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ÚLTIMAS POSTAGENS

Padre Fábio de Melo fez uma tatuagem – Como Cristão posso fazer também qualquer tatuagem?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 6 de agosto de 2020 | 12:51






Não vamos confundir “alhos com bugalhos”, pois a coisa não é tão simples assim como parece, para quem é Cristão, claro!



Padre Fábio compartilhou uma foto mostrando o desenho, e também uma frase na foto:



“Para que eu nunca me esqueça que o mel é fruto de dedicação, pousei, definitivamente, uma abelha em minha mão”


O exercício das virtudes como auxílio para alcançarmos a bem aventurança eterna!

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 5 de agosto de 2020 | 14:08




AS VIRTUDES NOS APONTAM PARA A BEM AVENTURANÇA (BEATITUDE - CIC 1716-1729)




Art. 1 — Se as bem-aventuranças se distinguem das virtudes e dos dons.

Questão 69: Das bem-aventuranças. Art. 2 — Se os prêmios atribuídos as bem-aventuranças pertencem a esta vida.


(III Sent., dist. XXXIV, q. 1, a. 4: In Isaiam, cap. XI; In Matth., cap. V)

O verdadeiro entendimento para o relacionamento esponsal com Jesus: O amado de nossas almas






O precioso segredo do Amor Esponsal



“Eu te desposarei para sempre, Eu te desposarei na justiça e no direito, no amor e na ternura. Eu te desposarei na fidelidade” (Os 2, 21-22).

“Tarde Te amei!” - De Santo Agostinho, uma das mais belas oração esponsal de todos os tempos!





“Et ecce intus eras et ego foris et ibi te  esquaerebam, et in ista formosa quae fecisti deformis irruebam…”

É o Empresário Capitalista que tem melhorado o bem estar social dos povos e não o proletariado Comunista

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 4 de agosto de 2020 | 14:10







Muita coisa ainda precisa ser feita, mas é inegável que nem os mais empedernidos marxistas neguem que o advento do capitalismo possibilitou uma prosperidade material constante e crescente, tirando da miséria milhões de pessoas nos quatro cantos da Terra, muitos ainda continuam desconfiados do sistema e prontos a culpá-lo pela maioria dos problemas sociais, reféns que são de clichês como “um outro mundo é possível” ou “de cada um conforme a sua capacidade, para cada um conforme a sua necessidade”.

Falsos homens cultos, falsos doutores e o real valor de Bolsonaro: Um verdadeiro Conservador!

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 3 de agosto de 2020 | 21:07





*por Marco Frenette

Qual a verdadeira libertação? A proposta por Jesus ou a dos Teólogos da Libertação?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 2 de agosto de 2020 | 12:37






Enquanto jesus com sua encarnação, vida paixão, morte e ressurreição, veio nos libertar das causas do pecado e de suas consequências para sermos verdadeiramente livres, a proposta da Teologia da Libertação propõe não a libertação dos pecados de ordem moral, mas libertar-se da culpa da prática destes mesmos pecados para que a pessoa possa viver seus pecados livremente e sem culpa. Eis a grande diferença que tem levado muitos(as) à verdadeiras escravidões, pois a teologia moral da TL propõe a vivencia dos vícios no lugar das virtudes e da ascese. A partir deste entendimento podemos compreender certas “práxis” de algumas algumas lideranças e pseudo pastorais, quando estas acolhem pessoas entregues a toda escravidão moral, não para ajudarem-nas a libertar-se de seus pecados, mas para que estes acolhidos(as) aprendam a conviver com eles na sua prática sem se sentirem culpadas, pois só existe o pecado social, e a toda a práxis da TL se resume na luta pelo pobre como uma compensação, aliviando suas consciências, iludindo-se de que estão ajudando e fazendo algo de meritório, esquecendo-se que Deus ama o pecador, mas odeia o pecado.

Que o Brasil volte a ser o que era antes de Bolsonaro? É isto que você quer?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 1 de agosto de 2020 | 21:50







CAIA LOGO BOLSONARO!



*Autor desconhecido

Por que Jesus não se envolveu com os “partidos” de sua época?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 31 de julho de 2020 | 21:13





Mateus 20,25-27: “Então Jesus os chamou e explicou: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que são as pessoas importantes que exercem poder sobre as nações. Não será assim entre vós. Ao contrário, quem desejar ser importante entre vós será esse o que deva servir aos demais. E quem quiser ser o primeiro entre vós seja aquele que serve...”

Como estes santos viveram e superaram a "crise de fé"?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 30 de julho de 2020 | 20:30




por*Francisco José Barros de Araújo 

 


Como estes santos viveram e superaram a crise de fé? Esta pergunta, longe de ser apenas uma curiosidade histórica ou espiritual, toca uma realidade profundamente humana: a experiência do sofrimento interior, da dúvida e do aparente silêncio de Deus


A crise de fé não é sinal necessariamente de fraqueza espiritual, mas muitas vezes expressão de um combate interior próprio daqueles que levam Deus a sério. De fato, quem nunca se confrontou com o inevitável da existência? 


Aquela dimensão da realidade que não podemos controlar, que não depende de nossa vontade, mas que nos atinge e testa nossa capacidade de resistência, nossa maturidade emocional e, sobretudo, a autenticidade da nossa fé.



O ser humano naturalmente deseja uma felicidade estável, sem dores, sem perdas e sem contradições. Todos sonhamos com uma vida plena, onde nossos projetos se realizem sem obstáculos. Contudo, a realidade nos educa constantemente, mostrando que a vida não é um ideal imaginado, mas um caminho concreto marcado por cruzes, limites e provações. Quando recusamos essa realidade, caímos na ilusão; quando a enfrentamos sem fé, caímos no desespero; mas quando a enfrentamos com fé, encontramos um caminho de crescimento interior.



A tradição espiritual cristã sempre ensinou uma verdade exigente, mas profundamente libertadora: é preciso acolher a realidade como Deus permite que ela aconteça, confiando que, mesmo nas situações incompreensíveis, Ele continua agindo. Isso não significa um fatalismo passivo nem a aceitação do sofrimento como algo bom em si mesmo, pois Deus não quer o mal. Contudo, na sua providência misteriosa, Ele permite certas provações porque sabe tirar delas um bem maior, muitas vezes invisível aos nossos olhos imediatos.



A lógica divina frequentemente contraria a lógica humana. O Evangelho nos mostra paradoxos que desafiam nossa mentalidade: é morrendo que se vive, é perdendo que se ganha, é sendo humilhado que se é exaltado. Esta sabedoria espiritual não é teoria abstrata, mas experiência concreta vivida pelos santos ao longo da história. Eles também experimentaram tristeza, angústia, abandono, aridez espiritual e até mesmo tentações contra a fé. A diferença não foi a ausência de sofrimento, mas a maneira como responderam a ele.



A verdadeira experiência de Deus não acontece apenas nos momentos de consolação espiritual, mas muitas vezes nasce no meio da dor, das crises e das noites interiores. 


Mesmo as pessoas mais espirituais enfrentam conflitos, doenças, incompreensões, fracassos e perdas. Nessas horas, surgem muitas interpretações: acaso, injustiça, erros pessoais ou maldade humana. Porém, nenhuma dessas explicações, isoladamente, é capaz de dar sentido pleno ao sofrimento humano. O maior drama acontece quando, além das dificuldades externas, a pessoa sente também o silêncio de Deus.



É justamente nesse ponto que começa o verdadeiro amadurecimento espiritual. 



Quando os recursos humanos parecem insuficientes, quando as certezas emocionais desaparecem e quando até os sentimentos religiosos parecem secar, abre-se a possibilidade de uma fé mais pura, menos baseada em emoções e mais baseada na confiança. 


Como ensinaram os grandes mestres da vida espiritual, Deus às vezes permite que percamos as consolações sensíveis para que aprendamos a amá-Lo por Ele mesmo e não apenas pelos benefícios que recebemos.



Foi essa experiência que muitos santos viveram. Longe de serem pessoas emocionalmente blindadas ou espiritualmente insensíveis, eles passaram por profundas provações interiores. Alguns chegaram a descrever essas experiências com palavras fortes, como “noite escura”, “deserto espiritual” ou “agonia interior”. Entretanto, essas crises não destruíram sua fé; ao contrário, purificaram-na, tornando-a mais firme, mais consciente e mais livre.



Por isso, compreender a crise de fé à luz da experiência dos santos é fundamental para desfazer um mito muito comum: o de que a santidade consiste em nunca ter dúvidas ou nunca sofrer espiritualmente. A realidade mostra o contrário. Muitas vezes, aqueles que mais amaram a Deus foram justamente os que mais sentiram o peso do silêncio divino. E exatamente por permanecerem fiéis mesmo sem consolações, tornaram-se grandes testemunhas da perseverança cristã.Este testemunho continua extremamente atual, especialmente em uma época marcada pelo materialismo, pelo imediatismo e pela busca constante de satisfação emocional. Num mundo onde muitos desistem da fé diante das primeiras dificuldades, o exemplo dos santos mostra que a crise pode ser não um sinal de derrota, mas um convite a uma fé mais adulta, mais consciente e mais enraizada na verdade.

Carta aberta de um simples leigo ao Papa Francisco e Bispos do Brasil

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 29 de julho de 2020 | 15:55



(foto reprodução)





Mossoró-RN 29/07/2020





A Sua Santidade Papa Francisco,





Como um simples e "inútil servo" católico, ouso dirigir-me à Sua Santidade como pastor universal da Santa Igreja Católica, pretendendo unicamente colaborar para a concórdia, a paz e a unidade na diversidade desta porção da Igreja no Brasil. Como Católico, procuro ser fiel ao Sagrado Magistério, aderindo a tudo aquilo que ensina a Santa Igreja, nas suas diferentes formas e na proporção da exigência de suas expressões doutrinárias, sem restrições mentais ou subterfúgios, desde Nicéia até o Vaticano II e demais ensinamentos papais oficiais posteriores. Quero também, deixar claro a Sua Santidade que, em matéria de política ou questões sociais, minha posição é a da Doutrina (integral) Social da Igreja. Por isso, conforme a DSI, defendo a subordinação da ordem social à ordem moral estabelecida por Deus, a dignidade da pessoa humana, a busca do bem comum, a atenção evangélica preferencial aos pobres (não exclusiva, não excludente e nem ideológica, pois Jesus não veio salvar apenas uma classe social, mas todos os pecadores),  rejeito o socialismo e o marxismo, nas suas diferentes formas, defendendo o direito de propriedade, o princípio da subsidiariedade e os legítimos direitos humanos, principalmente a defesa da vida desde a concepção até o seu término natural. É claro que, na crise atual, há quem se diga católico e não siga nessa matéria o critério do Magistério da Igreja, acredito que são vozes fora do caminho, e mesmo que muitas, não se pode apoiá-las, se não estiverem em conformidade com o Magistério Petrino. E, corrija-me caso eu esteja errado, Sua Santidade. Creio que havendo pessoas que exerçam liderança na Igreja, mesmo sendo bispos ou padres, que não seguem os autênticos ensinamentos do magistério; não temos a obrigação de segui-los e, se tivermos ciência e competência para tal, temos o justo dever de respeitosamente manifestar esses equívocos aos nossos Pastores e instituições responsáveis da Igreja (Conf. CIC cânon 212, §3), ressalvando a reverência que lhes é devida.

Como dar os "cuidados paliativos de forma dignamente humana a pacientes terminais?"

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 24 de julho de 2020 | 20:35









Quando alguém que amamos se depara com algo tão desconhecido e imprevisível quanto um diagnóstico de câncer, tudo a sua volta parece desmoronar! O que você faz? O que você diz? Como você pode ajudá-lo? Como você pode se ajudar? Quando uma pessoa recebe um diagnóstico de câncer, receber o apoio de familiares e amigos é muito importante. Porém, é comum que estas pessoas próximas queiram dar suporte, mas sem saberem exatamente como. Uma primeira dica muito importante é que antes de mais nada você compreenda seus próprios sentimentos em relação à situação e esteja ciente de como suas experiências podem afetar a forma como você reage. Assim, você conseguirá lidar melhor com este momento e estará mais tranquilo(a) para dar este suporte, ajudando a pessoa que ama a carregar a sua Cruz.É importante ressaltar que cada paciente lida com o próprio diagnóstico de uma maneira específica, pois somos únicos, irrepetíveis, e com experiências de vida diferentes, no entanto algumas dicas podem ajudar você, familiar e amigo, a se preparar melhor para este momento de suporte e acolhimento:

Campanha da Fraternidade 2021: "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" (tentativa de superar polarizações?)

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 23 de julho de 2020 | 20:04




Em 2021 a Campanha da Fraternidade foi ecumênica (porém, a mais polêmica), e teve como tema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor”. E como lema o trecho da carta de Paulo aos Efésios: “Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade” (Ef 2, 14).

De Aquino a Chesterton: como a filosofia medieval influenciou o pensamento moderno






"Em memória" de Ivanaldo Santos**




“Recomendo o Chesterton como se recomenda o quinino, principalmente para aqueles que por dever de ofício freqüentam os mangues da inteligência, as paragens encharcadas de lugares comuns, as baixadas do pensamento: para aqueles que possam confundir catolicismo com sisudez e cultura com academias” (Gustavo Corção).


ESTAMOS APRENDENDO MUITO COM O COVID 19

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 22 de julho de 2020 | 20:17


-Ele não gosta de supermercados e padarias...Simplesmente não entra 🤔


-Mas é mortal em bares, restaurantes, pequenos negócios, cabeleireiros, praças e é pior em igrejas 🤨

Mulheres bíblicas do Antigo e Novo Testamento: Lições de Virtude, Liderança e Fé para a Vida Contemporânea

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 21 de julho de 2020 | 23:19




As mulheres bíblicas do Antigo e Novo Testamento e as lições que nos deixaram




*Francisco José Barros de Araújo 




As revelações divinas contidas na Bíblia foram registradas em uma época em que a organização social seguia uma estrutura patriarcal, na qual o homem assumia naturalmente o papel de provedor, protetor e responsável pelo sustento da família e da comunidade. Nesse contexto, a mulher desempenhava funções insubstituíveis e complementares, como educadora, guardiã das tradições e co-criadora da vida familiar e social, exercendo uma influência decisiva na formação moral, espiritual e afetiva das gerações. 



Lida sob a perspectiva contemporânea, essa realidade pode parecer limitada, mas quando compreendida à luz da Palavra de Deus, revela-se uma ordem harmoniosa e complementar, onde cada um contribui com suas qualidades para o bem comum e para a realização do plano divino.  




Os exemplos femininos presentes nas Escrituras nos levam a refletir sobre o que devemos imitar e o que devemos evitar. Mulheres como Débora, Ester, Maria e tantas outras mostraram coragem, sabedoria e fidelidade a Deus, desempenhando papéis essenciais tanto na história da salvação quanto na condução de suas famílias e comunidades. Ao mesmo tempo, algumas mulheres da Bíblia demonstram comportamentos que servem de alerta, evidenciando as consequências de escolhas equivocadas e afastadas da vontade divina (cf. 1Cor 10,11; Hb 6,12).  



Essa leitura permite reconhecer que, embora o patriarcado estruturasse funções sociais específicas, Deus atuava plenamente por meio das mulheres, valorizando sua capacidade de educar, formar caráter, influenciar a fé e colaborar com os homens na edificação da sociedade. 




A Bíblia nos apresenta mulheres virtuosas, sábias e corajosas, que nos ensinam lições de vida, tanto para mulheres quanto para homens, demonstrando que a verdadeira dignidade não depende do poder ou da posição social, mas da fidelidade, coragem e compromisso com Deus.  Ao longo das Escrituras, muitas mulheres arriscaram suas vidas e dedicaram-se ao cumprimento do plano divino, mostrando que é possível exercer protagonismo feminino (não feminista) e influência mesmo em contextos adversos. 



Algumas tiveram seus nomes registrados; outras permanecem anônimas, mas suas histórias permanecem vivas na Palavra de Deus e no coração de quem com elas conviveu. Refletir sobre esses exemplos nos ajuda a discernir os valores que devem ser cultivados hoje: coragem, sabedoria, fé e amor, seja na vida familiar, comunitária ou eclesial.

Os trabalhadores da "ÚLTIMA HORA" receberão a mesma recompensa – Injustiça ou Graça Misericordiosa de Deus?








Mateus 20, 1-16: “Porque o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha. E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha. E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça, E disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo. E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos, e perguntou- lhes: Por que estais ociosos todo o dia? Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo. E, aproximando-se a noite, diz o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores, e paga-lhes o jornal, começando pelos derradeiros, até aos primeiros. E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um dinheiro cada um. Vindo, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um dinheiro cada um. E, recebendo-o, murmuravam contra o pai de família, Dizendo: Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a fadiga e a calma do dia.Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço agravo; não ajustaste tu comigo um dinheiro? Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti.Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom? Assim os derradeiros serão primeiros, e os primeiros derradeiros; porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos...”


Socialismo Cristão? O que católicos e evangélicos realmente pensam sobre fé e política?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 20 de julho de 2020 | 16:25




O chamado “socialismo cristão” é uma corrente de pensamento que busca interpretar a vida social, econômica e política à luz dos princípios do Evangelho. Inspirado tanto nos profetas do Antigo Testamento quanto nos ensinamentos de Cristo no Novo Testamento, esse pensamento enfatiza valores como caridade, justiça social, solidariedade, fraternidade, dignidade humana e partilha dos bens, tomando como referência, sobretudo, a experiência da comunidade cristã primitiva descrita nos Atos dos Apóstolos, onde “todos tinham tudo em comum” e ninguém passava necessidade.



Contudo, o socialismo cristão não pode ser confundido automaticamente com os modelos revolucionários marxistas ou com regimes totalitários de inspiração ateia e materialista que marcaram grande parte do século XX. Muitos cristãos que defendem uma visão social mais forte rejeitam explicitamente o comunismo estatal, o autoritarismo ideológico e a perseguição religiosa promovida por determinados regimes de esquerda. Da mesma forma, também criticam um capitalismo radical e desumanizado que transforma o lucro em valor absoluto, reduzindo o homem a mero instrumento econômico e relativizando princípios morais fundamentais da fé cristã.



Nesse sentido, o socialismo cristão surge mais como uma tentativa de harmonizar fé e responsabilidade social do que como um projeto político uniforme e fechado. Trata-se de um movimento extremamente heterogêneo, presente tanto em setores católicos quanto evangélicos, reunindo pessoas de diferentes posições políticas — da centro-esquerda à centro-direita — unidas pela convicção de que o cristianismo não pode limitar-se apenas à esfera espiritual ou individual, mas deve também influenciar a vida social, econômica e comunitária.



Entre os católicos, essa preocupação ganhou força principalmente através da Doutrina Social da Igreja, desenvolvida em encíclicas como Rerum Novarum, Quadragesimo Anno e Centesimus Annus, que buscaram apresentar uma alternativa cristã tanto ao liberalismo econômico absoluto quanto ao socialismo revolucionário. A Igreja defende a propriedade privada, mas afirma igualmente que ela possui uma função social, insistindo na proteção dos pobres, no direito do trabalhador, na justiça distributiva e na dignidade da pessoa humana.



Já no meio evangélico, especialmente entre protestantes históricos, surgiram movimentos ligados à chamada “social-democracia cristã”, ao evangelho social e a iniciativas voltadas para combate à pobreza, assistência comunitária e promoção da justiça social. Embora muitos evangélicos contemporâneos rejeitem o termo “socialismo cristão” por sua associação com ideologias de esquerda, ainda assim defendem ações sociais inspiradas diretamente no Evangelho.



A grande questão, portanto, não está apenas em discutir “direita” ou “esquerda”, mas em compreender até que ponto a fé cristã deve influenciar a organização da sociedade. Afinal, o cristianismo sempre carregou uma dimensão social inseparável de sua dimensão espiritual. O Evangelho fala tanto da salvação da alma quanto do cuidado com o próximo; tanto da vida eterna quanto da responsabilidade moral no mundo presente.



Historicamente, embora os movimentos religiosos-socialistas tenham permanecido minoritários dentro da Cristandade, exerceram influência significativa no desenvolvimento da democracia cristã, da social-democracia europeia e da própria Doutrina Social da Igreja. Em muitos momentos, procuraram servir como uma alternativa equilibrada contra os extremismos ideológicos — combatendo tanto os abusos do capitalismo selvagem quanto os erros do coletivismo autoritário.

Por isso, discutir “socialismo cristão” exige cuidado, profundidade e honestidade intelectual. Nem todo cristão preocupado com justiça social é socialista; nem todo defensor do livre mercado é inimigo dos pobres. O verdadeiro desafio talvez esteja em encontrar um modelo de sociedade que preserve simultaneamente a liberdade, a moral, a dignidade humana, a responsabilidade individual e a solidariedade cristã — sem cair nos excessos ideológicos que tantas vezes transformaram causas legítimas em instrumentos de opressão.

Conheça o verdadeiro e original "Credo do Reacionário" na íntegra

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 18 de julho de 2020 | 15:13


(foto reprodução)






“Não quero cair na tentação comum de idealizar o passado, como fazem os saudosistas.” O alerta de David Hume, tão bem retratado no filme Meia-noite em Paris, de Woody Allen, merece ser sempre frisado: “O hábito de culpar o presente e admirar o passado está profundamente arraigado na natureza humana” - Essa sensação de que os tempos dourados ficaram para trás parece bastante comum. Basta ver o que Baltasar Gracián escreveu em “A arte da prudência” ainda no Sec. XVI: “Muitos valores vieram a parecer antiquados: falar a verdade, manter a palavra. Os bons parecem pertencer aos velhos tempos, embora sejam sempre queridos. Se é que ainda há alguns, são raros, e nunca são imitados. Que triste época esta, quando a virtude é rara e a maldade está no cotidiano...” Falar em “revanche da direita” se tornou o maior lugar-comum da análise política contemporânea. A saída do Reino Unido da União Europeia, a ascensão de populistas e fascistas naquele continente, a irrupção de Donald Trump nos Estados Unidos e até a derrocada do PT no Brasil costumam ir para o mesmo balaio, que ainda atribui a crise econômica ao fracasso da globalização, das elites, das grandes corporações e da “mídia”. Rótulos como fascista, “neoliberal”, “conservador” ou “reacionário” são usados para qualificar tudo o que entra nesse balaio – como se fossem sinônimos. A tal “direita” reúne gente tão díspar quanto Gustavo Franco, Silas Malafaia, Rodrigo Constantino e Jair Bolsonaro. Verdade que os três se opõem, cada um a seu modo, ao socialismo. Mas a semelhança acaba aí. Que significado podem ter categorias como “direita” ou “esquerda”, usadas em contexto ora econômico, ora político, ora religioso, ora comportamental? Elas se tornaram tão vagas e imprecisas que desnaturaram. Na prática, é impossível entender a política usando termos tão abrangentes. No Brasil, apenas agora o espaço reservado à “direita”, maculado no passado, começa a ser ocupado de modo explícito. Na Europa e nos Estados Unidos, tal terreno passou a abrigar o nacionalismo populista dos “perdedores da globalização”, o resgate de valores religiosos e comunitários esquecidos pelo discurso científico-tecnológico, e contra a “tirania do politicamente correto”. Emergiu no meio desta mistura uma figura que andava adormecida: o reacionário!

Conheça os Principais teóricos e suas Metodologias de Análise Social da Realidade







Na passagem do século XVIII para o XIX, a Europa viu-se diante de uma crise política e social: a França estava sob instabilidade e caos político deixados pela revolução, além do que a Revolução Industrial causou uma intensa mudança na configuração espacial da Europa, em especial da Inglaterra, que saiu à frente na industrialização. Houve um intenso e repentino êxodo rural em cidades agora industrializadas, o que causou caos social por conta da onda de miséria, do alastramento de doenças e da consequente violência crescente nos centros urbanos. Diante dessa situação, o filósofo francês Auguste Comte colocou-se a falar sobre a necessidade de mudar-se radicalmente os rumos que a sociedade estava tomando. Para o filósofo, era necessário reestabelecer a ordem para que a França retomasse seu crescimento. Essa ordem somente poderia ser atingida por uma rígida organização da sociedade (tão rígida quanto requerem os padrões militares) e pela valorização do cientificismo. Já com relação aos métodos de análise sociológica da realidade social foram desenvolvidos por Durkheim em sua obra “As Regras do Método Sociológico”. Apesar de ter se passado bastante tempo desde a escrita da sua obra, alguns pressupostos ainda prevalecem, por serem fundamentos metodológicos do estudo da sociedade. Para ele, o sociólogo deveria estar despido das suas concepções anteriores sobre sociedade, para poder analisar os fatos sociais enquanto coisas. Ainda, a sociedade seria capaz de criar mecanismos de coerção internos e externos para criar regras. A partir do método científico, podemos observar que o pesquisador pode utilizar da pesquisa quantitativa e qualitativa para propor a estrutura do seu trabalho, e, assim, buscar solucionar as problemáticas estabelecidas a priori.Deste modo, o indivíduo poderá ter uma ampla noção sobre quais funções pôr em prática e como isso poderá ser feito levando em consideração todos os casos observados. O texto abaixo apresentado de forma despretensiosa e sem pretender encerrar o assunto, muito pelo contrário, quer provocar o debate dialógico, é resultado de uma pesquisa bibliográfica acerca dos métodos nas Ciências Sociais, baseado nos clássicos Comte, Durkheim, Weber e Marx.

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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