A mera veiculação, ou reprodução de matérias e entrevistas no todo ou em parte, não significa necessariamente, a adesão às ideias nelas contidas, nem a garantia da ortodoxia de seus conteúdos. Todas postagens e comentários são de inteira responsabilidade de seus autores primários, e não representam de maneira alguma, a posição do blog. Tal material deve ser considerado à luz do objetivo opinativo desta página.
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ÚLTIMAS POSTAGENS

Lula ganhou, e agora?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 30 de outubro de 2022 | 23:31

 


 

Calma gente! São apenas 4 anos, nada é eterno e tudo passa! Só Deus permanece para sempre! Não podemos esquecer isso: temos agora um Congresso  novo com Senadores e grandes governadores realmente de Direita (com D maiúsculo mesmo!), que defendem os verdadeiros valores Cristãos: "Deus, pátria, família e a favor da vida!" Temos  agora todo um povo com uma nova consciência política. Logo teremos novas eleições aqui no Brasil. 

Hoje é Domingo! Dia do Senhor! – 31º do Tempo Comum – (30/10/2022) – Evangelho: Lucas 19,1-10

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 29 de outubro de 2022 | 16:50


 


 



Salmo Responsorial – 144 (145): “Bendirei eternamente vosso nome; para sempre, ó Senhor, o louvarei”

Comunicado: A carta anônima dos supostos bispos do “diálogo pelo reino” não foi referendada e nem assinada pela presidência da CNBB!

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 27 de outubro de 2022 | 11:07


 

Sobre a carta de um suposto grupo (anônimo) que se intitula “Bispos do Diálogo pelo Reino”

 

 

Bispos católicos se manifestam contra "carta anônima de bispos comunistas", que critica o atual governo do presidente Bolsonaro. Muitos estão perguntando sobre uma Carta divulgada por um grupo que se apresenta como “Bispos do diálogo pelo Reino”. Se supunha que o coletivo reúne bispos da Igreja Católica de várias regiões do Brasil e, no documento, afirma que o segundo turno das eleições coloca a população brasileira “diante de um desafio dramático” que não permite a neutralidade. Afirmam ainda que o atual governo supostamente “virou as costas para a população mais carente, principalmente no tempo da pandemia”, e que, junto de seus apoiadores, abusou “do nome de Deus para legitimar seus atos e ainda o usam para fins eleitorais”, condenando ainda a disseminação de fatos inverídicos.

Os santos erram, pois não gozam da "infalibilidade papal" (conforme Mateus 18,18)

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 25 de outubro de 2022 | 16:13



Uma das maiores dificuldades encontradas por muitos cristãos é compreender que a santidade não elimina a humanidade. Os santos são modelos de virtude, homens e mulheres que corresponderam de maneira extraordinária à graça de Deus, mas nunca deixaram de ser criaturas limitadas, sujeitas a falhas, equívocos de julgamento e condicionamentos próprios de sua época. 



A canonização de um santo não transforma todas as suas opiniões em dogmas de fé, nem lhes concede a prerrogativa da infalibilidade, atributo que a Igreja Católica reconhece em circunstâncias muito específicas do magistério pontifício.



Tal confusão leva alguns a tratar escritos particulares de santos como se possuíssem a mesma autoridade das Sagradas Escrituras, dos Concílios Ecumênicos ou do Magistério da Igreja. Outros, em sentido oposto, ao encontrarem algum erro histórico, científico ou prudencial em determinado santo, concluem precipitadamente que toda a sua obra espiritual deve ser rejeitada. Ambos os extremos são equivocados.




Um dos exemplos mais belos de humildade intelectual encontra-se em Santo Agostinho. Após escrever inúmeras obras, o bispo de Hipona teve a grandeza de redigir as suas "Retratações", revisitando escritos anteriores, corrigindo imprecisões e reconhecendo aquilo que poderia ter sido exposto de maneira mais adequada. Essa atitude, raríssima entre os homens, revela que a verdadeira sabedoria não consiste em jamais errar, mas em possuir a humildade necessária para reconhecer os próprios equívocos.




Padre Antônio Vieira, refletindo sobre a obstinação de Lúcifer, observava que muitas vezes o orgulho intelectual leva o homem a preferir permanecer no erro a admitir que estava enganado. Quanto maior a vaidade, mais difícil se torna a retratação. O pecado de Lúcifer não consistiu apenas em rebelar-se contra Deus, mas em perseverar obstinadamente em sua própria vontade, recusando-se a voltar atrás. A soberba, mais do que a ignorância, foi a causa de sua queda.




Por isso, a história da Igreja está repleta de santos que discordaram entre si em questões secundárias, que mudaram de opinião ao longo da vida e que, apesar disso, permaneceram unidos na mesma fé. A santidade não consiste em possuir uma inteligência impecável, mas em amar a Deus acima de todas as coisas e permitir que a graça transforme continuamente a própria vida.

Vaticano II: hermenêutica da ruptura, ou da continuidade"? Quem está certo? Bento XVI ou Bernardo Kuster?

 



Desde a realização do Concílio Vaticano II, poucos temas têm gerado tantos debates dentro da Igreja quanto a sua correta interpretação. Teria o Concílio representado uma ruptura com a tradição bimilenar da Igreja ou deveria ser compreendido como um desenvolvimento orgânico dessa mesma tradição? Essa pergunta não é apenas acadêmica; ela toca diretamente a maneira como os católicos compreendem a própria identidade da Igreja, sua missão no mundo e sua fidelidade a Cristo.


Nesse contexto, destaca-se de forma particular o ensinamento de Bento XVI, que insistiu repetidamente na chamada hermenêutica da continuidade, isto é, a leitura do Vaticano II não como uma ruptura, mas como uma reforma na continuidade da única Tradição viva da Igreja. Para ele, interpretar o Concílio como um “novo começo” desligado do passado seria, na prática, negar a própria natureza da Igreja como realidade una e guiada pelo Espírito Santo ao longo da história.Por outro lado, vozes contemporâneas, como a do comentarista Bernardo Küster e de outros críticos do período pós-conciliar, frequentemente levantam suspeitas sobre a fidelidade do Concílio à tradição anterior, sugerindo que certas interpretações teriam provocado confusão doutrinal ou pastoral. Esse debate, porém, exige um critério seguro: não as opiniões pessoais, nem as leituras fragmentadas, mas o próprio Magistério da Igreja, que é o intérprete autêntico dos Concílios Ecumênicos.


É justamente nesse ponto que o texto do professor Felipe Aquino, apoiado em declarações do Cardeal Mauro Piacenza, oferece uma chave fundamental: a necessidade de uma leitura do Vaticano II a partir de seus próprios textos e à luz da tradição viva da Igreja, e não a partir de interpretações ideológicas, sejam progressistas ou tradicionalistas. Afinal, um Concílio não pode ser entendido a partir de caricaturas midiáticas nem de reações emocionais, mas daquilo que realmente ensinou.


O próprio Papa João XXIII, ao convocar o Concílio, deixou claro que não se tratava de mudar a doutrina, mas de apresentá-la de modo mais compreensível ao homem contemporâneo. Da mesma forma, Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI trabalharam continuamente para garantir que a recepção do Concílio se desse em fidelidade à tradição católica e não em chave de ruptura.


Assim, a verdadeira questão talvez não seja simplesmente “quem está certo” em uma disputa de opiniões, mas qual é o critério autenticamente católico de interpretação: o Magistério vivo da Igreja ou análises privadas, por mais bem-intencionadas que sejam. A resposta católica sempre foi clara: a Igreja interpreta a si mesma, e um Concílio Ecumênico só pode ser compreendido corretamente dentro da continuidade da fé apostólica. Esta reflexão, portanto, não pretende alimentar polêmicas, mas ajudar a recolocar o debate no seu verdadeiro eixo: a fidelidade à Igreja, a humildade diante do Magistério e a confiança na ação do Espírito Santo que continua conduzindo a Igreja, mesmo através das dificuldades históricas e das limitações humanas.

Bernardo Küster e o Tradicionalismo Radical: os riscos da fé transformada em espetáculo digital

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 24 de outubro de 2022 | 10:50

 


 

*Francisco José Barros de Araújo 




Críticas a Bernardo Küster, aos Rad Trad, e ao documentário “Eles estão no meio de nós



Bernardo Küster: “Nosso filme vai revelar o maior inimigo da Igreja” (nossaaa! grande novidade!)



Bernardo Küster surgiu outra vez empunhando sua cruz midiática — símbolo de sua cruzada digital — e o celular na outra mão, como quem segura uma espada de luz contra as trevas do mundo moderno. Com voz solene, anunciou:  “Nosso filme vai revelar o maior inimigo da Igreja!”  Uau! Que reviravolta! Porque, claro, ninguém nunca desconfiou que a Igreja tem inimigos, não é mesmo? Que suspense digno de uma novela mexicana misturada com um documentário de conspiração teológica. 




Bernardo — ou melhor, Bernardo like-a- qualquer-Kusto, sempre pronto para o like da salvação — parece ter descoberto, mais uma vez, a pólvora espiritual da semana.  É o herói do algoritmo: luta bravamente contra os mesmos vilões de sempre, só que agora em 4K, com trilha sonora épica e iluminação dramática. O problema é que, no fundo, o público já conhece o roteiro: uma denúncia bombástica, uma edição cinematográfica e, inevitavelmente, o link para o financiamento coletivo. Enquanto uns assistem na esperança da “grande revelação”, outros apenas sorriem diante da ironia: quem vive de apontar inimigos acaba, não raro, se tornando parte do espetáculo que diz combater.  No palco da fé transformada em performance, o “maior inimigo da Igreja” talvez não esteja fora dela — mas bem ali, entre os refletores, as curtidas e o eco digital das próprias convicções.  Ainda assim, o novo documentário de Bernardo Küster e Viviane Princival promete mais do que um simples clickbait religioso. Ele chega com a ambição de acender luzes onde muitos preferem manter as sombras. 




A produção mergulha sem rodeios no terreno espinhoso da infiltração ideológica, explorando como a esquerda socialista — paciente, meticulosa e estrategicamente camuflada — tem se servido das estruturas e da linguagem da própria Igreja Católica para promover um projeto de poder total: político, cultural e, sobretudo, espiritual.  Entre entrevistas, documentos e cenas meticulosamente editadas, o filme escancara aquilo que muitos intuíram, mas poucos ousaram dizer em voz alta: a fé tem sido instrumentalizada como ferramenta de engenharia social. O discurso da caridade, a teologia da libertação e até a retórica da “inclusão” tornaram-se, em certas mãos, veículos de uma agenda que busca moldar o cristianismo à imagem do mundo — e não o mundo à luz de Cristo.  Mas atenção: este não é um documentário para plateias confortáveis nem para católicos domesticados pela opinião pública. É um soco teológico, um chamado à vigília num tempo em que até o altar pode se tornar palco e até a devoção pode se converter em marketing.  No fim, a pergunta não é se a Igreja tem inimigos — isso já sabemos desde o Calvário. A questão é: quem, dentro dela, ainda tem coragem de reconhecer a verdade quando ela aparece sem maquiagem?  Respire fundo, desligue o piloto automático e, se o coração estiver preparado, assista ao trailer abaixo. Talvez você descubra que o “inimigo” de que tanto se fala não está apenas lá fora, mas em algum canto da alma coletiva que prefere o espetáculo à conversão.

Hoje é Domingo! Dia do Senhor! – 30º do Tempo Comum – (23/10/2022) – Evangelho: Lucas 18,9-14

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 23 de outubro de 2022 | 16:54

 



 

Salmo Responsorial – 33 (34): “O pobre clama a Deus e ele escuta! o Senhor liberta a vida dos seus servos.

Como Dante retrata o Purgatório na Divina Comédia – Reflexões para a Vida e a Eternidade

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 22 de outubro de 2022 | 15:44

 


 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

 

Purgatório é a segunda parte da Divina Comédia de Dante Alighieri e está dividido em trinta e três cantos

A purificação total da alma segundo a Bíblia – O caminho do Purgatório até o Céu

 




O purgatório na bíblia e a necessidade da purificação total da alma antes de entrar no Céu



A Igreja triunfante, do céu, a Igreja militante, da terra, e a Igreja padecente, do purgatório (lugar de purificação)  –  nada mais são que, uma só e mesma Igreja! A Igreja purgativa não é senão este estágio intermediário de purificação no itinerário da alma fiel. Segundo nos ensina o Catecismo da Igreja Católica: “por aí passam os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas, não estão perfeitamente purificados”. É preciso entender que o Purgatório é unicamente para expiação das penas (consequências do pecado), pois quanto a culpa, essa foi perdoada definitivamente na Cruz para todos (conforme Col. 2,13-14). Já na forma INDIVIDUAL e pessoal, o perdão divino se dá com o arrependimento e confissão dos pecados (confr. 1 João 1,9).  Quem está no purgatório já está com a SALVAÇÃO GARANTIDA! Purgatório não é segunda chance e sob hipótese alguma substitui o sacrifício de Cristo! (como afirmam os protestantes, e não a doutrina católica). ATENÇÃO! NÃO SE DEIXEM ENGANAR: “Condenados não vão para o purgatório, mas para o inferno! E para a condenação eterna só vai quem quer, ou seja, QUEM LIVREMENTE ODEIA DEUS E NÃO QUER PASSAR A ETERNIDADE EM SUA PRESENÇA” (já imaginou castigo pior? Ficar por toda a eternidade na presença de quem você odeia?) - Neste caso, ou seja, até na criação do inferno,  Deus mostra-se bondoso e justo, respeitando o livre arbítrio de cada um. Ora, o entendimento é simples: Se alguém tira a vida de outro, se arrepende sinceramente, e pede perdão, Deus perdoa a culpa, mas não o livra das penas, as quais ele terá que pagar, conforme está escrito: “NÃO SAIRÁS DE LÁ (PRISÃO DO PURGATÓRIO), ENQUANTO NÃO PAGARES ATÉ O ÚLTIMO CENTAVO " (conforme Mateus 5,25-26) – Negar o pagamento dessas penas, seria cometer uma injustiça, que de nada serviria. Portanto, quer queiramos ou não, o PURGATÓRIO É REAL!

A graça que habita na criança quando ela é batizada!

 




Quando a criança é batizada, torna-se templo do Espírito Santo. À medida que vai amadurecendo, Deus acompanha o desabrochar de sua inteligência, vontade e sensibilidade. Já nos primeiros lampejos da razão começa a existir algo da noção de culpa e a possibilidade de um pecado, pois ela já tem livre-arbítrio e responsabilidade moral. Inicia-se, então, certa luta dentro da criança, que é a batalha travada por Deus com o demônio. Digamos, por exemplo, que uma criança esteja brincando em seu quarto. Sua mãe, que é extremamente carinhosa, bondosa, entra no cômodo, mas a criança está com mais vontade de brincar do que receber as carícias da mãe. Notando que seu filho tem pouco desejo de estar com ela, a mãe agrada-o ainda mais para ver se o atrai. A criança pode ter um pequeno ato de má vontade em relação à mãe, que é o ponto de partida de uma série de implicâncias que continuam até a morte. Pelo contrário, se a criança se vence, passa os braços em torno do pescoço da mãe, diz: “Oh, mamãe!” e beija-a, ela quebrou em algo uma unha do demônio que este queria cravar nela. E, desta forma, ela começou a tomar uma atitude enérgica contra seus próprios defeitos, que podem ir até o extremo da velhice. Portanto, nos primórdios da vida espiritual já está presente alguma coisa que puxa a pessoa para o bem ou para o mal. Em geral, se prestarmos atenção, notaremos que toda a vida da criança é cheia de coisas dessas.

Walter Joshua Fretz: "o bebê que está mudando o debate sobre o aborto no mundo inteiro!"

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 21 de outubro de 2022 | 10:39

 


 

"Amontoado de células" - "Tecido" - "Apenas um feto". Essas são expressões comuns usadas pelas pessoas favoráveis ao aborto para descrever o nascituro, a fim de diminuir a humanidade dessas novas vidas. Porém, o modo como as pessoas rotulam os nascituros não é o que os define, e isso está comprovado pela vida de uma pequena criança. No verão de 2013, Walter Joshua Fretz nasceu "com apenas 19 semanas de gestação". Ele viveu por poucos momentos, mas sua vida tem tido um impacto duradouro. Depois de sangramentos, quase cinco horas depois de chegar ao hospital, Lexi deu à luz seu filho, Walter Joshua Fretz. Ela escreve:

Origem da coroação da Mãe Rainha de Schoenstatt

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 20 de outubro de 2022 | 21:27


 

(foto reprodução)

 


A devoção a Nossa Senhora de Schoenstatt iniciou no dia 18 de outubro de 1914, quando o padre José Kentenich, ao ministrar uma palestra para os jovens alunos do Seminário de Schoenstatt, na Alemanha. Recebendo a inspiração divina, ele convidou os alunos para rezarem a Maria e oferecerem sacrifícios a ela, principalmente pela educação. O pedido era para que a pequena capela da Congregação, na época consagrada a São Miguel, virasse um Santuário de graças, centro de um movimento de renovação que, mais tarde, se espalharia pelo mundo todo. Assim, a capelinha estaria destinada a se transformar em um lugar onde as glórias de Nossa Senhora se manifestariam, principalmente seus feitos como Educadora. O objetivo é a educação de um homem novo e a construção de uma nova sociedade.

Santa Missa: Palavra, Homilia ou Eucaristia? Descubra o que realmente é essencial

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 19 de outubro de 2022 | 15:27





Qual a parte mais importante da Santa Missa? "Liturgia da palavra, homilia, ou a liturgia eucarística?" 

 

-Atos 2,42: "Eles perseveravam no ensino dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações".

 

 

-Atos 5,4: "E, todos os dias no templo, bem como de casa em casa, não deixavam de pregar e ensinar que Jesus Cristo é o Messias..."

 

 

-Atos 20,7: "No primeiro dia da semana nos reunimos com a finalidade de partir o pão"

Rezar Santo Rosário durante a Missa é errado? "Papa São Pio X responde"



 

Por Veritatis Splendor - 7 de junho de 2006

 

 

Muitos contemporâneos não têm bem presente o real significado da ativa participação dos fiéis na Santa Missa, tão recomendada pela Igreja. Confundem, por vezes, essa participação como se concelebrassem com o sacerdote, ou como se este fosse apenas um dirigente do culto, o presidente da celebração. Há, nesse sentido, uma deformada idéia de sacerdócio, não diferenciando da maneira exata aquele comum, que todos os batizados possuem, do hierárquico, em decorrência da ordenação. Cumpre salientar que a diferença entre os leigos e os que recebem o sacramento da Ordem não é de grau, mas de essência. O sacerdócio ministerial ou hierárquico dos bispos e dos presbíteros e o sacerdócio comum de todos os fiéis, embora ambos participem, cada qual a seu modo, do único sacerdócio de Cristo, diferem, entretanto, essencialmente, mesmo sendo ordenados um ao outro.[1] Não se trata de uma simples organização administrativa que coloca o sacerdote acima do fiel, porém de uma distinção profunda, espiritual e permanente, uma marca na alma, fruto da graça.Idêntico, pois, é o sacerdote, Jesus Cristo, cuja sagrada pessoa é representada pelo seu ministro. Este, pela consagração sacerdotal recebida, assemelha-se ao sumo Sacerdote e tem o poder de agir em virtude e na pessoa do próprio Cristo; por isso, com sua ação sacerdotal, de certo modo, empresta a Cristo a sua língua, e lhe oferece a sua mão.[2] E semelhante poder não é mera autorização externa, mas uma virtude doada pelo Espírito Santo no sacramento que configura o padre a Jesus, Nosso Senhor. Pela Ordem, mais do que pregadores religiosos ou líderes da comunidade, os ministros ordenados são verdadeiros sacerdotes do Novo Testamento.[3] A Santa Missa, pois, é um autêntico sacrifício. O sacrifício de Cristo, oferecido ao Pai pelo perdão de nossos pecados. Não um novo, pois o da Cruz foi suficiente, mas o mesmo, tornado presente. Há uma identidade substancial entre a Cruz e a Missa, como entre elas a Última Ceia. Esta foi a antecipação da Cruz como a Missa dela é a atualização.

A origem da oração do Angelus (a saudação do anjo a Maria Santíssima)

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 18 de outubro de 2022 | 12:02

 


 

 

O Angelus é uma oração recitada em recordação do Mistério perene da Encarnação de Cristo, três vezes ao dia

-às 6 da manhã, 

-ao meio-dia 

-às 18 horas, momento em que tradicionalmente é tocado o sino do Angelus.

Hoje é Domingo! Dia do Senhor! – 29º do Tempo Comum – (16/10/2022) – Evangelho: Lucas 18,1-8

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 16 de outubro de 2022 | 07:30

 


 

 

Salmo Responsorial – 120 (121): “Do Senhor é que me vem o meu socorro, do Senhor que fez o céu e fez a terra!”

Entre Cultura e Fé: Análise Completa do Halloween com Especialistas em História e Teologia

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 15 de outubro de 2022 | 23:28



Prof Felipe Aquino, Pe. Paulo Ricardo, e o Catequista falam tudo sobre o Halloween – Tire suas conclusões ao final

 


Prof. Felipe Aquino: "O Halloween é uma festa comum nos EUA e Europa e é celebrada no dia 31 de Outubro, mas, de origem pagã!"

 


A comemoração veio dos antigos Celtas, um povo que habitava a Grã-Bretanha (Inglaterra, Escócia, Irlanda) a mais de 2000 anos atrás, vindos da Ásia. Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual de sua religião druida, os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, no último dia do ano, que para eles era o dia 31 de outubro e queriam, entre outras coisas, se alimentar e assustar as pessoas.Acreditavam também no aparecimento das bruxas, mulheres que tinham vida sexual com demônios e que faziam muito mal às pessoas, ao gado, às plantações, etc. Com isso, os Celtas costumavam se vestir com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos e as bruxas. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas especialmente com o trabalho de São Patrício no século IV e São Columbano no século VI. Com isso, a Igreja Católica transformou este ritual pagão, em uma festa religiosa. Ela passou a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado, deveria honrar os santos, daí veio o “All Hallows Day”: o “Dia de Todos os Santos”. Mas, a tradição entre estes povos continuou, e além de celebrarem o Dia de Todos os Santos, eles celebravam também a noite da véspera do Dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com comida. A noite era chamada de “All Hallows Evening” (Noite de Todos os Santos) abreviando-se, veio o Halloween.

A Tensão Entre Catolicismo e Comunismo: O Ato de Votar Pode Excluir da Comunhão da Igreja?”

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 14 de outubro de 2022 | 19:52





Votar ou "apoiar partidos Comunistas implica em excomunhão automática?" 



A relação entre a fé católica e a adesão a ideologias políticas sempre gerou intensos debates ao longo da história. Entre essas ideologias, o comunismo ocupa um lugar particular, pois suas bases filosóficas, de caráter materialista e ateísta, entram em choque direto com os fundamentos da doutrina cristã. A Igreja Católica, em diversos documentos magisteriais — como a encíclica Divini Redemptoris de Pio XI (1937) e instruções posteriores da Congregação para a Doutrina da Fé — reafirmou a incompatibilidade essencial entre o comunismo e a fé cristã. Surge, então, uma questão prática e ao mesmo tempo inquietante: votar ou apoiar partidos comunistas pode implicar em excomunhão automática para um fiel católico? A resposta a essa pergunta exige não apenas a análise do direito canônico e da moral católica, mas também uma reflexão mais ampla sobre a consciência, a responsabilidade pessoal e a gravidade de colaborar com sistemas que se opõem frontalmente à lei de Deus.A Igreja Católica, ao longo de sua história, tem se posicionado de forma clara contra o comunismo, não apenas por divergências políticas ou econômicas, mas por sua incompatibilidade radical com a fé cristã em princípios, meios e fins. O Compêndio da Doutrina Social da Igreja afirma que qualquer sistema que negue a dignidade transcendente da pessoa humana, relativize a liberdade e destrua a família — núcleo natural da sociedade — está em contradição direta com o Evangelho e a ordem moral. O comunismo fundamenta-se no materialismo histórico e dialético, negando a dimensão espiritual do homem e reduzindo toda a realidade a fatores econômicos e sociais. Tal visão é incompatível com a antropologia cristã, que reconhece no ser humano a imagem e semelhança de Deus e sua vocação à vida eterna. Historicamente, a prática comunista recorreu à revolução violenta e à supressão da liberdade religiosa, métodos que violam a lei natural e os princípios da justiça. A Doutrina Social da Igreja ensina que a verdadeira transformação da sociedade deve ocorrer pela promoção da justiça, da caridade e do bem comum, nunca pela violência ou opressão. Além disso, o fim último do comunismo é a construção de uma sociedade sem classes, mas à custa da supressão da liberdade individual, da propriedade privada legítima e da transcendência religiosa. Trata-se de uma tentativa de substituir a salvação espiritual por uma utopia terrena, negando a esperança escatológica cristã e instaurando uma forma de idolatria. À luz da Doutrina Social da Igreja, fica evidente que o comunismo é intrinsecamente incompatível com a fé católica, pois corrompe a verdade sobre o homem, a sociedade e Deus. O cristão é chamado a buscar a justiça social pelos caminhos da caridade, da solidariedade e do respeito à lei moral, e não por meios revolucionários ou ateus. Assim, reafirma-se que a ideologia comunista é completamente incompatível com a fé católica nos princípios, nos meios e nos fins, negando aquilo que constitui a dignidade e a vocação do ser humano.



A ideologia comunista é estruturada sobre princípios, meios e fins que a tornam radicalmente incompatível com a fé católica!




-Seus princípios fundamentam-se no materialismo histórico e dialético, negando a dimensão espiritual do ser humano e reduzindo toda a realidade à luta de classes e à propriedade coletiva dos meios de produção. Isso contrasta diretamente com a mensagem de Jesus Cristo, que proclama a dignidade de cada pessoa como imagem e semelhança de Deus, e com o Magistério da Igreja, que defende a liberdade religiosa, a dignidade da pessoa e o direito à propriedade privada como elementos essenciais à vida em sociedade (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, nn. 178-180).



-Os meios promovidos pelo comunismo incluem a revolução, a violência e a supressão da liberdade individual, especialmente a liberdade religiosa, para impor o sistema. A Igreja, pelo contrário, ensina que a transformação social deve ocorrer por caminhos justos, pacíficos e éticos, respeitando a lei natural, promovendo a caridade e a solidariedade, e nunca violando a ordem moral ou os direitos fundamentais da pessoa (Pio XI, Divini Redemptoris, 1937).



-Os fins do comunismo consistem em criar uma sociedade igualitária e sem classes, mas à custa da destruição da liberdade, da família e da transcendência. Em oposição, a mensagem de Jesus revela que o verdadeiro fim do homem é a comunhão com Deus e a vida eterna, não uma utopia material. O Magistério enfatiza que a justiça social autêntica só pode ser alcançada quando se respeita a ordem moral, a dignidade humana e a vocação transcendente de cada pessoa.




Portanto, ao analisar princípios, meios e fins, fica evidente que a ideologia comunista é intrinsecamente incompatível com a fé católica. O cristão é chamado a promover a justiça, a paz e a solidariedade, mas sempre pelos caminhos da moral, da caridade e da verdade divina. Negar essa ordem ou apoiar sistemas que a contradizem significa afastar-se do chamado de Cristo e do Magistério da Igreja.

Sincretismo religioso em espaços católicos: o caso das comemorações a Oxum no pátio da Igreja Matriz de Aracati-CE

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 13 de outubro de 2022 | 15:00

 

(foto reprodução)


Dom André Vital soube das comemorações sincréticas de Oxum no "pátio da igreja Matriz de Aracati-CE?" 




Nos últimos anos, tem crescido a prática de promover manifestações religiosas sincréticas em espaços tradicionalmente católicos, muitas vezes sem o devido discernimento pastoral. Um exemplo que causa perplexidade é a realização de comemorações ligadas a Oxum — entidade do candomblé e da umbanda — no próprio pátio da Igreja Matriz de Aracati-CE. A questão que se levanta é inevitável: Dom André Vital, bispo da Diocese, está ciente dessas celebrações que misturam culto católico com elementos de outras religiões, e até que ponto isso pode ser tolerado sem comprometer a identidade da fé católica? Das duas uma, ou as duas juntas: 




"Ou esses padres e demais incautos que foram surpreendidos com o evento, não sabem nada da doutrina Católica, ou nada de Umbanda, ou absolutamente nada de nenhuma das duas!" 

Quando tudo isso tiver acontecendo, FAÇA O “L” - Depois não venha dizer que foi enganado(a)!

 


 

 

-Quando receber o seu contracheque e vier com o desconto obrigatório da "contribuição sindical", FAÇA O L...

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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