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A ala Marxista da CNBB e a "promoção da Luta de Classes" dentro e fora da Igreja no Brasil

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 25 de abril de 2019 | 00:41


(trabalhar pela luta ou conciliação de classes como quer a DSI?)






A luta de classes como caminho para uma sociedade sem classes é um mito que impede as reformas e agrava a miséria e as injustiças. Qualquer filosofia da história deve demonstrar qual é o mecanismo por meio do qual aquela agência suprema que determina o curso de todas as relações humanas irá induzir os indivíduos a trilhar exatamente os caminhos destinados a levar a humanidade até o objetivo determinado.  No sistema de Marx, a doutrina da luta de classes foi criada para responder a essa questão.A fragilidade inerente a essa doutrina é que ela lida com classes e não com indivíduos.  O que tem de ser mostrado é como os indivíduos são induzidos a agir de tal modo que fará a humanidade finalmente atingir o ponto que as forças produtivas querem que ela atinja.  A resposta de Marx é que: "o que determina a conduta dos indivíduos é a consciência dos interesses de sua classe".  Ainda falta ser explicado por que os indivíduos dão aos interesses de sua classe preferência em relação aos seus próprios interesses.  Podemos, por enquanto, nos abster de perguntar como o indivíduo aprende quais são os genuínos interesses de sua classe.  Porém, mesmo Marx não pôde deixar de admitir que existe um conflito entre os interesses de um indivíduo e os interesses da classe a que ele pertence. Ele faz um distinção entre aqueles proletários que possuem consciência de classe, isto é, que colocam as preocupações de sua classe acima de suas preocupações individuais, e aqueles que não possuem.  Ele considera ser um dos objetivos de um partido socialista despertar a consciência de classe daqueles proletários que não possuem espontaneamente uma consciência de classe.Por outro lado, os liberais laissez-faire afirmaram: se as antigas leis estabelecendo privilégios e desvantagens de casta forem repelidas e nenhuma nova prática do mesmo tipo, tais como: tarifas, subsídios, tributação discriminatória, indulgências concedidas a agências não-governamentais, bem como igrejas, sindicatos e afins, para que elas utilizem coerção e intimidação, for introduzida, haverá igualdade de todos os cidadãos perante a lei.  Ninguém terá suas aspirações e ambições tolhidas por quaisquer obstáculos legais.  Qualquer indivíduo estará livre para concorrer para a função ou posição social para as quais suas habilidades pessoais o qualifiquem.









Os comunistas negam que é dessa maneira que opera uma sociedade capitalista organizada de acordo com o sistema liberal de igualdade perante a lei.  Ao seu modo de ver, a propriedade privada dos meios de produção confere aos seus proprietários, a burguesia ou os capitalistas, na terminologia de Marx, um privilégio que, virtualmente, em nada se difere daqueles concedidos aos senhores feudais. A "revolução burguesa" não aboliu o privilégio e a discriminação das massas; o que ela fez, diz o marxista, foi meramente derrubar a velha e exploradora classe de nobres e substituí-la por uma nova classe exploradora, a burguesia.  A classe explorada, os proletários, não lucrou com essa reforma.  Eles apenas mudaram de opressores, mas permaneceram oprimidos e explorados.  O que se faz necessário é uma nova e definitiva revolução, a qual, ao abolir a propriedade privada dos meios de produção, irá estabelecer uma sociedade sem classes.Marx nunca embarcou na impossível tarefa de refutar a descrição feita pelos economistas do funcionamento da economia de mercado.  Ao invés disso, sua ânsia era mostrar que o capitalismo iria, no futuro, levar a condições bastante desagradáveis.  Ele tentou demonstrar que a operação do capitalismo inevitavelmente iria resultar, de um lado, na concentração de riqueza nas mãos de um número cada vez menor de capitalistas, e, de outro, no progressivo empobrecimento de uma imensa maioria. 









O corolário do suposto empobrecimento progressivo dos assalariados é a concentração de todas as riquezas nas mãos de uma classe de exploradores capitalistas que existem em números continuamente decrescentes. Ao lidar com essa questão, Marx foi incapaz de levar em consideração o fato de que a evolução das grandes empresas e suas unidades comerciais não necessariamente envolve a concentração de riqueza em poucas mãos.  As grandes empresas são, quase que sem exceção, corporações, precisamente porque elas são grandes demais para que poucos indivíduos sejam inteiramente os proprietários delas.  O crescimento das unidades comerciais ultrapassou em muito o crescimento das fortunas individuais.  Os ativos de uma corporação não são idênticos à riqueza de seus acionistas.  Uma parte considerável desses ativos, o equivalente a ações preferenciais, títulos corporativos emitidos e empréstimos levantados, pertence virtualmente, senão no sentido do conceito legal de propriedade, a outras pessoas, a saber, os donos dos títulos, das ações preferenciais e os credores das dívidas. Onde essas ações e obrigações são mantidas por bancos e companhias de seguro, e esses empréstimos foram concedidos por esses bancos e companhias, os virtuais proprietários são as pessoas clientes dessas instituições.  Da mesma forma, as ações ordinárias de uma corporação não estão, via de regra, concentradas nas mãos de um homem.  Quanto maior a corporação, mais amplamente distribuídas estão suas ações.O capitalismo é essencialmente produção em massa para satisfazer as necessidades das massas.  Mas Marx sempre trabalhou com o conceito enganoso de que os trabalhadores labutam arduamente apenas para o benefício da uma classe superior de parasitas ociosos.  Ele não percebeu que os próprios trabalhadores consomem, de longe, a maior parte de todos os bens de consumo produzidos.  Os milionários consomem uma porção quase que insignificante daquilo que é chamado de produto nacional.  Todas as sucursais das grandes empresas provêem direta ou indiretamente às necessidades do cidadão comum.  As indústrias de luxo nunca se desenvolvem além das unidades de pequena ou média escala.  A evolução das grandes empresas é, por si só, prova do fato de que as massas, e não os ricaços nababos, são os principais consumidores.  










Aqueles que lidam com o fenômeno das grandes empresas classificando-o de "concentração do poder econômico" não percebem que o poder econômico pertence ao público consumidor, de cujo consumo depende a prosperidade das fábricas.  Na sua capacidade de consumidor, o assalariado é o cliente que "sempre tem razão".  Mas Marx declara que a burguesia "é incompetente em garantir uma existência para seu escravo dentro de sua escravidão".Marx deduziu a excelência do socialismo do fato de que a força motora da evolução histórica, as forças materiais produtivas, certamente ocasionará o socialismo.  Como ele estava absorto naquele tipo hegeliano de otimismo,era óbvio para ele que o socialismo, sendo a última etapa da história após o fim do capitalismo, era também uma etapa superior. Era uma blasfêmia absoluta duvidar de seus méritos.O que ainda faltava ser demonstrado era o mecanismo por meio do qual a natureza produziria a transição do capitalismo para o socialismo.  O instrumento da natureza é a luta de classes.  À medida que os trabalhadores vão se afundando cada vez mais em decorrência do progresso do capitalismo, à medida que sua miséria, opressão, escravidão e degradação aumentam, eles são induzidos à revolta, e sua rebelião estabelece o socialismo.Toda a cadeia desse raciocínio é despedaçada pela observação do fato de que o progresso do capitalismo não empobrece os assalariados de modo crescente; ao contrário, melhora seu padrão de vida.  Por que as massas seriam inevitavelmente induzidas a se revoltarem quando se sabe que elas estão tendo acesso a mais e melhores alimentos, habitações e vestuários, carros e geladeiras, rádios e aparelhos de televisão, nylon e outros produtos sintéticos? Mesmo se, em prol da argumentação, admitíssemos que os trabalhadores são induzidos à rebelião, por que seu motim revolucionário almejaria apenas o estabelecimento do socialismo?  O único motivo que poderia induzi-los a pedir a implementação do socialismo seria a convicção de que eles próprios estariam melhores sob o socialismo do que sob o capitalismo.  Porém, os marxistas, ansiosos para evitar lidar com os problemas econômicos inerentes a uma economia socialista, nada fizeram para demonstrar a superioridade do socialismo em relação ao capitalismo, exceto apresentar este raciocínio circular: o socialismo está destinado a surgir como a próxima etapa da evolução histórica.  Sendo uma etapa histórica posterior ao capitalismo, ele é necessariamente melhor que o capitalismo.  Por que ele está destinado a surgir?  Porque os trabalhadores, condenados ao empobrecimento progressivo sob o capitalismo, irão se rebelar e estabelecer o socialismo.  Porém, qual outro motivo poderia impeli-los a almejar o estabelecimento do socialismo, além da convicção de que o socialismo é melhor do que o capitalismo?  Essa superioridade do socialismo é deduzida por Marx do fato de que a vinda do socialismo é inevitável.  E assim o círculo se fecha.










No contexto da doutrina marxista, a superioridade do socialismo é comprovada pelo fato de que os proletários estão visando ao socialismo.  O que os filósofos, os utópicos, pensam não interessa.  O que interessa são as ideias do proletariado, a classe a quem a história confiou a tarefa de moldar o futuro.A verdade é que o conceito de socialismo não se originou da "mente proletária".  Nenhum proletário ou filho de proletário contribuiu com qualquer ideia substancial para a ideologia socialista.  Os pais intelectuais do socialismo eram membros da intelligentsia, descendentes da "burguesia".  O próprio Marx era filho de um advogado abastado.  Ele estudou no  Gymnasium alemão, a escola que todos os marxistas e outros socialistas denunciavam como sendo o principal braço do sistema burguês de educação, e sua família o sustentou ao longo de todos os anos de seus estudos; ele não teve de trabalhar para chegar à universidade.  Ele se casou com a filha de um membro da nobreza alemã; seu cunhado era Ministro do Interior prussiano e, como tal, líder da polícia da Prússia.  Em sua casa trabalhava uma governanta, Helene Demuth, que nunca se casou e que seguia a família Marx em todas as suas trocas de residência, o modelo perfeito da empregada doméstica explorada cuja frustração e atrofiada vida sexual já foram repetidamente retratadas nas ficções realistas "sociais" da Alemanha.  Friedrich Engels era filho de um industrial rico, e ele próprio era um industrial; ele se recusou a se casar com sua amante Mary porque ela era inculta e de origem "baixa", ele apreciava as diversões propiciadas pela alta classe britânica, como, por exemplo, caçar a cavalo junto com cães de caça. Os trabalhadores nunca foram entusiastas do socialismo.  Eles apoiavam o movimento sindical cuja luta por maiores salários Marx desprezava como inútil. Eles pediam por todas aquelas medidas de interferência do governo nas empresas, medidas essas que Marx rotulava como tolices pequeno-burguesas.  Eles se opunham ao progresso tecnológico, nos primórdios, destruindo as novas máquinas; mais tarde, utilizando os sindicatos para, por meio da coerção, forçar o empregador a contratar mais operários do que o necessário.O sindicalismo, apropriação das empresas pelos trabalhadores que nela trabalham, é um programa que os trabalhadores desenvolveram espontaneamente.  Porém o socialismo foi trazido para as massas por intelectuais de procedência burguesa.  Jantando e tomando vinhos conjuntamente nas luxuosas mansões londrinas e nas mansões rurais da "sociedade" vitoriana, damas e cavalheiros com trajes elegantes planejavam esquemas para converter o proletariado britânico ao credo socialista, hoje esta missão(bastão) foi passada e assumida agora por alguns membros da alta cúpula da corte da CNBB.











A meu ver, a teologia da libertação não atingiu plenamente os seus objetivos de libertação. E por quê? Em parte, porque se transformou numa ideologia, identificando-se com determinados paradigmas políticos que pareciam a encarnação do Reino de Deus na sociedade; e, em parte, porque nem sempre conseguiu libertar os próprios libertadores, de modo que, não poucas vezes, pelas disputas internas de poder e status midiático de seus gurus, era difícil distinguir os opressores dos oprimidos.













Talvez, sem o saber, a TL se demonstrou um tanto pelagiana ao pretender renovar a sociedade com ideais utópicos de caráter milenarista, mas alicerçada em forças meramente humanas. O social ameaçou prevalecer sobre o ético. A vida particular e as angústias humanas de quem lutava por uma nova ordem das coisas ficava em segundo plano.Além de ao pelagianismo, algumas correntes da Teologia da Libertação pagaram tributo a uma visão dualista da história, ao fazerem sua, e não apenas subliminarmente, a luta de classes do marxismo, transformando-a numa espécie de teologia do conflito. Dividindo a sociedade em categorias contrastantes, nós contra eles, elas ressuscitaram o velho maniqueísmo, para quem o mundo é dominado por duas entidades antagônicas, o Bem e o Mal (justo e injusto) sustentadas por uma guerra constante entre si.











Nesta visão, o Bem seria constituído pelos oprimidos e o Mal pelos opressores.No dia 5 de dezembro de 2009, falando a um grupo de bispos brasileiros, Bento XVI se referiu a essa herança que, não poucas vezes, atingiu até mesmo as Comunidades Eclesiais de Base, filhas primogênitas da Teologia da Libertação:«As suas seqüelas, mais ou me-nos visíveis, feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa e anarquia, se fazem ainda sentir, criando nas comunidades diocesanas um grande sofrimento e uma grave perda de forças vivas».Era o que reconhecia, há anos, também o Cardeal Carlos Maria Martini, apesar das simpatias que nutria pela Teologia da Libertação: «Não basta deplorar e denunciar os males de nosso mundo. Nem basta falar de justiça, de deveres, de bem comum, de projetos pastorais, de exigências evangélicas. Precisamos falar de tudo isso, mas com um coração cheio de amor compassivo, fazendo a experiência da caridade que dá com alegria e suscita entusiasmo. Precisamos irradiar a beleza daquilo que é verdadeiro e justo na vida, pois só essa beleza arrebata realmente os corações e os volta para Deus».






CONCLUSÃO










A CNBB e a TdL de linha marxista, precisam fazer uma autocrítica e buscar a "evangelização integral", que contempla sim o social, mas precisa dar também, dar espaço e respostas para as angústias  existenciais, pois se a Igreja não der estas respostas, as pessoas vão procurar em outros lugares. Certamente, a Igreja já fez, está fazendo muito no campo social, e precisará fazer mais ainda. Mas, é preciso que fique claro: não é essa a missão originária, "própria” da Igreja, como repete expressamente o Vaticano II (cf. GS 42,2; e ainda 40,2-3 e 45,1). A missão social é, antes, uma missão segunda, embora derivada, necessariamente, da primeira, que é de natureza "religiosa”. Essa lição nunca foi bem compreendida pelo pensamento laico. Foram os Iluministas que queriam reduzir a missão da Igreja à mera função social. Daí terem cometido o crime, inclusive cultural, de destruírem celebres mosteiros e proibido a existência de ordens religiosas, por acharem tudo isso coisa completamente inútil, mentalidade essa ainda forte na sociedade e até mesmo dentro da Igreja. Agora, se perguntamos: Qual é o maior desafio da Igreja?, Devemos responder: É o maior desafio do homem: o sentido de sua vida! Essa é uma questão que transcende tanto as sociedades como os tempos. É uma questão eterna, que, porém, hoje, nos pós-moderno, tornou-se, particularmente angustiante e generalizada. É, em primeiríssimo lugar, a essa questão, profundamente existencial e hoje caracterizadamente cultural, que a Igreja precisa responder, como, aliás, todas as religiões, pois são elas, a partir de sua essência, as "especialistas do sentido”. Quem não viu a gravidade desse desafio, ao mesmo tempo existencial e histórico, e insiste em ver na questão social "a grande questão”, está "desantenado” não só da teologia, mas também da história. Ao invés das pautas da ONU nortearem as Campanhas da Fraternidade, por que a CNBB não propõe uma CF com uma temática cristã que vá nas raízes das injustiças? 





Eis aqui uma sugestão para uma próxima Campanha da Fraternidade:




TEMA: “A vivência dos conselhos evangélicos da Pobreza, Castidade e obediência no atual contexto social e eclesial”




RHEMAMateus 4,4: "Jesus respondeu: está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus".










O grande problema é que qualquer crítica que se faça a TL e à CNBB, até de forma construtiva, para que se permita uma autocrítica, seus militantes de plantão, já vem com quatro pedras nas mãos, acusando-nos de que estamos provocando a desunião, e dizendo que estão a cumprir a DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA. A pergunta que não quer calar é: Desde quando, e onde, a DSI defende e promove a LUTA DE CLASSES ? - Já li e reli toda a DSI e não vejo isto em lugar algum! A CNBB promove a luta de classe sim, quando apoia grupos e ONGs que fortalecem grupos vitimistas com a desculpa de combate a preconceitos, racismo, homofobismo, etc. Definitivamente, vitimismo não é cristianismo! Onde está a CNBB que não teme falar, desejar e motivar a conversão? Onde está a CNBB fiel à liturgia Romana e não Africana? Onde está a CNBB que não extingue, mas motiva os carismas do Espírito Santo (conf. I Tessa 5,19)? Onde está a CNBB na evangelização de todos, sem distinção? Onde está a CNBB na luta pela libertação do pecado visando salvar e libertar todas as almas, e não apenas uma classe social? Será que a exclusividade de uma práxis meramente social, como se a Igreja fosse uma ONG, fez a CNBB (não a igreja) esquecer o alerta de Cristo: Daí a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus ?





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Aprovação da Reforma da Previdência - Tira benefícios e privilégios dos pobres ou dos ricos?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 24 de abril de 2019 | 07:45






Depois de ouvir durante meses, ou anos, toda essa discussão sobre a “reforma da Previdência”, você está achando que ela é “contra os pobres”? Ou acha que é exatamente o contrário? Ou, ainda, não acha nem uma coisa nem outra, porque não tem mais paciência para continuar ouvindo essa conversa que não acaba mais? Anime-se. O professor gaúcho Fernando Schüler, conferencista e consultor de empresas, tem a solução definitiva para o seu problema. Se a reforma da previdência fosse contra os pobres, explicou Schüler dias atrás, já teria sido aprovada há muito tempo, e sem a menor dificuldade. Pela mais simples de todas as razões: tudo aquilo que prejudica o pobre diabo que está tentando não morrer de fome, e não tem tempo para fazer “articulação política”, passa como um foguete da NASA pelas duas casas do Congresso deste país. Passa tão depressa, na verdade, e com tanto silêncio, que ninguém nem fica sabendo que passou. A reforma proposta pelo governo só está encontrando essa resistência desesperada do PT, dos seus satélites e da massa da politicalha safada porque é, justamente, a favor dos pobres e contra os ricos. Cem por cento contra os ricos, no caso, algumas dezenas de milhares de funcionários públicos com salário-teto na casa dos 40.000 reais por mês, sobretudo nas camadas mais altas do Judiciário e do Legislativo. São esses os únicos que vão perder, e vão perder em favor dos que têm menos ou não têm nada.Não parece possível, humanamente, eliminar de maneira mais clara as dúvidas sobre a reforma da previdência. Alguém já viu, em cerca de 200 anos de existência do Congresso Nacional, alguma coisa a favor de rico dar trabalho para ser aprovada? Ainda há pouco, só para ficar num dos exemplos mais degenerados do estilo de vida dessa gente, deputados e senadores aprovaram o pagamento de 1,7 bilhão de reais para a “campanha eleitoral de 2018” ─ dinheiro vivo, saído diretamente dos seus impostos e entregue diretamente no bolso dos congressistas. São os mesmos, em grande parte, que agora viram um bando de tigres para “salvar os pobres” da reforma. Poderiam ser mencionados, aí, uns outros 1.000 casos iguais, em benefício exclusivo da manada que tem força para arrancar dinheiro do Erário público. No caso da previdência a briga é para conservar os privilégios de ministros, desembargadores, procuradores, auditores, ouvidores, marajás da Câmara dos Deputados, sultões do Senado e toda a turma de magnatas que conseguem ganhar ainda mais que o teto e exigem, ao se aposentar, os mesmos salários que ganham na ativa, algo que nenhum outro brasileiro tem.Não adianta nada, com certeza, apresentar números, fatos e provas materiais que liquidam qualquer dúvida sobre a injustiça rasteira de um sistema que se utiliza da lei para violar o princípio mais elementar das democracias, o de que todos os cidadãos são iguais em seus direitos e em seus deveres. A previdência brasileira determina, expressamente, que os cidadãos são desiguais; quem trabalha no setor privado, segundo as regras que se pretende mudar, vale menos que os funcionários do setor público e, portanto, tem de receber aposentadoria menor. Quando se demonstra essa aberração com a aritmética, a esquerda diz que as contas não valem, pois se baseiam em “números ilegais”. Não há, realmente, como continuar uma conversa a partir de um argumento desses, e nem há mesmo qualquer utilidade prática em conversar sobre o assunto. Os defensores dos privilégios não estão interessados em discutir número nenhum; estão interessados, apenas, em defender privilégios. Por que raios, então, iriam perder seu tempo se aborrecendo com fatos? O que existe, no fundo, é uma questão que vai muito além da previdência social. É a guerra enfurecida que se trava no Brasil para manter exatamente como estão todas as desigualdades materiais em favor das castas que mandam no Estado, todas as desigualdades, sem exceção, e não apenas a aposentadoria com salário integral. Sua marca registrada é um prodigioso esforço de propaganda para fazer as pessoas acreditarem que o agressor está do lado dos agredidos, e que qualquer tentativa séria de defender o pobre é uma monstruosidade que precisa ser queimada em praça pública. Acabamos de viver, justo agora, um dos grandes momentos na história dessa mentira que faz do Brasil um dos países mais injustos do mundo, quando o ministro Paulo Guedes foi à Câmara para explicar, com paciência de monge beneditino e fatos da lógica elementar, a reforma da previdência. O PT fez o possível para impedir o ministro de falar. Ao fim, tentou ganhar pelo insulto. 




Um deputado de segunda linha faturou seus 15 minutos de fama dizendo que Guedes era bravo com “os aposentados”, mas “tchutchuca quando mexe com a turma mais privilegiada do nosso país” - A grosseria serviu para três coisas: 





1)- Em primeiro lugar, fez o deputado ouvir que “tchutchuca é a mãe”! 




2)- Em segundo lugar, levou o ex-presidente Lula a dizer, da cadeia, que estava “orgulhoso” com a agressão, mais um sinal, entre tantos, do bem que ele fará pelo Brasil se for solto ou premiado com a “prisão domiciliar”. 




3)- Em terceiro lugar, enfim, abriu mais uma avenida-gigante para se dizer quem é quem, mesmo, em matéria de “tchutchuca” com os ricos, parasitas e piratas neste país , “tchutchuca” na vida real, como ela é vivida na crueza do seu dia a dia, e não na conversa de deputado petista. Aí não tem jeito: os fatos, e puramente os fatos, mostram que Lula, guiando o bonde geral da esquerda verde-amarela, foi o maior “tchutchuca” de rico que o Brasil já teve em seus 500 anos de história; ninguém chegou perto dele, e nem de forma tão exposta à luz do sol do meio dia. Pior: o ex-presidente não foi só a grande mãe gentil dos ricos. Foi também a fada protetora dos empreiteiros de obras bandidos, dos empresários escroques e dos variados tipos de ladrão que tanto prosperam em países subdesenvolvidos, as “criaturas do pântano”, como se diz.





O desagradável desta afirmação é que ela tem teores mínimos de opinião; só incomoda, ao contrário, porque sua base é uma lista sem fim de realidades que há muito tempo estão acima de discussão. Vamos lá, então, coisa por coisa:





a)- Não há dúvida nenhuma, já que é preciso começar por algum lugar, que o maior corruptor da história do Brasil, o empreiteiro Marcelo Odebrecht, passou de mãos dadas com Lula os oito anos de seu governo, noves fora o paraíso que viveu com Dilma Rousseff. Quem diz que Odebrecht é um delinquente em modo extremo não é este artigo; é ele mesmo, que confessou seus crimes, delatou Deus e o mundo e por conta disso está preso até hoje, em prisão domiciliar, certo, mas preso.





b)- Também não foi o seu filho (nem o meu), nem de qualquer cidadão que você conheça, quem conseguiu receber 10 milhões de reais da empreiteira Andrade Gutierrez como investimento numa empresa de vídeo games. Foi o filho de Lula. Os 10 milhões sumiram; a empresa faliu. A Andrade Gutierrez lamenta: o negócio não deu certo, dizem eles, e a gente perdeu todo o dinheiro que deu para o Lulinha. Uma pena, não é? Mas acontece com as melhores empresas do mundo.





c)- O empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, réu confesso, delator e hoje presidiário, foi o grande protetor e protegido de quem?
De Lula, a quem, por sinal, denunciou no fatal triplex do Guarujá. Querem mais? É só chamar o Google.





d)- Em dezesseis anos de Lula e Dilma, na verdade, não se conhece um único caso de rico prejudicado pelo governo, a não ser os produtores rurais roubados pelos “movimentos sociais” do PT e outras vítimas da criminalidade oficial. Os banqueiros, por exemplo, jamais ganharam tanto dinheiro na história da economia brasileira como durante o reinado da esquerda. Não apenas foram protegidos contra qualquer espécie de concorrência, liberdade econômica, no lulismo bancário, só vale na hora de deixar os bancos cobrarem os juros mais altos do mundo. Foram os maiores beneficiários da dívida pública alucinante que Lula e o PT tanto se orgulham de ter criado, pois na sua cabeça isso é sinal de que “o governo está se endividando para ajudar os pobres” (?) quando, na verdade, faz a população pagar 100 bilhões de dólares por ano em juros que vão para os bolso dos “rentistas”, a começar pelos banqueiros.





e)- Também não há precedentes de tanta caridade pública para empresários amigos quanto na era Lula-PT. Quem foi mais “tchutchuca” de que Eike Baptista, Joesley Batista e outros abençoados do BNDES? Quem inventou a Sete Brasil, uma das aberrações mais espantosas jamais criadas pelo capitalismo de compadres do Brasil? Do começo ao fim, foi apenas uma arapuca para vender sondas imaginárias à Petrobras e “ressuscitar a indústria naval brasileira”, vigarice de terceira categoria que fez obras e empregos virarem fumaça quando a ladroagem toda veio abaixo.





f)- A esses bem-aventurados da elite brasileira, de quem a esquerda se diz tão horrorizada, mas a quem serve com a devoção de moleque de senzala, juntam-se os ladrões puros e simples. Em que outra ocasião da história política do Brasil o roubo do Tesouro Nacional viveu dias de tanta glória como nos governos de Lula e seus subúrbios? Basta, provavelmente, citar um nome para se entender o processo inteiro: Sérgio Cabral. Precisa mais?
O homem soma quase 200 anos de prisão, confessou um caminhão de crimes e tornou-se, possivelmente, o governador mais ladrão que a humanidade já conheceu. Mas foi um dos grandes heróis de Lula, não se esquecerá jamais o mandamento público do ex-presidente, dizendo que votar em Cabral era “um dever moral, ético e político”.





g)- E quem foi o grande inventor de Antônio Palocci? Nada mais típico do que Palocci, transformado por Lula em vice-rei da sua Presidência. O cidadão se apresentava como “trotskysta”, ou, tecnicamente, como militante da extrema esquerda. Roubou tanto, segundo suas próprias confissões, que jamais se saberá ao certo o prejuízo que deu. Só o apartamento em que mora em São Paulo, e onde cumpre hoje sua “prisão domiciliar” vale mais que o patrimônio que 99% dos brasileiros vão obter durante todas as suas vidas. Isso não é ser rico? E se Palocci não é uma criatura de Lula, de quem seria, então?




A verdade é que durante todo o período em que a esquerda mandou no governo, o Brasil continuou sendo um dos países de maior concentração de renda em todo o mundo!






Em dezesseis anos de lulismo, foi massacrado sem trégua o principal instrumento de melhoria social que pode existir num país,  a educação pública. Pelos últimos dados do Banco Mundial, a média da população brasileira só vai atingir o mesmo índice de compreensão da matemática existente nos países desenvolvidos daqui a 75 anos. Essa é a boa notícia; em matéria de leitura, vamos precisar de mais 260 anos para chegar lá. É o resultado direto do abandono da edução dos pobres em benefício da educação dos ricos. Por conta dos programas de “democratização” da universidade de Lula e Dilma, o Brasil gasta quatro vezes mais por ano com um aluno da universidade pública, ou cerca de 21.000 reais, do que com um garoto que está no ensino básico. Queriam o que, com essa divisão do dinheiro público que se gasta na educação? Em matéria de ação pró-pobre, houve muita propaganda, muito filmezinho milionário de João Santana, mais um réu confesso de corrupção, mostrando a clássica “família negra feliz-com mesa farta-carrinho na porta-tomando avião-etc., etc.”, mas essas fantasias quase só existiam na televisão. Dinheiro, que é bom, foi para o bolso dos nababos, dos Marcelos e Eikes e Geddels. Foi para ditadores da África, o filho de um deles, por sinal, é um fugitivo da polícia internacional. Foi para obras em Cuba e na Venezuela. Foi para os “prestadores de serviço”, ONGs amigas e artistas da Lei Rouanet. Foi, num país de 200 milhões de habitantes, para os barões mais bem pagos de um funcionalismo público que já soma quase 12 milhões de pessoas entre União, Estados e Municípios, 450.000 só nesse Ministério da Educação que produz a catástrofe descrita acima. Para a pobrada sobrou o programa oficial de esmolas do Bolsa Família, ideal para perpetuar a miséria, ou pior que isso, segundo o Banco Mundial, de novo, 7 milhões de brasileiros caíram abaixo da linha da pobreza apenas de 2014 para 2016. Quem gerou essa desgraça? Não foi o governo da Cochinchina, nem o ministro Paulo Guedes com apenas 3 meses no comando. A situação fica definitivamente complicada para os pobres quando quem diz que está cuidando deles serve no exército do inimigo, aqueles que têm como principal razão de sua existência, talvez a única, defender direitos e princípios que são apenas presentes pagos com o dinheiro de todos.





Por: J.R. Guzzo  - 
VEJA -  19/04/2019




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Por que o COMUNISMO UTÓPICO não dar certo em lugar nenhum, e só vemos o COMUNISMO REAL?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 17 de abril de 2019 | 20:26







“O Comunismo como utopia, ignora a maldade e o egoísmo que estariam na essência da natureza humana. Um tal sistema precisaria que todos pensassem e agissem de uma única maneira, só poderia funcionar com pessoas perfeitas e harmoniosas como peças de relógio, nunca com os seres humanos diversos e falhos que realmente existem. Ele crê na possibilidade de uma sociedade perfeita, sem dificuldades, sofrimentos, violência ou conflito. Sob o comunismo não haverá rivalidade, egoísmo, possessividade, competição ou desigualdade. Ninguém será superior ou inferior a outrem. Ninguém trabalhará, os seres humanos viverão em total harmonia uns com os outros, e o fluxo de bens materiais será interminável. Essa visão espantosamente ingênua brota de uma fé crédula na natureza humana. A maldade humana é simplesmente ignorada. Por sermos criaturas naturalmente egoístas, aquisitivas, agressivas e competitivas, e por não existir engenharia social capaz de alterar tal fato faz com que tudo isso, simplesmente, seja esquecido. A visão pueril de Marx sobre o futuro reflete a irrealidade absurda de sua política como um todo.” (Terry Eagleton).


Vale mais o que é vivido do que aquilo que é publicado!



Um dia disseram que as relações sociais seriam substituídas pelas relações virtuais. Infelizmente, vejo que isso já aconteceu.Quem acha que o reality show está na Globo, ainda não adentrou o mundo dos aplicativos de imagem. Fotos excessivas, ostentativas, tantas vezes impudicas. Os “stories” em tempo real, mostrando não só a intimidade, mas também o vício em que essa teia nos agarra.

#Como é o amor de Deus por nós? É condicional, ou incondicional?









O amor de Deus é o que dá sentido às nossas vidas! Esta é a boa notícia que devemos acolher com todo o nosso coração, mas também sermos anunciadores dela. O amor de Deus vem ao nosso encontro e nos envolve como num abraço cheio de calor e aconchego. Todos nós somos o objeto, o alvo do amor de Deus! Por uma educação e catequese errada, nós só conhecemos muitas vezes o dever de amarmos a Deus e esquecemos de experimentarmos, em primeiro lugar, este amor. Antes amar a Deus, nós somos amados por Ele, e só o amamos porque Ele nos ama primeiro! O mais importante não é pois que o homem ame a Deus, mas que  se deixe ser amado por Ele!

Existe ou não “DÉFICIT NA PREVIDÊNCIA” que justifique uma AMPLA REFORMA?





Este trabalho faz uma análise financeira do RGPS (Regime Geral da Previdência Social) no Brasil, utilizando como ponto de referência os dispositivos da Constituição Federal de 1988 e os dados estatísticos da execução orçamentária do governo federal. O objetivo principal é verificar a capacidade financeira do sistema previdenciário de saldar os compromissos pactuados e de se expandir para um processo mais avançado de universalização dos direitos.


Por que Jesus pede-nos para termos cuidado com o fermento dos fariseus, dos saduceus e de Herodes ?





Um Fermento de conotação negativa nas Escrituras:



I Cor 5,6-8: Apresentado como ‘fermento velho’, que representa o tempo de estar dominado pelo pecado; viver segundo as concupiscências dos olhos, da carne, do soberba da vida.


Gal. 5,7-9: Um fermento usado no contexto de tudo aquilo que impede o crescimento na vida espiritual.


Mt 16,5-12: Nesse contexto o fermento é usado para representar a carnalidade presente na ações e intenções de líderes religiosos.


Exo.12,15-20: O fermento na instituição da Páscoa, quando este é tirado das casas por sete dias (v. 19).


10 coisas que Santo Agostinho responderia hoje à Nova Era





Ambos, cristianismo e Nova Era, propõem uma perspectiva espiritual da vida, mas o que um tem que o outro não tem?


A Nova Era (New Age) é uma corrente espiritual contemporânea. Mas ainda é uma nova manifestação do pensamento gnóstico clássico. Portanto, não é irracional buscar nos ensinamentos do grande pensador e bispo Santo Agostinho de Hipona (354-430) uma resposta cristã à Nova Era, contextualizando-a em nosso tempo.


A beleza que salva o mundo e os três tipos de beleza: A sensível, a intelectual e a beleza moral






Segundo a definição de Platão, Deus que é a Causa não causada e suprema de todas as coisas, imprimiu sua marca em cada uma de suas criaturas. Cada uma encontra em si por onde dar testemunho de Deus. De cada ser partem raios que convergem até Deus. Nós conhecemos cada ser por suas propriedades particulares, que podem ser vistas, tocadas, sentidas. Mas, como todas as características particulares que cada ser possui, provêm de sua forma, uma vez que a forma dá o ser com tudo o que ele tem, então também, podemos dizer que estas características próprias de cada ser são o resplendor da forma deste ser, portanto, quanto mais um ser for elevado na hierarquia dos seres, mais ele será belo. Sua forma lhe dará mais ser, suas características poderão ser mais manifestas e nós poderemos ter mais conhecimentos dele. Haverá tantas formas de beleza quantos modos de resplendor possíveis, para um determinado ser:

A pergunta que não cala: a Amazônia e o Petróleo é realmente nosso?








Para responder a esta pergunta é preciso antes definir três pontos: 




-Quem seríamos nós? 


-O que é a Amazônia?


-E o que significa possuir algo?  

Comunidade de Aliança em meio ao mundo: “Cada qual permaneça na condição em que foi chamado" - 1 Cor 7,17


(foto reprodução)





Talvez este versículo seja fonte de dúvidas e ao mesmo tempo de norteamento na vida de muitos. Mas, sabemos que permanecer no  chamado nem sempre parece fácil ou, por vezes, exige de nós um relacionamento profundo e sincero com aquele que nos chamou: “...Cada um na vocação em que foi chamado, nela permaneça. Foste chamado, sendo escravo? não te dê cuidado; mas se podes ainda tornar-te livre, antes aproveita-te. Pois o que foi chamado no Senhor, sendo escravo, é liberto do Senhor; da mesma maneira o que foi chamado, sendo livre, é escravo de Cristo. Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos de homens. Cada um, irmãos, permaneça diante de Deus naquele estado em que foi chamado. (1 Coríntios 7,17-24)”.

O homem conforme as escrituras, no magistério da Igreja, e na antropologia Shalom









Segundo o dicionário, antropologia significa a ciência do homem no sentido mais amplo, que engloba origens, evolução, fisiologia, psicologia, características raciais, costumes sociais e crenças. Mas não é só isso! A antropologia vai muito mais além. 

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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