Decreto do CONCÍLIO VATICANO II “APOSTOLICAM ACTUOSITATEM” Nº 6 (SOBRE O APOSTOLADO DOS LEIGOS):“Aparecendo na nossa época novos problemas e grassando gravíssimos erros que ameaçam inverter profundamente a religião, a ordem moral e a própria sociedade humana, este S. Sínodo exorta de coração todos os leigos, conforme a capacidade intelectual e a formação de cada qual, que, segundo a mente da igreja, assumam mais conscienciosamente as suas responsabilidades no aprofundamento dos princípios cristãos, na sua defesa e na adequada aplicação dos mesmos aos problemas de nossa época”.
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ORIGEM E SIGNIFICADO DA MISSA DE SÉTIMO DIA - VOCÊ CONHECE ?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 2 de julho de 2012 | 21:50



A FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA:

A Igreja ensina que se deve rezar pelos mortos, para que se livrem, o quanto antes, das penas do purgatório (Não a culpa, pois todo pecado tem como cosequência: A Culpa e a Pena – Portanto o purgatório não é para a culpa que foi perdoada, mas para as penas que se instalaram na alma, e precisam ser purificadas para poderem entrar no céu )

DETALHE: Quem está no purgatório já está com a salvação garantida , pois condenados e réprobos não vão para o Purgatório, mas para o inferno.

E a justiça de Deus é perfeita, pois assim está escrito:  Mateus 5,26: “Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares até o último centavo”


A DOUTRINA SOBRE O PURGATÓRIO É BÍBLICA:

A purificação é necessária para adentrar ao céu: Hb 12,14; Ap 21,27.
Agonia temporária: 1Cor 3,15; Mt 5,25-26.
Cristo pregou para seres espirituais: 1Pd 3,19.
É um estado intermediário de purificação: Mt 5,26; Lc 12,58-59.
É uma realidade entre o céu e a terra: Mt 18,23-25; Lc 23,42; 2Cor 5,10; Fl 2,10; Ap 5,2-3.23.
Graus de expiação dos pecados: Lc 12,47-48.
Alguns pecados são perdoados e outros não serão perdoados nem aqui nem no mundo vindouro: Mt 12,32.
Nada de impuro pode entrar no céu: Ap 21,27.
Salvação, mas como pelo fogo: 1Cor 3,15.
Sofrimento extra: 2Sm 12,14; Cl 1,24.

1)- A missa de sétimo dia se fundamenta no texto do livro dos Macabeus, da bíblia SEPTUAGINTA, que foi a bíblia usada pelos primeiros Cristãos,os apóstolos e o próprio Cristo.Neste livro deuterocanônico, Judas Macabeu ordena que se façam sacrifícios no Templo de Jerusalém pelas almas de seus soldados que haviam morrido numa batalha, por terem pecado levemente contra Deus:

"Santo e salutar pensamento este de orar pelos mortos. Eis porque ofereceu um sacrifício expiatório pelos defuntos, para que fossem livres dos seus pecados" (II Macab. 12, 41-46).

2)- A narração do livro do Gênesis (2, 2), mostra que Deus levou sete dias para criar o mundo e, quanto terminou, vendo que era bom, perfeito, descansou. Portanto, no paralelismo desta passagem com a missa do sétimo dia, simboliza que aquela pessoa, após cumprir sua missão nesta terra, poderá agora também descansar.Observamos que várias destas referências bíblicas estão relacionadas diretamente com as cerimônias fúnebres e com os tipos de comportamentos nesta categoria de evento, como, por exemplo, o ato de chorar, jejuar e fazer penitências, além de lamentações e reações agressivas. Comportamentos ainda detectáveis nestas ocasiões.

3)- Quanto aos relatos bíblicos sobre os rituais da morte, o livro do Gênesis descreve que quando morreu Jacó, um dos patriarcas do Antigo Testamento, “fizeram um funeral grandioso e solene e José guardou por seu pai um luto por sete dias” (Gn, 50, 10).

4)- O primeiro livro de Samuel afirma que, por ocasião da morte do rei Saul, seus comparsas guerreiros, numa cerimônia fúnebre, queimaram seu corpo e depois enterraram os ossos debaixo de uma árvore, fazendo um jejum de sete dias (1 Sm, 31, 13).

5)- Outras duas passagens bíblicas que refere a morte e seus sete dias posteriores estão nos livros de Judite e Eclesiástico. O primeiro afirma que, quando morreu Judite, a heroína do povo hebreu, os israelitas fizeram luto por sete dias (Jd 16, 24) e o livro do Eclesiástico afirma que “o luto pelo morto duram sete dias” (Eclo, 22, 11).

Dessa maneira, ganha respaldo bíblico a crença de que é necessário ficar de luto durante sete dias para eliminar as interferências da morte na vida dos familiares e, com isso, diluir a dor. A devoção católica convencionou encerrar esse ciclo com a referida cerimônia, chamada de missa do sétimo dia.

Desse modo, um refinamento do simbolismo do número sete, adaptado ao costume que se formou em torno dessa cerimônia fúnebre, confere ao fiel católico a confiança de que seu ente querido, com a prática desse ritual de oferenda da alma a Deus no sétimo dia da morte, adentra a uma vida de perfeição.


O costume, em toda a Igreja Católica, sempre foi o de rezar Missa pelos mortos logo após o seu falecimento, no mesmo dia do sepultamento. Era a chamada Missa de corpo presente, ou Missa rezada diante do cadáver da pessoa pela qual se oferecia a Missa.

Aqui no Brasil, se arraigou o costume de rezar a Missa no sétimo dia após o falecimento, portanto, a missa de 7 dia é um ritual BRASILEIRO, não é uma pratica seguida em outros países, nem consta do Missale Romano ou do Oficio de Defuntos.

Na liturgia da Igreja usa-se a missa chamada de corpo presente, que antes se chamava de Requiem, apos a qual se seguia o sepultamento.


O ritual da missa de 7 dia é exclusivo do Brasil, vem dos tempos coloniais quando não existiam estradas, nem aviões, nem carros nem ônibus, nem trens, capazes de trazer um parente do defunto de uma distancia grande até o local do velório.


O Brasil é um país gigantesco, assim, e dadas as condições climáticas desse país tropical, o defunto é enterrado no máximo em 24 horas.


Então, para celebrar a memoria do morto e para dar tempo de todos os familiares e amigos que estavam distantes chegarem, marcava-se uma missa uma semana após o enterro, para que todos pudessem se encontrar, dar os pesames, chorar, se confortarem mutuamente e enfim, celebrar a memoria do ente querido que morreu.


Nas primeiras comunidades cristãs, o dia da morte era chamado de dieis natalis, dia de nascimento para a vida eterna. A fé na ressurreição era tão firme que o desaparecimento de um ente querido não deixava as pessoas abatidas. A certeza da vida eterna se sobrepujava ao sofrimento e à dor pelo vazio experimentado.

Havia uma esperança intensa: A pessoa, parente ou amigo falecido, estava "viva" porque, mergulhada na Ressurreição de Cristo, tinha alcançado a comunhão com o Pai. Na ocasião do sepultamento da pessoa falecida, a comunidade reunida realizava as exéquias, isto é, fazia as orações que celebravam a esperança cristã na vida eterna, proclamavam a ressurreição de Jesus Cristo, pediam pela passagem do falecido ao céu e serviam de conforto para os parentes enlutados.


O ponto central das exéquias era a Santa Missa. O Catecismo da Igreja Católica, no número 1689, considera a Eucaristia "o coração da realidade pascal da morte cristã". E, repetindo as palavras do ritual de exéquias, diz: "Na Eucaristia, a Igreja expressa sua comunhão eficaz com o finado. Oferecendo ao Pai, no Espírito Santo, o sacrifício da morte e ressurreição de Cristo, ela pede para que o fiel falecido seja purificado de seus pecados e de suas consequências e seja admitido à plenitude pascal do Banquete do Reino".

A celebração eucarística, portanto, significa não só comunhão com Cristo, mas com o "Corpo Ressuscitado", isto é, com os que pertencem a Cristo, vivos ou falecidos.

Enquanto para os cristãos a morte era início de uma vida junto a Deus, para os pagãos ela era o início de uma viagem para a escuridão. Como provisões para a viagem, eram deixados alimentos sobre o túmulo dos falecidos. 

UMA SÁBIA E OPORTUNA  CRISTIANIZAÇÃO DE UM COSTUME PAGÃO:




Era costume também entre os povos pagãos preparar um banquete para recordar os falecidos: Tais banquetes eram realizados no 3º, 7º ou 30º dia após a morte. A igreja adotou esta última tradição, dando-lhe, é claro, um sentido espiritual, "cristianizando" a prática. Passou a valorizar a missa no 3º, 7º ou 30º dia após o falecimento do membro da comunidade.

A associação é agora adotada em função do significado Cristão que o dia tem. A celebração no 3º dia depois da morte é motivada pela ressurreição de Jesus Cristo ao terceiro dia. A celebração do 7º dia é associada à criação operada por Deus ao longo de seis dias, sendo que no sétimo descansou.

"Deus concluiu no sexto dia a obra que fizera. E no sétimo dia descansou, depois de toda a obra que fizera", afirma a Bíblia (Gn 2,2). No dia, pois, em que Deus descansou temos o ensejo de pedir a Deus pela pessoa querida, para que descanse em paz.

No 30º dia ou no aniversário de um ano de falecimento, não há associações especiais. Simplesmente são datas que sinalizam a marcha do tempo que vai passando. A saudade, entretanto, está presente no coração de quem fica, porém, no Livro do Deuteronômio, Capitulo 34 Versos 8 diz:

 "Os israelitas choraram Moisés nas planícies durante 30 DIAS".

O que podemos entender que neste 30º dia encerrava-se o "luto" por Moisés, e houve também uma espécie de celebração fúnebre, portanto, uma tradição bíblica que pode ter servido de base também a este costume salutar.

No Brasil, a tradição da missa de 7º dia foi se enraizando mais fortemente que em outros paises como meio para vencer as dificuldades de comunicação a respeito da morte de alguma pessoa da família e das distâncias para os familiares se fazerem presentes ao enterro. Ao longo da semana, a notícia do falecimento chegava longe e o povo vinha mostrar solidariedade por ocasião do 7º dia.

Esse costume vigora ainda hoje até nas grandes cidades. Esta é a oportunidade para que se reúnam os numerosos parentes e amigos do falecido. Nem sempre os participantes são pessoas plenamente conscientes do valor da oração e da eucaristia.

As missas de 7º dia podem e devem se tornar momentos de evangelização dos católicos que vivem afastados da comunidade. O importante é que o ato não seja meramente social, mas uma manifestação de fé na ressurreição!

Esse ritual tem estreita ligação com o luto, porque uma de suas funções é, precisamente, a de delimitar o período de resguardo depois do ocorrido fatídico, em que sobrevém uma espécie de transformação na vida da família. Dessa forma, trataremos concomitantemente desses dois recursos religiosos: a missa do sétimo dia e o luto. A missa, como parte integrante, e talvez, essencial do luto na tradição católica, consistindo, portanto, num marco simbólico divisório entre o episódio da morte e o retorno da normalidade no cotidiano da vida dos familiares.

A missa do sétimo dia tornou um momento forte de solidariedade social, ocasião em que os parentes, além dos amigos mais achegados, se reúnem para fazer a entrega definitiva nas mãos de Deus, daquela pessoa que fora chamada deste mundo. Portanto, afora a devoção e a crença na acolhida divina, um circulo de relações sociais se forma em volta desse acontecimento.


O tempo de mandar rezar missas por um falecido (sete dias, mês, seis meses, anos) e depois disso quando devo mandar rezar? Todo ano, todo mês ?

Não há uma quantidade certa de missas que você vai rezar por uma pessoa falecida. Isto por aguns motivos:


1)- Vai depender do estado de comunhão com Deus ou não e se há pecados veniais não perdoados ou também a quantidade de penas temporais devidas aos pecados que precisam ser remidas.

2)- Por isso, não sabemos exatamente a quantidade de missas a serem aplicadas como sufrágio pelo nosso falecido.Mas é interessante recordar que mesmo que nosso familiar esteja já no céu, outra(s) alma(s) que esteja(m) no purgatório se beneficiará(ão) das nossas orações.

3)- Por isso quanto mais orações você fizer pela pessoa falecida (terços, adorações, missas celebradas) melhor vai ser e ainda você pode cooperar para abreviar o tempo de purgatório de outras pessoas (almas) que estejam no purgatório.

4)- Em relação às missas de sétimo dia, trigésimo dia e primeiro ano de falecimento tem origem no antigo ritual romano de São Pio V. É que existia uma idéia do paganismo romano na qual se acreditava que a alma ia se distanciando gradualmente do corpo como que em estágios. O cristianismo absorveu este costume, “inculturando-o”, para lhe dar um caráter cristão e tentar evangelizar a partir deste costume cultural.


5)- No antigo Ritual da missa havia orações próprias para essas datas. Faz algum tempo a Igreja Católica suprimiu essas orações. Mas o costume está ainda bastante arraigado entre o nosso povo. Desta forma você não precisa entrar em crise se o sétimo dia cair num dia no qual você não consiga missa para rezar. Também se pode relativizar o dia exato em que cai o sétimo dia. Bem como o dia do mês de falecimento.

6)- Se você quiser fazer também no dia exato não tem problema. O falecido não vai mais rápido para o céu por ter rezado a missa de sétimo dia, ou de mês, ou de ano; mas vai mais rápido quanto mais eu rezar por ele, em especial pela minha participação pessoal na santa missa.

O importante é de fato a oração pelos falecidos, especialmente se for a missa.


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23 de agosto de 2012 10:18

Uma verdadeira catequese. A nossa Igreja precisa criar espaço e tempo para momentos catequéticos. Este texto nos oferece uma grande riqueza de conhecimentos da nossa fé católica. PARABÉNS! Eliete - Ubaitaba-BA

24 de agosto de 2012 08:15

Prezada Eliete,

Muito nos motiva a dar continuidade a este nosso humilde apostolado de defesa da nossa fé.

Reze pela nossa perseverança para que tenhamos a sabedoria do alto.

Um abraço fraterno e Deus esteja convosco!!

Shalom !!!

Anônimo
12 de outubro de 2012 03:26

Estou com uma dúvida: minha avó paterna era uma católica fervorosa e sempre mandava rezar missas para seus entes já falecidos, dos quais em questão me interessam, que são seus pais e avós. Na missa estes nomes eram escritos em um livro ou papel, e a minha dúvida é: a igreja mantém estas informações guardadas ou simplesmente as descartam? Preciso muito saber os nomes de meus antepassados...
Grato pela atenção.

Anônimo
13 de outubro de 2012 20:10

meu amigo , me deculpe seu grand conhecimento pelas passagens da biblia , mas nenhum das suas passagens mensionadas tem haver com purgatório,me mostra com exitidão e certeza que a palavra de DEUS descreve isso, e mais pra sua e minha salvação ela é unica , ninguem salva ninguem , muito menos tira de outras pessoas pecado , cada responde por si perante DEUS .

Anônimo
17 de outubro de 2012 23:58

Prezado Anônimo,

A melhor maneira de vc descobrir os nomes de seus antepassados é consultando o cartório de registros de nascimento.Os nomes colocados nas intenções das missas são descartados,incompletos e sem antecedentes.

Com relação às passagens que fundamentam a realidade da existencia do purgatório elas são claríssimas, só cegos como vc para não querer ver. Com relação a orações pela salvação das almas do purgatório,realmente não são necessárias, pois quem está no purgatório já está com a salvação garantida.

A próxima dúvida por favor,

Anônimo
22 de novembro de 2012 17:37

O que temos aqui é uma centena de textos bíblicos com interpretações forçadas, cunhadas em tradições católicas e não em CLARAS e EXPLICITAS orientações bíblicas. Há uma pergunta de certo ponto engraçada: De quanto em quanto tempo devo celebrar missas para defuntos? Pela lógica aqui apresentada, depende do defunto, se ele foi bomzinho em vida, umas 3 ou 4 já resolve, em outros casos mais crônicos talvez uma por dia para garantir!

Anônimo
23 de novembro de 2012 11:21

Para este(a) fanática Protestante acima:

Não adianta debater com protestante. Eles são fanáticos e não estão atrás da verdade. Até porque cada qual se acha um "infalível" intérprete. A religião protestante é permeada pela soberba, orgulho e auto-suficiência. Por isto mesmo é que brigam. Um não concorda com o outro e já surge uma nova seita.

A falta de amor é a principal características dos filhos de Lutero. Eu digo filhos, porque Lutero é seguido apenas no que interessa. Calvino idem. Lutero defendia a virgindade perpétua de Maria, já outros protestantes não...

O sujeito deixa de ler Santo Agostinho para ouvir Malafaia. Deixa de consultar São Tomás de Aquino para escutar Valdemiro Santiago. Deixa de ler sua santidade e maior teólogo do nosso tempo Bento XVI para escutar o defensor do aborto Edir Macedo ??? Ora tenha paciência !!!

Ignora o exemplo de Madre Teresa e copia o apóstata do RR Soares. Deixa de escutar a Igreja dos 2000 anos para dar ouvidos a Terra Nova ou Hernandez. Deixa de estudar Santa Teresinha de Lisieux para bater palmas para as palhaçadas de Ana Paula Valadão.

Nestas seitas se cumpre a promessa do evangelho :

“Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si...”(II Timóteo 4,3).

Anônimo
23 de novembro de 2012 11:23

kkkkkkkkkkkk !!! Ela(e) deve tar em uma destas fases, mas logo mais descobrir a verdade !!!


AS ETAPAS DE UM “NOVO CONVERTIDO” NO PROTESTANTISMO:


1)-JÚBILO: Está empolgado com a experiência com Deus: Tudo nesta fase é : Ôôôô Glória!Aleluia!!!!!

2)-EXALTAÇÃO: Está extasiado e impressionado com com a atenção e tratamento VIP que não recebia quando estava em outra denominação.Participa ativamente de tudo, sendo fiel dizimista.

3)-CHOQUE: Fica escandalizado com os Contra-testemunhos de pastores e membros da atual denominação a qual está participando, e ver que não tem muita diferença da outra de onde veio.

4)- FRUSTRAÇÃO: Percebe também as suas próprias fraquezas e quedas, mas cobra mais dos outros que de si mesmo – Tudo isto vai gerando uma frustração e diminuindo aquele encanto e fervor inicial.

5)-AFLIÇÃO: Começa a estudar e conhecer melhor a origem da denominação a qual está freqüentando e ver que ela surgiu de divisões interesseiras – Tenta ocultar mas está aflito e precisa tomar uma decisão.


6)- DESLIGAMENTO: Começa a se convencer que não precisa de denominação alguma para ser salvo ( Cristo sim, Igreja Não!!!), e lentamente vai deixando de freqüentar a denominação e cortando laços com seus membros. Volta a vida de antes, apenas Crendo em Deus.

*1Jo 2,19 - "Eles Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos; pois, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco. Mas, [saíram] para que se mostrasse que nem todos são dos nossos, nem do número dos eleitos.

"Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo" (Efésios 4:5).

Anônimo
26 de novembro de 2012 19:17

A SALVAÇÃO SÓ PODE VIR POR MEIO DO SANGUE DE CRISTO JESUS, O QUE VAI DEFINIR SUA SALVAÇÃO É SE ELE ACEITOU JESUS COMO SALVADOR E VIVEU COM SALVO EM CRISTO, POIS SÓ O SANGUE DO CORDEIRO TIRA OS PECADOS, SÓ O QUE PODEMOS FAZER É ORAR PELA FAMILIA ENLUTADA QUE SOFRE PELA PERDA DE UM ENTE QUERIDO.

Anônimo
26 de novembro de 2012 22:40

Prezado protestante anônimo.

A DOUTRINA SOBRE O PURGATÓRIO É BÍBLICA:

A purificação é necessária para adentrar ao céu: Hb 12,14; Ap 21,27.
Agonia temporária: 1Cor 3,15; Mt 5,25-26.
Cristo pregou para seres espirituais: 1Pd 3,19.
É um estado intermediário de purificação: Mt 5,26; Lc 12,58-59.
É uma realidade entre o céu e a terra: Mt 18,23-25; Lc 23,42; 2Cor 5,10; Fl 2,10; Ap 5,2-3.23.
Graus de expiação dos pecados: Lc 12,47-48.
Alguns pecados são perdoados e outros não serão perdoados nem aqui nem no mundo vindouro: Mt 12,32.
Nada de impuro pode entrar no céu: Ap 21,27.
Salvação, mas como pelo fogo: 1Cor 3,15.
Sofrimento extra: 2Sm 12,14; Cl 1,24.

A missa de sétimo dia se fundamenta no texto do livro dos Macabeus, da bíblia SEPTUAGINTA, que foi a bíblia usada pelos primeiros Cristãos,os apóstolos e o próprio Cristo, e que o herege Lutero sem autoridade auguma, retirou do Cânon dos protestantes.

Neste livro deuterocanônico, Judas Macabeu ordena que se façam sacrifícios no Templo de Jerusalém pelas almas de seus soldados que haviam morrido numa batalha, por terem pecado levemente contra Deus:

"Santo e salutar pensamento este de orar pelos mortos. Eis porque ofereceu um sacrifício expiatório pelos defuntos, para que fossem livres dos seus pecados" (II Macab. 12, 41-46).

Anônimo
5 de dezembro de 2012 17:20

EU IMAGINO A CENA : O PADRE OS COROINHAS INDO REZAR A MISSA DE 7º DIA DE JESUS QUANDO CHEGAM O ANJO DIZ:
VOÇÊS CHEGARAM 4 DIAS ATRAZADOS PORQUE A TRES DIAS ELE JA RESSUSCITOU!!

SE O PURGATÓRIO É BÍBLICO ENTÃO O SACRIFICIO DE JESUS NÃO FOI PERFEITO!
OPROBLEMA DOS CATÓLICOS É ESSE: ELESNÃO CREEM NA SALVAÇÃO QUE JESUS CONQUISTOU NA CRUZ!

A BÍBLIA DIZ SE CONFESSARMOS OS NOSSOS PECADOS ELE É FIELPARA NOS PERDOAR E SE PERDOA PORQUE EU TENHO QUE SOFRER APÓS A MORTE NO PURGATÓRIO E TEM MAIS A BÍBLIA DIZ NO LIVRO DE ISAÍAS O CASTIGO QUE NOS TRAZ A PAZ ESTAVA SOBRE ELE!

Anônimo
5 de dezembro de 2012 19:50

Não há uma quantidade certa de missas que você vai rezar por uma pessoa falecida. Isto por aguns motivos:


1)- Vai depender do estado de comunhão com Deus ou não e se há pecados veniais não perdoados ou também a quantidade de penas temporais devidas aos pecados que precisam ser remidas.

2)- Por isso, não sabemos exatamente a quantidade de missas a serem aplicadas como sufrágio pelo nosso falecido.Mas é interessante recordar que mesmo que nosso familiar esteja já no céu, outra(s) alma(s) que esteja(m) no purgatório se beneficiará(ão) das nossas orações.

3)- Por isso quanto mais orações você fizer pela pessoa falecida (terços, adorações, missas celebradas) melhor vai ser e ainda você pode cooperar para abreviar o tempo de purgatório de outras pessoas (almas) que estejam no purgatório.

4)- Em relação às missas de sétimo dia, trigésimo dia e primeiro ano de falecimento tem origem no antigo ritual romano de São Pio V. É que existia uma idéia do paganismo romano na qual se acreditava que a alma ia se distanciando gradualmente do corpo como que em estágios. O cristianismo absorveu este costume, “inculturando-o”, para lhe dar um caráter cristão e tentar evangelizar a partir deste costume cultural.


5)- No antigo Ritual da missa havia orações próprias para essas datas. Faz algum tempo a Igreja Católica suprimiu essas orações. Mas o costume está ainda bastante arraigado entre o nosso povo. Desta forma você não precisa entrar em crise se o sétimo dia cair num dia no qual você não consiga missa para rezar. Também se pode relativizar o dia exato em que cai o sétimo dia. Bem como o dia do mês de falecimento.

6)- Se você quiser fazer também no dia exato não tem problema. O falecido não vai mais rápido para o céu por ter rezado a missa de sétimo dia, ou de mês, ou de ano; mas vai mais rápido quanto mais eu rezar por ele, em especial pela minha participação pessoal na santa missa.

O importante é de fato a oração pelos falecidos, especialmente se for a missa.

Arthur - O Caçador de hereges

5 de fevereiro de 2013 08:25

"E CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE (JESUS CRISTO) VOS LIBERTARÁ" (JOÃO 8.32)... "SE POIS O FILHO (JESUS CRISTO) VOS LIBERTAR, VERDADEIRAMENTE SEREIS LIVRES" (JOÃO 8.36)... DISSE-LHES JESUS: EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE E A VIDA. NINGUÉM VEM AO PAI, SE NÃO POR MIM"... NÃO ADIANTA VC CONHECER A HISTÓRIA DE JESUS... VC PRECISA CONHECER E SE RELACIONAR COM O JESUS DA HISTÓRIA! QUANDO O ARTHUR CONHECER ESSA VERDADE ELE SERÁ UM GRANDE APOLOGISTA DO VERDADEIRO CRISTIANISMO... VOU ORAR POR VOCÊ AMADO!

Anônimo
5 de fevereiro de 2013 18:09

Prezado Adonias,

A verdade eu já conheço e foi a revelada por Cristo e deixada aos cuidados da Igreja Católica conforme está escrito em I Tim 3,15: A Igreja é coluna e sustentáculo da verdade. Lamento dizer-lhe que não ao seu herege fundador Lutero que só apareceu 1500 anos depois (sabia disto ? ).

Ore por vc mesmo para abrir sua cabeça ao entendimento de Deus e não seja papagaio de falso pastor.


Arthur - O Caçador de hereges

Anônimo
16 de fevereiro de 2013 19:01

Eu não tenho religião, mas se um dia eu ter, com certeza não vai ser a católica
de maneira alguma. Não acredito em INFERNO, acredito sim, que vamos acertar as nossas contas com a nossa conciência automaticamente assim, que chegarmos no mundo espirutual, o Céu. Pois lá tudo ficará claro o que fizemos e falamos aqui na terra, DEUS vai nos ensinar o que nós não aprendemos aqui na terra, vamos passar dificuldades sim, sofrer até conseguirmos lembrar que DEUS existe e pedir ajuda, posi se nós erramos tanto na terra foi por ter ignorado DEUS. DEUS é nosso PAI, imagine se um pai ou mãe de coração mandaria seu filho pro fogo por ele ter errado, tenha paciência seus ignorantes. Um pai e o mãe poêm de castigo, converse, faz o filho pensar até ele vê que estava errado e pedir desculpa e obedecer os pais. E vocês acham que DEus não faria melhor conosco? Claro que sim, vai nos corrigir com garra e força e com doçura que só ele tem. Mas tem por isso vamos pensar em pintar o sete achando que DEUS vai perdoar mesmo né? Não, perdoar sim, mas bagunça de propósito não.
É uma pena que a igreja católica plantou está coisa de inferno, fizeram uma interpretação e jogaram a sua verdade no ar. Muitas pessoas se conderam diante desta interpretação, pecados e inferno que vem de muito emuitos anos atrás.

Anônimo
16 de fevereiro de 2013 22:05

Prezado espírita incubado,

Ora,para o inferno só vai quem livremente por suas ações e opções fez por onde merecê-lo.A minha vida de Cristão não gira em torno do medo do inferno, mas em servir a Deus que tanto me tem abençoado sem eu merecer.

Se o inferno não existe seria justo Hitler e Madre Tereza de Calcutá receberem o mesmo prêmio ?...


Na Divina comédia de Dante na entrada da Porta do Inferno está a frase: “ Deixa aqui fora toda tua esperança...”


Dirá, porém, o incrédulo: “Onde está a justiça de Deus ao castigar com pena eterna um pecado que dura um instante?”


E como, responderemos, como se atreve o pecador, por um prazer momentâneo, a ofender um Deus de majestade infinita?

Ora a resposta é simples, é eterna, porque a relação TEMPO E ESPAÇO já não existe na ETERNIDADE, entramos em estado eterno de decisão que tomamos no TEMPO.E porque o réprobo jamais poderá prestar satisfação por sua culpa. Nesta vida, o pecador penitente pode satisfazer pela aplicação dos merecimentos de Jesus Cristo; mas o condenado não participa desses méritos, e, portanto, não podendo por si satisfazer a Deus, sendo eterno o pecado, eterno também deve ser o castigo (Sl 48, 8-9).


“Ali a culpa disse o Belluacense, poderá ser castigada, mas jamais expiada” (Lib. II, 3p), porque, segundo Santo Agostinho, “ali o pecador é incapaz de arrependimento”.E ainda que Deus quisesse perdoar ao réprobo, este não aceitaria a reconciliação, porque sua vontade obstinada e rebelde está confirmada no ódio contra Deus.



Disse o Papa Inocêncio III:


“Os condenados não se humilharão; pelo contrário, crescerá neles a perseverança do ódio”. São Jerônimo afirma que “nos réprobos, o desejo de pecar é insaciável” (Pr 27, 20). A ferida de tais desgraçados é incurável; porque eles mesmos recusam a cura (Jr 15, 18).”



Santo Afonso de Ligório -(Preparação para a morte, edição em PDF, pp. 287-288)

“Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus construo Catedrais nas almas para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” ( Pierry de Craon).

Anderson - São Paulo

Anônimo
16 de fevereiro de 2013 22:07

O INFERNO NA TEOLOGIA MODERNA:



O inferno é então o oposto ao céu. O ser humano, tendo tudo em si para a realização, pode responder negativamente a este chamado, pode escolher o caminho da não realização.


Inferno é a situação de não-realização, é o não ao céu. Como o humano pode chegar definitivamente à realização, ele também pode dizer não a esta realização e com isto fechar-se definitivamente a ela.


O inferno não é, pois uma alternativa criada por Deus ao céu, mas a situação de negação do céu. Podemos invocar aqui o modo de pensar de Agostinho: o mal não existe, existe a ausência do bem.


Ele é resultado da liberdade humana. A vontade de Deus é que todos sejam salvos, diz a Bíblia (1Tim 2,4). A Bíblia descreve esta situação de frustração eterna através de muitas imagens: fogo que não se apaga (Mt 5,22), choro e ranger de dentes (Mt 18,22; Lc 13,28), trevas exteriores (Mt 8,12), cárcere (1Pd 3,19), segunda morte (Ap 2,11) etc.


Tanto como podemos perceber sinais do céu, de realização já entre nós, também o inferno se faz presente, ou seja, sinais de não realização.

Zacarias - Rio de Janeiro

25 de fevereiro de 2013 14:04

Meu caro!

Porque tanto estudo sobre nada de importante, a bíblia é clara, não adianta colocar Maria no altar e dizer que ela é mãe de Deus, ela gerou o Salvador e não nos salvou, se não fosse ela, teria sido outra! Jesus morreu por nós, o sacrifício foi perfeito, vocês menosprezam o sacrifício de Jesus, por que sofrer tanto por aqueles que distorcem sua palavra? por AMOR!...
Só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo!
Maria não pode influenciar as decisões de Cristo e tampouco de Deus que está acima de Tudo e Todos! lembra na festa de canaã da galileia? Jesus disse que nós temos em comum? (que tenho eu contigo mulher), Não adianta me pedir, eu sei qual é minha obrigação e o tempo que devo começar com sinais e maravilhas. VAi pensando que vocês estão sendo salvos somente por pedir que Maria interceda por vocês ou que seus entes queridos irão rezar e vocês serão libertos de tal purgatório! pegasse passagens vagas na bíblia colocam isoladamente, verifique o contexto bíblico onde tal versículo se encontra. Aprenda como ler a palavra primeiro e depois estudo sobre assuntos diversos. Afinal quem é o Espírito Santo pra você? uma força ativa? Cuidado para não blasfemar, pois nem toda eternidade no purgatório irá lhes salvar!

Anônimo
3 de março de 2013 10:10

Prezados Bru e Patty papagaios de pastor,

Procurem saber a diferença entre MEDIADOR e INTERCESSOR e depois venham debater com conhecimento de causa.

Anderson - São Paulo

30 de abril de 2013 19:37

2Coríntios 4,4 diz: "NOS QUAIS O DEUS DESTE SÉCULO CEGOU O ENTENDIMENTO DOS INCRÉDULOS, PARA QUE LHES NÃO RESPLANDEÇA A LUZ DO EVANGELHO DA GLÓRIA DE CRISTO, O QUAL É A IMAGEM DE DEUS." Portanto meu caro Beraká, ninguém tem o poder de perdoar os pecados de ninguém, muito menos os sacerdotes, sejam eles padres ou pastores. E purgatório não existe, por que se existisse, invalidaria o sacrifício de Jesus na cruz. É o homem que tem que confessar seus pecados a Deus e não ao homem, como diz em 1João 1,9, "se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." Peça ao Espírito Santo para lhe ajudar a ter o entendimento de Sua Palavra no poder do nome de Jesus. Um abraço.

1 de maio de 2013 14:37

Prezada Protestante papagaia de pastor: Marli Souza,

Claro que você como todos os protestantes que aparecem por aqui, não passam de meros papagaios de pastor, e carregam a bíblia pra cima e para baixo debaixo do braço como desodorante e não leêm, ou se dão ao pequeno sacrifício de fazer um estudo pessoal das escrituras, preferindo apenas repetir o que seus falsos pastores gritam aos berros em seus púlpitos cheios de ódio a tudo que é católico,

Mas é bom que suas acusações e de outros servem de esclarecimentos a muitos que navegam neste blog. Vamos as respostas as suas missivas. Olha só as pérolas que você escreveu e se lesse as es crituras, não teria falado tanta besteira:

" Portanto meu caro Beraká, ninguém tem o poder de perdoar os pecados de ninguém, muito menos os sacerdotes, sejam eles padres ou pastores. E purgatório não existe, por que se existisse, invalidaria o sacrifício de Jesus na cruz. É o homem que tem que confessar seus pecados a Deus e não ao homem, como diz em 1João 1,9, "se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." Peça ao Espírito Santo para lhe ajudar a ter o entendimento de Sua Palavra no poder do nome de Jesus....”

1ª MISSIVA: " Portanto meu caro Beraká, ninguém tem o poder de perdoar os pecados de ninguém, muito menos os sacerdotes, sejam eles padres ou pastores...

RESPOSTA CATÓLICA: Cara Marli papagaia de pastor leia na sua bíblia em Jo 20,22-23: “Aqueles a quem perdoardes os pecados, lhe serão perdoados;aqueles a quem os retiverdes, lhes serão retidos". Cara Marli é o próprio Cristo quem ordena, sinto muito lhe informar isto.

2ª MISSIVA: E purgatório não existe, por que se existisse, invalidaria o sacrifício de Jesus na cruz.
RESPOSTA CATÓLICA: O Purgatório não é para Condenados Cara Marli, mas apenas para que já está com a salvação garantida, portanto não substitue em nada o sacrifício de Cristo, pois o próprio Deus prometeu:
Nada de impuro pode entrar no céu: Ap 21,27 – E se você tem impurezas, quer queira quer não vai ter que passar pelo purgatório para poder entrar no Céu.

A DOUTRINA DO PURGATÓRIO É BÍBLICA BASTA LER ESTAS PASSAGENS QUE A CONVIDO A LER SEM MEDO:
A purificação é necessária para adentrar ao céu: Hb 12,14; Ap 21,27.
Agonia temporária: 1Cor 3,15; Mt 5,25-26.
Cristo pregou para seres espirituais: 1Pd 3,19.
É um estado intermediário de purificação: Mt 5,26; Lc 12,58-59.
É uma realidade entre o céu e a terra: Mt 18,23-25; Lc 23,42; 2Cor 5,10; Fl 2,10; Ap 5,2-3.23.
Graus de expiação dos pecados: Lc 12,47-48.
Alguns pecados são perdoados e outros não serão perdoados nem aqui nem no mundo vindouro: Mt 12,32.
Nada de impuro pode entrar no céu: Ap 21,27.
Salvação, mas como pelo fogo: 1Cor 3,15.
Sofrimento extra: 2Sm 12,14; Cl 1,24.


4ª MISSIVA : É o homem que tem que confessar seus pecados a Deus e não ao homem,..

RESPOSTA CATÓLICA:Seu pastor já teve a coragem de ler pra vc esta passagem ?
“Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis.” (Tiago. 5,16)
Como vc está vendo quem está precisando de esclarecimentos e o dom do entendimento é vc e não eu.

Shalom !!!

24 de dezembro de 2013 01:03

Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;
Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;
Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças;

1 Timóteo 4:1-3

Engraçado que Padres não se casam e é proibido comer carne na sexta feira santa, por que isso amado ?

24 de dezembro de 2013 17:40

Prezado Jose Carlos,

Nosso único amado é Jesus, acho que vc deveria mudar seu tratamento, não sou seu amado, isto é coisa de boiola. Ora esta passagem a qual vc se refere aplica-se perfeitamente aos seus falsos pastores protestantes, interessados apenas no dízimo de suas ovelhas e tirar o pé da lama á custa dos seus fieis seguidores, o que não se aplica à Santa Igreja Católica a única Igreja fundada por nosso Senhor Jesus Cristo e entregue a Pedro (Conf. Mateus 16,18), e que está interessada unicamente na salvação das almas.Os padres não proíbem casamentos, muito pelo contrário celebram vários, inclusive o meu foi celebrado por um sacerdote.Portanto a passagem escolhida não se aplica ao caso...Continua Caro José Carlos para seu desespero...

24 de dezembro de 2013 17:41

Por que o Sacerdote não deve Casar-se ???



O casamento poderia trazer muitas dificuldades aos sacerdotes:



1)-Jesus Cristo é o verdadeiro sacerdote e foi celibatário; então, a Igreja vê n'Ele o modelo do verdadeiro sacerdote que, pelo celibato, se conforma ao grande Sacerdote. Jesus deixou claro a Sua aprovação e recomendação ao celibato para os sacerdotes, quando disse: “Porque há eunucos que o são desde o ventre de suas mães, há eunucos tornados tais pelas mãos dos homens e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos céus. Quem puder compreender, compreenda” (Mateus 19,12).

2)-É por isso que, desde o ano 306, no Concílio de Elvira, na Espanha, o celibato se estendeu por todo o Ocidente, até que em 1123 o Concílio universal de Latrão I o tornou obrigatório.

3)-É preciso dizer que a Igreja não impõe o celibato a ninguém; ele deve ser assumido livremente e com alegria por aqueles que têm essa vocação especial de se entregar totalmente ao serviço de Deus e da Igreja. É uma graça especial que o Senhor concede aos chamados ao sacerdócio e à vida religiosa. Assim, o celibato é um sinal claro da verdadeira vocação sacerdotal. No início do Cristianismo a grandeza do celibato sacerdotal ainda não era possível; por isso São Paulo escreve a Timóteo, que o grande Apóstolo colocou como bispo de Éfeso, dizendo: “O epíscopo ou presbítero deve ser esposo de uma só mulher” (1Tm 3, 2). Estaria, por isso, o padre hoje obrigado a se casar? Não.

4)-O Apóstolo dos gentios tinha em vista uma comunidade situada em Éfeso, cujos membros se converteram em idade adulta, muitos deles já casados. Dentre esses o Apóstolo deseja que sejam escolhidos para o sacerdócio homens casados (evitando os viúvos recasados). Já no ano 56, São Paulo, que optou pelo celibato, escrevia aos fiéis de Corinto (cf. 1Cor 7,25-35) enfatizando o valor do celibato: “Aos solteiros e às viúvas digo que lhes é bom se permanecessem como eu. Mas se não podem guardar a continência que se casem” (1Cor 7,8). “Não estás ligado a uma mulher? Não procures mulher”.

5)-São Paulo se refere às preocupações ligadas ao casamento (orçamento, salário, educação dos filhos...). E enfatiza: “Quem não tem esposa, cuida das coisas do Senhor e do modo de agradar à esposa, e fica dividido (I Coríntios 7,32-33).


6)-Alguns querem culpar o celibato pelos erros de uma minoria de padres que se desviam do caminho de Deus. A queda desses padres no pecado não é por culpa do celibato, e sim por falta de vocação, oração, zelo apostólico, mortificação, etc; tanto assim que a maioria vive na castidade e por uma longa vida. Quantos e quantos padres e bispos vivendo em paz e já com seus cabelos brancos! O casamento poderia trazer muitas dificuldades aos sacerdotes. Não nos iludamos, casados, eles teriam todos os problemas que os leigos têm, quando se casam.

7)-O primeiro é encontrar, antes do diaconato, uma mulher cristã exemplar que aceite as muitas limitações que qualquer sacerdote tem em seu ministério. Essa mulher e mãe teria de ficar muito tempo sozinha com os filhos. Depois, os padres casados teriam de trabalhar e ter uma profissão, como os pastores protestantes, para manter a família. Quantos filhos teriam? Certamente não todos que talvez desejassem. Teriam certamente que fazer o controle da natalidade pelo método natural Billings, que exige disciplina. A esposa aceitaria isso?

Como conciliar a vida Paroquial, profissional e pastoral ? Já que a messe é grande e os operários são poucos ?





“Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus, construo Catedrais nas almas, para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” ( Pierry de Craon).

22 de janeiro de 2014 13:26

Discussão de duas alas de idiotas que desejam saber das escrituras mais que ao povo que o foi revelado. Os eternos inquisitores-professores das falacias e os inocentes-infantis alunos protestantes, a eterna luta de quem sabe mais. Só falta os filhos de Maomé e de Jacob, entrarem para nessa discussão, para justificarem que a verdade deles são únicas e absolutas. A historia só se repete. O duro que os católicos ainda não se tocaram que essa igreja que o Galileu citou, não era física, sem dizer que as primeiras igrejas, não tem nada com a católica, que imaturidade! O Artur, não esta preparado para esse trabalho, pois não possui o espirito de paz e amor. Cheio de palavras de baixo escalão e preconceito, apenas um religioso, nada mais, sem ainda conhecer a luz divina do Criador. Pois a onde habita uma alma cheia da presença Divina não existe esse tipo de atitude com o diferente

22 de janeiro de 2014 17:42

Prezado Jeferson,

Para alguem que talvez se considere Cristão, vc tentando corrigir-nos agiu de forma ainda pior. Veja só o que está escrito nas Sagradas escrituras sobre quem chama ao irmão de Raca (Idiota):

Mat 5,22 - "Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: "Raca", será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.

O termo “raca” aparece no NT grego grafado como ῥακά (rhaká), porém ela é de origem semita, tal palavra foi apenas transliterada do hebraico para o grego sem apresentar seu real significado.

Segundo a explicação de alguns teólogos, entende-se que a palavra "Ráca" tenha o significado de tolo, insensato, cabeça oca,tolo, idiota e congeneres, serão dignos do fogo do inferno.

E este papo de Igreja invisível não existe meu caro, a Igreja que Cristo fundou sobre Pedro em Mateus 16,18 era VISÍVEL , LEGÍTIMA E HIERÁRQUICA, e ponto final.

Shalom !!!

Fonte: TORAH WEB

23 de janeiro de 2014 10:26

Muito obrigada Beraká, você tem coragem e sabedoria.
Ser verdadeiramente um católico é muito difícil, por isso muitos escolhem caminhos mais suaves.
E como diz o velho ditado:
" católico ignorante futuro protestante " .
Deus abençoe você e que o Manto Sagrado de Nossa Senhora Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo cubra sua vida, suas intenções, sua família para sempre.

23 de janeiro de 2014 11:13

Muito obrigado Kelly Kitty pelas suas elogiosas e motivadoras palavras, que fazem com nosso trabalho de continuidade no anúncio da verdade, pois reconhecemos que chegou este tempo profetizado por São Paulo em 2 Timóteo 4:1-7:

"Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino,Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos,amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo.
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé..."


Reze por nosso apostolado !!!

2 Timóteo 4:1-7

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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