo que realmente deveria ser mais refletido.  Cada um de nós é um ser humano com sentimentos, esperanças, sonhos e desejos de viver uma vida bem vivida, cada indivíduo, independentemente de sua raça, religião, identidade de gênero, opção sexual ou ideologia quer isso. Se o desejo é por um mundo mais pacífico e de mais compreensão, uma maneira de ajudar a criá-lo é viver como se tal mundo já existisse.  Acima de tudo, isso significa jamais deixar a política interferir nas relações humanas.  As relações humanas, e não a política, são o nosso verdadeiro tesouro. Fica a dica para aqueles e aquelas que exercem liderança na Igreja.

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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