A mera veiculação, ou reprodução de matérias e entrevistas no todo ou em parte, não significa necessariamente, a adesão às ideias nelas contidas, nem a garantia da ortodoxia de seus conteúdos. Todas postagens e comentários são de inteira responsabilidade de seus autores primários, e não representam de maneira alguma, a posição do blog. Tal material deve ser considerado à luz do objetivo opinativo desta página.
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ÚLTIMAS POSTAGENS

Como se elege um Papa? A história dos Conclaves contada por Ambrogio Piazzoni

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013 | 08:35





Dr. Ambrogio Piazzoni, vice-prefeito da Biblioteca do Vaticano, autor de vários livros, incluindo História das eleições papais (Piemme 2005) responde a essas e a outras questões. Convidado na Sala de Imprensa do Vaticano, Dr. Piazzoni explicou que os procedimentos atuais para a eleição do Papa é resultado de 2000 anos de história:

Respostas a 23 questões levantadas sobre a "renúncia de Bento XVI"

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013 | 09:06

(foto reprodução)




Perguntas que todos fazem sobre a renúncia de Bento XVI


A renúncia de Bento XVI tem levantado questões legítimas não apenas no mundo católico. Algumas são práticas, enquanto outras têm implicações mais profundas em suas respostas.O porta-voz oficial do Vaticano, padre Federico Lombardi, deu diversas conferências de imprensa, entre 12 e 15 de Fevereiro. Durante o breafing, vários jornalistas levantaram questões que Pe. Lombardi respondeu com as informações disponíveis no momento.A partir dessas contestações, oferecemos uma seleção ágil e breve de 23 respostas sobre as questões mais discutidas nos dias de hoje.A formulação das perguntas e respostas não foram reproduzidas literalmente, foram preparadas, trabalhadas e publicadas , com base no que o Pe. Lombardi respondeu. no blog:http ://actualidadyanalisis.blogspot.com

Segundo o filósofo Leibniz estamos no MELHOR DOS MUNDOS POSSÍVEIS - Como entender isto ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 | 15:49




Afirmava Leibniz que este era o melhor dos mundos possíveis, ao que Bradley acrescentou, ironicamente, "e nele todo o mal é necessário".

De acordo com Leibniz, são infinitos os mundos possíveis dentre os quais Deus escolhe o melhor para existir. Não só o mundo eleito como os demais têm restrições em cada uma das séries neles contidas.

Cada mundo é um conjunto completo; isso significa que nenhum elemento ulterior pode ser acrescentado a ele sem torná-lo inconsistente ou sem diminuir a riqueza de suas misturas de variedade e ordem.

A distinção entre um mundo e outro está no fato de seus membros operarem de acordo com diferentes leis. Cada mundo impõe certas restrições às mônadas (as unidades substanciais que formam tais mundos).

Assim, uma mônada pertencente a um mundo possível desenvolve-se de acordo com as leis do mundo do qual ela participa. Isso faz com que seja inviável que uma mônada junte-se a outras que estejam subordinadas a outras leis designadas por Deus.

Esse é o motivo de algumas substâncias possíveis serem inadmissíveis em outra seleção possível. Daí os mundos não poderem ser levados para caminhos incompatíveis com as leis que os governam.

Pe. Anderson Alves: "é possível um #relativismo absoluto?"






Reflexões sobre o atual ateísmo relativista


por *Pe. Anderson Alves



Em um texto anterior[i], nos perguntávamos se fosse possível conciliar o relativismo e o ateísmo ? E víamos que, segundo três famosos ateus (Nietzsche, Adorno e Horkheimer) o ateísmo, ao negar a origem do conhecimento e ao tomar como verdade a inexistência de Deus, cai numa contradição insuperável[ii].De fato, quem nega a existência da verdade, não poderia coerentemente afirmar que Deus não existe. Entretanto, sabemos que há quem se esforce muito por conciliar relativismo e ateísmo, colocando um ateísmo indiscutível e dogmático como fundamento do relativismo e construindo um sistema de pensamento no qual se parte da negação de Deus e, a partir dessa verdade quase “divina”, afirma-se um relativismo moral e cognitivo radical. Um pensador que colocou em íntima relação o ateísmo com o tema da verdade foi F. Nietzsche, autor que se considerava «ateu por instinto».

Mito ou verdade:a bíblia foi adulterada no concílio de Constantinopla para negar a reencarnação?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 17 de fevereiro de 2013 | 22:28





A afirmação de que “a Bíblia foi adulterada no Concílio de Constantinopla para negar a reencarnação” tornou-se uma das ideias mais repetidas em certos ambientes espiritualistas e espíritas contemporâneos. Segundo essa narrativa, a Igreja teria suprimido ensinamentos originais de Jesus Cristo sobre vidas sucessivas, impondo posteriormente a doutrina da ressurreição como instrumento de controle religioso. Mas será que essa tese resiste a uma análise histórica séria? Estaríamos diante de um fato comprovado ou de um mito moderno construído a partir de interpretações tardias?



Antes de qualquer discussão teológica, é necessário recordar um dado histórico fundamental frequentemente ignorado: a Bíblia não nasceu em Constantinopla, nem foi criada por um concílio cristão. Grande parte das Escrituras — aquilo que hoje chamamos de Antigo Testamento — já existia séculos antes do cristianismo e sempre foi patrimônio do judaísmo. Os textos sagrados hebraicos foram preservados, copiados e transmitidos pelo povo judeu com extremo rigor religioso e textual, muito antes de qualquer assembleia episcopal do período imperial.



E aqui surge uma pergunta inevitável: se a reencarnação fosse realmente uma doutrina bíblica original, por que não há sequer a menor menção explícita ao reencarnacionismo nos livros reconhecidos pelo próprio judaísmo? 




Ou será que se afirmará também, que os judeus adulteraram suas próprias Escrituras para negar a reencarnação, obedecendo ao Concílio de Constantinopla — concílio ao qual jamais foram submissos, nem deviam obediência, reconhecimento ou consideração doutrinária? Tal hipótese revela rapidamente sua fragilidade lógica e histórica.




Além disso, os textos do Antigo Testamento utilizados pelos primeiros cristãos eram exatamente os mesmos venerados nas sinagogas judaicas. Quando os Apóstolos anunciaram o Evangelho, não apresentaram uma nova Escritura alterada, mas interpretaram as antigas promessas à luz da ressurreição de Cristo. A fé cristã primitiva nasce, portanto, em continuidade com a esperança bíblica judaica — centrada não em múltiplas existências terrenas, mas na ação definitiva de Deus na história.Diante disso, torna-se necessário investigar com serenidade: o que realmente aconteceu nos concílios antigos? O Concílio de Constantinopla I alterou textos bíblicos ou apenas tratou de questões doutrinárias já debatidas na Igreja? Existe alguma evidência documental de supressão de passagens sobre reencarnação? Ou estamos diante de uma leitura moderna projetada retrospectivamente sobre a história cristã?



Este estudo propõe justamente separar história de suposição, documentos de narrativas populares, examinando se a acusação de adulteração bíblica possui fundamento real ou se pertence ao campo do mito religioso surgido muitos séculos depois dos acontecimentos que pretende explicar.

Falsa Doutrina Luterana da Sola Scriptura: Implicações Teológicas e Erros Contemporâneos



"Eu não creria no Evangelho, se a isto não me levasse a autoridade da Igreja Católica (St. Agostinho - Contr. Epist. Manichaei. v, 6)

 


O que é a "falsa doutrina Luterana da Sola Scriptura" (somente as escrituras)?




Dentro do protestantismo, afirma-se frequentemente: “Nós cremos somente na Bíblia, e a Bíblia inteira é a única regra de fé para o cristão.” Talvez você já tenha ouvido esta frase ou algo semelhante de um protestante evangélico. Esta declaração sintetiza a doutrina da Sola Scriptura, ou Somente a Escritura, que sustenta que a Bíblia — interpretada individualmente por cada crente — é a única fonte de autoridade religiosa e o único critério de fé cristã.Segundo esta doutrina, central no protestantismo histórico, não existem outras fontes legítimas de revelação divina ou autoridade espiritual além da Bíblia.Em contraste, a Igreja Católica, baseada na própria Escritura (cf. 1 Tim 3,15), ensina que a regra imediata de fé é o ensino da Igreja. Suas fontes da Revelação Divina incluem:

-A Palavra Escrita, ou Sagrada Escritura;

-A Palavra Não-Escrita, conhecida como Tradição.

O Magistério da Igreja Católica, liderado pelo Papa, embora não seja fonte de revelação, possui a autoridade de interpretar e ensinar tanto a Escritura quanto a Tradição. Juntas, Escritura e Tradição constituem a regra de fé cristã, assegurando uma orientação segura e confiável para o fiel.Estas duas perspectivas — Sola Scriptura versus regra de fé católica — são claramente opostas. Quem deseja seguir Cristo deve discernir com precisão qual delas representa a verdadeira fé.A doutrina da Sola Scriptura surgiu com Martinho Lutero, monge alemão do século XVI que rompeu com a Igreja Católica Romana e iniciou a Reforma Protestante. Lutero reagiu a abusos legítimos da Igreja, mas seu enfoque evoluiu para contestar a autoridade do ensino e da Tradição Católica, promovendo a ideia de que cada indivíduo, interpretando a Bíblia, poderia determinar a própria regra de fé.Lutero rejeitou a Tradição e a autoridade da Igreja, incluindo o Papa, como fontes legítimas de fé. Um observador honesto poderia questionar: seria a Sola Scriptura uma restauração verdadeira da Bíblia, ou apenas a projeção pessoal de Lutero sobre autoridade e interpretação?Apesar da popularidade de suas ideias, o fato de Lutero ter conseguido divulgar suas crenças não garante sua validade teológica. O destino eterno e o bem-estar espiritual dos fiéis dependem de discernimento cuidadoso.Nos próximos parágrafos, apresentamos 21 considerações essenciais para que católicos e protestantes analisem a doutrina luterana da Sola Scriptura sob uma perspectiva bíblica, histórica e lógica, demonstrando que, embora influente, esta não constitui uma doutrina bíblica genuína, mas sim uma construção humana.

Respondendo as Principais dúvidas do curso misto no Retiro de Carnaval Shalom-Renascer 2013 em Mossoró-RN

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 16 de fevereiro de 2013 | 12:30






Eu Creio – Nós Cremos: Da fé pessoal para a fé comunitária e da Igreja – “Creio para compreender e compreendo para melhor crer” - (Santo Agostinho). RESPONDENDO AS DÚVIDAS DOS PARTICIPANTES: (desculpem-me a demora nas respostas, devido a falta de tempo para responder com profundidade as questões propostas) – Caso surjam mais dúvidas, podem usar abaixo o quadro de comentários, que na medida do possível irei respondendo!

Protestantes perguntam: "porque os Católicos rezam pelos mortos?" Adianta alguma coisa? Está na bíblia?

(foto reprodução)



por*Francisco José Barros de Araújo 




A resposta católica é clara: sim, está na Bíblia, e a própria Sagrada Escritura ensina que “é santo e salutar rezar pelos mortos” (2Mc 12,46). Contudo, muitos protestantes não compreendem a doutrina católica porque confundem duas realidades distintas do pecado: a culpa e a pena. A culpa do pecado é perdoada por Deus quando há verdadeiro arrependimento e conversão. Porém, mesmo após o perdão da culpa, permanecem muitas vezes as penas e consequências do pecado, que precisam ser purificadas. A própria Escritura mostra que nada de impuro pode entrar no Céu:


“Nela não entrará nada de impuro” (Ap 21,27).


Por isso, a Igreja ensina que a alma salva pode ainda necessitar de purificação antes de entrar plenamente na glória celeste. É importante compreender: os católicos não rezam pelos mortos para “mudar” a sentença eterna deles, pois o destino da alma é decidido no momento da morte, no juízo particular. Rezamos, sim, pelas almas que morreram na amizade de Deus, mas que ainda necessitam ser purificadas das penas temporais causadas pelos pecados já perdoados.



Essas penas podem ser expiadas ainda nesta vida, quando oferecemos nossos sofrimentos, penitências, sacrifícios e obras de caridade a Deus. Porém, se alguém morre em estado de graça ainda necessitando dessa purificação, entra no estado que a Igreja chama de purgatório. Ali, a alma já está salva, mas necessita ser purificada. E é justamente aí que entram as orações da Igreja pelos falecidos, especialmente o oferecimento da Santa Missa em sufrágio dessas almas padecentes, que já não podem mais realizar atos meritórios por si mesmas.


A Bíblia apresenta diversos exemplos dessa realidade. No Antigo Testamento, vemos que Davi, após arrepender-se sinceramente de seu pecado com Betsabeia, recebeu o perdão de Deus; entretanto, a pena temporal permaneceu: a morte do filho concebido naquele adultério (2Sm 12,13-14). Ou seja, houve perdão da culpa, mas não eliminação automática de toda pena. No Novo Testamento, Nosso Senhor também ensina essa verdade quando diz:



“Serás lançado na prisão e não sairás de lá enquanto não pagares até o último centavo” (Mt 5,26).



A Igreja sempre compreendeu essa passagem como uma referência à necessidade de purificação das penas devidas pelos pecados. Além disso, a oração pelos mortos aparece explicitamente nas Escrituras. No 2º Livro dos Macabeus — livro presente na Septuaginta utilizada pelos judeus e pelos primeiros cristãos, mas posteriormente retirado por Lutero do cânon protestante — encontramos uma das passagens mais claras sobre o tema, no 2º livro dos Macabeus 12,43-46 que nos diz o seguinte:


"Judas Macabeu, tendo feito uma coleta, mandou duas mil dracmas de prata a Jerusalém para se oferecer um sacrifício pelo pecado. Obra bela e santa, inspirada pela crença na ressurreição, porque se ele não esperasse que os mortos haviam de ressuscitar, seria coisa supérflua e vã orar pelos defuntos. Ele considerava que aos falecidos na piedade está reservada uma grandíssima recompensa. Santo e salutar é esse pensamento de orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados".



Portanto, a oração pelos mortos não é invenção humana nem superstição medieval. Trata-se de uma prática antiquíssima, bíblica e profundamente ligada à misericórdia de Deus e à comunhão dos santos. A Igreja militante na Terra auxilia, com suas orações e sacrifícios, a Igreja padecente, aguardando o dia em que todas as almas purificadas entrarão definitivamente na glória eterna do Céu.

Testemunho de Neide antes de sua páscoa definitiva como Missionária Shalom em Mossoró-RN

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 | 19:13







O meu trajeto de luta contra o câncer começou exatamente no dia 08 de outubro de 2012, quando após uma longa noite de dor fui levada ao médico. Ao realizar alguns exames, foi comprovado que era um tumor, com uma espessura de mais de cinco centímetro com um nível elevado de malignidade no grau 5. Era na mama esquerda, outro externo, com uma aparência roxa, com dois centímetros que também precisaria se fazer biópsia. Percebi nos olhos dos irmãos, médicos e amigos, o temor ao descobrir que eu tinha câncer. Me perguntava: Porque dentro de mim existia tanta coragem? Porque que eu não estava com medo? Achava tudo tão natural, afinal acima daquele tumor, estava um Deus que venceu a morte e isso me dava a certeza de que já estava vitoriosa. Mas como transmitir isso aqueles que me olhavam cheios de dó, pena ou compaixão? Em oração pedi ao Senhor uma luz. Queria que, aqueles que me visitasse, percebesse que eu estava feliz!

Vejam os ABSURDOS cômico-trágicos que já se publicaram sobre a RENÚNCIA DO PAPA na mídia



(Por Robson Oliveira)


Já se sabe há algum tempo que a editoria de religião dos grandes jornais do Brasil é risível. Contudo, a cobertura das últimas 24 horas da Globo News e outros telejornais tornam-se cômicas se não fossem trágicas pela desinformação.

Separamos algumas das maiores pérolas dos comentaristas especializados para que os leitores do blog entendam porque acompanhar notícias religiosas por meio de blogs Católicos é muito mais seguro que informar-se por telejornais e publicações brasileiras, ou internacionais.

1. O pesquisador diz, sem tremer a voz, que houve Papas (dá a entender que foram muitos) que renunciaram por causa de guerras contra reis europeus. A afirmação veio assim como escrevo, sem nenhuma prova, sem nomes para que o espectador pudesse confirmar a informação, sem bibliografia que o adjudicasse.

RESPOSTA CATÓLICA: O motivo dessa escassez de informação é simples: não há Papas assim que tenham renunciado por medo de guerras. Até hoje houve, segundo Os Papas, de Richard McBrien, 6 papas que renunciaram ao posto,além de Bento XVI: Ponciano (235); Silvério (537); João XVIII (1009); Bento IX (1045); Celestino V (1234) ; Gregório XII (1415).
Primeiro, as datas não indicam que  houvesse assim uma debandada de Papas por pressão política. Ponciano, por exemplo, estava preso e exilado, longe do Vaticano o objetivo era muito mais preservar o Governo da Igreja por um Papa livre que propriamente medo. Afinal, os Papas sabem  e a história confirma – que o martírio não é algo distante dessa função.

Você sabe por que o ANEL DE PESCADOR dos Papas são destruidos após seus Pontificados ?





O Anel do Pescador, usado pelo Papa – e que lembra o momento em que Jesus diz a Pedro que ele seria um pescador de almas e no qual está gravado o nome do Pontífice -, será destruído provavelmente após 28 de fevereiro, afirmou o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi.

Quando um Pontífice morre, o anel papal é destruído, “porém, nesta ocasião – explica Pe. Lombardi -, a situação é diferente, é inédita, já que o papa segue vivo”.

“Especialistas estão estudando a normativa”, acrescentou.

Padre Lombardi destacou, por outro lado, que “os objetos relacionados com o ministério petrino devem ser destruídos”.

Até agora, após a morte de um papa, o Cardeal Camerlengo, – que administra a Igreja durante o período de Sé Vacante – é o encarregado de verificar a morte do Pontífice e de retirar do dedo o “Anel do Pescador”, simbolizando a conclusão do reinado.

O anel, como selo papal, é então imediatamente destruído, visando também, evitar eventuais falsificações de documentos pontifícios.

O Exorcista Espanhol padre José Fortea responde: "a contaminação espiritual é possível?"






Levítico 19,31: “Não vos dirijais aos necromantes nem aos adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles! Eu sou o Senhor, vosso Deus!”

Por que nem sempre é fácil discernir e realizar a vontade de Deus?




A vontade de Deus


“Venha o Teu Reino, seja feita a Vossa vontade na terra como no céu.” (Mt 6,10)

Jesus disse aos Apóstolos no Sermão da Montanha: “Nem todo que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas o que faz a vontade de meu Pai, esse entrará no reino dos céus”. (Mt 7,21)

Fazer a vontade de Deus, dizia Santo Afonso de Ligório (†1787) é “fazer o que Deus quer e querer o que Deus faz”.

Fazer o que Deus quer é algo objetivo:

Obedecer às leis de Deus, os Seus Mandamentos e viver a doutrina ensinada pela Igreja em termos de fé e de moral; querer o que Deus faz, é aceitar com resignação e fé tudo o que Deus permitir que aconteça conosco, sem revolta e murmuração. Sem dúvida, dizia o Santo, este é o caminho da santidade.


CONSTITUIÇÃO DO PAPA PIO XII: "MUNIFICENTISSIMUS DEUS" ("DOGMA DA ASSUNÇÃO DE MARIA AO CÉU")





  
Introdução 





1. Deus munificentíssimo, que tudo pode, e cujos planos de providência são cheios de sabedoria e de amor, nos seus imperscrutáveis desígnios, entremeia na vida os povos e dos indivíduos as dores com as alegrias, para que por diversos caminhos e de várias maneiras tudo coopere para o bem dos que o amam (cf. Rm 8,28).

Bula "Ineffabilis Deus" do Papa Pio IX sobre o dogma da Imaculada Conceição de Maria








Posição e privilégios de Maria nos desígnios de Deus

Romanos 1,19-22 afirma: "os incrédulos ateus são indesculpáveis"




Está escrito em Romanos 1,19-22:




"Pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens (os incrédulos) são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos...”

Tudo sobre a Renúncia do Papa Bento XVI e veja as opiniões do Pe. Paulo Ricardo e Prof. Felipe Aquino

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 12 de fevereiro de 2013 | 02:07

(Sou humano e nada de humano me é estranho-Terêncio)






Bento XVI anuncia sua renúncia como Papa

#Lutero fundador do protestantismo condenava o uso da razão chamando-a de "prostituta de satanás"

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013 | 16:14






"A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto, joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

Entendendo a "indissolubilidade matrimonial": o que Deus realmente uniu, o homem não separe!



I - A indissolubilidade do Matrimônio:

DEUS É APENAS "UM AMIGO IMAGINÁRIO? OU UM AMIGO INVISÍVEL?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013 | 21:37






Sabemos que existe uma autoconsciência em cada um de nós que une todos nossos pensamentos e os faz MEUS. Para muitos, como eu, esta autoconsciência viria da Alma espiritual a parte Imaterial do EU que seria uma união de Corpo Material, Alma espiritual  Imaterial .Para o materialismo esta autoconsciência do EU seria apenas um impulso a mais entre os muitos e incontáveis que percorrem as fibras nervosas do cérebro. Não há nada para se chamar de um EU, ou melhor, não há uma parte material que possa ser considerada como este.Seriamos meramente máquinas vazias como um sistema fechado e uma serie auto-suficiente de causas e de efeitos materiais e aletórios, fruto do acaso.

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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