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Em defesa do distributismo de G. K. Chesterton e Hilaire Belloc - Por que socialismo e distributismo são totalmente opostos?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 9 de junho de 2017 | 17:23





“Distributismo é apenas o capitalismo com moralidade” (Robert Laskey)






Por: Christopher A. Ferrara






Nos últimos anos, alguns porta-vozes do neoliberalismo, autointitulados “conservadores” e libertários, empenharam-se em desmantelar um crescente movimento pela independência econômica, denominado “distributismo”. O ataque neoliberal ao distributismo anda junto com o processo pelo qual os católicos, por quase dois séculos, vêm sendo empurrados pelo bicho-papão do socialismo ao reino do capitalismo laissez-faire radical, onde as empresas comercializam de tudo, desde pornografia até zigotos humanos, sem barreiras legislativas, e onde o Grande Capital se alia com o Grande Governo para destruir a ordem moral. O distributismo está sob ataque justamente porque representa, no domínio econômico, uma alternativa ao interminável jogo de cara-e-coroa dos liberais.







Não, distributismo não é socialismo!





Que é distributismo, então? Ao contrário do que afirmam os nossos críticos, distributismo não significa a redistribuição de riqueza pelo governo, o que seria socialismo, mas, antes, a distribuição natural de riqueza que se dá quando os meios de produção se encontram distribuídos o mais amplamente possível na sociedade.Basicamente, o distributismo consiste em empresas familiares de qualquer espécie (não só chácaras – como insinuam ser nossa opinião alguns críticos zombeteiros), ou firmas cuja propriedade pertence aos empregados (chamadas cooperativas), ou ainda pequenas empresas e empresas de médio porte que atuam local ou regionalmente. Também pequenos negócios e trabalhos independentes, em geral, correspondem ao distributismo na prática. Assim também o crescente movimento pela produção local de alimentos (de que participam muitos tradicionalistas) e os boicotes generalizados ao Wal-Mart e a outras gigantes multinacionais responsáveis pela aniquilação dos pequenos negócios e pela destruição do comércio de bairros.




    

Com o seu peculiar talento para exprimir a essência das coisas, Chesterton formulou a ideia distributista:






Capitalismo demais não significa capitalistas demais, mas capitalistas de menos.” O distributismo espera aumentar o número de possuidores de propriedade privada, estimulando os indivíduos e as famílias a adquirir ou criar seus próprios meios de produção, em vez de depender de salários. Isso, na prática, pode significar muito bem os “três alqueires e uma vaca” de Chesterton, assim como, na economia moderna, “três computadores e um escritório em casa”.E porque busca restabelecer a vida microeconômica – o comércio entre bairros nos bairros –, o distributismo é um movimento pela emancipação da ordem econômica globalizada, intricada, dependente do governo e perigosamente frágil, que risivelmente se apresenta hoje como “livre iniciativa”. Qualquer pessoa que pense que “livre iniciativa” quer dizer Wal-Mart, com suas legiões de chineses pagos com salários escravos a labutar em benefício de acionistas americanos, sob a canga de um governo comunista que sequer lhes permite ter filhos, precisa consultar depressa a Doutrina Social Católica. Algo muito errado se passa na ordem moral, quando os fundadores do Wal-Mart repousam sobre uma carteira de ações de 84 bilhões de dólares, construída em grande parte com trabalho quase escravo, enquanto os “assistentes de venda” da rede varejista não conseguem sustentar as próprias famílias ou dar conta de seus gastos médicos, embora uma pequena fração dos bilhões da família Walton fosse suficiente para pagar, por uma vida inteira, um plano de saúde para todos os funcionários do Wal-Mart.Não estou sugerindo que o governo confisque a riqueza da família Walton. Claramente a questão é que os Walton deveriam fazer justiça aos seus esforçados funcionários sem a necessidade de uma ordem governamental, isto é, eles deveriam aplicar a lei do Evangelho na condução dos seus negócios. No livro The Church and the Libertarian, eu revelo como a Costco, cujo cofundador e diretor executivo é um católico imerso na Doutrina Social da Igreja, paga a seus empregados o salário-família e 92% dos seus gastos médicos.   O distributismo é bem sucedido na medida em que as pessoas se recusam a participar da cultura do capitalismo de massa. Trata-se de um modo de vida, não de um programa de governo. É uma forma de rompimento pacífico com uma ordem econômica dominada por multinacionais que escarafuncham o mundo inteiro em busca de trabalho quase escravo, corrompem a moralidade pública e privada divulgando incontáveis vícios, destroem a indústria nacional, obtêm continuamente vantagens do governo e exigem, sempre que necessário, concessões de tratados e socorros financeiros para evitar o colapso de suas estruturas absurdamente inchadas – e, não fosse isso, insustentáveis. O distributismo é uma justa reação contra os desvios morais e os excessos materiais condenados pelo Magistério, encíclica sobre encíclica, e sintetizados numa expressão memorável por Wilhelm Röpke, pensador luterano e defensor do livre mercado: “o culto do colossal”.


     

Portanto, socialismo e distributismo são antagônicos. Repito: Socialismo é o oposto de Distributismo!






Quem insinua que o distributismo é uma forma de socialismo está mal informado ou de má-fé. Até mesmo o verbete da Wikipedia diz com acerto: “Distributismo (também conhecido como distribucionismo ou distributivismo) é uma filosofia econômica de terceira via, formulada por pensadores católicos como G. K. Chesterton e Hilaire Belloc, com o fim de aplicar os princípios da Doutrina Social Católica sistematizados pela Igreja Católica, particularmente na encíclica Rerum Novarum do Papa Leão XIII, e mais amplamente expostos pelo Papa Pio XI na encíclica Quadragesimo Anno. O distributismo destaca-se, na prática, pela "ideia da distribuição da propriedade" (não confundir com redistribuição da riqueza).” Apresso-me em dizer que um distributista não há de endossar todas as propostas práticas defendidas por Chester-belloc, mas apenas a meta da ampla distribuição da propriedade dos meios de produção, alcançando, a partir daí, a verdadeira liberdade econômica para o indivíduo e a família, como célula básica da sociedade.






Que se quer dizer com uma “terceira via”?






Apenas que distributismo não é nem socialismo, nem capitalismo. Como disse Thomas Storck: “Tanto o socialismo, quanto o capitalismo, são produtos do Iluminismo europeu, e constituem, portanto, forças modernizadoras e antitradicionais. O distributismo, ao contrário, busca subordinar a atividade econômica à vida humana integral, isto é, à nossa vida espiritual, intelectual e familiar.” É justamente isso que os Papas propõem em sua doutrina social.




A sórdida preocupação dos próprios interesses...





Como Pio XI afirmou na Quadragesimo anno (1931), o liberalismo social e o liberalismo econômico têm uma raiz comum no abandono dos preceitos do Evangelho, em consequência do pecado: "A raiz e fonte desta defecção da lei cristã na vida social e econômica, e da consequente apostasia da fé católica para muitos operários, é a desordem das paixões, triste efeito do pecado original; este perturbou de tal maneira a admirável harmonia das faculdades humanas, que o homem, facilmente arrastado pelas más paixões, se vê fortemente incitado a preferir os bens caducos da terra aos eternos e permanentes do céu. D'aqui aquela sede inextinguível de riquezas e bens temporais, que, se em todos os tempos arrastou os homens a quebrar a lei de Deus e conculcar os direitos do próximo, nas atuais condições econômicas arma à fragilidade humana laços ainda mais numerosos".




Foi justamente essa “sede inextinguível de riquezas e bens temporais” que causou a crise econômica de 2008!




De fato, a Quadragesimo anno poderia ter sido escrita para descrever a atmosfera geral nas empresas por ocasião desse acontecimento: “Pois que aproveita aos homens poderem mais facilmente conquistar o mundo inteiro com uma distribuição e uso mais racional das riquezas, se com isso mesmo vêm a perder a alma? (cf. Mt 15,26) Que aproveita ensinar-lhes os princípios da boa economia, se com avareza sórdida e desenfreada se deixam arrebatar de tal maneira do amor dos próprios bens, que “ouvindo os mandamentos do Senhor, fazem tudo o contrário”? (cf. Judic., 2, 17). Com efeito, a incerteza da economia e mais ainda a sua complicação exigem dos que a ela se aplicam uma contenção de forças suma e contínua; em consequência, algumas consciências calejaram de tal maneira, que julgam lícitos todos os meios de aumentar os lucros e defender contra os vaivéns da fortuna a riqueza adquirida à custa de tantos esforços e trabalhosAs instituições jurídicas destinadas a favorecer a colaboração dos capitais, dividindo ou diminuindo os riscos, dão lugar muitas vezes aos mais repreensíveis excessos. Com efeito, vemos a responsabilidade tão atenuada, que já a poucos impressiona; sob a tutela de um nome coletivo praticam-se as maiores injustiças e fraudes; além disso, os gerentes destas sociedades econômicas, esquecidos dos seus deveres, atraiçoam os direitos daqueles cujas economias deviam administrar.





É ridícula a alegação de que a crise econômica resultou simplesmente da política monetária do Banco Central dos Estados Unidos. A crise foi uma verdadeira tempestade de ganância, causada:





a)- Pela cobiça dos criadores de hipoteca e corretores que, a fim de lucrar com taxas bancárias e comissões, concederam empréstimos impossíveis;




b)- Pela avidez de pessoas que, com o objetivo de adquirir muito mais do que de fato precisavam, tomaram emprestado muito mais do que poderiam pagar;




c)- Pelas taxas de juros usurárias para hipotecas com taxas variáveis e cartões de crédito;




d)- Pelas hipotecas de risco, fraudulentamente empacotadas por seus criadores como montes de títulos inúteis e vendidas, como se fossem ótimos investimentos, por empresas de investimento com enganosas classificações “AAA” dadas por agências de classificação financeira;




e)- Pela prática de cercar esses ativos venenosos com “swaps” contra descumprimento de compromissos de crédito, fazendo com que as mesmas empresas que mascatearam tais ativos para os clientes apostassem no fracasso dos próprios investimentos recomendados por elas, gerando vultosos pagamentos de seguro para as empresas de investimento, ao passo que seus clientes sofriam prejuízos catastróficos. (Cf. The Church and the Libertarian, Cap. 13).




Confundem sabedoria com esperteza. A primeira é divina e perene, a segunda é diabólica, oportunista e volátil!







Eclesiastes 9,11: "Observei ainda e notei que debaixo do sol os velozes nem sempre vencem a corrida; os mais fortes nem sempre triunfam nas batalhas; os sábios nem sempre têm com o que se alimentar; nem a fortuna acompanha sempre os prudentes; nem os bem instruídos e inteligentes têm garantia de prestígio e honra; pois o tempo e o acaso afetam a todos indistintamente".





Não é de hoje que o homem – na busca por vantagens materiais, políticas, profissionais, sociais, familiares – decidiu adotar costumes, hábitos, procedimentos e atitudes para alcançar seus objetivos nem sempre empregando métodos aconselháveis. A História mesmo nos dá conta de um bom número de personagens que atropelaram os chamados “bons costumes” para atingir seus propósitos. É sabido também que existem inúmeras maneiras de tais propósitos serem alcançados. Inicialmente, o que difere o homem esperto do homem sábio é a paciência. A paciência é da essência da sabedoria, enquanto a esperteza tem na pressa, na agitação, na precipitação, na imoderação o “modus operandi” mais apropriado. O termo sábio vem do grego “sofós”, daí gerando “sofia” que significa sabedoria. Tem como características principais a habilidade para agir de maneira acertada - Provérbios 26,27: "Quem cava uma armadilha para os outros, nela acabará caindo..." Tudo isso se passou em um ambiente desregulamentado, onde bancos de depósito, então proibidos de tomar parte em investimentos de risco, deixaram de sofrer tal restrição; onde empresas de investimento, então limitadas ao capital próprio de seus parceiros, passaram a poder acumular grandes somas de capital de risco mediante ofertas públicas de ações; e onde “swaps” contra descumprimento de compromissos de crédito foram comercializados como títulos não regulamentados. Isso resultou numa pilha enorme e oscilante de varetas, num pega-varetas prestes a desmoronar, bastando para tanto que alguém tirasse a vareta errada.Em suma, a crise representa o que Pio XI chamou de “a sórdida preocupação dos próprios interesses, que é a desonra e o grande pecado do nosso tempo...”. A redução da taxa de juros, por parte do Banco Central americano, causou nas pessoas a sórdida preocupação dos próprios interesses (que levou à crise financeira mundial) não mais do que uma pistola causa o suicídio de alguém. Em todo caso, o mesmo Banco Central dos Estados Unidos – que, sem dúvida, deveria ser extinto – é fruto da manipulação capitalista do poder estatal: na prática é um cartel de bancos privados que sequer tem de prestar contas ao governo, motivo pelo qual os próprios libertários que deploram a existência do Banco Central americano (ao mesmo tempo em que, por conveniência, fingem não ver suas amargas origens capitalistas) reclamam uma auditoria que o Congresso se recusa a exigir.





Distributismo: Um movimento pela liberdade econômica segundo os critérios do Evangelho!








Não seria possível crise financeira alguma em uma ordem social católica, pois nela a atividade econômica haverá de ser ordenada, como escreveu Pio XI, pela: “Suavíssima e igualmente poderosa lei da moderação cristã, que manda ao homem buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, seguro de que também na medida do necessário a liberalidade divina, fiel às suas promessas, lhe dará por acréscimo os bens temporais.”





O distributismo é apenas a livre iniciativa orientada pelo Evangelho, conforme sintetizado por Nosso Senhor nos dois mandamentos maiores: 





Amor a Deus e amor ao próximo. Retire da livre iniciativa “a sórdida preocupação dos próprios interesses” e a ambição ilimitada, coloque o amor a Deus e ao próximo, e verá emergir naturalmente a mesma ordem econômica de que muitos de nós ainda somos bastante velhos para lembrar: a economia da mercearia local, da loja de ferragens e das sociedades de poupança e empréstimo; uma economia em que se podia abastecer uma casa de família por meio apenas de trocas com os vizinhos (produtos por produtos e ou, produtos por serviços), sem sair do bairro; uma economia realizada em escala humana por seres humanos, e não por meio de “pessoas” corporativas fictícias criadas por decreto governamental, as quais apresentam todas as características das personalidades psicopatas.  A restauração daquilo a que Röpke chamou economia humana também não é apenas uma questão da moralidade “pessoal” que o capitalista decidirá observar ou não, segundo seu capricho (conforme defenderiam os libertários). 




Os imperativos morais do Evangelho precisam se refletir em leis e instituições!





No âmbito econômico, assim como no político, não existe separação entre moralidade pública e “privada”, mas um código moral divinamente ordenado a reger toda a sociedade. Um capitalista não ama a Deus e ao próximo quando explora seus funcionários, quando vende pornografia ou injeta imundície moral, por qualquer meio, na sociedade, quando oferece serviços de aborto, quando usura e superfatura, quando especula negligentemente com o dinheiro dos clientes, quando viola o dia do Senhor com vil comércio, quando subtrai aos mais fracos pechinchas absurdas, quando despeja lixo tóxico nos rios e no solo ou quando pratica outros incontáveis crimes contra a ordem moral e o bem comum. A autoridade civil – especialmente a local, em conformidade com o princípio de subsidiariedade – tem o direito de impedir a depredação capitalista mediante uma legislação apropriada, incluindo-se sanções penais. Afinal, não estamos à mercê de diretorias de empresas que não receberam autoridade alguma de Deus para nos governar com decisões que afetam o bem comum moral, espiritual e material. 





      

O Papa João Paulo II ensinava conforme seus predecessores ao declarar, no aniversário da Rerum Novarum do Papa Leão XIII, que:





A Igreja não pode aprovar o capitalismo se, por esse nome, “se entende um sistema onde a liberdade no setor da economia não está enquadrada num sólido contexto jurídico que a coloque ao serviço da liberdade humana integral e a considere como uma particular dimensão desta liberdade, cujo centro seja ético e religioso...” - O distributismo, como movimento por uma economia humana em escala humana – ou seja, uma economia mais conforme ao Evangelho –, respeita os limites éticos e religiosos na atividade econômica, e conduz naturalmente os homens do culto do colossal para uma ordem econômica que subordina a busca de bens materiais ao destino eterno da pessoa humana.





Distributistas no movimento “Occupy Wall Street”:





Em um artigo para o Remnant, Richard Aleman relatou que ele, John Rao e eu estivemos no local da manifestação do movimento “Occupy Wall Street”, com o objetivo de apresentar a defesa católica da justiça econômica. Não fomos lá para comungar com hippies ou apoiar qualquer tipo de ideologia de esquerda. Fomos lá por reconhecermos que muitas das almas errantes reunidas no parque Zuccotti suspeitavam que havia algo de radicalmente errado com a ordem econômica moderna, embora não tivessem uma ideia clara do que fosse.Vimos o protesto de “Occupy” como uma busca neopagã pelo Deus Desconhecido. Aos que se dispuseram a nos ouvir, dissemos que o Deus que procuram é Aquele que nos deu seu Evangelho para o bem comum dos homens e das nações. Entregamos-lhes trechos da Quadragesimo Anno e um folheto com os princípios do que seria uma economia humana e distributista –sem uma única intervenção do governo –, se as pessoas simplesmente subordinassem a busca de bens materiais ao bem supremo da eterna beatitude. Sentimo-nos obrigados a dizer ao maior número de pessoas possível que a questão social fundamental que os unira – inconscientemente ou não – é a apostasia da civilização ocidental, e que não pode haver nenhuma estratégia para alcançar a justiça social fora do caminho que a Igreja Católica, inspirada pelo Espírito Santo,  assinalou para os homens e as nações. 




Como disse Pio XI:




"É certo que, todos os verdadeiramente entendidos em sociologia anseiam por uma reforma moldada pelas normas da razão, que restitua a vida econômica à sã e reta ordem. Mas esta ordem, que também Nós ardentemente desejamos, e procuramos com o maior empenho, será de todo falha e imperfeita, se não tenderem de concerto todas as energias humanas a imitar a admirável unidade do divino conselho e a consegui-la, quanto ao homem é dado: chamamos perfeita aquela ordem apregoada pela Igreja com grande força e tenacidade, pedida mesmo pela razão humana, isto é: que tudo se encaminhe para Deus enquanto fim primário e supremo de toda a atividade criada, e que se considerem todos os bens criados por Deus como instrumentos dos quais o homem deve usar tanto, quanto lhe sirvam a conseguir o fim último".





É de fato muito simples! Deus é simples! Nós é que somos complicados e complicamos tudo! Aplicar os dois mandamentos maiores na busca de bens materiais é ser, mais ou menos, um distributista!





Confiando na Providência, um distributista não deixará faltar nada à sua família e será o primeiro a defender a propriedade privada como algo fundamental à liberdade ordenada – e isso não apenas em oposição ao governo, mas também às grandes empresas que estão implacavelmente pisando o direito dado por Deus de trilharmos nosso caminho com nossos próprios meios.  Não deixa de ser irônico que católicos que se consideram libertários defendam um coletivismo de empresas sustentado com assistência governamental – coletivismo esse tão amplo que equivale, na prática, a um socialismo “privado” –, enquanto atacam os distributistas por sua defesa verdadeiramente libertária da independência econômica para o indivíduo e a família, numa economia que não dependa de produtos do trabalho de chineses pagos com salários de escravos. Coloquemos um ponto final nessa demagogia. E possa o Remnant ajudar os católicos a se orientarem rumo àquela economia humana que o Magistério sempre almejou.





*Obs. Artigo publicado no JORNAL REMNANT - "In Defense of Distributism - Why Socialism and Distributism are Wholly Antithetical" - Traduzido por Davi James Dias - Tradução e publicação autorizada pelo jornal






Fonte: http://chestertonbrasil.blogspot.com.br/2012/08/em-defesa-do-distributismo-por-que.html


 

 

ALGUMAS DE OLAVO DE CARVALHO:

 

 



 



-Lucas Mendes: Adesivo no carrinho de um mendigo de rua que estava cuidando de uns cachorrinhos, na rua Padre Chagas, Porto Alegre, ontem à noite: “O comunismo não é um grande ideal que se perverteu. É uma perversão que se vendeu como um grande ideal.”

 

 

 

 

-As exigências do “Escola Sem Partido” são tão obviamente justas, sensatas e necessárias, que os incomodados só têm um modo de combatê-las: escondendo-as sob o tapete e colocando em seu lugar outras, repugnantes e de sua própria invenção, para dar ao movimento ares de coisa maligna e tenebrosa. Não são objeções: são difamações. E não devem ser objeto de discussão e refutação, mas de processo judicial. Incluo nisso os srs. Leandro Espiritual e Roberto Requeijão. Chamo o ex-governador paranaense de Roberto Requeijão porque suspeito que a personalidade dele tenha a consistência de uma ricota.

 

 

 

 

-Conselho de sanidade intelectual: defenda a opinião que quiser, mas pelo menos respeite-a ao ponto de desejar saber quem a inventou antes de você!

 

 

 

-Quando os médicos não sabem o que fazer, eles mandam você “mudar o seu estilo de vida”, isto é, pagar a eles para você mesmo cuidar da sua saúde em tempo integral. Absorvida pelo “sistema”, a “medicina alternativa” dos anos 60 se transformou num poderoso instrumento de controle social por meio da fragilização sistemática das personalidades.

 

 

 

-Rafael Leandro: Traduzindo, ignore a ciência e seja teimoso feito mula!

 

 

-Hoje em dia, qualquer idiota que pega um diplominha de qualquer porcaria acha que ele é “a ciência”.

 

 

 

-Minha mãe nunca fez “jogging”, passou a vida comendo carne gordurosa e tomando café aos litros, e chegou aos 98 anos vendo passar as procissões fúnebres dos seus médicos.

 

 

 

-Cigarro faz mal? Para os russos e japoneses, não. Mas, para os americanos, que têm hoje metade da dose de testosterona que era normal meio século atrás, faz um mal dos diabos. Açúcar e bacon, então, nem se fala.

 

 

 

-Tudo faz mal para os boiolas! Eu fumo há meio século, dois ou três maços por dia, e o meu pulmão está INTACTO, graças a Deus. Os médicos olham a minha radiografia e ficam ofendidos. Mas basta eu aparecer com um pouco de catarro brônquico e já anunciam a minha morte. Também até hoje não entendi porque as estatísticas de “correlação com o tabagismo” só funcionam nos EUA.

 

 

 

-Se há uma coisa inexplicável, é o prestígio intelectual de Noam Chomsky. Seus livros sobre política não contêm a mais mínima elaboração teórica, são pura propaganda, jornalismo polêmico na mais generosa das hipóteses, e sua teoria da “gramática gerativa” não é nenhuma física quântica.

 

 

 

-Por que raios todo mundo quer que eu tenha uma opinião pronta tão logo as coisas acontecem? Minha opinião sobre o caso da Turquia, por enquanto, é: nenhuma! Vou estudar um pouco a situação e, se tiver algo de sensato a dizer, direi!

 

 

 

-Por que todo mundo que dá palpite sobre o “totalitarismo” acha que ele nasce de uma concepção abrangente e completa do Estado, se o próprio Karl Marx nunca chegou sequer a descrever como seria o Estado comunista!?

 

 

 

 

-“Jornalismo opinativo” consiste em ter uma explicação pronta cinco minutos depois de os fatos acontecerem. Espero não exercer essa merda de profissão JAMAIS!

 

 

 

-Sandro Ots: Professor Olavo, gostaria que o senhor, como o filósofo maior que é, fizesse uma breve síntese sobre a vida e obra do sodomita Michel Foucault e demonstrasse toda sua superioridade intelectual sobre o mesmo...

 

 

-Olavo de Carvalho: Mas por que eu deveria demonstrar a minha superioridade sobre quem quer que seja?

 

 

 

-USP Livre Professor, pode mandar uma mensagem para o pessoal da USP combatendo a esquerda fascista na universidade?

 

 

-Olavo de Carvalho: E eles lá querem saber a minha opinião?

 

 

 

Victor Lisboa Magri:  Professor, o que o senhor acha do distributismo do G.K. Chesterton?

 

 

-Olavo de Carvalho: Linda perda de tempo!

 

 

 

-Alain de Botton repete, sem citá-la, a teoria de Denis de Rougemont sobre a origem romântica das nossas concepções usuais do amor e da paixão, mas extraindo dela a conclusão de que todos os nossos sentimentos são socialmente determinados, são apenas cópias de modas culturais.

 

 

 

-É muito bonito o filósofo se fazer de superior aos sentimentos comuns da humanidade, mas, no caso, o filósofo parece não ter maturidade suficiente para perceber que (1) as modas culturais não aparecem sozinhas, mas nascem dos sentimentos íntimos de indivíduos criativos, de modo que a ordem causal apontada poderia ser facilmente invertida; (2) em vez de simplesmente moldar desde fora os nossos sentimentos, elas podem despertar a consciência de possibilidades sentimentais latentes, ampliando o horizonte da experiência existencial REAL de multidões de pessoas. Eu diria, antes, que a concepção romântica do amor nada mais faz do que transferir à esfera do erotismo, com maior ou menor sucesso — às vezes com um fracasso retumbante –, o Segundo Mandamento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não por coincidência, uma das suas fontes diretas foi a ética medieval de cavalaria.Leiam “Le Génie du Christianisme”, de Chateaubriand (um dos maiores prosadores românticos), e verão como cristianismo e romantismo estão intimamente ligados. Mas, é claro, onde aparece o cristianismo vem logo atrás o satanismo. Cf. Byron e Shelley.

 

 

 

-As panelinhas literárias são a origem de todos os males culturais. Quem quer que ceda a uma delas um milímetro da sua consciência se corrompe até à medula sem nem perceber. No fim da vida o Carpeaux virou um deplorável puxa-saco de pessoas que não mereceriam engraxar os seus sapatos. E o José Guilherme Merquior falava menos respeitosamente de Platão que do seu chefe no Ministério das Relações Exteriores.

 

 

 

-Como podem levar a sério um sujeito que vende como suprema novidade o “ateísmo com estética cristã” inventado por Ernest Renan no século XIX?

 

 

 

 

 

Você aceitaria pagar os serviços de um mecânico que, em vez de consertar o seu carro sem encher o saco, dissesse: “Você tem de mudar o seu estilo de dirigir”?

 

 

 

-Penso nisso toda vez que consulto um médico americano. Uma ou duas sugestõezinhas de hábitos curativos, vá lá. Mas aqui na América os neguinhos fazem um projeto completo, de muitas páginas, regulando até o número de peidos permitidos! Se você fuma, então, QUALQUER sintoma que você apresente, seja uma hemorróida, um calo no pé ou uma coceira na pica, é tudo sempre culpa do cigarro!

 

 

 

-O filólogo José Khoury, que na juventude teve uma tuberculose, desistiu de ser padre e mudou do Líbano para o Brasil em busca de um clima mais quente, viveu até os 104 anos, trabalhando, deleitando-se com todos os pratos da culinária árabe que ele mesmo preparava, incluindo uma pletora de doces e licores que um médico de hoje consideraria letais.

 

 

 

-Uma vez uma ponte móvel estava machucando a minha gengiva. Como eu não tinha dinheiro para ir ao dentista, consertei-a eu mesmo, derretendo com fogo as partes incômodas. Funcionou, mas ficou uma mancha preta no acrílico. Tão logo fui a um dentista, ele viu a coisa e sentenciou: Está vendo? É o cigarro! é o cigarro!

 

 

 

-O melhor médico que conheci, o Dr. Carlos Armando de Moura Ribeiro, que não falhava nunca, jamais me deu um conselho de saúde. Fazia umas perguntas, um meticuloso exame físico (que os médicos de hoje não sabem fazer) e passava uma receita que me devolvia ao mundo dos vivos em dois dias...O Dr. Ribeiro ficou viúvo aos 50, casou de novo aos 80, trabalhou até os 100 e morreu na Paz do Senhor.

 

 

 

Momentos inesquecíveis:

 

 

 

-O problema com os computadores é que eles não são máquinas: são códigos inventados por seres humanos para obrigar você a fazer o que ELES querem! Tenho saudade da dócil obediência das máquinas de escrever.

 

 

 

-Foi nos anos 60, com a maldita “contracultura”, que se disseminou no mundo a religião da saúde: a doença é um pecado, um sinal de desobediência à Mamãe Natureza, e os médicos não existem para curar você, e sim para lhe indicar o caminho da redenção.

 

 

 

-Antigamente, os médicos, quando não conseguiam curar você, ficavam com vergonha e até devolviam o dinheiro do tratamento. Agora eles olham feio e dizem que é impossível curar um pecador contumaz que desobedece a Mamãe Natureza!

 

 

 

-O senso das proporções é a primeira e a mais indispensável virtude de um crítico literário. Espero que algum dia o Martim Vasques da Cunha aprenda isso.

 

 

 

 

Anderson Fortaleza: Professor, como é que o senhor lembra tantos nomes de pessoas, autores, livros, etc?

 

 

 

-Olavo de Carvalho: É porque os li com real interesse pessoal.

 

 

 

-Os anti-olavistas já se constituíram como a mais unida e organizada panelinha literária de todos tempos. Cada um cheira os peidinhos intelectuais do outro e jura que são flores! Tudo leva a crer que a peça “Macaquinhos” se inspirou neles.

 

 

 

-O governo de Paris tem a solução para os franceses vítimas de terrorismo: flexibilidade anal.

 

 

 

-Relativizar as certezas da classe médica é INTELECTUALMENTE OBRIGATÓRIO quando se sabe que, nos EUA, os erros médicos matam MUITO mais gente do que o odioso cigarro!

 

 

-Por que nenhum antitabagista consegue discutir sem ficar nervosinho e começar a xingar o interlocutor de louco?

 

 

 

-A mentalidade da “Nova Era” botou na cabeça das pessoas que, se elas ficam doentes, é porque pecaram. E qual foi o pecado, exatamente? Ficar doentes...

 

 

-Tudo, absolutamente tudo, cada detalhe na profissão médica hoje em dia é planejado para fragilizar o doente, infantilizá-lo e reduzi-lo à total inermidade (sem defesa) ante “us dotô”. A começar por aquela camisolinha de amarrar nas costas e pela biblioteca inteira de juramentos que obrigam você a assinar. A medicina tornou-se uma força policial.

 

 

 

 

Nando Castro: Professor, desculpa mudar de assunto, mas o que o senhor achou da escolha do Mike Pence para ser vice do Trump?

 

 

 

-Olavo de Carvalho: Mal conheço a criatura!

 

 

Fonte: https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2016/07/16/

 

 

 

Bloco 11, Cela 18: “Críticas ao do Distributivismo”

 

 

 


 




Este Blog é dedicado a Economia, sob os olhos do Distributivismo. Veremos a Economia do ponto de vista do "ser humano permanente", como disse GK Chesterton se referindo aos personagens de Charles Dickens. Que São Maximiliano Kolbe, do Bloco 11, Cela 18 de Auschwitz, nos ilumine na continuação da doutrina de Hilaire Belloc!

 

 

 

 

O economista Jay Richards junto com Taylor Marshal e Timothy Gordon criticam fortemente o Distributismo!

 

 

 

O principal aspecto da crítica é que o Distributismo seria socialismo, na medida em que na verdade os proprietários não teria controle da propriedade que possuem, seria necessário um estado muito forte para fazer isso. Bom, aceito que o Distributismo tem muitas falhas e no final das contas é mais uma filosofia ética para economia do que uma teoria econômica. Mas os autores deveriam prestar atenção que GK Chesterton e Belloc reconheciam esse problema do Distributismo e ao propor o Distributismo, propunham apenas medidas em direção a que mais pessoas tivessem mais acesso a propriedades e não o uso do poder ditatorial do Estado, pois eles abominavam o socialismo.Em todo caso, vale muito o debate com esses autores. Por vezes, acho que eles deveriam ter mais cuidado ao tratar de Chesterton e Belloc. Mas, vale a pena o debate! Além disso, quando se começa a entender o capitalismo se começa a valorizar o Distributismo. Isto é, as falhas éticas e resultados econômicos do capitalismo sustentam o Distributismo.Uma crítica que faço a Jay Richards é essa de achar que os grandes poderes econômicos chegaram onde chegaram simplesmente por conta da inovação e da capacidade produtiva. Esquecendo todas as falhas éticas e apoio estatal no processo de desenvolvimento desses conglomerados econômicos.

 

 

 

 

COMENTÁRIO COM RESPOSTA:

 

 

 

“Olha, eu sempre enxerguei a doutrina social da Igreja mais como uma filosofia ética que serviria para guiar um sistema econômico de livre mercado do que como um sistema econômico independente. Acho que é isso o que um católico conservador tem em mente ao se definir liberal na economia, mas o que eu noto na maioria dos católicos mais tradicionalistas é a total incapacidade de discernir entre a defesa de uma política econômica liberal que diminua o controle estatal sobre os cidadãos e uma doutrina econômica amoral cujo ápice seria um "capitalismo cru", como bem observou o Olavo de Carvalho ao remeter às palavras do próprio Karl Marx. Jamais conheci nenhum católico dito liberal que desprezasse a necessidade de valores culturais e religiosos sólidos para ordenar uma economia plena de livre mercado. Mas me parece que, devido ao profundo ranço antiliberal nos meios trads, eles não consigam enxergar no liberalismo econômico seu traço mais científico (ou seja, o fato de os liberais terem provado que uma economia livre realoca recursos muito mais eficientemente do que qualquer sistema estatista, e é, portanto, muito mais benéfica aos pobres) e prefiram criar o espantalho do liberal sem coração que prospera num ambiente econômico de amoralidade à custa do bem-estar dos pobres. Consequentemente, eles repudiam qualquer tentativa de conciliação entre catolicismo e liberalismo e condenam os que se dizem católicos e liberais na economia. Isso é uma infantilidade tão imbecil dos trads que eles chegam ao ponto de adotar posições esquerdistas para justificar seu antiliberalismo. Já perdi a conta das vezes em que perguntei a esses tipinhos: "Muito bem, se eu não posso ser economicamente liberal, qual é o posicionamento econômico mais adequado a um católico conservador?" A maioria deles diz que é a Doutrina Social da Igreja, o que para mim não tem sentido nenhum. (imaginemos que alguém lhe peça que escolha um copo, uma garrafa ou um penico para beber água, mas você respondesse que nenhuma dessas escolhas é apropriada porque o correto é escolher a própria água...) Mas quando eu peço que ele desenvolva sua resposta, esclarecendo exatamente o que é DSI ou Distributismo, ele ou não consegue desenvolver ou descamba logo pra uma posição de esquerda, argumentando que o Estado católico tem a função de cuidar do seu rebanho através de assistencialismo. E tudo isso por quê? Porque odeia o liberalismo e não consegue enxergar nele nada mais que um instrumento de opressão de burgueses ímpios e maçons contra pobres fiéis católicos.O liberalismo econômico é uma forma pela qual a prosperidade econômica pode ser alcançada, e é só num povo com uma ética religiosa baseada no cristianismo que ele pode distribuir essa prosperidade a todos (a China tá aí pra provar que, sem isso, só produz injustiça social e exploração). É compreensível que católicos contaminados pela Teologia da Libertação o repudiem, mas por que os tradicionalistas insistem nesse preconceito infundado?”

 

 

 

 

RESPOSTA:

 

 

 

 

Meu amigo, obrigado pelo comentário. Eu tenho apenas algumas observações:

 

 

 

1) Acho que você deve ter em mente que pode ter imaginado também um espantalho. Quando você diz que nunca conheceu um católico liberal que desprezasse a moral. Eu digo que conheço vários. Depende de sua definição de católico. Por exemplo, está cheio deles no Partido Novo.

 

 

 

2) O liberalismo como crença seguramente leva a questões morais, pelo simples modo de como deve ser tratado o dinheiro.

 

 

 

3) A doutrina da Igreja não condena o livre mercado, mas tem restrições ao liberalismo.

 

 

 

4) A China não é exemplo de capitalismo nem de liberalismo. A China é exemplo de estado totalitário dominando a economia.

 

 

 

5) O verdadeiro desenvolvimento é fruto da moral e não do liberalismo.

 

 

 

6) Não existe livre mercado em lugar nenhum! O que existe é um capitalismo misturado com regulações estatais mais ou menos restritivas.

 


Abraço,

 

Pedro Erik

 

 

Fonte:http://bloco11cela18.blogspot.com/2019/03/contra-o-distributismo.html










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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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